Lendária banda de blues rock, ZZ Top anuncia novo álbum ao vivo com o single “Brown Sugar”

Uma das mais icônicas bandas de rock das últimas décadas, o ZZ Top se prepara para lançar seu novo álbum ao vivo. Intitulado RAW, o registro reúne a trilha sonora do documentário That Little Ol’ Band From Texas (2019) e é o primeiro lançamento da banda desde o falecimento de Dusty Hill. Essa amostra inicial é uma versão explosiva de “Brown Sugar”, clássico de 1971 da banda. Este é um lançamento da BMG. Ouça “Brown Sugar”. Assista a banda gravando no Gruene Hall. “‘Brown Sugar’ é uma parte especial do nosso shows há muitas décadas e acho que é maneira certa de começar o RAW. Essas gravações no Gruene Hall foram um satisfatório retorno Às raízes e estamos felizes de dividir com todos que nos acompanham há tanto tempo”, conta Billy Gibbons.

Com clima de jam session que marca o blues rock dos artistas, o disco foi gravado ao vivo no Gruene Hall, uma das casas mais icônicas e tradicionais do Texas, sua terra natal. A performance intimista e intensa da formação clássica de Gibbons, Frank Beard e o saudoso Hill mostra a química de muitos anos fazendo música juntos. Com previsão de lançamento para o dia 22/07, RAW é antecedido por “Brown Sugar”, que está disponível em todas as plataformas de streaming.

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Sons of Apollo inclui Curitiba na rota da turnê brasileira em Agosto

O termo supergrupo funciona perfeitamente para descrever o Sons of Apollo. A banda americana conta com músicos gabaritados do universo do Rock e Metal, e retorna em agosto ao Brasil com a turnê de divulgação do aclamado álbum MMXX. Entre as apresentações confirmadas para o país está uma inédita em Curitiba, cidade que recebe o Sons of Apollo no dia 09 de agosto (terça-feira), no palco da Opera de Arame (Rua João Gava, 920 – Abranches). Os ingressos estão à venda online pela plataforma Bilheto (com possibilidade de parcelamento em até 12x) e nos pontos físicos de venda, por valores a partir de R$ 110.

Formado pela nata da música, o Sons of Apollo foi criado por dois ex-integrantes da seminal banda de Metal Progressivo Dream Theater: o baterista Mike Portnoy e o tecladista Derek Sherinian. Completam a formação exímio baixista Billy Sheehan (Mr. Big, The Winery Dogs, David Lee Roth), o guitarrista Ron “Bumblefoot” Thal (ex-Guns N ‘Roses) e o vocalista Jeff Scott Soto (ex-Journey, ex-Yngwie Malmsteen). Desde o começo das atividades, a banda apresentou pelo mundo shows repletos de energia e brilhantismo técnico, que agora o Brasil terá a oportunidade de rever. Apesar de ter tocado no Brasil há alguns anos, esta será a primeira visita do Sons of Apollo a Curitiba. Confira o single “Goodbye Divinity”.

A banda Sons of Apollo construiu suas próprias estruturas de maneira orgânica, como explica Portnoy: “Derek e eu nos reunimos pouco depois de eu deixar o Dream Theater, em 2010, e reunimos uma banda totalmente instrumental com Billy Sheehan e Tony MacAlpine. Essa foi minha primeira vez trabalhando com Derek desde os anos 1990, quando ele estava no Dream Theater, e foi ótimo trabalhar com ele novamente. Desde aquela turnê, que era realmente apenas uma coisa única, ele me cutucou para começar uma banda real, original e de tempo integral. Não tive o tempo necessário pra isso na época, pois eu tinha muitas outras coisas na minha vida e carreira. Finalmente chegou a hora de morder a isca e montar uma banda”.

A abertura fica por conta da Lufeh, formada por músicos experientes, que transita pelo rock progressivo com inclinações para o jazz rock e metal melódico. Sediada na Califórnia (Estados Unidos), é formada predominantemente por músicos brasileiros. O primeiro álbum foi Luggage Falling Down (2020), e está disponível nas principais plataformas digitais. Agora o público brasileiro poderá conferir o quinteto em ação.

