Daniel Johns lança novo disco solo FutureNever

Icônico vocalista e líder do Silverchair e o artista australiano mais premiado de sua geração, Daniel Johns está de volta em mais um trabalho solo. Seguindo suas experimentações sonoras dos últimos anos, ele revela o álbum FutureNever em 22 de abril. Este é um lançamento BMG. Ouça FutureNever. “FutureNever é um lugar onde o seu passado, presente e futuro colidem e misturam. É um caldeirão eclético de músicas que fiz nos últimos dois anos. Eu não antecipei com singles, pois o álbum foi projetado para ser apreciado como um álbum… Pode me chamar de um romântico incorrigível”, conta Johns. “Como artista fico entediado muito rápido, então eu quis fazer desse álbum uma aventura pro ouvinte. Eu parei de correr do passado e estou aqui, abraçando ele”.

Como líder do Silverchair, Daniel Johns lidera a lista de vencedores do Australian ARIA Awards. A banda lançou cinco álbuns de estúdio entre os anos de 1995 e 2007, todos os quais estiveram em primeiro lugar no ARIA Albums Chart e alcançaram mais de 10 milhões de vendas em todo o mundo. Daniel Johns foi o primeiro compositor da história a ganhar o prestigioso prêmio APRA Songwriter of the Year em três ocasiões distintas, e em 2016 também ganhou um Grammy por co-escrever “Say It”, de Flume com Tove Lo. Sua versatilidade criativa o levou a ser diretor musical da série “Beat Bugs” (Netflix), vencedora do Emmy em 2017.

Em 2003, Johns juntou-se ao produtor australiano Paul Mac para formar o The Dissociatives. Seu projeto colaborativo com Luke Steele (Empire of the Sun), DREAMS, foi lançado em 2018 e apresentado no Coachella e Vivid Sydney. Após estrear solo com Talk em 2015 e se destacar com seu podcast original do Spotify “Who Is Daniel Johns?”, ele adiciona uma nova página na sua trajetória com FutureNever. O novo álbum está disponível em todas as plataformas de música. “E que as pessoas não venham reclamar que o novo álbum não parece Silverchair. Eu ouvi isso em todos os discos do Silverchair”, conta ele, rindo. “FutureNever foi feito para soar frenético e enigmático, como se fosse uma extensão do meu processo criativo”.

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The Exploited em SP: mezanino esgotado e definidas as bandas de abertura

A Agência Sobcontrole traz novidades sobre a concorrida volta da lenda punk britânica The Exploited a São Paulo, dia 3 de dezembro deste ano, no Hangar 110, a mais emblemática casa de shows para este gênero da música pesada na capital paulista. Devido à grande procura por ingressos, o mezanino está esgotado e agora restam apenas entrada para a pista. Aproveite os últimos ingressos antes da virada de lote. Outra atualização sobre o evento é o anúncio das bandas de abertura, que tocam no Hangar 110 antes dos britânicos: Agrotóxico, Delinquentes e Dischava foram as escolhidas para a festa punk que vai encerrar o ano de retorno dos shows no país.

O Agrotóxico é uma das mais ativas formações punk de todos os tempos no Brasil, que nasceu em São Paulo e está na ativa desde 1993. A banda tem seis álbuns, cujos registros abordam sobre anarquismo, ações DIY e contra o fascismo, violência do terceiro mundo, problemas ecológicos, entre outros temas. Toda essa fúria é redobrada em energia nas apresentações ao vivo.

A Delinquentes, igualmente experiente no movimento punk, é do Pará e está há mais de três décadas constantemente em festivais e turnês pelo país, levando seu hardcore crossover para as massas. A banda faz um som agressivo, flertando até mesmo com o thrash metal, para denunciar as injustiças e mazelas hipócritas que o mundo conservador e desumano descarrega dia a dia. O evento ainda terá a participação do Dischava e seu autêntico rock de rua, que fez sua estreia recentemente e está prestes a lançar o single de estreia, Cidadão de Bem (Nós odiamos você…).

A volta do The Exploited a SP
O The Exploited retorna ao Brasil em dezembro de 2022 com a turnê de um novo disco. Em São Paulo, o show acontece no dia 3/12 (sábado) no Hangar 110. O The Exploited foi fundado pelo vocalista Wattie em 1979 na cidade de Edimburgo, na Escócia. A raiz da sonoridade da banda está no street-punk do fim da década de 70 e também no que posteriormente seria chamado de movimento Oi!

Dos primórdios aos dias atuais, o The Exploited é aclamado pelo punk agressivo, repleto de riffs e batidas ríspidas, às vezes flertando com o hardcore e o metal, com letras politizadas. Nas mensagens, eles brandam contra a mediocridade humana, violência da polícia e corrupção, além de ter músicas contra guerras. São oito disco lançados, como os clássicos Let’s Start a War, Death Before Dishonour e ‘The Massacre, além de EPs, splits e participações em coletâneas, como na mundialmente reverenciada Oi! The Album, de 1980, feita pelo músico e jornalista Garry Bushell e lançada pela gravadora EMI Records.

