Ainda não conhece a seção “Do Pior ao Melhor”? Confira aqui nossa primeira edição e entenda sua concepção.

Por Ronaldo Rodrigues

Edição de Diogo Bizotto

Ninguém duvida da importância do Led Zeppelin, mas nesta série é importante destacar a força do conjunto de sua obra. Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham são referências máximas no rock e em seus instrumentos. Não é pouco para uma banda que tirou os Beatles das paradas de sucesso pela primeira vez em 1969 e vendeu discos aos borbotões. Sua discografia se equipara em importância apenas com a dos próprios Beatles, dos Rolling Stones e de Jimi Hendrix. Em 12 anos de atividades ininterruptas, a banda trouxe ao mundo oito álbuns de estúdio (sendo um deles duplo) e um disco ao vivo (também duplo). Destes, poucas músicas podem ser consideradas como desprezíveis ou de menor valor. Esse pequeno pendão é o que dá as margens necessárias para categorizar seus discos em ordem de preferência/importância. Sim, o critério é bastante discutível e essa discussão será muito bem vinda nos comentários.

9. Coda [1982]

Uma dúvida paira sobre a inclusão de Coda dentro desta lista. Apesar de ser um lançamento oficial da banda, trata-se de um disco póstumo, com sobras de estúdio de diferentes períodos. Contudo, a base para tal escolha foi a edição “Do Pior ao Melhor” do Queen, feita pelo colega Diego Camargo, que incluiu Made in Heaven (1995). Coda já se inicia com um grande interrogação – como um disco com essa configuração pode soar coeso? Tratamos aqui de uma banda longeva (12 anos de carreira) e eclética. E Coda, como esperado, soa como uma colcha de retalhos. Primeiro porque lida com sobras, materiais que em determinado momento da trajetória do Led Zeppelin não foram considerados bons o suficiente para serem lançados. Segundo, porque capta momentos muito distintos da banda. As três primeiras faixas mostram o Led Zeppelin com aquele fôlego inicial – “We’re Gonna Groove”, por exemplo, era faixa de abertura dos shows da banda em 1970, mas a versão aqui gravada poderia captar melhor a pegada com a qual era executada ao vivo; “Poor Tom” é um blues/folk que caberia razoavelmente bem em III (1970) e a versão ao vivo de “I Can’t Quit You Baby” é matadora. Contudo, as demais faixas soam até bem no aspecto instrumental, mas em nenhuma delas há um bom encaixe com a melodia vocal aplicada por Robert Plant. Caso isso fosse melhor resolvido, faixas como “Darlene” e “Ozone Baby” poderiam ser boas canções. “Bonzo’s Montreux” é uma experiência percussiva de John Bonham e as outras faixas não são essencialmente ruins, mas passam longe de empolgar.


8. In Through the Outdoor [1979]

Uma banda já sem gás, desgastada e um pouco perdida em meio ao cenário do rock da época é o que se encontra no último disco de estúdio do Led Zeppelin. Com um forte apelo dos teclados de John Paul Jones e a bateria sempre pesada de John Bonham, o disco carece de composições realmente marcantes e soa deslocado do panorama do rock da época. Era uma equação difícil – a banda havia sido referência dentro do rock durante anos seguidos, contudo, o cenário do rock mainstream apontava em uma direção bastante distinta da que a banda se sentia confortável em executar. Esse desbalanceamento é claro no disco, até mesmo pela forma com as quais os teclados são utilizados. Há boas faixas, como a imponente abertura com “In the Evening”, o hit “All My Love” e a tecladaria de “Carouselambra”, mas o constrangimento é inevitável com o restante do disco.


