Slash ft Myles Kennedy and The Conspirators anuncia novo álbum com single e clipe “The River is Rising”

Após mais de 10 anos, a parceria entre a icônica lenda do rock Slash e a Myles Kennedy and The Conspirators continua dando frutos. Além de emocionar e empolgar plateias por todo o mundo com apresentações enérgicas, eles se preparam para lançar 4, quarto álbum da parceria e disco de estreia da Gibson Records. Previsto para dia 11/02/2022, o trabalho é antecipado pelo potente single “The River is Rising”, que ganha um clipe. Ouça “The River is Rising”. Assista “The River is Rising”. Para o novo álbum, Slash e a banda foram até a clássica cidade musical de Nashville, onde gravaram no histórico RCA Studio A com o produtor Dave Cobb (Chris Stapleton, John Prine, Jason Isbell, Brandi Carlile). O objetivo foi capturar o calor dos palcos para o álbum, com todo o processo gravado ao vivo no estúdio, incluindo os solos de guitarra e vocais – uma novidade para o grupo.

“Há duas ou três canções no disco que foram escritas durante a pandemia; tudo o mais foi escrito antes. ‘The River is Rising’ foi uma das últimas músicas que escrevi antes de começarmos a pré-produção e, por ser tão nova e ter um certo ritmo e energia, foi a primeira que realmente atacamos”, conta Slash, empolgado. “É a música mais nova do álbum e foi uma daquelas coisas em que estávamos brincando, tentando pescar o arranjo, e simplesmente aconteceu”. Enquanto Myles Kennedy acrescenta: “A letra, em última análise, explora como os humanos podem sofrer uma lavagem cerebral ou doutrinação por algum tipo de ideia perigosa. Quando gravamos a demo, já tinha certeza que era uma faixa importante e perfeita para abrir o álbum”.

Icônico guitarrista do Guns N’ Roses, membro do Rock and Roll Hall of Fame e autor de alguns dos riffs e solos de guitarras mais conhecidos da história da música, o multipremiado Slash é músico, compositor, produtor cinematográfico e autor bestseller do New York Times. Em sua carreira, acumulou mais de 100 milhões de cópias vendidas e se tornou uma das faces mais reconhecidas da cultura pop em todo o mundo. Por estar sempre acompanhado de uma guitarra Gibson em uma parceria de mais de 30 anos, ele foi a escolha perfeita para abrir o braço fonográfico da icônica marca. Além de versões do disco, o selo vai disponibilizar a SLASH Les Paul Standard 4 Album Edition , uma guitarra feita especificamente para os fãs de Slash. A Gibson Records tem distribuição global da BMG.


CARCASS lança novo álbum Torn Arteries

Após ser postergado por um ano por causa da pandemia, as lendas do metal extremo CARCASS finalmente lançaram sua obra de arte grotesca e um dos mais antecipados álbuns deste ano – Torn Arteries que no Brasil foi lançado pela parceria Shinigami/Nuclear Blast Records. Com 10 músicas cheias de sangue como “Kelly’s Meat Emporium”, “Dance of Ixtab” e “Under The Scalpel Blade” o sétimo álbum da banda é uma fusão de “melhores elementos de virtualmente todas as fases do Carcass e simultaneamente aumentam o amálgama resultante para um nível maior de melodias brutais rederizadas” (Decibel, Out. 2021). O CARCASS também revelou o novo videoclipe para o single cheio de gore “The Scythe’s Remorseless Swing” que também poderá ser visualizado abaixo.

Alimentem-se da CARCAÇA!

“Dance of Ixtab (Psychopomp & Circumstances March No. 1 in B) – Music Video
“Kelly’s Meat Emporium” – Visualizer
“Kelly’s Meat Emporium” – Drum Playthrough
“Under the Scalpel Blade” – Audio Track
“Torn Arteries” Episode 1: “Kelly’s Meat Emporium

Tracklist para Torn Arteries

01. Torn Arteries
02. Dance of Ixtab
(Psychopomp & Circumstances March No. 1)
03. Eleanor Rigor Mortis
04. Under The Scalpel Blade
05. The Devil Rides Out
06. Flesh Ripping Sonic Torment Limited
07. Kelly’s Meat Emporium
08. In God We Trust
09. Wake Up And Smell The Carcass /Caveat Emptor
10. The Scythe’s Remorseless Swing
Torn Arteries está disponível no Brasil pelo seguinte link

Feroz e descompromissado em sua execução, a habilidade do CARCASS em dissecar o death metal de forma intrínseca e mostrar isto para o ouvinte para que ele entenda sonicamente tem sido um ponto de excelência por mais de três décadas. Em 2019 a banda lançou seu primeiro single em mais de cinco anos “Under The Scalpel Blade”, que seguiu com o lançamento de um EP chamado Despicable (Outubro 2020), colocando um potente procedente para um álbum de estúdio que virá em Setembro: Torn Arteries. Com o título que faz referência ás demos antigas criadas pelo baterista original Ken Own lá nos anos 80, Torn Arteries põe um fim na fase mais moderna da discografia do CARCASS, conectando diretamente para quando eles começaram á mais de 30 anos. A arte do álbum também faz referências ás fotografias grotescas que aparecem nos clássicos do CARCASS como Reek Of Putrefaction e Symphonies of Sickness. O artista Zbigniew Bielak tentou sair da normalidade para trazer um lapso de tempo de vegetais, em formato de coração, apodrecendo com o tempo em cima de uma placa branca. Esta forma de arte foi influenciada pelo japonês Kusôzu, o que significa: ‘pintar as nove etapas de um corpo em decadência.’

