Ripple Music to release Dominance and Submission: A Tribute To Blue Öyster Cult all-star tribute album in January 2022!

Californian powerhouse RIPPLE MUSIC is proud to confirm a January 2022 release for its anticipate all-star tribute album Dominance and Submission: A Tribute to Blue Öyster Cult. The album will feature covers by Steve Hanford, Mark Lanegan, Billy Anderson, Zeke, Mondo Generator, members of High On Fire, Quasi, Fu Manchu, and many other names of the heavy rock world. This special tribute album was initiated by Poison Idea’s departed drummer Steve Hanford, in conjunction with Ian Watts of Ape Machine. Founded in 1967, Blue Öyster Cult are considered pioneers of occult rock’n’roll, marking generations with timeless anthems such as “(Don’t Fear) The Reaper”, “Burnin’ for You”, “Cities on Flame with Rock and Roll” or “Godzilla”. The New York outfit has since then remained a reference act of the 70s rock scene alongside MC5, The Stooges, or Steppenwolf.

The Dominance and Submission: A Tribute To Blue Öyster Cult record will highlight some of the finest work from the legendary band, with unique contributions from MONDO GENERATOR, MOS GENERATOR, GREAT ELECTRIC QUEST, WAR CLOUD, APE MACHINE, ZEKE, YEAR OF THE COBRA, FETISH, SPINDRIFT, IT, HOWLING GIANT, members of HIGH ON FIRE, QUASI, HOLY GROVE, FU MANCHU, WITCH MOUNTAIN, WILD EYES, as well as MARK LANEGAN and BILLY ANDERSON. The artwork was designed by Dave Snider. The album will be released as 2xLP, CD and digital, with preorder starting this fall on Ripple Music.

Dominance and Submission: A Tribute To Blue Öyster Cult
Coming January 2022 on Ripple Music

TRACKLISTING & LINEUP:

Side 1:
1) “ME 262” – Mondo Machine
2) “Flaming Telepaths” – Great Electric Quest
3) “Dominance and Submission” – Cosmo-Daemonic Telegraph Company featuring Mark Lanegan, Nick Oliveri and Sam Coomes
4) “Godzilla” – Howling Giant featuring Bob Balch

Side 2:
1) “Transmaniacon MC” – Tony Reed (Mos Generator) with Thee Slayer Hippy
2) “Wings Wetted Down” – IT featuring Andrea Vidal
3) “Tattoo Vampire” – Mondo Generator with Thee Slayer Hippy
4) “Veteran of the Psychic Wars” – Ape Machine
5) “Cities on Flame with Rock and Roll” – Zeke

Side 3:
1) “Stairway to the Stars” – War Cloud featuring Janiece Gonzalez
2) “Fireworks” – Year of the Cobra with Thee Slayer Hippy
3) “7 Screaming Diz-Busters” – Fetish
4) “(Don’t Fear) The Reaper” – Spindrift

Project initiator STEVE HANFORD aka Thee Slayer Hippy lived the rocky road of the rock and roll veteran. As Poison Idea’s drummer and producer, he played on two of the most influential hardcore records: ‘War All The Time’ and ‘Feel The Darkness’. He also worked as a producer on indie rock projects such as Heatmiser (with Elliot Smith) and punk albums for notable names like The Hard-Ons. Due to some struggles with addiction, Steve found himself in prison on multiple occasions, most recently in 2008 for a seven-year sentence after robbing a Walgreens. While in prison, Steve slowly turned his life around. He got a job in a music program where he started an ongoing creative collaboration with fellow musician and Portland native, Sam Redding. Together they recorded 13 albums of finished music (their own and that of other inmates), before being released in 2016. Not long after getting out, Steve jumped on a tour playing drums in The Skull and was soon after introduced to Ape Machine, which he quickly joined on drums, while working as a producer for Darker Seas. While on the road with Ape Machine, Steve decided he wanted to produce a tribute record to one of his favorite bands, Blue Öyster Cult

