Por Mairon Machado

Aqui no Na Caverna da Consultoria, já apresentamos diversas coleções. Para ser mais preciso, foram 40 colecionadores até o momento, com os mais diversos álbuns, estilos, e quase todos voltados ao rock dos anos 70 ou ao heavy metal. A coleção de hoje, vinda de Itajaí, Santa Catarina, foge dos padrões até então apresentados por aqui. Afinal, Wagner Mendes é um apaixonado por música eletrônica, e nas suas prateleiras, rola desde os mais obscuros nome da Eurodance até os consagrados discos do Erasure. Além disso, é uma verdadeira história de amor pela música, que superou o drama da perda de diversos títulos, e aos poucos, vem se reencontrando como coleção. Confira abaixo o que Wagner tem para nos apresentar.


Olá Wagner, bem-vindo à Consultoria. Obrigado por compartilhar de sua paixão pela música conosco. Por favor, apresente-se aos nossos leitores.

Olá, me chamo Wagner Mendes, tenho 41 anos, casado há 21. Tenho 3 filhos que se chamam Bryan, Andrew e Emily (os nomes não necessito explicar a inspiração, risos). Trabalho como inventarista em um CD de rolamentos há 3 anos.

Quais suas primeiras lembranças de sua ligação com a música?

Com a música em si desde pequeno, pois a música estava sempre presente em casa através das rádios FM. Então, eu ficava fascinado quando tocava alguma música que eu gostasse,e tinha que esperar até tocarem novamente.

Quando e por que você decidiu tornar-se um colecionador de discos?

Não sei se posso me considerar colecionador, ou amante da música e suas mídias, pois acredito que colecionador é uma palavra que não me define, porque o que tenho é o que ouço. Na minha mente colecionar tem de tudo, mas não ouve, tem porque gosta de ter e guardar (posso estar errado, claro). No meu caso, tornei-me um amante das mídias através de um tio meu que tinha muitas fitas K-7 e eu gostava de ir na casa dele e ficar ouvindo. A partir daí comecei a adquirir, ganhando de presente dele uma fitinha com vários sons gravados por ele. Depois, ficando mais por dentro dos grupos, comecei a entrar no mundo do vinil, pois era mais fácil encontrar um disco de tal grupo do que a fita K-7, pelo menos em minha cidade.

Qual e por que foi o primeiro disco que você comprou? Quantos anos você tinha? Você ainda o tem álbum?

O primeiro não posso dizer, não me recordo,mas os primeiros adquiridos eu lembro sim: Engenheiros do Hawaii, Erasure, trilhas de novelas, Guns ’n’ Roses, Aerosmith, New Order. Infelizmente não os tenho mais. Fiquei com eles até 2008, contarei mais adiante o que houve com eles!

Quais os números da sua coleção, como você a organiza e que tipo de mídias são as mais comuns em suas prateleiras?

Recomecei em 2013, não queria mais me apegar, mas o desejo foi maior de ouvir algo de qualidade e tangível. Por causa de um amigo tanto insistir em voltar, chamado Fabiano, comecei a ir com ele nos sebos, mesmo sem ter toca discos. Comprava e os guardava até encontrar um toca discos pra ouvi-los. Depois de 3 meses consegui um toca discos. No momento não consigo precisar a quantidade, pois tenho uma neura de não contar os vinis, mas passam de mil vinis, 500 CD’s e 300 fitas K-7. É uma pequena coleção, mas tenho só o que ouço, e curto muito, se não nem compro.

Você é um colecionador de K7’s, algo raro hoje em dia. Por que você coleciona esse tipo de mídia?

Creio que, além de tudo, pra manter o passado presente juntamente com os vinis, mantendo aquela memória afetiva e pra continuar aquele hábito de “autoração”. Gosto de fazer coletâneas com músicas escolhidas por mim, gravadas diretamente do vinil para o K-7, dando nomes às coletâneas à minha maneira. Tenho até uma gravadora fictícia!! Quando crio as capas, coloco um selo chamado “kessy records”(kessy é meu apelido de infância).

Como faz para adquirir K7’s hoje em dia?