“É muito limpo, branco, o que nunca fizemos antes,” explica o vocalista e baixista Jeff Walker, “não parece diabólico ou típico death metal, mas eu gosto de como é “clean”, é quase como se fosse um livro que fica numa mesa de café.” Este novo álbum apresenta imagens, letras e soa típicamente como CARCASS, mas nos leva ao mesmo tempo para uma Era de produção, composição e arte tudo junto. “Eu penso que nosso 7º álbum se destaca de forma sônica e de estilo dos outros.”, comenta Walker. “Você reconhece na hora que é CARCASS, quando você coloca a agulha no vinil, quando você ouve o tom da guitarra, você sabe que é Bill Steer, mas cada álbum é um produto de seu tempo.” Com Torn Arteries, cada faixa é única do resto em sua aproximação em guitarra, baixo, vocal e bateria, junto com todos os detalhes mais específicos. Sujo e com um trabalho de guitarra dominante, cria camadas bem grossas de tom e melodias, pilhando no topo de cada um, um peso de carne morta em faixas como “Kelly’s Meat Emporium”.

“O título do trabalho para a música Kelly’s foi originalmente ‘Stock Carcass’”, ri Walker. “Sabíamos que um era uma faixa batata com carne para o álbum.” Enquanto isso a velocidade elevada e a batida cativante em “Dance of Ixtab” contam uma história robusta, uma que certamente terá uma reação do público ao vivo. “Nós construímos esta canção em volta da batida. Tivemos uma aproximação para cada música que definiu a ideia. É tudo sobre o que não fizemos ainda?” Gravar e produzir Torn Arteries não foi tão simples como sentar por algumas semanas e destruir, mas foi mais espalhar no curso de um ano indo e vindo da Inglaterra e Suécia. Inicialmente, o baterista Daniel Wilding fez os trabalhos de sessão na Suécia no Studio Gröndahl com David Castillo enquanto as guitarras foram gravadas no The Stationhouse com James Atkinson em Leeds, Inglaterra. Eventualmente, precisando de um local mais residencial para finalizar os vocais, baixo e algumas linhas de guitarra, a banda voltou para o estúdio Gröndahl na Suécia para continuar na atmosfera mais relaxada com Castillo. “Não havia um grande plano para fazê-lo assim, mas o processo fluiu assim organicamente,” comenta Walker.

Muitos vão apenas achar que a luta na real foi recomeçar Torn Arteries novamente assim que tinha finalizado. O álbum cobre um plano substancial para uma banda com tanta reputação, enquanto mantém o som viciante e honroso que o CARCASS representa no verdadeiro Mundo da cena death metal.

CARCASS é: Bill Steer – Guitarra; Jeff Walker – Baixo/Vocais; Daniel Wilding – Bateria; Tom Draper – Guitarra

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Ratos de Porão abre datas extras para shows dos discos históricos

Devido ao sucesso de vendas de ingressos das primeiras cinco datas dos shows de discos clássicos do Ratos de Porão, a Powerline anuncia mais cinco shows extras, nos sábados seguintes às datas completamente esgotadas – foram 500 ingressos vendidos em 24h! Os shows acontecem entre novembro e dezembro na casa Iglesia, em Pinheiros (São Paulo). Cada show será único: a banda tocará um álbum histórico por noite, do primeiro, Crucificados pelo Sistema, ao quinto, Anarkophobia. Além disso, cada apresentação ganhará um documentário. Ingressos das datas extras já à venda.

Foram quase dois anos do antológico quarteto punk longe das apresentações ao vivo, com plateia – em 2020, no primeiro evento alusivo ao 40 anos, o Ratos de Porão realizou um show live no Family Mob, apresentado pela Vans, e este ano foi a atração principal do fest on-line Noise Knob. Além dos shows inaugurais em que o Ratos tocará o clássico absoluto Crucificados pelo Sistema na íntegra, os outro serão nos dias 26 e 27 de novembro, com setlist do Descanse em Paz (1986), e 3 e 4 (Cada Dia Mais Sujo e Agressivo, de 1987), 10 e 11 (Brasil, de 1989) e 17 e 18 de dezembro (Anarkophobia, de 1991). Os ingressos também estão à venda no restaurante La Borratxeria (rua João Moura, 541, em Pinheiros, de terça a sábado, das 12h às 22h30, e domingo, das 12h30 às 18h30).

Todas as datas extras acontecem aos sábados, com entrada limitada a 100 ingressos. Em todas as ocasiões, serão respeitadas as normas vigentes do Plano São Paulo de combate à Covid, determinadas pelo Governo do Estado. O uso de máscara, por exemplo, será obrigatório, assim como a apresentação do passaporte da vacina contra o novo coronavírus, com ao menos uma dose aplicada.