Steve had a vision of building a studio and originally wanted to use funds from the sale of the tribute record to get some gear. The goal was to be able to work in his own studio, producing records for other bands. The idea was to have bands come and record Blue Öyster Cult tribute songs in his fledgling studio (temporarily using borrowed gear from Ian Watts) which he would produce, simultaneously making a name for the studio, his production techniques, and drumming skills. Unfortunately, Steve didn’t make it to see the project through to release due to his suffering a heart attack on May 21st, 2020. Fortunately for music fans though, he had completed most of the recording for the project, leaving Ian Watts to gather the final pieces and mix the record. Steve was an accomplished and respected musician and was able to round up a star-studded cast of bands for the tribute. ​With Steve no longer being with us, the proceeds of the record will go to benefit his widowed partner, Kitty Diggins who was left with some financial hardships, including much-needed house repairs.


RICKY DE CAMARGO: tecladista da banda Sons of Apollo participará do novo álbum

O guitarrista RICKY DE CAMARGO confirmou a participação de Derek Sherinian, tecladista da banda Sons of Apollo, ex-Dream Theater, Black Country Communion, Alice Cooper, Kiss, em solo na faixa “Power To Fight”, pertencente ao seu vindouro álbum, Relentless. O músico também divulgou que André Luckner será o baterista em todas as faixas do referido trabalho, e os nomes das faixas do seu vindouro álbum, Relentless. Além das 9 faixas principais, estará inclusa “Maverick”, como bônus track e presente aos fãs do prog-rock instrumental.

Confira o tracklist:

01 – Relentless;
02 – Everlasting;
03 – Wild;
04 – The Exorcism;
05 – Lightspeed;
06 – Up to the Sky;
07 – Power to Fight (Feat. Derek Sherinian);
08 – Flying Colors;
09 – Oceans;
10 – Maverick.

Relentless tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2021 através da MS Metal Records com distribuição pela CD-Baby (digital) e Voice Music (físico).

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Com rock psicodélico e blues, Ancestral Diva divulga álbum de estreia homônimo

Rock psicodélico, blues e resistência. É com esse espírito que a banda Ancestral Diva divulga o seu álbum de estreia no dia 23 de julho. Homônimo, o disco é inspirado na música setentista e versa sobre a liberdade, a paz e o amor. Ao todo, 11 faixas integram o álbum. Entre elas, estão a faixa Lamento, gravada em colaboração com a drag queen, Dolly Piercing, e os singles Macumbeira e Dançando no Inferno. Esta última, inclusive, conta com uma performance teatral de Ricardo Righi na introdução. As sessões de gravação ocorreram no estúdio Última Gota, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Na ocasião, a banda contou com o suporte do produtor artístico e engenheiro de áudio, Vitor Lopes. A masterização ficou a cargo de Fred Chamone.

O vocalista Babo Gruppi explica o significado de “Ancestral Diva”. “É um nome inspirado no simbolismo das árvores milenares que resistem ao tempo. Elas têm suas raízes enterradas, mas seguem vivas respirando. E esse sentimento de que é preciso resistir para sobreviver, está presente em todo o nosso disco”, frisou. O guitarrista Zé Mário Sousa, por sua vez, frisa que o grupo teve um caldeirão de influências durante o processo de produção do álbum. “Nós gostamos da sonoridade stoner/blues. Por isso, nos inspiramos em novos nomes como All Them Witches e Royal Blood. No entanto, também curtimos muita coisa nacional e ouvimos desde de Secos & Molhados a Pabllo Vittar. No Brasil, o Jards Macalé foi a principal referência. Ele lançou uma obra prima chamada ‘Besta Fera’. Esse álbum nos influenciou bastante”.

Arte da capa por André Nicolau

A banda Ancestral Diva está em atividade desde 2019 e é oriunda do projeto The Spacetime Ripples, que em 2017 excursionou nos Estados Unidos. Além de Babo e Ze, a formação ainda é constituída pelos músicos Luce Lee (baixo, piano e synths) e Saulo Ferrari (bateria e percussão).

