Conforme prometido durante a semana, após todas as listas de melhores discos do ano elaboradas por todos os colaboradores do blog Consultoria do Rock, publicaríamos uma lista compilada dos dez discos mais lembrados por todos.
A ordem em que estão apresentados os álbuns é equivalente à votação recebida por eles. Isso quer dizer que o blog acabou elegendo, merecidamente, Worship Music, o álbum da volta de Joe Belladonna ao Anthrax, como o melhor álbum de 2011. Confiram a lista completa:

Anthrax – Worship Music

Fernando Bueno: É merecida essa posição de disco mais votado pelos consultores. O Anthrax demorou para lançar um disco devido à muitas confusões durante esses anos, mas a demora foi premiada com um álbum que certamente entrará na lista dos favoritos de muita gente.

Diogo Bizotto: Demorou, mas valeu a pena. Worship Music reposiciona o Anthrax no alto da hierarquia do thrash metal e estabelece um padrão de qualidade a ser alcançado pelos colegas do gênero. Padrão, aliás, difícil de ser superado, a não ser que Metallica ou Testament estejam muito inspirados.

Eduardo Luppe: Anthrax voltando a sua velha forma, porém mais maduro!

Daniel Scchieroli: O Anthrax apesar de todos os problemas gravou um disco consistente e o Joe Belladonna deu uma cara “clássica” ao álbum. Merece com louvor a primeira posição.

Pablo Ribeiro: O disco de rock que sem dúvida, merece estar no primeiro lugar em qualquer lista de melhores do ano que se preze! Afiadíssima como nunca, a banda arrasa tudo pela frente. Worship Music faz jus não só ao reconhecimento nesse ano, mas à toda – excelente – carreira do grupo… Nota 10!

Mairon Machado: Um grande disco, mostrando que o Anthrax é atualmente a melhor banda de Thrash Metal ao lado do Slayer.

Micael Machado: Um baita disco, que mostra que o velho Anthrax está de volta! Tomara que para ficar! Não entrou na minha lista, pois acho que perde um pouco do pique mais para o final, mas, dentre os discos desta lista de “melhores dos melhores”, é o meu preferido.

João Renato: Um retorno digno, apesar de preferir o We’ve Come For You All. Mas a banda ainda tem lenha para queimar.

Igor Miranda: Pesado, cheio de bons riffs e com cozinha matadora. Em alguns momentos soa destoado, visto que foi composto para a voz de John Bush. Mas Joey Belladonna chama a responsabilidade pra si e faz bonito!


Whitesnake – Forevermore

Fernando: David Coverdale é uma cara de sorte. Durante toda sua carreira foi acompanhado de excelentes músicos que o ajudaram muito. Esse disco me dá a impressão de ter sido composto e gravado no piloto automático, mas o talento de Coverdale e dos músicos é garantia de coisa boa.

Diogo: Tal posição confirma o quanto o Whitesnake ainda é relevante para os ouvintes de rock que não se deixam levar por hypes momentâneos. Felizmente, David Coverdale e cia. ainda correspondem às expectativas com hard rock de qualidade, infectado de blues e soul.

Eduardo: O Whitesnake nos brinda novamente com um grande disco! Hard Rock de primeira linha!

Daniel: Depois do Good to be Bad eu realmente esperava mais do disco. É um disco bom e coerente, mas ainda acho que falta algo quando escuto.

Pablo: Bom disco, sem dúvida. Ainda mais comparando-se às rateadas da banda em anos remotos. Nada que vá mudar o mundo, realmente, mas não mancha a reputação de David Coverdale, muito bem calçado por músicos excelentes.

Mairon: David Coverdale insistindo em seus dotes musicais que o consagraram nos anos 80, mas que parecem não funcionar mais no mundo atual. Razoável!

Micael: Gostava muito da fase bluesy do Whitesnake. Mas, desde que Jon Lord saiu do grupo (há quase trinta anos!) que não me sinto atraído pelos discos do grupo. Apesar de algumas boas melodias e de certos momentos lembrarem a fase inicial do grupo, Forevermore não conseguiu mudar meu pensamento.

João: Mais Classic Rock e numa crescente em relação ao anterior.

