Por Diogo Bizotto

No momento em que esta publicação está indo ao ar, Ozzy Osbourne está rodando o mundo com sua derradeira turnê, intitulada “No More Tours 2”, uma referência ao seu primeiro giro de despedida, ocorrido em 1992. Como bem sabemos, a ideia não foi concretizada e Ozzy seguiu trabalhando muito neste último quarto de século, tanto em carreira solo quanto com o Black Sabbath. Desta vez, porém, a coisa parece séria. Às vésperas de completar 70 anos, Ozzy obviamente não tem o mesmo fôlego de outrora. Se ele ainda lançará discos novos ou realizará shows esparsos, essa é outra história. Seu reconhecimento como um dos maiores rockstars das últimas décadas permanecerá intacto. Sua carreira, porém, não tem sido uma constante. Alguns de seus discos estão entre os melhores exemplares do rock pesado de sua época. Por outro lado, seus lançamentos mais recentes pouco acrescentaram ao seu extenso catálogo. A qualidade dos álbuns de Ozzy sempre teve muito a ver com a capacidade e a criatividade dos muitos músicos que já passaram por sua banda, especialmente os guitarristas. Acompanhe-nos então nesta tortuosa jornada e aproveite para deixar seus comentários e ranquear os discos aqui apresentados.


10. Down to Earth [2001]

O lançamento de Down to Earth ocorreu poucos meses antes do início da série “The Osbournes”, que abordou o dia a dia de Ozzy e sua família. Esse fato ajudou a colocar o disco em evidência e catapultar o sucesso de “Dreamer”, aquela típica balada influenciada pelos Beatles que Ozzy adora incluir em seus trabalhos, mas que não funcionou para mim. Zakk Wylde toca no disco, mas voltou à banda pouco antes das gravações e não ajudou a compor nenhuma das faixas, que ficaram majoritariamente a cargo de Ozzy ao lado do produtor Tim Palmer e do hitmaker Marti Frederiksen. Não à toa, faltam riffs cativantes, daqueles que ajudam a levantar uma canção mediana. Surpresa alguma, nenhuma faixa é mais do que mediana. “Gets Me Through”, primeiro single, é outra que não me fisgou, pecando pela monotonia de seu peso arrastado (algo que seria cada vez mais constante na carreira de Ozzy). Os momentos que chegam a dar uma empolgada ficam por conta de “Facing Hell” e “That I Never Had”, justamente aqueles em que Ozzy e Zakk mostram estar na mesma sintonia. “No Easy Way Out” e “Junkie” também quebram um pequeno galho, mas ainda é pouco.


9. Scream [2010]

Pretendia citar Scream na décima posição, mas, ao reouvi-lo, me deparei com algumas músicas que, mesmo não sendo novos clássicos, mostram que Ozzy e seus asseclas estavam mais inspirados do que quando criaram Down to Earth. Apesar de ser um bom guitarrista, Gus G não compôs nenhuma das canções, todas assinadas por Ozzy ao lado do produtor Kevin Churko (algumas com a colaboração do tecladista Adam Wakeman). Sua performance não está no mesmo nível de Randy Rhoads, Jake E. Lee e dos melhores momentos de Zakk Wylde, mas isso não chega a ser um problema, apenas lhe falta a personalidade única que esses três têm. Voltando às canções, a trinca inicial – “Let It Die”, “Let Me Hear You Scream” e “Soul Sucker” – reserva os momentos mais empolgantes do disco, caso do crescendo que leva ao solo de Gus na primeira, do andamento marcial da segunda e da quebra de ritmo na metade final da terceira, lembrando o Black Sabbath. O estilo modernoso da produção – algo que já vinha desde Ozzmosis – atrapalha um  pouco os ouvintes sedentos de mais dinâmicas e faz com que músicas como “Diggin’ Me Down” e “I Want It More” percam parte da graça. De resto, nada vale muito a pena, especialmente as baladas.


