10 bandas de metal que vão além do sexo, drogas e rock and roll

O metal como gênero do rock carrega o estereótipo de ser o filho “malvadão” do rock and roll. Por mais que isso seja verdade em alguns casos, em outros, vemos que a carapuça não serve. Autoestima, mitologia, RPG, filosofia, História, folclore e muito mais! Cada banda de metal busca se destacar não somente na música, mas também em letras que vão além da tríade sexo, drogas e rock and roll. Para celebrar o Dia Mundial do Rock separamos abaixo 10 bandas que se destacam na arte de sair da caixinha:

Iron Maiden: Tendo o vocalista, Bruce Dickinson, formado em História, eles seguiram a temática até mesmo nas músicas. Em “Invasion”, eles falam sobre a invasão dos Vikings na costa dos Bretões, no século IX. Já em “Genghis Khan”, a faixa instrumental faz alusão ao conquistador mongol que dominou uma área de 20 milhões de metros quadrados entre 1200 e 1227. Há também músicas sobre Alexandre, o Grande, na faixa “Alexander The Great”; a canção “2 Minutes do Midnight” fala sobre a Guerra Fria, e a lista não tem fim. Se quer banguer e aprender um pouco mais sobre História, Iron Maiden é a sua desculpa!

Assista “2 Minutes to Midnight

Sabaton: Quem também segue a mesma onda de História é a banda de power metal sueca. Fãs brasileiros, inclusive, organizaram sete álbuns da banda em ordem cronológica em relação às Histórias que eles contam. A ordem começa em 206 A.C, com a música “The Art of War”, que fala sobre quando Sun Tsu escreveu o famoso livro, e segue até o Saque de Roma, a Primeira Guerra Mundial, o Holocausto, a Segunda Guerra Mundial, Guerra do Vietnã, Guerra das Malvinas, Guerra do Golfo e até a mais recente, Guerra do Iraque.

Assista “The Last Stand

Metallica: Ouvidos que não são treinados, a ouvir os riffs, as construções rítmicas e o bate-cabeça da banda de trash metal, não pensam que há poesia nas letras. Tolos! James Hetfield consegue falar de temas pesados com a sensibilidade de poucos. Uma das primeiras baladas da banda, “Fade to Black” fala sobre tendências suicidas. Já a clássica “Master of Puppets” fala sobre os efeitos negativos do uso de drogas e álcool, indo contra a moda da época, que destacava positivamente o uso de entorpecentes. Em “One”, a letra conta sobre um soldado que foi à Primeira Guerra Mundial e voltou mutilado, apenas com seu cérebro intacto.

Assista “One

Epica: A banda holandesa fala sobre tecnologia, sobre religiões, política, cultura, mas sempre com um olhar crítico, voltado para a visão humana destes temas. Na canção “Façade of Reality”, o ataque às Torres Gêmeas é o principal tema, chegando a contar com trechos do discurso do então primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Tony Blair. Já a música “Another Me in Lack’ech”, fala sobre a riqueza dos maias e a ganância dos conquistadores e como isso destruiu uma civilização. Em “Beyond Belief”, a banda fala sobre a disputa entre ciência e religião, sem desmerecer nenhum dos lados. Já em “Universal Death Squad”, a fixação pela tecnologia significa o fim da humanidade.

Assista “Façade of Reality

Black Sabbath: Inspirado em um filme de horror italiano, surgiu a banda Black Sabbath. Como não podia ser diferente, as canções também trazem a temática do gênero horror, como também temas sociais. No clássico “Iron Man”, a tecnologia é o tema predominante, quando teme que o “homem de ferro” pudesse voltar-se contra os humanos que o criaram. Outro hit, “War Pigs”, fala sobre políticos considerados responsáveis pelo horror da guerra. Já em “Children of the Grave”, fala-se sobre o futuro das crianças após uma guerra nuclear.

Assista “Iron Man

Lyria: A banda brasileira de metal sinfônico traz em suas canções letras que abordam autoestima, superação e mitologia. Em “Let Me Be Me”, o grupo estimula o autoconhecimento e lutar para ser quem é, em uma sociedade mantida por aparências. Já em “The Rain”, a temática é o autismo e foi inspirada por um fã australiano que foi diagnosticado no espectro. A mitologia está presente em músicas como “The Phoenix Rebirth” que faz alusão à figura mitológica da fênix, “Reflection” que fala sobre o mito de Narciso e Ashes of my Fears sobre o Mito da Caverna.

