Dream Theater – Awake [1994]

26 de janeiro, 2011 | por Diogo Bizotto
Resenha de Álbum
49

Por Thiago Reis

Por que resenhar um disco que foi lançado em 1994?

Primeiramente porque eu tenho a intenção de lhes contar algumas histórias que aconteceram comigo e que envolvem esse grande álbum do Dream Theater. Todos vocês do blog provavelmente já conhecem esse grande trabalho da banda, mas vou tentar lhes apresentar sob uma ótica diferente.

Para começar a história, voltemos ao ano de 2003, quando quem vos escreve ainda fazia aulas de baixo. Um dia, meu grande professor Jefinho começou a aula me mostrando um solo de baixo. Eu lhe perguntei: “O que é isso?”. Aí ele: “É uma musica do Dream Theater chamada ‘Metropolis pt.1’.” Logo depois ele me mostrou o solo de baixo da canção, uma das linhas mais famosas de John Myung, e fiquei hipnotizado de cara. Saindo da aula fui direto comprar o primeiro CD da banda que eu encontrei. E esse disco se chamava Awake.

Quando cheguei em casa já botei o disco para tocar. “6:00” e sua introdução toda quebrada de bateria e aquela linha de baixo me deixaram de queixo caído. Nunca havia escutado uma banda em que o baixo, a guitarra, o teclado e a bateria fossem tão presentes. Gostei de cara daquela música e estava empolgado com o que estava por vir.

Logo depois era a vez de “Caught in a Web”, uma canção bem pesada, mais uma vez com viradas de bateria que me chamavam a atenção. E nessa música, diga-se de passagem, James Labrie faz um grande trabalho nos vocais. “Innocence Faded” veio a seguir para acalmar meus ânimos e dar um toque mais acessível à musica dos caras. Ali eu percebi que eles não eram apenas virtuosismo, e tinham todas as armas para fazer uma música longa ou uma música mais tranquila, acessível a todo tipo de público. Não demorou muito e “Erotomania” já entrava em cena com aquele riff bem legal de acompanhar fazendo air guitar. Uma faixa instrumental muito bem construída e cheia de passagens que me chamavam a atenção. Nunca um tema instrumental tinha entrado na minha cabeça tão rapidamente. A trilogia “A Mind Beside Itself” continua com “Voices”, uma faixa bem densa, de clima bem pesado, que tem meu destaque com certeza.

Dream Theater em 1994: John Petrucci (guitarra), John Myung (baixo), Kevin Moore (teclados), Mike Portnoy (bateria), James LaBrie (vocal)

“The Mirror” e “Lie” são excelentes faixas, que trazem o peso de volta. Apresentam riffs bem característicos e que funcionam muito bem ao vivo. No show do Rio de Janeiro em 2010 pulei muito ao som delas. “Lifting Shadows Off a Dream” tem um lugar especial no meu “Top 10 Dream Theater”, pois foi a primeira e única música da banda que consegui tirar inteira no baixo. Aqueles harmônicos de John Myung no início da faixa me deixaram maravilhado. Tinha que conseguir tirar aquela música de qualquer jeito.

“Scarred” vem logo em seguida. Uma canção longa, com passagens bem progressivas e com influencias de heavy metal que tornam a audição da mesma bem interessante. Não está entre as minhas favoritas do álbum, mas a respeito. Por fim, “Space-Dye Vest”, contando com uma das melodias mais tristes que já havia escutado.  Não ouço muito, mas a faixa apresenta seus bons momentos. Parece realmente a despedida de Kevin Moore dos teclados.

Todos que conhecem o disco devem estar se perguntando por que pulei a faixa “Silent Man”. O grande motivo é que…

Até aí o Dream Theater estava ganhando o meu carinho, mas para ser fanático como eu sou precisava de algo mais. E esse algo mais veio em 2005, na pior fase da minha vida. Foi quando eu descobri que tinha epilepsia. No início, essa doença nos dá muita dor de cabeça, com várias crises diárias. Então acabei indo para a UTI, em um momento bem delicado de minha vida. Tinha trancado o colégio no ultimo ano, minha vida pessoal não estava nada bem e minha saúde menos ainda. Então, na UTI, pedi para que minha mãe desse um jeito de trazer o meu disc man com qualquer CD para que eu escutasse. Ela trouxe exatamente o Awake e eu só ficava na faixa “Silent Man”. Aquilo me trazia uma tranquilidade enorme enquanto eu tomava as doses de calmantes para dormir. Lembro que saíam lágrimas de meus olhos com a dor das injeções, mas “Silent Man” deixava tudo mais ameno. A partir daí eu percebi que a musica do Dream Theater era mais do que virtuosismo, solos imensos, etc. Ela fazia parte da minha vida, me ajudava e me trazia esperanças.

