Por Mairon Machado

Estamos com mais um entrevistado na Caverna da Consultoria. Hoje, vamos ao Mato Grosso conhecer a linda coleção de Marcelo Pardin, um apaixonado por Queen, e claro, por música. Confira!


Grande Marcelo, como vai meu amigo? Obrigado por compartilhar sua paixão pela música conosco. Bem –vindo à Consultoria do Rock. Por favor, apresente-se aos leitores
Boa tarde, Mairon! Tudo bem? Primeiramente fico honrado pela oportunidade de estar aqui na Consultoria do Rock. Sou fã do trabalho de vocês e os acompanho há alguns anos. Muito obrigado, mesmo. Bem, me chamo Marcelo Pardin, resido em São José dos Quatro Marcos, interior do Mato Grosso. Sou advogado há 8 anos e um apaixonado pela música desde que me entendo por gente. Tenho uma comunidade no facebook, chamada “Calabouço dos Colecionadores de Discos”, local de muita interação, diversão e, sobretudo, colecionismo. Qualquer pessoa que quiser adentrar será bem vinda.

Quais suas principais lembranças sobre o começo de sua paixão pela música?
Desde muito cedo a música esteve presente em minha vida. Ainda quando criança, mais exatamente quando morava em São Paulo (vive lá até 1987, quando, no ano seguinte, mudamos para o Mato Grosso), era cercado pelas músicas que minhas irmãs mais velhas ouviam, artistas como Cindy Lauper, Madonna, ABBA, Queen (mas sabia o que viria a seguir…), Michael Jackson, Pet Shop Boys, dentre outros. Mas como era muito criança, era apenas um ouvindo passivo, sem maiores interesses (ainda que curtisse o som). Mais tarde, já morando aqui no MT, nos idos de 1992, um amigo em comum apareceu com uma K7 de um tal Raul Seixas. Foi amor à primeira audição. Letras de canções como, “Eu nasci há 10 mil anos atrás”, “Gita”, “Ouro de Tolo” e “Trem das Sete” bateram fundo na mente daquela criança de 10 anos. Ouvimos a fita até estragar. Mas o choque veio em 1994. Minha irmã do meio deu-me uma fitinha K7 pirata, com seleções da “banda do Freddie Mercury”. Foi um caminho sem volta. Apaixonei-me completamente pelo som único daquela banda, com canções de estilos tão variados, por aquela potência vocal do “bigode”, pelo som inconfundível da guitarra daquele cidadão do cabelo cacheado…Daí em diante, foi ladeira abaixo. Outro momento legal foi quando conheci o KISS, em 1997, pelo cd KISS ALIVE III. Ouvia-o em casa. O levava pra escola, clube, encontro com os amigos, trabalhos do colégio, educação física… dormia com ele. Um disco muito marcante na minha vida.

Qual a importância da música para o seu dia a dia?
A música certamente está no “Top 5” da minha vida. Não sei e nem quero imaginar como seria o mundo que vivo sem a música. Para os bons e maus momentos. Para aliviar o estresse (principalmente da profissão). A música esteve ao meu lado em momentos muito difíceis e ajudou-me a passar por eles. Música é tudo. Sem contar que fiz grandes amigos e conheci pessoas sensacionais, como vocês da Consultoria e demais amigos que fiz internet a fora. Todos unidos pela paixão à música.

Em que momento que você percebeu que estava deixando de ser um mero ouvinte para se tornar um colecionador, e por que você acha que isso aconteceu?
Então. Até 2017 eu ouvia muita música, mas nunca me apeguei a ter uma coleção. Inobstante ouvir muita música, nunca tive mais que 50 cds ou algo do tipo. Porém, em 2017 parei pra pensar que poderia sim, ser mais que um amante da música, mas também um colecionador. Comecei minha coleção nesse ano, iniciando pelas minhas bandas favoritas (em ter a dicografia). Jornada em que me encontro até hoje. Tem muita coisa que desejo que ainda não está na minha coleção. Portanto a ideia de ser colecionador foi premeditada e iniciou no ano citado.