Assista “Let Me Be Me

Gloryhammer: O RPG é a temática que guia a banda anglo-saxã de power metal sinfônico. Cada membro da banda representa um personagem e eles usam armaduras e roupas estilo RPG, como mago, guerreiro, entre outros. Cada álbum é como se fosse uma nova campanha de RPG de fantasia, com elfos, busca por artefatos e missões em terras longínquas.

Assista “Gloryhammer

Disturbed: A banda de metal estadunidense fala de temas variados e até mesmo chega a inspirar soldados, como na letra de “Indestructible”. Mas também fala de suicídio, como em “Inside the Fire”, inspirada pela história real do vocalista, que presenciou o suicídio de sua namorada, quando ambos eram adolescentes. O anti-racismo também é encontrado nas canções da banda, que na música “3” fala sobre o caso “West Memphis Three”, em que três jovens do “Cinturão Bíblico” (região dos EUA onde a religião cristã se confunde com a cultura) que ouviam heavy metal e vestiam-se de preto foram acusados e julgados culpados de assassinato, ainda que não houvesse evidência.

Assista “Indestructible

Turisas: A História volta a aparecer nas canções desta banda finlandesa, que fala sobre os sentimentos de soldados que estão longe de casa (“The Land of the Hope and Glory”), sobre fatos históricos da Europa, como a Guerra dos 30 anos (“Rex Regis Rebellis”). E também traz álbuns conceituais como “The Varangian Way”, que fala sobre um grupo de escandinavos que viajam por meio do rio medieval Kievan Rus’, para chegar no Império Romano. Ou como em “Stand Up and Fight”, que fala sobre a Guarda Varegue, grupo de nórdicos que trabalhavam para o Império Bizantino.

Assista “Stand Up and Fight

Arandu Arakuaa: A fim de valorizar as manifestações culturais dos povos indígenas do Brasil, a banda brasileira de folk/thrash metal canta em tupi-guarani. Em suas letras, histórias sobre os povos originários, como em “Tupinambá”, inspirada no livro “Viagem ao Brasil”, em que um aventureiro é sequestrado e quase morto em um ritual de canibalismo por índios Tupinambás. Já a canção “Hêwaka Waktû” é inspirada nos rituais para atrair a chuva para a mata.

Assista “Hêwaka Waktû


Airbourne confirma RF Force como banda convidada para show no Brasil

Um dos maiores nomes do Rock and Roll na atualidade, o Airbourne retorna ao Brasil para um único show. O quarteto australiano se apresenta no dia 28 de agosto, domingo, a partir das 17 horas, no palco da Fabrique Club, em São Paulo. A produção acabou de confirmar a adição do RF Force, formado por músicos experientes no cenário nacional, como banda convidada. O show será uma celebração de um dos mais conceituados bares de Rock do Brasil, o Manifesto Bar, que completa 28 anos de atividades ininterruptas, se tornando um reduto clássico para os admiradores de Rock e Metal. Os ingressos estão à venda online pela plataforma Bilheto, e também no Manifesto Bar, sem taxa de conveniência.

RF Force

A junção de forças do Heavy Metal “old school” é o princípio do RF Force. Idealizado pelo renomado guitarrista Rodrigo Flausino (Hardstuff, Children Of The Beast e conhecido principalmente pelo seu canal no YouTube) tem como influências bandas do Heavy Metal tradicional como Judas Priest, Dio, Iron Maiden e Accept. O grupo é formado por músicos gabaritados do cenário nacional: Daniel Iasbeck (guitarra – Exxótica, Secos & Molhados), Marcelo Saracino (voz – Heaven & Hell, Undertime), Lucas Emidio (bateria – Hatematter, Scenes From a Dream) e Ricardo Flausino (baixo – Hardstuff). O álbum de estreia do RF Force, autointitulado, teve lançamento em território nacional pelo selo Classic Metal e no resto do mundo pela Black Lion Records, da Suécia. Acompanhado por quatro singles com vídeos, o debut do quinteto está disponível em formatos físico e digital nas principais plataformas de streaming. Com temáticas inspiradas tanto por eventos recentes da humanidade, como os velhos conhecidos no mundo Metal como “religião e guerra”, a banda agora se prepara para dominar os palcos para divulgar o trabalho.

