Por Diogo Bizotto
Em 2002 deixei minha cidade natal, Vacaria, para morar em Porto Alegre, a fim de iniciar meus estudos na universidade. Ainda bastante “verde” em se tratando de conhecimentos sobre música, mesmo dentro do heavy metal, minha primeira paixão, não possuía em meu município de origem acesso constante à internet, meio por onde hoje em dia é extremamente fácil conseguir informações sobre os mais diversificados artistas e conferir o som dos mesmos. Dessa maneira, ainda engatinhava em relação a uma das melhores e mais conhecidas bandas de heavy metal em todos os tempos, o Judas Priest. Meu primeiro contato com o grupo, assim como o de muitos fãs mais jovens, havia sido com o popular álbum Painkiller (1990), possuidor de uma sonoridade que apostava em peso e velocidade um pouco acima da média para os padrões que o grupo vinha apresentando nos anos 80.
Vindo para Porto Alegre, comecei não apenas a ter acesso mais constante à web, mas a adquirir mais discos. Tornei-me um modesto explorador das lojas, tanto das grandes redes quanto das mais tradicionais, escondidas em galerias no centro da cidade. Descobri dessa maneira que, em uma cadeia de lojas bastante popular do Estado, estavam à venda alguns discos do Judas Priest a preços bastante atrativos, fato que reportei a um amigo vacariense que, tendo conhecido a banda da mesma maneira que eu, se interessou e encomendou uma cópia de qualquer disco da banda que eu encontrasse na referida rede, o primeiro que eu visse.
Foi assim que travei conhecimento pela primeira vez com Stained Class e com a sonoridade setentista do Judas Priest. Aquilo era diferente do que eu estava acostumado a ouvir tanto do próprio grupo quanto do que eu conhecia naquele tempo em se tratando de heavy metal feito nos anos 70. As relações com o blues, tão promíscuas na maioria dos grupos que praticavam rock pesado na época, eram reduzidas. Stained Class era mais ágil, rápido e pungente. Ao invés de riffs ganchudos como os de Tony Iommi (Black Sabbath) ou as linhas mais melódicas de grupos como UFO e Thin Lizzy, o álbum trazia dois guitarristas em constante ataque a seus instrumentos de maneira diferente, unindo agressividade e velocidade de um jeito como raramente havia se visto na época, mesmo em relação aos discos anteriores do grupo.
O mais clássico logo do Judas Priest apareceu pela primeira vez em Stained Class

Sob os riffs, licks e solos dos guitarristas K.K. Downing e Glenn Tipton estava um novo baterista, o norte-irlandês Les Binks, a pessoa certa para conduzir essa ambiciosa locomotiva sonora, sedenta por andamentos mais extremos, dosando sem medo a quantidade de bumbos duplos quando fosse necessário. No baixo, Ian Hill marca simples mas sólida presença, executando sem maiores floreios as linhas em seu Fender Jazz Bass. Sobre tudo isso, um jovem Rob Halford ainda não completamente amadurecido, mas oferecendo uma performance avassaladora, impossível de ser ignorada. Além disso, recitando letras um tanto superiores às apresentadas nos álbuns posteriores do grupo.

A produção de Dennis Mackay, à época mais acostumado a trabalhar com músicos de background voltado ao jazz, pode soar magra para os padrões atuais, mas levando em conta a época, é digna de elogios. A sonoridade é limpa, cortante. Todos os instrumentos são bem audíveis, ajudando a forjar aquele que para mim é o ápice do heavy metal desenvolvido pelo grupo. O Judas Priest pode ter alcançado maior sucesso e reconhecimento com álbuns subsequentes, mas nunca mais uniu todos os elementos que o transformaram em uma banda única de maneira tão completa quanto em Stained Class.
É claro que todos esses elementos que citei não fariam sentido algum se a base de tudo, as composições, não estivessem em um nível tão alto quanto. Para começar, “Exciter” abre essa obra-prima se configurando em uma canção paradigmática, mostrando a milhares de jovens ouvintes que posteriormente formariam suas próprias bandas o caminho a ser seguido no heavy metal. Difícil é encontrar, antes de “Exciter”, uma música que levasse a tais extremos os elementos da variante mais pesada do rock. Uma introdução de bateria com dois bumbos, abruptamente invadida por um riff de guitarra penetrante seguido por bases aceleradas, os vôos vocais de Rob Halford elevando-se a níveis inimagináveis no refrão, o belo solo em dueto… o Judas Priest estava adiantando o que estava por vir na década seguinte e estabelecendo-se como a força a ser superada no heavy metal mundial. Ouso dizer que apenas em Painkiller o Priest voltaria a atingir, com a faixa-título, um nível de qualidade tão elevado na criação e execução de uma canção dessa estirpe: rápida, pesada, agressiva e letal.

