Do Pior ao Melhor: Iron Maiden

30 de Abril, 2017 | por Diogo Bizotto
Do Pior ao Melhor
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Iron Maiden atualmente: Adrian Smith, Janick Gers, Bruce Dickinson, Steve Harris, Dave Murray e Nicko McBrain

Inspirados pelo trabalho desenvolvido por veículos como Ultimate Classic Rock e Noisey, estreamos hoje uma nova seção. Eventualmente, aos domingos, no lugar das habituais “Discografias Comentadas”, a seção “Do Pior ao Melhor” abordará o trabalho de grandes artistas sob um viés mais crítico, menos descritivo e historiográfico, ordenando seus álbuns do pior ao melhor e apresentando argumentos que justifiquem cada posicionamento. Nosso foco será o trabalho de músicos com uma discografia minimamente extensa e com uma grande quantidade de admiradores, suscitando debates acerca das reflexões aqui apresentadas.

Por Diogo Bizotto

Poucas bandas seriam tão adequadas quanto o Iron Maiden para dar início a esta seção. Discografia extensa? Nada menos que 16 álbuns de estúdio. Muitos admiradores? Milhões. Não são poucos os debates que podem ser fomentados discutindo-se o trabalho desse grupo, um dos maiores do mundo em se tratando de rock pesado. Mais importante ainda; quem escreve é um grande admirador, mas jamais um fanático, que se nega a enxergar a decadência que o grupo viveu após seu período mais clássico e faz vista grossa para seus defeitos e deslizes. Isso é fator essencial para que essa seção não se transforme em pura rasgação de seda, determinando as melhores obras baseado apenas no acúmulo de elogios. Que fique claro; as opiniões aqui expressas representam apenas o que pensa o autor, não a totalidade da equipe da Consultoria do Rock. Manifestações contrárias serão aceitas e inclusive são estimuladas, mas grosserias não serão toleradas. Aguardo suas listas nos comentários.


16. Virtual XI [1998]

A primeira escolha não poderia ser outra. Virtual XI é, com sobras, o disco mais fraco do Iron Maiden. Desde a produção (pior que a do primeiro álbum) às performances (o que são esses teclados horríveis?), passando pelas composições, Virtual XI é uma decepção. Mesmo as boas ideias melódicas, existentes especialmente em “The Clansman” (a melhorzinha) e “Don’t Look to the Eyes of a Stranger”, acabam afogadas em um oceano de repetições. “Futureal” é uma abertura decente, mas é seguida por uma forte candidata a pior música do Iron Maiden. “The Angel and the Gambler” representa como nenhuma outra quão repetitivas são as faixas de Virtual XI e tem como colega no fundo do poço a chatinha “The Educated Fool”. “Lightning Strikes Twice”, “When Two Worlds Collide” e “Como Estais Amigos” formam o meio de campo e pouco fazem além de completar o tracklist. Pior para Blaze Bayley, que viu sua passagem pela banda se encerrar meses depois do lançamento.


15. Dance of Death [2003]

Após o retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith com um disco digno da história do grupo, a banda deu uma escorregada feia em Dance of Death. A capa já assusta pela feiura, mas esse é um detalhe menor comparado com a produção e a mixagem atoscalhada, evidente desde os primeiros segundos de “Wildest Dreams”. Ao contrário de Virtual XI, Dance of Death tem ao menos uma música realmente boa, a épica “Paschendale”. Também destaca-se positivamente a pesada “Montségur”, mas outras faixas são dignas de ostracismo, especialmente “Gates of Tomorrow”, “New Frontier” (desculpe-me, Nicko) e “Face in the Sand”. Nessa época, já estava ficando mais evidente a dificuldade que a banda tinha para fazer grandes refrãos, que vinha de alguns anos, apelando para repetições. “No More Lies” é um exemplo de boa música que perde muito com seu refrão repetitivo. Já “Age of Innocence” faz o caminho inverso: uma música no máximo regular que ganha pontos graças ao refrão.


14. No Prayer for the Dying [1990]

Se a intenção era soar mais cru após uma série de discos bem produzidos, incluindo o sofisticado Seventh Son of a Seventh Son, o Iron Maiden atingiu seu objetivo. No meio desse processo, porém, tanto a produção quanto as composições saíram perdendo, e muito. Algumas canções até são boas (“Holy Smoke” e a faixa-título são minhas preferidas), mas não fazem cócegas naquilo que a banda vinha produzindo de bom. Nenhuma é digna de figurar entre as melhores do grupo. “Tailgunner”, “Bring Your Daughter… to the Slaughter” e “Mother Russia” dão uma leve empolgada, mas o restante do tracklist é frágil, especialmente “Public Enema Number One”, “Fates Warning” e “Run Silent Run Deep”. Em um hipotético embate entre No Prayer for the Dying e Tattooed Millionaire (também lançado em 1990), aposto todas as minhas fichas no disco de Bruce.


13. Fear of the Dark [1992]

Fear of the Dark começa bem e termina bem. “Be Quick or Be Dead” é uma das melhores músicas do grupo pós-Seventh Son, agressiva como quase nada feito após a saída de Paul Di’Anno. Casou bem com o estilo vocal mais rasgado que Bruce estava adotando. “From Here to Eternity” e “Afraid to Shoot Strangers” também merecem nota (mas não tanto). Apesar da superexposição e da insistência da banda em incluí-la em turnês cujo contexto não a aceitava, “Fear of the Dark” é um clássico e, devo admitir, funciona muito bem ao vivo. O miolo do disco, porém, é recheado de fillers. “The Fugitive”, “Chains of Misery” e “The Apparition” são as menos inspiradas, mas várias outras também não fazem jus ao trabalho feito na década anterior. Particularmente, tenho uma queda por “Wasting Love”, a única verdadeira power ballad lançada pelo Iron Maiden em seus álbuns. A produção é melhor em comparação a No Prayer for the Dying, mas ainda assim abaixo do nível com que a banda havia acostumado os fãs.


12. The Book of Souls [2015]

Quando The Book of Souls foi lançado, choveram resenhas positivas. Eu escutava e me esforçava para tentar ouvir todo esse mérito, mas não conseguia e continuo não conseguindo ver todos aqueles elogios traduzidos em música. Há boas faixas, com ênfase para as duas composições solo de Bruce, “If Eternity Should Fail” e “Empire of the Clouds”, além de “The Great Unknown”. Esta última, porém, já evidencia algo grave, um Iron Maiden que repete até seu passado recente (a canção soa como algo extraído de A Matter of Life and Death). Nem vou falar do início de “Shadows of the Valley”, chupado de “Wasted Years” (opa, já falei). Que o disco poderia ser simples, isso é evidente. Bastava limar “When the River Runs Deep”, “Death or Glory” e editar um ou dois minutos de “The Red and the Black” e da faixa-título, ambas longas demais para duas músicas que não ficam na memória mesmo após seguidas audições. The Book of Souls não é ruim, longe disso, mas não merece todos os elogios que recebeu.


11. The Final Frontier [2010]

Esta foi uma escolha muito difícil, praticamente um empate com Brave New World. The Final Frontier apresenta-se em duas metades distintas; a primeira, puxada para um hard/heavy refinado, destacando “Satellite 15… The Final Frontier” e “Mother of Mercy”, com um evidente ponto mais baixo em “The Alchemist”. A segunda metade é mais elaborada e ambiciosa. Ao mesmo tempo em que soa formulaica, considerando os discos que o antecederam, pelo menos não é repetitiva e as canções são bem resolvidas, marcando após a audição. “Starblind” dá uma leve deslizada em relação ao restante, mas “The Man Who Would Be King” compensa com um belo refrão e é uma das melhores músicas da banda nos últimos 20 anos. “When the Wild Wind Blows” é outro destaque positivo, longa mas sem muita firula. Ao contrário de The Book of Souls, The Final Frontier cresceu muito com seguidas audições e acerta em aspectos nos quais seu sucessor errou.


10. Brave New World [2000]

Foi por mero detalhe que Brave New World ficou à frente de The Final Frontier. O nome mais adequado para esse detalhe é “The Nomad”, uma das maiores provas de que, apesar de ser menos produtivo, Dave Murray acerta a mão quando quer. “Ghost of the Navigator” é outro ponto alto e envelheceu muito bem, caso oposto ao de “The Wicker Man”, “The Mercenary” e “Out of the Silent Planet”, que não soam tão boas quanto na época em que as escutei pela primeira vez. Entre as faixas longas, “The Thin Line Between Love and Hate” é um belo encerramento, enquanto “Dream of Mirrors” fica um tanto abaixo e “Blood Brothers” é uma boa canção. A faixa que dá título ao disco também cresceu com o passar dos anos. Brave New World foi um retorno digno após uma fase muito questionada e um álbum evidentemente fraco, mas, contrariando o que muitos acham, não o julgo como o melhor desde a volta de Bruce e Adrian.


9. A Matter of Life and Death [2006]

Já vi gente por aí dizendo que A Matter of Life and Death é o pior disco que a banda lançou após Virtual XI. Bobagem. Nenhum dos outros citados acima tem composições tão bem amarradas e uma produção mais decente. Após a decepção com Dance of Death, ouvir “The Reincarnation of Benjamin Breeg” como primeiro single foi um alívio (olha Dave Murray aí de novo). Tomei um susto quando escutei o álbum na íntegra pela primeira vez, pois a abertura, com “Different World”, não me agradou, mas felizmente ela é a mais fraca mesmo. A segunda metade do álbum é superior e mais bem resolvida, especialmente “The Reincarnation…”, “For the Greater Good of God” e “Lord of Light”. A decisão da banda em executar o disco na íntegra ao vivo fez sentido, uma vez que, além de “Different World”, apenas “The Pilgrim” está um pouco abaixo do restante. Apesar de não ser conceitual, as letras casam bem com as músicas e contribuem para a sensação de coesão que permeia A Matter of Life and Death, além de honrar suas aspirações prog.


8. The X Factor [1995]

Se minha escolha anterior pode parecer questionável, esta nem se fala. Pois eu afirmo com todas as letras: The X Factor é o melhor disco do Iron Maiden pós-Seventh Son. Nenhum álbum da banda foi tão corajoso e representou uma ruptura tão forte. Música, letras, produção, quase nada em The X Factor remete diretamente a algum lançamento anterior. A entrada de Blaze Bayley acabou sendo apenas mais um elemento e, devo admitir, em estúdio a parceria funcionou. Ao mesmo tempo em que o tom das letras é mais denso e as músicas mais carregadas, há um senso de frescor que permeia as performances. Nenhuma canção é ruim, mesmo “Look for the Truth” e “2 AM” (as que menos gosto) agradam. “Sign of the Cross”, “Blood on the World’s Hands” e “The Edge of Darkness” são minhas favoritas, mas outras também merecem destaque, como “Fortunes of War”, “The Aftermath” e “The Unbeliever” (uma peça prog com grande performance de Steve Harris).


Daqui em diante, resta apenas o período clássico do grupo, para muitos inquestionável. Por isso, acho importante focar nas críticas e tentar fomentar algumas discussões. Isso não significa, porém, que a ordem aqui apresentada perca alguma importância.


7. Piece of Mind [1983]

Piece of Mind já esteve melhor qualificado em meu conceito. Para mim, não há dúvidas de que “The Trooper” é gigante, uma das cinco melhores canções do grupo. “Where Eagles Dare” e “Revelations” também são sensacionais. “Flight of Icarus” e “Die With Your Boots On” não envelheceram tão bem, mas são músicas dignas de destaque. Não dá para negar, porém, três óbvios fillers: “Still Life”, “Quest for Fire” e “Sun and Steel”. Essas duas últimas, inclusive, estão entre as canções mais fracas que o Iron Maiden já lançou, donas de refrãos datados e até enjoativos. Isso acaba botando Piece of Mind abaixo de seus companheiros oitentistas. Muitos têm “To Tame a Land” como outro destaque, não apenas no disco, mas na carreira do grupo. Discordo. Apesar da ótima performance de Steve Harris e das guitarras bem costuradas, a melodia vocal e a letra a jogam para baixo. “He is the Kwizatz Haderach, he is born of Caladan and will take the Gorn Jabar”? A preocupação em apresentar as influências literárias do letrista jamais pode ser maior que a de criar uma música coesa. As palavras precisam caber nas melodias, não o contrário.


