Por Mairon Machado

Encerrando o Na Caverna da Consultoria de 2018, trazemos hoje, direto de São Paulo, a impressionante coleção – e hilárias histórias – de Edilson Pichiliani. Fã de Running Wild e muito heavy metal, o professor de Biologia Edilson já escreveu livros, faz parte da turma do Metal Open Mind, e tem em sua bagagem experiências fantásticas para o mundo da música. Acompanhe a entrevista abaixo, e desde já, me despeço desejando um Feliz Natal e um excelente 2019 à todos.


Meu caro Edilson, é uma honra tê-lo aqui em nossa Caverna. Muito obrigado por compartilhar sua paixão e sua coleção com a gente. Bem-vindo. Quais são suas primeiras memórias em relação a gostar de música?
Sempre gostei de músicas mais “Iê-iê-iê” coo meu pai chamava na época as faixas mais rápidas dos Beatles. Mas nunca era algo essencial. Comecei a curtir mesmo quando vi na 7ª série [hoje 8º ano] alguns amigos levando discos com capas bem “loucas”. Lembro do Wild Dogs e Black Sabbath. Então perguntei o que era aquilo e ali começou a minha doutrinação.

Qual foi o primeiro disco que você comprou? Por que você o adquiriu? O mesmo ainda está em sua posse?
Judas Priest – British Steel – foi um dos que eu vi a capa e achei que tinha que ter aquilo. Sim, tenho ele até hoje… já gastou te tanto escutar. Comprei na HI-FI do Shopping Morumbi, depois de economizar uns $ de um mês de lanche da escola. Valeu a pena passar fome….

Em que momento você percebeu que sua paixão pela música ia além de ouvir, mas também exigia a necessidade de se ter os discos de seus artistas favoritos?
Quando começaram os trade-tapes. Eu tinha que conseguir gravar coisas cada vez mais raras, como um show do Angel Witch, o “novo” do Raven [na época o All For One] e assim foi.

Qual o atual status da sua coleção, seja em número seja em mídias mais comuns em suas prateleiras?
Hahahaha Parei de contar deposi que passou dos 4.000 cd´s. Estou vendendo uma boa parte para deixar lugar para as compras novas. Acho que tenho uns 500 Lp´s. Mais de 400 cassetes [a maioria de gravações, poucos originais]. Uns 2TB de MP3. Uns 200 DVD´s e mais umas 20 VHS.

Dentre esses discos, quais os que você considera os mais raros, e quais os que você teve que se fazer de seus rins e dentes para obtê-los?
Vários, mas acho que o DEBUT No01 que é uma coletânea alemã onde temos a primeira aparição do Running Wild [sim, antes da coletânea Death Metal da Noise Records]. Na verdade eu até consegui fácil quando entrei em contato com a Dane Kurth que era presidente do FC da banda e estava se livrando de várias peças na época que se desligou de Rolf – história e longa…. O Mais caro que eu realmente paguei foi o Box do Metallica Ride The Lightning. Foram EU$180.

Há algum disco que você busca há tempos, mas ainda não achou por um preço justo?
Sim, vários. O 1º EP do Running Wild, o CD do Uirapuru, o VIXEN banda do Marty Freedman antes do Hawaii e por aí vai.

Qual a maior pechincha que você já conseguiu barganhar, e qual o maior diamante que você se fez de seus rins para poder adquiri-lo?
Fiz umas boas trocas com um camarada espanhol. Troquei o Anthares [1º LP] lacrado por mais de EU$200 em cd´s. Muita coisa do Mago de Oz. Da mesma forma acho que acabei perdendo em outra troca que me desfiz do meu VÊNUS LP de 1986 [que só fez 500 cópias] para pegar alguns cd´s que nem valiam tanto.

Como a sua família lida com relação a sua coleção e aos seus discos?
Sem estresse, desde que eu não escute muito alto. As vezes rola aquele comentário: haa vamos vender tudo e viajar…..Já avisei meus filhos como vender tudo e conseguir um bom dinheiro quando eu morrer..hahaha

Qual o seu artista/banda favorito? Quantos discos você tem do mesmo e quais os que mais estão tocando na sua casa?
Antigamente eu tinha um fervor pelo RUNNING WILD e HEAVY LOAD. Do RW tenho tudo em CD [várias versões do mesmo disco], alguns LP´s, VHS, DVD´s e todos os Box. Do Heavy Load todos os cd´s e uma VHS. Destes eu nunca canso do Pile Of Skulls do RW e o Stronger Than Evil do HL.