Igor: Com maior influência do Blues Rock de seus primeiros discos, o Whitesnake apresentou um grande disco neste ano. Menos farofeiro e mais conciso, Forevermore supera seu antecessor, Good To Be Bad, com sobras.


 Machine Head – Unto the Locust

Fernando: Achei que esse seria unanimidade entre o pessoal do blog e que ficaria em primeiro lugar. O som da banda nunca tinha me agradado até ouvir esse disco. É o heavy metal mostrando que não está morto e pode evoluir cada vez mais.

Diogo: Já credenciado pelo ótimo The Blackening (2007), o Machine Head conseguiu se superar e criar o álbum mais equilibradamente avassalador do ano. Todas as músicas são excelentes, complexas porém viciantes, além de demonstrar uma maturidade invejável.

Eduardo: Pesado, denso, forte e bem trabalhado! Uma obra prima do Thrash Metal atual.

Daniel: Escutei apenas uma faixa desse disco e, infelizmente, pelos vocais não é uma banda que vá me atrair ou fazer com que compre o disco.

Pablo: Se esse disco não cravar de vez o nome dos americanos no rol dos grandes do Thrash Metal, nada mais o fará! Impressionante a evolução, coesão e qualidade do grupo nesse álbum… Tudo com um peso absurdo e demolidor. Impressionante.

Mairon: Não ouvi …

Micael: Um disco que não me agradou a ponto de entrar na minha lista, mas que merece todos os elogios que foram feitos a ele. Mas foi só eu que achei cansativo ouvir o disco inteiro de uma paulada só?

João: Não escutei, não posso opinar.

Igor: Não ouvi.


Foo Fighters – Wasting Light

Fernando: Não tenho nada contra o grupo e gosto de diversas músicas suas. Porém só escutei o álbum para tirar “Arlandria” para tocar com uns amigos. Para quem acha que rock é acima de tudo diversão.

Diogo: Tem preconceito com o grupo? Rejeita o trabalho de Dave Grohl em função de sua ligação com o Nirvana? Esqueça tudo isso: Wasting Light é um belíssimo álbum de rock, direto, inspirado, orgânico, bem tocado e com um acento pop perfeito para fisgar na primeira audição.

Eduardo: Não ouvi.

Daniel: Não escutei e essa é uma daquelas bandas que não faço a menor questão de ir conferir.

Pablo: Excelente lançamento dos caras! Dave Grohl é um excelente compositor, não é de hoje, e Wasting Light é, talvez, o ponto mais alto do grupo em questão de qualidade, tanto de composições quanto de execução.

Mairon: Não ouvi e não me animo a ouvir.

Micael: Sabe quando você tem birra com uma pessoa e nem sabe ao certo por quê? Eu sou assim com o Foo Fighters. Acho tudo muito certinho, preparadinho para o sucesso, nem pesado demais para as rádios banirem, nem leve demais para o pessoal que curte rock abominar. Estão um pouco mais viscerais em alguns momentos, mas ainda não conseguiram me conquistar. Em tempo: é viagem da minha cabeça ou a letra da excelente “I´ve Should Have Known” é uma espécie de “recado” a Kurt Cobain, vindo daí a participação de Krist Novoselic em sua execução?

João: Não escutei, não posso opinar.

Igor: A cada dez fãs da banda, onze concordam que Wasting Light é um dos melhores, senão o melhor, da discografia do Foo Fighters. O disco soa mais pesado e visceral em sua totalidade, mas sem perder o approach radiofônico costumeiro da banda. Talvez esse seja o grande charme do álbum.


Megadeth – Th1rt3en

Fernando: Por ter sido um disco de sobras de diversas fases da carreira me surpreendi com a uniformidade do álbum. Isso mostra que Dave Mustaine sempre fez o que gosta e que mesmo nos escorregões ele estava sendo fiel à si mesmo.

Diogo: Apesar de tê-lo ouvido diversas vezes, ainda estou processando suas músicas e tentando encontrar as características elogiadas por tantos. Sem dúvida trata-se de um bom álbum, que traz uma saudável ligação com os anos 90, mas por enquanto ainda não “bateu” por aqui.

Eduardo: Mantendo a regularidade dos últimos álbuns!

Daniel: Megadeth mantém uma regularidade impressionante. Podem não gravar clássicos ou novos albuns que superem o auge da banda, mas sempre nos brindam com um trabalho acima da média.

