Podcast Grandes Nomes do Rock #13: Ozzy Osbourne

4 de abril, 2011 | por Mairon
Podcast Grandes Nomes do Rock
14

Por Mairon Machado

O Podcast Grandes Nomes do Rock dessa semana continua homenageando os artistas internacionais que estão em turnê pelo país. Depois do sucesso da passagem do Iron Maiden, agora apresentamos Ozzy Osbourne, incluindo canções do vocalista ainda no Black Sabbath, em sua carreira solo, covers para clássicos do rock e também integrantes de sua banda participando de grupos ou álbuns de outros artistas.

John Michael Osbourne nasceu no dia 3 de dezembro de 1948, em Birmingham, Inglaterra, em uma família de classe média, que possuía ainda mais cinco irmãos, todos filhos do casal Jack e Lilian. Ozzy tinha dislexia, sofrendo abusos de colegas e professores durante o ensino fundamental no Prince Albert Road Junior School, o que o levou a abandonar os estudos com 15 anos, indo trabalhar em diversos ramos, como afinador de buzinas de carro, um matadouro e também em navios cargueiros.

Formação clássica do Black Sabbath: Bill Ward, Ozzy Osbourne, 
Geezer Butler e Tony Iommi (1973)

Em 1967, Ozzy conheceu Terry “Geezer” Butler, e assim, uma forte amizade entre os dois nasceu, levando-os a criar o grupo Rare Breed, que não fez sucesso. Depois de alguns meses, Ozzy e Geezer juntaram-se a Tony Iommi e Bill Ward, formando então o grupo Earth, que posteriormente tornaria-se um dos mais importantes grupos e pioneiro do heavy metal mundial, o Black Sabbath.

O primeiro álbum com o grupo, Black Sabbath, foi lançado no dia 13 de fevereiro de 1970, uma sexta-feira, e assombrou o mundo com uma sonoridade pesada, sombria e densa, arrancando arrepios com a mesca de blues e peso de canções como “Evil Woman” e “The Wizard”, além de outras pérolas como a faixa-título, “N.I.B” e “Sleeping Village”, que serviram para que os conservadores acusassem o jovem grupo de Birmingham de satanismo, ainda mais com as estranhas e inéditas distorções de Iommi.

Discos do Black Sabbath com Ozzy

Ao lado do Black Sabbath, Ozzy lançou ainda mais sete LPs (Paranoid – 1970; Master of Reality – 1971; Vol. 4 – 1972; Sabbath Bloody Sabbath – 1973; Sabotage – 1975; Technical Ecstasy – 1976 e Never Say Die – 1978), que tornaram o nome Black Sabbath uma referência em se tratando de heavy metal e riffs pesados; e saiu do grupo em 1979 devido a problemas musicais com Iommi, que levava o Black Sabbath cada vez mais para o lado das improvisações jazzísticas.

Primeira formação da Blizzard of Ozz: Ozzy, Lee Kerslake, Bob Daisley e Randy Rhoads

Após sua saída do Black Sabbath, Ozzy ficou três meses em tratamento a fim de curar seu vício com as drogas. Depois disso começou a montar seu projeto solo, batizado de Blizzard of Ozz, tendo como empresária e incentivadora sua futura esposa, Sharon Arden. A primeira formação do Blizzard of Ozz contava com Don Airey (teclados), Bob Daisley (baixo), Lee Kerslake (bateria) e Randy Rhoads (guitarra), esse último, um jovem e virtuoso guitarrista, que na época estava fazendo suas peripécias no grupo Quiet Riot. Randy foi contratado principalmente porque, no teste para entrar no grupo, foi o único a não afinar a guitarra conforme Iommi fazia.

Em 20 de setembro de 1980 saiu o primeiro LP da carreira solo de Osbourne, Blizzard of Ozz, um dos poucos álbuns do metal dos anos 80 a permanecer entre os 100 mais vendidos da década, apresentando clássicos como “Goodbye to Romance”, “Crazy Train” e a sensacional “Mr. Crowley”, com um riff imortal criado pelos teclados de Airey e um dos solos mais bonitos feitos por Rhoads.