Ray Belknap e James Vance: o primeiro
conseguiu se suicidar, já o segundo…

Um entre os vários matadores riffs de guitarra presentes no álbum abre “White Heat, Red Hot”, enriquecida por linhas vocais inteligentes, mais exóticas nas estrofes e mais habituais no refrão, chegando a seu ápice nas linhas “who are not cut out to fight this day will surely fall / the few who stand to take command forever and ever are men”, abrindo caminho para que viradas de bateria introduzam o excelente solo de guitarra da canção. A faixa seguinte traria, anos depois, muita dor de cabeça aos membros do Priest. “Better By You, Better Than Me” é um cover do grupo britânico Spooky Tooth, e mesmo não sendo uma faixa original do Priest, foi o pivô de um caso envolvendo um pacto suicida entre dois jovens fãs de heavy metal. Um deles teve êxito em seu intento, mas o outro fracassou e acabou com o rosto completamente desfigurado devido ao tiro de espingarda calibre 12 desferido em sua face. Resumindo o caso: a família do sobrevivente resolveu atribuir o ocorrido ao fato de que “Better By You, Better Than Me”  supostamente conteria mensagens subliminares que levaram os jovens a consumar a insanidade. O Priest teve que responder em corte, mas felizmente saiu vitorioso nesse absurdo processo. Musicalmente, a faixa é construída sobre um suingado riff de guitarra, um tanto atípico em relação ao resto do disco, que se repete por diversas vezes, exceto no refrão, finalizado com viradas de bateria e com Halford cantando o título da canção. A faixa pode não conter mensagens subliminares, mas os efeitos utilizados nos vocais de Halford e a sobreposição de vozes funcionam maravilhosamente bem nessa música que é a única não produzida por Dennis Mackay, mas por James Guthrie, conhecido por seu trabalho desenvolvido junto ao Pink Floyd.

…não conseguiu e virou isso aqui; e ainda teve a
audácia de culpar o Judas Priest por sua insanidade

A faixa-título de Stained Class é mais um forte motivo para reforçar o status de meu álbum favorito do grupo e um de meus preferidos em todos os tempos. Aberta com um solo de guitarra que não deixa dúvidas sobre a intenção do Judas Priest em causar estragos nos tímpanos dos ouvintes e de seus vizinhos, cede espaço para riffs cavalgados e para as ótimas linhas vocais de Halford, que com uma escolha apuradíssima de palavras para escrever sua letra, demonstra o quão preguiçoso ficou anos depois na composição das letras do grupo, trabalhando em uma zona mais confortável e menos criativa. Enquanto isso, K.K. Downing e Glenn Tipton trabalham como artesãos, rebuscando a canção com solos de qualidade poucas vezes repetida em álbuns posteriores. “Invader” é a perfeita amostra de que, em certos discos, a faixa mais fraca pode ser superior às melhores canções de outros discos. Uma das raras contribuições do baixista Ian Hill, que também coescreveu “Winter” e “Caviar and Meths” no álbum Rocka Rolla (1974), configura-se na música mais simples do disco. Introduzida por um sintetizador e possuidora de um andamento mais reto, revela-se após o segundo refrão. Apesar de baixo e bateria continuarem executando o mesmo groove, os guitarristas têm espaço para vôos ambiciosos, abusando de efeitos em seus instrumentos, mérito também da boa produção do disco.

