Sunroad anuncia tracklist e título de novo álbum: Walking The Hemispheres

Não restam dúvidas ao ser afirmar que a banda goiana Sunroad é um dos nomes mais relevantes da cena Hard Rock/AOR de toda a América do Sul. Afinal, são mais de 20 anos de carreira, oito discos lançados, shows por várias regiões do Brasil e outros países da América do Sul, alguns, inclusive, ao lado de grandes nomes do rock mundial de todos os tempos como Joe Lynn Turner, Doogie White, Petra, Stryper, L.A. Guns, Whitecross, Narnia, etc. Banda estradeira, o Sunroad estava dando sequência a turnê de divulgação de seu mais recente disco, Heatstrokes, indicado ao Prêmio Dynamite de Música Independente como um dos “Melhores Álbuns de Rock de 2019”, quando precisou cancelar várias datas por conta da pandemia do novo coronavírus, inclusive uma turnê que faria por várias regiões do Brasil ao lado do ex-vocalista do Yngwie Malmsteen, Mark Boals.

De forma a manter-se ativa durante o período da pandemia, a banda decidiu voltar aos estúdios e iniciar o processo criativo de seu novo e próximo disco, que vem agora ser anunciado: Walking The Hemispheres. Previsto para ser lançado no primeiro semestre de 2021, Walking The Hemispheres vai reunir 11 faixas: “Walking The Hemispheres”, “Living In A Dream (Red Sign Mirror)”, “The Tides Patterns”, “Silence Erupting Inside”, “Written In The Mist”, “The Mess And Its Key”, “Halo Of Hearts”, “Detached Picture Of Venus”, “Victim Of Nowhere”, “Shoot The Clock” e o cover do UFO, “Try Me”.

Uma grande novidade é que Walking The Hemispheres está sendo composto em parceria com o grande vocalista e multi-instrumentista francês Steph Honde, mais conhecido pelo seu super projeto de hard rock Hollywood Monsters que reúne músicos lendários como Don Airey e Vinny Appice, entre outros. De acordo com o baterista Fred Mika, a parceria e amizade com Honde foi crescendo e evoluindo ao longo dos anos. “Já conhecia o Steph Honde há uns cinco anos através do saudoso Milton Arthur, que me incentivou abrir meu próprio selo, MusiK Records, no final de 2016. E um dos primeiros lançamentos do selo foi justamente um álbum do Steph. Anos depois, em 2019, eu fui convidado para regravar uma das faixas para o terceiro álbum de seu projeto fixo, Hollywood Monsters, que tinha vários músicos famosos da cena mundial, o que foi uma honra. Além do mais, ele gostou das artes que vinha desenvolvendo para o Sunroad e acabei por fazer a capa daquele disco, Thriving On Chaos. Depois disso, em várias conversas informais que tivemos, eu lhe disse que já estava trabalhando nas composições do próximo disco do Sunroad, uma vez que estávamos inativos para shows por conta da pandemia, foi quando o Steph logo perguntou se poderia participar. E, nesse processo, começamos a trocar ideias e o Steph acabou participando ativamente das composições como coautor em nove das 11 faixas.”

Ainda de acordo com Fred, Walking The Hemispheres será um álbum ainda mais musicalmente sofisticado que seu antecessor, com uma sonoridade esteticamente voltada ao AOR. “No Sunroad sempre exploramos e aprimoramos novos horizontes dentro do melodic hard rock com um pé no AOR e até no heavy metal mais tradicional e trabalhado. Esse disco terá mais camadas de vozes, mais links melódicos de guitarras, mais grooves e até inclusão inédita de órgão Hammond B3 e várias camadas de strings em algumas faixas, o que deve fazer alguns ouvintes lembrarem de bandas como Deep Purple. As gravações de Walking The Hemispheres estão sendo realizadas simultaneamente no SH Studio em Manosque, França, e no Brasil nos estúdios Musik em Goiânia, sob produção de Fred Mika e Netto Mello. A arte da capa do álbum foi criada pelo desenhista alemão Lars Nilssen.