8. Black Rain [2007]

Depois do relativo fiasco de Down to Earth e de um questionável disco de covers, até que Black Rain ajudou a dar uma recuperada no fôlego musical de Ozzy. Dessa vez, Zakk Wylde se envolveu na composição das canções, mas quem realmente domina os créditos é o produtor Kevin Churko e seu estilo mais limpo e modernoso. Isto é, não espere o Zakk de No Rest for the Wicked e No More Tears nem guitarras comandando músicas carregadas de riffs. Apesar de não ser mais que regular, ao menos Black Rain não chega a causar incômodo, alternando canções relativamente boas com outras minimamente aceitáveis, além de uma ou outra exceção, caso da balada “Lay Your World on Me”. Entre as salvadoras da pátria estão “I Don’t Wanna Stop”, “The Almighty Dollar” e “Civilize the Universe” (minha favorita), que mostram um Ozzy em território mais pop que a grande maioria de seu melhor material, mas ao menos sem cair na vala comum da autoparódia.


7. Ozzmosis [1995]

Ozzmosis tem um problema semelhante ao de Down to Earth, que é o envolvimento reduzido de Zakk Wylde, que andava mais focado no Pride & Glory e inclusive teria sua vaga ocupada por ninguém menos que Steve Vai, mas acabou voltando ao posto. Zakk assina várias músicas com Ozzy, mas sua performance não é especialmente marcante. Mesmo considerando a grandeza de uma banda formada por Zakk e ninguém menos que Geezer Butler, Rick Wakeman e o baterista Deen Castronovo, o que salva Ozzmosis são as melodias. As melhores faixas são aquelas em que as linhas vocais de Ozzy mais cativam o ouvinte e, especialmente, constroem bons refrãos. É o caso de “Perry Mason”, facilmente uma de suas melhores músicas pós-No More Tears, da subestimadíssima “See You on the Other Side” e da balada “I Just Want You”, da qual não gostava de início, mas que hoje em dia aprendi a apreciar como um trabalho muito superior a outras baladas suas bem mais populares. De resto, há algumas faixas bem monótonas (“Denial”, “My Little Man”) e outras mais pesadas e arrastadas, indicando um caminho no qual Ozzy ainda investiria sem muito sucesso (“Thunder Underground”, “My Jekyll Doesn’t Hide”). É uma pena que “Back on Earth”, melhor canção gravada nas sessões de Ozzmosis, tenha ficado de fora e saído apenas na coletânea The Ozzman Cometh (1997).


6. The Ultimate Sin [1986]

Este é um ótimo exemplar de como a produção pode ser vital para o resultado de um disco quase na mesma proporção que as composições. O guitarrista Jake E. Lee, que havia estreado muito bem em Bark at the Moon, mostra-se ainda mais à vontade e exibe toda sua técnica de forma muito criativa, sendo o principal responsável pelas composições, que, em grande parte, são boas. A produção de Ron Nevison, contudo, soa “purpurinada” demais, jogando The Ultimate Sin excessivamente para o lado do glam metal, e olha que eu gosto do estilo! Não fosse isso, é bem possível que o álbum galgasse um degrau nesta lista. Relevando-se os problemas, há várias faixas dignas de nota. A que dá título ao álbum é cativante e apresenta um dos melhores riffs de Jake. A hard “Secret Loser” e a balada “Killer of Giants” também merecem destaque, especialmente a peformance de Jake nessa última. “Shot in the Dark”, primeiro hit da carreira solo de Ozzy, é uma belíssima canção, marcante em todos os detalhes, sejam as melodias, o refrão, o riff principal, o solo de Jake… É uma pena que Ozzy considere The Ultimate Sin seu pior disco e o negligencie tanto, pois se trata de uma obra com muitos predicados.