E é um novo disco para a consagrada discografia da banda que torna mais especial esta nova turnê pelo Brasil. Será o primeiro álbum com inéditas desde o pesado Fuck the System, de 2013. Além de Wattie, atualmente o The Exploited é Wullie Buchan (bateria, irmão do vocalista), Irish Rob e Stivie (baixo) The Bastard (guitarra).

Serviço
Agencia Sobcontrole Apresenta The Exploited
Única Apresentação no Estado de São Paulo!
Data: sábado, 3 de dezembro de 2022
Local: Hangar110
Endereço: Rua Rodolfo Miranda,110 – Estação Armênia do Metro
Hora: 19h (Abertura casa) | Shows: 19h30

Setores/Valores*:
Pista: R$100 (1º lote – limitado) | R$120 (2º lote) | R$150 (3º lote) |

*para não estudantes. Doe um quilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada.

Ingresso online (com taxa de serviço)
Ingresso físico, sem taxa de serviço: Hangar110


Americanos do Lost in Society lançam novo LP “Life During Quarantine”

A banda punk alternativo baseada em Nova Jersey, Lost in Society, não tem nada além de promessas pela frente. O trio acaba de lançar o novo LP Life During Quarantine. Os power-punkers encontram inspiração no punk e no grunge dos anos 90. O novo material tem 10 faixas e está disponível em todas as plataformas de streaming. Chocante, feroz e cru: o show ao vivo de Lost In Society foi descrito como todos os itens acima. Eles já se apresentaram em grandes festivais como Punk Rock Bowling, Vans Warped Tour, Fun Fun Fun Fest, SXSW e Fest. Seus shows eletrizantes ao vivo, juntamente com um som contagiante, deram ao grupo uma reputação que se assemelha a atos punk como Rise Against e Green Day no início de suas carreiras. O LIS é conhecido por trazer os fãs da mesma forma que os punks antigos faziam: de boca em boca.

Life During Quarantine


Antes de vir ao Brasil, banda coreana 2Z faz cover de “A Queda”, de Gloria Groove

A banda sul-coreana 2Z surpreendeu seus fãs brasileiros ao divulgar, no dia 18 de abril, um cover da música “A Queda”, hit da cantora brasileira Gloria Groove. O vídeo com o cover foi divulgado no canal no YouTube da produtora Highway Star, empresa responsável pela vinda dos coreanos ao Brasil. A banda de k-pop cantou em português os versos originais do hit de Gloria Groove que discute sobre a “cultura do cancelamento” e que integra o álbum Lady Leste, da drag queen. O vídeo gravado na Coreia do Sul mostra os integrantes do 2Z tocando a música, que ganhou uma roupagem com a pegada do rock, mas sem perder o estilo original da faixa de Gloria Groove. Veja o vídeo do cover de “A Queda” na versão do 2Z.

O 2Z fará um show em São Paulo e sessões de autógrafos em Recife, Fortaleza e Rio de Janeiro no mês de junho, com a turnê “A Crash Landing”. Essa será a primeira visita da banda ao país. Os ingressos para a turnê do 2Z já estão à venda exclusivamente pela internet, na Sympla. Não é cobrada taxa de conveniência. Para o show em São Paulo, estão disponíveis ingressos promocionais para quem fizer a doação de 1kg de ração para cães ou gatos na entrada do evento.

SOBRE O 2Z

Formado por Ho Jin (vocais), Ji Seob (guitarra), Jung Hyun (baixo), Bum Jun (bateria) e Zunon (DJ e teclados), o 2Z começou sua carreira em janeiro de 2020, com o lançamento do EP We Tuzi. Além de músicos, os integrantes do 2Z são modelos fotográficos. Nas redes sociais, a banda faz sucesso também tocando covers de hits do k-pop em versões mais pesadas. Com influências que vão desde Thin Lizzy, passando por Motley Crüe e U2, o 2Z aposta em um estilo pop rock, que pode agradar tanto os fãs de k-pop quanto aqueles que não são tão familiarizados com as batidas dançantes do pop coreano. Em sua discografia, o 2Z traz um álbum, três EPs e três singles digitais. O trabalho mais recente do 2Z é a trilha sonora do drama coreano “Behind Cut”. O drama, protagonizado pelo baterista Bum Jun, é da temática “Boys Love” (BL), termo usado para definir produções asiáticas que abordam relacionamentos homoafetivos entre rapazes.

Saiba mais sobre a turnê do 2Z no Brasil.

Links oficiais do 2Z:
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HÉIA: Ao lado de NervoChaos, Vazio, Zeugma e Ordless em Junho deste ano, saiba mais!