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VULCANO: Confira a participação da banda no quadro “Quebrando Ossos”

Já está disponível a quarta edição do quadro “Quebrando Ossos”, que trouxe Zhema Rodero do VULCANO, como destaque. Organizado pela banda mineira Drowned, o bate papo abordou um pouco mais sobre o início dos trabalhos, influências, discografia, 40 anos de carreira – que já se aproxima – e muitas outras curiosidades que irão te impressionar, assista. Em paralelo, o VULCANO já prepara diversos relançamentos ainda para este ano de 2020 que em breve serão divulgados, além do lançamento físico do EP The Awekening of an Ancient and Wicked Soul, que será feito pela Heavy Metal Rock nos próximos dias. Para promover este trabalho, o VULCANO divulgou um lyric vídeo para a faixa “O Peregrino”, confira.

Os santistas do VULCANO são literalmente incansáveis, mesmo em meio a divulgação do atual trabalho Eye In Hell, o grupo já prepara uma série de relançamentos para este ano de 2020. Em novembro chegarão ao público Five Skulls and One Chalice (2009) – totalmente remixado e remasterizado pelo produtor Ivan Pellicciotti (Beco Estúdio, Curitiba/PR) – e o clássico Who Are The True, que finalmente será lançado em CD, ambos pelo selo mineiro Cogumelo Records.

Five Skulls and One Chalice

Who Are The True

Ouça The Awekening of an Ancient and Wicked Soul gratuitamente acessando os links abaixo:

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Para os amantes das fitas cassete, o VULCANO estará disponibilizando a demo Devil on My Roof (1984), trazendo em seu lado B um show do mesmo ano, contando com músicas da demo e também do primeiro EP Om Pushme Namah, este trabalho será feito na Suécia, pelo selo Burn Records, do guitarrista Savage Agressor (Nifelheim e Deströyer 666). Além de todos estes itens raríssimos, a banda já divulgou que, entre novembro e dezembro, será lançado a versão física de The Awakening of an Ancient and Wicked Soul – Trilogy (2014) em um box duplo contendo 9 faixas e o trabalho completo em vídeo, já divulgado em seu canal do YouTube. Este trabalho de distribuição ficará a cargo da Heavy Metal Rock.

Mas não para por aí, em paralelo a tudo isso supracitado, o VULCANO juntamente com Vazio anunciará o Majestic Satanic Eruption – Vulcano & Vazio – Live at SESC Pompeia 2018https://youtu.be/Z4xmI5ERaow, gravado em maio de 2018 no início da turnê do “Live III – From Headbangers to Headbangers”.

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APRIL 21ST: novo single será lançado no dia 6 de novembro

A APRIL 21ST confirmou o lançamento do seu mais novo single, “We Are the Difference”, para o dia 06 de novembro. O novo som retratará sobre a importância do ser humano encarar seus problemas pessoais. A concepção gráfica do material ficou sob a responsabilidade do artista visual Rafael Tavares da Tavares Artwork. “We Are the Difference” será disponibilizado nas principais plataformas digitais e o link de pre-save pode ser conferido aqui.

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Ana & Eric entregam nova faixa solar, “Lights my way”

Duo brasileiro radicado no Canadá, Ana & Eric lança uma faixa inspirada pela Escócia e mostra que a música não conhece fronteiras. “Lights my way” se une ao single já revelado, “Hope”, e antecipa o EP do projeto que será revelado em breve pelo selo canadense The Citadel House. A nova canção já está disponível nas plataformas de streaming e ganha um lyric video.

Ouça “Lights my way

Assista ao lyric video

A inspiração da faixa veio de um exercício de escrita realizado durante um retiro de composição que Eric Taylor Escudero, uma das metades de Ana & Eric, fez na Escócia. Embora tenha surgido com um propósito claro, a música acabou ganhando um lugar totalmente despretensioso no repertório do duo. “A ideia era compor uma música com uma bela melodia, que fosse bem direta e que o público pudesse se relacionar com ela imediatamente. Quando mostrei essa canção pra Ana ela gostou bastante e por um bom tempo tocamos e cantamos ‘Lights My Way’ sem nenhuma intenção de lançá-la. No fim das contas decidimos que ela era boa demais para ficar de fora e decidimos incluí-la no álbum. Foi uma ótima decisão e achamos que essa deve se tornar uma das preferidas do público”, reconhece Eric.