7. Houses of the Holy [1973]

Talvez o primeiro momento em que a banda tenha se sentido acomodada no topo da montanha (já haviam conseguido lançar até o próprio selo – Swan Song – e ter o próprio avião, entre outros luxos). Há inegáveis clássicos do repertório zeppeliniano e músicas que acompanhariam a banda até o fim de sua carreira, mas é o primeiro disco no qual se encontram deslizes quase unânimes entre os fãs – “D’Yer Maker” é uma sátira de mal gosto com o reggae e “The Crunge” é um funk/soul engraçado que só convence quem não conhece nem o básico do estilo. “The Song Remains the Same” é um rock poderosíssimo, contudo, o excesso de manipulações da voz de Robert Plant torna o resultado incômodo; “Dancing Days” faz a ponte com os rocks animados de III (“Celebration Day”) e IV (“Misty Mountain Hop”); já “No Quarter” é uma bem vinda novidade para o conteúdo do grupo e retoma o ar obscuro de “Dazed and Confused”. “Rain Song” é uma lindíssima e envolvente balada, exposição máxima da competência da banda na execução e nos arranjos. Há que se destacar negativamente que o som de guitarra de Jimmy Page em Houses of the Holy fica um pouco a desejar, quer seja por solos atrapalhados (“Over the Hills and Far Away”) e guitarras diluídas e com pouco punch (“The Ocean” e “Dancing Days”). A maioria das faixas de Houses of the Holy soava melhor ao vivo do que em estúdio.


6. Presence [1976]

Em meio a um período turbulento (Robert Plant se acidentou de carro e perdeu o filho; Bonham e Page se afundando em drogas; uma turnê cancelada; pouco tempo disponível para compor e gravar um novo álbum etc. e etc.), a banda, a exemplo de outros grupos que geraram grandes discos em períodos difíceis de sua carreira, assim o fez. Presence é o álbum do Led Zeppelin que não possui teclados ou violões, sendo um trabalho fortemente focado na guitarra (Jimmy Page se destaca no álbum, tanto como compositor quanto como guitarrista e arranjador) e na poderosa atuação de John Bonham, ainda mais animalesco na bateria. O disco também tem uma produção que rememora os dois primeiros álbuns, fortalecendo a guitarra e o baixo na mixagem, a musculatura da percussão e a nitidez da voz de Robert Plant. O álbum em si é cru e contém pelo menos dois pontos de enorme destaque no repertório do grupo: a épica “Achilles Last Stand” e sua enormidade de camadas de guitarra, e a potente “Nobody Fault’s But Mine”. O disco também tem uma tocante passagem pelo blues (“Tea for One”), pelo rock dos anos 1950 (“Candy Store Rock” e “Hots on for Nowhere”) e pelo funk (“Royal Orleans”), sempre de forma consistente.


5. Led Zeppelin III [1970]

Considerando o contexto, Led Zeppelin III é surpreendente, já que a banda vinha embalada por dois discos pesados (especialmente o antecessor) e focados na blenda rock/blues. O lado A traz o fantástico groove épico de “Immigrant Song”, o blues profundo “Since I’ve Been Loving You” e as fortes e elétricas “Out on the Tiles” e “Celebration Day”. Aquilo que a banda traz de novidade, porém, é bastante positivo. As pequenas inserções acústicas dos dois primeiros discos tornaram-se a alegoria do álbum, com faixas que exploram diferentes facetas do folk e do blues rural: “Friends”, “Hats Off (to Roy Harper)”, “Gallow’s Pole” e as lindas baladas “That’s the Way” e “Tangerine”. Uma grande prova da riqueza musical da banda e que a tornava distinta de seus pares no rock pesado (que foram quase todos discípulos de seus dois primeiros discos).


4. Physical Graffiti [1975]

O lançamento duplo do Led Zeppelin é extremamante celebrado, e com razão. Creio que seu maior mérito, além de composições absolutamente fantásticas e emblemáticas, é ter trazido a banda de volta à linguagem do blues. “Custard Pie” e “In My Time of Dying” são dois blues mutantes incrivelmente ritmados. O lado A do primeiro disco ainda conta com “The Rover”, um dos melhores rocks da banda, com ótimo solo de guitarra de Jimmy Page. No lado B, o destaque absoluto fica com “Kashmir”, uma das melhores coisas do rock em toda a década de 1970, apenas isso. “Trampled Under Foot” repete a inserção do Zeppelin no funk soul, mas com mais eficácia; no segundo disco, destacam-se “Ten Years Gone”, linda e climática canção mid-tempo, e “Night Flight”, com um timbre maravilhoso de órgão Hammond, magistralmente executado por John Paul Jones. Ainda no campo dos destaques, Jimmy Page se vale de um grande arsenal de efeitos de guitarra (wah-wah, phaser, tremolo, delay etc.) e faz bonito em todos eles. Todas as demais canções têm seus méritos, maiores e menores – “In the Light” é estranha pois parece a junção de dois fragmentos muito distintos de música; “Boogie With Stu” e “Black Country Woman” são bacanudas e descompromissadas e “Bron-yr-Aur” é uma linda paisagem acústica.