Nos preparativos finais para a “South American Tour 2022”, a HÉIA ainda subirá ao palco em Goiânia/GO para uma grande apresentação no dia 25/06 (sábado). A banda estará ao lado de NervoChaos, Vazio, Zeugma e Ordless no Capim Pub, em evento que estará comemorando os 20 anos da Two Beers Or Not Two Beers Records e que se iniciará as 18 horas. Para mais informações, acesse.

SERVIÇO:
Show: HÉIA, NervoChaos, Vazio, Zeugma e Ordless em Goiás
Local: Capim Pub
Endereço: Rua 5 – Nº 71 – Setor Norte Ferroviário, Goiânia – GO
Data: 25/06/2022
Horário: 18 horas
Ingressos: R$ 20,00 (no local)
Capacidade máxima: 150 pessoas
Obrigatório: Comprovante vacinal

Em paralelo, já foi divulgado o cartaz oficial de um dos shows da HÉIA na “South American Tour 2022”, que passará por 4 países em 9 apresentações. Este evento acontecerá na capital argentina no dia 10/07 e contará também com Dislepsia, Lepergod e Aditus. Encontre e ouça o novo single da banda, “Precipice Between the Phenomenal and Noumenal”, em sua plataforma de streaming mais utilizada, acesse.

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Crucifixion BR: disponível o novo álbum, Human Ducay”, nas plataformas digitais

Uma verdadeira veterana no cenário tupiniquim, a banda de Blackened Death Metal CRUCIFIXION BR foi formada na cidade de Rio Grande/RS em 1996, e consolidou o seu nome, ao longo dos anos, por meio de demos, EPs, e principalmente, pelas enérgicas apresentações ao vivo, culminando assim no primeiro full-lenght, Destroying The Fucking Disciples Of Christ, de 2014. Baseado na cidade de São Paulo desde o ano de 2016, o grupo, atualmente composto apenas pelos 2 membros fundadores, Juliana Novo (bateria) e Maxx Guterres (vocal e guitarra), lançou, no dia derradeiro de Outubro de 2021, o seu aguardado segundo álbum de estúdio, Human Decay, disponibilizado a nível nacional, em formato físico, via Shinigami Records.

O disco, bastante aclamado por parte dos fãs e da crítica especializada, conta com as participações especiais de Dave Ingram (Benediction), na faixa “Bloody Fire Victory”; André Rod (Attomica), fazendo os backing vocals em “Human Decay”; e do produtor Sebastian Carsin, responsável por todos os solos de guitarra presentes no registro. Os aspectos de produção e mixagem ficaram à cargo de Sebastian Carsin e Maxx Guterres – sendo que a masterização foi toda realizada pelo primeiro – enquanto a bela arte da capa e o conceito visual da bolacha foram desenvolvidos pelo artista Romulo Dias. Além da versão em CD, Human Decay também se encontra disponível para apreciação em todas as principais plataformas digitais.

Tracklist:
01 – Open The Gates, Blasphemy Returns
02 – Human Decay
03 – Confirmed Execution 666
04 – Annihilation And Victory
05 – Chaos Of Morality
06 – A Few Lies Of Your Whole Light
07 – Into The Abyss
08 – My Savior
09 – Bloody Fire Victory
10 – Passage
11 – Insanidade Bestial
12 – The Final Chapter

Ouça o álbum no Spotify:

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Álbum de estreia do Trema¨ traz super time de convidados

É fato que para o artista momentos turbulentos podem servir de inspiração e render obras notáveis. E é justamente essa a primeira impressão de BR-Lockdown, álbum inaugural do Trema¨, projeto idealizado por Lucas Lippaus, guitarrista, compositor e produtor. Presente em bandas de destaque da cena indie brasileira, como Herod, Dolphins on Drugs e Fluhe, o álbum de estreia do Trema¨ apresenta um trabalho coeso em conceito e formato, onde nenhuma das músicas passa de pouco mais de um minuto e meio de duração. “Todas as músicas saíram curtas naturalmente. Gosto muito do efeito ‘tiro’, algo direto ao ponto e rápido, e que causa um baque num primeiro contato a ponto de precisar repetir a experiência para melhor absorção”, explica Lippaus. Ouça BR-Lockdown.

Segundo Lucas, foram precisos somente três dias de março de 2021 para estruturar todas as onze faixas que compõem BR-Lockdown, trabalho que sairá pelo coletivo Lança. A necessidade de exercer a criatividade durante a pandemia de covid-19 foi o pontapé inicial para dar vida ao disco, carregado de guitarras com texturas de no wave e noise, riffs inteligentes e uma interessante variedade de atmosferas sonoras.