Iglesia, nova casa do rock

Os cinco shows acontecem na Iglesia, uma recém-inaugurada casa na capital paulista que fica na rua João Moura, 515, galpão 6, no bairro de Pinheiros (dentro do estacionamento Best Park), ao lado do La Borratxeria, restaurante bar de propriedade do Jão, o guitarrista do Ratos de Porão. Aliás, a Iglesia também é do Jão! O local é de fácil acesso, a cinco quadras da estação de metrô Oscar Freire, na linha amarela. A Iglesia (Igreja, traduzida do espanhol) é temática, mas é uma espécie de Igreja do Diabo. O palco remete a um grande altar e elementos espalhados pela casa remetem ao universo nada ortodoxo do inferno. O caixa, por exemplo, faz alusão a um confessionário.

“É uma igreja sinistra, com imagens de santo, uma cruz de ponta-cabeça na entrada. É uma igreja fora dos padrões”, brinca Jão, que se aventura em sua primeira casa de show. A Iglesia já realizou alguns eventos, mas com mesa e cadeira para shows de bandas de jazz, respeitando o distanciamento social. “Mas pro Ratos tem que ser de pé, né?”, comenta.

Documentário

“Quarenta anos de banda é uma data a ser comemorada. Já marcamos para novembro para bater com o mês de aniversário do Ratos. Estamos com sangue no olho para tocar”, destaca o guitarrista. Uma data que precisa ficar para a história, inclusive, e por isso será devidamente registrada em minidocumentários, um para cada evento, com direção de Estevam Romera (do Family Mob e Desalmado). A ideia é registrar algumas músicas do show, colher depoimentos de convidados que tem a ver com a trajetória do Ratos ou pessoas importantes do meio em que a banda rodou nestas décadas (do punk, hardcore ao metal). “E editamos na sequência. Os episódios vão ao ar antes do show seguinte, uma espécie de documentário em tempo real desta série, acompanhando este momento”, conta Estevam, que garante um material profissional à altura do Ratos de Porão.

SERVIÇO

Temporada Ratos 40 anos tocando os clássicos na íntegra

Datas: 19 e 26 de novembro; 3, 10 e 17 de dezembro de 2021 – ESGOTADOS

Datas extras: 20, 27 de novembro; 4, 11 e 18 de dezembro de 2021
Local: Iglesia
Endereço: rua João Moura, 515, galpão 6 (dentro do estacionamento Best Park) no bairro de Pinheiros – São Paulo
Classificação etária: 18 anos
Ingressos: Clube do Ingresso e no restaurante La Borratxeria (rua João Moura, 541, em Pinheiros, de terça a sábado, das 12h às 22h30, e domingo, do 12h30 às 18h30)

Ingresso para o show do dia 20/11 (Crucificados pelo Sistema)

Ingresso para o show do dia 27/11 (Descanse em Paz)

Ingresso para o show do dia 04/12 (Cada Dia mais Sujo e Agressivo)

Ingresso para o show do dia 11/12 (Brasil)

Ingresso para o show do dia 18/12 (Anarkophobia)


Child O’ Flames anuncia data e capa de novo single “Raise the Flames”

A tradicional banda curitibana Child O’ Flames lança no próximo dia 28 de outubro o single inédito “Raise the Flames”, masterizado e mixado pelo internacionalmente renomado produtor Adair Daufembach. A música é a primeira gravação da atual formação do grupo, com o vocalista Thiago Acantara, os guitarristas Cesar Augusto e Luis Ferraz, o baterista Felipe Borges e o baixista Felipe Gusinski. Na mesma data, estreia o videoclipe da faixa, gravado por Alceste Ribas, da Black Flames Pictures (Semblant, Belphegor). Faça o pré-save de “Raise the Flames”.

A faixa “Raise the Flames” foi gravada no MGC Estúdio, uma referência em produção musical para bandas de rock e metal, comandada pelo experiente Marcelo Gelbcke, que produziu trabalhos de bandas como Landfall e Icon of Sin. A mixagem e masterização ficaram a cargo de Adair Daufembach, que trabalhou com nomes como Tony MacAlpine, Project 46 e no mais recente álbum solo de Kiko Loureiro (Megadeth). O produtor Adair Daufembach comenta o trabalho com o grupo: “Foi um prazer, é uma banda super talentosa, que foi gravada pelo Marcelo, que fez um trabalho incrível”. Para o profissional, as características únicas da música da Child O’ Flames são um diferencial: “Me parece bastante um metal sueco/americano, que nem o lance do Soilwork, que é uma banda sueca que agrada pra caramba o mercado americano. Acho impressionante uma influência como esta, pois parece genuinamente uma banda de fora. Achei bem pra frente, todos tocam muito bem e o vocalista parece que a voz dele vai explodir, é um negócio surreal”, enfatiza.

O guitarrista Cesar Augusto complementa sobre a parceria entre Child O’ Flames e o produtor: “Tivemos a preocupação de fazer o trabalho mais impecável possível, tanto de arranjos, composição e letra. Certamente tínhamos que escolher alguém que fosse referência mundial. O Adair é um cara extremamente humilde e gentil, uma excelente pessoa. Temos certeza de que chegamos a um excelente resultado com a ajuda do Adair”.