3. Led Zeppelin [1969]

A estreia do Led Zeppelin cristaliza o conceito da banda, de ser pesada e surpreendentemente dinâmica (ser capaz de se alternar entre momentos suaves e rascantes). Essa característica era inovadora nos dois sentidos naquela época. O peso no rock estava intrinsecamente associado à capacidade de soar barulhento. Obviamente, já havia rock pesado em 1969, mas nesse aspecto a produção do disco (a cargo de Jimmy Page e Eddie Kramer) conseguiu trazer para o estúdio toda a potência, filtrada e maximizada, dos instrumentos e dos amplificadores valvulados e colocar a voz em um patamar de presença e encaixe quase sem precedentes para o rock. Talvez seja um dos discos mais bem produzidos de todo o ano de 1969 no rock. Não só de tecnicismo, porém, vive Led Zeppelin (o álbum); a música que ele contém é extremamente empolgante, e ainda que seja constantemente atacada pelos plágios e apropriações, só um surdo nega o conteúdo poderoso de faixas como “Good Times Bad Times” (a música favorita deste que vos escreve, com um estupendo trabalho instrumental e vocal), “Communication Breakdown” e “Your Time Is Gonna Come”, integralmente autorais. Quanto aos plágios e apropriações, ainda que eles tenham sido comprovados, desafio alguém a preferir ouvir as canções que as originaram em detrimento das versões zeppelianas. Sendo assim, só nisso já há um tremendo mérito. “Dazed and Confused” inspirou o Black Sabbath e Ritchie Blackmore disse que só depois do Led Zeppelin é que o Deep Purple soube de fato que caminho seguir.


2. Led Zeppelin II [1969]

Led Zeppelin II redefiniu o rock para toda a década de 1970 e é uma das pedras fundamentais de toda a história do estilo (particularmente, considero-o o melhor disco de rock de todos os tempos). Neste álbum o Led Zeppelin soa como pura luxúria; nem antes, nem depois a banda esteve tão pesada e maliciosa. As guitarras são ardidas e cortantes; a interação bateria e baixo é uma transa louca e Robert Plant apresenta o melhor de sua voz, rouca e rosnante, fazendo escola para todos os vocalistas do rock pesado que o sucederiam. É o disco que contém a melhor performance de John Paul Jones no baixo (linhas incríveis de seu instrumento em “Lemon Song”, “Heartbreaker” e “Ramble On”) e as guitarras mais sinistras de Jimmy Page, abusando de diferentes recortes entre sonoridades e timbres como nas sensuais “What Is and What Should Never Be” e “Bring It On Home” e na faixa de abertura que já nasce clássica, “Whole Lotta Love”. Led Zeppelin II é tão completo que ainda conta com a belíssima balada “Thank You” e o violentíssimo riff de “Moby Dick” abrindo para John Bonham mostrar seu dote na bateria. Disco irretocável.


1. IV [1971]

O disco é uma síntese de toda a carreira da banda e atinge as raias da perfeição nesse propósito não declarado. Parece que nada daria errado com o grupo e tudo que apontassem viraria ouro. Assim o é, especificamente neste álbum sem título, que ficou conhecido popularmente como IV. Rocks pesados e swingados, como “Rock and Roll”, “Black Dog” e “Misty Mountain Hop”, psicodelia brutamontes em “When the Levee Breaks” e “Four Sticks” e candura acústica em “Going to California”. Destaca-se em “The Battle of Evermore” um dos mais extraordinários trabalhos do folk psicodélico em todos os tempos, com a manipulação certeira e viajandona da voz de Robert Plant e seu intercruzamento com o timbre único de Sandy Denny. Desnecessária alguma menção a “Stairway to Heaven”, que é, com grande justiça, uma das músicas mais conhecidas e executadas de toda a história do rock.