“Diria que a ideia do BR-Lockdown surgiu devido a vários acontecimentos pessoais. Em 2021 me mudei para Indaiatuba (SP) com minha esposa e filha, Paula e Marina, o que causou um choque cultural para nós, principalmente pela cidade ter um perfil bolsonarista e negligenciar a pandemia em si. Por estar isolado no interior, comecei a sentir necessidade de produzir música. Comprei uma interface, instalei o GarageBand num Mac antigo da Paula e comecei a produzir. Todos os recursos saíram disso, até mesmo foi utilizado uma IA baterista do software para a composição das linhas de bateria, o tal ‘Max’”.

Lippaus também conta que acabou se inspirando muito na estética sombria e agressiva do no-wave e do industrial dos anos 1980, como Sonic Youth, Big Black, Einstürzende Neubauten, entre outras. “Também me inspirei muito em bandas de noise-rock e post-hardcore como Slint, Shellac, Fugazi”. Outro ponto a favor de BR-Lockdown é o seleto time de participações, com membros de bandas da cena alternativa brasileira, como Supercordas, In Venus, Bratislava, Der Baum, Giallos, Twinpine(s), Deafkids, La Burca, Cristo Bomba e Crime Caqui. Segundo Lucas, a ideia era convidar um vocalista diferente para cada faixa e deixar que fizessem os arranjos vocais e as letras. O resultado foi uma miscelânea de temas e estilos, o que faz do debut do Trema¨ um trabalho bastante interessante para quem também acompanha as bandas dos convidados.

“Para cada música eu tinha em mente um estilo de vocal, já pensando também em quem poderia fazer algo interessante para as mesmas. Todos os convidados compraram o a ideia do projeto, entregando letras e linhas de vocais, ao meu ver, incríveis. São músicos e musicistas muito talentosos, mas que vêm sofrendo consequências trazidas pela pandemia. Acredito que exista um desabafo da parte deles também. Por tudo isso, creio que o BR-Lockdown seja tanto deles quanto meu. As músicas não seriam o que são se não fosse pelo trabalho dos convidados”, comenta Lippaus.

Seja em “Fear”, com vocais rasgados de Fernanda Gamarano (Der Baum), ou em “Cinza”, com Cint Murphy (In Venus) reclamando que de fato “tá tudo cinza”, a tracklist passeia na espiral de sentimentos do confinamento e convence. Aliás, os contrastes entre as músicas também enriquecem BR-Lockdown. Victor Meira (Bratislava) canta em “Sobra” uma mini crônica acompanhada de uma incrível trama de baixo e guitarras, enquanto que em “Aquele Corre Loko” e “Nada Justifica”, Lippaus assume o peso das letras e vocais de Sandrox Duarte (Cristo Bomba) e Claudio Cox (Giallos), respectivamente.

Para fechar o pacote, o projeto do Trema¨ ainda conta com onze videoclipes, um para cada faixa, todos eles produções da Bad Chinchilla, assinados por Fábio Salvador e Paulo Valentim. “A criação da história visual de cada vídeo tinha como inspiração a própria música, que tanto a parte instrumental quanto a vocal continham sentimentos em relação a pandemia. O processo de ilustrar essas músicas e unir os nossos próprios sentimentos em relação a esses dois anos de covid-19 – até o momento – foi encarado como um desafio criativo e ao mesmo tempo um desabafo. Vale dizer que os vídeos tiveram a limitação de serem feitos a partir de bancos de imagem para respeitar o distanciamento social”, explica Fábio. No fim das contas, BR-Lockdown termina sendo uma grata surpresa, sobretudo por ser um trabalho coletivo que cristaliza um momento difícil e sintetiza a qualidade das bandas envolvidas no projeto, provando que a cena da música independente brasileira continua ativa, provocante e conectada a seu tempo.

Ficha técnica de BR-Lockdown

Todas as guitarras, “baixo”, arranjos, produção, mixagem e masterização: Lucas Lippaus.

Todas as baterias: Max.

Vocais e letras:

“Cinza” – Cint Murphy (In Venus);

“O///” – Douglas Leal (Deaf Kids);

“Espelho D’Água” – Filipe Giraknob;

“Aquele Corre Loko” – Sandrox Duarte (Cristo Bomba);

“Sobra” – Victor Meira (Bratislava);

“Nada Justifica” – Claudio Cox (Giallos);

“Pouco-a-Pouco” – Liu Anno;

“Que Vontade” – Bruno Palma (Twinpine(s)/Frescobol);

“Sair” – May Manão (Crime Caqui / Torta);

“Desconstruído” – Amanda Rocha (La Burca);

“Fear” – Fernanda Gamarano (Der Baum).

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ETROS: banda retorna ao estúdio para gravações do seu primeiro disco

A ETROS confirmou seu retorno ao estúdio Fusão para dar continuidade às gravações do seu primeiro álbum de trabalho, com o produtor, Douglas Neves. O debut, que terá seu título divulgado em breve, trará temas abordando as dificuldades e ensinamentos que a vida proporciona. O trio, que tem influências principalmente do Rock dos anos 80 e 90, trabalha com letras em português, sempre tendo em foco o intimista e o inovador, usando e abusando do poético ao ríspido, sem jamais perder a honestidade e o passional compromisso.