5. No Rest for the Wicked [1988]

Ao lado de outros produtores e de um novo guitarrista, Ozzy lançou um disco com uma sonoridade mais coerente do que The Ultimate Sin. Não acho que Zakk Wylde seja um guitarrista tão talentoso quanto Jake E. Lee, mas seu trabalho em No Rest for the Wicked foi a base para que uma nova fase da carreira de Ozzy tivesse início. Munido de um timbre e de um estilo bem particular, Zakk encaixou-se perfeitamente nessa estrutura, que ainda trazia o veterano Bob Daisley no baixo e Randy Castillo na bateria, ambos em performance muito inspirada. Querem tirar a dúvida? Ouçam minha favorita, “Breakin’ All the Rules”, e percebam baixo e bateria trabalhando coladinhos, fornecendo a base para que a guitarra seja a guia dos vocais de Ozzy. Achou pouco? A introdução da veloz “Tattooed Dancer” está aí para quem quiser ouvir. Quem gosta de riffs marcantes não tem do que reclamar, pois “Miracle Man” traz um dos melhores já criados por Zakk. Até nas baladas No Rest for the Wicked se sai bem, pois tanto “Fire in the Sky” quanto “Hero” são boas. “Devil’s Daughter” não é grande coisa, mas a única faixa realmente desnecessária é “Demon Alcohol”. Destaque ainda para “Bloodbath in Paradise”, uma das mais injustiçadamente esquecidas de toda a carreira de Ozzy.


4. Bark at the Moon [1983]

Ocupar a vaga de Randy Rhoads seria um trabalho dificílimo, mas Jake E. Lee não apenas se mostrou capaz como veio com o melhor cartão de visitas possível, a faixa-título de “Bark at the Moon”. Além de quase ser a melhor canção lançada por Ozzy em carreira solo, exibe um uso absurdo da técnica de Jake em prol da música, riffando alucinadamente, de um jeito que outros guitarristas não conseguem reproduzir com a mesma fluidez, além de carimbar dois dos meus solos favoritos. Mesmo faixas nem tão boas assim, como “Rock ‘n’ Roll Rebel” e “Centre of Eternity”, merecem atenção por sua performance. A única que não dá para salvar de jeito algum é a breguíssima balada “So Tired”. “Slow Down” é pouco lembrada pelos fãs, mas me agrada bastante, especialmente graças à performance de Bob Daisley. A produção e os teclados são extremamente datados, mas isso não me impede de apreciar “You’re No Different” e (especialmente) “Waiting for Darkness”, dotada de um clima mais soturno e de belas costuras entre guitarra e teclado.


3. No More Tears [1991]

No More Tears teve o grande mérito de dar um novo gás à carreira de Ozzy e apresentá-lo a uma nova geração de fãs graças ao seu sucesso. Isso não ocorreu à toa, pois trata-se de sua mais satisfatória coleção de faixas desde Diary of a Madman. Para começo de conversa, suas melhores baladas estão no álbum, “Mama, I’m Coming Home” e “Road to Nowhere”, ambas com Zakk Wylde em performance inspirada. “I Don’t Want to Change the World” é uma boa faixa e chegou a ganhar um prêmio Grammy em sua versão ao vivo, mas “Desire” é ainda melhor, sem falar na longa e ambiciosa faixa-título e sua famosa linha de baixo. Sinceramente, nenhuma música chega a desagradar; todas possuem características dignas de nota, seja o refrão de “S.I.N.”, o estilo percussivo e a performance de Bob Daisley em “Zombie Stomp” ou as várias nuances de “Mr. Tinkertrain”. Infelizmente, No More Tears foi o último grande disco de Ozzy, que desde então tem lançado álbuns no máximo regulares.


2. Blizzard of Ozz [1980]

Pergunte para os fãs e é quase certo que Blizzard of Ozz será apontado como o favorito da maioria. É o álbum com a maior quantidade de clássicos incontestáveis, além de ser, de longe, aquele com mais faixas executadas ao vivo. Ao lado de um Randy Rhoads que chegou para deixar meio mundo de boca aberta e de uma cozinha fortíssima, formada por Bob Daisley e Lee Kerslake, Ozzy chegou chutando a porta com “I Don’t Know” e embasbacou a todos com “Crazy Train”, até hoje sua música assinatura, mostrando o talento absurdo de Randy, que apresenta um de seus solos mais marcantes, além de um riff inesquecível. A balada “Goodbye to Romance” não é tudo aquilo que alguns dizem ser (o solo é bem legal) e “No Bone Movies” é fraquinha, mas, de resto, não há do que reclamar. Além de sua marcante introdução, criada pelo tecladista Don Airey, “Mr. Crowley” carrega no bolso não apenas um, mas dois dos mais estupendos solos de Randy, consolidando de vez sua posição como uma realidade, não mais uma promessa. Destaco ainda “Steal Away (The Night)”, uma das maiores pauladas incontestavelmente  heavy metal da carreira de Ozzy. Mais uma vez, cito a importância da produção, neste caso deficiente. Ela é fator importantíssimo para que eu cite Blizzard of Ozz abaixo de Diary of a Madman.