6. Seventh Son of a Seventh Son [1988]

Desta vez, a escolha foi complicadíssima. Apelei para o carinho que sinto pela estreia do grupo e coloquei Seventh Son of a Seventh Son um degrau abaixo de Iron Maiden. Preferido de uma grande parcela dos fãs, o sétimo disco da banda é ambicioso. Traz uma produção bem menos datada que a de seu antecessor, tem aspirações conceituais, uma aura mística, refrãos de qualidade e usa teclados com esperteza, ao contrário do que seria feito em Virtual XI. Por outro lado, acaba soando mais leve e “limpo” que seus antecessores, mas isso não é um problema para mim. “The Evil that Men Do” é formidável, “The Clairvoyant” fica pouco atrás e “Moonchild” e “Can I Play With Madness” também são muito boas. Discordo, porém, de quem alça a faixa-título à condição de grande clássico. Nesse caso, as aspirações de grandeza ganharam ares melodramáticos demais. Como honra ao lado prog do Iron Maiden, “Infinite Dreams” está muito à frente. De qualquer maneira, a faixa-título ainda é melhor que a desinteressante “The Prophecy” e “Only the Good Die Young”.


5. Iron Maiden [1980]

É criminoso quando um disco tão bom é prejudicado por uma produção que não destaca suas melhores características e, pior, soa pouco profissional. Alguns podem valorizar a crueza de Iron Maiden, mas basta observar o salto de qualidade em Killers para constatar que a entrada de Martin Birch na família Maiden foi essencial. Tirando isso, pouco se pode falar mal desta estreia. Acho exagerado que a banda toque a faixa-título em (quase?) todos os seus shows (a música não é tão boa assim) e penso que “Running Free” é uma das canções mais superestimadas do grupo; ao mesmo tempo, há tesouros fantásticos escondidos em seu tracklist, como a balada “Strange World” e “Remember Tomorrow”, que começa como tal mas logo se encaminha para a porradaria. Steve Harris pode negar até a morte, mas, além de “Running Free”, “Sanctuary” soa muito mais punk ’77 do que prog ’72. Por falar nisso, o primeiro épico do grupo, “Phantom of the Opera”, é um dos grandes destaques, perdendo apenas para a avassaladora “Prowler”, desde sempre uma de minhas favoritas em toda sua carreira.


4. Somewhere in Time [1986]

Muitos dizem que Somewhere in Time é subestimado. Pois aqui em casa ele sempre teve lugar de destaque. “Wasted Years” é uma das cinco melhores músicas de banda. Desde a magnífica introdução, passando pelo refrão e culminando em um solo estupendo de Adrian Smith, não há o que se criticar. “Stranger in a Strange Land”, infelizmente deixada de lado pelo grupo, reafirma quão afiado Adrian estava na hora de compor e solar. “Caught Somewhere in Time” é outra paulada (essa sim subestimada). Hoje em dia, a produção soa datada, mas traz um certo charme que combina com a temática, os instrumentos sintetizados e a aflorada faceta melódica. “Sea of Madness”, “The Loneliness of the Long Distance Runner” e “Déjà Vu” não são muito marcantes, mas são bem superiores a muito material filler que existe em discos anteriores e posteriores. Meu grande questionamento é quanto a “Alexander the Great” ser tomada como um dos maiores clássicos do grupo. Acredito que o fato da banda nunca tê-la executado ao vivo tenha muito a ver com isso, pois, apesar de ser uma boa faixa, padece do mesmo mal de “To Tame a Land”: é muita história sendo contada em melodias que não a comportam.


3. Powerslave [1984]

Quem chegou até aqui ou mesmo aqueles que já leram publicações minhas talvez tenham notado que eu sou um grande fã de boas produções. Pois, em se tratando de heavy metal, Powerslave tem uma das melhores. Ouça seus contemporâneos e comprove quão à frente o Iron Maiden e Martin Birch estavam. O disco já tem 33 anos e soa fresco até hoje. Limpo, analógico, pesado, quente. Felizmente, as composições estão à altura; “Aces High”, “2 Minutes to Midnight” e a faixa-título estão entre as melhores do grupo. “Losfer Words” e “The Duellists” não são tão lembradas, mas mantêm o peso em evidência e os músicos bem ocupados. “Flash of the Blade” é uma grata surpresa, outra deixada fora dos shows. “Back in the Village” é o único filler, mas não chega a comprometer. Em sua eterna missão de experimentar com a grandiosidade, Steve Harris pariu “Rime of the Ancient Mariner” e, dessa vez, eu tenho que admitir que deu muito certo. Ainda afirmo, porém, que a grande especialidade do Iron Maiden são canções mais compactas e diretas, coisa de quatro ou cinco minutos, admitindo, é claro, algumas exceções.


2. The Number of the Beast [1982]

The Number of the Beast poderia muito bem ocupar o primeiro posto, pois merecimento não lhe falta. Duas das cinco melhores músicas do Iron Maiden encontram-se nele: “Hallowed Be Thy Name” e a faixa-título, ambas ainda tão espetaculares quanto na primeira vez que as ouvi. “Children of the Damned”, “The Prisoner” e “22 Acacia Avenue” (fora de série) mostram quão diferenciada a banda era em relação às outras revelações da NWOBHM. “Invaders” não é tão conceituada, mas funciona bem como abertura urgente para um disco que mudaria a vida de muitas pessoas. Apesar de não ser essa coca-cola toda, “Run to the Hills” não virou clássica à toa. Qual o problema, então? Vou soletrar para vocês: G-A-N-G-L-A-N-D. Não apenas está muito abaixo do restante como também é forte concorrente ao título de pior canção já gravada pela banda. A melodia vocal não casa com os riffs. E não adianta dizer que “Total Eclipse” melhoraria muito a impressão geral, pois ela também está abaixo do nível de qualidade do restante.


1. Killers [1981]

Quem gosta da agressividade da estreia, como eu, mas prefere uma produção que evidencie a evolução de uma banda que estava louca para mostrar serviço, tem em Killers o mais fino do Iron Maiden. Steve Harris toca demais e a mixagem evidencia seu instrumento, mas sem se sobrepor às guitarras furiosas de Dave Murray e Adrian Smith, que mostram desde os primeiros segundos de “Wrathchild” que estavam prontos para despejar uma overdose de notas faiscantes. Bruce Dickinson se tornou sinônimo de Iron Maiden, mas a voz e a atitude rueira de Paul Di’Anno combinam muito mais com as canções agressivas de Killers. Agressividade, velocidade e peso, aliás, é o que não falta, vide “Murders in the Rue Morgue”, “Genghis Khan” (Clive Burr espancando geral) e “Purgatory”, essa, ouso dizer, com um pezinho no hardcore. O lado mais roqueiro aflora em “Innocent Exile” e “Drifter”, enquanto “Prodigal Son” revela-se uma grande balada. “Another Life” é aquela da qual menos gosto, mas ainda assim é uma boa música. A faixa-título é uma das grandes performances de Di’Anno, que a assinou em conjunto com Steve e impediu que o melhor álbum do Iron Maiden fosse todo creditado ao baixista. “Twilight Zone”, de Dave e Steve, saiu originalmente apenas nos EUA e também é outra boa faixa.



168 Comentarios

  1. Fernando Bueno disse:

    Eu ainda estou digerindo a ordem que vc escolheu. Faria alguns inversões e traria o SSOASS mais para o fim. Killers ficaria ali entre o quinto lugar. Não tentei fazer minha ordem ainda….

    • Fabricio disse:

      Discordo completamente em TUDO que você escreveu. VocÊ não conhece PO**A nenhuma de IRON MAIDEN ! POSER !

    • Diogo Bizotto disse:

      Fico no aguardo, Fernando. Sei que “Killers” passa longe de ser unanimidade, mas eu realmente o tenho no topo desde sempre.

  2. Raphael disse:

    Olha, acho legal a proposta, porém daria uma alterada no rankeamento. Contando só a fase dourada, deixaria nessa ordem(claro que como falado, além da parte qualitativa dos discos em si, também a relação pessoal com cada um deles) :
    1. Piece of Mind
    2. Seventh Son of a Seventh Son
    3. The Number of the Beast
    4. Killers
    5. Powerslave
    6. Iron Maiden
    7. Somewhere in Time

    • Flavio Remote disse:

      A Lista do Raphael está bem mais próxima à minha (abaixo). Até o 11 são albuns que gosto e realmente com Blaze não dá….
      1. Piece of Mind
      2. Powerslave
      3. The Number of the Beast
      4. Somewhere in Time
      5. Seventh Son Of A Seventh Son
      6. Iron Maiden
      7. Killers
      8. Brave New World
      9. No Prayer for the Dying
      10. A Matter of Life and Death
      11. Book of Souls
      12. Fear of The Dark
      13. The Final Frontier
      14. Dance of Death
      15. X Factor
      16. Virtual XI

      • Diogo Bizotto disse:

        Com as listas do Flavio e do Raphael, já são duas com “Piece of Mind” no topo. Eu gosto muito do disco e ele me acompanha há quase 18 anos, mas realmente acho que “Quest for Fire” e “Sun and Steel”, especialmente, puxam o nível pra baixo.

      • Diogo Bizotto disse:

        Aliás, da lista do Flavio achei surpreendente ver “No Prayer…” em nono, acima de álbuns que julgo muito superiores. Há algo em especial que você curta nesse disco, Flavio? Pra mim, nenhuma das melhores músicas da banda se encontra em seu tracklist.

    • Diogo Bizotto disse:

      Não dá pra negar que a relação pessoal pesa muito na avaliação, mas tentei ser o mais frio possível para determinar essas posições, realmente apelando para o lado sentimental somente para resolver possíveis empates, como aquele entre “Iron Maiden” e “Seventh Son…”. Mas é claro que, no fim das contas, isso é algo que permeia nossa relação com a música de qualquer jeito, não há como ter um distanciamento total de nosso objeto de análise. Não é ciência exata.

      • Raphael disse:

        Sim, avaliar música de forma 100% racional é impossível mesmo….. Quanto a minha escolha pelo Piece of Mind, fora o fato de ser o álbum que tem mais “liga” com os meus ouvidos, é nele que acho que a banda conseguiu ter um equilíbrio, um ponto híbrido, entre a postura enérgica, de quem está procurando destacar no meio musical, dos três primeiros álbuns com o maior arrojamento(ou pomposidade) que sempre buscaram desenvolver durante a carreira.

  3. Thiago Reis disse:

    Minha ordem do Iron Maiden é toda “maluca”…X Factor está em meu TOP 5, só para começar srrsrs

    • Diogo Bizotto disse:

      Compartilha sua lista conosco, Thiago. Abraço!

      • Thiago Reis disse:

        Fala Diogo! Espero não levar pedradas kkk…
        1) The Number of the Beast
        2) Seventh Son of a Seventh Son
        3) Piece of Mind
        4) Powerslave
        5) The X Factor
        6) Killers
        7) A Matter of Life and Death
        8) Somewhere in Time
        9) Book of Souls
        10) Iron Maiden
        11) No Prayer for the Dying
        12) Brave New World
        13) Fear of the Dark
        14) Dance of Death
        15) Virtual XI
        16) Final Frontier

        Abraço!

