Notícias da Semana {23 a 29 de Novembro}

Notícias da Semana {23 a 29 de Novembro}

Accept: a ascensão e queda da formação clássica após a reunião com Udo Dirkschneider em 2005

Após o fracasso dos álbuns Death Row e Predator, em meados dos anos 1990, a lenda do metal alemão Accept chegava ao auge de seus problemas internos. O vocalista Udo Dirkschneider discordava do rumo que o guitarrista Wolf Hoffmann e o baixista Peter Baltes queriam tomar, enquanto o guitarrista Stefan Kauffman assistia perplexo às brigas. A decisão foi de pendurar as chuteiras. Udo e Stefan se juntaram no projeto U.D.O. e uma reunião parecia totalmente fora do horizonte: Stefan descartava por não acreditar na capacidade de lançar álbuns do nível dos primeiros da banda e não concordar com se juntar com os antigos colegas apenas por razões comerciais. “Um encontro agora seria uma grande mentira e simplesmente iria destruir todo o legado do Accept. Death Row e Predator nunca deveriam ter sido gravados”, opinava.

Conforme narrado pelo renomado biógrafo Martin Popoff no livro Metal Heart – A História do Accept, cuja versão em português foi lançada pela editora Estética Torta, as coisas mudaram de figura a partir da intervenção da revista alemã Rock Hard, que insistiu para que o grupo tocasse no festival em celebração aos vinte anos da publicação. Segundo Wolf Hoffman, as coisas não deram certo de início, mas tudo se ajeitou em 2005: “eles começaram a revista quando o Accept começou, e acho que fomos a primeira matéria de capa deles. Conversamos com isso sobre Udo, mas ele disse que sua banda era prioridade sobre o Accept, então não deu certo. Porém, felizmente, neste ano deu certo”.

Em entrevista a Marko Syrjala, da Metal Rules, no outono de 2005, ainda era possível sentir um certo ressentimento do guitarrista em relação ao vocalista, que havia recusado não apenas se apresentar com a banda no festival da Rock Hard mas também no 25º aniversário do Wacken Open Air, alegando que seu trabalho era mais importante: “todo mundo nos queria lá, entramos em contato com Udo e ele recusou […], mesmo que só toque algumas vezes em clubes para poucas centenas de pessoas”. Mesmo que a reunião não envolvesse todos os membros da formação original, todos que embarcaram no projeto tinham uma grande bagagem com a banda: Udo nos vocais, Hoffman e Herman Frank nas guitarras, Baltes no baixo e Stefan Schwarzmann na bateria. Segundo Hoffman, o repertório planejado era “bastante óbvio, mas também estamos pensando em tocar músicas que nunca tocamos. […] Não queremos fazer só o que é esperado”.

Os ensaios começaram logo no primeiro dia do ano e, por um tempo, as coisas funcionaram relativamente bem: “é realmente difícil chegar ao ponto de estarmos em cima do palco, por causa de todas as negociações e barganhas nos bastidores. Pra dizer a verdade, é um pesadelo. Entretanto, quanto estamos no palco, tudo é bem tranquilo”, conta Hoffmann. No entanto, o guitarrista estava pouco otimista em relação a um futuro possível para a banda: “gostaria que pudéssemos fazer isso a cada dez ou cinco anos. Mas isso é bem improvável, com a maneira como Udo se comporta e essas merdas. Ele está tornando tudo bem difícil pra nós. Estamos tentando o que podemos, mas somos sempre nós contra Udo”, conta.

O vocalista, por sua vez, afirma que percebia a cada show que gostava mais de estar com o U.D.O. do que com o Accept, chegando a se arrepender da decisão de participar da reunião. “Nos divertimos muito naquela turnê, falando sobre os velhos tempos e blá-blá-blá, mas não sei como explicar. É, a sensação não estava boa. […] Para mim, particularmente, foi difícil fazer aquilo tudo com o Accept. A razão pela qual eu disse sim foi porque queria descobrir se ainda havia alguma coisa. Mas, por mim — e só posso dizer por mim, não por Wolf ou por Peter —, não restou nada. Acho que esse foi o jeito perfeito de terminar o Accept”, explica.