Você é daqueles que possui apenas uma única versão de um álbum ou não desiste enquanto não tiver a versão promo que foi lançada para divulgação somente no interior do Sri-lanka?
Nem uma coisa sem outra. Se possível compro as versões remasterizadas e com bônus, mas não fico procurando estas raridades não.

 

Como surgiu a parceria com o Gustavo Scafuro para a criação do Metal Open Mind e principalmente, para o Papo de Colecionador?
Nossa…..história longa. Vou colocar os melhores momentos:
1] Ele se muda para o meu condomínio e eu faço a introdução ao som pesado.
2] Começamos a frequentar a Woodstock e colecionar cassetes e discos.
3] Montamos uma banda muito tosca. Eu não durei nem 3 meses.
4] Ele segue a carreira musical e eu a de biólogo/professor. Nos separamos.
5] Ele vai para Portugal.
6] Em 1998 eu ajudava a produção de um fanzine chamado Heavy Melody, mas o mesmo termina em 1999.
7] Em 2000 eu monto o Metal On Metal fanzine que veio de um jornalzinho que eu já publicava e xerocava.
8] Neste meio tempo ele volta de Portugal e nos encontramos sem querer no estacionamento do shopping. Convidei ele para participar do projeto.
9] o Metal on Metal dura uns 5 números e o Gustavo resolve dar uma abertura maior à cobertura e lança o Metal Open Mind – projeto de Blog / Web Page pioneiro.
10] Novamente nos distanciamos pois ele se mudou novamente.
11] Mas desta vez mantemos contato virtual.
12] Em 2017 trocamos ideias sobre um novo projeto dentro do canal do Metal Open Mind e aí surge o Papo de Colecionador.
O Papo se caracteriza por programas onde vocês escolhem um tema e apresentam discos ligados ao tema. Dos programas realizados, quais o que você mais curtiu, e quais os que você hoje indicaria outros discos?
Adorei o sobre Comics meu outro vício. Acho que recomendaria outros discos em quase todos os programas, afinal sempre escutamos melhor aquele álbum encostado e mudamos de opinião. Mas acho que os primeiros sobre discos de 87 seriam bem diferentes.

Nesses programas, fica evidente que você é um grande fã de heavy metal em geral. Qual sua opinião sobre as diversas ramificações que o Metal tem, e quais as que você mais curte.
Acho legal a ramificação, pois você pode identificar estilos que mais curte. Por outro lado, tem várias bandas que acabam “taxadas” e depois mudam de estilo causando grande confusão. É só pegar o Celtic Frost e Voi-Vod como exemplo. Gosto de qualquer coisa pesada e rápida sem vocais guturais. Não curto muito Glam metal nem prog [auto indulgente]. Também não estou ligado em novos estilos como Groove / Gothic / Black Symphonic e afins. Ou seja, minha praia fica do metal tradicional ao Thrash / Speed. Sou meio tradicional.

Sobre essas ramificações e classificações, você lançou o importante catálogo Metal Index. Como surgiu a ideia para esse catálogo? Você pretende ampliar para outros gêneros além do Metal? Como nossos leitores podem adquirir o mesmo?
Sou um cara muito pragmático e coloco tudo numa organização absurda, que às vezes nem eu aguento. Quando eu estava publicando alguns livros didáticos achei legal lançar algo sobre metal para facilitar a identificação e localização de artigos. Comecei a pesquisar ainda na era da internet discada e montei uma base de dados [antes da BNR e Metal Archives]. O livro ficou só na primeira edição por falta de vendas e porque hoje é muito mais fácil acessar e descobrir as discografias. Atualmente estou brincando com o Youtube e estou transformando os dados do meu blog Pichiliani Metal Room apenas sobre bandas brasileiras em divulgação de bandas brasileiras e algumas de países sem expressão como Nepal, Moçambique e outros. Veja o canal Heavy Box e ria à vonts.