Ultimamente estou comprando mais K-7 virgens em lote no Mercado Livre, e os álbuns ou coletâneas compro quando aparecem em grupos no face. Tenho em torno de 300 fitas, a maioria álbuns. Porém o que mais gosto de fazer em relação aos K-7 é autorar, como citei na pergunta anterior. Tenho dois Tape Decks e sempre estou gravando. Curto também gravar nas fitas músicas atuais. O último que gravei foi uma coletânea de músicas da cantora Sia e LSD (um trabalho dela paralelo com Labirinth e Diplo). Só faltou a capa porque acabou a tinta da impressora (risos).

Sua coleção é bastante distinta e rara, já que envolve material de Synthpop, Eurodance, EuroDisco e Pop. Você chega a sofrer algum bullying nos grupos de colecionadores de discos, por conta disso?

Creio que não, nem em casa, nem em grupos de amigos e nem nas mídias sociais, pois lidamos com todo tipo de apreciador de músicas e estilos. Tem rockeiro que dança ao som de Modern Talking, Boney M, Bee Gees e assim como eu, do “Poperô”, que arrepio com a voz de Janis Joplin e o som de Iron Maiden, Accept, AC/DC, a temática medieval de Manowar. Esses que citei tenho tudo em Mp3. Só não tenho muitos vinis de Rock porque são mais caros, e quando tenho os dois na mão e posso escolher só um, vou no Pop!!(risos)

Ainda, é raro investir nesse tipo de sonoridade quando se fala em coleção. Quais os motivos que o levam a apreciar esses estilos eletrônicos?

Penso que na criação e convívio com pessoas desse gênero. Meus pais e meu tio citado anteriormente. Ele era o cara do Pop, Synthpop e Eurodisco. Conheci e me apaixonei com ele por esses gêneros.

Qual o seu artista/banda favorito? Quantos discos você tem do mesmo e quais os que mais estão tocando na sua casa?

Erasure sem dúvida, e tudo que Vince Clarke produziu ou fez parte de alguma forma. Depeche Mode, Yazoo, Assembly. Pelo som do sintetizador consigo saber q ele está em tal música!(risos)

Focando-se apenas na coleção do Erasure, quantos álbuns você tem ligados ao grupo, e como faz para catalogar e armazenar os mesmos?

Em 2008 eu tinha todos os CD’s lançados na época, e 10 álbuns em vinil. Na atualidade, depois de recomeçar, está mais difícil, então não tenho nenhum CD, e os em vinil são:
Wonderland (1986);
The Circus (1987);
The Two-Ring Circus (1987);
The Innocents (1988);
Crackers International (1988);
Wild! (1989);
Chorus (1991);
Pop! The First 20 Hits (1992)
I Say I Say I Say (1994)
Como são poucos eu os catalogo junto com os demais, em ordem alfabética e por ano de lançamento.

O Erasure se caracterizou por lançar muitos singles em vinil e CDs. Você também coleciona esse tipo de mídia? Quais os seus favoritos?

Realmente possuem muitos singles, EP, Maxxi, Remixes, e é minha meta de vida ter tudo que há em relação a Erasure. O único que tenho é mais acessível, o EP Crackers International. Amo as versões desse álbum. O ruim é que esses singles também entram na lista dos vendedores oportunistas. São caros e arriscados de se comprar apenas na avaliação do vendedor, porque no meu caso gosto de ouvir vinil com o mínimo de chiado possível. Não há charme nenhum em chiado, como muitos colecionadores dizem (risos).

Quais os álbuns mais raros que você tem?

Raros nem tanto, mas difíceis de se achar em excelente estado são:
Bad Boys Blue, álbum Heartbeat 1986 importado Alemanha, zerado.
Bad Boys blue, álbum Love is No Crime importado Alemanha, zerado.
Devo, álbum Oh, No! It’s Devo 1982 nacional, mas zerado, como novo. Acho raro encontrar neste estado, por ter sido muito tocado na época!
Kraftwerk, álbum Man Machine 1978, intacto,tanto capa quanto vinil.
Lipps Inc., álbum Sucker Up 1980, importado Argentina.
Randy Bush, álbum Randy Bush 1995, Eurodance muito tocado também, e achar zerado é difícil!
Talvez não são muito interessantes para muitos leitores, mas como sou apreciador do gênero eletrônico, desde as décadas de 70 com a Disco Music, passando para os anos 80 com o Eurodisco, Synthpop e chegando nos anos 90 com o Eurodance e o Pop, existem muitas raridades pra mim! rsrsrs

Há algum disco que você busca há tempos, mas ainda não achou por um preço justo?