Segunda formação da Blizzard of Ozz: Randy Rhoads, Ozzy, Rudy Sarzo e Tommy Aldridge

A turnê foi um grande sucesso, contando com Rudy Sarzo no baixo e Tommy Aldridge na bateria. Em 7 de novembro de 1981, saiu o segundo LP. Diary of a Madman trazia ainda mais clássicos para a carreira do Madman, como “Flying High Again”, “Tonight”, “S.A.T.O.” e a sensacional faixa-título. Mais uma turnê fazia o nome de Ozzy e Rhoads crescer cada vez mais entre os aficcionados do metal, sendo que no dia 20 de janeiro de 82, ocorreu a famosa “dentada no morcego”, onde Ozzy arrancou a cabeça de um morcego vivo que foi jogado ao palco durante uma apresentação no Veterans Memorial Auditorium, em Des Moines (EUA).

Sátira do programa “Os Simpsons”, com Ozzy arrancando a “cabeça” de um Grammy

No dia 19 de março de 1982, um desastre acabaria mudando a vida e a carreira de Ozzy. O grupo havia feito um show no Knoxville Civic Coliseum na noite anterior, e assim, entraram noite adentro viajando para a próxima data, que seria em Orlando. Após dirigir a noite inteira, pararam para descansar em Leesburg, em uma fazenda pertencente a Jerry Calhoun.

Randy Rhoads

Ozzy dormia no ônibus do grupo quando o motorista Andrew Avcock, resolveu dar uma aula de exibicionismo em um avião da fazenda, convidando os demais membros da banda para participar. Rhoads foi um dos que aceitaram (o outro, a cabeleireira Rachel Youngblood) e foram “passear” com Avcock, após ele já ter feito um voo com Don Airey. Porém, Avcock decidiu assustar Ozzy e passou a fazer voos rasantes, próximos ao ônibus. Na terceira investida, a asa esquerda do avião bateu no lado do ônibus e chocou-se contra uma árvore, pegando fogo na mesma hora e levando para o lado de Jim Morrison, Jimi Hendrix e Janis Joplin mais um jovem talento. Rhoads estava morto, assim como os outros dois tripulantes. Uma autópsia posterior descobriu cocaína na urina de Avcock.

O vocalista entrou em profunda depressão, e acabou cumprindo o resto da turnê apenas por obrigação, tendo Bernie Tormé como substituto de Rhoads.  Sharon foi outra grande influência para que ele não desistisse de seguir em frente, e assim, em uma audição para procurar um novo guitarrista, Brad Gillis foi o escolhido. Com ele, Ozzy fez uma série de shows e lançou o ao vivo Speak of the Devil, apresentando apenas canções da era Black Sabbath.

Mr. Madman no US Festival (Jake E. Lee à direita)

Em 1983, um novo guitarrista entrou para a banda de Mr. Madman. Mais um jovem talento foi revelado ao mundo, Jake E. Lee. Um dos primeiros shows de Jake foi no U.S. Festival daquele ano, em uma apresentação sensacional diante de mais de 100 mil fãs.  Em 10 de dezembro do mesmo ano saiu Bark at the Moon, contando com Jake, Daisley, Airey e o baterista Tommy Aldridge, onde estão registrados clássicos como “Bark at the Moon”, “So Tired” e “Rock ‘n’ Roll Rebel”. Mais um álbum de estrondoso sucesso, vendendo 3 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos.

Uma turnê mundial foi realizada, sendo que a primeira perna da turnê, ao lado do Mötley Crüe, é conhecida como a “mais louca, drogada e completamente bêbada turnê da história do rock”, com Ozzy e o baixista do Crüe Nikki Sixx competindo para ver quem se chapava mais.

Live Aid (1985)

O vocalista participou da primeira edição do Rock in Rio, em 1985. Em 13 de julho do mesmo ano, a formação original do Black Sabbath reuniu-se pela primeira vez para uma única apresentação de pouco mais de 20 minutos no Live Aid, emocionando aos presentes no JFK Stadium, na Philadelphia.