Airbourne

O Airbourne é formado pelos irmãos Joel O’Keeffe (vocal e guitarra) e Ryan O’Keeffe (bateria), Justin Street (baixo) e Matt “Harri” Harrisson (guitarra). Visitando pela segunda vez o Brasil – após um show explosivo em São Paulo em 2017 – já realizaram shows e turnês ao lado de grandes monstros da música pesada como o Iron Maiden, Mötley Crüe, Motörhead e os Rolling Stones. O grupo se destacou logo com o primeiro disco, o visceral Runnin’ Wild (2007), agradando fãs de Rock and Roll direto ao ponto, trazendo similaridades com o AC/DC e outros grandes nomes do Rock and Roll, porém imprimindo uma identidade própria e única em suas composições. Os trabalhos seguintes os colocaram nas paradas de diversos países e consolidaram o Airbourne no cenário mundial.

A banda divulga atualmente o mais recente álbum, Boneshaker, lançado pela gravadora Spinefarm Records em 2019, que marcou a estreia de Harrison em estúdio. Mesmo trazendo esta mudança na formação, o grupo manteve a linha dos quatro trabalhos de estúdio anteriores, ao mesmo tempo buscando uma gravação mais orgânica, e obteve excelente retorno dos fãs e da crítica especializada. Antes de passar pela América Latina, o Airbourne realiza extensa turnê pela Europa para shows como headliner e passagens por grandes festivais como Download, Hellfest Open Air, Rock the Ring e Rock im Park. Em setembro, embarcam para mais uma excursão pela América do Norte. Famosos por suas apresentações enérgicas e poderosas, o Airbourne oferece uma segunda chance aos fãs brasileiros de ter esta experiência única de vê-los em ação ao vivo.

SERVIÇO
Airbourne em São Paulo
Banda convidada: RF Force
Data: 28 de agosto de 2022 (domingo)
Local: Fabrique Club
Endereço: Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda
Horário: 17h (portões)
Ingressos: R$ 190 (1º lote pista/promocional)
Venda online


Daniel Johns anuncia curta-metragem que mistura fantasia, grunge e autobiografia

Icônico vocalista e líder do Silverchair e o artista australiano mais premiado de sua geração, Daniel Johns prepara um de seus projetos mais ousados e curiosos: What If The Future Never Happened?, um curta metragem de 30 minutos que mistura ficção científica e fantasia com a própria história do artista, em uma viagem ao começo dos anos 90 e o início da sua carreira. A data de lançamento ainda não foi revelada, mas um trailer já está disponível no canal do YouTube de Johns. O artista lançou recentemente seu novo álbum FutureNever via BMG.

“Este é um curta inspirado na cultura pop em que eu estava imerso antes de me tornar um curioso caso de criança que vira estrela. É ao mesmo tempo a coisa mais honesta e fantástica que já fiz. Mal posso esperar para que as pessoas vejam, mas até lá espero que o trailer deixe as pessoas animadas – é uma viagem e tanto”, conta Johns. A trilha caminha entre faixas do recém-lançado álbum #1 “FutureNever”, onde claramente o nome do filme foi baseado, e versões orquestrais de clássicos do Silverchair que já podem ser conferidas no trailer. No filme, a versão jovem de Johns é vivida pelo ator Rasmus King (Barons, 6 Festivals). Em um dia comum na Austrália, ele está fugindo de 3 bullies quando encontra a chance de se encontrar com uma misteriosa figura do futuro que mudará o caminho de Daniel para sempre.

Como líder do Silverchair, Daniel Johns lidera a lista de vencedores do Australian ARIA Awards. A banda lançou cinco álbuns de estúdio entre os anos de 1995 e 2007, todos os quais estiveram em primeiro lugar no ARIA Albums Chart e alcançaram mais de 10 milhões de vendas em todo o mundo. Daniel Johns foi o primeiro compositor da história a ganhar o prestigioso prêmio APRA Songwriter of the Year em três ocasiões distintas, e em 2016 também ganhou um Grammy por co-escrever “Say It”, de Flume com Tove Lo. Sua versatilidade criativa o levou a ser diretor musical da série “Beat Bugs” (Netflix), vencedora do Emmy em 2017.