SERVIÇO
Sons of Apollo em Curitiba
Abertura: Lufeh

Data: 9 de agosto 2022 (Terça-feira)
Local: Ópera de Arame (Rua João Gava, 920 – Abranches)

Classificação etária: 16 anos – acompanhado de responsável legal

Horários: 18h30 (portões), 19h (Lufeh), 21h10 (Sons of Apollo)

Ingressos

PLATÉIA

1º lote

Inteira R$220

Solidário R$115*

Meia R$110**

2º lote

Inteira R$$240

Solidário R$125*

Meia R$120**

3º lote

Inteira R$$260

Solidário R$135*

Meia R$130**

CAMAROTE

1º lote

Inteira R$$340

Solidário R$175*

Meia R$170**

2º lote

Inteira R$$380

Solidário R$195*

Meia R$190**

PREMIUM – primeiras duas filas em frente ao palco

Lote único

Inteira R$$640

Solidário R$325*

Meia R$320**

* Solidário — limitados e válidos somente com a entrega de 1kg de alimento não perecível na entrada do show.

** Meia-entrada — para estudantes são válidas somente as seguintes carteiras de identificação estudantil: ANPG, UNE, UBE’s, DCE’s e demais especificadas na LEI FEDERAL Nº 12.933. Não será aceita NENHUMA outra forma de identificação que não as oficializadas na lei.

***Todos os setores são por ordem de chegada

Pontos de venda

Online (com taxa de conveniência em até 12x no cartão)

PONTOS DE VENDA SEM TAXA:

LETS ROCK

(Dinheiro, Débito e Crédito à vista)

(Galeria Pinheiro) Praça Tiradentes, 106 Ljs 03 E 04 – Centro – Curitiba/PR

De Seg. A Sex. das 09h às 19h / Sáb. das 09h às 15h

PONTOS DE VENDA COM TAXA:

ESPAÇO CARMELA

(Dinheiro, Débito e Crédito à vista)

Rua Dr. Claudino dos Santos, 72 – São Francisco – Curitiba/PR

Domingo à quinta das 07h às 23h / Sextas e sábados das 17h às 02h

HAND MADE

(Dinheiro, Débito e Crédito à vista)

Rua Desembargador Westphalen, 1186 Rebouças – Curitiba/PR

Seg. A Sex. das 10h às 19h / Sáb. das 09h às 13h

A história do Sons of Apollo começou nos primeiros meses de 2017. Rumores começaram a circular sobre um novo projeto secreto de Mike Portnoy e Derek Sherinian, que se concretizaram em agosto. O álbum de estreia, Psychotic Symphony, produzido pela dupla, ganhou grande destaque entre fãs e imprensa. Seguindo o sucesso do debut, o quinteto lança em 2019 o registro ao vivo Live with the Plovdiv Psychotic Symphony em CD triplo, repleto de clássicos do Rock, músicas do álbum de estreia e algumas músicas do Dream Theater. O segundo disco de estúdio, MMXX, chegou no começo de 2020, e agora finalmente o conjunto colocará o pé na estrada pra divulgá-lo. Os fãs podem esperar alta qualidade técnica e músicas marcantes nos shows que farão pelo Brasil.

Resumo
O que: Sons of Apollo

Quando: Terça, 9 de agosto – 21h

Onde: Ópera de Arame – João Gava, 920

Quanto: de R$110 à R$640

Informações: www.abstratti.com


PLEBE RUDE LANÇA LYRIC VIDEO DE “A QUIETA DESOLAÇÃO”, NOVO SINGLE DE EVOLUÇÃO, VOLUME 2

No último dia 25 de março, os veteranos da Plebe Rude lançaram mais um single da série “Evolução”, um trabalho temático, divido em duas etapas, que narra o desenvolvimento do homem desde os primórdios. A faixa “A Quieta Desolação” faz parte do Evolução, Volume 2 e conta com a participação da cantora mirim Ana Carolina Floriano, que participou recentemente do programa The Voice Kids. A artista de 13 anos já havia feito uma parceria com a Plebe Rude na canção “Nova Fronteira” do álbum Evolução, Volume 1, lançado em 2019. “Sentimos que a voz dela casou perfeitamente com as músicas. Foi o diretor de ‘Evolução, O Musical’, cuja produção fora interrompida pela pandemia, Jarbas Homem de Mello, que indicou vários nomes e nos encantamos com a Ana Carolina Floriano”, revela o vocalista Philippe Seabra. Assista ao lyric video de “A Quieta Desolação”.

