Por Emerson Mello

Comentar discografias de bandas clássicas é como se enfiar dentro de um vespeiro. E falando especificamente do Whitesnake existe uma divisão clara entre e os fãs da banda, onde alguns preferem a fase inicial, mais bluesy e renegam a fase pós 1987. Em contrapartida muitos só aceitam a banda de 1987 pra frente quando a banda deixou seu som mais acessível e perdeu um pouco as raízes do Blues e do Rock Clássico.

Confesso que não foi nada fácil ordenar os álbuns do Whitesnake por hierarquia, devido ao fato da discografia da banda ser muito regular.

*Apesar de ser um álbum de estúdio, o Purple Album (2015) por se tratar exclusivamente de regravações não entrou na listagem.

**O ep Snakebite de 1978 também não foi considerado nesta resenha justamente por não ser um álbum completo e também por serem regravações de músicas solo do Coverdale.


11. Restless Heart [1997]

Este disco na verdade seria um álbum solo do Coverdale e por pressão da gravadora acabou saindo como Whitesnake. Com certeza se tivesse saído como um álbum solo do Coverdale os fãs o veriam de outra forma e não haveria tantas cobranças e críticas em relação ao disco.  Mas já que na capa o nome ‘Whitesnake’, ele está aqui na lista! O disco soa irregular e um tanto confuso, na seleção do repertório e até mesmo na ordem das músicas. Abre com uma balada, o que é um tanto estranho pra uma banda de rock que sempre se caracterizou pela sua energia e riff marcantes. O guitarrista Adrian Vandenberg está muito mal, parecendo que desaprendeu a tocar, não tem sequer um solo memorável no disco todo. A voz de Coverdale está excelente e ele vai muito bem, principalmente nas baladas. De uma forma geral o álbum tenta resgatar a fase bluesy da banda, mas faltou força no som e inspiração para atingir o resultado. Uma pena, pois tem boas músicas que acabaram ficando diluídas na irregularidade do disco, como “Take Me Back Again” a zepeliana “Woman Trouble Blues” e a excelente “Crying”, sem dúvida a melhor do disco e uma das poucas que faz jus ao nome Whitesnake.


10. Good to Be Bad [2008]

Depois do ‘Restless Heart’ a banda ficou 11 anos sem lançar nada e o primeiro álbum de estúdio foi este Good to be Bad.  Claramente o objetivo do disco foi resgatar a vibe da fase ‘1987’/Slip of the Tongue e apagar a impressão ruim causada pelo disco antecessor.  Coverdale investiu num time de primeira pra isso: Doug Aldrich & Reb Beach nas guitarras, Uriah Duffy no baixo e Chris Frazier na bateria. Apesar da pouca inspiração nas composições o disco é muito bem gravado, a banda toca muito bem e tem uma energia legal. De fato foi um bom “retorno”. Podemos destacar as músicas “Best Years” que abre o disco (e tem uma linha vocal que lembra a “Whipping Post” do Allman Brothers), a música título “Good to Be Bad”, “Lay Down Your Love”, e a balada “All I Want All I Need” com um belo solo de Doug Aldrich.


9. Forevermore [2011]

O sucessor do ‘Good to be Bad’ segue basicamente a mesma fórmula, porém aqui houve alterações no line-up com Michael Devin entrando no lugar de Uriah Deffy e Brian Tichy entrando no lugar de Chris Frazier na bateria. A falta de inspiração nas composições continua latente e com isto 13 músicas em aproximadamente 63 minutos se torna algo longo e cansativo. Músicas como “Love Will Set You Free” que tem uma boa levada e um bom refrão, a balada “Easier Sad Than Done”, “Tell Me How” com um bom riff de guitarra e “Whipping Boy Blues” ainda se salvam neste montante. A belíssima e épica música título garantiu ao disco uma posição melhor do que o “Good to Be Bad”.

 


8. Trouble [1978]

Álbum de estréia da banda com um time de músicos de primeira – Jon Lord (teclados), Bernie Marsden e Micky Moody (guitarras) , Neil Murray (baixo) e Dave Dowle (bateria) e com produção do mestre Martin Birch. Aqui já vemos algumas das características que marcaram a banda ao longo da sua carreira. Apesar de não ser um clássico da banda tem bons momentos aonde destaco “The Time is Right For Love”, “Nighthawk (Vampire Blues)”, “Free Flight” com um riff de guitarra matador, “Don’t Mess With Me” e a instrumental “Belgian Toms Hat Trick”, composição de Mick Moody.