Qual o primeiro disco que comprou e por que? Você ainda o tem?
O primeiro cd que comprei foi o Under a Blood Red Sky, do U2, que lembro até a data exata em que comprei: 1º de março de 1997 (estava ocorrendo um evento festivo em casa, por isso nunca esqueci). Comprei pela capa. Nunca tinha ouvido falar da banda (lembre-se, leitores: moro no MT, lugar que esse tipo de música passa longe). Mas foi amor à primeira audição, também. Considero-o um dos melhores “Live” de todos os tempos. O “senão” dele é ser editado. Tenho também a versão em DVD e, esse sim, tem o show completo (ao que parece). Espero que um dia corrijam esse equívoco e lancem o concerto completo em áudio. Quanto ao primeiro disco, em vinil, não lembro o primeiro que comprei, mas lembro o primeiro que ganhei, que foi Lick it Up, do KISS. Infelizmente não o tenho mais.

Entrando na sua coleção, quais os números da mesma? Quais as mídias predominantes em suas prateleiras?
Hoje tenho cerca de 820 cds, cerca de 100 Lps (incluindo os que estão em box), 150 blurays/DVDs e muitos livros sobre música (biografias, jornalísticos e afins). Como mencionado, o cd reina na coleção e duvido que isso um dia irá mudar. Também tenho muitas revistas, como Roadie Crew (que assino), Rock Brigade (que estou comprando aos poucos todas que posso encontrar) e algumas Bizz.

Como você organiza seus discos?
Estão em prateleiras que eu mesmo encomendei. Porém, já estão insuficientes. O espaço é o velho problema de qualquer colecionador. Os discos de vinil não tem uma ordem específica. Ainda preciso encomendar da mesma maneira uma prateleira pra eles. Quando à ordem que estão guardados, no que concerne aos cds estão por discografias completas. Não há ordem alfabética no momento.

Há alguma rotina ou “mania” que você costuma fazer relacionado com a sua coleção?
Comprar mais discos e cds….hehehe. Está difícil vencer essa mania. Sempre tem algo faltando na nossa coleção. Mas não sou de ficar limpando muito, não. Nem de lavar discos (até porque, cerca de 90% são novos).

Em que momento o Queen se tornou sua banda preferida?
Olha, acho que desde o princípio. A banda tem sido uma espécie de trilha sonora por toda minha vida. Posso citar os mais diversos momentos em que vivi que músicas da banda estiveram presentes. Acho que desde o momento que comecei a ter o discernimento da variedade de bandas, sons e estilos e o Queen se destacou pra mim, penso que desde esse momento a banda se tornou a minha preferida. É uma banda única. Aquela banda que agrada pessoas fora do rock, o tio, o avô, a mãe (minha mãe ouvia quando jovem, antes de eu nascer), enfim, uma banda muito palatável. Quando fui no concerto da banda, em 2018, estava a poucos metros de Brian May (e por alguns momentos do show, do Roger Taylor). Aquilo foi muito surreal pra mim. Inacreditável, eu diria. O cara que embalou a trilha sonora da minha vida inteira bem ali na minha frente, com sua Red Special. Ainda que Freddie Mercury não estive ali (e nem John Deacon), foi um momento maravilhoso. É difícil expressar por palavras o sentimento por uma banda que você tanto ama. Ouvirei Queen até o último dia da minha vida.

Quais os pontos centrais da música do Queen que você considera o diferencial perante outras bandas.
A banda tem um estilo próprio. Não dá pra dizer que o Queen é hard rock ou pop. O Queen é o Queen, ainda que tenha mudado muito o som na passagem dos 70s para os 80s. Outra coisa, os quatro eram compositores sensacionais, vide canções como “Bohemian Rhapsody” (Mercury), “We will rock You” (May), “Another One Bites the Dust” (Deacon) e “Radio Ga Ga” (Taylor). E o que dizer da banda ao vivo? A banda sempre prezou pela qualidade de suas apresentações. Até a The Game Tour (1980), eram apenas os 4! Quem não conhece, assista ao concerto Rock Montreal e tire suas conclusões. Freddie Mercury, para mim (e para muitos), foi o maior gogó da história do rock n roll e um frontman incomparável. Todos os 4 eram músicos excepcionais. Nunca mais surgirá uma banda como o Queen (e como tantas outras bandas clássicas).

