Por que Iron Maiden? The Rime of the Ancient Mariner

9 de julho, 2012 | por Mairon
Artigos Especiais
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Por Amancio Paladino
Neste breve artigo escrevi sobre duas músicas compostas e apresentadas ao público em discos e momentos bem diferentes da história do Iron Maiden, mas que guardam entre si uma relação íntima e que poucos acabam percebendo. Separadas por mais de 15 anos agora elas serão reunidas. Que Clio e Melpomene, as musas da história e da poesia respectivamente, nos acompanhem nestas viagens pelos sete mares.
PARTE 1 – MELPOMENE (A poesia de “The Rime of The Ancient Mariner”)
Convido-os, meus queridos leitores, a viajar para terras distantes em busca do entendimento daquela que é a mais bela e poética dentre todas as músicas do Maiden. Convido-os a viajar junto com os grandes navegadores de outrora, pelos mares revoltos e cheios de perigo, para desvendar os segredos mais íntimos da música “The Rime of Ancient Mariner”.
Vamos retornar a 1985, quando do lançamento daquele que é o trabalho supremo e incomparável do Maiden, o infinitamente glorioso Powerslave. Um álbum conceitual, que, como já elucidei anteriormente no artigo sobre a própria música “Powerslave”, tem em cada composição a história de pessoas que ficaram a mercê dos fatos e do destino, sem nenhuma possibilidade de ação, tornando-se escravos de algum tipo de poder supremo. “The Rime of the Ancient Mariner” não foge a esta regra.
A inspiração para esta música veio do poema homônimo de Samuel Taylor Coleridge, poeta inglês que o revelou no final do século XVIII. Nesta memorável obra da literatura inglesa é narrado o sofrimento de um velho Marinheiro durante uma penosa e inusitada viagem até o seu retorno para casa. 
Esta obra serviu de inspiração para muitos outros artistas criarem seus trabalhos, sendo um dos clássicos da literatura mundial. Por exemplo, durante o século XIX o famoso ilustrador Gustave Doré criou 42 maravilhosas peças para acompanhar o poema. Há alguns anos, durante minhas pesquisas, importei um exemplar destas ilustrações e faço questão de usar algumas para dar um clima especial à leitura. Confesso que esta mesma técnica foi utilizada por Orson Welles num filme produzido na década de 70 sobre o poema, o que me dá certa segurança em fazer o mesmo nesta leitura.
Livro de ilustrações

ANÁLISE DA LETRA
Toda aventura é contada por um velho lobo do mar, que, ao invadir uma cerimônia de casamento, hipnotiza os presentes para despejar sua triste ladainha sobre um dos convidados.
O casamento

Hear the rime of the Ancient Mariner
(Ouça a história do Velho Marinheiro)
See his eyes as he stops one of three
(Fite seus olhos enquanto ele para uma em cada três pessoas)
Mesmerizes of one of the wedding guests
(Ele hipnotiza os convidados um a um e diz:)
“Stay here and listen to the nightmares of the sea!”
(“Fiquem aqui e escutem os pesadelos do mar”)
And the music plays on, as the bride passes by caught by his spell,
(A música continua tocando e enquanto a noiva passa ela é também enfeitiçada pelo velho)
and the Mariner tells his tale
(E assim o Marinheiro conta sua desventura)
O velho homem contou que sua rota foi desviada por ventos misteriosos até a Antártica, onde um albatroz, pássaro típico das regiões frias dos mares do Sul, passou a acompanhar o barco. A tripulação se afeiçoou ao pássaro e passou a considera-lo de bom augúrio, pois ao segui-lo o navio voltou a se dirigir para as águas mais quentes ao Norte.
O albatroz acompanhando o barco