Raise the Flames

O vocalista Thiago Acantara comenta o conceito lírico: “É uma música muito enérgica e para a frente, que transmite uma mensagem positiva de renascimento: se levantar e vencer, nunca desistir. Quero que as pessoas escutem e se identifiquem com isso. Por mais difíceis que as coisas sejam, sempre há um renascer, um novo amanhã!”. O guitarrista Cesar Augusto complementa: “É uma mensagem de esperança, um lembrete para nunca desistir. Busque pelos seus sonhos, lute contra o que te faz mal. No meio do caos que vivemos, é essencial – para mantermos a sanidade – manter o foco no horizonte e esperar por dias melhores”. O frontman Thiago, que também é proprietário da Verticy Clothing, ficou responsável pelo criação da arte da capa do single: “O desenho traz o equilíbrio e o poder que temos em nossas mãos. O fogo que envolve a arte é a aura que todos nós carregamos. Você consegue controlar o poder que tem em suas mãos?”, instiga.

Histórico

A banda Child O’ Flames iniciou os trabalhos no começo do milênio, e lançou algumas demos em busca de uma linguagem própria e espaço. O guitarrista Cesar Augusto e o baterista Felipe Borges entraram no grupo em 2006, em uma jornada que os levou aos grandes palcos do Brasil, tocando ao lado de monstros da música pesada mundial como Grave Digger, Exodus, Sepultura, Biohazard, Suicidal Tendencies, Tristania, Misfits, entre outros. O baixista Felipe Gusinski entrou em 2010, somando com suas influências e determinação. A banda entrou em hiato um tempo depois, retomando as atividades em 2020, sacramentada pelo lançamento do álbum A New Rising, que obteve excelente retorno de público e crítica.

Com a entrada de 2021, algumas mudanças estruturais trouxeram dois novos músicos para a formação da Child O’ Flames. O experiente guitarrista e compositor Luis Ferraz tem vasta experiência na cena local, tendo tocado por anos no Krucipha. O vocalista Thiago Acantara tem no currículo renomados tributos a Slipknot e Linkin Park, e é proprietário da empresa Verticy Clothing. Agora, de nova cara, o grupo mostra um abordagem atualizada, com um som moderno, pesado e repleto de influências distintas. “Raise the Flames” é apenas o primeiro capítulo desta nova etapa da carreira do Child O’ Flames.

A tradicional banda curitibana Child O’ Flames disponibilizou em 28 de outubro o single “Raise the Flames”, composição inédita que marca a estreia oficial da atual formação do grupo. A faixa foi masterizada e mixada pelo renomado produtor Adair Daufembach. A Child O’ Flames é formada atualmente por Thiago Acantara (vocal), Cesar Augusto e Luis Ferraz (guitarras), Felipe Borges (bateria) e Felipe Gusinski (baixo). Além da música, disponível em todas as principais plataformas de streaming, o conjunto lançou um videoclipe para o single, gravado por Alceste Ribas, da conceituada produtora Black Flames Pictures (Belphegor, Semblant). Assista o videoclipe.

A faixa “Raise the Flames” foi gravada no MGC Estúdio, uma referência em produção musical comandada pelo experiente Marcelo Gelbcke, que produziu bandas como Landfall e Icon of Sin. A mixagem e masterização ficaram a cargo de Adair Daufembach, que trabalhou com nomes como Tony MacAlpine, Project 46 e no mais recente álbum solo de Kiko Loureiro (Megadeth). O produtor Adair Daufembach comenta o trabalho desenvolvido pelo grupo: “É um metal sueco/americano, que nem o Soilwork, que é uma banda sueca que agrada pra caramba o mercado americano. Acho impressionante esta influência, pois parece genuinamente uma banda de fora”, afirma. O guitarrista Cesar Augusto complementa sobre a parceria entre Child O’ Flames e o produtor: “Tivemos a preocupação de fazer o trabalho mais impecável possível, tanto de arranjos, composição e letra, e tínhamos que escolher uma referência mundial. O Adair é extremamente humilde e temos certeza de que chegamos a um excelente resultado”. Ouça o single “Raise the Flames”.

Raise the Flames

O vocalista Thiago Acantara comenta o conceito lírico: “É uma música muito enérgica e para a frente, que transmite uma mensagem positiva de renascimento: se levantar e vencer, nunca desistir. Por mais difíceis que as coisas sejam, sempre há um renascer, um novo amanhã!”. O guitarrista Cesar Augusto complementa: “É uma mensagem de esperança, um lembrete para nunca desistir. No meio do caos que vivemos, é essencial manter o foco no horizonte”. O frontman Thiago, que também é proprietário da Verticy Clothing, ficou responsável pelo criação da arte da capa do single: “O desenho traz o equilíbrio e o poder que temos em nossas mãos. O fogo que envolve a arte é a aura que todos nós carregamos. Você consegue controlar o poder que tem em suas mãos?”, instiga.