Seabra, que é o autor de “A Quieta Desolação” diz que a faixa aparece no musical “Evolução” no episódio 10 do segundo volume. “É o momento quando o Homo sapiens, já bastante evoluído, olha para o céu e vê o espaço, a começar pela lua, como alternativa à terra, já que este não soube cuidar. A música foi inspirada nas primeiras palavras do segundo homem na lua, o companheiro de Neil Armstrong, Buzz Aldrin, quando teve a sua chance de pisar na lua naquele momento em 1969 tão marcante para a humanidade. Ele falou ‘Linda vista, magnifica desolação’”, conta o músico, que ainda produziu a faixa, mixada por Kyle Kelso e masterizada por Guto Gonzalez. O novo single ganhou um lyric video assinado por Fernando Dalvi, responsável também pela arte de capa de “A Quieta Desolação”.

A Plebe Rude ainda tem alguns planos para este ano, e a volta definitiva aos palcos é um deles. “Queremos voltar a estrada depois desses dois anos de pandemia, lançar o volume 2 de Evolução e preparar um DVD ao vivo acústico”. Os fãs da banda agradecem!

Arte: Fernando Dalvi
Ouça a faixa nas principais plataformas digitais

A Quieta Desolação
(Música e letra: Philippe Seabra)

Olha o pontinho lá no céu
Ainda não é meu
Mas pode ser, pode ser

A quieta desolação
O próximo passo na evolução
Eu vou lá ver, vou lá ver

Chega da cidade
e da poluição
Vencer a gravidade é a única opção

Pegue um motor de propulsão
Aumente um pouco a explosão
Acho que dá, ir pra lá

A quieta desolação
espera a nossa ocupação
Vamos fincar a bandeira lá

Chega da fumaça e superpopulação
Vencer a gravidade é a única opção

E mesmo que a lua não tenha ar
Na terra não dá mais pra respirar
Então tanto faz, deixar pra trás
A quieta desolação
Um novo lar, novo lixão
Espaço há pra desovar

Olha o pontinho lá no céu
Ainda não é meu
Mas pode ser
Pode ser


Flames Of Fire: álbum de estréia de supergrupo sueco é lançado

O grupo sueco Flames of Fire, nova empreitada capitaneada por Christian Liljegren (Narnia, The Waymaker) e Mats-Åke Andersson está finalmente lançando o seu álbum de estreia, acompanhado de um épico videoclipe para a música “Solution”. Flames Of Fire começou a se mostrar ao mundo com os singles “Gloria” e “Madness”, trazendo influências de bandas clássicas de heavy metal como Iron Maiden, Stryper, Dio e Crimson Glory, usando muitas guitarras gêmeas e vocais tais como as lendas Ronnie James Dio, Bruce Dickinson e Rob Halford. O feedback tem sido tremendo tanto para os singles, bem como as principais críticas que chegam para o álbum de estreia. A música “Solution” continua a batalha que vemos hoje entre o bem e o mal e quer trazer uma mensagem de esperança celestial que todos ser resolvido de uma vez por todas um dia. Confira o videoclipe clicando no link.

Flames of Fire queria misturar os melhores elementos do Heavy Metal clássico com um produção de 2022, para fazer o som único, e todos os integrantes estão muito satisfeitos com o resultado, com novos fãs chegando todos os dias nas redes sociais amando essa mistura. Você pode ouvir “Flames Of Fire” em sua plataforma de streaming favorita, através do link. Mesmo sendo um grupo recente (sendo fundado na primavera europeia de 2021), a história do Flames Of Fire remota ao final dos anos 80 quando o jovem Christian Liljegren (que mais tarde seria vocalista de nomes como Narnia, The Waymaker, Audiovision e outros) se encontrou com o guitarrista Mats-Åke Andersson e a partir daí começaram uma amizade que teve grande impacto na vida de ambos, sempre movida pela energia, fogo e paixão pela música.

Toda vez que Christian e Mats-Åke se encontravam, o desejo de fazer algum projeto juntos crescia. Ambos amavam Hard Rock e Heavy Metal com vocais crescentes e muitas guitarras gêmeas como Iron Maiden e Thin Lizzy. Tal amizade e paixão pela música levou a criação do supergrupo escandinavo Flames Of Fire. Christian Liljegren (Narnia, The Waymaker dentre outros) ao falar sobre os guitarristas Jani Stefanovic e Stephen Carlson diz que “ambos são guitarristas muito talentosos mas que possuem estilos diferentes, já que Jani tem uma abordagem mais moderna enquanto Stephen esta mais nos caminhos do Hard Rock clássico das décadas de 70 e 80. Flames Of Fire mistura esses elementos e torna o seu som único e estou muito satisfeito com o resultado obtido”.