Para finalizar, no conjunto da discografia do Dream Theater, com certeza Awake está no rol dos clássicos, junto ao anterior Images and Words (1992) e a Scenes From a Memory (1999). É um álbum com melodias mais dark e com mais peso que seu antecessor. Com certeza vale a pena escutar esse grande disco, que estabeleceu ainda mais o Dream Theater na cena e no clube dos grandes nomes do heavy metal mundial.



49 Comentarios

  1. Ótimo disco. Não é o meu preferido, esse título fica com o imbatível Scenes from a Memory, mas é inegável que Awake ficura facilmente não só entre os melhores trabalhos do Dream Theater, mas também como um dos grandes álbuns dos anos 1990.

    Abraço.

  2. Realmente o Scenes From a Memory é um discaço, mas logo atrás, bem perto, aparece o Images e o Awake, que são grandes marcos dos anos 90!

  3. Thiago disse:

    falando de anos 2000, o DT marca presença tb com os exelentes Six Degrees of Inner Turbulence e Octavarium, mas nada se compara a esses 3 grande álbuns citados anteriormente.
    abraços!

  4. Perdoem os fãs, mas que bandinha chata e sem graça. Muita masturbação de instrumento e pouca música de verdade. Desculpem minha total ignorância, mas nem os discos covers do DT eu consigo gostar. Os caras tocam pacas, mas não consigo achar música entre os discos deles.

  5. micaelmachado disse:

    Eu prefiro o Systematic Chaos e o Black Clouds aos discos com o Kevin Moore… Mas o Scenes é insuperável!

  6. Mairon, ouve o Scenes from a Memory. Ele tem uma aura meio The Wall, talvez você curta.

    Abraço.

  7. Thiago disse:

    Eu também indicaria o Scenes ou o Images and Words…

  8. E Mairon, eu até acho estranho ouvir um comentário desses vindo de você, que é um grande fã de rock progressivo. Tem álbuns do Yes, por exemplo, com mais enrolação e fritação que qualquer disco do Dream Theater.

  9. Bah Cadão, nem se compara. Me cita um disco do Yes com enrolação ou fritação (gostei dessa). As músicas do Yes eram trabalhadas para formarem uma canção unica, com moral, com uma direção definida. Eu não consigo ver isso no DT. O Micael é prova disso, eu tentei, ouvi um monte de vezes, mas não dá. O som da bateria, aquele vocal horroroso (q eu respeito à quem goste, mas bah, é brabo) e 700 mil notas por segundo, isso para mim não tem nada de progressivo. Não tem comparação. Os caras podem ser otimos musicos, mas as musicas que eles faziam, para o meu gosto, não serve. O Trem do Futuro ou o Van Zullat, ambras aqui do Brasil, são alguns dos exemplos de bandas da década de 90 para ca que ainda fazem um progressivo ao nivel dos anos 70. Prog metal que nem o DT ta cheio por ai

  10. diogobizotto disse:

    Não é segredo pra ninguém que não sou muito chegado em Dream Theater e que tenho especial rejeição pela voz de James LaBrie, mas admito que até os anos 90 ela foi uma banda bem interessante, e "Awake" figura fácil como o melhor disco do grupo aqui em casa.

  11. Rodrigo Motα disse:

    Foi também o 1º disco deles que escutei… Desde então, virei fã! É o meu preferido!