Em 2003, Johns juntou-se ao produtor australiano Paul Mac para formar o The Dissociatives. Seu projeto colaborativo com Luke Steele (Empire of the Sun), DREAMS, foi lançado em 2018 e apresentado no Coachella e Vivid Sydney. Após estrear solo com Talk em 2015 e se destacar com seu podcast original do Spotify “Who Is Daniel Johns?”, ele adicionou uma nova página na sua trajetória com FutureNever. O novo álbum está disponível em todas as plataformas de música. “Como artista fico entediado muito rápido, então eu quis fazer desse álbum uma aventura pro ouvinte. Eu parei de correr do passado e estou aqui, abraçando ele”, contou ele no lançamento do disco. Iisso se mostra forte neste projeto audiovisual.

Assista ao trailer What If The Future Never Happened?

Ouça FutureNever

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Anguere: banda anuncia videoclipe para a faixa “A Casa Caiu”

O ANGUERE foi fundado em 2008, na cidade de Rio Claro/SP, e vem se consolidando, ao longo dos últimos anos, como um dos principais expoentes do cenário Hardcore/Thrash Metal brasileiro. Atualmente formado por Thiago Soares (vocal), Cleber Roccon (guitarra), Ricardo Santos (baixo) e Pedro Amaro Giachetti (bateria), o grupo esteve em ampla atividade durante o período pandêmico, o que inclui o lançamento do full-lenght Descrença, em Novembro de 2021. Vindo com força total para o segundo semestre de 2022, a banda acaba de anunciar o lançamento de seu mais novo videoclipe. A canção escolhida foi “A Casa Caiu“, presente no supracitado álbum “Descrença”, e a disponibilização deste material está prevista para o mês de Julho, ainda sem uma data definida. O vídeo conta com a produção de Bruno Nicoletti, do Refúgio Cultural e Estúdio Kathársis (direção, produção, câmera e edição), sendo que a sua captação foi realizada no Estúdio Grama Records, de Enzo Petrucci.

Enquanto aguardamos o lançamento do videoclipe, ouça a música e acompanhe todas as novidades do ANGUERE por meio dos links abaixo:

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THE CROSS: Divulgando seu novo álbum, Act II: Walls of the Forgotten, banda retorna à Sangue Frio Produções

Eles voltaram! O principal nome do Doom Metal sul-americano, THE CROSS, foi anunciado como novo cliente da Sangue Frio Produções no últimao dia 15 sexta-feira. A banda iniciou os trabalhos de divulgação do seu mais novo álbum, intitulado Act II: Walls of the Forgotten, lançado em maio deste ano pela gravadora europeia Pitch Black Records, confira.

Com isso, a produtora ficará responsável pela assessoria de imprensa, marketing digital, relações-públicas, divulgação em massa na internet, manutenção de agenda e muito mais. Assista ao videoclipe de “Behind the Stone Gate”, uma das faixas destaque de “Act II: Walls of the Forgotten”. Encontre THE CROSS em sua plataforma de streaming mais utilizada CLICANDO AQUI.

Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
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Contra K Lança Novo Single

A banda Contra K lança seu 3o single nas plataformas digitais: “Acabou”. que segue a linha das músicas anteriores no melhor estilo do rock nacional. A música foi composta quando o (vocalista) Márcio e o (baterista) Anderson fizeram a melodia e passaram para Wills (guitarra solo) e Gelson (guitarra base) terminarem com as notas. “Acabou” é uma canção de amor, Márcio fez a letra inspirado quando morava fora e se lembrava de momentos de sua vida e da dor por um amor não correspondido A música foi produzida e gravada no estúdio do Anderson em Guarulhos. Ouça agora a nova música.