O álbum de estreia e auto intitulado do Flames Of Fire foi material gravado nas cidades de Lathis (Finlândia), Oppdal (Noruega), Estocolmo e Örebo (Suécia) e brindará o ouvinte com 9 temas que transitam entre o Power Metal, Heavy Metal e Hard Rock na veia do que é feito por nomes como Iron Maiden, Dio, Pretty Maids, Rainbow, Thin Lizzy e outros.

Confira os videoclipes oficiais do Flames Of Fire:

Gloria

Madness

Tears Of Freedom” (faixa especial em apoio a Ucrânia)

Flames Of Fire é: Christian Liljegren (Narnia, The Waymaker) – Vocais; Mats-Åke Andersson – Guitarra; Jani Stefanovic (The Waymaker, Miseration) – Guitarra, teclados e bateria; Stephen Carlson – Guitarra; Per Schelander (Astrakhan, House Of Shakira) – Baixo; Alfred Fridhagen – Bateria (Participação especial no videoclipe de “Solution”)

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Entrevista: Banda irlandesa de post punk, Movment, fala sobre sua trajetória, novo disco e processo de composição

“Everything Will Be Clear” é o último single do álbum Transformation do duo Movment . O Single está disponível no Bandcamp e em todo streaming. A faixa “EVERYTHING WILL BE CLEAR” foi gravada no End of Light Studios, Mullingar, Irlanda e mixada em Miloco, Londres e masterizada por Jerome Schmitt no The Airlab. Movment é uma banda de indie rock alternativo pós-punk. Os movimentos são mais escuros que claros, mais fortes que fracos, mais diretos. O movimento faz observações sobre a vida e o viver. Eles querem dizer o que dizem.

Há uma divergência na sociedade. O novo álbum Transformation, com lançamento em dezembro de 2021, explora essa situação. Somos bombardeados com informações, opiniões, pontos de vista e palavras. Afogamo-nos em ideias, em soluções, em propaganda. É preciso haver uma TRANSFORMAÇÃO de onde estamos agora. Explora o que somos. O movimento já passou por isso antes. Eles examinam Que Caminho Deve Ser. A hora deles é AGORA! Não há nada que não possamos fazer!

Conversamos com a banda sobre suas influências musicais, processo de gravação, entre outras curiosidades. Confira a entrevista:

De onde você tirou a ideia para o nome da banda, você planejou ou saiu assim?
MK: Nós fazemos música juntos há muito tempo. Nossa primeira banda, Raw Novembre, foi formada com alguns amigos e passamos a lançar 3 álbuns e alguns singles e EPs
KK: Nós sempre escrevemos músicas juntos e quando Raw Novembre terminou, e mesmo antes disso, estávamos escrevendo e gravando como MOVMENT. O nome movimento vem de um grupo de pessoas com as mesmas ideias, como um movimento político, mas não necessariamente. Pode ser um movimento social, ou um movimento artístico. Gostaríamos de nos conectar com as pessoas com nossa música. Há muito tempo usamos o nome MOVIMENTO. Gostávamos da ideia da música como um movimento.

Por que você quis tocar esse gênero?
MK: Nós somos fãs de música, então a música que tocamos foi influenciada pelas bandas que ouvimos. Temos gostos musicais semelhantes – rock, metal, indie, punk, pós-punk, etc.
KK: Eu gosto muito de Riffs e graves profundos. Então isso influenciou nosso som. Somos inspirados por outras bandas, de vários gêneros diferentes. Há tanta música lá fora para ouvir!

Vocês se conheciam antes da banda ser formada?
MK: Nós somos irmãos. Então, começamos a tocar juntos assim que adquirimos os instrumentos. Eu peguei uma bateria e Kevin pegou um baixo e nós começamos a partir daí.
KK: Passamos para guitarra e vocais em nossa primeira banda. Também gosto de sintetizadores. Suponho que haja uma relação especial quando se toca música com um irmão. Há uma compreensão e uma conexão que pode ser difícil de descrever.

A banda favorita de cada membro da banda?
MK: Eu gosto de New Model Army, Iron Maiden e Nine Inch Nails, mas existem muitas outras bandas que eu escuto.
KK: Eu tento ouvir todos os tipos de música, algumas novas, outras antigas. Estou ouvindo Amyl & The Sniffers, The Stranglers e Gojira no momento. Mas há muitas bandas que eu gostei ao longo dos anos, Joy Division, At The Drive-In, Sonic Youth, Black Sabbath – muitas para mencionar.