        • Diogo Bizotto disse:

          Sua lista é coerente, Thiago. “Virtual XI” em penúltimo mostra que você realmente curte “The X Factor” pelo que ele é, não porque você é especialmente fã do Blaze Bayley ou algo parecido.

          • Thiago Reis disse:

            X Factor tem algo de especial. Composições sombrias, épicas e o disco foi muito bem gravado. Gosto de todas as faixas. Apesar de fazer força para poder gostar do “Virtual”, eu nunca consigo escutar ele por inteiro. Sobre o Blaze, a carreira solo dele é muito boa, principalmente os discos “Silicon Messiah”, “Tenth Dimension” e “The Man Who Would Not Die”. Ao vivo em carreira solo ele está soando muito melhor MESMO, em comparação aos anos de 1995-1998…

          • Diogo Bizotto disse:

            Bom, em carreira solo ele não é obrigado a cantar aquelas músicas originalmente gravadas pelo Bruce, que dificultavam muito a vida dele ao vivo.

  4. Igor Maxwel disse:

    Muito bacana esta discografia comentada do Iron Maiden, feita pelo mestre Diogo.
    Só que eu gostaria de ressaltar a minha visão sobre toda esta discografia:

    – A fase Paul Di’Anno (1980-1981): Os dois primeiros bolachões da banda (o debut e Killers) são apenas bons trabalhos, mas pra mim não soam “heavy metal”, mas “punk metal”. Muito disso se deve ao estilo e ao visual do “tosqueira” do Paul Di’Anno, que caiu fora do Maiden por conta de seus problemas com as drogas e as bebidas, o que em nada se encaixava no perfil da banda de Steve Harris, a mais “overrated” do mundo. Em Killers, o destaque vai para as entradas de Adrian Smith (substituindo Dennis Stratton) e do produtor Martin Birch, que deu uma melhorada no som punk da banda, compensando o que Will Mallone fez no primeiro debut da donzela.

    – A era de ouro depois da entrada de Bruce Dickinson (1982-1985): Compreende os álbuns The Number of the Beast, Piece of Mind e Powerslave. Após a saída do “punk bêbado e drogado” e com a entrada do Mr. Air Raid Siren (apelido do multifacetado Dickinson), um cara que é 1001 utilidades (assim como o BomBril), nasceu assim o Iron Maiden que todos nós conhecemos hoje: músicas rápidas e complexas, aspirações longas, letras históricas por parte de Harris e vocais fortes de Dickinson dando vida á estas histórias, as guitarras dobradas/afiadas de Adrian Smith e Dave Murray unidas aos ritmos galopantes por parte do finado batera Clive Burr, outro a também cair fora da banda, isso no fim da turnê de TNOTB. O terceiro disco do Maiden é o mais famoso da banda, que pra mim não é nem a pau o melhor, mas é um excelente álbum sem dúvidas. O disco que trouxe sucesso, fama, polêmicas e uma invejável quantia de fãs ao grupo inglês completou 35 anos de lançamento no mês passado, e que foi eleito pelas pesquisas atuais como “o melhor disco britânico dos últimos 60 anos” desbancando medalhões como Beatles e Pink Floyd (o que foi pra mim um enorme exagero), e que deu as caras na primeira colocação da lista dos Melhores de Todos os Tempos da Consultoria do Rock dedicado ao ano de 1982. Pra quem quer conhecer o Iron Maiden, recomendo para que comecem com TNOTB que vocês não se arrependerão!

    Piece of Mind = O álbum preferido da minha mãe (e olha que ela não é muito fã do Maiden!), marcado pela entrada de Nicko McBrain (o baterista que mais tempo está na banda) substituindo magistralmente o saudoso Clive Burr, e que juntamente com Adrian, Dave, Bruce e Steve, formou uma das melhores formações de uma banda de heavy metal. O álbum mantém o estilo pesado de TNOTB com um pouco mais de técnica, e as letras começam a definir melhor o perfil de músicas mais trabalhadas e com mais conceito, baseadas em filmes e livros – em escala mais significativa do que os três álbuns anteriores. Não vou destacar nenhuma canção aqui por que o álbum inteiro merece ser ouvido da primeira a última música, a não ser dizer que “The Trooper” é a mais emblemática canção do Iron Maiden em todos os tempos. É só ouvir o riff principal pra logo entender que se trata da banda mais overrated do mundo, que é a Donzela de Ferro. Como curiosidade, dei a minha mãe uma chance para ela gostar do Maiden através de Piece of Mind por conta de suas letras, já que a musicalidade deste disco é soberbíssima, com destaque para as guitarras gêmeas de Adrian e Dave. Então, minha mãe ouviu, sacou bem as letras do grupo e passou a venerar o grupo, mas não tanto quanto boa parte dos fãs. Afirmo que pelo menos, ouvir Piece of Mind é bem mais relevante do que dar ouvidos á lixos musicais como por exemplo Anitta, Wesley Safadão, Justin Bieber e Marília Mendonça. Voltando ao Iron Maiden, depois de Piece of Mind o grupo atingiu o auge de sua carreira com…

    Powerslave = Este sim, o disco definitivo do Iron Maiden, o melhor e mais inspirado da banda pra mim, e que me desculpem os que preferem perder tempo com TNOTB. Powerslave foi o disco que deu ao grupo a maior turnê de sua história, a “World Slavery Tour” com direito á uma primeira de tantas vezes ao Brasil em 1985, na primeira edição do Rock in Rio, com a melhor capa feita pelo gênio Derek Riggs (mostrando o mascote Eddie como um Faraó egípcio entre as pirâmides), a impecável produção de Martin Birch e um repertório simplesmente PERFEITO! Da famosa abertura “Aces High” (com um trecho do célebre discurso do ministro de 1940 Winston Churchill nos primeiros 30 segundos da canção) até o encerramento com a magistral “Rime of the Ancient Mariner” (melhor canção do grupo pra mim), temos a Donzela de Ferro em seu melhor momento, que nunca mais se repetiria nos anos seguintes. Este é daqueles álbuns em que as palavras não são poucas para descrevê-lo, tudo nele se encaixa perfeitamente. Se eu tiver que escolher um disco do Maiden para eu levar a uma ilha deserta com mais uns nove do meu gosto pessoal, claro que eu escolheria este POWERSLAVE! Vale ressaltar que os melhores momentos da World Slavery Tour foram registrados no disco duplo ao vivo “Live After Death” (1985), um dos melhores discos ao vivo do heavy metal.

    – As experimentações com sintetizadores e teclados (1986-1988): Após um merecido descanso, o Iron passou a renovar sua sonoridade a partir de 1986, começando com Somewhere in Time, um dos mais subestimados álbuns da donzela. Muitos fãs não gostaram do disco na época, mas com o tempo depois, eles passaram hoje a venerar o mesmo. Os teclados e sintetizadores aqui apareciam moderadamente, ao contrário do disco seguinte. A razão de SIT ser tão injustiçado talvez reside no fato da banda nunca ter tocado ao vivo desde 1986 a faixa “Alexander the Great” (o Iron tem que fazer isso antes que seu fim seja decretado!). Já o conceitual Seventh Son of a Seventh Son talvez seja o disco onde o Maiden mais abusou da influência progressiva, os teclados aqui apareciam de forma mais exagerada (ao contrário do anterior), o conceito do disco é bastante complicado para analisar e as letras são ainda mais confusas de que seu conceito, tal como o caso do duplo The Lamb Lies Down on Broadway (Genesis, 1974).

    – No Prayer for the Dying e Fear of the Dark, sai Adrian Smith e entra Janick Gers (1990-1992): Destes dois discos, o único que dá para ouvir do começo ao fim é o Fear of the Dark, o último com o produtor Martin Birch, que trabalho com a banda desde Killers. Já o No Prayer for the Dying, só se salva o hit single “Bring Your Daughter… to the Slaughter”. Não achei a menor graça no resto. A entrada de Janick Gers no lugar de Adrian Smith deu um novo gás ao som da donzela, algo mais voltado pro hard rock, com uma sonoridade mais simples do que a sonoridade da era dourada da banda, quase parecida com a era Paul Di’Anno.

    – Sai Bruce Dickinson e começa a fase Blaze Bailey (1994-1999): Bruce saiu do Maiden após Fear of the Dark, e o que se sucedeu depois… Sem comentários. Se a maioria dos fãs não gostou de X-Factor e Virtual XI, vou discordar destas pessoas? Até eu não gostei também…

    – Fase sexteto, retorno de Bruce e Adrian (2000 pra frente): Brave New World marcou a virada do milênio para o Iron Maiden e a volta da banda ao topo, graças a volta de Adrian e Bruce após anos de turbulência (a carreira solo de Dickinson rendeu bastante nos últimos anos de 1990, enquanto o grupo de Harris naufragava com Blaze nos microfones do Maiden). A superação do Maiden e o início desta nova fase musical deles foram perfeitamente comprovados naquele show que a banda fez na terceira edição do Rock in Rio em 2001, aqui no Brasil (novamente). A donzela finalmente voltou ao lugar de onde não deveria ter saído um dia. Se não fosse o regresso de Bruce e Adrian… Depois se seguiram turnês e álbuns ao vivo ainda mais grandiosos do que antes, e os álbuns de estúdio Dance of Death (2003 – não gostei de “Journeyman” e até acho a capa legal), A Matter of Life and Death (2006) e The Final Frontier (2010). Pra mim, o Iron Maiden chegou ao fim da linha com este último disco citado, também a última coisa relevante que a donzela gravou aos meus ouvidos. Tem gente que malha tanto AMOLAD quanto o TFF, principalmente o TFF, que não é tão ruim quanto os discos da fase com Blaze Bailey e os da fase com Paul “Tosqueira” Di’Anno, mas é um bom disco sim senhor. Já o AMOLAD aposta numa temática de guerra ainda mais concentrada do que antes, e compreendo porque muitos não gostam deste álbum também. Não vou nem comentar sobre The Book of Souls, o último disco da banda lançado até agora. Pois é aquela coisa que eu penso do Iron hoje: além deste novo álbum ser longo, pretensioso e cansativo,a donzela se tornou uma xerocópia tosca de si mesmo!

    Enfim, espero ter dado minha máxima contribuição aqui na Consultoria explicando quase toda a história da mais overrated (superestimada) banda do mundo. Um abraço a todos os fãs do Maiden e até a próxima. Ah, tem mais uma coisa: UP THE IRONS!!!

    • Fernando Bueno disse:

      overrated?!??

    • Diogo Bizotto disse:

      A maioria dos grupos que se tornam muito grandes acabam sendo overrated por muita gente, mas dizer que o Iron Maiden é a banda mais overrated do mundo é um dos maiores exageros que eu já li. Se ainda fosse o AC/DC…

    • Igor Maxwel disse:

      Corrigindo “trabalhou” com a banda desde Killers.

    • Matos disse:

      Sabe de porra nenhuma

      • Igor Maxwel disse:

        Quem disse que não sei de nada do Maiden? Ora, eu apenas disse que achei um exagero o TNOTB ser eleito o melhor disco britânico em seis décadas, agora sabe qual o exagero maior do que isso? É a escolha que o Fernando Bueno fez de um disco para simbolizar a banda naquela lista das melhores bandas aqui da Consultoria: ele escolheu o tão controverso SSOASS! Achei que desta vez ele ia citar como sempre o TNOTB (por ser o mais famoso do Maiden), mas ele decidiu trocar pelo SSOASS, o disco onde o Maiden exagerou em tudo, é aquele tipo de álbum em que, ao mesmo tempo, gosto por um lado e não gosto por outro!

  5. Marcos disse:

    Para mim o primeiro é o pesado e clássico Powerslaver. É muito difícil avaliar uma banda que tem uma carreira de glórias. Sobre o The book of souls, é um excelente álbum e me remete os bons tempos do Maiden. Iria classifica-lo em melhor posição.