  12. micaelmachado disse:

    O Mairon não tem problema com o Dream Theater. Ele tem problema com o rock feito depois de 1990…

    Ele não gosta das mais "fritadas", não gosta das baladas, não entende porque se idolatra tanto o Portnoy, não acha que o Petrucci toque tanto, não gosta do som dos teclados do Rudess, não dá bola pro Myung e simplesmente abomina o LaBrie… eu tentei mostrar pro cara que não é por aí, mas quem consegue abrir aquela mente e colocar algo novo lá? (hehehe)…

    Agora, Cadão, você forçou. No Yes dos 70's não consigo enxergar enrolação e fritação em lugar nenhum, pelo menos não no nível do que o DT faz… no Yes o virtuosismo é a favor das músicas, e no DT, pelo menos a meu ver (e tirando talvez o Myung), o virtuosismo é a favor dos músicos. Há uma grande diferença…

  13. Micael, apenas para citar algumas bandas pós 90 que fazem um som decente

    Los Hermanos (incondicional, melhor banda do Brasil desde os tempos da Recordando o Vale das Maçãs)
    Amago Eliptico
    Trem do Futuro
    Van Zullatt
    Octophera
    Magnum Opus

    Podem achar estranho, mas só tem banda brazuca ai. Facil, eles não copiaram nada, eles apenas criaram em cima de algo que já existia, e fora a sonoridade das canções que é muito parecida com os 70 (a famosa crueza)

    Bandas internacionais de 90 para cá viraram a maioria copia de si mesmas. Eu respeito White Stripes, Amy Winehouse, Flaming Lips, Chickenfoot, Black Country Communion, Strokes, mas não gastaria meus centavos nesses discos internacionais tendo material brasileiro a disposição, além de muita coisa internacional que eu não conhecia como o hanson (não o do MMMbop, que até fez algo decente de uns tempos pra cá, o dos anos 70) que esses sim valem o investimento.

    DT é farinha de um saco que rasgou faz horas, com todo o perdão. Joguem as pedras!!!

  14. diogobizotto disse:

    JEGUZZZZZZ!!!!

    O Mairon citou Strokes como digno de respeito!!!!

    Agora é minha hora de bancar o Robert Justus: VOCÊ ESTÁ DEMITIDO, heheheheh…

  15. O primeiro Strokes tem umas coisas bem audiveis Diogo. Rock'n'roll básico, mas audivel. Longe de eu gostar, mas quando eles surgiram, foram uma novidade positiva, por isso meu respeito. Melhor que Oasis por exemplo, que de bom só tem Cigarretes & Alcohol (isso pq tem altos solos de guitarra numa versao ao vivo dessa musica).

    EU NAO GOSTO DE STROKES!!!!!!

    Mas gosto de Mamonas, ahoeoahehoiahoie

  16. Po, esqueci de citar o Marcio Rocha na lista acima. O cara é um animal prog tb!

  17. Enfim, não dá pra discutir com você, Mairon … hehe …

    Não tenho argumentos, tiro o meu time de campo.

  18. micaelmachado disse:

    Eu já tirei o meu time de campo faz tempo….

  19. Viva o rock progressivo iugoslavo da década de 70. Viva o rock jazz polones da decada de 60. viva toda a gloria do heavy hungaro no inicio dos 80!!!!!! Viva o poder britanico em ter criado tudo o que ouvimos de bom hoje em dia durante a decada de 60. Viva os negros americanos que fizeram do blues e do jazz, la nas decadas de20 e 30, a fonte para que possamos ouvir hj o Led Zeppelin ou os Rolling Stones e dizer "PQP q baita banda".

    Poxa, vcs vao tentar me convencer que na decada de 90 tem algo de bom. Joguem as pedras, eu ainda tenho muito a aprender, por isso estou parado na década de 70, descobrindo Tina Turner, Maggie Bell e Elis Regina.

  20. diogobizotto disse:

    Bah, já eu curto o oasis. Não acho toda aquela maravilha que alguns faze parecer, mas é no mínimo agradável, essa sim uma banda importante a surgir nos anos 90.

  21. Pois então Diogo, e vai dizer q não tem coisas do Strokes q são parecidas com Oasis? A diferença é que eu até ouço as duas, mas se tivesse que comprar (deus o livre) eu compraria o strokes por sermais agradavel.

    Importante não significa ser bom, isso tem q ser realçado. O 90125 é um disco importantissimo na historia do Yes, mas na minha opinião, é uma bomba, assim como o AMLOR do Floyd tb é importante, e é outra bombinha (não tão explosiva quanto o 90125, mas faz seu estrago)

  22. diogobizotto disse:

    "A Momentary Lapse of Reason" não presta nem pra lustrar os sapatos do "90125", hhehehehehhe… Só "Changes" sozinha já humilha!!!