Pablo: Apesar de bem tocado, bem composto e bem produzido, esse Th1rt3en não me surpreendeu. O Megadeth, continua sendo, é claro uma boa industria de material respeitável, mas de anos pra cá, na minha percepção, tem perdido cada vez mais o impacto. Ainda assim, um disco com pontos interessantes.

Mairon: Baita disco. Sinceramente, Megadeth >>>> Metallica. Mas fica atrás do Worship Music.

Micael: Alguns ecos do passado glorioso da banda, mas desde que Mustaine começou a inserir lances mais “acessíveis” em meio às suas composições que o Megadeth não consegue fazer um disco inteiro que me agrade. Ainda não foi desta vez.

João: Retomando o lado mais melódico e realizando outro grande trabalho.

Igor: Th1rt3en tem um clima de retrospectiva. É como se a velocidade dos primeiros álbuns, a complexidade melódica dos discos noventistas e o peso elementar dos mais recentes fossem parar num caldeirão para gerar essa pérola metálica. O Megadeth continua forte e pulsante e este novo full-length tem a soberba de um verdadeiro clássico.


Chickenfoot – III

Fernando: Discordo de quem espera sempre mais do grupo. Todos os chamados supergrupos da história tiveram um resultado que decepcionou alguem. Acho que temos que avaliar as nossas expectativas antes de criticar. O álbum é mais abrangente do que o primeiro e espero que aqui no Brasil as pessoas se interessem pela banda para que eles possam vir para cá um dia.

Diogo: O disco é bom? É, mas isso é pouco para um grupo que reúne em suas fileiras quatro músicos tão talentosos e com a história que têm. Poucas canções cativaram, e mesmo assim não são o suficiente para que a vontade de escutar o álbum se manifeste novamente.

Eduardo: Hard Rock competente e correto, mas nada de espetacular!

Daniel: Chickenfoot preenche o vazio deixado pelo Van Halen. Um disco muito bem feito, executado e produzido. Agora é ver o que o Edward nos reserva.

Pablo: Continuo tendo a certeza de que se não fosse um “supergrupo” [termo capiscioso, esse], o Chickenfoot não teria todo esse alarde ao redor de seus lançamentos. Esse segundo discos dos caras não cumpre o que se esperava em termos de qualidade de composições, ficando atrás dos últimos lançamentos nos seus respectivos instrumentistas tiveram envolvimento, principalmente Joe Satriani e Chad Smith [Red Hot Chili Peppers].

Mairon: Beeeeeeeeem melhor que o primeiro. Esse grupo promete. Se o Chad Smith conseguir manter-se no Red Hot e no Chickenfoot, teremos muitos otimos frutos nos proximos anos.

Micael: Um bom álbum, embora num estilo um pouco “festivo” demais para o meu gosto. Todos são excelentes músicos, e conseguiram conter seus egos e “jogar para o time”, fazendo um disco bastante recomendável para quem curte o estilo.

João: Corrigindo alguns exageros do anterior e melhorando o que já era excelente.

Igor: A química desse quarteto ficou mais nítida com este disco. O Hard Rock suingado e descompromissado do Chickenfoot demonstrou maturidade principalmente por conta do guitarrista Joe Satriani, aparentemente mais à vontade para destilar ótimos riffs e solos precisos.


Richie Kotzen – 24 Hours

Fernando: Não ouvi o disco, e não conheço toda a sua carreira. Gosto muito do What Is e do Peace Sign. Mas depois dos elogios recebidos por alguns dos consultores certamente irei atrás.

Diogo: Para mim, Richie é o músico mais talentoso da atualidade. Como se não bastasse produzir seus discos praticamente sozinho, o faz com um nível de qualidade tão elevado que chega a assustar pela constância. Mesmo não estando no nível dos magníficos Change (2003), Get Up (2004), Into the Black (2006) e Peace Sign (2009), certamente trata-se de um ótimo álbum.

Eduardo: Não ouvi.

Daniel: Me surpreendi em ver esse disco entre os top 10 dos colaboradores. Não o escutei ainda, mas com certeza está na lista para checar.

Pablo: Não escutei o suficiente para opinar.

Mairon: Não ouvi e não gosto.