Quem ou o que te inspira a escrever músicas?
MK: Nós sempre tocamos juntos, e geralmente temos muitas músicas. Nós escrevemos música sobre a vida e a vida e o que vemos ao nosso redor. Coisas que são importantes para nós. Escrever músicas é apenas uma parte fundamental de nossas vidas agora.
KK: Nossa música tende a ser sombria, e isso é porque a maioria das músicas que ouvimos é sombria. Algumas de nossas músicas são otimistas. Nós comentamos sobre o que vemos na vida. Geralmente começamos com música e adicionamos letras depois. Uma música nasce quando a letra e a música se encaixam. Nós regularmente tocamos com baixo e bateria ou guitarra e bateria e expandimos as ideias. Eu tenho usado eletrônicos e sintetizadores nos últimos anos.

Você pode falar um pouco sobre o último lançamento? Como foi o processo de gravação?
MK: Estávamos escrevendo músicas para o nosso álbum Transformation desde 2017. Acho que tínhamos cerca de 25 músicas e ideias inicialmente e isso foi reduzido para 16 músicas. Em seguida, gravamos 10 dessas músicas em nosso próprio estúdio em casa. A mixagem e a masterização foram concluídas em Londres.
KK: Sim, temos um excelente estúdio de escrita no momento. Eu acho que isso nos permite obter nossas ideias e sons. E a magia da mixagem e masterização dá vida a essas músicas. Mas com os estúdios caseiros modernos é muito mais fácil gravar músicas em casa e com um alto padrão. Permite que as ideias sejam desenvolvidas, para que as mixagens finais fiquem mais próximas do que queríamos. Preferimos escrever e gravar em nosso próprio estúdio. Não tenho certeza se conseguiria escrever músicas com um cronômetro. Algumas músicas evoluem rapidamente, enquanto outras levam tempo. É mais fácil fazer isso em nosso
próprio tempo e em casa.

Onde foi seu último show?
MK: Fizemos um show em dezembro passado (2021). Foi para um especial de fim de ano. Tocamos 5 músicas, e como não tocamos há algum tempo, foi uma boa experiência.
KK: Não tocamos há vários anos por causa do COVID, mas estamos ensaiando no momento e provavelmente faremos alguns shows e festivais na Irlanda neste verão.

Onde você gostaria de atuar? (tocar um show?)
MK: Provavelmente tocaremos apenas na Irlanda por enquanto, mas se surgirem oportunidades, poderemos tocar em datas no Reino Unido ou na Europa.
KK: Vamos ver como as coisas vão. Estamos abertos para tocar em algumas datas internacionais. Então, se for possível, mas provavelmente não antes do outono.

Com quem você gostaria de se apresentar?
MK: Nós realmente não nos importamos com quem tocamos, mas faz sentido tocar com bandas de um gênero semelhante ao nosso.
KK: Festivais tendem a ser diversos, então estamos abertos para tocar a maioria deles. Acho que em festivais você pode tocar ao lado de bandas de diferentes gêneros. Existem alguns festivais que provavelmente nos agradariam. Seria ótimo tocar em um festival com bandas como Rage Against The Machine, Pixies, Iron Maiden, Gojira…

Algum de vocês já sofreu de medo do palco? Alguma dica para iniciantes sobre como vencer isso?
MK: Provavelmente no começo, mas depois que você faz muitos shows, isso não é mais um problema
KK: Quando você começa a jogar, você pode ficar nervoso, ou até ficar em branco. Mas com o tempo isso vai desaparecer. Lembro-me do dia e do show em que isso desapareceu completamente. É sempre melhor ser bem ensaiado. Mas algumas bandas gostam de improvisar. Então acho que depende. Mas muito ensaio definitivamente ajudará com o medo do palco. Quando você conhece suas músicas de trás para frente, então você pode curtir mais o show…

Quais bandas mais te inspiraram?
MK: Uma banda que admirávamos no começo era o Fugazi. Era sua ética DIY e preços justos para seus CDs e shows. Assim como suas músicas.
KK: Algumas bandas eram inspiradoras, principalmente se tivessem seu próprio som e fossem únicas. Nine Inch Nails são uma grande influência, e Jesus and Mary Chain e The Jesus Lizard. Eu ouço uma grande variedade de músicas, de Smashing Pumpkins a Depeche Mode, Vox Low e Sparklehorse. Eu também sou um grande fã dos Wipers, especialmente os 3 primeiros álbuns.

Qual foi a coisa mais estranha que um fã já te pediu?
MK: Não me lembro de nada além de procurar álbuns para serem autografados
KK: Nós apenas tendemos a conversar com os fãs sobre música. Não me pediram nada de estranho até agora.