  23. Thiago disse:

    Realmente quando não se gosta não adianta lutar rsrs…o Micael tentou mostrar várias vezes, quem somos nós para mudar a opinião do Mairon? rsrs
    O importante é que todos aqui discutem de uma maneira bem saudável! E viva o DT, viva o Yes, Floyd, Genesis, etc…
    abraço a todos

  24. Diogo, entre Changes, Lift Me Up e Brother of Mine, qual que tu te agarras no escuro? Eu iria em Lift Me Up! Aquele inicio euacho muito massa. Changes também é legal, mas por incrivel que pareça, eu não gosto quando o Anderson entra com os vocais.

    Da fase Rabino o melhor de todos é o Talk, um dos melhores discos da década de 90 (PQ?? PQ??? PQ??? Ouçam Endless Dream e me respondam depois)

  25. micaelmachado disse:

    Bah, o 90125 só tem "Cinema" de bom… o AMLOR tem "On The Turning Away"… goleada a favor do AMOLR…

    Mas os dois são bem, bem ruins…

  26. Me recuso a comentar o comentario do Micael …

  27. diogobizotto disse:

    Mairon, vou ficar devendo uma boa resposta. Confesso que estou pouco habituado ao Yes pós-"Big Generator", tenho que escutar mais e é logo!

  28. Para mim, pior que o Stroker, é o citado Loser Manos…. Jesus Cristo, aquilo lá é uma choradeira só, não existe felicidade que resista ao Marcelo Camelo…

  29. micaelmachado disse:

    "não existe felicidade que resista ao Marcelo Camelo", mas na hora certa e no momento correto, como faz bem…

  30. O Leonardo, estou levando três pistolas 38 e uma winchester 22 para nos confrontarmos amanha em algum lugar.

    QUÉ MORRE MAGRÃO!! Choradeira nada, Los Hermanos foi o que melhor surgiu no Basil em anos! Não se prendam por Anna Julia ou Primavera, ou pelas musicas que passavam na globo. O grupo é muito mais que isso, e não é a toa que até os dias de hoje possuim milhares de seguidores pelo pais q estao se lixando para as classicas canções

    Leonardo, ouça Dois Barcos quando vc estiver em um dia ruim (que eu espero que isso não ocorra, mas enfim, sempre acontece) e depois comente aqui o que vc achou

    Se seguirem falando mal do Los Hermanos, farei um discografia comentada, um podcast, um disco que só eu gosto, um war room e ainda um maravilhas do mundo prog com LH

    ahoeaoiehoia

  31. A melhor banda surgida no Brasil nos últimos 20 anos foi Chico Science e Nação Zumbi, com folga. Da Lama ao Caos e Afrociberdelia colocam qualquer coisa lançada pelos Los Hermanos e por qualquer outro grupo no bolso.

  32. Por isso que existem tantos CDs por ai, tem gosto para tudo. Tem gente que gosta de Britney Spears tb, fazer o q ..

    Da Lama ao caos até é interessante, mas o resto …

    O importante é ter saude e se respeitar

    Eu fico com o Los Hermanos, tem gente q fica com Legiao Urbana, outros Nação Zumbi, outros Tim Maia e outros Sandra de Sá, é a vida

  33. micaelmachado disse:

    Melhor banda surgida no Brasil nos últimos 20 anos? Raimundos, fácil, fácil…

    Mais Kleiderman, Pato Fu, Rappa, Mundo Livre S/A… várias de Metal…

    Não gosto tanto assim da Nação Zumbi para colocá-la entre as mais importantes dos últimos 20 anos… mas isso sou eu…

  34. marcio costa disse:

    Porra, por que é que tudo que eu leio na internet sobre Dream Theater tem sempre um BABACA que aparece pra meter o pau? Eu amo Yes, mas o Tales From Topographic Ocean tem mais enrolação que rocambole pro povo da festa de aniversário de São Paulo. O Rush, durante os anos 80 (pra quem não viveu essa época), era tão marretado quanto o Dream Theater! Rush era banda de punheteiro, música de matemático, voz irritante, baterista querendo aparecer… e agora que eles fazem músicas malas (alguém apresentaria o Snakes and Arrows ao invés de um Permanent Waves pra uma pessoa conhecer o Rush?) e hoje todo mundo lambe o saco dos caras! O melhor do Los Hermanos foi eles terem terminado! É fato, BANDA MERDA DURA POUCO!! Ou alguém consegue imaginar essas bandas citadas aí dos anos 90 durando pelo menos uns 20 anos? IM-POS-SÍ-VEL! Ah, FAÇAM-ME O FAVOR!! Dream Theater ainda é a única banda progressiva que chega nos rankings desbancando qualquer estrelinha pop! Qual banda ainda faz isso? Então, RESPEITO AO DREAM THEATER! Pode não gostar, mas então não precisa encher o nosso saco com sua idéia! Se não gosta, por que sempre aparece numa lista pra incentivar discussões descabidas? Vai lá pra lista do Strokes (blargh…) ou de qualquer outra banda que já está sumindo! QUE SACO!! Me deixem ler pelo menos alguma vez na vida algo sobre o Dream Theater que não tenha logo abaixo um BABACA escrevendo "eu odeio Dream Theater"!! Odeia mesmo? Então foda-se, porque aqui 99% que para ler é porque adora! Ou então quem não gosta é enrustido porque fica lendo, lendo, procurando coisas pra depois escrever isso aí… Vá reclamar pras suas negas, não aqui… Ah, e a propósito, parabéns Thiago!! Grande resenha!