Agora que vocês acabaram de ler minha lista categorizada de álbuns do Led Zeppelin, animem-se de comentar sobre as suas preferências!

41 comentários

  1. André Kaminski

    Pois olhe, eu só trocaria de posição do Led I com o II, no mais, concordo com as posições dos restantes embora eu fosse menos crítico com Houses of the Holy.

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    • Diogo Bizotto

      Essa certamente seria minha mudança mais evidente, provavelmente a única que acarretaria grande mudança. Gosto bastante de “Houses of the Holy” e considero algumas de suas músicas entre as melhores da banda, mas entre as melhores mesmo, especialmente “The Song Remains the Same”, “Over the Hills and Far Away” e “No Quarter”.

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  2. Mairon

    A minha lista do pior ao melhor

    In Through the Outdoor
    Coda
    Houses of the Holy
    Led II
    Led I
    Led IV
    Led III
    Presence
    Physical Graffitti

    O foda é que do 1 ao 7, a diferença de pontos é mínima

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    • Ronaldo

      Passei a prestar mais atenção no Presence depois de seus comentários e ele cresceu no meu conceito ao longo do tempo.
      Abraço!

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      • Sidney Falcão

        Sempre ouvi comentários negativos sobre “Presence” até um dia decidir ouvi-lo e ter a minha opinião. e a opinião que tenho é que “Presence” faz parte daqueles discos que fazem parte da ala dos “subestimados”. Acho um bom disco, e não é esse “terror” todo que havia pintado. Porém, “In Through The Outdoor”… nossa, esse aí não tem jeito. É o pior álbum do Led. É confuso, uma miscelânia que não dá liga. Só se salva “All My Love”. Acho “Carouselambra” um grande desperdício: poderia ser duas músicas. Os seus três primeiros minutos poderia ser apenas um música, seria um grande rockaço, um grande hit na linha do arena rock que estava muito em voga na virada dos anos 1970 pros anos 1980.

  3. Diogo Maia de Carvalho

    Simplesmente a minha banda favorita. A única discografia que escuto semanalmente, sim, semanalmente!

    Vou pensar aqui numa lista e, assim que decidir as posições, posto as minhas preferências.

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  4. Fernando Bueno

    Eu trocaria pouco sua ordem também. Talvez o Presence pelo House of Holy.
    No mais parabéns Ronaldo. Eu até entendi sua posição mas gostaria que vc eleborasse melhor. Vc falou que acha o II o melhor álbum de rock da história, e mesmo assim o colocou atrás do IV. Pode explicar isso?

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    • Ronaldo

      Olá Fernando! eu tentei fazer uma análise um pouco mais isenta; considero o Led Zeppelin II o disco mais importante da banda, o mais influente. Para mim, de forma muito particular, o melhor disco de rock que eu já conheci (comecei a gostar de rock pra valer com este disco) e nada que escutei até hoje tenha superado seu impacto. Mas o IV é o disco que é a “cara” da banda, o mais vendido, o mais reconhecido, o mais comentado, com os maiores e mais amados clássicos… não quis tentar emplacar tanto o meu gosto nessa hora. Foi mais nesse sentido.

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  5. Diogo Bizotto

    Minha lista, do melhor ao pior:

    1. IV
    2. Led Zeppelin II
    3. Led Zeppelin
    4. Houses of the Holy
    5. Physical Graffiti
    6. Led Zeppelin III
    7. Presence
    8. In Through the Out Door
    9. Coda

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    • Diogo Bizotto

      O cara chega a ficar meio tentado a colocar “Presence” na frente de “Led Zeppelin III” porque “Achilles Last Stand” é boa demais, mas aí escuta o lado A de “III” e pensa melhor. Adoro a linha de baixo dessa música, pelo que sei gravada em um Alembic oito cordas, que vejo como uma espécie de Rolls Royce (ou Ferrari?) dos baixos.