O que você acha dos seus fãs?
MK: Temos uma grande reverência por qualquer um que tenha tempo para ouvir nossa música. Nós mesmos somos fãs de música. Então, sabemos como é curtir as bandas que gostamos.
KK: Sim, nós entendemos o quanto a música pode significar para eles. É uma honra para nós ter pessoas que gostam da nossa música e se divertem com ela.

Algo a acrescentar?
MK: Ainda estamos promovendo nosso álbum Transformation. E em breve teremos novidades sobre isso.
KK: Sim, nosso álbum foi bem recebido em muitos países, e iremos expandir nossa promoção em um futuro próximo com uma nova e excitante parceria.
MK: Nós também estamos escrevendo um novo álbum e estamos fazendo muito progresso nisso. Já temos cerca de 22 músicas/idéias e estamos trabalhando nelas.
KK: É possível que a composição do novo álbum possa ser concluída até o final do verão e, nesse caso, talvez seja possível lançá-lo antes do final de 2022. Espero que sim!

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Assista ao vídeo de “Everything Will Be Clear
Ouça “Everything Will Be Clear” no Soundcloud


HÉIA: Banda confirma a “South American Tour 2022”, confira!

Os goianos da HÉIA estão em contagem regressiva para colocar o pé na estrada para sua mais nova turnê sul-americana, prevista para julho deste ano. A “South American Tour 2022” passará por Brasil, Uruguai, Argentina e Chile em nove apresentações, onde trabalhará de forma oficial na divulgação das novas músicas que estarão no álbum Ordeal Of The Abyss. A turnê vem sendo organizada pela Metalkult Booking Agency. Encontre e ouça o novo single da HÉIA, “Precipice Between the Phenomenal and Noumenal”, em sua plataforma de streaming mais utilizada clicando AQUI.

O primeiro show divulgado dessa turnê foi em Buenos Aires/AR, onde a banda se apresentará no dia 10/07 no conhecido Pana Rock Club, confira essa confirmação anunciada pela renomada Macabra Records Producciones. Para mais informações acesse.

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Aline Happ homenageia cultura irlandesa em novo lançamento

A cultura irlandesa é homenageada na canção “Red is the Rose”, canção folclórica que agora ganha uma versão feminina e com influências da música celta por Aline Happ. A cantora, conhecida por seu trabalho à frente da banda Lyria, buscou inspiração no grupo The Chieftains, que alterou a letra para um eu-lírico feminino que canta amores ao seu companheiro. Muitos interpretam a letra da música como se um dos amantes emigrasse para outras terras; um tema que inspira muitas canções e histórias irlandesas. Disponível no canal do YouTube de Aline, a música em breve a música será lançada nas plataformas de streaming. Assista “Red is the Rose”.

A música tornou-se popular graças à versão de Tommy Makem, embora outros artistas tenham gravado a música posteriormente, tais como The High Kings, Órla Fallon, entre outros. A releitura de Aline Happ é ideal para os fãs de Enya, música folk, metal sinfônico, música celta e classical crossover. Além de cantar, a artista também produz as músicas, grava e edita os vídeos. Os conteúdos publicados no canal de Aline Happ contam com o apoio de fãs no Patreon e no Padrim. Líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas do Metal brasileiro. Em seu projeto solo, a artista promove releituras Gothic/Folk/Celtic de canções do Rock e do Metal mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. Graças ao apoio dos fãs, a cantora arrecadou mais de 200% da meta do financiamento coletivo para o seu disco solo de estreia, que será lançado neste ano.

Além do trabalho solo, Aline é fundadora, vocalista e uma das principais compositoras do Lyria. Conhecidos mundialmente, a banda de Metal Alternativo Sinfônico foi fundada em 2012. De lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, Catharsis (2014) e Immersion (2018) e tocou em diversas cidades além de transmitir shows online com venda de ingressos para o mundo todo. Adquira o álbum em pré-venda.

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GARGANT LANÇA CLIPE DE “PILGRIM AND THE BEAST”

O duo carioca GARGANT lançou o clipe do single de estreia “PILGRIM AND THE BEAST”, que propõe um resgate ao heavy metal dos anos 1990, mas com influências da estética DARK FANTASY. Dirigido por João Carlos “Joca” Rocha e por Guilherme Sevens, a produção narra a história de um peregrino que se sente traído pelo Céu e pelo Inferno e parte em busca de uma jornada de autoconhecimento. A mixagem e masterização ficou por conta de Celo Oliveira e foi realizada no Kolera Studio. CONFIRA O CLIPE DE “PILGRIM AND THE BEAST” AQUI.