Driven south to the land of the snow and ice
(Levado ao Sul para a terra da neve e do gelo)
To a place where nobody’s been
(Levado para um lugar onde nunca ninguém esteve)
Through the snow fog flies on the albatross
(Através da neblina voou o albatroz)
Hailed in God’s name, hoping good luck it brings
(Abençoado por Deus, esperança e boa sorte ele trazia)
And the ship sails on, back to the north
(Pois o navio navegava de volta ao norte)
Through the fog and ice and the albatross follows on…
(Através da neblina e do gelo o albatroz o seguia…)
Porém dominado pela superstição, pelo medo e pela insegurança um Marinheiro culpou o pobre albatroz pelos perigos a que foram expostos naquela terra desconhecida. E assim numa decisão insana ele matou o pobre pássaro com uma flechada. A tripulação se indignou com a atitude do homem. Mas como o frio e a neblina cessaram em poucos dias, a atitude pareceu correta e todos passaram a dar razão ao Marinheiro, tornando-se cúmplices num ato tão vil.
A insanidade do marinheiro e a morte do albatroz
The mariner kills the bird of good omen
(O Marinheiro matou o pássaro de bom augúrio)
His shipmates cry against what he’s done
(Seus companheiros reclamaram)
But when the fog clears, they justify him
(Mas quando a neblina cessou, eles o perdoaram)
And make themselves a part of the crime
(E então se fizeram parte do crime)
Sailing on and on and North across the sea
(Navegando para o Norte pelo mar)
Sailing on and on and North ‘til all is calm
(Navegando para o Norte até que tudo se acalme)
E é neste momento que a vingança do pobre albatroz inicia… O navio após finalmente deixar as terras frias do Sul entrou numa zona de calmaria e nela permaneceu por dias. A comida e a água escassearam e todos entraram em pânico. A tripulação se voltou contra o Marinheiro, condenando-o a usar o corpo do albatroz morto pendurado em seu pescoço… Mas nada mais poderia salvá-los, pois vingança do albatroz seria cruel.
Fome e sede assolam a tripulação do barco
The albatross begins with its vengeance
(O albatroz começou sua vingança)
A terrible curse, a thirst has begun
(Uma terrível maldição, uma sede começou)
His shipmates blame bad luck on the Mariner
(A tripulação culpou o Marinheiro)
About his neck, the dead ird is hung
(E em seu pescoço penduraram o corpo morto do pássaro)
And the curse goes on and on and on at sea
(E a maldição continuava no mar)
And the thirst goes on and on for them and me…
(E a sede continuava para eles e para mim)
Day after day, day after day
(Dia após dia, dia após dia)
We stuck nor breath nor motion
(Nós paramos, sem vento e sem movimento)
As idle as a painted ship upon a painted ocean
(Estávamos tão parados quanto um barco e um oceano pintados numa tela)
Water, water, everywhere, and all the boards did shrink
(Água, água, em todo lugar e toda comida se foi)
Water, water, everywhere, not any drop to drink!
(Água, água, em todo lugar, mas nenhuma gota para beber!)
Finalmente, após muitos dias de espera, fome e sede, um navio fantasma os encontra. Neste navio “Morte” e uma entidade chamada de “Vida em Morte” jogaram dados pelas vidas dos tripulantes. A “Vida em Morte” ganhou a disputa e escolheu ficar com o Marinheiro, enquanto a morte levaria todos os tripulantes.
Morte e Vida em Morte disputam as almas dos tripulantes

“There”, calls the Mariner
(“Lá” chamou o Marinheiro)
“There comes a ship over the line!”
(“Lá vem um navio no horizonte!”)
“But how can she sail with no wind in her sails and no tide?”
(“Mas como podemos navegar sem vento nas velas e sem ondas?”)
See… onward she comes
(Vejam, lá vem)
Onward she nears, out of the sun
(Se aproxima vindo do Sol)
See… she has no crew
(Vejam, não há tripulação)
She has no life! “Wait but there’s two!”
(Não há vida! “Mas esperem, são dois!”)
Death, and she Life in Death
(Morte e ela “Vida em Morte”)
They throw their dice for the crew
(Jogaram os dados pelas almas da tripulação)
She wins the Mariner
(Ela ganhou a alma do Marinheiro)
And he belongs to her now
(E ele pertence a ela agora)
Then, crew one by one
(E então a tripulação, um por um)
They drop down dead, two hundred men
(Cairam mortos, duzentos homens)
She… she, Life in Death
(Ela a “Vida em Morte”)
She lets him live, her chosen one…
(Ela o deixou viver, o seu escolhido)
Aqui é necessário fazer um breve comentário sobre o perfeito trabalho de Dickinson, que assume o papel do velho lobo do mar e com a voz sôfrega narra uma parte do poema durante a música. Uma prova da versatilidade e perfeição do Mestre dos mestres.
Mestre Dickinson interpretando o papel do velho marinheiro