Hoffman especula sobre os motivos pelos quais Udo não se interessou em manter a banda ativa depois da turnê: “ele tem sua própria banda, e acho que agora ele adora estar no controle e ser seu próprio chefe mais do qualquer coisa. Quase tivemos que implorar para que ele aceitasse. […] Nem você nem o resto do mundo entendem o porquê de ele dificultar tanto isso, não posso explicar, a não ser o fato de que odeia que sejamos muito mais bem-sucedidos, mesmo que ele fizesse parte disso. Talvez ser dono de 100% do U.D.O. seja melhor do que ter 25% de um todo”.

O vocalista retrucou: “ele (Hoffman) sabia que eu estava fazendo trabalhos com o U.D.O. e nosso álbum já estava a caminho, e sabia o que eu estava pensando o tempo todo. Da minha parte, não haveria reunião em nenhum momento, e ele sabia disso desde o início, e agora está mudando a história. […] Se ele quiser, ainda pode fazer o Accept, mas com outro vocalista”. Dito e feito: em 2009, a formação que tocou na turnê de reunião recrutou o vocalista Mark Tornillo e deu sequência à história do Accept a partir do lançamento do álbum Blood of the Nations, de 2010. Para adquirir a biografia Metal Heart – A História do Accept, de 2021, que foi lançado no Brasil pela editora Estética Torta, acesse o seguinte link.


Grindcore em alta no Brasil com show do Napalm Death

O grindcore, um dos gêneros mais extremos e intensos do metal, ecoa voraz em palcos brasileiros neste fim de ano. Uma das maiores referências do estilo, Napalm Death, retorna ao país em dezembro, com produção da Xaninho Discos. É uma instituição responsável por moldar a estética brutal que une velocidade, caos e crítica social. Napalm Death está sold out, com um show único em São Paulo, dia 5 de dezembro, no Hangar 110. Ratos de Porão é a banda convidada do evento.

O Napalm Death surgiu em 1981, no vilarejo de Meriden, próximo a Birmingham (Inglaterra), e atravessa décadas como uma das formações mais influentes do mundo com sua sonoridade pesada e contestadora. Com razão, as apresentações da banda inglesa são descritas por fãs e crítica especializada como “um ataque sensorial” pesado, direto e intenso.

O que é grindcore e por que ele continua relevante
O grindcore nasceu na metade dos anos 1980, no Reino Unido, como um cruzamento entre o hardcore punk e o death metal. A ideia era simples: tocar o mais rápido, sujo e intenso possível e, ao mesmo tempo, usar essa energia como forma de protesto. Baterias em blast beats, vocais guturais e riffs curtos e explosivos definiram o estilo. As músicas muitas vezes não passam de um minuto, mas concentram uma fúria imensa.

Pioneiros como Napalm Death e Carcass transformaram a agressividade em arte, abrindo espaço para uma geração que incluiria bandas lendárias como Terrorizer, Brutal Truth e, anos depois, os finlandeses do Rotten Sound, uma das formações mais respeitadas do gênero em atividade. Hoje, o grindcore segue vivo e influente, tanto em selos independentes quanto em festivais underground, e ganha novo fôlego com o interesse de um público jovem sedento por autenticidade. Vale destacar que a Xaninho Discos é uma das produtoras brasileiras que mais apoiam o gênero no país.


Katatonia volta a São Paulo para show único em março de 2026

“Estagnação” não é uma palavra que exista no dicionário da banda sueca Katatonia. Desde que despontou como um dos pilares do metal pesado, o grupo de Estocolmo tem desafiado rótulos e expectativas, fundindo goth, shoegaze e prog rock em canções sombrias e melancólicas. Agora, após três décadas de invenção e reinvenção, Nightmares as Extensions of the Waking State representa mais um salto criativo, mundialmente aclamado pela crítica e fãs. Agora é hora do Katatonia trazer o novo show ao Brasil, confirmado para o dia 21 de março de 2026 no Cine Joia, em São Paulo./SP. A realização é da Powerline Music & Books.

Ingresso

Nightmares as Extensions of the Waking State, o 13º álbum de estúdio, é um marco de reinvenção criativa do Katatonia, que tem fãs brasileiros devotos e que sempre lotam seus shows. Depois de mais de trinta anos de trajetória, o grupo liderado por Jonas Renkse reafirma sua relevância com um disco que equilibra peso, melancolia e experimentação, uma síntese das muitas fases de sua carreira, do death/doom inicial ao rock atmosférico e progressivo que definiu sua sonoridade atual. “Nightmares… é um álbum muito centrado nas guitarras”, explica Jonas. “Sabíamos que teríamos novos integrantes chegando, e quis criar algo que mostrasse essa nova energia dentro da banda.”