Micael: Não sou tão fã deste guitarrista quanto outros colaboradores do blog, mas reconheço seu talento. Só que, apesar do clima setentista da maioria das faixas, sua música não é do tipo que me agrada ouvir, deste modo, foi o que eu menos curti de todos desta lista.

João: Sempre genial, uma continuação do já ótimo Peace Sign.

Igor: Em 24 Hours, Richie Kotzen simplesmente decidiu reinventar o seu jeito de tocar guitarra, largando a palheta para utilizar apenas os dedos. A mistura de Hard Rock, Pop, música negra norte-americana e guitar shredding ficou ainda melhor com essa ideia.


King Kobra – King Kobra

Fernando: Tá aí uma banda que nunca ouvi nada.

Diogo: Bom disco de hard rock, honesto, bem tocado e bem produzido, mas que não conseguiu me fisgar pelas composições. Paul Shortino faz um bom trabalho nos vocais, deixando Mark Free esquecido no passado; mesmo assim, o álbum não me empolgou de verdade.

Eduardo: Simplesmente tudo que uma banda de Hard Rock deveria ser!

Daniel: Hard Rock com aquele carimbo de qualidade dos anos 80. Excelente album.

Pablo: Com o ótimo Paul Shortino no lugar de Mark [agora Marcie] Free, Carmine Appice retorna – depois de 10 anos – com o grande King Kobra. Apesar de – obviamente – não ter a mesma “vibe” do KK original, o auto-intitulado retorno do grupo é muito bom, com aquele hard característico dos caras. Na falta de novas bandas, esse tipo de “reunião” da qualidade dos californianos é sempre muito bem vinda.

Mairon: Não ouvi e não sei se irei ouvir.

Micael: Sinceramente, nem sabia da existência desse disco antes da publicação das listas. Fui ouvir, e encontrei um álbum honesto e adequado ao estilo do grupo, o qual não é o que eu mais gosto de ouvir. Embora o álbum tenha alguns bons momentos, não curti muito.

João: Abandonando a faceta mais AOR do som e se concentrando no Hard Rock. O melhor disco da banda!

Igor: Ninguém esperava por uma volta definitiva do King Kobra em pleno século XXI. Mas voltaram com a moral de antes, sem olhar para o passado. O álbum é Hard Rock do começo ao fim, A adesão de peso às composições grudentas do Kobra transformaram esse full-length em um dos melhores de 2011.


Alice Cooper – Welcome 2 My Nightmare

Fernando: Eu não sou a melhor pessoa para falar de Alice Cooper. Parei na sua carreira setentista e não saí mais. Isso sem contar com o álbum Trash que é puro hard rock californiano. Tenho que ouvir.

Diogo: Cercado de bons músicos, incluindo antigos parceiros, Alice gravou um disco variado e empolgante, congregando diversos estilos que permearam sua carreira, que já supera a barreira dos 40 anos. Se sua jornada musical terminasse em Welcome 2 My Nightmare, encerraria em alta.

Eduardo: Welcome 2 My Nightmare, traz o que de melhor fez Alice Cooper em sua carreira, rock n’ roll com maestria! Na minha opinião o melhor lançamento de 2011

Daniel: Um disco bom nada além disso. Deve ter entrado na lista por conta de algum fanático radical.

Pablo: Geralmente esses “parte 2” são um tiro no pé até mesmo de artistas consagrados. Felizmente, não é o caso aqui… O senhor Vincent Furnier, no alto de seu quase meio século de carreira acerta em cheio com esse W2MN, seu 26º disco de estúdio. Logicamente com uma temática e sonoridade remetendo ao primeiro Welcome To My Nightmare, de 75, Cooper se dá bem exatamente por ter noção de que o original é insuperável, e essa “parte 2” serve como uma ótima reverência. Excelente!

Mairon: Baita disco. Dentre os vários ótimos discos lançados no ano, esse foi o mais surpreendente.

Micael: Alice Cooper é uma lenda, mas sua música nunca foi do meu agrado. Este não é o disco que mudou minha opinião.

João: Obra de arte que ultrapassa qualquer rótulo. Algo que só a dupla Bob Ezrin e Vincent Furnier poderia oferecer.

Igor: O melhor da discografia da tia Alice desde The Last Temptation, de 1994. A reunião com Bob Ezrin e com antigos membros da Alice Cooper Band aumentou o potencial do álbum, que é bom do começo ao fim.