Outro riff cavalar é a base principal de “Saints in Hell”, que mostra a ginástica vocal de Halford como poucas vezes havia se visto nos discos do grupo. A simplicidade do refrão, resumido a dois versos, é compensada pelo belo trabalho engendrado pelos guitarristas durante a execução do mesmo. Les Binks tempera suas linhas de bateria com viradas simples mas efetivas, contribuindo com a canção ao invés de disputar a atenção do ouvinte. Ian Hill também participa com destaque, construindo linhas agradáveis baseadas no riff principal da faixa. Aquele que futuramente viria a ser conhecido como “Metal God” anuncia a chegada da música seguinte através de gritos agudos, como se pedisse a atenção do ouvinte, convidando-o a prestar atenção na letra de “Savage”, que versa sobre a possibilidade de o homem moderno ser o verdadeiro selvagem, e não os nativos desrespeitados e massacrados pelos mesmos. Clichê? Em 1978, acredito que não. De andamento marchado, possui um instrumental mais reto, que se modifica nos refrões, deixando as guitarras soarem e as viradas de bateria dominarem. Um solo de guitarra mais melódico é seguido por outro bastante veloz, mostrando o serviço de uma das melhores duplas de guitarristas da história do rock.

Judas Priest em 1978: Ian Hill, Rob Halford, K.K. Downing, Glenn Tipton e Les Binks

Aqui chega o momento no qual tenho que me controlar para não parecer exagerado e prolixo. Se estou escrevendo sobre Stained Class é porque tenho esse álbum em alta conta, e é um prazer compartilhar com vocês minhas impressões acerca dessa obra. No entanto, algumas coisas estão além da compreensão racional, e minha adoração por “Beyond the Realms of Death” certamente envolve fortes fatores emocionais. Levar em conta que Les Binks gravou este álbum e o posterior, Hell Bent For Leather (1978), além do ao vivo Unleashed in the East (1979), já é mais que o suficiente para gravar seu nome na história da banda e do gênero. Mas ele fez mais: trouxe para o grupo a maior parte das linhas de guitarra dessa que é  para mim não apenas a melhor canção do grupo, mas um testamento sobre o que o heavy metal pode oferecer à música, apesar do escárnio com o qual o estilo é tratado por muitos. Para completar, Rob Halford deu a ela a mais bela letra que já escreveu, interpretando-a como nunca mais interpretou canção alguma. Exagero? Talvez, mas tenho certeza que, mesmo daqui a 50 anos, posso ler este texto novamente e não me arrependerei sequer de uma palavra que escrevi. Momentos dignos de arrancar lágrimas e fazer o ouvinte sentir a dor expressa na letra não faltam em seus quase sete minutos de duração. Da introdução acústica, passando pelo cortante riff que introduz o agressivo refrão até o solo final de K.K. Downing, tudo funciona perfeitamente. Entretanto, existe um momento que inegavelmente constitui o ápice do que o grupo tinha a oferecer nesse disco, além de demonstrar o talento individual de Glenn Tipton: seu solo na metade da música é sobrenatural, de uma riqueza melódica vista em poucos guitarristas no rock pesado. A comparação mais óbvia que vem à mente é com o fantástico Michael Schenker (UFO, MSG, Scorpions).

A última faixa do disco, a ótima “Heroes End”, é uma homenagem a grandes artistas que perderam a vida de forma estúpida e que se transformaram instantaneamente em lendas após suas mortes. Não é preciso analisar muito a letra da música para saber que os homenageados em questão são a cantora Janis Joplin, o guitarrista Jimi Hendrix e o ator James Dean. Musicalmente ela se baseia em um criativo riff principal, apoiado sobre uma base simples, que é modificada na mid session da faixa, e que dá lugar a distorcidos solos em sua porção final, encerrando um álbum para o qual uma nota 10 parece até injusta, tão grandes são suas qualidades.