Setlist

Enterrado Vivo (Parte I)

Lamento (feat. Dolly Piercing)

Fim Distante

Escancarado

Macumbeira

Levada da Breca

Dançando no Inferno

Despertamente

Enterrado Vivo (Parte II)

Pindorama

Samba Para o Fim do Mundo


Torture Squad: banda comunica oficialmente que novo álbum de estúdio será lançado em 2022

Não é segredo que no início de 2020, a Torture Squad vinha trabalhando em seu 9º álbum de estúdio, que viria para suceder à estreia da atual formação, com Far Beyond Existence. Infelizmente, a pandemia da Covid-19 e as medidas de distanciamento social, obrigaram a banda a parar com todo o processo de gravação e produção, que se encontrava caminhando para o final, fazendo com que o mesmo só fosse retomado nesse ano de 2021. Ainda sim, em virtude do momento difícil vivido por todos, a banda acaba de anunciar que o novo álbum só deve ser lançado, provavelmente, no primeiro semestre de 2022, por julgar esse um momento mais adequado para tal. O baterista Amílcar Christófaro falou um pouco a respeito dessa decisão.

“O que nós desejamos realmente é que a virada de 2021 para 2022, seja um momento de renovação para toda a humanidade, e que todos os acontecimentos dos últimos dois anos fique como algum tipo de aprendizado. Desejamos de que 2022 em diante, as pessoas venham com uma energia renovada, deixando toda a obscuridade vivida para trás. Tudo que vem ocorrendo nos últimos tempos, tem sido impiedoso e doloroso demais, e esperamos que isso fique no passado, com o próximo ano abrindo um portal de energia renovada para todos nós. É nesse momento, no qual todos olham para frente, é que queremos apresentar nosso novo álbum, nossas novas músicas.”

Além disso, outros 2 aspectos pesaram na decisão da banda. O primeiro deles, é que, obviamente, a escolha de deixar o álbum para 2022, permite que a banda trabalhe no mesmo com mais calma, ainda mais em um período onde a pandemia não está vencida, e cuidados e distanciamento ainda se fazem necessários. O segundo é a decisão da banda de fazer o restante do ano de 2021, como um período de celebração dos 20 anos de lançamento de seu 3º álbum de estúdio, The Unholy Spell. Para tanto, em breve a banda estará anunciando dois eventos, onde pretende tocar o trabalho na íntegra. Para acompanhar todas as novidades do Torture Squad, acompanhe a banda em suas redes sociais.

Torture Squad: May “Undead” Puertas – vocal; Rene Simionato – guitarra; Castor – baixo; Amilcar Christófaro – bateria

Mais informações:

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Toxikull anunciam novo single “Darkness” com a participação de Marta Gabriel dos Crystal Viper

Depois de “Metal Defender” e “Nascida no Cemitério”, os Toxikull revelam agora a capa do terceiro single do Warriors Collection. “Darkness” contará com a participação vocal de Marta Gabriel da banda Crystal Viper e será lançada no final do mês de Agosto. Lex: É um prazer enorme contar com uma das melhores vozes do Metal neste single. Os Toxikull e os Crystal Viper fizeram uma tour juntos em 2018, e como é normal em qualquer tour passámos todos grandes momentos, desde aí mantivemos contacto, quer com a Marta, quer com os outros membros da banda. A estrada faz amigos, e tendo em conta o formato da coleção que estamos a lançar, para nós fez todo o sentido a Marta fazer parte desta música.

O profissionalismo, dedicação e o poder vocal dela, sempre me inspiraram muito, é sem dúvida das melhores vozes atuais, quer ao vivo como em estúdio, é com grande honra que temos a Marta Gabriel a cantar um tema conosco.” Pré-encomendas aqui.

Links TOXIKULL:

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Unicircle estreia nova formação com o single “Mistake”

O grupo paulista Unicircle segue com gás total no trabalho com sua atual formação. A estreia com o novo vocalista Marco D’ Lacerda vem com o single da inédita “Mistake”. Pesada e com passagens marcantes, a música aponta o caminho que a banda seguirá. Sobre a letra, Marco comenta o conceito: “‘Mistake’ traz questionamentos sobre a natureza humana. Seríamos nós o grande erro deste mundo? Talvez sejamos a criação em constante conflito com o criador e o findar de nossa existência seja um alívio para o meio em que vivemos. A letra narra uma reflexão sobre isso”. Aliando conceito lírico com a parte visual, a capa retrata esta visão: “A capa busca transmitir principalmente este conflito entre a natureza egoísta do homem e o meio em que ele vive, conflito este que contraditoriamente é autodestrutivo para a humanidade”, adiciona o frontman. Ouça o single “Mistake”.