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Dulce Quental exalta o silêncio em Sob o Signo do Amor

Silêncio. Dulce Quental tem algo para revelar: “Voltei pra mim / Estou de volta”, ela canta em “A Pele do Amor”, faixa que acena para John Lennon (“Hold On”) e também traz o título de seu sexto disco solo, Sob o Signo do Amor (Cafezinho Edições, 2022), primeiro disco de inéditas desde Beleza Roubada (Sony/BMG, 2004) – nesse intervalo, Dulce lançou o vinil Música e Maresia (Discosaoleo/Cafezinho Edições, 2016), resgatando canções “perdidas” gravadas nos anos 90, e o DVD homônimo gravado ao vivo e em parceria com o Canal Brasil, em 2017, além de compor e ser gravada por diversos parceiros. A espinha dorsal de Sob o Signo do Amor, porém, foi composta num autoexílio involuntário e mágico em Angra dos Reis, em 2020, em meio a pandemia, quando Dulce, refugiada numa casinha selvagem à beira mar, compôs e registrou a maioria das canções no formato violão e voz em seu pro-tools enquanto dividia o espaço com a natureza, com o céu, a lua e os morcegos, e golfinhos, pescadores e tartarugas que dividiam o oceano com ela. São canções novas, frescas, emocionais e repletas de silêncios que convidam o ouvinte a entrar num universo tão pessoal quanto social.

Sob o Signo do Amor nasce de um contraponto”, observa Dulce. “De um lado temos esse estado de terror, a indignação pelo desgoverno Bolsonaro bombardeando as redes sociais com o seu terrorismo e os números de mortes na pandemia aumentando… De outro, a urgência em viver o amor e uma sexualidade aos 60 anos, rica de enamoramento e erotismo, o desejo de afirmar a própria experiência num mundo que está desabando, apesar de tudo vale a pena apostar nas nossas próprias ficções. A resistência se faz dessas pequenas histórias”, acredita a artista. E são 11 pequenas histórias que compõem esse novo trabalho de Dulce, atestados de maturidade de uma artista que surgiu como diva no grupo Sempre Livre, nos anos 80, cantando sucessos como “Eu Sou Free”, “Esse Seu Jeito Sexy De Ser” e “Fui Eu”, saiu para a carreira solo – no mesmo momento em que Lobão deixava Os Ronaldos e Cazuza saia do Barão Vermelho – cravando sucessos como “Natureza Humana” (1986), “Caleidoscópio” (1987) e “O Poeta Está Vivo” (parceria com Frejat e enorme sucesso do Barão Vermelho em 1990) e, com 40 anos de carreira (a serem completados em 2024), está muito mais interessada em colaborar com as novas gerações do que viver do passado.

Não é à toa que quem assina a produção de Sob o Signo do Amor são os irmãos (da nova geração) Jonas e Pedro Sá, e Dulce Quental faz questão de pontuar: “Esse é um disco feito a seis mãos”. Jonas já lançou três discos elogiados em carreira solo, sendo que o mais recente, Puber (2018), conquistou Dulce, que o conheceu no show de lançamento, e depois, aos poucos, foi estreitando relações. “Jonas é um artista fabuloso. Fiquei impressionada com os multitalentos dele. Aprendi muito com a forma empírica de ele trabalhar. Confiei que ele não ia largar a minha mão e chegaríamos lá, e chegamos”. Foi Jonas quem trouxe Pedro: ele integrou a BandaCê, que acompanhou Caetano, e é um estudioso da guitarra que lançou em 2021 seu primeiro disco solo. “Pedro é uma pessoa muito musical”, conta Dulce, revelando: “Ele não tem ego nem preconceito. Não julga. Ele tem um interesse genuíno pelo que você tem pra falar, e captura isso”. Juntos, Dulce, Pedro e Jonas fizeram cinco encontros e “já tínhamos um disco. Voz e violão já era uma coisa forte. Esse é um disco de guitarra e voz na frente, com a bateria pequenininha e os barulhinhos de MPC, lá atrás”, explica Dulce, que fez apenas dois pedidos para os irmãos Sá: “Me tirem dos anos 80 e… respeitem as pausas e os silêncios das canções”.