  6. Davi Pascale disse:

    A minha acho que seria isso aqui…

    01) The Number Of The Beast
    02) Seventh Son of a Seventh Son
    03) Piece Of Mind
    04) Killers
    05) Somewhere In Time
    06) Powerslave
    07) Iron Maiden
    08) Brave New World
    09) Fear Of The Dark
    10) The Book Of Souls
    11) No Prayer For The Dying
    12) Dance Of Death
    13) The Final Frontier
    14) A Matter Of Life and Death
    15) The X Factor
    16) Virtual XI

  7. Diego Camargo disse:

    Vai me desculpar, mas não dá pra concordar com basicamente nada da tua lista Diogo 😛

    • Diogo Bizotto disse:

      Discorra mais a respeito, Diego…

      • Diego Camargo disse:

        É mais gosto pessoal mesmo Diogo.

        Dance Of Death lá no final, Brave New World no meio, AMOLAD na frente do BNW. X Factor na frente desses todos e Killer como o primeirão? Não, não rola 😛

        • Diogo Bizotto disse:

          Logo que saiu, eu achei “Dance of Death” até ok. Pouco tempo depois, porém, eu já não via mais muitas qualidades nele. Não acho que essas músicas que eu citei (“Gates of Tomorrow”, “New Frontier” e “Face in the Sand”) sejam RUINS como coisas tipo “The Angel and the Gambler”, mas são muito, muito esquecíveis.

        • Nathan disse:

          Putz, aqui não rolou também! Exatamente pelos mesmos pontos que você levantou! Hahaha…
          Só o X Factor que acho um disco excelente e manteria lá em cima…

  8. Jethro Martins disse:

    1. Seventh Son Of A Seventh Son
    2. Somewhere In Time
    3. Powerslave
    4. Fear of The Dark
    5. The Number of The Beast
    6. Piece of Mind
    7. Killers
    8. Brave New World
    9. Iron Maiden
    10. No Prayer For The Dying
    11. A Matter Of Life And Death
    12. The Book Of Souls
    13. The Final Frontier
    14. Dance Of Death
    15. Virtual XI
    16. The X Factor

    • Diogo Bizotto disse:

      Rapaz, você odeia o Blaze mesmo, hein?

      • Jethro Martins disse:

        Não há como negar que os álbuns com ele são mais fracos. Mesmo assim, gosto muito, cara.

    • Marcos disse:

      Cara, a sua lista é a que mais se aproxima da minha.
      Algumas mudanças (vou listar até o 7 apenas que são os meus favoritos):
      1. Seventh Son Of A Seventh Son
      2. Somewhere In Time
      3. Powerslave
      4. Piece of Mind
      5. The Number of The Beast
      6. KIllers
      7. Iron Maiden

  9. Alisson Caetano disse:

    Faz muito tempo que não ouço Iron Maiden. Dei uma cansada dos caras e do metal 80’s como um todo. Mas elencando aqui ficaria mais ou menos assim…

    1. Powerslave
    2. Seventh Son of a Seventh Son
    3. Somewhere in Time
    4. The Number of the Beast
    5. The Final Frontier
    6. Brave New World
    7. Killers
    8. A Matter of Life and Death
    9. Piece of Mind
    10. The X Factor
    11. Iron Maiden
    12. Dance of Death
    13. Fear of the Dark
    14. The Book of Souls
    15. Virtual XI
    16. No Prayer for the Dying

    • Diogo Bizotto disse:

      “The Final Frontier” em quinto é uma surpresa considerando as listas até agora apresentadas por aqui.

      • Alisson Caetano disse:

        Sou simpático ao disco, tem umas progressões bacanas, tipo em When the Wild Wind Blows e na faixa de abertura. Mas do 3º colocado em diante são disco que eu ouço de boa, mas não sinto prazer extremo em ouvir eles.

  10. Luiz H. disse:

    Não gosto de listas, mas vou entrar na brincadeira
    1)Seventh Son of a Seventh Son
    2)The Number of the Beast
    3)Powerslave
    4)Somewhere in Time
    5)Piece of Mind
    6)Killers
    7)Iron Maiden
    8)The X Factor
    9)Brave New World
    10) A Matter of Life and Death
    11)Virtual XI
    12) Book of Souls
    13)No Prayer for the Dying
    14)Fear of the Dark
    15)Dance of Death
    16)Final Frontier

    Abraço.

    • Diogo Bizotto disse:

      “Seventh Son…” aparecendo com grande destaque por aqui. Não é surpresa, admito que as pessoas ao meu redor parecem ter uma estima maior que a minha por esse álbum.

  11. Ulisses Macedo disse:

    1. Seventh Son of a Seventh Son
    2. Brave New World
    3. Powerslave
    4. The Number of the Beast
    5. The X Factor
    6. Virtual XI
    7. Somewhere in Time
    8. Iron Maiden
    9. Killers
    10. Piece of Mind
    11. No Prayer for the Dying
    12. The Final Frontier
    13. A Matter of Life and Death
    14. Fear of the Dark
    15. Dance of Death
    16. The Book of Souls

    “[..] a abertura, com “Different World”, não me agradou, mas felizmente ela é a mais fraca mesmo.”

    Eu já acho o contrário: Different World é de longe a melhor do álbum, e se as outras faixas fossem no mesmo estilo o AMOLAD seria um dos melhores discos da donzela (top 5 certamente).

    • Diogo Bizotto disse:

      Não é ruim, Ulisses, mas eu não curti muito, achei meio no padrão das últimas faixas de abertura que o Iron Maiden vinha lançando e não morri de amores pelo refrão.

      Agora, “Virtual XI” em sexto!?!? Explica isso aí melhor, Ulisses.

      • Ulisses Macedo disse:

        Pra começo de conversa, eu gosto bastante de “Futureal”, “Lightning Strikes Twice”, “The Clansman” e “When Two Worlds Collide”. “The Educated Fool” e “Como estais amigos” são decentes, mas nada especial. O problema é “The Angel and the Gambler” (podiam pelo menos ter usado a versão single, de 6 minutos) e “Don’t Look to the Eyes of a Stranger” (mas a faixa a partir de 5:20 é bem legal).

        • Diogo Bizotto disse:

          Eu até gosto de “Don’t Look to the Eyes of a Stranger” (citei isso), mas era fácil fácil cortar uns dois minutos dela. Com “The Angel and the Gambler” o buraco é mais embaixo, porque não é só a repetição infinita; o uso dos teclados nessa música ficou muito mal feito. Além de se sobrepor demais, o timbre é terrível.

  12. Vicente Toledo disse:

    1 – Somewhere in time
    2 – Powerslave
    3 – 7th son…
    4 – Piece of mind
    5 – No prayer
    6 – Killers
    7 – Fear of the dark
    8 – The X Factor
    9 – The Number of the Beast
    10 – Iron Maiden
    11 – Brave new world
    12 – Virtual XI
    13 – The final frontier
    14 – A Matter of…
    15 – Book of souls
    16 – Dance of death

    Generalizando: Golden years são os melhores e fase Blaze é melhor que a repetição de fórmula ‘Intro dedilhada, música grande, termina igual a introdução’ da fase final com 3 guitarristas.

    • Diogo Bizotto disse:

      Também acho que a banda ficou muito formulaica após a volta de Bruce e Adrian, mas admito que às vezes isso dá certo (em AMOLAD isso deu mais certo pra mim, por isso o destaque dado). “The X-Factor” já adiantou um pouco esse esquema em algumas faixas, mas acho que isso foi feito de forma um pouco mais interessante. Os cantos gregorianos em “Sign of the Cross” e as intros de baixo em “Fortunes of War” e “Blood on the World’s Hands” me agradam.

      • Ulisses Macedo disse:

        “Sign of the Cross” é minha composição favorita do Maiden.

      • Vicente Toledo disse:

        Concordo, a repetição de fórmulas e até melodias antigas a partir do Brave New World me incomoda e muito, a ponto de não ter motivação para ouvi-los mais. Book of Souls, por exemplo, ouvi 2 vezes… Destaco muito poucas músicas dessa fase, como Nomad e The pilgrim. The X-Factor é muito injustiçado, por puro preconceito do pessoal em relação ao Blaze. Não que ele seja adequado à banda, mas muitas músicas do disco são muito boas, como as que você citou e The Unbeliever. Outro disco melhor ainda e totalmente subestimado na minha opinião é o No prayer… Tailgunner, No Prayer for the Dying e Mother Russia por mim estariam nos shows sempre, ao invés de Iron Maiden e Fear of the Dark, por exemplo. AS únicas dispensáveis do disco são Holy Smoke e Bring your daughter…

        • Diogo Bizotto disse:

          Blaze, definitivamente, não é adequado à banda. Mas para aquilo que o Iron Maiden virou em 1995, dentro do estúdio, enquanto compunha, arranjava e gravava, deu bem mais certo do que muitos poderiam imaginar. Quanto a “No Prayer…”, eu não me importaria nem um pouco se a faixa-título fosse tocada no lugar de alguma dessas que você citou, “Running Free” ou algo mais recente.

  13. Marcel disse:

    No geral sua lista bate bem com a minha, com pequenas exceções. Eu colocaria o TNOTB em primeiro, mas aceito o Killers. Também acho o X Factor o melhro disco do Maiden pós 7th Son, também acho o Virtual XI a coisa mais ridicula que eles já fizeram. Alguns pontos de discórdia: não entendo porque alguma pessoas gostam tanto do AMOLAD, acho que preciso re-ouvir com atenção. Colocaria o Piece of Mind mais pra cima e o Somewhere in Time mais pra baixo.

    Aliás, sobre o Somewhere…. quando eu comprei e ouvi pela 1a vez eu achei um disco sensacional, talvez o melhor até ali, mas com o tempo essa impressão foi se esvaindo. O disco tem músicas fantásticas, mas a produção realmente é muito datada e foi nesse disco que começou a praga dos refrães repetidos ao infinito…

    • Diogo Bizotto disse:

      Alguns pontos de discórdia: não entendo porque alguma pessoas gostam tanto do AMOLAD, acho que preciso re-ouvir com atenção.

      A minha justificativa eu já dei no texto, mas, reforçando, eu acho que há uma coesão maior permeando as faixas, um encaixe com a temática, além de uma produção um pouco melhor, que pra mim sempre ajuda.

      O disco tem músicas fantásticas, mas a produção realmente é muito datada e foi nesse disco que começou a praga dos refrães repetidos ao infinito…

      Concordo contigo, esse é um dos maiores problemas que o Iron Maiden apresenta e se intensificou com o passar dos anos. A diferença é que, em “Somewhere in Time”, as músicas são tão boas que mesmo refrãos meio repetitivos se sustentam e não chegam a atrapalhar. “Caught Somewhere in Time” e “Heaven Can Wait” são bons exemplos, especialmente a primeira, que é uma grande música. Quando tudo ao redor funciona bem, isso acaba se tornando um detalhe. O problema é quando você precisa sustentar uma música com um bom refrão, já que o resto não é tão bom assim.

  14. Alexandre Tanaka disse:

    Excelentes comentários.
    Assim como já comentado anteriormente por vcs, gostaria de ressaltar o duplo ao vivo Live after Death, uma obra de respeito quanto aos shows, a temática do Powerslave, o peso extraordinário em músicas como Revelations e Hallowed be thy name.
    Peso notado na Wratchild no Rock in Rio com o sexteto tb.
    Temos vários fatores como tecnologia, experiência, a pegado do “ao vivo”…mas sem dúvida são trabalhos incríveis.
    Permitam me inserir…
    No.1 – Live after Death
    Quanto aos álbuns, minha lista:
    1. Powerslave
    2. Seventh son of a seventh son
    3. Somewhere in time
    4. The number of the beast
    5. Piece of mind
    6. Fear of the dark
    7. Killers
    8. No prayer for the dying
    9. Brave new world
    10. Iron Maiden
    11. The final…
    12. A matter…
    13. The book…
    14. Dance of…
    15. X factor
    16. Virtual XI
    Um grande abraço à todos

    • Diogo Bizotto disse:

      Obrigado, Alexandre. “Live After Death” é um excelente disco ao vivo, muito superior a quase tudo que ouvi em se tratando de heavy metal.