Existem e muitos. Os últimos álbuns em vinil como Snow Globe, The Violet Flame, Nightbird e World Be Gone de Erasure, que se encontram somente importados e um pouco salgados pra mim. As trilhas sonoras da época que se findavam as produções de vinil, poucas prensagens como Cara e Coroa e A Indomada. Os artistas Eurodisco, como Fancy, Ken Laszlo, Mike Mareen nem se fala, só importados e aquela grana pra conseguir.

Você também é um colecionador de trilhas de novelas. Qual sua opinião sobre os altos valores que os CDs da década de 90 tem alcançado no mercado de vendas atualmente, bem como os inimagináveis valores para discos como os citados A Indomada e Cara e Coroa, ou a edição original de A Gata Comeu Internacional?

Os valores são altíssimos devido aos vendedores oportunistas por saberem que são raros, porém colocam a um preço astronômico. A pior época pra se comprar vinil foi em 2016/2017, quando começaram a sair matérias em jornais sobre a volta do vinil (termo totalmente sem nexo, pois pra quem ama vinil ele nunca foi pra lugar algum). No caso dos CD’s eu só adquiro os que não existem em vinil. Os álbuns de artistas mais atuais, como Kesha, Iggy Azalea, Demi Lovato, Selena Gomez e outros, seus valores são bem acessíveis.

Você passou por um problema terrível com sua coleção. Conte-nos como foi enfrentar a barra de sofrer uma enchente e perder quase todo o seu acervo.

Na verdade perdi tudo! Começaram os boatos de uma enchente, rio ultrapassando os limites, e então comecei a fazer o que se faz sempre, erguer coisas a uma altura que se imagina inalcançável pela água. Então os vinis e as demais mídias ficaram numa altura acima das janelas. Pensei comigo: “se chegar até aqui, a cidade estará debaixo d’água, impossível!!”. Mas não foi … Saímos da casa com água nos joelhos para as partes mais altas da cidade, em abrigos, e minha cabeça em casa com as coisas. Noticiários diziam que a cidade estava 90 por cento debaixo d’água, haviam lugares que se via apenas os telhados das casas. Levaram mais de dez dias pra voltarmos pras nossas casas, até as águas baixarem. Quando abrimos as portas, tudo era só lama e um fedor inimaginável. Resumindo, de tudo que havia dentro de casa, restaram apenas a geladeira e o fogão, nada mais se aproveitava. Fiz uma pilha de entulho na frente de casa só com os vinis, CD’s, DVD’s e fitas k7.

O que havia entre os 2000 LPs perdidos, assim como os mais de 500 CDs, que você acredita ser mais valioso e difícil de conseguir hoje?

Os vinis estou conseguindo aos poucos, estão mais fáceis. Porém os CD’s, que na maioria eram artistas Eurodance, coleção Eurodisco, artistas Eurodisco, tudo que não se achava em vinil eu comprava em CD, e os meus autorais, coletânea que eu mesmo fazia capa, intitulados The Kings of … Eurodisco …Eurodance …Hip Hop. Ah saudades …

Como você vem recuperando os seus itens? Quais as principais lojas e sites que pode indicar aos nossos leitores.

Na maioria das vezes Mercado Livre, mas quando anunciam nos grupos de vendas de vinil no face, se for preço acessível eu compro. São todos confiáveis!

Como a sua família lida com relação a sua coleção e aos seus discos?

Não dão nem bola. Consegui passar o amor pela música, mas não pelas mídias.

Qual a maior loucura que você já fez para assistir a um show ou comprar um álbum?