A preocupação da artista quanto ao silêncio é genuína, pois vivemos em um período histórico histriônico e verborrágico, em que tudo chega gritado e mastigado para o consumidor, que se vê “livre” de pensar para consumir. Dulce Quental, no entanto, quer convidar o ouvinte para refletir esse silêncio penetrando nas camadas de suas canções: “Quando você deixa vazio na música, deixa pausa, espaço para o outro, para a escuta e interpretação”, explica, levantando também outra das bandeiras de Sob o Signo do Amor, que nasceu inspirada em leituras do livro Sobrevivência dos Vagalumes, do filósofo e historiador de arte George Didi-Huberman, ao analisar os Escritos Corsários de Pasolini, onde o cineasta italiano antecipa o estrago que a sociedade do espetáculo viria a causar na cultura. E diz não ser mais possível ser inocente e livre diante do terror e da destruição. “Parece hoje”, comenta Dulce. “É uma visão premonitória. Estamos presenciando que não é preciso fazer um golpe de estado para vivermos numa ditadura, basta corromper as instituições. Walter Benjamin e Hannah Arendt também cantaram tudo o que viria a acontecer. Eles previram toda essa destruição. Mas quem diria que iria acontecer tão rápido”.

Sob o Signo do Amor respira poesia, filosofia e o ar marinho e também Caetano (“Alegria, Alegria” é citada de passagem em “Poeta Assaltante”, que ainda traz trechos do poema “Washington D.C.” de George Iso declamados por Alan Riding), Astor Piazzolla (o tango “Vagalumes Fugidios” conta com um arranjo de Cellos concebido e executado por Jaques Morelenbaum, mais Mariano González no Bandoneón e Itamar Assiere ao Piano), Paris, Merleau Ponty, Pasolini, Nietzsche e o filme “Melancolia”, de Lars Von Trier, entre muitas outras coisas. Dulce assina nove composições sozinha (a maioria, da safra produzida na casinha em Angra, em 2020), divide uma com o pianista pernambucano Zé Manoel (“A Arte Não É Uma Jovem Mulher”), e outra com o produtor e baterista paraense Arthur Kunz, das bandas Strobo e Os Amantes (“Amor Profano”). O disco novo também se conecta com Délica, primeiro disco solo de Dulce lançado em 1986: “Sob o Signo do Amor é um disco que sonhei lá atrás”, revela. “Délica é uma carta que enviei para o futuro… para mim mesma, uma mensagem que me ajudasse a encontrar o que eu encontrei agora. Esse disco é a realização daquela mensagem. Ela chegou. Tive que retrabalhar essa mensagem, mas ela finalmente chegou”, acredita Dulce.

Falar sobre filosofia, política e amor em um disco em 2022 pode soar arriscado, algo que Dulce não teme, muito pelo contrário. Todo artista tem que arriscar, experimentar, se expor. Para poder acertar tem que errar”, acredita. “Esse disco é uma conversa ao pé do ouvido, sussuradinho, sabe”, resume, mas logo acrescenta: “É o disco mais musical da minha carreira, mais sensorial, num sentido geral. Os tempos estão mais pesados, mas as palavras estão mais leves”, pontua. O barulho do mundo preocupa, mas “quando você silencia esse burburinho das vozes contemporâneas e se permite escutar a tua herança, as vozes com quem apreendeu e que ressoam em você, a sua obra ganha uma dimensão muito maior porque ela não é mais só você. Ela é todas essas camadas das quais você faz parte. Esse encontro dos tempos é muito poderoso quando acontece nas canções. E eu acho que isso aconteceu em Sob o Signo do Amor, que quer dizer ‘sob a regência do amor’, na confluência das estrelas, debaixo de um céu grego, na sincronicidade de um presente que encontra o passado e seu eterno retorno”, finaliza Dulce.

Produzido por Jonas Sá e Pedro Sá.

Arranjos por Jonas Sá, Pedro Sá e Dulce Quental.

Edições criativas por Jonas Sá.

Gravado por Jonas e Pedro no TILT.

Gravações adicionais: Cellos gravados por Jacques Morelembaum no estúdio Mirante; Bandoneóns gravados por Mariano Gonzáles.

Piano gravado por Itamar Assiere.

Vozes e vassourinha gravadas no Estúdio Umuarama por Ricardo Cidade & Ricardo Calafate.

Mixado por Duda Mello no Estúdio RockIt!.

Masterizado por Ricardo Garcia no Estúdio Magic Master.

Capa: Rodrigo Sommer.

Foto: Nana Moraes.

Produção de arte & visage: Rodrigo Bastos.

Assessoria de imprensa: Eliane Verbena.

Lançamento: Cafezinho Edições & Produções Musicais.

FICHA TÉCNICA

1 – “Apenas Uma Fantasia”

Autor: Dulce Quental

Dulce Quental – Voz. Pedro Sá – Baixos, Guitarras Base, Wah & Solo. Jonas Sá – Coros, MPC, Piano Fender Rhodes, Sintetizadores Grain Sample Manipulator (Reason), Korg Polysix, Minimoog, Yamaha CS-50 & Arp Oddissey. Thiago Nassif – Guitarra.