    • Igor Maxwel disse:

      Fala Alexandre! Fico muito feliz quando alguém cita Powerslave (1984) na primeira colocação do seu top dos discos do Iron Maiden, do melhor ao pior. Pra mim também este é o melhor disco dos caras, mas respeito quem prefere perder boa parte do tempo com The Number of the Beast (1982).

      E quanto aos álbuns ao vivo do Maiden, eu gosto mais do Flight 666, aquele que mostra eles (como sexteto) tocando vários de seus sucessos em lugares diferentes ao redor do mundo. Destaque para a metade do Powerslave, em especial a longa “Rime of the Ancient Mariner” a minha canção favorita da Donzela, cuja versão deste documentário é infinitamente superior a do Live After Death (1985).

      Não é a toa que seu nome é homenageado em uma das canções preferidas dos fãs da banda: “Alexander the Great” o encerramento de Somewhere in Time (1986) que há 30 anos nunca foi tocada ao vivo desde quando este disco foi lançado, o que realmente é uma pena. O Iron tem que fazer isso já antes de encerrar a carreira!

      Valeu Alexandre, o Grande!

  15. maironmachado disse:

    Minha lista

    1) Somewhere in Time
    2) Powerslave
    3) Seventh Son of a Seventh Son
    4) Killers
    5) Iron Maiden
    6) The X Factor
    7) Virtual XI
    8) The Number of the Beast
    9) Piece of Mind
    10) Fear of the Dark
    11) Brave New World
    12) No Prayer for the Dying
    13) Final Frontier
    14) Dance of Death
    15) A Matter of Life and Death
    16) Book of Souls

  16. André Kaminski disse:

    A minha dá uma mudada também:

    1. The Number of the Beast
    2. Powerslave
    3. Piece of Mind
    4. Brave New World
    5. Dance of Death
    6. Iron Maiden
    7. The X Factor
    8. Somewhere in Time
    9. Fear of the Dark
    10. Seventh Son of a Seventh Son
    11. Killers
    12. The Final Frontier
    13. The Book of Souls
    14. No Prayer for the Dying
    15. A Matter of Life and Death
    16. Virtual XI

    As vezes algumas posições se alteram, mas no geral é isso aí.

    • Diogo Bizotto disse:

      “Dance of Death” em quinto? Conta pra nós qual é teu lance com o disco, André.

      • André Kaminski disse:

        Nem eu sei explicar, acho que minha opinião se resume a “ué, o que tem de errado nele?”

        Acho “Wildest Dreams’ bem empolgante, também curto muito grande parte do disco como “Paschendale”, “New Frontier”, “Dance of Death” e “The Journeyman”. É um álbum típico do Iron Maiden, talvez o mais próximo dos anos 80 dentre os mais novos e por isso acabo tendo ele em alta conta. A produção definitivamente não me incomoda.

  17. Luciano disse:

    Olá pessoal, gostei da brincadeira e gostaria de colaborar, apesar que somente vou ranquear os álbuns que realmente conheço, pois parei com Iron depois do Fear of the Dark. Antes que alguém me desqualifique, tenho 43 anos e escutei muito Iron na vida, sendo o Powerslave o meu primeiro disco.
    01- Piece of Mind (Se permitem uma analogia, seria o Sgt. Peppers do Iron)
    02- Powerslave
    03- Iron Maiden
    04- Killers (adora a veia punk dos dois com Di’Anno)
    05- The Number of the Beast
    06- Somewhere in Time
    07- Seventh Son of a Seventh Son
    08- Fear of the Dark
    09- No Prayer for the Dying

    • Diogo Bizotto disse:

      Luciano, não sei quais são seus motivos para ter largado a banda após “Fear of the Dark”, mas recomendo fortemente que ouça os álbuns posteriores pois, como você pode ver na minha lista e na de muita gente, alguns desses discos estão razoavelmente bem ranqueados.

      • Luciano disse:

        Oi Diogo, acho que na época eu não quis dar crédito para o Blaze por conta da saída do Bruce e não lembro qual exatamente escutei do seu retorno, que me pareceu um Iron “requentado”. Será mesmo que devo dar uma chance ao Blaze? E também para 2º etapa do Bruce? abraço.

    • Igor Maxwel disse:

      Nada a ver comparar o Piece of Mind com o Sgt. Peppers, meu caro Luciano.
      Já eu comparo o Seventh Son com o The Lamb Lies Down on Broadway em termos de conceitos (não em termos musicais).

  18. José Carlos disse:

    Belo texto, apesar de discordar bastante na colocação dos álbuns… Hahahahhaha
    A Minha lista seria:
    1 – Piece Of Mind
    2 – Powerslave
    3 – The Number Of The Beast
    4 – Killers
    5 – Seventh Son Of A Seventh Son
    6 – Iron Maiden
    7 – Somewhere In Time
    8 – Brave New World
    9 – The Book Of Souls
    10 – No Prayer For The Dying
    11 – Dance Of Death
    12 – The X Factor
    13 – A Matter Of Life And Death
    14 – Fear Of The Dark
    15 – The Final Frontier
    16 – Virtual XI
    12 –

  19. Igor Maxwel disse:

    Como todo mundo tá comentando aqui, também vou mandar minha lista dos discos do Iron Maiden, do melhor ao pior:

    1. Powerslave
    2. The Number of the Beast
    3. Piece of Mind
    4. Somewhere in Time
    5. Seventh Son of a Seventh Son
    6. Fear of the Dark
    7. Brave New World
    8. A Matter of Life and Death
    9. No Prayer for the Dying
    10. The Final Frontier
    11. Dance of Death
    12. The Book of Souls
    13. Killers
    14. Iron Maiden
    15. X-Factor
    16. Virtual XI.

  20. Daniel Benedetti disse:

    Minha humilde lista:

    1. The Number of the Beast
    2. Powerslave
    3. Seventh Son of a Seventh Son
    4. Piece of Mind
    5. Somewhere in Time
    6. Iron Maiden
    7. Brave New World
    8. No Prayer for the Dying
    9. Killers
    10. A Matter of Life and Death
    11. Fear of the Dark
    12. The X-Factor
    13. Dance of Death
    14. The Book of Souls
    15. The Final Frontier
    16. Virtual XI

    • Diogo Bizotto disse:

      “The Final Frontier” mais uma vez aparecendo lá embaixo nas listas do pessoal. Tá certo que a amostra é pequena, mas não sabia dessa rejeição ao álbum.

      • Daniel Benedetti disse:

        Acho The Final Frontier um álbum burocrático. Há um bom riff aqui, outra bela melodia acolá, mas tudo meio esparsado e perdido. Ao meu ver, a coisa toda piora na metade final do disco, quando as canções passam dos 8 minutos, com longas passagens instrumentais, e, por fim, acabam soando muito parecidas entre si. Uma boa produção, bem menos indulgente e que cortasse os excessos, faria uma enorme diferença no resultado final.

        • Diogo Bizotto disse:

          Essa sua descrição cabe, na minha opinião, muito bem nas duas longas faixas do lado A de “The Book of Souls”. Mas sim, produção vem sendo um dos grandes (talvez o maior) problemas enfrentados pelo Iron Maiden de uns 20 anos pra cá. Infelizmente, a banda (leia-se Steve Harris) está em uma fase da sua carreira na qual acho muito difícil a submissão, mesmo que parcial, às ideias de um produtor mais decisivo no resultado final, capaz de bater o pé e realmente tentar dar um direcionamento diferente às músicas.

          • Daniel Benedetti disse:

            Concordo plenamente, também acho quase impossível que, neste atual patamar, eles se submetam a uma produção mais contundente, até mesmo pelo fato do próprio Steve Harris vir assinando a produção dos álbuns desde Fear of the Dark (se não me engano).

          • Matheus disse:

            Quando lançado vi muito mais elogios ao “The Book of Souls”, mas ouvindo hoje não acho ele tão melhor que o “The Final Frontier”.

            Quanto as músicas longas, a faixa-título e “Empire of the Clouds” são bem legais, mas “The Red and the Black” é fraquíssima. Praticamente um amontoado de clichês dessa fase recente da banda, inclusive com aqueles “ô ô ô” que já deram no saco.

  21. FLAVIO disse:

    1-SOMEWHERE IN TIME, adoro a temática, e todo resto, se for falar de capas então…
    2-PIECE OF MIND.
    3-POWERSLAVE
    4-IRON MAIDEN
    5-SSOSS
    6-THE NUMBER OF THE BEAST
    7-NO PRAYER FOR THE DYING
    8-KILLERS

    O resto para mim nem precisa existir, Fear of the Dark, XFactor, eu tenho mas já não gosto, cansei de ouvir e tentar gostar mas não funcionou, e dali pra frente só ouvi mas nem me dei o trabalho de comprar, vivo de ouvir IRON que está nesta lista que fiz, o resto tentei, mas não vale a pena nem baixar para teR em MP3, não gosto de verdade, Book of Souls incluído, não rola, mas ainda estou tentando com Book of Souls, quem sabe um dia.
    Acho que eu gostava do Derek Riggs e não do Iron…será?

    • Diogo Bizotto disse:

      Se for pelo Derek Riggs, o “Killers” tem que subir, pois a capa é sensacional.

      • FLAVIO disse:

        hehehe verdade, se fosse assim essa lista mudaria bastante, mas o primeiro lugar seria mantido, fato.

  22. André Kaminski disse:

    Sou só eu que estou aguardando ansiosamente a lista do Fernando?

  23. PAULO RICARDO disse:

    MINHA LISTA , SÓ OS 7 PRIMEIROS ÁLBUNS ! o resto da discografia n me interessa ! sou fã desde 82 quando comprei n loja pop som em POA . o TNOTB !
    1 . THE NUMBER OF THE BEAST
    2 . KILLERS
    3 . IRON MAIDEN
    4 . PIECE OF MIND
    5 . POWERSLAVE
    6 . SEVENTH SON …
    7 . SOMEWHERE IN TIME

  24. Eu tenho um bloqueio para falar os últimos. Sei que para algo ser melhor que outro o outro não precisa ser necessariamente ruim, mas não consigo falar em disco “ruim” do Iron Maiden. Isso considerando que é unânime que o Virtual XI é o lanterna nesse campeonato. Mas para mim os primeiros são o seguintes
    1 – TNOTB
    2 – SSOASS
    esses dois primeiros invertem de posição em tempos e tempos
    3 – SIT
    4 – PS
    5 – Killers
    6 – POM
    7 – Iron Maiden

    • Diogo Bizotto disse:

      A gente já sabe que o cara é viciadinho quando cita os discos por siglas. Mas ô, Fernando, larga de frescura e completa essa lista.

      • Tá bom…o patrão manda e a gente faz…
        01 – The Number Of The Beast
        02 – Seventh Son Of A Seventh Son
        03 – Somewhere In Time
        04 – Powerslave
        05 – Killers
        06 – Piece Of Mind
        07 – Iron Maiden
        08 – Brave New World
        09 – No Prayer For the Dying
        10 – Fear Of the Dark
        11 – A Matter of Life and Death
        12 – The Book of Souls
        13 – X Factor
        14 – The Final Frontier
        15 – Dance of Death
        16 – Virtual XI

        Essa é a lista definitiva e não pode ser questionada

        • OTHON PANTOJA disse:

          Difícil refletir sobre uma lista de melhores discos do Maiden, certamente as primeiras posições são fixas, mas a parte final (com exceção de Virtual XI) pode mudar de tempos em tempos.