Histórico

A banda Child O’ Flames iniciou os trabalhos no começo do milênio, e lançou algumas demos em busca de uma linguagem própria e espaço. O guitarrista Cesar Augusto e o baterista Felipe Borges entraram no grupo em 2006, em uma jornada que os levou aos grandes palcos do Brasil, tocando ao lado de monstros da música pesada mundial como Grave Digger, Exodus, Sepultura, Biohazard, Suicidal Tendencies, Tristania, Misfits, entre outros. O baixista Felipe Gusinski entrou em 2010, somando com suas influências e determinação. Após um hiato, retomam as atividades em 2020, sacramentada pelo lançamento do álbum A New Rising, que obteve excelente retorno de público e crítica.

Mudanças estruturais trouxeram, em 2021, dois novos músicos: O experiente guitarrista e compositor Luis Ferraz, com vasta experiência na cena local, tendo tocado por anos no Krucipha; e o vocalista Thiago Acantara, que tem no currículo renomados tributos a Slipknot e Linkin Park. De nova cara, o grupo mostra um abordagem atualizada, com um som moderno, pesado e repleto de influências distintas. “Raise the Flames” é apenas o primeiro capítulo desta nova etapa da carreira do Child O’ Flames.

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Varney lança Ideal, um álbum enigmático e conceitual

A Varney lança seu terceiro álbum, Ideal, depois de ter lançado os singles “Futuros que acabei de escrever”, “Ideal” e “Quem se afoga”. Lançado em 8 de outubro, ele teve produção da própria banda, que gravou em “home office” cada uma das suas partes, em decorrência da pandemia. O lançamento é feito pelo selo Caravela, com distribuição da Warner Music. Ouça Ideal no Spotify. O terceiro lançamento da Varney segue sua evolução musical, adicionando elementos que trazem muito de indie rock, mas flertando ainda com elementos do industrial e do experimental para trazer um álbum cheio de camadas que podem ser descobertas a cada ouvida.

“Nós sempre temos como objetivo criar músicas que funcionem para uma ouvida no dia a dia, com melodias e elementos que sejam cativantes, mas que também tenham uma profundidade maior a ser explorada, tanto a nível de arranjos quando a nivel de letras”, diz Thiago Corrêa, vocalista da banda. 

Fica evidente que a composição feita fora das salas dos estúdios traz características diferentes à sonoridade da Varney. As guitarras mais ríspidas de “Fantasma” (2016) perderam um pouco do seu protagonismo em “Ideal”, que teve muitas músicas que tiveram seu ponto de partida nos pianos e sintetizadores. “Quando pensamos a história que esse álbum deveria contar, pensamos que a linguagem deveria ser também diferenciada. Por isso, usamos muitas programações pra criar o clima que o álbum passa. Nós literalmente usamos os softwares como instrumentos musicais e não nos limitamos a criar músicas apenas com guitarra, baixo e bateria”, diz Bernardo Arenari, que toca baixo e teclas na banda.

Assista aos clipes:
Ideal

Futuros que acabei de escrever

Quem se afoga

FAIXA-A-FAIXA – com comentários da banda

Ideal abre com “1979”, e já nos desperta para o fato de haver um enigma dentro do disco, algo que se passa no fim da década de 1970 talvez. A introdução começa com frequências graves seguidas de uma melodia que nos remete a antigos filmes distópicos como por exemplo Terminator 2 ou mesmo Blade Runner. “Me deixa esquecer” vem logo a seguir com sua batida ritmada e dançante a lá The Killers com camadas e camadas de sintetizadores e guitarras dedilhadas. “Em Ideal nós pensamos as guitarras com um objetivo diferente. Antes elas funcionavam como uma camada grossa de Fuzz pra dar textura ao ritmo mais primal das levadas, agora, elas são melodias suaves, completas, bonitas e únicas. Há tantas melodias de guitarra escondidas nesse álbum que cada ouvida vai ser uma experiência diferente”, diz Bruno Soares, guitarrista da banda.

“Me deixa esquecer” traz um refrão marcante com uma letra que gruda fácil na mente e nos prepara pra “Futuros que acabei de escrever”, uma quase balada permeada por ondas suaves de melodias que vão se juntando uma a uma até que a voz entra. “O que o tempo irá contar, chamas duras de apagar, são dois versos que acabei de escrever… depois que tudo passar, há nós dois em algum lugar, são futuros que acabei de prever”. Um olhar pro futuro que talvez seja uma esperança, um acalento, palavras que desembocam em um solo que continua enquanto a música vai sumindo em um fade out suave. “Futuros que acabei de escrever” repete o feito da música anterior e gruda na mente, lembrando bandas como U2 ou mesmo projetos mais atuais como The Midnight. “Quem se afoga” vem logo em seguida. Talvez a música que mais evidencie a ligação do disco a uma distopia, à nossa distopia. A música fala de política de uma forma mais poética, colocando visões contrastantes frente a frente.

“Nessa música eu queria mostrar como os ideais podem ser opostos dentro de um mesmo acontecimento caótico. Enquanto uns lutam por suas vidas, outros lutam para manter seus lucros, seus luxos e suas vontades. O ‘foda-se quem se afoga’ é a fala mais arrogante, mais absurda e mais dita (de forma conceitual) por grandes empresários, líderes religiosos e políticos no momento em que mais precisávamos de equilíbrio para termos uma passagem melhor por esse momento. Focados no lucro, o mundo se torna cada vez um lugar mais árido pra nós mesmos”, diz Thiago.