Ele lançou recentemente seu álbum Mirrors, fruto de suas apresentações que o levaram pelo mundo, inclusive com Ana. Nascido na capital paulista no final dos anos 80, Escudero começou sua carreira solo em uma série de três EPs lançados ao longo de 2010, 2011 e 2012 e que chamaram atenção de veículos especializados no Brasil e exterior. Esse capítulo culminou em 2015 no álbum We Were Young and It Was Morning e ganha novas páginas com os dois lançamentos deste ano.

Cantora, compositora, curadora e preparadora vocal, Ana Luísa Ramos lançou seu álbum de estreia Um (2016) refletindo sobre a vida moderna na cidade de São Paulo. Sua primeira aventura em terras estrangeiras foi ainda em 2013 pela Áustria e Dinamarca, em seu duo com Eric, que desde 2012 é seu companheiro música. Desde então, passou pelas Américas e Europa com seus shows e performances. Além do trabalho do duo, ela prepara o seu segundo disco, “Amanheceu”. A cumplicidade e intimidade dos artistas ficam claras no EP, que une canções em inglês e português e é o primeiro de um contrato de múltiplos lançamentos com a gravadora canadense The Citadel House. Enquanto isso, “Lights my way” está disponível em todas as plataformas de streaming de música.

Foto por Brenda Taylor

Ficha técnica

Ana & Eric são:

Ana Luísa Ramos: Voz

Eric Taylor Escudero: Voz e Violão

Instrumentos adicionais:

Dean Stairs: violões e guitarras adicionais, baixo e efeitos

Dan George: Bateria e Percussão

Produzido, Mixado e Masterizado por Dean Stairs

Gravado em Julho de 2020 no The Citadel House (Lewisporte, NL, Canadá)

Arte: Tammy Maat

Foto: Brenda Taylor

Letra

Lights my way (Ana Luísa Ramos/Eric Taylor Escudero)

It is the music I´ll miss

And all the things that we did

It is the fire inside

Her deep green eyes

It lights my way (in the morning)

It lights my way (in the evening)

It lights my way

Every day

It is the music I keep

It’s everything that I give

It is the fire inside

His deep brown eyes

It lights my way (in the morning)

You catch me, love (when I am falling)

It lights my way

Every day

It lights my way (in the morning)

It lights my way (in the evening)

It lights my way

Every day

It lights my way (in the morning)

You catch me, love (when I am falling)

It lights my way

Every day

It lights my way (in the morning)

It lights my way (in the evening)

It lights my way

Every day

It lights my way (in the morning)

You catch me, love (when I am falling)

It lights my way

Every day


A Olívia lança single sobre os riscos da quarentena sem internet

O jovem millennial não vive sem internet. Prova disso é o single e lyric vídeo “SOS Internet”, lançado pela banda paulista A Olívia. A canção faz parte do EP Output que será lançado no fim deste mês e sucede o álbum de estreia, Jardineiros de Concreto (2017). A canção fala sobre a pandemia e da importância da conexão via web. “A letra é sincera e direta, relata as ansiedades e angústias de quem se viu preso a um árduo isolamento social, ameaçado não só pelo vírus, mas também pela possibilidade de perder a única coisa que o conecta com o mundo nesse momento, a internet. Prioridades são colocadas em xeque: como trabalhar, como se comunicar, como se divertir? O que é uma internet ruim perto de uma pandemia? Mas, por outro lado, o que é viver uma pandemia sem internet?”, questiona Luis Gustavo Vidal, voz e guitarra base d’A Olívia.

