Por Thiago Reis

O projeto Emerald Sabbath, capitaneado por Michael Suilleabhain apresenta mais um dos inúmeros tributos ao Black Sabbath, mas neste caso com algumas inovações, sendo as principais: participação de diversos ex membros do Black Sabbath e a escolha nada usual das músicas que fizeram parte do projeto, abrangendo todas as fases da história da banda, incluindo um toque bem peculiar e único de música clássica. É com muito orgulho que trazemos uma entrevista com o idealizador do projeto, que já está com o seu segundo disco em processo de gravação, como veremos a seguir.


1) Em primeiro lugar, muito obrigado por nos conceder essa entrevista. Conte aos nossos leitores sobre como começou a sua paixão pelo Black Sabbath e o primeiro show da banda que você assistiu.

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao Thiago e ao Paulo e a todos os outros administradores do grupo Black Sabbath: The Tony Martin Archives no Facebook por apoiarem o projeto Emerald Sabbath. Também é bom fazer parte da equipe. Minha primeira experiência com o Black Sabbath foi quando um amigo na Irlanda me deu uma fita TDK C90 para ouvir. Continha todas as faixas do Sabbath que ele gravou para mim e a primeira coisa que ouvi foram sinos e chuva (Intro da música “Black Sabbath”). A partir daquele momento eu soube que minha vida iria mudar e mudou. Vim para a Inglaterra em fevereiro de 1988 e minha primeira vez assistindo o Black Sabbath foi no primeiro show de Tony Martin no Reino Unido em um show beneficente com Geoff Nicholls no baixo e Terry Chimes na bateria. E foi em 29 de maio de 1988 no Top Spot Club em Oldbury, Reino Unido.

2) Ao longo dos anos você foi a 82 shows da banda em várias turnês e teve a chance de trabalhar com os caras em algumas das turnês. Conte-nos sobre algumas histórias a respeito desses shows e o que você fez quando trabalhou com eles.

Minha primeira grande turnê vendo o Black Sabbath foi na Headless Cross Tour em 1989. Eles tocaram em Bristol nessa turnê. Eu conheci o vendedor de camisetas da banda e ele me deu um trabalho de meio período cuidando da barraca, o que eu fiz. Isso foi muito legal porque fui a todos os shows do Reino Unido naquela turnê. O show de Bristol também foi especial porque Ian Gillan subiu ao palco e cantou “Smoke on the Water”. A turnê do TYR foi a primeira vez que conheci todos os caras. A banda de suporte do Reino Unido, Circus of Power, me colocou na lista de convidados para toda a turnê e eu ajudei carregando equipamentos e coisas do tipo. O destaque da TYR tour foi ver Brian May e Geezer Butler aparecerem no palco e tocarem algumas músicas. Isso foi em 8 de setembro de 1990 no Hammersmith Odeon em Londres. Eu também entrei na lista de convidados das turnês Forbidden e Cross Purposes, onde também ajudei roadies com o equipamento. A turnê do Dehumanizer foi uma loucura, eu não estava na lista de convidados, mas fui a todos os shows no Reino Unido. Essa foi uma grande festa, pois foi a primeira vez que vi Ronnie e Vinny ao vivo com o Sabbath.

3) Você também é um grande colecionador de materiais relacionados ao Black Sabbath. Quando a sua coleção começou? Quantos itens da banda você tem?

Comecei a colecionar itens do Black Sabbath em 1983 e costumava viajar 80 milhas (aproximadamente 128 km) para Cork City, Irlanda, para uma loja de discos e um mercado para comprar patches e emblemas, bem como fitas. O primeiro vinil que comprei foi o Seventh Star. É impossível dizer quantos itens do Sabbath eu possuo, talvez milhares e eu continuo colecionando até hoje.

4) Agora falando sobre o projeto Emerald Sabbath, quando você teve a ideia de juntar ex membros do Black Sabbath, fazendo versões de músicas da banda?

Tive a ideia de fazer o Black Sabbath na forma clássica quando estava em um show do Swan Lake (Baile dos Cisnes) em 2014. Eu estava sentado lá e pensei comigo mesmo que uma versão clássica de Changes soaria muito bem, já que também amo música clássica e ópera (vi o Lago dos Cisnes 42 vezes). Então eu mandei um e-mail para Adam Wakeman, que estava em turnê com Ozzy na Argentina na época e ele respondeu e concordou em tocar piano. Fiquei encantado com sua resposta. Então a idéia veio do meu amor pelo Black Sabbath e pela música clássica e minha ex namorada também teve um grande papel no desenvolvimento da ideia do projeto, que detalharei mais no meu livro.