2 – “Vaga-lumes Fugidios”

Autor: Dulce Quental

Dulce Quental – Voz. Pedro Sá – Baixo & Guitarras. Jonas Sá – MPC, Chocalho, Garrafas, Pandeirolas, Reco-reco, Corda De Violão, Sintetizadores Minimoog & Korg Mono/Poly. Jaques Morelenbaum – Cellos & Arranjo Cellos. Mariano González – Bandoneón & Percussão De Bandoneón. Itamar Assiere – Piano.

3 – “Poeta Assaltante”

Autor: Dulce Quental

Dulce Quental – Voz & Efeitos. Pedro Sá – Baixo & Guitarras. Jonas Sá – MPC, Orgão Hammond, Sintetizador Korg Mono/Poly & Samples. Contém trechos do poema “Washington D.C.” de George Iso declamados por Alan Riding.

4 – “A Pele do Amor”

Autor: Dulce Quental

Dulce Quental – Voz. Pedro Sá – Baixo & Guitarras. Jonas Sá – MPC, Pandeirola, Shaker, Sintetizadores Yamaha CS-50 & Minimoog.

5 – “Obra Aberta”

Autor: Dulce Quental

Dulce Quental – Voz. Pedro Sá – Baixo & Guitarras. Jonas Sá – MPC, Garrafas, Shaker, Piano Fender Rhodes & Orgão Hammond.

6 – “Com Mais Prazer”

Autor: Dulce Quental

Dulce Quental – Vocais. Pedro Sá – Baixo & Guitarras. Jonas Sá – Coros, MPC, Pandeirola, & Orgão Hammond.

7 – “Morcegos à Beira-Mar”

Autor: Dulce Quental

Dulce Quental – Voz. Pedro Sá – Baixo & Guitarras. Jonas Sá – MPC & Piano Fender Rhodes.

Zé Manoel – Orgão. Marcelo Costa – Caixa com vassourinha & pratos. Thiago Queiroz – Sax Barítono.

8 – “A Arte Não É Uma Jovem Mulher”

Autores: Zé Manoel/Dulce Quental

Dulce Quental – Voz. Pedro Sá – Baixo, Violão & Guitarra. Jonas Sá – MPC, Shaker & Piano Fender Rhodes. Zé Manoel – Piano Fender Rhodes.

9 – “Poucas Palavras”

Autor: Dulce Quental

Dulce Quental – Voz. Pedro Sá – Baixo & Guitarras. Jonas Sá – Coros, MPC, Orgão Hammond, Sintetizadores Yamaha CS-50 & Korg Mono/Poly.

10 – “Amor Profano”

Autores: Arthur Kunz/Dulce Quental

Dulce Quental – Vocais. Pedro Sá – Baixo & Guitarras. Jonas Sá –MPC, Edições & Sintetizador Minimoog. Arthur Kunz – Programação em MPC e Sample.

11 – “Tudo Vai Passar”

Autor: Dulce Quental

Dulce Quental – Voz. Pedro Sá – Baixo & Guitarras. Jonas Sá – MPC, Pandeirola, Piano Fender Rhodes, Sintetizadores Korg Polysix & Minimoog.

Lançamento/álbum: Sob o Signo do Amor

Artista: Dulce Quental

Selo: Cafezinho Edições

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DULCE QUENTAL

Como se renovar sem se tornar cinza?

Dulce Quental é mãe, cantora e compositora (não nessa ordem). Cronista em busca da poesia esquecida destes dias perdidos, Dulce (sobre) viveu (há) os anos 80, e procura uma forma de se renovar sem se tornar cinza. Ela ouve a voz da chuva, acredita no poder do desejo, e brinca de amar o cinema, a música e a vida. Iniciou a carreira como vocalista da banda pop Sempre Livre; gravou cinco discotecas: Avião de Combate (CBS-1984), Délica (EMI-1985), Voz Azul (EMI-1988), Dulce Quental (EMI-1989) e Beleza Roubada (Cafezinho Música / Sony Music – 2004). Formada em comunicação social, colaborou com resenhas de livros para o Caderno Ideias do Jornal do Brasil e artigos para a Revista de Estudos Femininos da UFRJ. Destacou-se principalmente como compositora tendo sido gravada por artistas dos mais variados segmentos. Realizou belas parcerias com Roberto Frejat, George Israel, Paulinho Moska, Ana Carolina, Zélia Duncan, Toni Garrido, Celso Fonseca, Zé Manoel e Paulo Monarco, entre outros.

O quinto disco de carreira, Música e Maresia, saiu em LP, em 2016, e registra gravações realizadas nos anos 90. O LP lançado no mesmo ano virou especial de TV no Canal Brasil. Nele Dulce faz uma retrospectiva da carreira. Em 2012 reuniu em um livro as “Caleidoscópicas”, mais de 40 crônicas escritas para o site paulista Scream & Yell, que depois virou coluna no iG e seguiu seu caminho pelas ruas da internet. A artista se apresenta pelo país não só como cantora, mas também como palestrante, em seminários, jornadas literárias e congressos, quando narra a sua experiência como compositora, autora e pesquisadora das palavras. Participou da V Jornada Internacional de Mulheres Escritoras, do I Congresso Nacional de Literatura e Gênero, e do Seminário de encerramento do Pacto Nacional pela Educação na Idade Certa. Trabalha também como profissional de música independente assessorando artistas e prestando serviços para o mercado de música independente.