O resultado é um Katatonia revigorado: riffs intensos, melodias hipnóticas e camadas instrumentais que alternam brutalidade e delicadeza. O disco marca também a estreia dos guitarristas Nico Elgstrand e Sebastian Svalland, que substituem o veterano Roger Öjersson e o cofundador Anders Nyström, encerrando um ciclo e abrindo outro com vigor renovado. Gravado entre uma igreja convertida no interior da Suécia e o estúdio próprio da banda em Estocolmo, o álbum reflete um período de introspecção de Jonas Renkse, que se aproximava dos 50 anos durante o processo de composição. “Cinquenta é um número grande, e percebi o quanto essa jornada tem sido longa”, comenta o vocalista. “Este disco é sobre olhar para dentro e seguir em frente.”

Com canções como “Thrice”, “The Light Which I Bleed”, “Lilac” e “In the Event Of”, o novo repertório alterna passagens sombrias e atmosféricas com momentos de pura intensidade emocional, uma combinação que promete tornar o show em São Paulo uma experiência imersiva e catártica. Ao vivo, além das novas músicas, nunca antes tocadas para o público brasileiro, o Katatonia promete um setlist que inclui canções de outros discos recentes além de clássicos, como “Soil’s Song”, “For My Demons”, “My Twin” e “Evidence”.

SERVIÇO | KATATONIA EM SÃO PAULO
Data: 21 de março de 2026

Local: Cine Joia (Pça. Carlos Gomes 82, São Paulo, SP)

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Loss comemora sucesso da turnê europeia com vídeo de bastidores e anuncia álbum ao vivo

A Loss é a afluência da experiência e singularidade características da cena mineira de rock pesado. Natural da capital BH, a banda é capitaneada por Marcelo Loss (vocal e baixo) que foi fundador do grupo Concreto, com o qual gravou sete álbuns, sendo que o último contou com baterias gravadas por Vinny Appice (Black Sabbath, DIO). Também faz parte do line-up da banda o baterista Teddy Bronsk, que também já passou pelo Concreto e foi o fundador da lendária banda Witchhammer, uma das pioneiras do metal nacional na década de 80, com quem gravou quatro álbuns. Por fim, também é integrante da Loss o guitarrista Adriano Avelar que traz no currículo trabalhos ao lado de importantes nomes da música, desde compositores como Marku Ribas e Klinger, a rappers como Xis, Deleve, Thales Dusares e o ex-Planet Hemp, Speed Freaks.

A bagagem desse trio de músicos da Loss justifica o som vanguardista que eles vêm fazendo desde seus primeiros trabalhos, o EP Let’s Go (2020), o álbum Storm (2022) e os diversos singles lançados. Mas é em seu segundo e novo álbum de estúdio, Human Factor, que o Loss não só dá manutenção a sua vocação para lançar música boa, como prospecta novas possibilidades criativas. Lançado em agosto do ano passado, Human Factor reúne 11 faixas e foi gravado e produzido no Analog Dream Studio em Belo Horizonte/MG porém mixado e masterizado no Sheriff at Antfarm Studio em Ebeltoft, Dinamarca, por ninguém menos que o renomado produtor Tue Madsen, famoso por ter trabalhado com Rob Halford, Meshuggah, Behemoth, Sick Of It All, Vader, etc. “Human Factor” também reserva participações bastante especiais como a do multi-instrumentista Johnny Herno e de Alan Wallace, guitarrista e membro fundador do Eminence.

Como parte da turnê em divulgação a Human Factor, o Loss embarcou em Outubro para sua segunda turnê europeia. Agendada e organizada pela produtora Som do Darma, a “The Human Factor – European Tour 2025” contou com sete shows em seis países diferentes, inclusive em grandes capitais como Paris, Amsterdam e Londres. “A nossa segunda turnê pela Europa foi um sucesso”, comenta Adriano Avelar. “Tocamos em locais icônicos como o La Java, que é a casa mais antiga de Paris, também fomos a segunda banda brasileira a se apresentar no Cart And Horses em Londres que é o pub onde o Iron Maiden iniciou sua carreira. Em todas ocasiões fomos muito bem recebidos pelo público europeu e a tour toda foi uma experiência fantástica”.