Ah, e se vocês ainda lembram da história do amigo que encomendou o disco: pois é, ouvi até gastar, mas acabei entregando Stained Class a quem o havia encomendado. Mas não é que, na época, o cara, já acostumado com o Judas Priest de Painkiller, acabou não gostando tanto do álbum, e o papai aqui não perdeu a oportunidade de pagar bem barato por uma cópia que havia sido ouvida muito mais por mim do que por ele. Enquanto alguns gastam verdadeiras fortunas adquirindo edições diferentes de diversos álbuns, incluindo reedições picaretas que nada têm a acrescentar, mais por fetiche do que por qualquer outra coisa, esquecendo ou ignorando que a música é o mais importante; eu, tendo gasto menos de dez reais, tenho muito bem guardada minha cópia dessa fantástica obra-prima do heavy metal.

Track list:

1. Exciter
2. White Heat, Red Hot
3. Better By You, Better Than Me
4. Stained Class
5. Invader
6. Saints in Hell
7. Savage
8. Beyond the Realms of Death
9. Heroes End

15 comentários

  1. fernandobueno

    Eu conheci Beyond the Realms of Death com a versão do Blind Guardian naquele tributo em dois volumes que saiu nos anos 90. Música fantástica e com solos e bateria realmente muito bons.

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  2. Rafael "CP"

    Nossa q foto fudida daquele muleke imbecil… Ainda bem que ele perdeu o processo , já pensou se isso vira moda? E ele ainda deve ouvir Judas huahuauhahua

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  3. Groucho KCarão

    Uma pena o que aconteceu aos rapazes, principalmente o que ficou vivo. Mas o cara ter a audácia de culpabilizar a banda [mas foi ele ou apenas os pais?] é muito sem noção..

    "…nessa música que é a única não produzida por Dennis Mackay, mas por James Guthrie, conhecido por seu trabalho desenvolvido junto ao Pink Floyd"

    Isso deve ter contado pontos contra o Judas na corte, hein? A fama do Pink Floyd nessa questão também não é muito boa…

    Quanto ao disco, conferi todos os videos e vou pegar ele depois. Judas Priest é uma banda que me interessa, apesar de Heavy Metal não ser minha praia. Ótimo texto!

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  4. Mairon Machado

    Baita texto. O coitado que não conseguiu se matar merecia ter morrido do que ficar no estado que ficou.

    Quanto a sonoridade, joguem as pedras, mas concordo com o Diogo. O Judas depois de Stained lançou o bom Hell Bent for Leather, mas os demais (até Painkiller, que é impossivel nao gostar desse disco) na minha opinião não são do nivel desse album ou dos antecessores. Até mesmo british steel tem varias decaidas. Com o Tipton a coisa funcionou melhor, e eu acho o Nostradamus excelente.

    Os melhores do Judas para mim são Sin After Sin, Sad Wings of Destiny e Rocka Rolla, mas o Stained corre parelho com o Rocka Rolla.

    Baita texto para uma baita banda!

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  5. Leandro

    Grande disco deo Judas que, além de ser um dos melhores discos do heavy anos 70, influenciou diretamente toda a geração da NWOBHM.
    Do Judas meu preferido é o Screamingo for Vengeance ao lado do Sin after Sin e do Stained Class.

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  6. leonardocastro

    Os anos 70 e 80 do Priest sao muito distintos. Se antes ela ainda tinha muito de hard rock no som, a partir do British Steel tudo passou a ficar mais reto e metal, mas ainda assim com resultados excelentes.

    Dos anos 70 o Stained Class é o meu favorito (sem contar o Unleashed In The East, onde TODAS as musicas ficaram melhores que as originais), enquanto dos 80 fico com o Screaming For Vengeance.

    Dos mais recentes, acho o Angel Of Retribution muito bom, quase um tributo a todas as fases da carreira da banda, enquanto o Nostradamus, para mim, nao funcionou.