5) No primeiro volume do Emerald Sabbath chamado Ninth Star tivemos alguns grandes nomes como Tony Martin, Bev Bevan, Laurence Cottle, Rudy Sarzo, Neil Murray, Ron Keel, Dave Walker, Vinny Appice, Terry Chimes, Bobby Rondinelli entre vários outros. Como você consegue entrar em contato com todos eles e para o segundo álbum do projeto teremos novos colaboradores?

Sim, eu simplesmente enlouqueci e contatei todos os envolvidos no Black Sabbath haha. Sim, a maioria deles estará no Volume 2 seguinte, mas muitos novos rostos também de pessoas envolvidas com membros do Black Sabbath, bem como Queen, Blind guardian, Rainbow e Geezer Butler Band. Um cantor de ópera também está envolvido em uma faixa da era de Ronnie James Dio em conjunto com uma orquestra.

6) Podemos ver uma seleção de músicas diferentes no álbum, como “Trashed”, “In for the Kill”, “Fluff”, “She’s Gone”, “Hole in the Sky” e “Stonehenge” (em memória de Geoff Nicholls). Como você teve a ideia de escolher músicas de diferentes épocas do Black Sabbath e, o mais importante, músicas que não são sucessos do catálogo da banda?

Eu pensei comigo mesmo que “Fluff” e “Orchid” soariam fantásticas com quartetos de cordas, flautas, clarinetes, etc. Eu não queria fazer as mesmas coisas de sempre, como “Paranoid” e “War pigs”, pois eles já foram feitos várias vezes. Então fiz faixas de todas as fases e algumas bem incomuns. “Supertzar” e “In for the Kill” são dois das minhas favoritas e o coral utilizado em Supertzar estará gravando para nós novamente.

7) Vocês já podem nos adiantar alguma música que estará presente no segundo volume do Emerald Sabbath? O trabalho já tem data de lançamento?

Já foi divulgado que faremos “Headless Cross” com Tony Martin e Laurence Cottle. Ambos gravaram na versão original e teremos Terry Chimes na bateria e Adam Wakeman nos teclados. O trabalho de guitarra foi feito por Jamie Moses, ex-Queen e Cozy Powell. O processo de gravação já está quase todo feito para essa faixa. Também fizemos duas músicas da era Dio, uma com a orquestra. Vinny Appice e o baixista do Blind Guardian, Berard Corobouis, já gravaram em uma das faixas. Ainda não decidimos os vocais para um deles. Também planejamos fazer mais alguns instrumentais do Black Sabbath novamente, com os ex-arranjadores de cordas do Black Sabbath Mike Lewis e Will Malone, que trabalharão nas partituras. Mike escreveu as sessões de cordas originais de Shes Gone e na minha versão. Will Malone trabalhou em Sabatoge, Sabbath Bloody Sabbath e Never Say Die! Boa chance de fazermos Danger Zone do Seventh Star e quatro instrumentais em preparação, mas o trabalho mais difícil será a própria faixa do Emerald Sabbath, já que estamos escrevendo uma instrumental que não é Black Sabbath, mas será uma faixa do Emerald Sabbath, com cinco ex Sabbath nela (sem título ainda).

8) De volta à seleção de músicas do álbum Ninth Star, temos Changes cantado por você. Conte-nos sobre essa experiência e por que você escolheu essa música.

Bem, depois que Adam respondeu imediatamente, eu disse a mim mesmo que iria cantar nessa faixa, acompanhado por Bev Bevan e Laurence Cottle. Eu devo ter ficado louco haha. Mas além de fazer o projeto, também cantando em um álbum com membros do Black Sabbath (poucos fãs podem dizer isso). Não sou cantor, mas tive ótimos conselhos do treinador de voz de Ozzy, Greg Price, que também é engenheiro de som. Meu engenheiro contatou Greg e utilizamos em meus vocais Wave samplers, H-delays e técnicas de reverberação.

9) Seu projeto influenciou outras pessoas a fazerem o mesmo. No grupo Tony Martin Archives no Facebook, Paulo Franzmann está organizando um Tributo à fase Tony Martin e já lançou as músicas “The Shining” e “Devil and Daughter” e eles têm planos de lançar todas as músicas dos discos com Martin no Tributo. O que você acha desse tipo de homenagem e saber que tudo começou com o Emerald Sabbath e o grupo no facebook?