Marcelo Loss também comentou sobre os planos futuros da banda.
“Durante a turnê europeia nós registrados áudio e vídeo de todos os shows e muito em breve vocês terão novidades sobre o primeiro álbum ao vivo do Loss. Por enquanto, queremos compartilhar com vocês o novo vídeo que já está disponível no canal do Loss no Youtube que é o “The Human Factor European Tour 2025 – The Storm Teaser”. Esse vídeo traz a nossa música “The Storm” como pano de fundo para um resumo do que foi essa nossa segunda turnê europeia. Esse vídeo antecede um curta-metragem documentário que vamos lançar no começo de 2026 com cerca de 15 minutos e que vai trazer a cobertura completa da turnê, com imagens de shows, público, bastidores, viagens, day-off, gravações, etc. Por enquanto, vocês podem curtir esse vídeo da “The Storm” como um aperitivo do que vem por ai.”

O vídeo “The Human Factor European Tour 2025 – The Storm Teaser” foi produzido por Alexandre Resende da X Music Estúdio. Para assistir, acesse aquiHuman Factor, o mais recente disco de estúdio do Loss, está disponível em CD físico e para todas as plataformas digitais:
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THE CROSS: Banda apresenta capa do single “Apocrypha”, com a participação de Rhino (ex-Manowar)

Enquanto segue com a forte promoção do atual EP, Plague Of The Lost River, o THE CROSS, ícone do Doom Metal baiano, continua pavimentando o caminho para seus lançamentos de 2026. O quinteto acaba de divulgar oficialmente a capa do vindouro single, intitulado “Apocrypha”. A arte, mais uma vez assinada pelo guitarrista e designer gráfico Paulo Monteiro (LFX Music Works), ilustra a atmosfera densa que a banda promete entregar. Previsto para chegar às plataformas de streaming entre fevereiro e março de 2026, o trabalho trará uma participação de peso: o baterista Rhino, mundialmente reverenciado por sua performance no clássico álbum The Triumph Of Steel (1992), do Manowar.

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THE CROSS confirmado no ‘Bodes Metal Force Festival’ em Salvador

Paralelamente ao trabalho de estúdio, o THE CROSS reafirma sua força nos palcos e foi confirmado como uma das atrações principais do aguardado ‘Bodes Metal Force Festival’. O evento, que ocorrerá no dia 06 de dezembro de 2025, no Teatro Solar Boa Vista, em Salvador/BA, posiciona-se como um marco para a cena local. O festival apresentará um lineup de respeito. Além do THE CROSS, o cast conta com o Síndrome K, promovendo o single “7.000 Giros”, os veteranos do War Death Metal, o Crucificator, e o lendário Vulcano, que retorna à capital baiana após um hiato de oito anos. Confira abaixo o serviço completo para mais informações:

SERVIÇO:
Show: THE CROSS no ‘Bodes Of Metal Force’
Local: Teatro Solar Boa Vista (@cinetsolarboavista)
Endereço: Parque Marquês de Abrantes, s/n, Engenheiro Velho de Brotas – Salvador/BA
Data: 06/12/2025 (sábado)
Horário: 20 horas
Ingressos LIMITADOS: R$ 100,00 (antecipado)
Adquira online de forma rápida e segura
Organização e informações sobre ingressos: @bodes_metalforce

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ANGRA FARÁ REUNIÃO HISTÓRICA E EXCLUSIVA NO BANGERS OPEN AIR 2026

Por Ricardo Batalha

O Angra prepara um dos momentos mais emblemáticos de sua trajetória com um show especial no Bangers Open Air 2026. A apresentação, única no Brasil, reunirá no mesmo palco a formação Nova Era que marcou a fase do renascimento da banda em Rebirth, com os integrantes Edu Falaschi, Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli e Aquiles Priester dividindo o palco com os atuais integrantes do grupo. O espetáculo será dividido em duas partes distintas, cada uma representando um período marcante na trajetória desse verdadeiro bastião do heavy metal brasileiro, com destaque para a Nova Era. A reunião celebra os 25 anos de Rebirth, álbum que reposicionou o Angra no topo após um período turbulento e que, ao lado de Temple of Shadows e Aurora Consurgens, consolidou internacionalmente a segunda fase do grupo após o período inicial com o saudoso Andre Matos em Angels Cry (1993), Holy Land (1996) e Fireworks (1998). Já a fase contemporânea estará representada pelos discos Secret Garden (2014), Ømni (2018) e Cycles of Pain (2023).