Jake E. Lee

Ainda em 85, Ozzy foi acusado pelo suícidio do jovem John McCollum, que cometeu o ato ouvindo a canção “Suicide Solution”. A família do garoto acusou a letra da canção de incitar o filho a cometer tal ato, e os advogados da família exigiram que o vocalista fosse condenado, mas as cortes alegaram não haver relações entre os fatos. Anos depois, em 91, os pais de Michael Waller acusaram o vocalista de outro suícido, pedindo 9 milhões de dólares. Novamente, as cortes inocentaram Ozzy.

Mr. Madman voltou para os estúdios no outono de 1985, agora com Phil Soussan no baixo e Randy Castillo na bateria. Em 22 de fevereiro de 1986, The Ultimate Sin chegou às lojas, apresentando pérolas como “Killer of Giants”, “Shot in the Dark” e “Never”.
Outra turnê e os problemas com as drogas e o álcool passaram a se tornarem frequentes na vida de Ozzy, culminando com a saída de Jake em 1987, mesmo ano em que foi lançado o ao vivo Tribute, trazendo apresentações de Ozzy com Randy Rhoads na guitarra durante a turnê de 1981, além de tomadas inéditas de estúdio para a instrumental “Dee”.
Zakk Wylde foi o novo virtuoso a ser lançado por Ozzy, estreando no álbum No Rest for the Wicked, lançado em 22 de outubro de 1988, que trazia novamente Bob Daisley no baixo, além de Castillo, firme atrás dos bumbos, e  John Sinclair, o novo tecladista. Com esse álbum, Ozzy registrou pelo menos mais dois clássicos: “Fire in the Sky” e “Miracle Man”.
A turnê de No Rest for the Wicked contou com uma novidade, o baixista Geezer Butler, que participou ao lado de Ozzy do Moscow Music Peace Festival, em 1989, além de ser o baixista presente no EP ao vivo Just Say Ozzy, lançado no mesmo ano. Na época, Ozzy começou a fazer um longo tratamento de desintoxiação, ao mesmo tempo que gravava o novo álbum.

Zakk Wylde
Em 17 de setembro de 1991, No More Tears abriu uma nova porta para a carreira de Ozzy, conquistando a geração MTV com canções como “Mama, I’m Coming Home”, “Hellraiser” e “No More Tears”. A formação do grupo foi a mesma que gravou No Rest for the Wicked, apesar do baixo ter sido creditado a Mike Inez, que realizou os shows posteriores. Da turnê de No More Tears, em 28 de junho de 1993 foi lançado  o ao vivo Live and Loud. O LP cresceu nas paradas, e em 2000, recebeu a certificação de platina quádrupla (mais de 4 milhões de discos vendidos).
Ozzy anunciou sua despedida dos palcos, em uma excursão que foi batizada de “No More Tours”. Mas a vontade de cantar foi maior. Assim, em 24 de outubro de 1995, Ozzmosis botava lenha na fogueira de sucessos de Mr. Madman, contando com talvez a mais ténica de todas as formações que estiveram ao seu lado, com Zakk Wylde, Geezer Butler, Deen Castronovo (bateria) e Rick Wakeman (teclados).
A turnê, batizada de “Retirement Sucks Tour”, acabou não sendo tão bem sucedida quanto as demais, mas Ozzmosis foi tão bem quanto No More Tears nas paradas, chegando ao quarto lugar e recebendo platina dupla no ano de 1999, apresentando preciosidades como “Perry Mason” e a balada “See You on the Other Side”.

Reunião do Black Sabbath em 97

Em 1996, Wylde, Butler e Castronovo deram lugar a Joe Holmes, Mike Inez e Randy Castillo respectivamente. Nos dias 25 e 26 de outubro daquele ano, Ozzy realizou a primeira edição de seu festival itinerante, o Ozzfest. Na edição seguinte, o destaque foi uma apresentação especial com o Black Sabbath, contando com Iommi, Ozzy, Butler e Mike Bordin (bateria). Em dezembro de 97, Ward juntou-se ao trio original do Black Sabbath para dois shows, que foram registrados no álbum Reunion, lançado em 20 de outubro de 1998.