1. Diary of a Madman [1981]

Blizzard of Ozz talvez seja mesmo o preferido da maior parte dos fãs. Para mim, contudo, Diary of a Madman é sua obra suprema, mais refinada, melhor produzida e dotada de faixas que, mesmo sem o mesmo culto e com bem menos destaque nas apresentações, são tão boas quanto ou ainda melhores. Não há melhor exemplo disso que “Over the Mountain”, única capaz de bater “Bark at the Moon” como minha favorita em sua carreira. Da inesquecível introdução de Lee Kerslake ao solo final de Randy Rhoads, não há detalhe seu que não seja de tirar o fôlego. As melodias vocais são perfeitas. A performance do guitarrista, então, é algo a ser estudado, pois como se não bastasse um de seus melhores riffs, o solo no meio da canção é um dos meus favoritos em todos os tempos, para realmente nos fazer lamentar sua morte prematura. A faixa-título é outro testamento da genialidade de Randy e de sua capacidade em introduzir uma nova abordagem para o rock pesado, que futuramente seria conhecida como neoclássica. Em resumo, não há sequer uma canção mediana, todas são boas, para dizer o mínimo. Mesmo a balada “Tonight” dá um caldo. “You Can’t Kill Rock and Roll” engana como mais uma balada mas revela-se um pequeno épico. “Flying High Again” e “Little Dolls” são simples e cativantes. “Believer” é dona de uma aura mística que praticamente não seria mais repetida. “S.A.T.O.” é exibição de luxo de Bob e Lee, especialmente nas quebras do refrão, além de (mais um) espetáculo de Randy. É de entristecer pensar que essa formação se desfez logo após sua gravação, acabando com a chance de que outro disco magnífico como este visse a luz do dia.

20 comentários

  1. Fernando Bueno

    Entendo o Diogo, nas eu inverteria os fois primeiros. Quem sabe, em um dia mais favorável, inverteria tb o terceiro com quarto tb. No mais muito correta a ordem escolhida.

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  2. Igor Maxwel

    Não posso discordar de quem aponta Diary of a Madman como o melhor disco de Osbourne (em especial o “Boss” Diogo Bizzoto), mas continuo achando o debut da carreira solo do Madman (Blizzard of Ozz) o melhor dos dois primeiros com o melhor guitarrista que a banda de Osbourne já teve: Sir Randy Rhoads. “Mr. Crowley” é, para mim, a canção máxima da carreira de Osbourne (totalmente superior á chatíssima “Crazy Train” por ter sido até hoje muito tocada nos shows dele). As outras músicas do Blizzard são muito legais também, só ficou faltando falar de “Revelations (Mother Earth)” e a polêmica “Suicide Solution” (que na verdade não fazia referências ao suicídio – tanto que o fato levou Osbourne aos tribunais, mas felizmente ele saiu absolvido), antecipada pela vinheta acústica de Rhoads “Dee”. Blizzard of Ozz é realmente uma obra-prima absoluta, sem desmerecer o resultado final, com Diary of a Madman ocupando a primeira colocação deste “Do Melhor ao Pior” dedicado ao “mais novo aposentado da música”.

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  3. Mairon

    Dos melhor ao pior (é difícil inverter)

    1. The Ultimate Sin
    2. Blizzard of Ozz
    3. Diary of the Madman
    4. No Rest For The Wicked
    5. No More Tears
    6. Bark at the Moon
    7. Ozzmosis
    8. Black Rain
    9. Scream
    10. Down to Earth

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    • Igor Maxwel

      The Ultimate Sin é na minha opinião, o PIOR álbum do Madman. Me desculpe, Mairon!

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    • Diogo Bizotto

      “The Ultimate Sin” em primeiro é incomum, mas a sua lista até que está bem ok considerando os padrões MACHADIANOS de polêmica.

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      • Mairon

        O Trabalho do Jake E Lee nesse disco é fenomenal.