Journey – Eclipse

Fernando: Outro álbum que não ouvi e outra banda que não dei atenção fora sua fase clássica. O engraçado é que eu conheci o Journey pela sua fase mais progressiva, quase fusion, lá da década de setenta na minha fase de morador dos porões da caverna prog.

Diogo: O melhor álbum do Journey desde Frontiers (1983) traz Neal Schon à frente, tocando com a empolgação de um jovem iniciante no show business mas com a experiência que apenas 40 anos de carreira são capazes de trazer. Aqui tem guitarra pra detrator algum botar defeito!

Eduardo: Não ouvi.

Daniel: O Journey nunca foi uma das minhas bandas preferidas, mas o que eles veem fazendo nos últimos discos é digno de nota e de figurar entre os 10 mais. Excelente disco de hard rock!

Pablo: Segundo disco com os vocais do filipino Arnel Pineda, Ecl1p53 mantém a honra do Journey. Pineda é claramente influenciado pelo antigo cantor do grupo, Steve Perry, mas é competente, e tem seus – vários – momentos de brilho individual, ao lado dos seu extremamente competentes e criativos companheiros de banda, todos veteranos do mais alto calibre. Contando com composições cativantes e ganchadas, o disco agrada em cheio tanto os fás – novos e antigos – do Journey, quanto de um bom Hard/AOR muito bem feito e executado.

Mairon: Ouvi o que foi disponibilizado em uma postagem aqui do blog. Vou repetir o que comentei lá: um bom álbum, que se não dissesse que era Journey eu jamais iria reconhecer, onde o Neal está tocando muito.
Micael: Definitivamente este estilo musical não me agrada, embora de algumas faixas mais pesadas eu tenha gostado. Mas as partes mais comerciais e as baladas sacarosas me afastam de discos assim. Em tempo: “Venus” é uma excelente composição!

João: Algumas boas faixas, como o novo clássico “City Of Hope”. Mas exagerou em algumas passagens.

Igor: Uma boa surpresa. O Journey saiu de sua zona de conforto e fez um álbum com uma perspectiva mais sombria e pesada, ainda com os flertes com o AOR, mas mais discretos. Peca apenas por não ter um hit.

15 comentários

  1. fernandobueno

    Eu achava que o disco do Opeth estaria nessa aqui, mas parece que só eu votou nele. Estranho!!!!
    No mais acho que alista ficou boa. Da minha lista só tem quatro na final. Isso mostra que o pessoal da Consultoria tem um gosto muito abrangente.

    Abraços

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  2. micaelmachado

    A lista final ficou algo equilibrado entre o thrash, o hard rock e o classic rock. Dos meus escolhidos, nenhum chegou na final, sendo que eu achava que o Dream Theater e/ou o Yes estariam aqui!

    Como disse o Fernando, temos um gosto muito abrangente, e acho que isso é o diferencial do blog, pois você pode ter matérias sobre vários estilos musicais dentro do rock, sem ficar girando dentro de um universo limitado de nomes…

    E que venha 2012!

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  3. Ricardo Seelig

    Boa lista, mas senti falta do Heritage, do Opeth, e, principalmente, do The Hunter, do Mastodon. Acho que ninguém votou nele, certo?

    Abraço.

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  4. fernandobueno

    Ricardo
    Como falei aí em cima eu tb senti falata do Opeth e só eu votei nele. Esse do Mastodon eu fiz o pedido no fim do ano e até agora não chegou, portanto eu sequer ouvi.

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  5. diogobizotto

    O Pablo citou "The Hunter", do Mastodon, e eu cheguei a colocá-lo como menção honrosa. Quanto ao Opeth, olha… ouvi e não achei tudo aquilo. Honestamente, quem fez música progressiva mais interessante para mim em 2011 foram os veteranos ligados ao King Crimson. Achei o Opeth bom, mas um tanto insosso.

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  6. Ricardo Seelig

    Eu não sou muito fã de prog, mas gostei deste disco do Opeth por resgatar elementos dos anos setenta e pela ousadia da banda. As passagens acústicas soaram belíssimas para mim.

    E o The Hunter é um arregaço. Mastodon é uma bandaça!