A produção e gravação do single foram feitas na casa de Luís, enquanto o mesmo encontrava-se isolado em quarentena. A mixagem e masterização também foram feitas em homestudio, por Carlos Bechet, fundador do selo Orelha Muda. O lyric vídeo foi realizado junto de Diogo Pacífico, considerado o quinto integrante da banda, e responsável pelo conteúdo visual d’A Olívia. A arte da capa do single é de autoria de Guilherme Krol. Com influências de Homeshake, Bowie e Mac Demarco, a faixa “SOS Internet” transita entre o lo-fi e os hits dançantes dos anos 80. Os beats eletrônicos e os timbres da guitarra e das vozes interagem com a tecnologia presente na canção. O pop rock surge encarnado na guitarra base, que mantém o ritmo durante a faixa.

“Sete meses depois ainda estamos vivendo a quarentena. Passamos por adaptações e por muitas dificuldades, a web mostrou a sua importância e expôs as desigualdades no país e no mundo. Percebemos que somos capazes de produzir coisas muito legais mesmo em situações adversas. Conseguimos enfrentar as dificuldades com a arte. Foi uma maneira muito importante da banda se manter unida e isso fortaleceu os laços criativos como nunca”, afirma Luís. A Olívia é uma banda de rock brasileiro com influências que vão de Paralamas e Titãs, até The Clash e Arctic Monkeys. Criado em 2014, o grupo traz no currículo o disco de estreia Jardineiros de Concreto (2017), produzido pelo ganhador do Grammy Latino, Rodrigo de Castro Lopes, e por Raphael Mancini. O trabalho foi destaque na mídia, chegando a figurar em listas de Melhores do Ano em sites especializados.

A banda é formada por Mateus Albino (guitarra solo), Murilo Fedele (bateria), Pedro Lauletta (teclado e percussão) e Luis. Além das composições, a banda também exerce a sua criatividade no podcast “O Q Da Música”, em videoclipes, videopoemas, esquetes e experimentações lo-fi nas redes sociais e no YouTube.

Ouça SOS Internet

Assista o lyric video de SOS Internet

Assista o clipe de SOS Internet


Brutallian: vocalista PabloBbarros participa de Live

Hoje, 24 de outubro, a partir das 19 horas, o vocalista da Brutallian, Pablo Barros, vai estar participando da Live “Pró Rock Bate Papo”. Com apresentação de Rinalme, a Live também contará com as participações de Rodrigo Barbosa (Soturnus), Erick Jones (Phrygia) e Luiz Paulo (MCA/Juazeirock), que debaterão o tema “A Força do Heavy Metal Nordestino – O Nordeste conectado pelo Heavy Metal”. A transmissão irá ocorrer pelo Gacebook através do seguinte link. Você pode conhecer um pouco mais do Brutallian escutando suas músicas nas principais plataformas de streaming. Confira. Para saber de todas as novidades do Brutallian, acompanhe a banda em suas redes sociais.

Brutallian: Pablo Barros – vocal; Lex Wave – guitarra; Fabio Matta – baixo; Raul Campos – bateria

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10 bateristas brasileiros para seguir no Instagram

Um dos instrumentos mais injustiçados do metal e do rock, a bateria merece nossa atenção. Responsável por manter todos os instrumentos seguindo determinado ritmo, é esse instrumentista que junto do baixista, torna a sua música favorita mais “batucável”. Separamos nesta lista 10 dos bateristas que mais se dedicam na divulgação do instrumento no Instagram, e por isso, merecem a sua atenção. Esta seleção é feita para quem deseja saber mais sobre a bateria, ou mesmo melhorar o seu feed com mais música!

1 – Eloy Casagrande : O músico que ficou conhecido por seu trabalho como baterista no Sepultura, fornece dicas sobre o instrumento e também oferece aulas online em seu site oficial. Mesmo em turnê, Eloy não deixa de dar atenção àqueles que buscam saber mais sobre a bateria. O baterista que iniciou sua carreira tocando na banda Gloria, também já fez parte dos músicos de apoio de Andre Matos, em sua carreira solo.

2 – Aquiles Priester: Um tutorial completo de como apostar na carreira de baterista, e até conseguir patrocinadores! Aquiles Priester, baterista que ficou popular em sua passagem pelo Angra, mas atualmente está no WASP e já tocou em diversas bandas, é um vendedor do ofício de baterista. Além de divulgar várias iniciativas relativas à bateria, ele também é mais um dos que oferece cursos e masterclass pelo Brasil inteiro.