Outros Ozzfests foram realizados a cada ano, expandindo para países como Inglaterra, Alemanha e Israel, rendendo fama e dinheiro para Ozzy. Algumas reuniões especiais do Black Sabbath ocorreram, como a de 2004, mas o sonho de um retorno do grupo aos estúdios acabou sendo barrado por diversos problemas, então Ozzy manteve sua carreira solo. 

Ozzy e Wylde (2001)

Após seis anos sem lançar um disco de estúdio, em 16 de outubro de 2001 saiu Down to Earth, trazendo Zakk, Robert Trujillo (baixo) e Mike Bordin (bateria). Outro álbum muito bem sucedido comercialmente, destacou a balada “Dreamer”. O grupo excursionou pelo mundo, registrando uma apresentação no Japão no ao vivo Live at Budokan.

Nesse período, uma ação judicial de Bob Daisley, Lee Kerslake e Phil Soussan contra Osbourne foi lançada. O trio alegava não receber os valores corretos pelo uso de seus nomes nos primeiros álbuns do vocalista. Em novembro de 2003, a Corte Federal Americana decidiu que Ozzy não deveria pagar os tributos que o trio estava exigindo, já que eles eram músicos de estúdio, mas, para não haver problemas, os álbuns Blizzard of Ozz e Diary of a Madman foram regravados, contando com Robert Trujillo e Mike Bordin substituindo Daisley e Kerslake respectivamente.

The Osbournes

Em 2002, o nome do vocalista passou a ser sinônimo de televisão graças ao sucesso do reality show “The Osbournes”, que mostrava o dia-a-dia da família Osbourne na MTV (uma espécie de Big Brother Brasil apenas com Ozzy, Sharon e seus filhos Jack e Kelly). O programa ficou no ar de 5 de março de 2002 a 21 de março de 2005.

Ozzy na calçada da fama inglesa
Em 2003 o baixista Jason Newsted (Metallica)  se tornou mais um a integrar a legião de músicos que tocaram com o Madman. Porém, cinco dias após seu aniversário, em 8 de dezembro do mesmo ano, Mr. Osbourne passou por uma cirurgia de emergência que atrapalhou os planos de um novo lançamento, devido a um acidente de quadriciclo onde o vocalista sofreu diversas fraturas. Ao mesmo tempo, Ozzy descobriu que estava com síndrome de Parkin, uma séria doença que pode levar ao que é conhecido como Mal de Parkinson.

Para compensar os fãs, em 2005 saiu a caixa Prince of Darkness, trazendo quatro CDs com muitas raridades, duetos e covers inéditas. Em 1º de novembro do mesmo ano, o álbum de covers Under Cover foi lançado, contando com a presença de Jerry Cantrell (guitarra), Chris Wyse (baixo) e Mike Bordin (bateria). Ainda em 2005, Ozzy e o Black Sabbath entraram para a Hall of Fame do rock inglês, sendo inseridos na Hall of Fame americana no ano seguinte.

Ozzy e Sharon

O álbum seguinte de inéditas foi lançado em 22 de maio de 2007. Black Rain foi o quarto álbum de platina na sequência, e contava com Zakk, Bordin e o baixista Rob “Blasko” Nicholson, trazendo como destaque as canções “I Don’t Wanna Stop” e “11 Silver”. Em 2009, saiu a autobiografia I Am Ozzy, um grande sucesso literário, onde o vocalista conta histórias hilárias de sua carreira. Em julho do mesmo ano, Zakk saiu do grupo para seguir carreira ao lado de seu grupo de longa data, o Black Label Society.