“Pegando esse momento pandêmico de incertezas, esse single vem como uma resistência, onde conseguimos deixar o som mais concreto. A banda se esforçou para dar continuidade nos trabalhos e adaptou o processo de produção a distância. Sem agenda de shows, tivemos tempo para repensar e definir metas, isso facilitou a sincronia e o foco geral do grupo”, explica o baixista John. O grupo passou recentemente com uma mudança na formação, com a entrada do curitibano Marco D’Lacerda. “Com a entrada de Marco, todo o processo de incorporação e composição aconteceu com uma naturalidade impressionante. Precisávamos de um som que pudesse demonstrar essa nova etapa, então o single “Mistake” chega para consolidar a fase atual do Unicircle”, conclui o baterista Kaka. Com energia revigorada, o grupo formado por Kaká (bateria), Diego DFC (guitarra/ vocal de apoio), Adriano Rossi (guitarra), John Jonsun (baixo) e Marco D’ Lacerda (vocal), trabalha em novos projetos e promete mais novidades em breve. Siga as redes sociais para acompanhar as atividades da banda e se inscreva no canal do YouTube.

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Informações:
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Aline Happ lança versão celta de Beatles

Nos tempos mais escuros, é a luz que nos traz esperança de que tudo pode melhorar. Assim é também com a música. A canção “Here comes the sun”, um clássico dos Beatles ganha uma nova versão na voz de Aline Happ, cantora conhecida por seu trabalho à frente do Lyria. Com influência da música folk e celta, a canção surge em busca de tempos melhores, em busca da iluminação. Composta por George Harrison, Here comes the sun, foi gravada pelos Beatles e lançada no álbum Abbey Road (1969). Também é George que canta originalmente nesta canção, enquanto Paul faz o coro. John Lennon não participou da música por estar se recuperando de um acidente de carro. Como se pode notar a canção foi inspirada por uma manhã ensolarada, enquanto George estava na mansão de Eric Clapton. No Brasil, a música ganhou uma versão em português,na voz de Lulu Santos, em 1989, chamada “Lá Vem o Sol”.

Conhecida mundialmente por seu trabalho como líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas do metal brasileiro. Em seu projeto solo, a artista promove releituras Gothic/Folk/Celtic de canções do rock e do metal mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. Graças ao apoio dos fãs, a cantora arrecadou mais de 200% da meta do financiamento coletivo para o seu disco solo de estreia, que será lançado ainda neste ano. Os vídeos postados no canal de Aline Happ contam com o apoio de fãs no Patreon e no Padrim. Conhecidos mundialmente, o Lyria é uma banda carioca fundada em 2012 por Aline Happ. De lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, Catharsis (2014) e Immersion (2018) e tocou em diversas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, entre outras, além de transmitir shows online com venda de ingressos para o mundo todo.

Assista “Here comes the sun

Adquira o álbum em pré-venda

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Facing Death lança seu mais novo trabalho, o álbum 7Vidas

Com 6 anos de existência, 1 álbum de estúdio, 1 álbum ao vivo, 1 single inédito, 4 videos clipes oficiais e depois de dezenas de shows e participações em festivais, televisão e rádios, a banda Facing Death de Jundiaí-SP acaba de lançar o seu mais novo trabalho, o seu segundo álbum de estúdio intitulado 7Vidas. Com 10 canções inéditas e totalmente em português, a banda inicia uma nova fase sonora com esse trabalho. Diferente de seu antecessor From Here to the Unknown (2017), que apresentava um som mais lento com mais nuances de metal em meio ao punk, dessa vez a sonoridade alcançada está mais conectada com um rock mais sarcástico e cínico, com guitarras mais abertas e baixo & bateria firmes, como um verdadeiro trio barulhento e coeso. “Dessa vez nós buscamos um instrumental mais aberto, que soasse mais alto e limpo, para que a voz entrasse firme no meio disso tudo e proporcionasse um entendimento muito claro das letras e melodias” destaca Flávio Almeida, guitarra e vocal.