 

 


7. Saints and Sinners [1982]

Saints and Sinners é o quinto álbum da banda e também conta com a produção de Martin Birch. Aqui temos dois grandes clássicos da banda: a eterna balada “Here I Go Again” e a versão original de “Crying in the Rain”,regravada no álbum 1987. “Dancing Girls”, a música título, Rough and Ready são outras músicas que merecem destaque.

 

 

 

 


6. Come on and Get It [1981]

Quarto álbum da banda e também conta com a produção de Martin Birch. Aqui temos a formação que muitos consideram a melhor da banda: Coverdale (vocais), dupla de guitarras Moody e Marsden, Jon Lord (teclados), Neil Murray(baixo) e Ian Paice(bateria). De fato um verdadeiro dream team. Um álbum vigoroso e energético com um bom equilíbrio entre as músicas. Em “Hot Stuff” tem espaço para Ian Paice e Jon Lord mostrarem seus talentos, “Don’t Break My Heart Again” é um dos grandes clássicos da banda, “Lonely Days Lonely Nights” é um hard blues a la Whitesnake, “Wine, Women an’ Song” é uma típica levada e típica letra do Whitesnake falando de bebidas, mulheres e farra. “Girl” tem uma levada cadenciada e um riff que gruda na mente, outro bom momento do disco. Uma pena a ”Hit and Run” não estar no repertório recente da banda, pois é uma grande música que funciona bem ao vivo. “Till the Day I Die” fecha o disco em alto estilo. Tem bastante influencia de Led Zeppelin,começa com uma levada folk totalmente acústica e evoluiu pra um som pesado com uma levada e melodia que lembra bem a “Gallows Pole” do já citado Led Zeppelin.


5. Slip of the Tongue [1989]

Final de década de 1980, MTV em alta nos EUA e a febre de guitar heros no auge. Após a saída de John Sykes da banda com diversas tretas envolvidas o mundo do Rock fica em polvorosa com o anúncio da entrada de Steve Vai no Whitesnake. Coverdale não economizou e montou um time pra deixar qualquer fã de Hard Rock sem fôlego: além de Steve Vai ainda temos os veteranos Ruzy Sarzo (baixo) e Tommy Aldridge (bateria) e músicos de apoio no estúdio Don Airey, David Rosenthal (ex-Rainbow) e Glenn Hughes que fez alguns backing vocais.  Apesar de não ter gravado o disco, Adrian Vandenberg foi creditado, pois além de se ser co-autor de todas as músicas do álbum (com exceção da regravação de “Fool For Your Loving”), participou de todo processo de pré-produção do álbum. (no You Tube é possível achar este registro). Falando do álbum é uma espécie de continuação do estilo forjado no álbum anterior ‘1987’: mega produção, forte presença de teclados, guitarras virtuosas, refrões marcantes. Apesar dos fãs mais puristas da banda torcerem o nariz pro disco é inegável que o álbum fez bastante barulho na época, tanto é que em 1990 foram atração principal do Monsters of Rock em Donington. “Slip of the Tongue” mais “Judgement Day”, “Now You’re Gone”, a balada “The Deeper The Love” são os destaques do disco. “Sailing Ships” fecha o álbum em grande estilo, sendo pra mim uma das melhores músicas da discografia da banda


4. Lovehunter [1979]

Esta com certeza é a capa mais famosa da banda e também do Rock. Esta se tornou icônica trazendo uma referência à banda quando a vemos. ‘Love ‘Hunter’ é o segundo álbum da banda, repetiu a formação do primeiro álbum e mantém a Martin Birch. “Walking in the Shadows of Blues” sem dúvida é um dos maiores clássicos do Rock de todos os tempos! Impressionante como esta música não envelhece. “Help me thro the Day” tem aquele tempero bluesy que o Whitesnake sabe (ou sabia) fazer como ninguém. Numa levada cadenciada a voz rouca de Coverdale faz contra ponto com as intervenções de guitarra da dupla Moody e Marsden. Perfeito. “Medicine Man” chega com um riff cortante com aquele cheiro de Les Paul plugada no Marshall. Clássico! “Love Hunter” dá o tom no clima de farra do Whitesnake. A bela balada “We Wish You Well” que fecha o disco é a “vinheta” clássica que fecha os shows da banda. Clima perfeito pra encerrar.