A Contra K foi formada no final da década de 90 por Marcio Melo e Wills Silveris que na época eram ratos de fliperamas e decidiram formar uma banda. Com influências de bandas como Offspring, Nirvana, Bad Religion, Foo Fighters, Green Day, Blink 182, etc… a proposta era tocar Hardcore e Punk Rock. Mas, com o amadurecimento a Contra K foi pendendo para o Pop Rock. A banda deu uma parada em 2004, mas voltou com tudo em 2016 já com novas composições como:
“Pode Ir” – 2017
“Acabou” – 2017
“Não Vou Parar” – 2017
“Só Mais Uma Saída” – 2019
“Triste Esse Ano” – 2019
Formação:  Anderson – Bateria; Gelson – guitarra; Márcio – vocal/baixo; Willis – guitarra

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Repressor lança lyric video de “Tamo Aí”, hit do álbum Monguitê

A banda REPRESSOR vem colhendo os frutos da ótima repercussão do álbum MONGUITÊ (2021), que na época figurou entre os grandes lançamentos da música pesada no Rio de Janeiro. Como forma de coroar todo esse reconhecimento, a banda niteroiense lançou o lyric video da faixa “TAMO AÍ”, que foi dirigido e editado pelo baterista GABRIEL RUSSEL. CONFIRA O LYRIC VIDEO DE “TAMO AÍ” AQUI. Seguindo a linha pesada e direta das músicas de MONGUITÊ, o hit “TAMO AÍ” traz todo poder dos riffs das guitarras da dupla CAIO KATTENBACH e GUILHERME MARCHI, que também acumula a função de vocalista, junto com a forte presença do baixo de GABRIEL BELÃO e das baquetas de GABRIEL RUSSEL.

Com uma mensagem direto ao ponto e letra para lá de brutal, “TAMO AÍ” reflete sobre temas como a violência dentro das relações humanas. De acordo com o guitarrista CAIO KATTENBACH, a ideia por trás do conceito do lyric video foi utilizar cenas de movimentos de luta para dialogar com a temática. “Eu pratico Muay Thai há muito tempo e nosso vocalista Guilherme Marchi é graduado em judô”, explica Caio. “Existem alguns artistas que pegam trechos de filmes, séries ou desenhos e deixam rodando em loop durante a música ou então usam um fragmento de vídeo que foi produzido de acordo com o tema. Nossa ideia surgiu a partir daí”, refletiu. Originalmente fundado em 2006, a REPRESSOR renasceu em 2015 com uma nova formação, mas com o mesmo ideal de abraçar ritmos e melodias genuinamente brasileiros como o baião e o forró, juntamente com o peso e a velocidade do thrash metal.

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Behind The Horror lança single “Outland” e divulga detalhes de seu álbum de estreia

Uma jornada que começou em Anápolis, Central-Brasil, levou a banda Behind The Horror à Nova Jersey (EUA), com uma paixão ardente pelo metal. Com influência dos grandes nomes como Sepultura, Metallica e Death, o duo criou uma visão única do metal moderno e ultrapassou os limites, apresentando uma sonoridade que vai além do metal convencional. Para lançar o projeto para o mundo, a banda Behind The Horror compartilha o single “Outland”, a primeira promoção do álbum de estreia, intitulado BurnUp This Truth, a ser lançado dia 26 de agosto.

BurnUp This Truth é o produto final de toda essa paixão e revolta, essa fome de mover e mudar o mundo. Os irmãos do Behind the Horror almejam nada menos que um novo mundo. “Um álbum escrito para aqueles de vocês que compartilham um sentimento de amor e paixão por um sonho, que ainda acreditam na esperança e que se recusam a se render, independentemente de quão sombria a tempestade pareça ser”, comenta a banda.

“Outland” traz muito sentimento envolto de riffs pesados com guitarras de oito cordas e bateria pulsante. “Quando você tem alguma coisa, você não percebe o valor disso e só fica sabendo que quando a perde, descobre o quanto aquela coisa era importante, e percebe que não está preparado. Também inspirado na frase de Illidan Stormrage no jogo icônico, World of Warcraft: The Burning Crusade – You Are Not Prepared”, comenta o vocalista e guitarrista Gabriel Alves. OUÇA “Outland”.