“One after one, by the star dogged moom,
(“Um após outro, sob a Lua cercada de estrelas)
Too quick for groan or sigh
(Rápido demais para gemer ou suspirar)
Each turned his face, with a ghastly pang
(Cada um virou seu rosto num espasmo sofrido)
And cursed me with his eye
(E me amaldiçoaram com os olhos)
Four times fifty living men
(Quatro vezes cinquenta homens vivos)
And I heard nor sigh nor groan
(E eu não ouvi nem gemido ou suspiro)
With heavy thump, a lifeless lump
(Com um pesado estrondo, se tornavam um vulto sem vida)
They dropped down, one by one…”
(E eles caíram um por um…”)
Após assistir à morte de cada um de seus subordinados, o Marinheiro se arrependeu de seus erros. O feitiço se quebrou finalmente o Marinheiro do pesado fardo representado pelo albatroz pendurado em seu pescoço. Toda culpa, todo sofrimento foi perdoado e o albatroz estava vingado.
A chuva saciando a sede do marinheiro (direita);
Espíritos libertando as almas dos tripulantes mortos (esquerda)
 
The curse, it lives on in their eyes
(A maldição, ela vive nos olhos deles)
The Mariner, he wished he’d die
(O Marinheiro desejou ter morrido)
Along with the sea creatres
(Junto com as criaturas do mar)
But they lived on, so did he
(Mas ele viveu)
And by the light of the moon
(E sob o luar)
He prays for their beauty, not doom
(Ele rezou pelo bem da alma deles, não por sua perdição)
With heart he blesses them
(Do fundo de seu coração ele os abençoou)
God’s creatures, all of them too
(Pois todos eles eram criaturas de Deus)
Then, the spell starts to break
(E então o feitiço começou a se quebrar)
The albatross falls from his neck
(O albatroz caiu de seu pescoço)
Sinks down like lead, into the sea
(E afundou como chumbo no mar)
Then down in falls, comes the rain…
(E como uma cachoeira, começou a chuva…)
Hear the groans of the long dead seamen
(Escute os gemidos dos Marinheiros mortos)
See them stir and they start to rise
(Veja eles serem levados para o céu)
Bodies lifted by good spirits
(Corpos sendo levados pelos bons espíritos)
None of them speak, and they’re lifeless in their eyes
(Nenhum deles falava e eles não tinham vida em seus olhos)
And revenge is still sought, penance starts again
(E a vingança ainda continua, a provação começa de novo)
Cast into a trance and the nightmare carries on
(Jogado num transe para que o pesadelo continue)
Now the curse is finally lifted
(E agora a maldição finalmente acabou)
And the Mariner sights his home
(E o Marinheiro vê sua casa)
Spirits go from the long dead bodies
(Os espíritos já saíram dos corpos mortos)
Form their own light and the Mariner’s left alone
(Formaram sua própria luz e o Marinheiro é deixado sozinho)
And then a boat came sailing towards him
(E um bote veio até ele)
It was a joy, he could not believe
(Foi uma alegria, ele não conseguia acreditar)
The pilots boat, his son and the hermit.
(O piloto do bote, seu filho e o ermitão)
Penance of life will fall onto him
(A penitência ainda estava por vir)
And the ship, it sinks, like lead, into the sea
(e o navio afunda como chumbo no mar)
And the hermit shrieves the Mariner of his sins
(e o ermitão limpa o Marinheiro de seus pecados)
Sozinho o Marinheiro iniciou sua jornada para terra firme. Encontrou um barco que o levou de volta enquanto seu antigo navio afundava. Ao retornar ele percebeu que sua missão era contar sua história em todos os lugares onde fosse para que todos aprendam a respeitar e amar todas as coisas feitas por Deus.
Marinheiro sendo salvo e o casamento após sua saída
The Mariner’s bound to tell of his story
(o Marinheiro foi destinado a contar sua história)
To tell his tale wherever he goes
(a contar sua história onde quer que ele fosse)
To teach God’s word by his own example
(a ensinar a palavra de Deus por seu próprio exemplo)
That we must love all things that God made
(De que devemos amar todas as coisas que Deus fez)
And the wedding guest’s a sad and wiser man
(E assim o convidado do casamento se tornou mais sábio e triste)
And the tale goes on and on and on…
(E a aventura continuará…)
Estátua do marinheiro com o albatroz pendurado no pescoço,
localizada em Watchet, Inglaterra
PARTE 2 – CLIO (A história de “Ghost of The Navigator”) 
Chegamos ao ano de 2001, lançamento do maravilhoso álbum Brave New World composto após a volta do Mestre Dickinson ao Maiden, num dos maiores eventos de toda a história do Metal. Um disco cheio de alegrias para os fãs antigos e para a banda também. Essa alegria é demonstrada em diversas músicas do disco. Nesta obra todas as músicas podem ser interpretadas de pelo menos duas maneiras: uma direta, que diz respeito ao título e a história que o compositor desejou contar, e outra indireta, que reflete a alegria pelo retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith após os fracos anos Bayley.