A produção do 7Vidas segue a mesma fórmula que a banda testou no lançamento do seu primeiro single em português, “Dinheiro”, sendo produzido e gravado no estúdio Back In Town em Jundiaí, por Flávio Almeida & Paulo Gervilla ainda em 2020. “Nós iniciamos isso em 2019, o que resultou no single Dinheiro. Nos damos muito bem com o Paulo Gervilla, somos amigos há muitos anos e isso nos faz ter muita confiança e parceria nos trabalhos que estamos fazendo, o que nos deixou muito tranquilos para produzirmos e gravarmos o 7Vidas no Back in Town” afirma Flávio. A mixagem dessa vez foi feita no Estúdio TOTH, por Danilo de Souza e Fernando Uehara, o que trouxe a sonoridade impressa nas gravações e assim foi possível atingir os objetivos sonoros que a banda buscou. “Foi uma escolha muito correta fazer a mix com Dan e Fer, porque nós pudemos bater um papo muito aberto e eles definitivamente entraram na vibe da banda, nós precisávamos dessa imersão para alcançar o som que queríamos” completa Flávio.

7Vidas aborda temas políticos, pessoais e mais do que isso, se conecta a todo o trabalho já realizado pela banda, sendo nas letras quanto na parte artística. O primeiro From Here to the Unknown (2017) é conceitual e as histórias são conectadas entre si, sequencialmente, fazendo um paralelo entre a vida pessoal de cada integrante com os problemas sociais vivenciados pelos mesmos, girando em torno de uma uma história de vida que começa a ser contada quando se está no fundo do poço, evoluindo para uma volta por cima através da música. Isso se concretiza em Dinheiro (2019), onde a banda começou a preparar o terreno para o que viria depois dessa virada de vida, que se conecta ao 7Vidas, onde a vibe por aqui é de ser intenso mas com os pés no chão, lembrando sempre que a vida pode ser apenas hoje e é preciso o mínimo de entendimento sobre como vivê-la bem. “O nome 7Vidas faz um paradoxo com as vidas de um gato, que supostamente vive sete, sendo essa a nossa última chance” nas palavras de Diego Biff, batera.

Outra curiosidade sobre o 7Vidas é que a banda decidiu, junto ao selo Clichê Records e a agência de MKT para bandas Cosmika, colocar de pé uma campanha onde foram lançados 5 singles do álbum em 3 meses que antecederam o lançamento do full, criando uma expectativa entre os seguidores da banda e mostrando aos poucos o que estava por vir no trabalho completo, estratégia essa que foi seguida de perto por Fabrício Briti, baixista da banda. “Precisávamos de algo diferente do que simplesmente soltar um full na galera e as músicas do meio do disco ficassem ao vento, pois acreditávamos que todas deveriam ser ouvidas com a mesma atenção, por isso decidimos fazer essa quebra de metade do álbum, o que nos trouxe resultados significativos até o momento” destaca Briti.

Confira 7Vidas


Muddora imprime a força da Baixada Fluminense em EP de estreia e videoclipe

Rio de Janeiro. Baixada Fluminense. Mais precisamente em Nova Iguaçu. Terra de bandas que estão na história do rock carioca como KMD5, Negril, Cidade Negra, Nocaute, Cabeça de Nego, Ubandu Du Reggae, Força da Gravidade, entre tantos talentos. Em 2018, após a saída de alguns integrantes da banda N.I.G, cinco amigos de longa data decidiram que não era a hora de acabar de vez. Reuniram-se sob o novo nome, Muddora, que vem a ser a união das palavras mudança e hora, ou seja, decretando hora de mudança. E agora mostram que a Baixada Fluminense ainda tem muito rock de verdade. Em abril assinaram com o selo Astronauta e apresentam ao mercado dois singles: Entre Mim e Você e Mentes e Loucuras, que chegam às plataformas em 16 de JULHO, assim como o videoclipe de Entre Mim e Você, com roteiro e direção de Letícia Joanni Mattedi e a participação da atriz Carla Nunes (TV Globo). Muddora traz influências de sons pesados, bem construídos, com belos arranjos, letras e melodias. Alter Bridge, Creed; Scott Stapp; e Slashft Miles Kennedy and The Conspirator são algumas das referências.