Sobre sua coleção do Queen, por favor, dê os números
Tenho a discografia completa em cd e LP (estúdio). 22 DVDs/Bluray´s, coletâneas em cd e LP, bem como discos ao vivo. 18 Livros e 4 boxes (tem um a caminho!).

Qual o disco mais raro dos ingleses que você tem?
O mais raro é a caixa Live at Wembley´86 Deluxe, que é absurdamente sensacional. Outro item que considero raro é o single de “One Vision”.

Que outras bandas você também coleciona?
Beatles, KISS, Led Zeppelin, AC/DC, Black Sabbath (segunda banda que tenho mais itens), Iron Maiden, Sepultura, Metallica, o que não falta em casa é classic rock.

O que você faz questão de apresentar para quem vai visita-lo em termos musicais? E qual aquela obra que você gosta de apreciar sozinho?
Aqui ninguém entra na minha sala de música (carinhosamente conhecida como “Caverna” ou “Cafofo”, na visão da minha esposa). Meus amigos não curtem o tipo de música que curto (lembrem-se, estou nos confins do MT). Visitas passam longe da Caverna, até porque, a maioria dos meus amigos tem filhos pequenos e dedinhos descuidados não podem passar por aqui. Mas, assim, a galera acha legal o fato de eu ser um colecionador de discos. Não entendem bem, é verdade (“mas tem o spotify). Mas acham legal. Quanto apreciar música sozinho, ALWAYS. Sempre é assim. Eu, uma boa gelada (Heineken, de preferência) e a música. Mas prefiro assim.

Qual o disco mais raro da sua coleção? E qual aquele que é o arroz de festa?
Não sei se é o disco mais raro, mas quando fui a Londres achei o cd Stop Making Sense, do Talking Head, na versão full, como no bluray (no Brasil, até onde sei, só saiu a versão editada). Esse não vi muito por aí e só fui achar do outro lado do oceano. Arroz de festa aqui é qualquer um do KISS, Led, Queen, AC/DC, Pink Floyd…mas se for apontar um específico, diria que The Dark Side of the Moon, vocês sabem de quem.

Qual a maior quantidade de itens que você comprou de uma vez só.
Certa feira, no Mercado Livre, comprei 25 cds de uma vez, de um colecionador que estava se desfazendo dos seus discos. Mas já comprei lotes de 20, 22 cds. Porém, o recorde acima nunca foi quebrado.

Você já se desfez de algum disco e se arrependeu depois? Qual?
Não. Nunca me desfiz de nenhum. Mas perdi o Lick it Up, do KISS, que citei acima e foi presente de um amigo. Lamento até hoje.

Qual a maior loucura que você já fez por um disco ou show?
Maior loucura por disco: quase sempre acontece. Você comprar aquele cd, disco ou box escondido da patroa (pessoal dos correios aqui são meus amigos, bem como das transportadoras. Altos esquemas de entregas). Mas, veja: minha esposa não tem nada contra minha coleção e eu comprar discos. Acontece que a gente, digamos, às vezes passa da conta. Maior loucura por show foi inventar uma desculpa pra viajar pra Londres a passeio, mas como pano de fundo ver o show do Queen (+ Adam Lambert).

Como você faz para se atualizar sobre música?
Assino Roadie Crew, acompanho a Consultoria do Rock e o canal Whiplash.