É fantástico poder ter influenciado outra pessoa a fazer isso e estou muito orgulhoso de vocês. De fato, o Paulo tem nos ajudado muito com o projeto, então o convidei para as sessões de gravação em Londres para o próximo álbum

10) Você tem algum plano future a respeito do Black Sabbath, além do Emerald Sabbath?

Além do projeto Emerald Sabbath, estou planejando um grande show com o maior número possível de caras ex-Sabbath subindo no palco. Escreverei um livro sobre minhas experiências com o Black Sabbath e também quero fazer uma exposição onde eu consiga fãs com maiores coleções de Black Sabbath e os exiba. E o melhor de tudo BLACK SABBATH THE OPERA, um show completo da música do Sabbath tocada por cantores de ópera.

11) Muito obrigado por esta entrevista e boa sorte no projeto Emerald Sabbath. Envie uma mensagem aos leitores da Consultoria do Rock no Brasil.
Sem problema nenhum. Foi um prazer e gostaria de mandar uma mensagem para todos os leitores da Consultoria do Rock no Brasil. Keep Rocking, pessoal! Vocês são os melhores! Long Live Black Sabbath!

Confira o Tracklist e todos os participantes do projeto Emerald Sabbath:
1) “Embryo” (Adam Wakeman – keyboards Laurence Cottle – bass Bev Bevan – percussion Annelka Sutcliffe – violin Sarah Tobias – flute and clarinet)
2) “Die Young” (Ron Keel – vocals D C Cothern – Guitar Vinny Appice – drums Rudy Sarzo – bass Ellen Morgan – keyboards Pete Rinaldi – guitars)
3) “Fluff” (Sarah Tobias – flute and clarinet Ardeton String Quartet Pete Rinaldi – guitar)
4) “Trashed” (Ron Keel – vocals Pete Rinaldi – guitar Vinny Appice – drums Laurance Cottle – bass Bev Bevan – percussion)
5) “Stonehenge” (Adam Wakeman – keyboards Pete Rinaldi – guitar Laurance Cottle – bass Sarah Tobias – flute)
6) “She’s Gone” (Dave Walker – vocals Chris Cundy – keyboards Bill Dwyer – guitar Neil Murray – bass Ardeton String Quartet Mike Lewis – string arrangement Jeremy J Lewis – producer Stephen Owers – drum mixing Mark Owers – drum mixing)
7) “In For the Kill” (Tony Martin – vocals Lawrence Cottle – bass Pete Rinaldi – guitar Bobby Rondineilli – drums Adam Wakeman – keyboards)
8) “Orchid” (Sarah Tobias – flute and clarinet Ardeton String Quartet Pete Rinaldi – guitar\ Neil Murray – bass)
9) “Hole in the Sky” (Ron Keel – vocals Lawrence Cottle – bass Bobby Rondinelli – drums Pete Rinaldi – guitar)
10) “Changes” (Michael Suilleabhain Bundade – vocals Adam Wakeman – keyboards Laurence Cottle – bass Bev Bevan – drums Queenie May – backing vocals Anneka Sutcliffe – violin Sarah Tobias – flute & clarinet)
11) “Supertzar” (English Chambers Choir Laurence Cottle – bass Terry Chimes – drums Pete Rinaldi – guitar Adam Wakeman – keyboards/piano Skaila Kanga – harp Will Malone – harp arrangement Ellen Morgan – glockenspiel).

Vídeos:
Die Young 
Supertzar 
She’s Gone 

Mais informações


The Emerald Sabbath project, led by Michael Suilleabhain presents yet another one of the numerous tributes to Black Sabbath, but in this case with some innovations, being as main: participation of several ex members of Black Sabbath and the unusual choice of the project of the songs that were part do, covering all phases of the band’s history with an unique touch of classical music. It is with great pride that we bring an interview with the creator of the project, who already has his second album in the process of recording, as we will see below.

1) First of all, thank you very much for this interview. Please tell our readers about your early passion for Black Sabbath and the first show of the band that you ever been.
Firstly I would like to thank Thiago and Paulo and all the other admin at tony martin the archives group on facebook for supporting the project Emerald Sabbath. Also great to be part of the team. My very first experience of black Sabbath was when a friend back in Ireland gave me a TDK C90 tape to listen to. It contained all Sabbath tracks he had recorded for me and the very first thing I ever heard was bells and rain. From that moment I knew my life would change and it did. Came to England febuary 1988 and my very first time seeing Black Sabbath live was at Tony Martins very first UK concert at a charity gig with Geoff Nicholls on bass and Terry Chimes on drums. And was on may 29th 1988 at Top Spot Club in Oldbury UK.