Com uma sonoridade fortemente inspirada em nomes como BRUCE DICKINSON, ICED EARTH e PRIMAL FEAR, o single “PILGRIM AND THE BEAST” apresenta uma letra com características da dark fantasy, gênero que mistura fantasia com elementos de horror e aparece no cinema, quadrinhos e clássicos da literatura. Segundo o vocalista, guitarrista e baixista GUILHERME SEVENS, a ideia por trás de “PILGRIM AND THE BEAST” é trazer de volta a linguagem do metal clássico, dialogando com temas espirituais de maneira bem visual.

“‘PILGRIM AND THE BEAST’ nasceu de maneira bastante independente, inspirada em obras como os quadrinhos de SPAWN e ELRIC, além de contos clássicos da literatura, como ‘THE GRIFFIN AND THE MINOR CANON’, de FRANK R. STOCKTON. A nossa música é direta ao ponto, com foco impactar os fãs de heavy metal emocionalmente, resgatando a nostalgia dos anos 90 e 00. Creio que nosso diferencial seja a garra de fazer um trabalho sem firulas, oferecer um projeto genuinamente idealizado de fã para fã. Temos a vontade de fazer as coisas sempre de forma muito independente, cobrindo a maior parte possível processo criativo e de execução/finalização”, diz GUILHERME SEVENS.

Sobre a GARGANT

Fundada em 2022 por GUILHERME SEVENS (voz, guitarra e baixo) e por PHILL DRIGUES (bateria), a GARGANT surgiu a partir da vontade da dupla de se expressar sem amarras em meio aos desafios da pandemia. Os dois se conheceram dentro da banda carioca PAINSIDE, que atualmente passa por um hiato. Desde então, a GARGANT surgiu como um duo para dar vida às pretensões musicais de GUILHERME e PHILL. Todas as gravações foram feitas pela própria banda, de maneira ‘do it yourself’. Com foco no visual e “sem amarras” no que diz respeito ao estilo de composição, a GARGANT já tem agenda para lançamento de novos singles nos próximos meses. Nas redes sociais, a banda aproveita para compartilhar assuntos relacionados à música e se conectar com os fãs.

“Acredito que nosso diferencial é o grande amor ao estilo que tocamos. Somos 100% movidos pelo nosso trabalho, sempre de olho na linguagem de bandas das décadas de 1980, 1990 e 00, que faziam um metal com maestria. Nossa vontade ditará o futuro. Podemos incluir elementos de hair metal ou death metal, quem sabe? Não temos amarras criativas. Nossas redes sociais não falam apenas sobre nossa música, e sim é um espaço para o fã se sentir bem, trocar ideias, ver nossa coleção e tudo mais”, diz PHIL DRIGUES.

Line-up GARGANT: Guilherme Sevens – voz, guitarra e baixo; Phil Drigues – bateria

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Abrahones Fala Sobre Falsidade das Redes Sociais em Novo Single

Novo single de Abrahones, “Tão Fora Daqui” é um petardo do rock que fala com vigor e poesia do não pertencimento ao mundo digital. Quem nunca se sentiu preso e teve vontade de fugir desse simulacro de falsidade, onde as pessoas se tornam mercadorias nas vitrines das redes sociais? Misturando influências de Wilco e Moska até Nirvana e Titãs, a canção transmite a sensação de sufocamento gradual, indo da calma tensa e até a energética explosão. Ouça “Tão Fora Daqui“:

Abrahones: Meu ar é a música

Vocalista, guitarrista e compositor niteroiense, Abrahones começou a tocar violão aos 13 anos de idade. Sua paixão pela música teve início ainda na infância, quando assistiu ao show do beatle Paul McCartney no Maracanã e encontrou na icônica banda inglesa uma de suas principais referências. Formado em medicina, profissão que exerce paralelamente aos talentos musicais, Abrahones é um cronista do cotidiano e faz de suas canções um processo terapêutico, um diário de experiências pessoais e de sua relação com o mundo. Através de suas incessantes composições em português e inglês, o artista mostra uma sonoridade visceral calcada no rock clássico dos anos 1960 e 1970, somada ao alternativo grunge dos anos 1990. Sua versatilidade mistura ainda outros estilos como reggae, folk e surf music.