Não tem nenhuma não. Mas tem uma estória curiosa, de quando eu namorei uma garota e a presenteei com o vinil da trilha sonora A Viagem. Quando terminamos, eu saindo da casa pela sala, catei o vinil pra mim. Ela nunca mais viu a mim e nem ao vinil.(risos)

Qual é o disco “Oh L’Amour”, ou seja, que você faz questão de apresentar aos amigos grupo, e qual o “A Little Respect”, ou seja, aquele que você gosta, mas sabe que a galera no geral não tem o mínimo respeito pelo mesmo?

Pergunta muito bem elaborada. Meu disco “Oh L’amour” é o álbum Hello, do grupo Eurodisco Joy. Todos gostam. Já o “A Little Respect” é do Juan Luis Guerra, álbum Romance Rosa. Sou fascinado e ninguém curte quando coloco.(risos)

Como você faz para atualizar-se sobre música nos dias de hoje?

Youtube, com os relacionados, Spotify para ouvir aleatoriamente e descobrir na medida que toca.

Que bandas ou artistas da atualidade você indica para nossos leitores darem uma ouvida e conhecer?

Cara, não sou alienado como muitos amigos, que ficam presos ao passado. Sendo bem produzidas ,gosto também e demais. Só lamento ser em formato digital. Alguns lançaram em vinil, mas o preçooooo. Lá vai::
No cenário Nacional: Liniker, Johnny Hooker, Silva, 1 Kilo e outros.
No cenário internacional, o gênero Deep House me conquistou atualmente. Tem DJ’s que fazem músicas com muita melodia, vocal e batidas, que envolvem quem gosta de eletrônico…. Vintage Culture, Alok, Dash Groove, Vinne, Cat Dealers e mais uma cacetada!!

Quais os dez melhores discos da década de 60?

Dos anos 60 não tenho muitos, mas conheço artistas anos 60,posso enumerar meus 10 artistas preferidos anos 60.
Elvis Presley, The Beatles, Nina Simone, The Byrds, Jerry Lee Lewis, Gary Glitter, The Beach Boys, Chucky Berry, The Rolling Stones e Bee Gees

Quais os dez melhores discos da década de 70?

Esses eu já posso citar álbuns:
Kraftwerk – The Man Machine;
Giorgio Moroder – From Here to Eternity;
Cerrone – Supernature;
Boney M. – Night Flight to Venus;
Eruption – Eruption;
Bee Gees – Spirits Having Flown;
KC and The Sunshine Band – Do You Wanna Go Party;
Kool and the Gang – Ladie’s Night;
Dee Dee Jackson – Cosmic Curves;
Donna Summer – Four Seasons of Love

Quais os dez melhores discos da década de 80?

Bad Boys Blue – Heartbeat;
Yazoo – Upstairs at Eric;
Erasure – Wonderland;
Joy – Hello;
Depeche Mode – Speak & Spell;
New Order – Low Life;
O.M.D. – … The Best Of;
Roger Hodson – Hai Hai;
Secret Service – Ye Si Ca;
Spider Murphy Gang – Tutti Frutti

Quais os dez melhores discos da década de 90?
Tem tantos, mas vou de dance
Sect – Eleven (projeto do tecladista do RPM Luis Schiavon com a cantora brasileira Patrícia Coelho);
Gotsha – No One to Answer (Vocalista Brasileira Sandra Maria Braga);
Corona – The Rhythm of the Night (vocalista Olga Maria de Souza);
2 Unlimited – The Real Things;
Masterboy – Different Dreams;
Twenty4Seven – Slave to the Music;
2 Brothers on the 4th Floor – Dreams;
Double You – The Blue Album;
C C Catch – The Best Of;
Erasure – I Say,I Say,I Say

Quais os dez melhores discos dos anos 2000?
Mesmo caso dos anos 60, não conheço ou tenho álbuns, mas posso citar artistas que gosto muito.
Em meados de 97 para 2000, começaram a surgir grupos que não deixaram a música eletrônica morrer. Quando começou aquela modinha de PSY, Trance, essas coisas que só tem batida e nada mais, sem vocal e só paulada, esse tipo eu não gosto. Daí comecei a desanimar. Foi então que surgiram:
Aqua, Vengaboys, An Lee, Gigi D’agostino, Eiffel 65, Magic Box, Kasino (nosso brasileirinho), Brothers, Lasgo e Sundee.