Você já teve a oportunidade de trocar uma ideia com algum artista? Se sim, como foi a (s) experiência (s)?
Sim, na época dos fazines conversei por entrevista com o Matt Sinner [cara muito gente boa], o pessoal do PEGAZUS, WIZARD e várias bandas nacionais. Sempre foi bem legal e nunca tive problemas com ninguém. O mais legal era trocar ideia com bandas iniciantes como o NOCTURNAL RITES e depois ver eles crescendo no cenário.

E no exterior, você já teve a oportunidade de dar uma garimpada por lá? Caso positivo, quais os locais que você mais curtiu e por que?
Nos USA dei sorte de pegar em 1997 uma fase ainda forte de lojas de CD´s [Virgin e Tower] e fiz a festa. Na Argentina consegui algumas coisas bem legais em Buenos Aires e Bariloche. Nas minhas últimas viagens apelei para as compras on-line e entrega no hotel para curtir mais a viagem. Na África Do Sul procurei em todos os cantos a cena metálica e não achei nem loja on-line. Na Flórida em Orlando também fecharam todas as lojas de metal. Nunca viajei para o exterior com intenção exclusiva de ver alguma banda, minha família me mataria hahaha.

Qual a maior loucura que você já fez para assistir a um show ou comprar um álbum?
Nunca fiz nada do tipo para ver um show, mas já convenci minha filha a ir comigo no Alestorm para ver se alguém na família pega o gosto pelo metal. Fiz o mesmo com meu filho no Helloween. Para comprar um disco lembro de ficar mais de uma hora na fila da Woodstock para comprar o Somewhere in Time do Iron Maiden no dia do lançamento e depois foi uma decepção.

Qual é o disco Holy Diver, ou seja, que você faz questão de apresentar aos amigos quando vão visita-lo, e qual o Magica, ou seja, aquele que você gosta, mas sabe que a galera vai acabar fugindo de sua casa quando você coloca para ouvir?
Se a pessoa curte metal mostro coisas raras e diferentes como No Mercy, Pleiades, Lady Killer, Mandragora e outras obscuras. Se a pessoa ainda não manja de metal gosto de tocar um Alestorm, AC/DC, Scorpions e até mesmo um Loudness.

Como você faz para atualizar-se sobre música nos dias de hoje?
Internet, mas ainda compro a Roadie Crew embora eu perceba uma certa tendência nas matérias. Sobre os releases de discos já descobri que a nota verdadeira dos discos é sempre 2 pontos abaixo do que aparece na revista.

Quais as principais lojas/sites que você utiliza para ampliar sua coleção?
Compro em vários, mas o E-Bay ainda é uma boa depois que a Importcds deixou de enviar para o Brasil. Comprar diretamente de gravadoras pequenas com Divebomb, No Remorse e Inferno Records é sempre mais barato principalmente quando eles fazem promoções com frete grátis e sales de 80% de verdade. No Brasil com o dólar alto vale a pena o Mercado Livre, Kill Again e Die Hard.

Que bandas ou artistas da atualidade você indica para nossos leitores darem uma ouvida e conhecer?
ALESTORM, LADY KILLER, HÜRLEMENT, VISIGOTH, DEXTER WARD, THRASHERA, SKILTRON e A SOUND OF THUNDER.

Quais os dez melhores discos da década de 60?
Só tenho alguns do Bill Halley and His Comets então esta eu pulo.

Quais os dez melhores discos da década de 70?
RIOT – Narita  1979
AC/DC – Highway To Hell 1979
AC/DC – High Voltage 1976
AC/DC – Dirty Deeds Done Dirt Cheap 1976
SCORPIONS – Lovedrive 1979
JUDAS PRIEST – Sin After Sin 1977
JUDAS PRIEST – Stained Class 1978
BLACK SABBATH – Paranoid 1970
RAUL SEIXAS – Krig-ha, Bandolo! 1973
MOTORHEAD – Overkill 1979