A música que dá nome ao álbum, “Ideal” surge em seguida. Toda a veia industrial da Varney não poderia estar mais evidente do que aqui. “Ideal” é forte, hardcore, suja e melódica ao mesmo tempo. O enigma que começa lá em cima, no começo do álbum, parece falar de uma relação, alguém que aparece em “Futuros que acabei de escrever” e que reaparece aqui. “Ideal” é certamente uma das músicas mais ousadas do cenário nacional do momento, usando elementos não vistos em nenhum outro disco lançado por artistas brasileiros. Toda a distopia sonora da música contrasta com o refrão melódico e toda a loucura da sonoridade das engrenagens girando e dos martelos batendo se suaviza no segundo momento da música em que tudo vira melodia e delicadeza. 

A contração dos músicos de “Ideal” é seguida pelo relaxamento de “Granito”. Quase 7 minutos de música ritmada, marcante, melódica e com uma das letras mais poéticas da Varney. 

“Quando eu iniciei as partes básicas da música, pensei em algo envolvente e limpo. Entreguei a base da música pra Thiago e fomos construindo o que ela veio a se tornar”, diz Bernardo. “Quando escrevi essa música eu estava devorando os poemas de Hilda Hilst. Ficamos semanas compondo sintetizadores e lapidando os timbres até que eu escrevi uma poesia que tinha uma métrica perfeita pra “Granito”. Eu acho que talvez seja uma das músicas mais poéticas em termos de letra desse disco, com um final comovente que eu literalmente não me lembro de ter escrito. É clichê dizer isso, mas essa letra veio de algum lugar e eu só coloquei no papel”, diz Thiago.

Quando “Granito” acaba, nós entendemos que esse suposto relacionamento talvez seja um relacionamento com a idealização da perfeição, e que há uma quebra: “Você se foi, deixou nós dois, só eu e eu”. “1978” aumenta a curiosidade sobre o que está oculto dentro deste álbum. A Varney agora fala mais ainda desse relacionamento, mas agora de uma forma mais suja, mais carnal e mais realista. Aqui há algo sobre a frustração, sobre o acordar do sonho, talvez uma percepção de que o sonho de um futuro mais leve de “Futuros que acabei de escrever” seja na verdade uma grande mentira. A vida precisa ser vivida mesmo que seja imperfeita, mesmo que seja em meio ao caos, mesmo que seja permeada de frustrações.

“Páginas em branco” fecha o álbum. Uma canção de despedida, como a que Varney sempre gosta de fazer ao fim de cada disco. É interessante perceber que o que dá o ritmo dessa música é um som robótico ao fundo, máquinas trabalhando, algo sintético. Uma música que vai crescendo até chegar ao refrão onde brotam pianos, guitarras e a sonoridade é bem mais dramática. “Me restaram eu e meu vazio esperando o dia de você voltar”. Há uma sensação de solidão na música, uma ausência de alguém (ou algo) que se foi. Mesmo assim, “Páginas em Branco” traz no fundo alguma esperança de reconstrução. Os aplausos no meio da música fazem com que o mesmo refrão, quando repetido pela segunda vez, já seja sentido diferente, com mais esperança. “Eu uso o meu tempo compondo lembranças” é uma das frases mais fortes do álbum, mostrando o quanto cada um de nós vive mergulhado em idealizações do passado e esperanças do futuro. Ideal talvez seja um álbum pra quem tem a cabeça de sonhador entender que os pés precisam estar no chão, no aqui e no agora. E a Varney está aqui.


Entre atmosfera densa e dançante, Resumo da Ópera traz o contraste da luz e escuridão do rock alternativo de Dani Carmesim

A cantora e compositora Dani Carmesim marca seus 10 anos de carreira com lançamento de álbum. Resumo da Ópera chega não só como uma síntese dessa década de rock alternativo, mas, principalmente com experimentações e novos caminhos. Alternando entre uma atmosfera densa e dançante, o contraste entre a luz e a escuridão fica claro nas letras pesadas acompanhadas por arranjos recheados de referências do Rock em seus timbres, riffs e solos, contudo, traz um toque contagiante e pulsante do Post Punk e Synthwave, entre outros elementos do mundo underground que deixam o disco mais fluido e gostoso. O trabalho foi construído para dar voz a temas pertinentes e, como no enredo de uma Ópera, o disco abre de forma densa falando sobre as incertezas dos tempos em que estamos vivendo e que trazem à tona sentimentos como o medo, angústia, insegurança e ansiedade, passando por um segundo ato de transição atmosférica, mesclando temas como preconceito, autoconhecimento, autoafirmação e culminando com um ato final dramático, onde a crise política atual, o existencialismo e o rumo que a humanidade está tomando é questionado.