          1. Somewhere in Time
          2. The Number of The Beast
          3. Killers
          4. Powerslave
          5. Seventh Son of a Seventh Son
          6. Piece Of Mind
          7. Iron Maiden
          8. Brave New World
          9. Fear of the Dark
          10. X-Factor
          11. No Prayer for the Dying
          12. The Final Frontier
          13. A Matter Life and Death
          14. The Book of Souls
          15. Dance of Death
          16. Virtual XI

          • Fernando Bueno disse:

            Eu fiquei relutante para fazer minha lista (que no fim NINGUÉM COMENTOU!!!). Mas eu não consigo por defeito nessa sua também…rs
            Complicado! Cada um teve acesso à bandas de uma forma e ordem diferente do outro, estão são normais essas diferenças.

        • Othon Pantoja disse:

          AMOLAD eu não gostei nem um pouco na época, achei chatíssimo, pois não consegui distinguir direito as músicas, pois achava muito parecidas, hoje eu gosto mais, tem uma produção boa, mas peca pela repetição dos padrões dedilhado, parte pesada, final repetindo a introdução, enfim, fórmulas que marcaram a banda dos anos 90 pra cá. O DOD teve o efeito oposto, talvez na época eu ainda fosse muito empolgado com a banda (eu comecei a ouvir maiden por volta de 1999), então eu curti bastante, comprei o CD, ouvia exaustivamente acompanhando a letra no encarte, no entanto, hoje vejo vários defeitos nela, como No More Lies que repete o refrão até cansar, porém, tem algumas coisas mais diretas legais.

    • Igor Maxwel disse:

      Agora sim Fernandão, gostei de ver! Citou primeiro o TNOTB para depois deixar em segundo o tão polêmico SSOASS. Continue assim, viu cara?

  25. Leonardo disse:

    Cara, me desculpe, mas não consigo levar a serio um cara que coloca killers em primeiro e nem x factor em 8.

  26. Igor Maxwel disse:

    Gosto quando alguém cita qualquer um dos 5 álbuns da era de Ouro do Maiden (1982-1988) em primeiro, afinal são os 5 melhores da banda pra mim.

  27. Matheus disse:

    “Piece of Mind” tem músicas sensacionais, mas “Quest For Fire” (pior música da fase clássica) e “Sun and Steel” (filler) dão uma puxada pra baixo mesmo – já “Still Life” e “To Tame a Land” eu gosto bastante.

    “Powerslave” muitos falam que é o melhor da banda, mas dessa época acho que é o que eu acabo gostando menos, curiosamente. Também tem alguns fillers não tão legais.

    Acho que a escolha do meu preferido fica entre “The Number…” e “Somewhere in Time”, esse muito subestimado, apesar da produção datada e de eu também concordar que “Alexander the Great” acabou ganhando um status que não condiz com a qualidade da música (se bobear é a “menos boa” do disco).

    • Diogo Bizotto disse:

      Eu acho que “Quest for Fire” é quaaaase a pior da fase clássica, mas acho que essa “honra” pertence mesmo a “Gangland”. É um deslocamento absurdo em meio a um disco tão bom. Aproveitando, essas são, na minha opinião, as dez músicas mais fracas entre os sete primeiros discos. Em ordem cronológica:

      Running Free
      Charlotte the Harlot
      Gangland
      Total Eclipse (acabou saindo no disco, então vale)
      Still Life
      Quest for Fire
      Sun and Steel
      Back in the Village
      The Prophecy
      Only the Good Die Young

      Sobre “Alexander the Great”, não acho que chega a ser a menos boa do disco. Na verdade, isso é bem difícil de determinar em “Somewhere in Time”, visto que não julgo nenhuma das faixas como um filler evidente. Há algo de bom em todas elas. Mas sim, seu status não condiz com a realidade. Aí boa parte dos fãs fica como crianças que não podem brincar com determinado brinquedo e acabam chorando e esperneando por causa disso. No fim das contas, esse brinquedo nem é tudo isso, mas o que é proibido atiça mais nossa vontade.

      • Matheus disse:

        “Still Life” se bobear hoje é a que eu mais gosto do “Piece of Mind”.

        “Only the Good Die Young” eu acho legal também, mas “The Prophecy” concordo que é a que menos se destaca do “Seventh Son…” (embora não a considere exatamente ruim).

        E “Alexander the Great” é isso mesmo. Uma música bacana, mas não pra tanto choro por nunca ter sido tocada. “Deja Vu”, por exemplo, é até mais legal e também nunca tocaram, mas nunca vi ninguém reclamando.

        • Diogo Bizotto disse:

          “Only the Good Die Young” foi a última que incluí nessa lista. Não é filler, apenas a considero em um nível abaixo das restantes. Inclusive, foi difícil fechar dez nessa lista. Agora, se pegar os álbuns posteriores, ihhhh, rapaz, aí vai ser fácil fechar dez e até aumentar pra 20.

          • Igor Maxwel disse:

            Eu até gosto de “Only the Good Die Young” que eu chamo de homenagem ao saudoso Clive Burr. Pra muitos ele foi o melhor baterista que o Maiden teve, não discordo de quem pensa assim, mas acho o Nicko mais sofisticado. Sobre o caso do Somewhere in Time, concordo que o álbum é injustiçado pelo fato de não ter sido muito lembrado pelos fãs, com exceção de três faixas serem até hoje tocadas nos shows ao vivo do Maiden: “Wasted Years”, “Strange in a Strange Land” e “Heaven Can Wait” (minha favorita deste disco). Mais uma vez afirmo: a donzela não pode encerrar a carreira sem antes tocar ao vivo “Alexander the Great”!
            Em relação ao Piece of Mind (o disco da minha mãe), as três faixas ensanduichadas entre “The Trooper” e “To Tame a Land” são um pouco esquecidas mesmo, mas não custa nada pedir ao Maiden para relembra-las ao vivo, pelo menos umas duas ou três vezes.

          • Diogo Bizotto disse:

            Eu até gosto de “Only the Good Die Young” que eu chamo de homenagem ao saudoso Clive Burr.

            Homenagem com 25 anos de antecipação à morte? Que negócio e esse?

            com exceção de três faixas serem até hoje tocadas nos shows ao vivo do Maiden: “Wasted Years”, “Strange in a Strange Land” e “Heaven Can Wait”

            Tirando meia dúzia de vezes que foi tocada em 1999, “Stranger in a Strange Land” não é tocada desde a própria turnê de “Somewhere in Time”.

            Em relação ao Piece of Mind (o disco da minha mãe), as três faixas ensanduichadas entre “The Trooper” e “To Tame a Land” são um pouco esquecidas mesmo, mas não custa nada pedir ao Maiden para relembra-las ao vivo, pelo menos umas duas ou três vezes.

            Com tanta música boa esquecida nos sets (“Stranger in a Strange Land”, inclusive), tocar qualquer uma dessas soa como puro desperdício de tempo.

  28. Francisco Junior disse:

    Olá! Muito boa a ideia da nova seção. Irei acompanhar cada banda que for abordada.

    Conheci a banda ouvindo “Seventh Son Of A Seventh Son”. Esse disco para mim é perfeito do início ao fim (letras, melodias, solos, introduções, o vocal do Bruce, etc). Sempre foi o meu preferido. Até hoje não entendo a diferença gigantesca de qualidade entre ele e o disco seguinte (“No Prayer For the Dying”). Segue meu ranking atual:

    01 – Seventh Son Of A Seventh Son
    02 – Powerslave
    03 – The Number Of The Beast
    04 – Piece Of Mind
    05 – Somewhere In Time
    06 – Brave New World
    07 – Iron Maiden
    08 – Fear Of the Dark
    09 – X Factor
    10 – Killers
    11 – No Prayer For the Dying
    12 – The Book of Souls
    13 – Dance of Death
    14 – The Final Frontier
    15 – A Matter of Life and Death
    16 – Virtual XI

    • Diogo Bizotto disse:

      Obrigado pelo prestígio, Francisco. Daqui a algumas semanas sai outra edição, com uma banda ainda mais conhecida e cultuada, também britânica.

  29. Felipe Saulo disse:

    1.Powerslave
    2.Killers
    3.Somewhere in Time
    4.Piece of Mind
    5.Seventh Son of a Seventh Son
    6.The Number of the Beast
    7.Iron Maiden
    8.Fear of the Dark
    9.Brave New World
    10.Dance of Death
    11.No Prayer for the Dying
    12.A Matter of Life and Death
    13.The Book of Souls
    14.The Final Frontier
    15.The X Factor
    16.Virtual XI

  30. gugu disse:

    então fica a minha lista de álbuns da donzela:

    1 powerslace
    2 the number of the beast
    3 seventh son of a seventh son
    4 brave new world
    5 the book of soul
    6 iron maidem
    7 fear of the dark
    8 piece of minds
    9 killers
    10 somewhere in time
    11 the x fator
    12 a matter of life and death
    13 dance of death
    14 the final frontier
    15 virtual XI
    16 no prayer for the dying

    • Igor Maxwel disse:

      Não é “Powerslace”, é POWERSLAVE! Valeu por citar o melhor disco do Maiden na primeira colocação, fico muito grato!

  31. Myke disse:

    Discordo praticamente de tudo, principalmente nas partes sobre as músicas grandes e sobre o “datamento” de certas canções. No mais, minha lista fica assim (pegando os albuns da fase Dianno e os albuns antes da saída do Bruce):

    1 Seventh Son of a Seventh Son
    2 Powerslave
    3 Piece of Mind
    4 The Number of the Beast
    5 Somewhere in time
    6 Iron Maiden
    7 Killers
    8 Fear of the Dark
    9 No Prayer for the Dying

  32. Igor Maxwel disse:

    Relendo os comentários dos nossos consultores, afirmo que acho estranho e um pouco forçado o fato de alguém que faz um top dos melhores discos do Maiden botar em primeira colocação Seventh Son of a Seventh Son, o disco mais exagerado/megalomaníaco/controverso da banda. Já eu gosto deste disco, mas não sou muito fã.

    • Myke disse:

      Discordo. Não acho forçado que alguns, incluindo eu, considerem o “Seventh Son of a Seventh Son” como melhor album do Iron. Acho que todas as músicas nesse album “funcionam” e até a música mais fraca do album, “Only The Good Die Young”, não compromete em nada a qualidade do mesmo. Acho o conceito do album bem interessante e as letras são muito boas além das músicas soarem bem independente do album em si. Admito que o “Powerslave” está pau a pau com o “Seventh Son…” no meu ranking de melhores albuns do Iron e talvez eu o tenha botado em primeiro, pois eu estou ouvindo ele pela “enésima” vez no momento, mas se ele não estivesse em primeiro com certeza estaria em segundo, atrás do já mencionado “Powerslave” e se pudesse botaria os dois em primeiro lugar.

      • Igor Maxwel disse:

        Myke, sabe qual é o grande problema do SSOASS? Além do uso exagerado de teclados (ao contrário do anterior Somewhere in Time, onde eles apareciam moderadamente) e a influência progressiva da banda sendo mais exacerbada neste disco do que em qualquer outro do Maiden, a dificuldade maior está no conceito de Harris e nas letras um pouco estranhas que compõem as oito faixas do SSOASS. Não é a toa que este é um daqueles álbuns que mais se adaptam á frase “ame ou odeie”. Não estou em nenhum destes dois termos, mas é como eu disse: gosto do disco mas não sou muito fã.