Cite dez discos que você levaria para uma ilha deserta, e o que precisaria ter por lá para desfrutar do momento?

Só dez? rsrsrs decisão difícil. Além dos aparatos pra a reprodução do vinil, alguns livros e muita água e comida!! rsrsrs Aí vão os dez:

Kraftwerk – The Man Machine;
Giorgio Moroder – From Here to Eternity;
2 Unlimited – The Real Things;
Masterboy – Different Dreams;
Bad Boys Blue – Heartbeat;
Yazoo – Upstairs at Eric;
Erasure – Wonderland;
Joy – Hello;
Bee Gees – Spirits Having Flown;
KC and The Sunshine Band – Do You Wanna Go Party;

Indique três discos que mudaram sua vida, e conte um pouco por que de cada um deles.

Disco em si não, mas a música no geral me fez uma pessoa melhor, mais tranquila, focada e totalmente sociável!

Conte-nos alguma história engraçada/curiosa envolvendo a compra de um álbum, uma visita a uma loja, um encontro com determinado artista, enfim, algo envolvendo a música.

Tive vários amigos que gostavam de músicas, mas não das mídias, e eu sempre fui diferente, pois preservava o vinil enquanto outros o substituíam pelo glamouroso CD. Então comecei uma outra forma de aquisição e salvamento dos vinis. Com dois colegas fiz um acordo. Comprava os CD’s que eles quisessem por vinis. Então foi assim o trato, a cada CD comprado por mim, me davam 3 discos. Dependendo do título me davam 2 vinis. Muitos me chamavam de louco, comprar CD e trocar por vinil.

Qual será o futuro da sua coleção?

Nunca pensei nisso, mas vou ver. Talvez fazer uma lista de amigos e doar para eles, pessoas que possam cuidar com mesmo carinho que cuido dos meus. O amigo Fabiano será um dos contemplados!!

Alguma coisa mais que gostaria de passar para nossos leitores?
Primeiramente agradecer ao amigo Mairon, pela oportunidade de mostrar e falar um pouco sobre minha paixão, mesmo sendo uma pequena coleção, e por estar aberto aos outros gêneros além do Rock. Muito grato mesmo. Para os amigos tenho a dizer que mesmo sendo nossa paixão, que coloquemos em primeiro lugar nossa família. Priorizar sempre nossa casa, e depois vem nossa “cachaça”, vício, que é a música e suas mídias. Espero que tenham gostado, muita saúde e paz aos amigos.

5 comentários

  1. Fernando Bueno

    Eu tinha alguns discos de pop dos ano 80. tudo presente. Daí quando comecei a cair no mundo do metal mesmo eu acabei renegando esses discos e acho que só sobrou esse EP do Erasure que vc citou, o Crackers…

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  2. Marcel

    Rapaz… As vezes eu penso no que faria se acontecesse alguma tragéria e eu perdesse minha coleção como aconteceu aí. Acho que eu não teria pique pra recomeçar não. Parabéns pela coleção e por não desistir!

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  3. Mairon

    Em 2009 eu tive a infelicidade de passar por uma enchente. A sorte que os LPs não estragaram, e a maioria das capas consegui salvar. Apesar das manchas, que até hoje não sei como retirar. Alguns discos raros ficaram com a mancha (Arnaldo, Jethro Tull, Bowie), outros fui conseguindo versões melhores com o passar do tempo, mas foi uma baita tristeza quando entrei em casa e vi os discos tudo debaixo do barro. Força Wagner, você vai recuperar tudo.

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  4. Manoel

    Puta merda! Que coleção, que organização! Esperei até mais fotos da coleção, pois achei que foram poucas pelo tanto de álbuns que ele tem. Eu também tive uma fase mais pop: a maioria também reneguei igual ao Fernando Bueno, mas hoje eu ainda valorizo o trabalho do Abba, A-ha, Bee Gees e Pet Shop Boys.

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