Depois de quase seis anos do lançamento do seu primeiro disco, Das Tripas Coração, em 2015, Dani chega com Resumo da Ópera fazendo uso mesmo do significado de encurtar uma narrativa ou ainda recapitular resumidamente aquilo que foi exposto. O álbum é uma síntese dos 10 anos da sua trajetória na música, mas, para além disso, marca uma nova sonoridade e abre margem para uma nova história ser escrita. “São 12 músicas autorais e com participações de artistas e músicos que admiro e que são referência no cenário musical. Tudo isso, encaixado perfeitamente com o sotaque musical que vem da minha cidade, Recife-PE e que dá um toque único e com a minha personalidade no tipo de música que eu faço.”, explica Dani. Todas as letras do álbum são de autoria da Dani Carmesim com exceção da faixa 01, ‘O Cheiro do Medo’ que tem coautoria de Marcelo Rêgo da banda Sargaço Nightclub. Além disso, o disco tem participações especiais como na faixa 02, ‘Víbora’, que conta o guitarrista Neilton Carvalho da renomada banda Devotos. Com Kira Aderne; cantora, compositora e guitarrista da banda Diablo Angel, que divide o vocal, cantando em inglês, na faixa 07, ‘Over and Over’ e também com o cantautor Fernandes que gravou as guitarras das faixas 07 e 08 (Over and Over e Bolero Urbano).

Este é o segundo álbum autoral e independente de Dani, que computa ainda dois EP’s e um CD em sua carreira. Resumo da Ópera foi gravado por Fernando S. na Home Studio Área 51 que também assina a produção musical do disco além de contar com os músicos André Insurgente no baixo, Tiago Marditu na bateria e o próprio Fernando S. nas guitarras e sintetizadores. A Foto da capa do disco foi feita por Marina Branco, da Caldo de Cana Filmes e a diagramação e edição por André Insurgente. O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais de músicas e segundo a própria cantora: “Resumo da Ópera é um disco pra se ouvir completo e no volume máximo!!”


CROOKED GOD anuncia o lançamento do debut Cruel and Blasphemous

CROOKED GOD é um grupo norte-americano de Blackened Death Metal, que se originou em 2021 e atualmente está baseado em Houston, Texas (Estados Unidos). O grupo é formado a partir das intenções do ilustre músico JR Escalante, dirigente do Nocturnal Hollow, de explorar novos horizontes musicais nos quais, por razões de tempo e horário, não tinha conseguido entrar. O grupo está prestes a lançar seu álbum de estreia, intitulado Cruel and Blasphemous. Ele será lançado em 20 de novembro em todas as plataformas digitais. Por sua vez, será lançado nos Estados Unidos pela Blackstorm Productions, no México pela Concreto Records e na Colômbia pela Against the Light Records.

Este trabalho aborda os lados mais sombrios do ser humano como tal, investigando temas que são claramente reais e despojados de todos os tipos de fantasia. Influenciado por atos lendários do gênero como Mayhem, Darkthrone e Inquisition, Escalante dá vida a um grupo que promete ser um buzz em nenhum momento. A formação é completada pelo baterista George Knive. “É uma música muito crua e visceral, que não deixa espaço para mentiras. Você tem que expulsar o que você está tentando transmitir “, diz JR Escalante. “Para mim, o satanismo é uma crença puramente humanística, que se refere a quão frágeis somos dentro do universo. Permite-nos libertar-nos das frustrações e medos, mostrando-nos que é humanamente possível que sejamos fracos. Crooked God conta, em cada música, uma pequena história de ficção e realidade ao mesmo tempo”. O último single de Crooked God, “Aeons of Black Days”, já está disponível no YouTube. Confira. A arte principal do álbum ficou a cargo de Néstor Avalos, diretor de arte e designer mexicano que já trabalhou com bandas renomadas (Bloodbath, Hecate Enthroned, Vital Remains, Dark Funeral, Moonspell, Vltimas, Necrophobic, Rotting Christ, entre outras), e a produção, música e letras, ficaram a cargo de JR Escalante.

TRACKLIST – Cruel and Blasphemous

1 – Intro
2 – Goddess from Hell
3 – Serpent’s Path
4 – Aeons of Black Days
5 – He Create, He Destroy
6 – Evil Whores from Sodom
7 – Beyond Infernal Rays
8 – Paganus Sacrificium
9 – The Oath
10 – Ashes of Oblivion
11 – Outro Memphis Minnie
CROOKED GOD é: JR Escalante – Vocais, guitarra, baixo; George Knive – Bateria


The Giant Void revela capa e tracklist de álbum de estreia

O The Giant Void foi idealizado neste ano de 2021 pelo músico e produtor musical Felipe Colenci. Apesar de ser um novo projeto, o The Giant Void já nasce gigante em experiência. Além das bandas de metal pelas quais já passou como Blackdome e Fire Diamond, Colenci é proprietário da Fuzzr, uma das mais respeitadas produtoras de áudio do país especializadas em jingles, spots e efeitos sonoros. E foi na própria Fuzzr que Colenci encontrou o vocalista perfeito para a banda: o seu amigo Hugo Rafael. “Eu estava gravando as primeiras músicas do que viria a ser o The Giant Void aqui na Fuzzr quando fui até a sala do Hugo – ele trabalha aqui na produtora também – e o convidei para gravar algumas vozes. Quando ele terminou a primeira música, eu sabia que tínhamos algo muito sério ali,” comentou Colenci.