O substituto escolhido foi Gus G., que estreou ao lado de Osbourne em agosto de 2009, no BlizzCon Festival. Nesse mesmo ano, Ozzy virou personagem de videogame, intepretando The Guardian of Metal no jogo Brütal Legend. O anúncio de um novo álbum, intitulado Soul Sucka, acabou gerando controvérsias devido a seu nome. 
Em respeito aos fãs, Ozzy mudou o nome do álbum; assim, em 29 de março de 2010, saiu Scream, com Gus G., Blasko, Adam Wakeman (teclados) e Tommy Clufetos (bateria). É exatamente a turnê desse álbum que está passando pelo Brasil e enlouquecendo os fãs com os clássicos da carreira de mais um grande nome do rock a pisar em nossas terras.
Ozzy na turnê pelo Brasil

Discografia de Ozzy Osbourne

 
Track list Podcast # 12 – Iron Maiden Parte 2

Bloco 01
Abertura: “Sign of the Cross” [do álbum The X-Factor – 1995]
“Virus” [do álbum Best of the Beast – 1996]
“The Mercenary” [do bootleg Brave New Tour – 2002]
“El Dorado” [do boolteg Live in Cingapore – 2011]
Bloco 02
Abertura: “The Clasman” [do álbum Virtual XI – 1998]
“Paschendale” [do álbum Dance of Death – 2003 (bônus track)]
“Futureal” [do single de The Wicker Man – 2000]
“Brave New World” [do álbum The Piano Tribute – 2005 (Scott Lavender)]
Bloco 03
Abertura: “The Reincarnation of Benjamin Bregg” [do álbum Dance of Death –  2003]
“What I’m Gonna Do” [do álbum The Masters – 1999    (Paul Di’ Anno)]
“King in Crimson” [do bootleg Scream for Me Brazil   (Bruce Dickinson)]
“Wasted Years” [do bootleg Unplugged – 2007 (Blaze Bayley)]
Bloco 04
Abertura: “Doctor Doctor” [do EP Lord of the Flies – 1996]
“Rock Bottom” [do bootleg Marquee Club – London, England – 1974 (UFO)]
“Phoenix” [do bootleg Fighters & Warriors – 1972 (Wishbone Ash)]
“Massacre” [do álbum Live & Dangerous – 1978 (Thin Lizzy)]
Encerramento: “Satellite” [do álbum The Final Frontier – 2010]



14 Comentarios

  1. diogobizotto disse:

    Reparem no número de músicos de alto gabarito que passaram pela banda do hômi. Agora tentem montar um line-up tido como perfeito? É quase impossível! Falemos de guitarristas: quando o cara que eu menos gosto que gravou com Ozzy é Zakk Wylde, é porque o nível está deveras elevado!!! Aliás, deixo a pergunta: Jake E. Lee ou Zakk Wylde?

    E falando em Zakk Wylde… mais alguém aqui que não é muito chegado no Black Label Society e prefere o Pride & Glory?

  2. Jake E. Lee, sem duvidas. Acho o Zakk extremamente superestimado, apesar de ter feito um trabalho magnifico no No More Tears. Depois, gosto muito do Pride & Glory, mas o BLS eu acho cansativo e repetivo, assim como os ultimos discos dele com o Ozzy.

  3. Jake E. Lee, sem dúvidas [2].

    Alias, Jake E. Lee é melhor que Randy Rhoads. O Randy tocava muito bem, mas não consigo ver tudo o que babam nele. E desses guitar-heros modernos, não adianta, ninguém supera Eddie Van Halen!!

  4. diogobizotto disse:

    Ah, eu consigo ver tudo o que babam, mas sim, eu não acho que ele seja tão superior como alguns fazem parecer ao Jake, que tem uma pegada tão característica, que nenhum guitarrista que tocou com Ozzy depois dele conseguiu reproduzir nas músicas de sua fase. Uma pena que ele esteja recluso, o que esse cara faz com a guitarra é absurdo. Mesmo em composições não tão inspiradas, seu trabalho é marcante. Ouçam "Never", de "The Ultimate Sin".