  35. diogobizotto disse:

    Marcio, como deves ter percebido os comentários são livres e podem levar a quaisquer assuntos, e essa é a grande graça de uma boa discussão. O Thiago Reis, mais que dar um depoimento de um fã, mostrou que a música do Dream Theater está intimamente ligada a ele por um motivo mais especial ainda, e isso é algo que poucas formas de arte conseguem tão bem. Gosto do Yes e admito que "Tales From the Topographic Oceans" é um mau disco para conhecer a banda, assim como adoro Rush e destesto Strokes.

    Valeu!

  36. Thiago é o fã do DT… não há ninguém melhor que ele para explicar e detalhar um disco do DT…

    A discussão acima é interessante para todos notarem como a diversidade dentro do rock gera assunto para um bom papo…. Gostar e não gostar sempre será relativo…

    Por isso apoio o Marcio que por ser fã (e os do DT são fãs mesmo) vem aqui e manda quem não gosta "se lascar"…. rsrsrsrs

    Marcio, somos todos fãs de musica e gostamos de coisas diferentes mesmo entre os colaboradores… vc iria se divertir com as brigas históricas que temos por email e msn….. hahahahahah

    Seja bem vindo!! E pode ter certeza que o DT já marcou seu espaço na história…. independente do que as pessoas achem…

    Abraço a todos… e o tópico tá rendendo!!!

  37. Thiago disse:

    Grande Marcio!! Esse é meu brother de viagens para SP para curtir os shows! Bem vindo ao blog e começou muito bem…lembro que vc me falou que o pessoal dos 80 sempre falava isso do Rush!! musica de matemático, chata, os caras querendo aparecer, etc…e isso acontece muito com o DT hj em dia!
    Só que temos que olhar que eles estão muito mais do que estabelecidos na cena, merecem todo o respeito e o ultimo álbum foi numero 6 no Top 200 da Billboard!!! Isso é uma grande conquista para uma banda de progressivo! Dream Theater tem o lugar na história com certeza e ainda vai fazer muito pela boa musica, podem ter certeza!
    Um muito obrigado ao Diogo e ao Daniel!
    vamos comentando que o negócio ta bom aqui!

  38. eduardoluppe disse:

    Bela resenha Thiago! Parabéns pela autenticidade!
    Pra mim o DT é uma banda que merece muito respeito, pois conseguiu inovar e trazer um estilo diferente para o Rock em geral.
    Quando a banda chega ao status de referência para outras, podemos ver a sua força e sua originalidade!
    Quanto ao Yes… não suporto! tentei, mas não dá! Banda chata, vocal com uma maça entalada na garganta! musica para dormir… Pedras? rsrsrs

  39. Rafael "CP" disse:

    Acho que esse Marcio não está acostumado á viver em sociedade , onde todos tem opniões de diversos pontos de vista , e caso a postagem fosse " Apenas fãs de Dream Theater postem aqui" , suas ofensas seriam válidas e justas , mais como aqui é uma resenha sobre a banda , nos dá o espaço pra falar nossas opniões sobre o álbum e a banda. Reveja seus conceitos , pois os fóruns nunca são unânimes.

    Ainda em tempo , eu detesto Dream Theater , musicos de qualidade em função de musica que em nada me atinge .