A negociação
O empresário Paulo Baron revelou que o convite do Bangers para reunir diferentes formações do Angra foi recebido com entusiasmo, mas exigiu alinhamentos fundamentais. “Era imprescindível que a formação atual estivesse no projeto. Insisti que todos, incluindo Aquiles e Edu, da fase do Rebirth, precisavam estar juntos. Só assim a negociação avançou”, afirmou. Segundo Baron, o processo envolveu conversas longas e ajustes de agenda, mas a pausa recente das atividades do Angra favoreceu o alinhamento. “Muitas arestas já vinham sendo resolvidas há algum tempo, e o anúncio da pausa acabou deixando os músicos livres para se dedicarem a outros projetos. A partir daí, fomos conversando com cada um até chegar a este momento. Parabenizo o Bangers por colocar uma banda brasileira como headliner, isso tem um grande significado. Damaris Hoffman, hoje diretora do festival, foi minha assessora de imprensa por mais de dez anos na Top Link Music, e Claudio Vicentin começou lá atrás como roadie do próprio Angra. Há muito mais do que um show envolvido nisso: há uma história e muito carinho”, completou.

Importância para o metal brasileiro
Rafael Bittencourt aponta que este é um momento incrível para o Angra, mas também para o metal brasileiro. “O Bangers Open Air é um festival brasileiro de rock pesado, de várias vertentes, com profissionais brasileiros e ter um headliner que seja uma banda brasileira vai ser importante para mostrar a pujança do heavy metal no Brasil e a força do Angra. Ainda temos muitos desafios para nos sentirmos incluídos no circuito mundial, porque geograficamente estamos distantes, mas temos grandes bandas brasileiras, grandes produtores, casas de show, público, tudo o que é preciso para sermos um dos maiores circuitos de metal do mundo, de produção de bandas para o circuito mundial.” Bittencourt reconhece a turbulência que marcou a história da banda, mas valoriza o legado construído. “Vivemos mudanças e desafios, mas deixamos um legado bonito, com várias músicas marcando gerações. Inspirar pessoas é o principal que uma banda pode fazer. Vamos nos reunir para celebrar a história e aquilo que criamos juntos.”

Orgulho e retorno ao passado
Kiko Loureiro, que esteve na banda de 1992 a 2015, comenta que mesmo residindo no exterior, tendo compromissos com a carreira solo e, anteriormente, com o Megadeth, nunca deixou de acompanhar o trabalho do Angra. “Estou sempre acompanhando o que o Angra está fazendo, então veio esse assunto do Bangers Open Air, do convite, e o pessoal veio falar comigo. Eu pensei, repensei, se era legal ou não, mas topei fazer, porque tenho muito orgulho dos álbuns que a gente fez, do Rebirth, Temple of Shadows e Aurora Consurgens, além dos álbuns anteriores e posteriores. Então, é celebrar essa formação, mesmo porque o Andre não está mais aqui e não daria para fazer a mesma com a anterior.” Sobre o festival, Kiko destaca a qualidade da produção. “A produção é fantástica, os amigos que estão fazendo, o pessoal envolvido. Quando eu vejo, morando fora, as coisas acontecendo no Brasil de forma legal, dá aquela vontade de estar aí. Estou empolgado para fazer e celebrar esse momento que foi uma volta por cima com o ‘Rebirth’. Agora é voltar lá, encontrar os caras tantos anos depois, e celebrar com todo mundo num palco, com uma superprodução em um festival brasileiro.”

A evolução constante
Felipe Andreoli ressalta que superar desafios sempre foi marca registrada do Angra. “Durante Rebirth havia muita pressão. O sucesso inesperado nos deu confiança para explorar com liberdade em Temple of Shadows. Aprendi que cada troca e cada evolução pessoal moldaram nossa identidade. Nenhum disco é igual ao outro, e isso sempre foi intencional.” Para Andreoli, foi esse espírito de evolução constante que guiou também os trabalhos mais recentes. “ØMNI refletiu a chegada de novos sotaques e influências, permitindo que criássemos com liberdade, sempre respeitando o legado que veio antes. Já Cycles of Pain representa o amadurecimento pleno, pois pudemos abraçar nossas individualidades e incorporar elementos inéditos, sem perder a identidade que faz o Angra soar como Angra. Foi um processo criativo natural, livre e que mostra como a banda continua em movimento, fiel às suas raízes, mas sempre olhando para frente.”