Laura Finnochiaro comemora 40 anos de carreira e novo trabalho musical na Casa de Cultura Mario Quintana

Não faltam motivos para a cantora, compositora, guitarrista e produtora musical Laura Finocchiaro comemorar e celebrar a vida. Por isso, ela fez uma festa no show que marca seus 40 anos de carreira e o lançamento, em Porto Alegre, de seu novo álbum, Oxigênio. O espetáculo ocorreu ontem, 6 de maio, às 19h, na Casa de Cultura Mário Quintana (Rua dos Andradas, 736 – 4º andar), no Palco Lory F.. O local foi escolhido, principalmente, porque Laura é irmã de Lory (baixista, cantora e compositora) que partiu precocemente em 1993 e foi recentemente homenageada com seu nome atribuído a esse espaço no principal ponto cultural do Rio Grande do Sul. O show foi com entrada franca, sem cobrança de ingressos.

O SHOW

Não à toa, vai ter homenagem a Lory, com participação mais do que especial da atriz performática Anette Naiman, vinda diretamente de São Paulo para interpretar Lory F. — trabalho que vem desenvolvendo ao lado de Laura e que teve sua estreia no Dia Mundial de Luta Contra a AIDS (1º de dezembro), no Teatro Garagem, em São Paulo, em 2021. Completando a festa, o show teve ainda a participação especial de duas atrizes que marcaram a carreira de Laura: as atrizes Eleonora Prado (que fez backing vocal no seu primeiro show autoral, realizado em 1982, “Minha Grande Paciência Ser Gente”) e Deborah Finocchiaro (irmã caçula). O show do dia 6 de maio fez um apanhado dos 40 anos de carreira de Laura Finocchiaro, que saiu de sua terra natal aos 20 anos, para uma temporada de shows no Teatro Lira Paulistana, em março de 1983, em São Paulo, onde se estabeleceu até os dias de hoje.

Além de músicas que marcaram suas quatro décadas de estrada, o espetáculo contou com temas do recente álbum Oxigênio, canções de Lory F. com performance artística de Anette Naiman como Lory F e participações nos vocais e em performances das politalentosas Deborah Finocchiaro e Eleonora Prado.

LAURA FINOCCHIARO

São 17 álbuns autorais, dezenas de trilhas sonoras e canções inseridas em coletâneas, programas de televisão e peças teatrais em 40 anos de estrada musical, iniciada em Porto Alegre e desenvolvida em São Paulo. A carreira de Laura — impulsionada por sua sensacional apresentação na segunda edição do Rock in Rio, em 1991 — ganhou novo gás justamente durante a pandemia, que tanto asfixiou a arte e as vidas dos brasileiros. E o gás chama-se “Oxigênio”, álbum gravado e produzido por ela própria em plena pandemia, em seu home studio, e lançado em todas as plataformas de streaming, em novembro de 2021.

Distribuído pela CD Baby, Oxigênio é mais um lançamento da Sorte Produções, empresa de Laura Finocchiaro. “Ser artista independente no Brasil é uma forma de resistência. Não há políticas públicas que nos contemple”, comenta Laura, que segue em suas batalhas na música e na vida, para além do mainstream, cantando para ajudar a melhorar o mundo, pelo respeito às diferenças, pela justiça social, contra o machismo e a lgbtfobia. O projeto Oxigênio começou pouco antes da crise sanitária do coronavírus, em janeiro de 2020, e seguiu com o lançamento de cinco singles — “A vagar”, que saiu em março de 2020, “Asfixia” (maio/2020), “Minas sonoras” (novembro/2020), “Hino à diversidade” (julho/2021) e “Vírus” (agosto/2021) — servindo de esquenta para a chegada do álbum completo. Oxigênio 40. Poder feminino total! E, claro, muito Oxigênio para respirarmos arte e afeto! Laura Finocchiaro – 17 álbuns autorais + centenas de trilhas sonoras e canções inseridas em coletâneas nacionais e internacionais

Ficha Técnica:

Direção geral, produção musical, arranjos, voz, guitarra, violão, bases eletrônicas – Laura Finocchiaro

Performance artística interpretando Lory F.: Anette Naiman

Texto de abertura e vocais: Eleonora Prado

Performance e vocais: Deborah Finocchiaro

Textos: Carla Paes Leme Divulgação: Ricardo Finocchiaro + Sheila Gomes

Fotos: Marian Starosta Design: Valder Valeirão

Produção e Realização: Ricardo Finocchiaro + Sorte Produções

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