Com quatro álbuns lançados de forma independente (O Astronauta, de 2014, Abrahones, de 2016, Desquadrato, de 2017 e Running Wild, de 2019) e três EP’s (Outro Lugar e Death to Robots, de 2020 e The Night de 2021), todos produzidos em parceria com o amigo e músico Bronze, o médico-compositor faz de seu processo artístico uma fonte inesgotável de criatividade e prazer. “Musicalmente, o rock é a minha forma preferida, na qual expresso amor, raiva, ternura, inconformismo, gratidão e tudo que fervilha em mim. Mas, não consigo me restringir a um estilo, pois não acredito que ninguém é ou deva ser uma coisa só, como um produto em uma prateleira.

Tem dias que dá vontade de gritar, em outros de sussurrar… daí vem o folk, reggae, blues, baião.  Meu ar é a música”, descreve o artista. Desde 2016, Abrahones carrega junto ao seu nome a banda Os Incuráveis, ao lado de Yuri Siqueira na bateria, Edvaldo Santos no baixo e Luis Felipe Sá na guitarra, companheiros de palco que traduzem ao vivo o seu som temperado por influências de Neil Young, Pearl Jam, Tom Petty, The Beatles, Wilco, Ben Harper, Rolling Stones, Raul Seixas, Barão Vermelho, Bob Dylan, Jack Johnson, Rita Lee… Sua discografia está disponível em formato físico e nas principais plataformas digitais. Algumas canções ganharam ainda videoclipes que podem ser assistidos no youtube.

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OLIVÊRA ANUNCIA UM TERCEIRO MUNDO TRANSCENDENTAL

Em 2022, o cantor e compositor mineiro Olivêra lançará seu quinto disco autoral, intitulado Terceiro Mundo Transcendental, e com o objetivo de mobilizar seu público e dar um gostinho do que está por vir, divulga uma série de três vídeos de canções que estão presentes em seu próximo trabalho, previsto para o fim de setembro. Gravadas no formato voz e violão, em parceria com a videomaker Estrela do Carmo, “Flerte Qualquer”; “Saliva”; e “Só sambo com você” são as músicas escolhidas para anunciar a estética e as novidades que o artista, reconhecido como o principal expoente do démodé/futurista, apresentará em seu novo álbum.

Com uma onda bossa-nova noir de centro acadêmico, estes vídeos anunciam e encabeçam uma série de lançamentos mensais, de singles e clipes, com início previsto para o fim de abril e que resultarão no Terceiro Mundo Transcendental, disco que reunirá todas as faixas lançadas até setembro e algumas surpresas típicas do universo rústico/transado do cantor.

Abaixo estão os links dos vídeos:
Flerte Qualquer
Saliva
Só sambo com você
Imagens e edição: Estrela do Carmo

Sobre Olivêra

Artista de 35 anos, há mais de 15 anos nos palcos da vida, contando histórias e a beleza de amores e das relações, Olivêra é violonista, contrabaixista, produtor musical e jornalista. Brasileiro nato, também é vocalista do Tchanzinho Zona Norte, sendo também o compositor do hino deste bloco carnavalesco, destaque em BH. Em novembro de 2019, lançou seu primeiro filme, Canções Ingratas – uma cinepoesia, produção independente em parceria com Estrela do Carmo, videomaker de Ribeirão das Neves. Principal expoente do démodé futurismo, em seus outros 3 álbuns (com a alcunha de Marcos Sandália & Meia), Teimoso, vaidoso e outros defeitos mais (2017); Canções Ingratas (2018); e Esqueça a cortesia, rasgue a poesia (2019); Olivêra destacou-se pela linguagem simples, apaixonada, espirituosa e nostálgica, resultando no que a bibliografia definiu como brega-rock-jovem-guardista-conceitual, uau!

Em resumo, hoje Olivêra explora sonoridades que vão do samba à música caipira, sem abrir mão das baladas ou da energia eloquente do rock. Olivêra tem 4 discos lançados – Teimoso, vaidoso e outros defeitos mais (2017); Canções Ingratas (2018); Esqueça a cortesia, rasgue a poesia (2019); e Brasileiro Nato (2020). Em novembro de 2021 lançou seu mais recente single, intitulado Num outdoor, volta pra mim.

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1 comentário

  1. Marcello

    Meu sonho é ter uma box set ao vivo do ZZ Top nos anos 70 e 80, mais ou menos no estilo da que o Tom Petty lançou em 2009 (The Live Anthology) – ou como o Concerts do Henry Cow, em especial a edição em CD, em que há material de diferentes shows em diferentes turnês. Enquanto isso não aparece (se é que vai aparecer algum dia), vou aguardando o novo ao vivo dos barbudos!!

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