  40. Thiago disse:

    Muito obrigado Eduardo! Compartilhar essa história com o pessoal que acompanha o blog é muito gratificante para mim.
    Rafael, eu conheço o Marcio pessoalmente e ele sabe viver muito bem em sociedade…o negócio é que nos anos 80 os fãs de rush sofreram muito com críticas (Marcio é um grande fã de Rush) e agora nos anos 90/2000 as mesmas coisas acontecem com o DT.
    Com relação à musica não te atingir, vai de cada um mesmo…no próprio post eu relatei um fato bem pessoal no qual a música do DT me ajudou e muito…
    abração a todos!

  41. Caro Marcio e demais, eu em nenhum momento falei que ODEIO o DT. Sou um babaca sim, pois ainda estou parando aprendendo músicas dos anos 70, que o DT se inspira até hoje para fazer, e faz tão bem que temum monte de fã que compra disco e vai a show, mas EU NÃO GOSTO e tenho todo o direito de dizer que não gosto assim como tens o direito de dizer que Los Hermanos é uma merda. Eu acho uma baita banda, as músicas entram na minha veia e ficam circulando pelo sangue como poucas bandas conseguem. Eu gosto de ERASURE e BEE GEES tb, tem algum problema?

    Banda merda dura pouco, é verdade. Vamos citar algumas:

    Derek and the Dominos
    West bruce & Laing
    Ginger Baker's Airforce
    Skid Row (com Gary Moore)
    Secos & Molhados
    Mutantes
    Beatles (10 anos para mim é muito pouco)
    Trapeze
    Moxy
    Zemphyr

    e por ai vai meu caro

    Não precisa descer o nível. Aqui não é o Whiplash para ficar se trocando palavrões. Sou tão louco que acho o Tales o melhor disco da história, e para mim o é. DT não entra nem no nariz,quanto mais na veia. Quanto ao Rush, eu apresentaria o Snakes & Arrows, um baita disco,assim como o Vapor Trails, o Test For Echo e o Counterparts. Peguei o Rush nos anos 80, e não dou bola para o que rotularam a banda. Gosto do que lançaram, e acho que o q vale é isso. O Thiago fez uma baita matéria, como eu não ia ler. Não sou bitolado de "não gosto da banda não vou ler", isso sim é babaquice.

    É sempre bom aprender, e um dia eu vou chegar (de novo) em DT, e dai vou ver que fiquei decadas achando uma coisa e constatar que o que eu pensava não mudou

    Um abraço e Thiago, mais uma vez parabéns

  42. micaelmachado disse:

    Outras bandas que duraram pouco… talvez por serem "bandas merdas"…

    Cream
    Blind Faith
    Jimi Hendrix Experience
    Band Of Gypsies
    The Nice
    Vanilla Fudge

    E muitas outras…

  43. Micael

    Essas eu nem quis citar de tão ruins que são. Mountain, Som Imaginario, Som Nosso de Cada Dia, Saecula Saecorum, Armageddon, Yardbirds, Cactus, Warhorse e Captain Beyond então nem se fala

  44. Thiago disse:

    Fico feliz do Mairon mesmo não gostando de DT, ter curtido o texto!
    E quem sabe um dia ele não curta o Awake..hehe
    abraços

  45. Marco disse:

    excelente comentário, bem não conheço o albúm na integra,mais pude perceber como algo que nos fascina (tanto relacionado a música ou qualquer outra expressão artistica), pode ser combustivel de superação, alto afirmação em sentidos pessoais (tanto na melhora do ser humano como tantas outras conquistas), confesso não ser muito fã de DT,mais é uma banda que aprendi a respeitar e os meus cumprimentos ao autor dessa bela resenha (foi boa para o moral….rs),abraço a todos

  46. wagner disse:

    Thiagão,

    Será que vc "desenvolveu" a doença depois de ficar ouvindo muito DT?? Ja pensou nisso?? rs….

  47. Thiago disse:

    Fala ae Wagner!!! Cheguei a pensar nisso, só que la para 2005 eu escutava mais Sabbath e Ozzy rsrsr…o DT ainda estava começando a entrar na veia rsrs..
    Vlw!!!

  48. Depois de 3 anos e pouco, vendo a discussão, só descobri a existência de várias bandas (e tomando vantagem disso kk)
    Todo dia conheço um pouco mais de DT, apesar de detestar muitas musicas deles, principalmente as dos últimos discos. Pra mim, esses sim, são séries de fritação sem sentido e um querendo se aparecer mais que o outro, porém, os das antigas, pra mim são impagáveis!

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