3 – Ivan Busic: O baterista do Dr. Sin também é bastante ativo nas redes sociais, seja divulgando seus cursos de bateria, acessórios que utiliza em seu instrumento ou mesmo novidades de sua banda. Para o músico, nunca é tarde de mais para aprender o instrumento e nem cedo demais, em seu método para crianças é possível encontrar mini-bateristas de apenas três anos!

4 – Thiago Mateu: Um gênero do metal que começa a se popularizar novamente no Brasil, o metal sinfônico, tem entre os principais destaques a banda Lyria. E é o baterista dela que entra nesta lista de destaques para seguir no Instagram. Thiago Mateu também dá aulas de bateria e inclusive desenvolveu técnicas adaptadas para crianças autistas, chegando a participar do programa Encontro, da Fátima Bernardes (TV Globo). Em seu Instagram é possível acompanhar os ensaios do músico, além de dicas e mini-aulas gratuitas!

5 – Max Kolesne: Considerado por muitos um dos melhores bateristas de death metal do mundo, Max é o baterista do Krisiun. Durante a pandemia ele tem se dedicado a participar de diversas lives sobre a bateria, dando diversas dicas sobre o instrumento. Alcançando entre 250 e 270 bpm em diversas músicas e apresentações ao vivo, habilidade é o que não falta para este baterista!

6 – Amilcar Christófaro: O baterista do Torture Squad conta com linhas em seu nome das baquetas C Ibanez, e dos pratos Orion Cymbais. Isso não é qualquer coisa. Em seu Instagram, o fã de bateria consegue acompanhar a agenda de entrevistas do músico, além de conhecer a rotina do baterista, que está gravando o próximo álbum da TS – e ele posta várias fotos dos pets, o que também é ótimo!

7 – Ricardo Confessori: Shaman, Angra, Korzus e até Massacration! O baterista Ricardo Confessori é endorsado pelos pratos Zildjan, peles e bateria Yamaha, entre outros. No instagram do músico é possível vê-lo em performances na bateria, a vida em família, muito #tbt e ainda: aventuras pela guitarra. Um músico aventureiro.

8 – Fernando Schaefer: Conhecido como Fernandão, alcançou popularidade ao entrar para o Korzus, embora também tenha tocado com Pavilhão 9, Rodox, Kiko Loureiro, Treta, Sangue Inocente, Paura e Endrah. Atualmente é baterista nas bandas Worst e Powerflo. O músico dá aulas gratuitas, no YouTube, e também, durante esta pandemia, seus cursos de bateria tornaram-se online em seu site oficial.

9 – Bruno Valverde: Atual baterista do Angra, Bruno Valverde também faz parte do trio instrumental de Kiko Loureiro. Leciona online e compartilha partituras de músicas do Angra em seu site oficial. Ativo no Instagram, ele produz uma série de conteúdos testando produtos, ensaiando e divulgando suas aulas e entrevistas.

10 – Jorge Casagrande: Baterista desde 1984, Jorge Casagrande lidera uma orquestra de 15 bateristas no Rio de Janeiro e é responsável pela Escola de Bateristas. Em sua carreira acumula mais de 120 apresentações, chegando a tocar também em programas de canais de TV como Multishow, TV Record, entre outros. Em seu Instagram, divulga seus cursos online e conteúdos exclusivos oferecidos no canal no YouTube.


Ponto de Fuga: Piratas Siderais conscientiza sobre saúde mental em novo single

Nada é mais precioso do que encontrar a pacificidade de uma válvula de escape em meio aos problemas do dia a dia. E é sobre isso que a banda Piratas Siderais fala no single “Ponto de Fuga”. No âmbito melódico, o grupo inspira-se no hard rock oitentista de nomes como Mötley Crüe e Guns N’ Roses. A faixa é um lançamento do selo Musikorama Music Records e tem produção, mixagem e masterização de Rodrigo D´Sales Monteiro, também conhecido como DIGAØ. As sessões de gravação ocorreram de forma caseira na cidade de Imbé, no Rio Grande do Sul.