Formada por Déh (também guitarrista na veterana banda de rap Nocaute), que decidiu montar o seu trabalho e convidou alguns amigos, Muddora só tem apaixonados pelo projeto – o que revigora as energias e dá mais alguns passos rumo ao mercado da música. O idealizador Déh é também o compositor das canções e aborda principalmente o cotidiano, buscando nas vivências pela vida as inspirações para criar. Ao seu lado, como braço direito de suas composições e arranjos, existe o amigo e músico Lionel (guitarra solo). Completam a banda Léo Monteiro (vocal), escolhido por seu alcance vocal alto, sem drives, refinado. Logo no primeiro ensaio se descobriu que era o cara certo. Ainda faltava uma cozinha perfeita para fechar com chave de ouro. Então os integrantes chamaram os músicos Vini (bateria) e Félix (contrabaixo), ambos com pegadas absurdas. Mais um casamento perfeito para uma banda que traz um rock autoral de qualidade e com as nuances dos dias de hoje.

“Mentes e Loucuras”

“A música ‘Mentes e Loucuras’ fala do cotidiano. Fala ‘dessa loucura que é viver’. Aborda o ser humano atormentado pela dificuldade financeira, psicológica, mental, a perda da fé e o cansaço do corpo. Cansaço de não poder mais agüentar todos os problemas que o consomem no dia a dia. Vagando a esmo pela perda do emprego, da família, enchendo a cara. Alguém que teria todos os motivos do mundo pra fazer algo de errado, ilícito, mas causaria mais problemas do que ele já tem. É ai que entra a reviravolta da situação. Ele volta a ter um encontro com a fé. E nisso ele fala pra si mesmo que não vai se entregar. Que o mal que mundo lhe traz não vai conseguir derrotá-lo. E que por isso ele vai lutar, sim, e ter de volta tudo aquilo que a vida lhe tirou”, explica Déh. “Essa música fizemos em um estúdio na nossa cidade, Nova Iguaçu. Queríamos a experiência de fazer algo também com qualidade no quintal de casa. Foi então que fizemos contato com um amigo nosso que é produtor é produtor Wellington Rodrigues, do Estúdio MusiClub, aqui na Baixada, e fizemos um excelente trabalho”, conta Deh.

“Entre Mim e Você”

“Todas as minhas composições têm como inspiração o que vivenciamos, seja na internet, com as redes sociais e até mesmo no dia a dia. Somos uma banda que fala de amor também. E essa música fala de algo que muitos casais não conseguem ter, que é a percepção de quando termina um relacionamento. O que é? Não há ‘vencedores’. E na maioria das vezes um sempre sai mais ferido que o outro. A música retrata do quanto é difícil terminar e/ou aceitar um término de relacionamento. Mas ao mesmo tempo fala que devemos seguir em frente, superar e que as boas lembranças é que ficam e não importa o quanto ficamos sofrendo, sempre haverá outro dia, outro alguém”, comenta o autor, Déh. “A experiência de gravar, ainda mais em alto nível de produção é sempre muito boa. Gravamos no EME Estúdio com Jorge Guerreiro, Tuta Macedo e Diogo Macedo, com quem já estamos acostumados. E o melhor de tudo: são nossos amigos. Gravar com qualidade, bons arranjos, e sempre com bom direcionamento faz a diferença”, conclui ele.