Mas notem que eu disse que as músicas destes discos podem ser interpretadas de pelo menos duas maneiras… “Ghost of The Navigator” é aquela em que a letra possui pelo menos três interpretações possíveis.
A capa de Brave New World
A primeira, mais óbvia e declarada em diversos outros artigos sobre a música, refere-se ao fato dela ter sido escrita com inspiração na Odisséia, uma das maiores e melhores obras já escritas pelo homem e que é devida ao etéreo poeta grego Homero. Usei o adjetivo etéreo, pois, na prática, poucos podem afirmar que Homero realmente existiu, mas todos concordam que as obras oriundas da tradição oral grega atribuídas a ele, a Ilíada, que narra os difíceis anos da Guerra de Tróia, e a Odisseia, que narra a volta de Ulisses e seus homens para a sua terra natal após a guerra, ainda influenciam toda produção artística ocidental e descrevem em detalhes boa parte da antiga religião grega, seus deuses e figuras menores. 
A segunda, se considerado o contexto do retorno de Dickinson e Smith para o Maiden, se torna óbvia para os fãs mais atentos. A música anuncia que esta será a jornada final da banda, que Mestre Dickinson e Adrian Smith vieram para ficar, para alegria dos fãs.
A terceira, se considerado o contexto da música “The Rime of The Ancient Mariner”, se torna clara também. A música é a continuação da história do velho Marinheiro, que após passar muitos e muitos anos levando a palavra do Senhor aos homens através de seu exemplo de vida segue em sua viagem final através dos mares.
Sei que a terceira interpretação é a menos usual. E é através de uma análise detalhada da letra de “Ghost of The Navigator” que ela se tornará clara. Mas antes de partir para a análise é necessário manter em mente a última frase da música “The Rime of The Ancient Mariner”: “And the Tale goes on and on…” que dá uma expectativa de continuação e repetição da aventura do Marinheiro. 
Texto em grego da Odisséia de Homero (acima);
Sereias tentando Ulisses, preso ao mastro do navio (abaixo)
Com isso relembrado, sigo frente:
I have sailed to many lands now I make my final journey
(Eu viajei por muitas terras e agora faço minha jornada final)
On the bow i stand, west is where i go
(Permaneço na proa e Oeste é para onde vou)
Through the night i plough still my heart calculate and pray, as the compass swings
(Pela noite abro meu caminho, acalmo meu coração, calculo e rezo enquanto a bússola oscila)
my will is Strong
(Meu desejo é forte)
I will not be led astray
(E desta vez não serei desviado)
Mysteries of time clouds that hide the sun
(Pelas nuvens misteriosas que escondem o Sol)
But I know, I know
(Mas eu sei, eu sei)
Este trecho inicial da música é o crucial, pois nele é possível notar que o protagonista, provavelmente já idoso, fará sua viagem final e que desta vez ele não vai se desviar, pelo contrário manterá a todo custo seu curso para oeste. Ele não se perderá como outrora, ficando a mercê das forças da natureza. Seria o protagonista o velho Marinheiro da música The Rime?
I see the ghosts of navigators but they’re lost
(Eu vejo os fantasmas dos navegadores, mas eles estão perdidos)
As they sail into the sunset they’ll count the cost
(Ao navegarem para o por do Sol eles se darão conta das consequências)
As their skeletons accusing emerge from the sea
(Seus esqueletos acusam emergir do mar)
The sirens of the rocks, they beckon me
(E as sereias nas rochas me acenam)
Take my heart and set it free
(Tomem meu coração e o libertem)
Carried forward by the waves
(Levado à frente pelas ondas)
Nowhere left to run, Navigator’s son
(Não restou lugar para ir, filho do Navegador)
Chasing rainbows all my days
(Perseguindo arco-iris todos os meus dias)
Where I go I do not know
(Onde vou não sei)
I only know the place I’ve been
(Conheço apenas onde estive)
Dreams they come and go, ever shall be so Nothing’s real until you feel
(Sonhos vem e vão e nada é real até sentirmos)
I steer between the crashing rocks, the sirens call my name
(Eu desvio das rochas, as sereias chamam meu nome)
Lash my hands onto the helm, blood surging with the strain
(Amarro minhas mãos ao leme, sangue surge com a tensão)
I will not fail now as sunrise comes the darkness left behind
(Eu não falharei agora até que o Sol surja e a escuridão seja deixada para trás)
For eternity I follow on there is no other way
(Para a eternidade eu sigo, pois não há outro caminho)
Mysteries of time clouds that hide the sun
(Mistérios das nuvens do tempo que escondem o Sol)
But I know, I know
(Mas eu sei, eu sei)
Este trecho final é o que permite a interpretação da música com base da Odisséia, pois cita as sereias, esqueletos emergindo do mar e outros perigos enfrentados por Ulisses em seu retorno para a ilha de Ítaca. É exatamente a passagem da Odisséia, chamada O canto das Sereias, em que Ulisses é tentado pelas sereias e pede a seus homens que o amarrem ao barco de forma que ele não se entregasse às perigosas figuras.