Quais os dez melhores discos da década de 80?
JUDAS PRIEST – British Steel 1980
IRON MAIDEN – The Number Of The Beast 1982
RUNNING WILD – Gates to Purgatory 1984
CANDLEMASS – Nightfall 1989
ANVIL – Forged In Fire 1983
ACCEPT – Restless And Wild 1982
JAG PANZER – Ample Destruction 1984
MANOWAR – Hail To England 1984
HELLOWEEN – Walls Of Jericho 1985
VIPER – Soldiers Of The Sunrise 1987

Quais os dez melhores discos da década de 90?
KING DIAMOND – The Eye 1990
JUDAS PRIEST – Painkiller 1990
RUNNING WILD – Pile Of Skulls 1992
TANKARD – The Tankard 1995
BLIND GUARDIAN – Somewhere Far Beyond 1992
MAGO DE OZ – La leyenda de La Mancha 1998
U.D.O. – Timebomb 1991
MEGADETH – Countdown to Extinction 1992
GRAVE DIGGER – Tunes of War 1996
ANVIL – Worth the Weight 1991

Quais os dez melhores discos de 2000 a 2010?
FALCONER – Falconer 2001
NIGHWISH – Wishmaster 2000
FREEDOM CALL – Shadow Empire 2001
POWERWOLF – Lupus Dei 2007
KREATOR – Violent Revolution 2001
MAJESTY – Metal Law 2004
MOTOROCKER – Rock Na Veia 2010
AXXIS – Back to the Kingdom 2000
DAVID ROCK FEISTEIN – One Night in the Jungle 2000
THERION – Celebrators of Becoming 2006

Quais os dez melhores discos de 2011 até o presente?
ALESTORM – No Grave but the Sea 2017
ALESTORM – Back Through Time 2011
ENFORCER – Live by Fire 2015
VISIGOTH ‎– The Revenant King 2015
AVATARIUM – Avatarium 2013
SKILTRON – Into the Battleground 2013
VANLADE – Rage Of The Gods 2015
MINOTAURUS – Insolubilis 2016
GRAND MAGUS – Sword Songs 2016
ELVENKING – The Night Of Nights – Live 2015

Cite dez discos que você levaria para uma ilha deserta, e o que precisaria ter por lá para desfrutar do momento?
Aqui uma pegadinha. Não preciso levar nenhum clássico pois já os tenho decorados. Então eu levaria os último 10 que comprei para escutar melhor…..
RAGE – Seasons Of The Black
EVIL INVADERS – Feed Me Violence
OBSCENE JESTER – Citadel´s On Fire
LUZBEL – El Tiempo De Odio
HURLEMENT – Terreur et tourment
ERADIKATOR – Dystopia
REIGN – Now & Forever
WITCH MEADOW – Cry Of The Wolf
MANDRÁGORA – Waves Of Steel
WRATHBLADE – Into The Netherworld´s Realm

Indique três discos que mudaram sua vida, e conte um pouco por que de cada um deles.
Sinceramente, nenhum disco mudou minha vida uma vez que não virei músico profissional ou dependente da música para sobreviver. Mas posso citar que após escutar ACCEPT – Restless And Wild nunca pensei que alguma coisa pudesse ser tão pauleira. Aí passa um tempo e me aparece o METALLICA e depois o SLAYER, mais um pouco depois o KREATOR. Outro disco que me surpreendeu foi o Pile Of Skulls do RUNNING WILD, depois de escutar este disco resolvi colecionar tudo da banda e ela foi a minha predileta por um bom tempo. O último seria o ALESTORM, que em uma primeira audição não me chamou a atenção, mas depois virei fã de carteirinha. Eu poderia inventar muitas coisas sobre as letras, melodias e outras perfumarias de ada disco, mas a VERDADE é que eu simplesmente GOSTEI PRA #$%@ destes discos.

Conte-nos alguma história engraçada/curiosa envolvendo a compra de um álbum, uma visita a uma loja, um encontro com determinado artista, enfim, algo envolvendo a música.
São várias, mas a primeira que sempre vem na minha cabeça é do show do VENOM / EXCITER, onde os canadenses roubaram a cena e o VENOM foi a grande decepção, com um som péssimo e um roadie implorando para as pessoas pedirem bis e todo mundo indo embora do show. Foi realmente marcante.