3. Ready an’ Willing [1980]

Terceiro álbum de estúdio da banda, contando a batuta de Martin Birch e a estréia da clássica formação com os “desempregados” e ex-Purple Paice e Lord. O disco abre com “Fool For your Loving”, seguido de “Sweet Talker” e “Ready and Willing”, é um clássico atrás do outro. “Blindman” é uma das coisas mais belas gravada pela banda, mesmo sendo uma regravação da carreira solo do Coverdale vale o registro. Um álbum que com certeza eu recomendaria a quem está conhecendo a banda ou ouvindo pela primeira vez.

 

 


2. Whitesnake [1987]

Este álbum foi pensado pra atingir o mercado norte americano, que até então ainda era um mercado que a banda atuava timidamente.  Isto ficou visível na mudança de produtor, que até então era o inglês Martin Birch, produtor ligado ao som mais clássico com álbuns do nível do Rising (Rainbow),”Heaven and Hell” (Black Sabbath),”Machine Head” (Deep Purple)  só pra citar alguns. Foram chamados pra dividir a produção do álbum americano Keith Olsen, que já havia trabalhado com Rick Sprinfield, REO Speedwagon, Heart, Journey, Foreigner e o britânico Mike Stone com bandas semelhantes no currículo. Com estas referências musicais ficou óbvio que viriam mudanças no direcionamento musical. Mas era o caminho que Coverdale queria seguir e a excelente receptividade que o álbum recebeu mostrou que ele seguiu um caminho de sucesso, pois até hoje é o álbum da banda melhor sucedido comercialmente.Aqui a band a de sexteto se reduziu a um quarteto com Coverdale (vocais),Sykes (guitarras), Neil Murray (baixo) e Ansley Dunbar (bateria). O repertório do disco é uma mistura de músicas inéditas com músicas clássicas que foram regravadas, sendo elas “Crying in the Rain”, “Here I Go Again”. “Is this Love” é uma das baladas de Rock mais famosas de todos os tempos e virou mega hit sendo executada em rádios até hoje. O destaque do álbum sem dúvida é o talentoso guitarrista John Sykes que rouba a cena em muitos momentos como no fantástico solo de “Crying in the Rain”, e também em “Give Me All your Love” e ”Still in the Night” pra citar algumas. Ansley Dunbar também tem uma performance de alto nível como por exemplo em “Crying in the Rain” aonde ele não deixa pedra sobre pedra. Exista uma controvérsia muito grande em relação à gravação deste disco, pois em entrevistas Sykes alega ter sido “sabotado” na mixagem, dizendo que o som da sua guitarra ficou com muito reverb deixando o som da guitarra em segundo plano e meio apagado de forma proposital. A despeito desta controvérsia, o álbum sem dúvida é um grande clássico da banda mantendo a tradição da banda com grandes guitarristas.


1. Slide It In [1984]

Slide It In é o sexto álbum da banda, o último que conta com a produção de Martin Birch. Também já não conta com Ian Paice nas baquetas, mas o substituto manteve o alto nível do instrumento, ninguém menos que Cozy Powell. Neste álbum o guitarrista Mel Galley (ex-Trapeze) compôs metade das músicas com Coverdale inclusive o mega clássico “Love Ain’t No Stranger”.  A versão americana do álbum teve a ordem das músicas diferente da versão européia. E também teve diversos overdubs de guitarra de John Sykes, que refez diversas partes originalmente gravadas por Mel Galley. Este é daqueles álbuns que não se pode perder um minuto de música, com a banda soando como relógio e as músicas que se ouvem num tacada, só sem perceber que já se foram 40 minutos. Álbum digno de entrar em Top 10 de qualquer apreciador de Rock.