2) Over the years you went to 82 shows of the band in several tours and got the chance to work with the band in some of the tours. Tell us about some stories that you remember about those shows and what you did when you worked with them.
My first major tour seeing Black Sabbath was at the Headless Cross Tour in 1989. They played in Bristol on that tour. I met the t shirt seller for the band and he gave me part time work watching the stall, which I did. That was pretty cool because went to all the UK shows on that tour. The Bristol concert was also special because Ian Gillan came on stage and sang smoke on the water. The TYR tour was very first time met all the guys. The UK support band Circus of Power put me on the guest list for whole tour and I did help with gear to and from trucks etc. The highlight of the TYR tour was seeing Brian May and Geezer Butler appear on stage and do few tracks. That was 8th September 1990 at Hammersmith Odeon, “London“. I also got on guest list for Forbidden and Cross Purposes tours, where I also helped roadies with gear. The Dehumanizer tour was crazy, I was not on guest list but went to all UK shows. That was one big party as first time seeing Ronnie and Vinny live with Sabbath.

3) You are also a huge Sabbath collector. When this collection started? How many Sabbath items do you have?
I started collecting Black Sabbath stuff way back in 1983 and used to travel 80 miles to Cork City to a record shop and a market to buy patches and badges as well as tapes. The very first vinyl I bough was 7th star. It is impossible to say how many items of Sabbath I own. Thousands at a guess and still collecting now.

4) Now talking about the Emerald Sabbath project, when you first had the idea to join some ex Sabbath members and do an album with covers of Black Sabbath songs?
I got the idea of doing Black Sabbath in classical form when I was at a Swan Lake concert in 2014. I was sitting there and taught to myself a classical version of Changes would sound great. As I love classical and opera as well (seen Swan Lake 42 times). So I emailed Adam Wakeman who was touring with Ozzy in Argentina at the time and he replied and agreed to play piano on it. I was delighted with his answer. So the idea came from my love with Black Sabbath and classical music and my ex girlfiend also had huge part to play in the idea of the project, which I will detail more in my book.

5) In the first volume of Emerald Sabbath called Ninth Star we had some great names in it like Tony Martin, Bev Bevan, Laurence Cottle, Rudy Sarzo, Neil Murray, Ron Keel, Dave Walker, Vinny Appice, Terry Chimes, Bobby Rondinelli among several others. How you get to contact all of them and for the second album of the project we are going to have new contributors?
Yeah I just went crazy and contacted everyone ever involved in Black Sabbath haha.Yes, most of them will be on the follow up Volume 2 but many new faces also from people involved with Black Sabbath members as well as Queen, Blind guardian, Rainbow and Geezer Butler band. An opera singer is also involved doing a Ronnie James Dio era track with orchestra.

6) We can see a selection of different songs in the album like “Trashed”, “In for the Kill”, “Fluff”, “She’s Gone”, “Hole in the Sky” and “Stonehenge” (in memory of Geoff Nicholls). How you came with the idea to choose songs from different eras of Black Sabbath and most important, songs that are not hits from the band’s catalogue?
I taught to myself “Fluff” and “Orchid” would sound fantastic with string quartets, flutes, clarinets etc. I did not want do same old stuff like “Paranoid” and “War pigs”, as they have been done tons of times already. So I did tracks from all eras and ones not covered much. “Supertzar” and “In for the kill” are two of my favorites and the english chamber choir will be recording for us again.

7) In the second album you can tell us some songs that will appear on the album? Is there a release date yet?
It is widely known that we will be doing “Headless Cross” with Tony Martin and Laurence Cottle. Both of whom recorded on the original version and we wil have Terry Chimes on drums and Adam Wakeman on keyboards. Guitar work is done by Jamie Moses, ex Queen and Cozy Powell. The recording process already mostly done for that track. We also covering two Dio era tracks one with orchestra.Vinny Appice and Blind Guardian bassist Berard Corobouis already recording on one Ronnie era track. Have not decided on vocals yet for one of them.We also plan to do some more Black Sabbath instrumentals again, with ex Black Sabbath string arrangers Mike Lewis and Will Malone will be writing scores for the instrumentals. Mike wrote the original Shes Gone strings and in my version.Will Malone worked on Sabatoge, Sabbath Bloody Sabbath and Never Say Die! Good chance we will do Danger Zone from 7th star and four instrumentals in the pipeline but the most hard work will be Emerald Sabbath’s own track, as we are writing an instrumental which is not Black Sabbath but will be Emerald Sabbath track, with five ex Sabbath on it (no title yet).