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  6. Davi Pascale

    Minha lista do melhor para o pior:

    01) Led Zeppelin II
    02) Led Zeppelin IV
    03) Physical Graffitti
    04) Led Zeppelin
    05) Houses Of The Holy
    06) Led Zeppelin III
    07) Coda
    08) Presence
    09) In Through The Outdoor

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  7. Raphael

    O que mais curto é o Houses of the Holy, mesmo D’Yer Maker não macula o apreço que tenho pelo disco.

    Meu ranking:
    1 Houses of the Holy
    2 Led II
    3 Led IV
    4 Led I
    5 Physical Graffiti
    6 Presence
    7 Led III
    8 Coda
    9 In Through the Outdoor

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    • Diogo Bizotto

      Também gosto de “D’Yer Maker”. Ela é meio “tortinha” mesmo, mas é uma boa música.

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  8. Eudes Baima

    Minha lista:

    9. In through the out door – o disco que não deveria ter saído.
    8. Coda – apesar de ser meio uma antologia de out takes, dá de 10 em ITTOD e ainda é um dos melhores diacos de sobras jamais lançados. Ou seja, o que a banda achava que era o seu pior era melhor do que 80% do que a concorrência lançava.

    Daqui em diante, tudo fica meio equiparado… difícil escolher o que é melhor…
    7. Houses of the hole – nunca tinha visto ninguém reclamar da monumental The song remains the same.
    6. Presence
    5. III
    4. IV
    3. I
    2. II
    1. Phisical Grafitti

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    • Ronaldo

      Olha só…eu gosto bastante de reggae, mas acho D’Yer Maker bem forçada! kkk
      Abraço!

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      • Francisco

        Você deve gostar de Dread Zeppelin, não? kkkkk

  9. Giovandre Silvatece

    A minha lista é a seguinte:
    1. LED ZEPPELIN II – destaque para “Heartbreaker”, “Living Loving Made” e “Bring It On Home”
    2. LED ZEPPELIN IV –
    3. LED ZEPPELIN III – gosto muito de “Celebration Day” e “Out On The Tiles”
    4. HOUSES OF THE HOLY
    5. CODA
    6. PHYSICAL GRAFFITTI – destaque para “The Rover”
    7. IN THROUGH THE OUT DOOR – gosto muito de “Hot Dog”
    8. PRESENCE

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  10. Marcel

    Muito complicado fazer uma lista dessa, pois todos os discos são bons, não tem nenhum “abacaxi” unânime, ehehe. Mas minha lista seria essa:

    9. In Through the Outdoor
    8. Coda
    7. Presence
    6. Houses Of the Holy
    5. III
    4. I
    3. IV
    2. Physical Graphitti
    1. II

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  11. Antonio Marcos

    Parabéns pela matéria e pela classificação dos discos. Aprendi a gostar do LZ com o IV, tendo tanto uma relação emotiva como de reconhecimento por ser um clássico. Na minha concepção, LZ é a segunda maior banda de todos os tempos, pois os Beatles são hors-concours e Velvet Underground são imbatíveis.

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  12. Daniel Benedetti

    Minha lista, do melhor para o pior:

    1. Physical Graffiti
    2. IV
    3. II
    4. I
    5. Houses of the Holy
    6. III
    7. Presence
    8. In Through the Out Door
    9. Coda

    Parabéns pela ótima matéria.

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  13. Mairon

    Ronaldo, apenas chamo a atenção que quando você escreve “Robert Plant se acidentou de carro e perdeu o filho” está equivocado. Plant perdeu o filho depois do lançamento de Presence.

    Abração

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  14. Diogo Maia de Carvalho

    Como baterista e fã incondicional do Bonham (tenho uma tattoo com o símbolo dele no braço direito), tenho que dizer que acho impossível desgostar do ITTOD, pois esse disco tem algumas das melhores linhas de bateria dele, inclusive a melhor: Fool In The Rain.

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  15. Francisco

    Os álbuns II e IV do Zep são quase perfeitos. Tivesse lançado apenas um deles, ainda assim a banda estaria no patamar dos gigantes do rock.