Atual formação da banda

26 comentários

  1. Diogo Maia de Carvalho

    A minha lista, só que do melhor ao pior:

    1º – 1987
    2º – Ready An’ Willing
    3º – Slide It In
    4º – Come An’ Get It
    5º – Saints & Sinners
    6º – Trouble
    7º – Forevermore
    8º – Good To Be Bad
    9º – Lovehunter
    10º – Restless Heart
    11º – Slip Of The Tongue

    Como dá para perceber, a minhafase favoritada banda é a que vai de 1982 até 1987. Já o Slip Of The Tongue eu detesto. Acho que exageraram na produção demasiadamente.

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    • Emerson Mello

      Concordamos nos 03 primeiros álbuns,só mudou a preferência.

      Só discordei mesmo você tocar Slip of the Tongue abaixo do fraquíssimo Restless Heart.

      Mas opiniões são opiniões.

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  2. André Kaminski

    De boa Emerson, quando vi que 1987 não estava na primeira posição, comecei a espumar pela boca. Como assim, 1987 é o melhor disco do Whitesnake e quem considera qualquer outro como superior está indiscutivelmente errado.

    1º 1987
    2º Come an Get It
    3º Trouble
    4º Lovehunter
    5º Slide It in
    6º Slip of the Tongue
    7º Saints and Sinners
    8º Ready an’ Willing
    9º Forevermore
    10º Good to Be Bad
    11º Restless Heart

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    • Emerson Mello

      Interessante sua lista. Só concordamos nas 03 últimas posições.

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    • Emerson Mello

      Discordei das posições do Slide It In e do Ready’n’Willing.

      Mas acho saudável opiniões diversas.

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      • André Kaminski

        Aliás, eu acho o Whitesnake uma das poucas bandas de longas discografias sem um disco que eu ache ruim. Mesmo Restless Heart e os dois mais novos seriam álbuns bons de muita banda que ainda toca na cena.

        Mas cara, é 1987! É o melhor do Whitesnake e Top 5 dos melhores do Hard Rock de todos os tempos. Mas tirando isso, mesmo que concordamos com poucas posições, achei a sua lista e os comentários de cada disco muito bons. Abraços!

      • Emerson Mello

        Cara,foi muito difícil elaborar está hierarquia. A banda tem um discografia muito regular.

        Sem dúvida 1987 é um puta disco,um dos melhores álbuns de Rock de todos os tempos. Ele só deu azar da banda ter feito um Slide It In! Rsrs senão com certeza seria primeiro lugar.

  3. Felipe

    Concordo plenamente Emerson. Slide it In também é meu preferido. Uma produção cristalina de Martin Birch. Dos sons de bateria mais bonitos dos anos 80 pra mim. Parabéns pela matéria!

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    • Emerson Mello

      Valeu Felipe! Compartilhe a matéria com os amigos da da banda. É interessante saber opiniões de outros fãs.

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  4. Mairon

    Cara, não entendo essa adoração pelo Slide it In. É um trabalho fantástico, ok, mas nada se compara ao que os 4 fizeram em Whitesnake(1987). É O Disco que fez o hard farofa ser macho!!!

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    • Emerson Mello

      Mairon,mão existe unanimidades mas Slide It In é o disco que a maioria dos fãs tem como o melhor da banda.

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  5. Gonçalves

    Bom, ao todo gostei da sua analise dos albums do whitesnake, o unico porém foi a critica do restless heart que pra mim é o album mais subestimado da banda e não merecia ficar em ultimo.Certamente não entendi o porque da frase “O disco soa irregular e um tanto confuso” achei um exagero pois ele tem musicas ótimas como Too many tears que é um dos melhores sons do whitesnake, além de Don’t fade away e a sublime Take me back again,e enquanto ao desempenho do Coverdale no album ,sem palavras simplesmente soberbo ver ele cantar de uma forma mais suave nas musica foi algo diferente do que a banda fez nos últimos anos, talvez por isso esse album seja mal visto ou sem nenhuma atenção pq é um album de blues, com coverdale explorando outras melodias.enquanto a vanderberg acho que ele se saiu muito bem em alguns sons sim eu particularmente gosto do solo de too many tears, mas enfim quanto aos restos dos albums são excelentes, afinal o whitesnake não tem disco ruim, mas vou deixar minha lista aqui :

    1-Ready and willing
    2-Restless heart
    3-Lovehunter
    4-Saints and sinners
    5-Come an get it
    6-Whitesnake(1987)
    7-Slip of the tongue
    8-Slid it in
    9-Forevermore
    10-Good to be bad
    11-Trouble

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    • Emerson Mello

      Gonçalves,adoro a fase Blues da banda que aliás é a minha preferida. Listas são sempre polêmicas e na verdade refletem apenas a opinião de quem está escrevendo.