8) Back to the song selection in the Ninth Star album, we have Changes sung by you. Tell us about that experience and why you choose this song.

Well, after Adam replied straight away I said to myself I am singing on this track with Bev Bevan and Laurence Cottle. I must have been mad haha. But you know what along with doing the project I am, also singing on an album with Black Sabbath members (not many fans can say that). I am not a singer, but had great advise from Ozzy’s voice coach Greg Price who is also a live sound engineer. My engineer contacted Greg and Wave samplers, H-delays and Reverb techniques were used on my vocals on the track.

9) Your project influenced other people to do the same. In the group Tony Martin Archives on Facebook, Paulo Franzmann is organizing a Tribute to the Tony Martin Years and already released the songs “The Shining” and “Devil and Daughter” and they have plans to release all the Martin songs in the Tribute. What you think about this kind of tribute and knowing that all started with Emerald Sabbath and the group on facebook?

It is fantastic that I could have influenced someone else to do this and I am very proud of you guys. As a matter of fact, Paulo is really helping us with the project, so I invited him to record some tracks in London for the next album.

10) Do you have any plans for the future regarding Black Sabbath besides the Emerald Sabbath project?
Apart from the Emerald Sabbath project, I’m planning a huge concert with as many as ex Sabbath guys as possible taking to the stage. I will be writing a book on my experiences with Black Sabbath. Also want to do a exhibition where I get fans with largest Sabbath collections and display them. And best off all BLACK SABBATH THE OPERA, a full show of Sabbath’s music performed by opera singers.

11) Thank you very much for this interview and best of luck in the Emerald Sabbath project. Please send a message to the Consultoria do Rock readers in Brazil.
No problem at all. It was a pleasure guys and I would like to sent message to all at Consultoria do Rock readers in Brazil.-KEEP ROCKING GUYS-YOU ARE THE BEST-LONG LIVE BLACK SABBATH.

The Emerald Sabbath Tracklist and all the musicians involved:
1) “Embryo” (Adam Wakeman – keyboards Laurence Cottle – bass Bev Bevan – percussion Annelka Sutcliffe – violin Sarah Tobias – flute and clarinet)
2) “Die Young” (Ron Keel – vocals D C Cothern – Guitar Vinny Appice – drums Rudy Sarzo – bass Ellen Morgan – keyboards Pete Rinaldi – guitars)
3) “Fluff” (Sarah Tobias – flute and clarinet Ardeton String Quartet Pete Rinaldi – guitar)
4) “Trashed” (Ron Keel – vocals Pete Rinaldi – guitar Vinny Appice – drums Laurance Cottle – bass Bev Bevan – percussion)
5) “Stonehenge” (Adam Wakeman – keyboards Pete Rinaldi – guitar Laurance Cottle – bass Sarah Tobias – flute)
6) “She’s Gone” (Dave Walker – vocals Chris Cundy – keyboards Bill Dwyer – guitar Neil Murray – bass Ardeton String Quartet Mike Lewis – string arrangement Jeremy J Lewis – producer Stephen Owers – drum mixing Mark Owers – drum mixing)
7) “In For the Kill” (Tony Martin – vocals Lawrence Cottle – bass Pete Rinaldi – guitar Bobby Rondineilli – drums Adam Wakeman – keyboards)
8) “Orchid” (Sarah Tobias – flute and clarinet Ardeton String Quartet Pete Rinaldi – guitar\ Neil Murray – bass)
9) “Hole in the Sky” (Ron Keel – vocals Lawrence Cottle – bass Bobby Rondinelli – drums Pete Rinaldi – guitar)
10) “Changes” (Michael Suilleabhain Bundade – vocals Adam Wakeman – keyboards Laurence Cottle – bass Bev Bevan – drums Queenie May – backing vocals Anneka Sutcliffe – violin Sarah Tobias – flute & clarinet)
11) “Supertzar” (English Chambers Choir Laurence Cottle – bass Terry Chimes – drums Pete Rinaldi – guitar Adam Wakeman – keyboards/piano Skaila Kanga – harp Will Malone – harp arrangement Ellen Morgan – glockenspiel).

Videos:
Die Young 
Supertzar 
She’s Gone 

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