Hoje, 3.000 anos após as histórias perpetuadas pela Odisséia, falar em sereias e perigos do mar é bastante comum. Na verdade quase todas as lendas do mar de hoje em dia se relacionam com a Odisséia e portanto esta é uma linha de interpretação bastante óbvia da música que muitos outros artigos em outros sites já exploraram exaustivamente. Particularmente prefiro entender esta música como sendo a continuação da “The Rime of The Ancient Mariner”.
Deixo em sua mão a escolha…
Obrigado a todos! 
No próximo artigo entraremos finalmente na viagem mística do Maiden e falaremos sobre a poderosas revelações do Mestre da Música.



8 Comentarios

  1. joseleonardo disse:

    Parabéns pelo texto! Muito bom!

  2. fernandobueno disse:

    Muito bom Amancio!!!
    PArabéns e continue com a série que é ótima…

    Até mais

  3. Apesar da desnecessária puxação de saco ao Dickinson, um baita texto, principalmente acompanhado pelas belas ilustrações. Parabéns!

  4. Ronaldo disse:

    Não se puxa saco de Deus… Reverenciar o Dickinson é simplesmente….. necessário!

    TEXTO SENSACIONAL!!!!

  5. PA disse:

    Excelente trabalho de pesquisa e muito elucidativo. Adorei!

  6. Puxar saco de Dickinson??? Falar bem de um músico genial é só o mínimo a se fazer.
    Parabéns pelo texto.

  7. Excelente trabalho brother…keep doing the same!
    Congratulations!
    Up the Iron's m/

  8. Igor Maxwel disse:

    Mais um petardo do disco Powerslave, meu álbum preferido do Iron Maiden e um de seus dois discos mais icônicos (o outro é, claro, The Number of the Beast).

    Sobre o “Ghost of the Navigator”, posso dizer que eu ainda não ouvi. Vou dar uma ouvida agora mesmo.

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