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  16. Alisson Caetano

    Tem uns bons tempos que não pego os discos do Led pra escutar, mas é uma banda que respeito demais. Pensando rapidão numa classificação, ficaria:

    1. Physical Graffiti
    2. III
    3. II
    4. I
    5. IV
    6. Presence
    7. Houses of the Holy
    8. In Through the Out Door

    Nunca peguei o CODA pra ouvir, nunca tive curiosidade suficiente pra isso.

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  17. Regis

    Uma das discografias mais coesas e perfeitas do rock. Minha lista também só tem uma mudança, a inversão dos dois primeiros lugares.

    Aguardo seção “do pior ao melhor” com o Deep Purple.

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  18. António Marcos

    Uma das melhores seções da Consultoria. Como sugestão: abordar o rock nacional. Sei que ainda há muitas bandas internacionais sagradas para aparecer na seção (VU, REM, Sonic Youth, Pixies, Radiohead, The Smiths, etc) mas o rock nacional merece uma atenção, envolvendo bandas como Mutantes, Sepultura, O Terço, Legião, e outras.

    Responder
  19. Mauro Reis

    Parabéns pela (quase unânime) lista. Interessantes os comentários sobre “D’Yer Maker”. É uma música “fraca” para o padrão Led Zeppelin, mas que ficou famosa. Acho que, se não fosse do Led Zeppelin, incomodaria menos.

    Sobre ” In Through the Out Door”, é interessante que, mesmo sendo o álbum considerado mais fraco por muitos, possui um bom labo B, com “Carouselambra”, “All My Love” e “I’m Gonna Crawl”. Não é um lado B tão ruim.

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  20. Diogo Maia de Carvalho

    Aqui vai a minha lista, do melhor ao pior:

    1. Physical Graffiti
    2. IV
    3. II
    4. III
    5. I
    6. Houses Of The Holy
    7. In Through The Outdoor
    8. Coda
    9. Presence

    Considero todos os discos espetaculares até o Houses. O ITTO possui um ponto baixo (para uma banda do porte do Led), que é I’m Gonna Crawl. Já o Coda tem como ponto baixo Poor Tom e o Presence, por outro lado, tem duas faixas espetaculares, que são a Achilles Last Stand e a Nobody’s Fault But Mine, as restantes acho bem medianas mesmo. A única faixa que eu realmente detesto do Zep é a Hats Off To (Roy) Harper, mas todas as outras músicas do III são fantásticas, nenhuma abaixo da nota 10, então compensa a falha terrível que é a última música do disco no final das contas.

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  21. Myke

    Minha lista do melhor para o pior:

    1. Phisycal Graffiti
    2. IV
    3. III (menção a “Since I’ve Been Loving You” que contém, na minha opinião, o melhor solo já feito pelo Jimmy Page e um dos melhores solos da história do rock)
    4. I
    5. II
    6. Houses of the Holy (Menção a “The Ocean”, um dos melhores riffs do Jimmy Page, e a sensacional “No Quarter”. Concordo que “D’yer Mak’er” e “The Crunge” são músicas facas, aliás são fraquíssimas)
    7. Presence
    8. In Through The Outdoor
    9. Coda

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  22. O pai

    A minha ficaria assim:

    9- Coda
    8- In through the out door
    7- LZ IV
    6- LZ II
    5- Presence
    4- LZ I
    3- LZ III
    2- Houses of the Holy
    1- Physical Graffiti

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  23. Igor Maxwel

    Com todo respeito aos fãs de Physical Graffiti (incluindo nossos Consultores), acho que o álbum de 1975 do Led Zeppelin seria melhor se fosse lançado em forma de um disco simples ao invés de duplo, observe:
    LADO A = Custard Pie / Trampled Under Foot / Sick Again / In my Time of Dying.
    LADO B = In the Light / Ten Years Gone / Wanton Song / Kashmir.

    As outras sete músicas gravadas nas sessões dos álbuns anteriores e registradas neste disco de 1975 do LZ para mim não acrescentam muita coisa nele e não fariam feio se estivessem gravadas em seus álbuns respectivos lançados anteriormente.

    Responder

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