Qual será o futuro da sua coleção?
Herança para meus filhos, quem sabe vira até museu…hahahah

Alguma coisa mais que gostaria de passar para nossos leitores?
Acho que duas coisas.
Primeiro: seja você mesmo e não se deixe levar pela opinião alheia e como diria um grande amigo meu [Celso Carina baixista do Norfolk] GOSTO NÃO SE DISCUTE….SE LAMENTA!!!!!
Segundo: Cuide bem de seus discos…um dia alguém vai querer comprar e este cuidado vale na hora da venda. NADA DE COLOCAR DEDOS ENGORDURADOS E FUMAR PERTO DA COLEÇÃO.
Keep it Metal On Metal…it´s the only way

11 comentários

  1. sergio luiz

    cacildis, matou a pau essa coleçao, pra mim a melhor entrevista e coleçao de 2018, disparado, e que venham mais em 2019 . parabens aos envolvidos

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  2. Fernando Bueno

    Gostei…
    Me identifiquei em vários momentos. Apesar de gostar de diversos estilos dentro do rock/metal, também tenho um apreço especial com o metal tradicional, principalmente o oitentista de bandas que “ninguém gosta”. Entretanto fiquei decepcionado em saber que vc se frustrou com o Somewhere “FUCKING” Time!!! Como assim?!?!?!?!

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    • Igor Maxwel

      Desculpa eu me intrometer na conversa Fernandão, mas já que você citou o Somewhere in Time, posso dizer que o disco de 1986 do Maiden foi uma proposta de explorar novos territórios sonoros, e eles conseguiram realizar a missão, mesmo depois do auge de 1984-1985. Muitos não gostam deste disco e eu até entendo, mas a minha frustração mesmo foi com o Seventh Son of a Seventh Son, que veio depois. Não gosto muito deste disco de 1988 (na minha opinião o pior do Maiden – só percebi isso mais tarde), não entendo como muito fã cita-o como seu favorito da discografia da donzela, e não acho que SSOASS seja tão representativo como TNOTB ou Powerslave…

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      • Fernando Bueno

        O SSOASS é meu disco favorito do Maiden junto do TNOTB….

  3. Igor Maxwel

    As citações do Edilson para Stained Class, British Steel (a foto do vinil dele não me deixa mentir) e Painkiller – ambos do Judas Priest (minha banda favorita do metal) – Restless and Wild (um dos meus 5 preferidos do Accept) e TNOTB (segundo melhor disco do Iron Maiden na minha opinião, só perde para o Powerslave) foram bastante válidas, sim. Eu estava olhando a lista de discos das décadas escolhidas por ele e estranhei a escolha de três discos do AC/DC da fase Bon Scott, e nem ao menos o Back in Black ele citou em sua lista dos anos 1980. Só por curiosidade: o Edilson não gosta do Brian Johnson?

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  4. Igor Maxwel

    “O SSOASS é meu disco favorito do Maiden junto do TNOTB…” (Fernando Bueno)

    Me desculpe meu caro Fernandão… Como eu disse, não sou muito fã do SSOASS, mas sou muito ranheta com este disco do Maiden e essa minha ranhetice eu herdei de você! Rsrsrsrsrsrsrs

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  5. Todo dia o Igor Maxwell pedindo a mesma coisa de anos atrás num post diferente mesmo depois de ser avisado que não vai rolar

    Se a consultoria tivesse bolas já teria bloqueado os comentários desse traste.

    Responder
    • Igor Maxwel

      Não ofendi ninguém, só expressei minha opinião… E não sou nenhum traste, tá certo?

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      • Motorista sumido do Bolso

        Vou mandar vocês dois para o Programa do Ratinho…

  6. José Carlos Araujo de Paula Souza

    Belíssima coleção e ótimo papo! Excelente entrevista!!

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  7. HUGO MAURICIO DE ABREU

    “Pile Of Skulls” é um disco excepcional, já na História do Heavy Metal. Quem não gosta desse disco tem algum problema sério de cabeça…hahaha. Vale lembrar o ano que saiu – 1992.

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