Respeito e identidade
Marcelo Barbosa afirma que todos estão muito entusiasmados com o momento e garante que o show será memorável, marcando a história do Angra como uma celebração de tudo que foi construído até aqui. “O equilíbrio entre o respeito pela história da banda, pelo que já foi feito, e pelo legado do Kiko é algo que levo bastante a sério. Ao mesmo tempo, tenho a oportunidade de imprimir o meu estilo e a minha personalidade nas novas músicas e novos discos. É muito importante que respeitemos todas as fases de uma banda com 30 anos de história para oferecer aos fãs uma experiência que equilibra tradição e inovação”, observou.

Para fazer história
Segundo Bruno Valverde, este show representa um momento histórico para o Angra. “Reunir fases tão marcantes da banda em um grande show, nesse formato, é algo raro e muito significativo. Depois de tantos anos contribuindo com esse legado, estar presente nesse capítulo tem um peso enorme. A música traz grandes desafios, e o Angra possui um registro mais do que consolidado, que não só inspira gerações de fãs com suas músicas, mas também pela resiliência de se manter criativo e cada vez mais forte.” O baterista acrescenta que “fazer isso em casa, no Bangers, deixa tudo ainda mais especial. Definitivamente, será um show histórico para a banda, para todos que acompanham o Angra e o cenário do metal nacional.”

A despedida
O último show de Fabio Lione com o Angra será no Bangers Open Air. O vocalista promete surpresas para seus fãs nesse novo período de sua carreira: “Estou muito feliz pela banda e por tudo que conquistamos. Será um grande show, cheio de emoções para todos. Este será também meu último show com eles depois de mais de 13 anos de experiências únicas. É o fim de um ciclo e o começo de outro. Agora é hora de pensar um pouco em mim e, quem sabe, talvez gravar alguns CDs novos e ter algumas surpresas para os meus fãs! Obrigado a toda a banda, aos meus amigos da equipe e ao Brasil, que sempre vão estar no meu coração! MagoéMago!”

Um novo começo
Alírio Netto comentou sobre sua estreia: “Estrear como vocalista do Angra justamente no Bangers Open Air é algo que vai ficar marcado para sempre na minha história. Ver meus irmãos de banda reunidos novamente, com tanta energia e propósito, é emocionante! Fazer parte desse momento é uma honra gigantesca. Esse show não é apenas uma apresentação, é um marco, uma celebração da força do Angra e da conexão com o público. Estou profundamente feliz e pronto para viver essa noite histórica.”

O ciclo que se fecha e se renova
Aquiles Priester recorda como sua trajetória se entrelaçou com a do grupo: “Em 1996, fui assistir a um show do Angra e aquilo me motivou a montar uma banda. Dois anos depois, o Hangar abriu o show deles, e em 2000 eu estava em São Paulo gravando a demo do Angra. Foi o fechamento de um ciclo que começou com muita dedicação, foco e estudo.” Em 2025, Priester viveu um dos momentos mais emocionantes de sua vida ao se apresentar com o W.A.S.P. no Bangers Open Air. “O festival já foi incrível pelo simples fato de eu tocar pela segunda vez no Brasil com o W.A.S.P. Minutos antes do show, o Blackie Lawless me deu a chance de escolher se queria fazer um solo ou falar com o público. E eu disse a ele: ‘Prefiro falar com o meu povo’. Aquilo foi simplesmente incrível”, relembra.

Agora, o retorno ao festival acontece com o Hangar e com o Angra. “Será um show especial do Hangar para celebrar nossa história após um longo período de hibernação, ao mesmo tempo em que a formação do Rebirth se reúne, algo que ninguém imaginava que pudesse acontecer. Fico feliz que esse encontro seja no momento certo, pois o Banger é o maior e mais organizado festival de metal do Brasil. Assim, celebrar os 25 anos de um disco que mudou a vida de tantas pessoas e redefiniu o padrão do power metal mundial, parece uma decisão mais que acertada. Quem estiver no Bangers Open Air 2026 fará parte de um capítulo decisivo do metal brasileiro.”