  5. micaelmachado disse:

    Eu sou hiper-ultra-super fã do Randy Rhoads, então não consigo nem começar a conversar com alguém que não reconhece o talento do cara, para mim o melhor guitarrista da sua geração (e só não foi um dos melhores de todos os tempos indiscutivelmente porque morreu antes…).

    Eu prefiro o Zakk Wylde ao Jake E. Lee, mas confesso que só conheço os discos do Lee com o Ozzy, e eles não ajudam muito, pois são dos mais fracos da fase boa do madman… então, não sou um bom avaliador do trabalho de Jake…

  6. diogobizotto disse:

    O senhor é um fanfarrão. "Bark at the Moon" só não é melhor que os dois primeiros, e no mínimo empata com "No More Tears". Ouça o podcast, há uma canção do Badlands no track list!

  7. Corrigindo: há duas canções do badlands, hehehe

    O Ultimate Sin é o melhor disco do Ozzy, seguido pelo Bark at the Moon, o Blizzard of Ozz e o Under Cover

    Sim, o MMM 01 é um fanfarrão, hehehe

  8. diogobizotto disse:

    Outro fanfarrão, que ousa não colocar o "Diary of a Madman" em um Top 3 do Ozzy.

  9. micaelmachado disse:

    Tem gosto para tudo mesmo…

    O top 3 do Ozzy até a faxineira do serviço fã de Calypso sabe qual é:

    – Blizzard Of Ozz
    – Diary Of A Madman
    – No More Tears

    Indiscutivelmente.

    Beeeeeem atrás o Bark At The Moon, lá longe o No Rest For The Wicked, na rabeira o Ultimate Sin e o resto nem se enxerga direito…

    E Diogo, não é por uma ou duas músicas do Badlands que vou saber se o Jake E. Lee é melhor que o Zakk Wylde. Afinal, conheço a obra dele com Ozzy, Pride And Glory e Black Label… vários estilos diferentes de tocar guitarra… fica difícil comparar… ainda mais com uma ou duas músicas apenas…

  10. diogobizotto disse:

    Tenho os três álbuns do Badlands em mp3 aqui, se qusieres eu desdobro uns links pra download, heheh…

    Falando sério (não que a história dos links não seja), eu curto pacas o Zakk, não acho tanta graça no BLS, mas o Pride and Glory é ótimo! No entanto, o Badlands é matador, não só por Jake, mas pelo fantástico Ray Gillen, um de meus vocalistas favoritos.

    Meu top 5 Ozzy:

    Blizzard of Ozz
    Diary of a Madman
    Bark at the Moon
    No More Tears
    No Rest For the Wicked

  11. micaelmachado disse:

    Tá bom, só trocamos o terceiro e o quarto lugares… dá para "competir"…

    Depois a gente acerta uma forma desses Badlands virem para mim… se bem que tenho até medo do que pode vir… mas…

  12. aff todos saben que bark at the moon é um classico,voce fas isso por pirraça ou curte bieber?

  13. Eu tamben acho que o zakk toca muito bem,mas ele viaja muito naqueles harmonicos,o jake e lee tem um estilo mais hard rock, que eu acho massa,tamben acho parececido com o Vivian Campbell do Dio.dava pra ver q o jake tinha muita intimidade com a guitarra,faser oque isso depende do gosto de cada um.

  14. Thiago disse:

    Meu TOP 3 do Ozzy
    1- Diary of a Madman
    2- Bark at The Moon
    3- No More Tears e Blizzard empatados

    meu guitarrista preferido do Ozzy é o Jake E. Lee, que fez um ótimo trabalho nos dois discos de estudio em que participou e nas respectivas turnês.
    Alem disso os discos do Badlands são maravilhosos…
    Mas não podemos esquecer do Pride & Glory e do Book of Shadows do Zakk.
    Falando do Randy, ele foi um inovador, foi um pioneiro (falando da carreira do ozzy) e salvou o velhinho em todos os sentidos…fez ele compor e se sentir bem como nunca. Escreveu grandes clássicos com maestria…merece um lugar entre os melhores, com certeza.

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