Escute Ponto de Fuga via Spotify ou Deezer

O baterista Igor CasaNova destaca que a Piratas Siderais visa propor uma reflexão a partir da canção. “Não temos controle sobre tudo. Ou seja, alguns problemas não têm solução. Com isso mente, por que não se desligar ao invés de sacrificar a sua saúde mental? Ponto de Fuga propõe justamente isso”. Além de Igor, o quarteto é composto por Bruno “Cacique” Gomes (voz e guitarra), Marcelo Bodão (baixo) e Rafahell Orsatto (guitarra). A banda ainda divulgou os singles Lágrimas e Sonhos anteriormente neste ano.


A guitarra flamejante de Guilherme Held!

Após extensa carreira discográfica colaborando com alguns dos principais nomes da música brasileira contemporânea, o guitarrista, compositor e produtor paulista Guilherme Held, se consolida como um dos principais artistas de sua geração. Prova de sua importância, são as dezenas de participações presentes em Corpo Nós, seu primeiro álbum, que compõem um poderoso retrato da música produzida neste século por artistas que vem renovando a canção brasileira ao longo das últimas décadas. Nomes como Criolo, Tulipa Ruiz, Juçara Marçal, Mariana Aydar, Filipe Catto, Curumin, Fernando Catatau , Kiko Dinucci, Iara Rennó, entre muitos outros, que estão presentes no primeiro álbum de Held como compositor, retribuem a inestimável contribuição dele em seus trabalhos autorais.

Álbuns já consagrados como Convoque Seu Buda (Criolo), Milton Nascimento e Criolo (2020), Besta Fera (Jards Macale), Bahia Fantastica (Rodrigo Campos), DVD Criolo e Emicida e No Chão Sem o Chão (Romulo Froes) tem a participação e assinatura do artista como guitarrista. Em parceria com BiD (Afrociberdelia, Chico Science) produziu e tocou guitarra na serie Milton e o Clube da Esquina. Além disso, tem colaborações internacionais com nomes como Mulatu Astatke, Tony Allen e Ibrain Ferrer Jr.(Buena Vista Social Clube), entre outros em uma lista sem fim!

Em seu disco de estreia, lançado pela YB Music, Gui Held ultrapassou toda a expectativa de um trabalho solo de guitarrista. Corpo Nós é maduro, maturado, fruto do trabalho de uma vida, o que pode ser comprovado nas 17 faixas, mais de uma hora de música e mais de um ano de trabalho de garimpo, gravação e produção do álbum. O autoproduzido álbum recebeu a direção artística do músico e compositor Rômulo Fróes (Passo Torto, Clube da Encruza) e reuniu músicos amigos que mergulharam no projeto de coração aberto.

Embora Corpo Nós seja o disco de um guitarrista, com o instrumento presente em todas as músicas, não há espaço para exageros e nem amarras sonoras. Entre os destaques, temos a segunda faixa, na qual Held dispara um dos grandes petardos do álbum, “Pólvora”, com sonoridade explosiva, a canção foi composta pelo artista com Tulipa Ruiz. Em “Sorongo”, faixa assinada exclusivamente pelo Held, um instrumental dançante com influência da música africana, que recebeu um arranjo criado especialmente pelo baiano Letieres Leite, criador da Orquestra Rumpilezz. E o tema instrumental “Pingo D’água”, tocado por Lanny Gordin e Gui Held. Artista com quem o trabalho do Held se confunde, em uma admiração mútua e identificação absoluta. Durante anos tocaram juntos, moraram juntos, trocaram experiências de música e de vida, forneceram combustível para artistas incendiários como Macalé – no caso, em épocas distintas! A faixa é um Improviso radical desenvolvido pelo mestre e seu discípulo, com afinações diferentes, a fita rodando em backwards, é um tema de uma beleza desconcertante que coroa o fechamento do disco.