  33. Adriano Martins disse:

    Boa noite a todos,

    Normalmente não costumo escrever para sites, comentar ou participar de debates em sites de rock em geral. Acompanho o site de vocês, gosto muito das matérias, e o nivel de debate aqui sempre foi prolifico.

    Resolvi escrever porque é o Iron Maiden, significa muito para mim. Como banda longeva que é, abrange um publico diversificado em termos de preferência, o que sempre enriquece qualquer debate a respeito da banda.

    Conheci em 1984. Ao ouvir o Iron Maiden, parece que tudo se modificou, o impacto foi gigantesco em termos pessoais (só comparado a ouvir Reign in Blood pela primeira vez, mas essa é outra banda e outra história, e uma boa sugestão ?). Em Janeiro de 1985, eles aportaram por aqui para participar da primeira edição do Rock in Rio. Aquela apresentação, mesmo com vários erros e nervosismo por parte da banda (notadamente Bruce), foi épica, memorável, e veio de encontro a fome pela banda.

    Como não tinha grana, pois também não tinha trabalho ainda (12 anos), fui presenteado pelo meu grande pai com o Powerslave. Desnecessário discorrer sobre o sentimento de ouvir esse disco, para mim, perfeito. Ainda é, na minha opinião, o album perfeito do Iron Maiden, em termos de sonoridade, arranjos, entrosamento, duração, variação, letras, enfim, Powerslave foi, é e sempre será o meu album preferido do Iron Maiden.

    Embora fã, nunca fui fanático, cego e, principalmente, surdo, para não perceber ou deixar de avaliar coisas boas e coisas ruins. A postura de grande parte dos fãs do Iron Maiden se assemelha a uma seita, onde não se admitem opiniões contrárias. Não é o caso aqui, no meu grupo de amigos, muitos dos quais fãs de Maiden, temos o mesmo costume de debater democraticamente nossas preferências.

    Assim sendo, tomo a liberdade aqui de listar a minha ordem de classificação, e alguns comentários que entendo pertinentes, e peço desculpas se longos demais:

    16 – Virtual XI
    O que salva: The Clansman (ótima com Bruce ao vivo !) e Lightning Strikes Twice. Gosto desta música, acho o trabalho das guitarras e do próprio Blaze muito bom nela. Uma canção subestimada, na minha opinião. O resto não convence mesmo.
    15 – Fear of the Dark
    Não gosto deste disco. Acho a produção ótima, mas Fear of the Dark foi o responsável pela criação de uma geração de fãs do Maiden, a geração mais fanática, a geração mais chata. Me lembro de ter ido a shows da banda e perceber algumas pessoas cantando apenas a faixa-titulo deste album, uma fantástica canção com letra simplória. A abertura é boa, assim como Afraid, mas o resto passa.
    14 – The Final Frontier
    Gostei da abertura, de Isle of Avalon e Mother of Mercy.
    13 – Dance of Death
    Gostei do disco, mas diferente dos outros, não consigo explicar a razão (rsss). Apenas escuto ele com mais regularidade que os outros.
    12 – The Book of Souls
    Gostei bastante do disco, principalmente a abertura. O único defeito é o tamanho das músicas, como citado na matéria. O final, com a Empire of the Clouds eu achei sensacional.
    11 – A matter of life and death
    Concordo literalmente com tudo que foi escrito na matéria.
    10 – The X factor
    Um disco que tem Edge of Darkness, Sign of the Cross, Blood on the world’s hands e Fortunes of War tem de ser bom. Estraçalhado à época, relegado a segundo plano pelos orfãos de Bruce, eu incluso, o disco cresceu com o tempo, e é meio que considerado o album “cult” do Iron Maiden.
    9 – Seventh Son of a Seventh Son
    Gosto mas não vejo como o melhor, como muita gente diz. Can I play with madness é um saco, e os sintetizadores acabam irritando um pouco.
    8 – No prayer for the dying
    Creio que seja o único a preferir este disco a Seventh Son.
    7 – Brave New World
    Ótimo retorno. Ghost of Navigator, The Nomad, The Mercenary, Dream of Mirrors e Blood Brothers são sensacionais, em minha opinião.
    6 – Iron Maiden
    A estréia. Cru, rápido, ótimo.
    5 – Somewhere in Time
    Faixa título excepcional, assim como Alexander e The Loneliness.
    4 – Piece of Mind
    To tame a land sempre será uma espécie de viagem para mim. Gosto da sonoridade deste disco, e não acho Still Life um filler.
    3 – Killers
    Ótimo, sensacional, músicas muito bem feitas e uma pegada agressiva. Destaque o trabalho do Clive. Adoro este disco.
    2 – The Number of the Beast
    Impactante. O primeiro com Bruce, não há muito o que falar que já não tenha sido dito.
    1 – Powerslave
    Perfeito, do inicio ao fim. Discordo quanto a Back in the Village, ótima música, uma das que mais gosto na discografia. Essa escolha carrega um peso sentimental, mas é inegável a qualidade de Powerslave. Considerado até por alguns membros da banda como o melhor (Nicko e Bruce já disseram isso). De Aces High a The Rime, parece que tudo se conecta, não se perde. The Duellists é um show de entrosamento.

    • Diogo Bizotto disse:

      Obrigado pelo seu comentário, Adriano. Fique à vontade para oferecer suas contribuições quando e como quiser. Tamanho de comentário (e de texto) nunca foi problema por aqui (risos). Quanto às suas escolhas, a mais surpreendente para mim é a colocação de “No Prayer…” em oitavo, mas não acho que isso seja incoerente nem nada. Abraço!

      • Adriano Martins disse:

        Pois é Diogo, acho que eu sou o único fã do Maiden na face da terra que prefere No Prayer a Seventh Son … risos ….

        O grande problema do No Prayer é que ele veio depois do Seventh Son, um disco idolatrado por uma boa parcela dos fãs do Iron, e antes do Fear, outro idolatrado por uma nova geração de fãs da banda mas que não é melhor que este aqui. Seventh Son foi um album amplamente divulgado, de sucesso, uma turnê extensa, ótimas vendagens e um reconhecimento musical de muitas bandas que foram devidamente influenciadas por Seventh Son. Mas aqueles sintetizadores me irritaram um pouco. Confesso que não consigo ouvir Can I Play With Madness sem imaginar Jon Bon Jovi cantando … é intragável …

        Em relação a No Prayer, acredito que há faixas boas no album, como Tailgunner, Run Silent Run Deep (acho ótima a performance vocal de Bruce neste som), Public Enema Number 1 (gosto desta faixa), Mother Russia (ótimo instrumental), e a própria faixa-título, além de The Assassin que tem uma andamento diferente do que o Iron estava fazendo e ficou interessante. Tá certo que Bring Your Daughter é chata, assim como Hooks in You. Holy Smoke não compromete, tem um pegada hard que passa sem chatear, e Fates Warning é o filler sem sombra de dúvidas, não fede e nem cheira e se não tivesse sido gravada não mudaria nada.

        É aquela coisa, muitos criticam hoje o direcionamento de músicas mais longas da banda, e No Prayer apresentou musicas mais diretas, sem os irritantes sintetizadores que permearam o Sevent Son. Outro fato é a entrada do Janick no lugar do Adrian, o que talvez possa ter comprometido o fator composição, embora Adrian estava mais com cara de pop naquela época.

        O que aparenta neste album é que Bruce Dickinson começava ali a mostrar seu afastamento em detrimento de uma carreira solo, então o disco talvez se perca nesse sentido, não havendo um entrosamento maior da banda.

        Mas eu gosto sim deste disco, acho ele mais direto, sem introduções dedilhadas e passagens progressivas intermináveis.

        O problema é que não existe uma faixa épica, de destaque, algo que ficou para sempre ser tocada nas turnês. Mas, é interessante, melhor que muita coisa que veio depois.

        Mas é isso ai, fico ansioso no aguardo do Black Sabbath nesta seção, porque o Sabbath vai render muitos comentários interessante viu …

        Abraço !

        • Igor Maxwel disse:

          Gostei de ver, Adriano! Adoro quando os fãs do Iron Maiden colocam Powerslave na primeira posição em seus top de melhores discos deles, assim como eu. Tudo que você disse sobre Powerslave coincide com as minhas opiniões sobre ele. Também considero este disco a melhor coisa que a donzela gravou em toda a sua história, só que o que mais me dá muita pena é saber que muitos fãs preferem perder tempo com TNOTB do que com Powerslave.

          Agora, compreendo totalmente sua opinião (quase parecida com a minha) sobre o SSOASS, que eu chamo de o “The Lamb Lies Down on Broadway” de Steve Harris. O uso de teclados foi mais exagerado neste disco do que no anterior (Somewhere in Time), assim como a influência progressiva da banda foi mais exagerada aqui do que em qualquer outro disco do Maiden, e tanto o conceito quanto as letras são bastante confusas e difíceis de compreender.

          No mais, adorei ler suas opiniões sobre o resto da discografia do Maiden. Valeu Adriano, tamo junto!

          • Adriano Martins disse:

            Pois é Igor, Powerslave é tão representativo para mim que cheguei a tatuar a Eddie desta fase no braço esquerdo.
            Parece que aquele estúdio nas Bahamas, o Compass Point, fez um bem danado para esses caras, porque o disco tem uma sonoridade diferente, as guitarras ali se combinam como eu não vi em nenhum outro disco deles.
            O baixo do Steve também está destacado e criativo, a bateria segue bem, os vocais então…
            A capa, a temática da turnê, o irrepreensível live oriundo desta turnê, enfim, Powerslave, na minha humilde opinião, seria o “white album” do Maiden.
            Mas é aquilo, como foi o primeiro que tive e foi na época que comecei, com certeza ele tem esse significado para mim.
            Tem um irmão mais novo de um amigo aqui que considera o Fear, porque ele tinha 15 anos na época e chega até a chorar quando escuta o medo do escuro… hehe…

  34. Igor Maxwel disse:

    Olá Diogo, tá aqui o vídeo de “Only the Good Die Young” em homenagem á Clive Burr que eu te falei. Acesse: https://www.youtube.com/watch?v=EbZzh7cBiQg

  35. Igor Maxwel disse:

    Adriano, não tem nada a ver comparar o Powerslave com o White Album, e já é o segundo que compara o Iron Maiden com os Beatles!

    • Adriano Martins disse:

      Não é comparando as bandas.
      É fazendo uma alusão, tipo o Powerslave dentro da discografia do Iron é como o White Album dentro da discografia dos Beatles.
      Poderia dizer que o Powerslave seria o Volume 4 do Iron (comparando o contexto da discografia do Sabbath), ou uma espécie de Machine Head do Iron (comparando dentro do contexto da discografia do Purple), ou poderia também dizer que o Powerslave é o Ace of Spades do Iron.
      Comparando a importância das obras dentro da história de cada banda, a similaridade se resume apenas ao grau de importância, não ao som.
      É como fazer o exercício contrário, por exemplo:
      “Porra velho, que você achou do Seasons in the Abyss do Slayer ?
      Ah meu, esse é o Powerslave deles !!”
      Peguei esse gancho numa entrevista que li há muito tempo do Gary Holt do Exodus, quando ele tocava só no Exodus. Perguntaram a ele a opinião sobre 10 albuns marcantes da história do metal, e quando chegou a vez de opinar sobre o Reign in Blood do Slayer ele definiu: “Esse é o White Album deles !”
      Ai quando perguntaram sobre o Master of Puppets ele respondeu: “Esse é o White Album do Metallica !”

      • Igor Maxwel disse:

        Eu diria que Powerslave é o “The Dark Side of the Moon” do Iron Maiden.
        Compreendo totalmente suas comparações.