 

Quais os dez melhores discos da década de 60?
Começou a parte difícil da entrevista…rsrs. Veja, a lista não é taxativa, pois pode mudar mês que vem, mas hoje seria (sem ordem de preferência):
Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band (The Beatles)
In the court of the Crimson King (King Crimson)
Led Zeppelin (Led Zeppelin)
Truth (Jeff Beck)
Abbey Road (The Beatles)
Disraeli Gears (Cream)
Wheels of Fire (Cream)
Led Zeppelin II (Led Zeppelin)
More (Pink Floyd)
Black Sabbath (Black Sabbath)

Quais os dez melhores discos da década de 70?
The Dark Side of the Moon (Pink Floyd)
All things must Pass (George Harisson)
A Night at the Opera (Queen)
2112 (Rush)
Master of Reality (Black Sabbath)
Who’s Next (The Who)
Rumours (Fleetwood Mac)
Highway to Hell (AC/DC)
News of the World (Queen)
KISS (KISS)

Os anos 70 foi a década mais FODA pra mim. Faltaram aí uns 100 discos.

Quais os dez melhores discos da década de 80?
Apettite for Destruction (Guns N Roses)
Abigail (King Diamond)
1984 (Van Halen)
Creatures of the Night (KISS)
Mob Rules (Black Sabbath)
The Joshua Tree (U2)
Ride the Ligthtning (Metallica)
Powerslave (Iron Maiden)
As Quatro Estações (Legião Urbana)
Reign in Blood (Slayer)

Quais os dez melhores discos da década de 90?
In Utero (Nirvana)
Ten (Pearl Jam)
Chaos A. D. (Sepultura)
Innuendo (Queen)
Roots (Sepultura)
Arise (Sepultura)
Rust in Peace (Megadeth)
Black Album (Metallica)
Revenge (KISS)
Nevermind (Nirvana)

Quais os dez melhores discos da década de 2000?
Mairon, sou um sujeito preso nos anos 60, 70, 80 e 90…rs. Tenho muitos discos do século XXI, mas ainda assim não dá pra elencar os 10 melhores.

Quais os dez melhores discos da década passada?
Vou passar também. Sou ouvinte de coisas mais antigas, praticamente (chatice, né. Mas não posso mentir).

Quais os dez discos que você levaria para uma ilha deserta?
Vamos lá. Junto com minha esposa, meu 5 dogs, meu set de som, uma geladeira cheia de Heineken, com uma despesa cheia de comida e durando por anos, bem como com uma fonte de água mineral (e energia solar):

The Dark Side of the Moon (Pink Floyd)
Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band (The Beatles)
A Night at the Opera (Queen)
Rumours (Fleetwood Mac)
Alive III (Kiss)
Wings Over America (Wings)
Abbey Road (The Beatles)
Chaos A D (Sepultura)
Live at Wembley´86 (Queen)
IV (Led Zeppelin)

Quais suas últimas aquisições?
Que chegou, The Wall do Pink Floyd em vinil 180 e o …And Justice for All, do Metallica, nas mesmas condições. Compra que ainda não chegou: Queen Live at the Rainbow (Limited Super Deluxe Boxset) e o Better Motorhead Than Dead, em vinil, quadruplo, 180…coisa linda demais.

Indique três lojas/sites para os colecionadores continuarem a aumentar suas coleções, e o porquê das mesmas.
IMusic, Amazon (BR, UK, US…enfim) e Juno

Que bandas atuais você indica para nossos leitores conhecerem?
Estou ouvindo muito Go Ahead and Die, mais um projeto de Max Cavalera. Recomendo demais.

Indique três discos que mudaram sua vida, e conte o porquê?
News of the World (Queen): primeira vez que o ouvi foi em 1997, na casa de um grande amigo que, hoje, infelizmente é falecido. Além do disco lembrar muito dos bons momentos que passamos juntos (esse amigo e eu), trazendo um forte teor de nostalgia e saudades, também é um disco lindo, que além das conhecidas até em Marte, “We will rock You” e “We are the Champions”, tem canções belíssimas como “All Dead, All Dead”, “Spread your Wings” e “It´s Late”. Meu disco favorito do Queen.

Greatest Hits (Queen): lembro a primeira vez que ouvi esse disco. Não tinha quase nada do Queen na época (1996) e descobri várias canções nessa coletânea fantástica que, segundo consta e se eu não estiver enganado, é a coletânea mais vendida de todos os tempos.