Em Corpo nós, Held quer conquistar ouvintes com a rebuscada trama de timbres que encorpam repertório autoral e que vão além do universo musical de Gordin. É o compositor que pede passagem no disco, se sobrepondo ao guitarrista.


João Pedro Cé lança seu álbum de estreia – BERÇO

Berço traz 12 músicas e vídeos produzido em período de isolamento social. As faixas foram compostas individualmente pelo artista, com samples produzidos através de áudios trocados entre João e amigos, gravação de instrumentos e programação de bateria eletrônica. Toda a parte técnica de gravação, captação, edição, mixagem e masterização foi realizada também por João.

BERÇO PARA ESCUTAR

João Pedro Cé é um guitarrista, compositor e produtor musical reconhecido na cena cultural independente de Porto Alegre por seus projetos junto à banda Trabalhos Espaciais Manuais e ao grupo de teatro Pretagô. Berço é o primeiro álbum audiovisual de João Pedro Cé que reúne 12 faixas entre composições instrumentais e obras do estilo Spoken Words, buscando aproximar o olhar e a escuta do público às intimidades geradas no período de isolamento social, devido à pandemia do COVID-19, e as consequências psicológicas que alguns indivíduos e o próprio artista foram forçados a vivenciar. “Tivemos que reorganizar as possibilidades de conexão com as amizades, amores e família, a intimidade não cessou com o distanciamento. Na verdade, ela foi intensificada neste período. Nesse processo de trocar ideias, lidar com a saudade e estabelecer conexões, muitas reflexões interessantes surgiram. Isso foi tão importante que algumas coisas foram parar no EP. O sonho da @marinavaztorres. As piras do @_dazluz e a minha/nossa intimidade com @dnaiel.lagart e a poesia do @marcelofalcon estão ali presentes”, ressalta João. “Os aplicativos de comunicação e as redes sociais na internet, aproximam as expressões da subjetividade e permitem trocas instantâneas entre os pensamentos, discursos e visualidades. Compartilhadas no íntimo do inbox, extrapolam as barreiras do distanciamento social – impeditivo que é subvertido pela necessidade de conexão entre humanos; conexão que sempre é pautada pela subjetividade”, completa o artista.

O projeto ainda contará com uma live de audição do álbum, explorando noções de saúde mental e expressão da subjetividade. O álbum visual será liberado nos próximos dias. A partir de hoje, dia 19, o artista vai postar um vídeo por dia nas suas redes sociais. “Na onda do #30dias30beats, eu resolvi fazer um vídeo por música. Os vídeos carregam uma mistura de referências, desde o golpe de estado até o filme Paris is burning e tem até vídeo feito no powerpoint. O álbum é cheio de samples e loops, então, achei que seria massa que os vídeos tivessem também essa cara”, comenta João.

O clipe de Faceira, faixa que abre o disco e foi lançada como single na semana passada, está disponível nos seguintes links: Youtube e IGTV. O videoclipe foi dirigido, roteirizado e editado por Cleverton Borges. Direção de fotografia de Alisson Batista. Produção de Manuela Miranda. No elenco as poderosíssimas: Camila Fação e seu filho Joaquim, Fernanda Fiuza e Ariele Rodrigues. Quem assina a capa de Berço é o artista Bruno Góes. “Nas nossas conversas, falei pra ele sobre Moisés no Berço ou Abacaxi Roxo, planta ornamental que adora um sol pleno. Nasci e cresci numa casa que fica praticamente no meio do mato e essa planta simbolizava esse momento de assumir um pouco mais meu ser artístico independente dos vários projetos que participo. Uma planta que fica mais colorida no sol pleno, mas que também cresce à meia sombra”, reflete João.

Bruno Goés, 35 anos, natural de Araraquara SP, procura apresentar um pedaço do “mundo” criado pelo artista: seres, espaços, estudos, formas e cores que compõem seu universo particular. Formado em Design pela ESPM, Bruno provou de fontes que vão desde a história da arte, quadrinhos e ilustrações até livros de zoologia e botânica agregando, também, características do universo do grafite, onde as “marcas pessoais” são constantes livres e vivas em sua produção.

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