      • André Kaminski

        The Ultimate Sin também se tornou o meu preferido de uns tempos para cá. E Jake E. Lee é o guitarrista que mais gosto com Ozzy.

  4. Guilherme Queiroz

    Do melhor ao pior

    1-Diary of Madman
    2-Bark at the Moon
    3-Blizzard of Ozzy
    4-No more Tears
    5-Ultimate Sin
    6-No rest for the Wicked
    7-Scream
    8-Black Rain
    9-Down to earth
    10-Ozzmosis

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  5. Marcel

    Bons textos e bias justificativas. Eu trocaria o Black Rain com o Scream e os 2 primeiros. No caso eu acho que o Blizzard tem mais músicas excelentes que o Diary, apesar do Diary ser melhor produzido e tal. O Ozzy foi uma boa escolha pra essa seção!

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    • Diogo Bizotto

      Valeu, Marcel. Acho que “Black Rain” e “Scream” são bem parelhos mesmo, mas atualmente ainda tendo para o anterior, posição que mantenho desde o princípio. Quanto a “Blizzard…” sobre “Diary…” é uma opção plenamente normal e justificada, da qual já compartilhei por um tempo, mas que hoje em dia não mantenho.

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  6. Tiago Bittencourt França

    No Rest for the Wicked é o meu preferido, seguido por Blizzard e Diary.

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  7. Diogo Maia de Carvalho

    Recentemente eu tenho estado ocupado como nunca antes na minha vida, então só tive tempo para reouvir os discos nesses dias. Aqui vai a minha lista do melhor ao pior:

    Bark At The Moon
    Blizzard Of Ozz
    Diary Of A Madman
    No More Tears
    Ultimate Sin
    Scream
    Ozzmosis
    Black Rain
    No Rest For The Wicked
    Down To Earth

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    • Diogo Bizotto

      “No Rest for the Wicked” em penúltimo é uma grande surpresa. Alguma consideração a respeito disso?

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      • Diogo Maia de Carvalho

        Pois bem, pra mim um disco que eu considero pelo menos regular deve ter no mínimo uma música que me agrade. O caso do “No Rest”, portanto, é aquele que eu chamo de álbum ruim, pois apesar de não ter nenhuma atrocidade sonora, não há uma música sequer que me faça tocar air guitar ou bater cabeça e isso num disco de Heavy Metal é fatal. Até o “Down” possui uma balada interessante, que é a “Dreamer”. Ele só fica por último por causa das outras músicas, que são bem fraquinhas.

      • Diogo Bizotto

        Já eu não curto “Dreamer”…. Gostos pessoais. Quanto a “No Rest…”, me admira muito alguém não encontrar ao menos uma grande música. Ok, não há nele uma “Bark at the Moon” ou uma “Shot in the Dark”, mas “Breakin’ All the Rules” me agrada muito, além de outras serem bem legais.

  8. Felipe Lemos

    Pra mim do Ozzy do Pior ao melhor são:

    10 – Black Rain
    09 – Scream
    08 – Down to Earth
    07 – No Rest for The Wicked
    06 – The Ultimate Sin
    05 – No More Tears
    04 – Ozzmosis
    03 – Blizzard of Ozz
    02 – Diary of a Madman
    01 – Bark at The Moon

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    • Diogo Bizotto

      Pela primeira vez vejo alguém colocar “Ozzmosis” em posição relativamente privilegiada. Alguma consideração a respeito?

      Responder
      • Felipe Lemos

        Sim. Considero Ozzmosis um disco muito bem produzido. Perry Mason, Old LA Tonight, See You on the Other Side, I Just Want you, Ghost Behind My Eyes; pra mim são composições maravilhosas. Admito também que tenho uma memória afetiva com este disco sendo um dos primeiros que ouvi do Ozzy, então acaba sendo especial até hoje pra mim. Parabéns mais uma vez pelo trabalho Diogo. Abraço!

      • Diogo Bizotto

        Ozzmosis representou, para mim, a entrada definitiva de Ozzy nos anos 1990. A estética e a sonoridade de “No More Tears” ainda me parece bastante oitentista. Dessas que você citou, só não curto muito “Old LA Tonight”, mas não se trata de uma música ruim, em definitivo. Valeu pela contribuição!

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