Alive III (KISS): Como comentei acima, acordava, comia, bebia e dormia ouvindo esse disco. Foi o disco que descobri a banda e imediatamente me apaixonei (quase tirando o Queen do topo, na época). Para mim foi a melhor fase do KISS, a Revenge Era. A banda estava tocando muito e com músicos excepcionais (Bruce Kulick e Eric Singer, até hoje na banda). Também com forte teor de nostalgia por lembrar muitos bons momentos da adolescência.

A sua coleção tem fim? Chegará um dia onde você vai olhar e dizer “tenho todos os álbuns que preciso” ou isso não existe para nenhum colecionador?
Olha, Mairon, eu acredito que sim. Não penso em ter, tipo, 3.000 mil itens na minha coleção, sabe. Claro que tenho a meta de ter tudo das minhas bandas favoritas, mas nunca saberemos o que o futuro nos reserva…rs. Sempre há discos sendo relançados em edições especiais, ou aquelas sobras de estúdio….mas a primeiro momento, a coleção tem limite, sim.

Muito obrigar por participar de nossa Caverna. Fique à vontade, este espaço é seu.
Poxa! Eu quem agradeço! É muita honra estar aqui na Consultoria! Já li todas as entrevistas de vocês com colecionadores e sempre imaginei o dia que chegaria minha vez. Enfim! Parabéns pelo excelente trabalho de vocês!! Forte abraço a todos!!

9 comentários

  1. André Kaminski

    Fazendo uns cálculos por cima aqui, já que tua coleção é nova, desde 2017 para cá você vem adquirindo uma média de 16 CDs por mês. Cara, que inveja, a minha está parada há um tempão devido ao aumentos dos preços das coisas.

    Aliás, que lindas aquelas versões do Bohemian Rhapsody. Uma coleção excelente e de bom gosto, parabéns!

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    • Fernando Bueno

      Realmente….quando se faz essa conta vê que o vício bateu forte no Marcelo.
      Também tenho o mesmo tipo de estranhamento das pessoas por aqui. Muita gente não entende esse nosso interesse tão intenso pela música. Minha sala onde guardo as coisas fica no meio da casa então todo mundo que vem acaba vendo, mas dá para perceber na cara o estranhamento que as pessoas tem por aquelas prateleiras lotadas.

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      • Marcelo Pardin

        Verdade, Fernando. Mas é um ótimo vício…rs. Somos mais que colecionadores. Somos apreciadores de arte. Sorte a nossa!

  2. RODOLFO ISTVANFFY

    Parabéns pela excelente matéria ⁨Mairon Machado⁩ meus parabéns também pela incrível coleção Dr Marcelo Pardin⁩ principalmente pela discografia do Queen, a determinação para com a sua banda de coração é uma coisa admirável e quanto a sua aventura na terra da rainha rende mais um artigo, sucesso sempre para todos Fernando Bueno Grupo⁩ viva consultoria do rock.

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    • Mairon

      Valeu Rodolfo, e muito obrigado ao Marcelo por nos mostrar sua coleção. Forte abraço

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  3. Marcelo Pardin

    Muito obrigado Mairon e aos amigos da Consultoria do Rock, pela oportunidade. Sou um grande fã do trabalho de vocês. Agradeço aos comentários dos colegas, também. Forte abraço a todos.

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  4. Luiz Omatsu

    Show de bola, quanto vc pagaria pelo meu compacto com “I Want to Break Free” / “Its a hard life” , tem foto na minha entrevista , rsrrsr

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  5. Luiz Omatsu

    Não sei se é o disco mais raro, mas quando fui a Londres achei o cd Stop Making Sense, do Talking Head, na versão full – Tenho esse CD em versão lançada aqui no Brasil, alem do DVD completo, não sei se a edição lançada aqui foi ceifada, mas comprei em uma banca de jornais por 10 pilas.

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    • Luiz Omatsu

      Detalhe importante, esse show teve a direção de um cara chamado Johnatan Demme, que alguns anos mais tarde se consagrou como diretor do filme “O silencio dos inocentes”

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