    O fato é que o ano foi muito bom, com diversos bons lançamentos em vários estilos.

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  7. Nathan Petrin

    Achei que esse ano foi fantástico para o Rock Progressivo, e por isso confesso que até estranhei a presença de poucos álbuns do gênero na lista de vocês.

    Além do Opeth, achei o Mammoth (da banda Beardfish) fantástico, tanto que abocanhou um segundo lugar na minha lista. Também resgata diversos elementos setentistas, com belas doses de Hard Rock.

    Mas em geral, achei a lista final bem coerente. Não ouvi alguns discos (como Foo Fighters e o Kotzen), mas dos que eu ouvi e estão aí, realmente são bons discos.

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  8. Anônimo

    Me diverti com os comentários do Mairon! hahahaha!
    tb achei que fosse rolar mais coisa do Opeth e do Dream Theater nas listas aqui da Consultoria!
    Abraço!
    Ronaldo

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  9. Groucho KCarão

    Certeza que o ano foi bom? Li essas matérias pra ver se me animava a ouvir uns novos bons sons, mas nem a galera que curte um som menos retrô citou nenhum álbum que parecesse um divisor de águas ou coisa do tipo. Nas décadas de 60 e 70, cada ano tinha uns 60 ou 70 discos FUNDAMENTAIS pra se ouvir. Pra quem curte som oitentista, a década de 80 também foi bastante prolífera. Agora, em 2011, quais foram os discos que saíram que eu não posso morrer sem ouvir? Dá a impressão de que, tá certo, "o rock não morreu", mas tá vivendo de lançamentos no MÁXIMO interessantes. Música boa tem em todas as épocas. Tenho real interesse em ouvir coisas boas e novas, mas tá parecendo que eu ganho bem mais na minha caverna prog. Ou eu tô errado? PROVEM QUE SIM, POR FAVOR!

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  10. Mairon Machado

    Groucho, tem três discos que TENS QUE OUVIR sem precedentes:

    Massahara – Massahara
    Van Zullat – Beteugelse
    Wynton Marsalis e Eric Clapton – Ao vivo

    Só esses discos já valeram 2011

    Mas a caverna prog com certeza é ainda bem melhor

    Responder
  11. diogobizotto

    Adriano, não viaja… você está querendo comparar 2011 com um período como 67-77? Loucura. Em primeiro lugar, a grande maioria dos discos lançados nessa época que hoje em dia são vistos como clássicos não nasceram com esse status, foi o tempo que os transformou em obras cultuadas, dignas do maior respeito. Os ótimos álbuns lançados em 2011 precisam de tempo para que amadureçam nos ouvidos dos apreciadores e aí então possam ser julgados como clássicos ou não. Em segundo lugar, não espere que os mesmos gêneros musicais praticados em outras épocas não sofram modificações, desagradando a muitos dos que preferem a velha caverna…

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  12. fernandobueno

    Eu iria fazer uma comentário com base no do Adriano, mas o Diogo já tinha feito por mim…
    A questão é poucos discos, mesmo os da década de 70, nasceram como clássicos absolutos…
    Todos eles tiveram muitos e muitos anos para se tornarem clássicos.
    Se tivesse que citar um disco que pode ser considerado como um divisor de águas no futuro seria o do Machine Head. Pode ser que eu erre, mas essa é a melhor chance.

    Responder
  13. diogobizotto

    Também penso que, dentre essa lista, o mais cotado a ganhar o status de clássico é o Machine Head. O que está faltando é o sucesso comercial…

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  14. Groucho KCarão

    Quem aqui tá falando de clássico? Tem muito clássico por aí que não dividiu água nenhuma! Tô falando de discos que mostram algo novo, único, ousado. Eu tenho certeza que rola disso por aí, mas a galera só senta pra escutar farofa e AOR, dá nisso. keke Conheço bandas recentes que fazem um trabalho interessante, pouco comum, mas dificilmente vejo elas serem citadas nessas listas. É o caso, p. ex., do Cabezas de Cera e do Goldfrapp. Mas não sei se lançaram nada em 2011. Os discos que vcs descreveram, senão todos, 90% são revival de alguma coisa, seja dos anos 70, do metal clássico, dos anos de ouro não sei de quem, só que com mais peso…

    Responder

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