BEHIND THE HORROR – “Outland” (Official Music)

Fundada pelos irmãos Gabriel Alves (guitarra e vocal) e Lucas Alves (bateria), Behind The Horror criou uma mistura única do antigo thrash metal e arranjos de metal progressivo, criando uma sonoridade moderna e que não é apenas caracterizado pela variação e arranjos razoáveis ​​e habilidade, mas também tem muito a dizer liricamente e vocalmente. As letras contam histórias pessoais misturadas e inspiradas em jogos favoritos como Magic: The Gathering e World of Warcraft,

Originários do Brasil, em Anápolis, GO, e estabelecidos em Nova Jersey (EUA), o duo lançou as bases para sua carreira musical com o EP … And The Horror Begins, lançado em 2013, e agora estão de volta com um novo trabalho, o álbum de estreia ‘BurnUp This Truth’ que será lançado nos próximos meses. As músicas são concebidas a partir de longas jam sessions, explodindo riffs, misturando e transformando tudo até que se encaixem. A banda já recebeu elogios do Max Cavalera, que mandou uma mensagem em vídeo para os irmãos desejando sucesso para a banda, assista aqui. Com uma atitude incansavelmente DIY, Behind The Horror mescla as influências dos grandes nomes que vieram antes, com o talento e a fúria para apresentar sua música. Esse é o próximo passo em sua busca para mudar o mundo.

Gênero: Metal Moderno

Formação: Gabriel Alves (Guitarra e Vocal) ;Lucas Alves (Bateria)

Produção: Gabriel Alves e Lucas Alves

Gravação: Gabriel Alves e Lucas Alves

Mixagem e masterização: John Seymour (Area 51 Studio)

Fotografia: Bruno Lima

Graphic Design: Luis Feitosa

Artwork: Gabriel Alves, Raphael ‘Fuel’ Rodrigues, Awan Pena

Gênero: Metal Moderno

Faixas:
1. BurnUp This Truth
2. Storm Rafe
3. Outland
4. Resident Evil
5. Sky Seeker
6. Heroes Die Alone
7. Into The Void


“BABY, É O FIM DO MUNDO”: LIVY LANÇA NOVO SINGLE EM VIDEOCLIPE

LIVY, cantora e compositora paulista, é um aglomerado de experiências. É o resultado da menina curiosa que conheceu Dire Straits com o tio descolado e Robert Plant com a mãe setentista. LIVY é bastante sobre harmonia, mas é mais ainda sobre letra e significado. E foi assim, com esse espírito, que surgiu o single “Baby, é o fim do mundo”, lançado nas principais plataformas digitais. Influenciada por Johnny Cash, Alex Turner, Lana Del Rey, Billie Eilish e Nina Simone, LIVY é uma antena aberta, que capta toda frequência próxima dela, refina e transforma em rádio própria. “Do eco do Blues carregado pelos negros do Mississipi até a percepção de um Caetano em terra brasileira — tudo me atrai e é útil na hora de transmitir uma mensagem. Considero meu trabalho como exitoso quando acesso, de alguma maneira, outra alma humana. E música é sobre isso. Conectar, revirar, reconstruir e resgatar”, explica. Assista “Baby, é o fim do mundo

Ouça “Baby, é o fim do mundo” no Spotify.

Segundo a compositora, “Baby, é o fim do mundo” é uma reflexão interna, que apesar de falar sobre algo subjetivo e íntimo, tem como centro, um assunto mais pesaroso e coletivo que descreve de forma melancólica um mundo distópico. “As ruas haviam sido esvaziadas, lockdown instaurado. Temi pelo futuro e a única coisa que consegui fazer foi sentar e cantar pra pessoa que eu amava, mesmo a 10 mil km de distância: ‘Baby, é o fim do mundo’”, conta LIVY, que coloca os acordes pra fora, como uma tentativa de anestesiar a dor. “Na História, a Humanidade sempre renasce após um longo período de escuridão. Que os dias sombrios nos renovem para uma melhor versão de nós mesmos. ‘Baby, é o fim do mundo’ é o meu pequeno renascimento nascido da minha escuridão. Espero que inspire às pessoas a fazerem o mesmo”, revela. A faixa, com produção musical de Ge Marzzano e masterização de Brendan Duffey, ganhou ainda um videoclipe. “Não queria nada ensaiado, queria cortar excessos. No fim do dia era tudo sobre uma menina e um violão numa cidade fantasma, compondo música sobre amores iludidos, no fim do mundo, em uma casa de madeira. E assim foi”.