    • Anônimo disse:

      E o White Album dos “besouros” nem é tão brilhante assim. Helter Skelter não tem nada de pesada. E coitado de quem considera “pesada” essa música. “Os Beatles criaram o heavy metal”. Ah sim, já existia Foxy Lady do Hendrix, os Yardbirds já estavam tocando Dazed and Confused naquele ano de 1968(que depois seria gravada pelo Led no disco de estréia deles) e o Cream encerrava as atividades na semana em que o White Album foi lançado.

  36. Diego Camargo disse:

    Acabei nunca deixando a minha lista hahha

    Aqui vai, acho que é isso!

    1-Piece Of Mind
    2-Powerslave
    3-The Number Of The Beast
    4-Brave New World
    5-Seventh Son Of A Seventh Son
    6-Killers
    7-Dance Of Death
    8-Iron Maiden
    9-Somewhere In Time
    10-No Prayer For The Dying
    11-A Matter Of Life And Death
    12-The Final Frontier
    13-Fear Of The Dark
    14-Virtual XI

    X-Factor (Nunca ouvi)
    The Book Of Souls (nunca ouvi)

    • Igor Maxwel disse:

      Mais um que cita Piece of Mind na primeira colocação, minha mãe agradece!

    • Diogo Bizotto disse:

      “Brave New World” em quarto? “Somewhere in Time” em nono, abaixo de “Dance of Death”??? Como diria o Xaropinho, “rapaaaaaiiiizzzz…”

      Mas ô, tá esperando o que pra escutar o “X-Factor” de uma vez? Pra quem curte prog como você, acho que é uma boa pedida. Não estou dizendo que é prog metal ou algo do tipo, até porque esse rótulo é, ao menos pra mim, mais motivo de afastamento do que de aproximação”, mas acho que há uma relação interessante.

  37. Igor Maxwel disse:

    Minha lista corrigida dos discos do Iron Maiden, do melhor ao pior:

    1. Powerslave
    2. The Number of the Beast
    3. Piece of Mind
    4. Somewhere in Time
    5. Seventh Son of a Seventh Son
    6. Fear of the Dark
    7. Brave New World
    8. The Final Frontier
    9. No Prayer for the Dying
    10. A Matter of Life and Death
    11. Dance of Death
    12. The Book of Souls
    13. Killers
    14. Iron Maiden (debut)
    15. X-Factor
    16. Virtual XI.

  38. Diogo Maia de Carvalho disse:

    Bacana demais essa sessão nova. Veio pra suprir a ausência da minha sessão favorita, a Melhores de Todos os Tempos. Aqui vai o meu ranking do Iron Maiden, do melhor ao pior:

    1. Powerslave
    2. Somewhere In Time
    3. The Number of The Beast
    4. Brave New World
    5. Seventh Son of The Seventh Son
    6. Fear Of The Dark
    7. Killers
    8. Piece of Mind
    9. Iron Maiden
    10. The Final Frontier
    11. No Prayer For The Dying
    12. A Matter of Life and Death
    13. The Book of Souls
    14. Dance of Death
    15. Virtual XI
    16. X-Factor

    • Mais um que coloca o BNW lá emcimão….

      • Diogo Maia de Carvalho disse:

        Acho o BNW um discaço mesmo, disparado o melhor desde a volta do Bruce. Ele é tipo o Bolt num 100 metros rasos, vence o resto tirando onda ainda por cima.

        • Igor Maxwel disse:

          Concordo quando falam que Brave New World é o melhor dos 4 discos da fase do Maiden como um sexteto (tirando o “The Book of Lixo”), e acho que The Final Frontier pode competir este posto com BNW. Acho estranho também o fato do Sr. Bizotto não gostar de “The Nomad” (minha favorita do álbum).

          • Diogo Bizotto disse:

            Que parte disso aqui você não entendeu?

            Foi por mero detalhe que Brave New World ficou à frente de The Final Frontier. O nome mais adequado para esse detalhe é “The Nomad”, uma das maiores provas de que, apesar de ser menos produtivo, Dave Murray acerta a mão quando quer.

    • Diogo Bizotto disse:

      Que bom que você gostou, Diogo. Abraço!

      • Diogo Maia de Carvalho disse:

        Sem querer abusar, mas já abusando, gostaria de sugerir algumas bandas para as próximas edições: Slayer, Metallica, AC/DC, Motörhead, Kiss, Genesis, Pink Floyd, Sepultura, Yes e Megadeth. Só isso pra começar, hehehe.

        • Diogo Bizotto disse:

          Creio que todas essas bandas sejam candidatas, considerando os pressupostos da série e o público atingido pela Consultoria. Obrigado e abraço!

  39. Leandro disse:

    Minha lista é a seguinte : Top 12 … Minha OPINIÃO
    1 – PowerSlave
    2 – The number of the beast
    3 – Seventh son of a seventh son
    4 – Iron maiden
    5 – Somewhere in time
    6 – Piece of mind
    7 – Killers
    8 – Brave new World
    9 – A matter of …
    10 – Dance of death
    11 – Book of souls
    12 – Final Frontier

  40. Igor Maxwel disse:

    Eu gosto de “The Nomad”, e sinto pena do Sr. Murray não ter sido tão produtivo nas composições do Maiden, não vou nem citar o Gers e o McBrain (que até agora compôs uma só canção na banda “New Frontier” do Dance of Death, 2003). Em termos de composição, acho que Harris, Smith e Dickinson são os grandes mentores da donzela!

  41. cindy alanis disse:

    Meu Deus, como nossas opiniões e gostos são diferentes, mas sei que no caso o problema é comigo mesmo, não que seja um problema, só é um pouco fora do curva quando comparado com a maior opinião dos fãs do iron maiden. enfim.

    meu top5 fica assim
    1- the book of souls
    2- the number of the best
    3- powerslave
    4- somewhere in the time
    5- seventh son of a seventh son

    Ainda nao pensei na ordem depois dessa.

    • Tá aí uma novidade…

      • Igor Maxwel disse:

        “The Book of Lixo” em primeira posição? Só pode ser piada, né Cindy?
        Pra mim, o Iron Maiden chegou ao fim depois de The Final Frontier.

        • Diogo Bizotto disse:

          Piada é enfiar Richard Clayderman e uma penca de outras coisas em comentários sobre assuntos que não têm nada a ver com a publicação em questão. Faça-me o favor de respeitar quem aparece por aqui e escreve comentários pertinentes ao assunto discutido. Concordar ou não é uma coisa, mas respeito é bom todo mundo gosta. Não vou mais tolerar esse tipo de atitude em publicações de minha autoria.

    • Diogo Bizotto disse:

      Olha, vamos combinar que “The Book of Souls” em primeiro é uma escolha bem peculiar! O restante é bem tranquilo, mas esse é um ponto fora da curva mesmo.

      • Igor Maxwel disse:

        Tá bom Diogo, mas o que eu expressei aqui é a opinião não apenas minha, mas também de algumas pessoas que gostam do Maiden, mas que não acham o último disco deles essa Coca-Cola toda. Me desculpe, cara!

  42. Anônimo disse:

    Certa feita, não me lembro qual dos irmãos Busic do Doctor Sin fez uma afirmação polêmica de que as músicas do Iron Maiden são sempre a mesma coisa, os mesmos acordes e que se ele quisesse ele iria para o estúdio e gravava em um dia três discos do Iron Maiden. Mesmo eu sendo muito fã do Iron, uma coisa é certa. As músicas possuem sempre o mesmo tom e existem semelhanças entre várias músicas. Mas isso não tira o brilho dessa banda. Não sei se algum de vocês aqui da Consultoria do Rock se lembram dessa afirmação do cara do Doctor Sin.

    • Diogo Bizotto disse:

      Eu não lembro dessa afirmação, mas quem poderia falar mais a respeito dessa progressão de acordes que o Iron Maiden tanto usa é o Mairon Machado, que já surgiu com esse assunto ao menos uma vez, não sei se em alguma publicação ou em comentários.

      • Anônimo disse:

        Como eu falei, eles usam sempre a mesma progressão de acordes como você mesmo citou, mas as músicas são ótimas. Mairon, por favor fale sobre as composições do Iron. Elas são sempre a mesma coisa como o Busic afirmou? hehehehe

        • Mairon disse:

          Sim, a base é sempre a mesma em 80% das canções. Progressão em acordes de terça (Em, D, C ou Am, G, F), com variações muito leves em cima disso. Nos últimos discos, é pior ainda.

          • Anônimo disse:

            E por falar nisso, eu encontrei um artigo do site Whiplash comentando exatamente sobre isso. Tem até um vídeo mostrando quais são as músicas que se parecem e tem a mesma progressão de acordes. Fãs hardcore do Maiden, por favor não me levem a mal. Só estou fazendo uma observação, ninguém aqui está dizendo que o Iron Maiden é ruim.
            https://whiplash.net/materias/curiosidades/237952-ironmaiden.html

      • Anônimo disse:

        Bizotto, até o Whiplash certa feita abordou esse assunto em uma matéria. Inclusive eles fizeram até uma lista das músicas que se pareciam umas com as outras. Não eram poucas! Até o povo que foi comentar na página ficou um pouco puto, porque eles achavam que a página estava desmerecendo o Iron Maiden. E não tinha nada a ver, era só uma observação.

  43. Anônimo disse:

    Com o Iron Maiden acontece a mesma coisa que com os Ramones. Muito sujeito costuma usar camiseta da banda sem ao menos conhecer ao menos uma música, e curte por causa do logotipo. Se bem que com o Maiden isso acontece menos do que com os Ramones. Tem sujeito que pensa que é marca de roupa. rsrs

    • Diogo Bizotto disse:

      Ramones vende muito mais camiseta do que disco, isso é fato há muito, mas muito tempo. E digo isso como grande admirador do grupo, pois qualidade não lhe falta.

      • Myke disse:

        Já que estão falando em camisas e logotipos, certa vez fui puxar conversa com uma menina que estava usando uma camisa com a estampa do “The Dark Side of the Moon” e, como sou fã de Pink Floyd, logo comecei a puxar assunto por esse lado, perguntando se ela gostava de Pink Floyd e ela respondeu mais ou menos assim “Ah não, só comprei a camisa porque achei legal a estampa”. Pronto, meu interesse de conversar acabou por aí.

        • Anônimo disse:

          Pior era ver os pagodeiros lixos na época que o Raimundos estourou com Mulher de Fases posando de roqueiro mas só curtiam essa música e A Mais Pedida. Já dizia o profeta Humberto Gessinger: O pop não poupa ninguém! E o mais engraçado é que a capa desse disco do Raimundos era justamente uma sátira a essa escória do Brasil que são os pagodeiros lixosos!

          • Anônimo disse:

            Continuando sobre o Raimundos dessa época brega deles(bom, pelo menos esses hits eram horríveis e descartáveis, e só mina tonta e sujeito cafona curtia esses hits radiofônicos), era ridículo ver como pagodeiro começou a posar de roqueiro mas só curtia a banda porque eles estavam estourados. Certa feita, logo depois que o Pastor Rodolfo saiu da banda, em uma daquelas entrevistas idiotas dele aonde ele fazia aquele drama sobra a sua saída, ele contou que depois que a banda estourou com Mulher de Fases e A Mais Pedida, era muito comum ver sujeito na platéia que curtia pagode e música sertanoja. Imagino como devia ser constrangedor para os caras tocarem para esse tipo de público popular.

  44. Igor Maxwel disse:

    E aquela história do acidente de carro que Martin Birch cometeu na época das gravações do TNOTB, e que ele teve que pagar 666 libras para o conserto? Será que alguém ainda se lembra disso?

    • Anônimo disse:

      Sinistra essa história! Isso aconteceu e é confirmado pela própria banda.

      • Igor Maxwel disse:

        Pois é Anônimo, e esqueci de comentar essa história quando estava falando deste álbum no meu enorme comentário bem mais acima sobre toda a discografia da donzela. Boa lembrança de minha parte!

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