      Pelo que pude observar em conversar com amigos e alguns fãs da banda Slide It In é o preferido da maioria em contrapartida o Restless Heart está na outra ponta da lista pra maioria.

      Tem boas baladas sim e tal,mas realmente acho o disco fraco. Muito aquém do que a banda produzou ao longo da carreira. Até mesmo porque.ele não foi pensando pra ser um álbum do Whitesnake. Ele foi feito de forma pretensiosa pelo Coverdale. Mas quando ficou pronto e ele levou pra gravadora os caras não quiserem lançar como algo solo dele e pressionaram pra lançar como Whitesnake.

      Acho legal saber a opinião das outras pessoas e suas preferências. É muito saudável.

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  6. Diogo Bizotto

    Vocês vejam só, amo o Whitesnake, é uma das minhas bandas favoritas, mas nunca parei para ordenar seus discos conforme minha preferência. O ideal seria dar uma reouvida, especialmente nos discos que coloquei entre as posições 6 e 10, mas acho que consigo criar uma ordem decente com o que minha memória está permitindo. Do melhor ao menos bom:

    1. Slide It In
    2. Whitesnake
    3. Ready an’ Willing
    4. Saints & Sinners
    5. Come an’ Get It
    6. Slip of the Tongue
    7. Lovehunter
    8. Trouble
    9. Forevermore
    10. Good to Be Bad
    11. Restless Heart

    Agora me perdoem os colegas que não concordam, mas serei meio cagador de regra. Quem realmente curte o Whitesnake por inteiro, desde sua origem, sabe que “Slide It In” é insuperável. É o perfeito equilíbrio entre o Whitesnake em sua origem e aquilo que viria após seu lançamento. É uma evolução natural do que Coverdale vinha fazendo desde que o Deep Purple encerrou atividades, sem interferência excessiva no processo criativo. A produção (ótima), a mixagem, o som de guitarra… Tudo ainda remete à década anterior, mas no melhor dos sentidos, sem parecer datado. Com Coverdale como líder evidente e principal compositor, mas ainda assim uma banda.

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    • André Kaminski

      Você e o Emerson são loucos! 1987 é o melhor disco do Whitesnake! Somente eu, Mairon e o Diogo Maia somos certos da cabeça aqui! O tracklist daquele disco não é menos do que formidável.

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      • Fernando Bueno

        Vou ter que me juntar ao Diogo nessa André. Sorry!!! E tem outro ponto que dá preferência ao Slide it In…Martin Birch! O cara tava lá no melhor momento do Iron Maiden aprendendo a fazer música….. 😛

      • Mairon

        Insuperável é pouco André. Não consigo entender mesmo por que o Slide it In tem tanta importância para uns. Mas enfim, é isso.

  7. Davi Pascale

    A minha acho que é isso aqui…

    1. Slide It In
    2. Ready an’ Willing
    3. 1987
    4. Saints and Sinners
    5. Come An Get It
    6. Lovehunter
    7. Good To Be Bad
    8. Restless Heart
    9. Forevermore
    10. Slip Of The Tongue
    11. Trouble

    Responder
    • Emerson Mello

      Concordamos nos 03 primeiros. Só mudou a ordem. Trouble não é um clássico mas jamais colocaria ele em último. Mas é interessante pra vermos as opiniões diversas que cada fã tem.

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  8. Thiago Reis

    Minha ordem:
    1- Slide it In
    2- 1987
    3- Lovehunter
    4- Come and Get It
    5- Saints and Sinners
    6- Ready and Willing
    7- Slip of the Tongue
    8- Trouble
    9- Restless Heart
    10- Forevermore
    11- Good to be Bad

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