“O Colenci já sabia que eu sempre fui um grande fã de rock e metal e quando ele me comentou sobre o novo projeto eu já comecei a me preparar”, lembrou Hugo Rafael que é conhecido por ser, desde 2015, o vocalista do Sambô, grupo famoso por misturar elementos do rock e samba. Hugo também participou e venceu o concurso “Jovens Talentos” do Programa Raul Gil do SBT, o que lhe rendeu a gravação de um álbum solo pela Sony Music. O então duo Felipe Colenci (guitarra/baixo) e Hugo Rafael (vocal) precisava de um baterista. Colenci retomou alguns contatos profissionais que havia feito com o músico alemão Michael Ehré, baterista de dois gigantes do heavy metal alemão, Gamma Ray e Primal Fear, e um acordo não demorou para ser fechado.

“As músicas do The Giant Void são bem desafiadoras, embora divertidas para se tocar. Elas tem compassos diferentes e mudanças de tempo bem específicas. Ainda assim bem marcantes e melódicas e tenho certeza que vocês irão gostar. Há músicos incríveis envolvidos nesse projeto”, comentou o baterista que ainda toca com o The Unity e na banda do lendário ex-guitarrista do Scorpions, Uli Jon Roth. Após o lançamento de dois singles, “Bite The Bullet” – que conta com a participação de Adrian Barilari, do Rata Blanca – e “Dead End Job”, o The Giant Void anuncia o lançamento de seu álbum de estreia intitulado Thought Insertion.  Produzido, mixado e masterizado por Felipe Colenci, Thought Insertion reunirá nove faixas: “Voidwalker”, “Bite The Bullet”, “Dead End Job”, “Ordinary Men”, “Beltalowda”, “Pale Blue Dot (Meant to Last)”, “Rotten Souls”, “Thought Insertion” e “Chernobyl”. A capa do álbum é assinada por Carlos Fides (Kamelot, Shaman, Evergrey, Black Pantera, etc). Thought Insertion está disponível em todas as plataformas digitais desde o dia 28 de Outubro. Uma edição física em CD Digipack também será lançada em Dezembro. Assista os vídeos de “Bite The Bullet” e “Dead End Job”. Assista também o mini documentário sobre a formação da banda.

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Selo Tal & Tal Records apresenta a coletânea Mapa Astral, Vol. 4 ::: Ar

Nesta sexta feira, dia 15/10, será lançado “Mapa Astral, Vol. 4”, a quarta coletânea de produções caseiras do selo Tal e Tal Records de Porto Alegre. Para além da diversidade de gêneros musicais, o disco é apresentado num formato de mapa astral, onde cada faixa apresenta um diálogo com o elemento Ar. Com as coletâneas, o selo busca apresentar novas artistes e ampliar a rede independente, além de mostrar como as produções caseiras têm qualidade artística e técnica profissionais. Construído de maneira coletiva e independente, o disco conta com 15 faixas de artistas de diferentes estados do Brasil. As músicas foram produzidas nas casas de cada artista e masterizadas por elus e pela Tal & Tal Records.

Participam da coletânea: FELIPE QUADROS, NEGO JOCA, BARLOS, MACA SOL, DUDA RAUPP, JALILE, GABÃO, GABRIELA JOÃO, DAAVI, ANALESPE, VICTOR, PIETRO CUNHA, LE TAUCEDA, BEILI, OLIMPIO MACHADO, ANA MATIELO, MARIÆDUARDA & CARINA LEVITAN.

💨 link para streaming

O disco encerra o projeto “Quarentena do Zodíaco“, que se propôs a organizar quatro coletâneas com músicas feitas em casa, cada uma com a temática de um elemento diferente, oferecendo auxílio para novos artistes produzirem, mixarem e masterizarem suas músicas. Todas as maravilhosas artes das capas foram feitas pela artista Clara Trevisan, misturando os 3 signos de cada elemento em seres que expressam a temática de cada volume.

🌳 Confira o Vol.3 ::: Terra

💧 Confira o Vol.2 ::: Água

🔥 Confira o Vol.1 ::: Terra 


Lançamento Solo Helio Lima

Depois de 14 anos dedicados às bandas Flat’n Sharp e HL Arguments, o cantor e compositor, Helio Lima, acaba de lançar seu álbum solo: Empty. Gravado entre Março de 2020 e Julho de 2021, o trabalho traz 10 faixas autorais do próprio músico, assinado pelo produtor Marcelo Santos, o mesmo do álbum “Honten” – HL Arguments (2018). Empty é um álbum que explora pianos, cordas e instrumentos de sopro, mas não deixa de lado as guitarras e baterias, que são bem presentes. Helio mescla influências de cantores como Elton John, Simon & Garfunkel, Nina Simone, além de bandas como Arcade Fire e Radiohead. Boa parte das imagens foram feitas no Cajon del Maipo (Cordilheiras dos Andes – Chile), já que o cenário deslumbrante também inspirou o artista em suas composições.

Em 2020, três singles do álbum foram lançados e noticiados em diversos blogs de música, são eles: “Empty” (que dá nome ao álbum), “Dreams” e “October II”. Todos ganharam clipes e estão disponíveis no canal do YouTube. Todo o trabalho do artista está disponível nas plataformas de Streaming (Spotify, Deezer, Apple Music, Pandora, Amazon) e
também através do link.

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