SOBRE O SELO ASTRONAUTA

Criar e lançar um selo fonográfico como o Astronauta Discos já era cogitado desde o final de 1996, mas somente em 1999 Leonardo Rivera o montou, após se desligar do departamento artístico da Universal Music. Tornou-se uma casa para o artista no início de sua trajetória e um foco de resistência para o talento do futuro. Astronauta lança álbuns e artistas que não recebem a devida atenção no departamento artístico das grandes gravadoras; acreditando no equilíbrio entre a música e o mercado; e respeitando expressões artísticas legítimas. O selo Astronauta Discos permitiu que inúmeros artistas novos e independentes pudessem lançar seus primeiros álbuns – entre eles Luis Capucho, Autoramas, Saara Saara, Mathilda Kovak, O Divã Intergaláctico, Los Bife, Coyote Valvulado, Ju Martins e Senhor Kalota. Em 2019 comemorou vinte anos voltando a distribudir seu conteúdo pela Universal Music e tendo sua editora administrada pela Warner Chappell. Na ocasião, lançou singles de Chico Chico, João Mantuano, Zé Ibarra, Marcela de Sá, Pedra Relógio, Arthus Fochi, Cris Braun e diversos outros talentos.

Apostando em novas tendências e valorizando propostas ousadas e criativas, busca coerência e comprometimento com a renovação, mas sem expor o novo artista a programas de caça-talentos na TV ou propostas similares. Visite o site oficial e saiba mais.

Videoclipe “Entre Mim e Você

Ouvir os dois singles

FICHAS TÉCNICAS:

Ficha Técnica para os Singles

Artista: Muddora

Faixa: Entre Mim e Você

Gênero: Pop Rock/ Rock/ Metal

Duração: 3:58

Autor: André Martins de Almeida

Editora: Astronauta Publishing/Warner Chapell Brasil

A&R: Leonardo Rivera

Direção de áudio: Jorge Guerreiro

Produção executiva: Leonardo Rivera e André Martins de Almeida

Guitarra Base : Déh
Guitarra Solo:Lionel

Baixo: Félix

Bateria: Viny

Vocal: Léo Monteiro

Gravado por Jorge Guerreiro em 14 de Março de 2020, no EME Estúdios, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ).

Mixado e Masterizado por Jorge Guerreiro, Lucas Macedo e Diogo Macedo em 14 de Março de 2020, no EME Estúdios, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ).

Music video by Muddora performing Entre Mim e Você © 2021 Astronauta Discos / Universal Music International.


My Magical Glowing Lens participa de live 3D

Música, dança e tecnologia. Estas três manifestações serão unidas na experiência audiovisual “Da Ordem ao Fluxo – Uma Live Híbrida e Experimental”, que contará com a presença da My Magical Glowing Lens, projeto da produtora musical e multi-instrumentista capixaba Gabriela Terra. Em formato de live, a apresentação virtual traz uma retrospectiva do Cosmos (2017) e abre caminho para o lançamento de Gamana, o próximo disco da MMGL. O projeto estreiou no dia 28 de julho, e pretende ressignificar o olhar sobre a experimentação artística capixaba e conta com a visão e criatividade do coletivo artístico Metassoma. O evento também contará com workshops gratuitos entre os dias 03 e 05 de agosto, abordando produção musical, dança contemporânea e construção de narrativas. Assista ao teaser

“Essa live é um experimento de um coletivo formado durante a pandemia, cujo nome é Metassoma (do grego antigo, algo como: “Corpo que vai além, corpo estendido ou além-corpo”. É um trabalho coletivo, feito por pessoas que se reuniram durante meses on-line para fazer funcionar uma tecnologia que ainda estávamos aprendendo. Afinal, mover um boneco 3D e uma realidade virtual sem gastar muita grana parece fácil, mas não é. É um salto tecnológico dentro da MMGL, algo que sempre quis fazer acontecer: tornar um show da MMGL um espetáculo visual. Vai ser a primeira tentativa disso!”, explica Gabriela Terra, produtora musical e criadora da My Magical Glowing Lens. Imersa em um cenário virtual criado especialmente para o espetáculo “Da Ordem ao Fluxo”, a artista se uniu a equipe liderada por Glauber Vianna (audiovisual) e Gabriela Moriondo (coreografia), para uma espécie de residência artística. Assim, junto da equipe realizaram experimentos sonoros e visuais com programação sincronizada e reativa; ensaios de performance corporal, em busca das melhores formas visuais para se comunicar por meio do movimento.