Dance of Days celebra 25 anos neste sábado (23) em São Paulo

O Dance of Days, após dois anos longe dos palcos, celebra 25 anos em um show especial na capital paulista neste sábado, 23 de julho, no Fabrique Club. O evento como convidadas as bandas Dominatrix, Putz, Metade de Mim e Ganggorra. A realização é da Agência Sobcontrole. O Dance of Days é a resistência personificada do punk hardcore nacional, materializada em 25 anos de uma intensa história, repleta de vitórias, dramas, tensões e transformações. Da segunda metade da década de 1990 até os dias de hoje, a vocalista Nenê Altro compartilha emoções e lições de vida de peito aberto, olhos nos olhos e em diálogo constante com o íntimo de seu fiel público. Os ingressos estão no último lote.

Para celebrar os 25 anos e a continuidade dessa história sem fim, o Dance of Days terá como banda convidada principal neste evento a Dominatrix, ícone do hardcore feminista e parceira de estrada desde os primeiros dias de banda. E, representando a nova safra do punk e rock alternativo de São Paulo, somam na abertura as bandas Putz, Metade de Mim e Ganggorra. Além disso, este será o primeiro show do Dance of Days após Nenê passar por transformação de gênero e se reconhecer como mulher. “Decidi me aceitar e começar uma nova fase, passar por questões de entendimento, revisão de hábitos, enfim, uma reciclagem completa”, ela comenta sobre o momento de sua vida.

A banda nasceu em 1996, surgida das cinzas do seminal Personal Choice. Mas foi em 1997, ainda como um projeto de Nenê com pessoas de outras bandas, que o Dance of Days gravou o primeiro EP, ainda cantado em inglês, e dali foram muitos discos, shows e histórias. Para este show, o repertório será focado nos quatro primeiros discos: A História não tem Fim, Coração de Tróia, A Valsa de Águas Vivas e Lírios Aos Anjos. “Mas haverá sucessos de todos os outros álbuns. Serão quase 30 músicas”, promete Nenê. Atualmente, acompanham Nenê no DOD os músicos Adriano Parussulo (guitarra), José Zé Santos (bateria), Thiago Castro (guitarra) e Dud (Baixo).

As bandas convidadas
Dominatrix: formada no final de 1995 pelas irmãs Isabella e Elisa Gargiulo, a Dominatrix é uma das precursoras do movimento Riot Grrrl no Brasil. O impacto da banda dos primórdios é um marco ao punk hardcore que se sente até os dias de hoje e a Dominatrix tem energia de sobra para ser resistência e combatente por mais muitos anos.

Putz: é uma banda paulistana criada em 2019 e formada por Gi Ferreira (voz / guitarra), Sarah C (baixo), Cyro Sampaio (guitarra) e Antonio Fermentão (bateria). É rock, com letras pessoais, alternando entre momentos explosivos e outros mais calmos. O primeiro disco foi lançado em outubro de 2021, homônimo, com 11 faixas. Produzido, mixado e masterizado por Alexandre Capilé, o álbum saiu pelos selos Flecha Discos e Forever Vacation Records.

Ganggorra: quatro jovens paulistanos se juntaram para fazer aquilo que amam desde a época do colégio: tocar e compor punk rock. Até o momento já lançaram os singles ‘O que é bom pra mim?’ e ‘Nada para provar’. ‘Desconstruir’, o terceiro da carreira, chega ao streaming dia 22/7, um dia antes da apresentação.

Metade de Mim: é um quarteto formado por amigos de Jundiaí e São Paulo com o intuito de contar, através da música, um pouco de suas angústias e sentimentos, e algumas das histórias das quais os trouxeram até aqui. Assim como as músicas já lançadas, o show entrega um misto de sentimentos, tanto no teor das letras quanto na sonoridade, com músicas mais reflexivas como a faixa “Sem ar”, melancólicas como “A Saudade” e outras mais agressivas como “Você não vale o trampo que da”.

Agencia Sobcontrole Apresenta
Show de comemoração dos 25 anos do Dance of Days, tocando somente clássicos!

Bandas convidadas: Dominatrix, Putz, Metade de Mim e Ganggorra
Data: 23 de julho de 2022
Horário: 17h às 22h
Local: Fabrique Club

Endereço: Rua Barra Funda,1071 – Barra Funda/São Paulo – SP
Classificação etária: 16 anos
Ingressos on-line

R$70 (3º lote)

*para não estudantes: doe um quilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada.

Ponto de venda (sem taxa de serviço): Galeria do Rock, na Loja 255

Links relacionados:
Sob Controle
Dance of Days
Dominatrix
Metade de Mim
Putz
Ganggorra

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