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  7. cinecafe

    muito legal esse disco, bom texto. mas do Judas pré-Painkiller (que eu acho um disco sem precedentes na discografia dos caras), acho que o meu favorito é o Screaming For Vengeance.

    e o mais bizarro de tudo é que baseado nesse garoto que tentou o suicídio, o escritor de quadrinhos Garth Ennis criou um personagem em sua obra-prima Preacher, o Cara-de-Cu/Arseface.

    http://img403.imageshack.us/img403/9804/8792960981afacelargewl3.jpg

    sintam só a sacanagem, hehehe.

    um abraço!

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  8. diogobizotto

    Rafael e Mairon: o zé bonitinho ali da foto acabou morrendo devido a complicações decorrentes de sua situação deplorável. Eu não sei o que eu escolheria, entre morrer e viver nessa situação. Amo a vida e não acredito que continuamos nosso caminho após a morte, mas ficar na eterna dependência de outras pessoas como ele é horrível.

    KCarão: apesar de sua situação deplorável, James Vance tinha consciência e conseguia inclusive articular palavras. Dessa maneira, mesmo que não tenha surgido com a absurda intenção de tentar se aproveitar do Priest, ele participou disso. Existe um documentário abordando todod o caso chamado "Dream Deceivers", e ele pode ser conferido na íntegra e via streaming através desse link: http://video.google.com/videoplay?docid=8514529801031861200#

    Obrigado pelos elogios. "Stained Class" foi um disco importantíssimo na minha formação musical e um dos que mais ouvi na vida. Foi essencial especialmente para que eu passasse a dar mais atenção ao que foi produzido na década de 70 em termos de rock, e não apenas de heavy metal.

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  9. Groucho KCarão

    Esse lance do Garth Ennis tá um ou dois níveis além do que eu entendo por bizarro! =x
    Diogo, vc não viu o RT que eu dei do @CoronelGondim27 no twitter? xD Tem que mirar no peito, senão é capaz de da trabalho à família!
    Mas falando sério, eu tb não sei oq escolheria. Mas caso escolhesse viver, acho que não ia me prestar a isso.. Ou será que é verdade a acusação dele? Pelo menos na cabeça dele talvez a música tenha feito ele e o amigo praticarem aquilo… Ou talvez o tiro tenha distorcido as idéias do cara. Não sei, nunca levei um tiro na cara..

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  10. diogobizotto

    Olha, até dá pra mirar na cabeça, mas na testa, não no queixo!!! Deu certo pro primeiro, mas pra esse infeliz…

    Engraçado que os pais preferem culpar o fato do cara ter acesso a discos do Judas Priest ao invés do fato dele circular por aí com uma doze cano curto…

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  11. Groucho KCarão

    Aprendi com um amigo a forma correta de atirar na cabeça, mas não vou ensinar aqui pq vcs ouvem Judas Priest, então são suicidas em potencial! =x
    Ouvi dizer que um garoto de uma cidade dos EUA cometeu um massacre e depois se matou e jogaram a culpa no Marilyn Manson. Quando o Marilyn Manson foi fazer show na tal cidade, a população se revoltou e os repórteres perguntaram a ele oq ele tinha a dizer. Não lembro exatamente a resposta dele, mas foi algo como: "O problema aqui não é o que eu digo ou tenho a dizer, mas o que ele queria dizer e nenhum de vocês deu ouvido!" #TEMÇO

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  12. Christiano

    Em minha opinião, o melhor do Judas, seguido pelo Sin After Sin. Acho que os discos da banda na década de 70 são todos muito bons. Depois deu uma caída.

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  13. isaacnewtom2008

    Você deveria conhecer Rocka Rolla – 1974 e Sad Wings of Destiny – 1976.

    São meus favoritos.
    Músicas nostálgicas e desconhecidas pelo público, Dreamer Deceiver, On of the run, Dying to meet you …

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  14. Igor Maxwel

    Não considero Stained Class o melhor disco do Judas Priest por que este posto pertence ao Defenders of the Faith (1984). No mais, considero “Beyond the Realms of Death” a música definitiva da banda no meu ponto de vista.

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