“Meu interesse dentro de todo o projeto foi investigar caminhos que me fizessem repensar a percepção dinâmica do espaço, buscando novas tecnologias e as incorporando às novas narrativas. Me inspirei em instalações de arte imersiva / tecnológica que exploram a arquitetura e a imersão do espectador. Trabalhei fazendo os visuais das bandas Los Hermanos e Tribalistas em suas últimas turnês. Foram aulas sobre a construção de cenas, climas, transições e a fluidez da iluminação com os irmãos Arthur e Gabriel Farinon da Cia. Da Luz. Em uma parte da apresentação a Gabriela se apresenta por meio de um avatar em um cenário virtual e imersivo. Foi um desafio enorme capturar seus movimentos e introduzi-los na personagem 3D. Transportamos a Gabi para outra dimensão em um processo de ‘virtualização’”, analisa Glauber Vianna, artista visual e diretor artístico que já trabalhou no Lollapalooza, Paralimpíadas, entre outros. Quem acompanha o trabalho de Gabriela Terra dentro da My Magical Glowing Lens, já notou o interesse da artista pela interação entre performance corporal e música. Foi a partir desse envolvimento para uma live, ainda em 2020, que a multi-instrumentista encontrou a bailarina Gabriela Moriondo, formada no Bolshoi em Joinville (SC).

“Nossa conexão foi muito forte desde já. Conexão na forma como criamos, buscamos e entendemos os processos de criação. Houve uma admiração mútua. Sempre começo o processo coreográfico observando o(a) bailarino(a) e conversando com ele(a) sobre a dança. Como se a coreografia já existisse nela, começou a convocar e a conduzir as características mais fortes em exercícios de improvisação. Apresento teorias do movimento e juntas experimentamos mover o corpo de diferentes formas. Em seguida entra a camada da intenção e o diálogo da dança com o som, que é tão potente e intrínseco à Gabi. O diálogo com o Glauber sobre os espaços virtuais onde Gabi dançaria também alimentou muito a forma dela de dançar, de olhar, de ocupar o espaço. Por fim, a tecnologia de captação de movimento fez suas próprias intervenções e exigências da dança e o resultado enfim apareceu. O processo foi extremamente gratificante.”, elogia Gabriela Moriondo, coreógrafa do projeto Da Ordem ao Fluxo.

Produtora musical, multi-instrumentista e compositora, Gabriela Terra (ES) tem experimentado música a partir de sons analógicos e eletrônicos, compondo arranjos de inspirações oníricas, com elementos que ora seguem para o progressivo, ora se encaminha para um pop-lisérgico. Com sua banda My Magical Glowing Lens, Gabriela já passou pelo por vários festivais, tais como DoSol (RN), Morrostock (RS), Bananada (GO), Guaiamum Treloso (PE), Molotov (PE), Saravá (SC) e Picnik (DF). Gabi é conhecida por suas produções caseiras e também pela sua “Oficina de Produção Musical Caseira para Mulheres” que já foi ministrada no Festival DoSol (RN), Girls Rock Camp Brasil (SP) e Sesc Interlagos (SP). Sob o nome My Magical Glowing Lens ela lançou um EP homônimo (2014) e o disco de estreia Cosmos (2017), um dos álbuns mais premiados do ano. Gabi também produz trilhas sonoras originais para Dança e Documentários e atua como produtora para outros artistas.

Participaram do projeto Da Ordem ao Fluxo: Gabriela Terra (performance e produção musical), Glauber Vianna (direção artística e tecnológica), Gabriela Moriondo (coreografia), Fabíola Mozine (direção de produção), Ricardo Ton (técnico de som) e John Sabbat (avatar 3D). Quem também participou foram Regina Schimitt (figurino), Priscilla Huapaya (assistente de figurino), Natasha Colar (maquiagem), Fernando Nakayasu Hair Stylist (corte e pintura de cabelo), Máquina Produções (agenciamento e gestão criativa da MMGL). As imagens de divulgação são de Bernardo Firme.

Produção Musical com Gabriela Terra

Data: 03/08/2021 (terça-feira)

Horário: 19h

Inscrição

Dança Contemporânea com Gabriela Moriondo

Data: 04/08/2021 (quarta-feira)

Horário: 19h

Inscrição

O Processo da Construção Narrativa com Glauber Vianna

Data: 05/08/2021 (quinta-feira)

Horário: 19h

Inscrição

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