Um portal no tempo
Edu Falaschi, que assumiu os vocais em Rebirth com a responsabilidade de substituir Andre Matos, vê o reencontro como algo mais profundo. ”É como abrir um portal no tempo. Mais do que uma reunião, é uma celebração. Vai ser inesquecível, principalmente por podermos mostrar a força daquela formação, reviver juntos as canções, hoje clássicos, que se tornaram trilhas da vida de tantas pessoas. E isso tudo acontecer num festival tão importante como o Bangers, no Brasil, com tantos amigos e profissionais do rock que lutaram para que isso se realizasse torna tudo ainda mais especial!”. Após Rebirth, veio “Caça e Caçador”, gravada para Hunters and Prey em resposta a pedidos insistentes, inclusive de fãs estrangeiros. Em 2004, Temple of Shadows ampliou o alcance artístico do Angra, trazendo participações de Milton Nascimento, Kai Hansen, Hansi Kürsch e Sabine Edelsbacher, entre outros convidados.

O empresário de Edu Falaschi, Juan Corral (Agência Artística), destaca o enorme peso simbólico para o metal brasileiro e o significado especial para o vocalista: “A fase ”Rebirth” e  “Temple of Shadows” reposicionou o Angra no cenário mundial e marcou definitivamente toda uma geração. Edu vive hoje um dos melhores momentos da carreira, em plena atividade internacional, e revisitar esse repertório com essa formação vai além da nostalgia. É o reconhecimento de um legado construído com consistência, impacto e muita dedicação.” Ele continua: “É importante destacar que esse momento só se tornou possível graças à sensibilidade e ao trabalho de duas pessoas, amigas de longa data: Damaris Hoffman e Márcio Sinzato. Eles compreenderam o peso histórico desse reencontro e colaboraram de forma honrosa para conectar todas as partes. Celebrar tudo isso no Bangers Open Air é simbólico e muito especial. Será um dos momentos mais marcantes da trajetória dessa era e do metal brasileiro.”

O Bangers Open Air 2026 será realizado nos dias 25 e 26 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O festival promoverá um encontro simbólico entre passado e presente do ‘Angraverso’, celebrando a história, a superação e a constante reinvenção de uma das bandas mais influentes e criativas do heavy metal brasileiro. Um show exclusivo e um marco definitivo na trajetória do Angra, que ficará para sempre na memória dos fãs e no legado do festival.

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LINE-UP BANGERS OPEN AIR

  • SÁBADO, 25 DE ABRIL DE 2026:

TWISTED SISTER

IN FLAMES

BLACK LABEL SOCIETY

KILLSWITCH ENGAGE

JINJER

FEAR FACTORY

EVERGREY

TANKARD

AMH

ONSLAUGHT

FEUERSCHWANZ

CRYPTA

VIOLATOR

LUCIFER

KORZUS

OVERDOSE

HANGAR

SEVEN SPIRES

MARENNA

OZZY TRIBUTE

SCHOOL OF ROCK

  • DOMINGO, 26 DE ABRIL DE 2026:

ANGRA REUNION

WITHIN TEMPTATION

SMITH/KOTZEN

WINGER

AMARANTHE

NEVERMORE

PRIMAL FEAR

ELUVEITIE

DIRKSCHNEIDER

CRAZY LIXX

ROY KHAN

PROJECT46

VISIONS OF ATLANTIS

NOTURNALL

COBRA SPELL

SILVER DUST

TROVÃO

MALVADA

PARADISE IN FLAMES

CHAOS SYNOPSIS

CLASH BULLDOG’S

Os ingressos estão disponíveis pelo Clube do Ingresso

(*) O jornalista Ricardo Batalha é um dos diretores da ASE Music e vem colaborando para veículos de mídia ligados ao heavy/rock desde os anos 1980. Trabalhou na revista Roadie Crew de 1996 a 2024, também é editor na Panorama Audiovisual Brasil e foi roadie do Angra (1996/97).


Marenna é confirmado como atração do Bangers Open Air 2026 e anuncia parceria com o Wacken

O Marenna chegou em um momento de sua carreira que dispensa apresentações. São mais de 10 anos de estrada estabelecendo protagonismo na cena do hard rock/AOR do Brasil e também do exterior. Quem gosta do gênero, em algum momento já ouviu alguns dos clássicos da banda como “Had Enough”, “You Need To Believe” e “Never Surrender”.

O trabalho mais recente, “Ten Years After”, é um álbum ao vivo que celebra esses primeiros 10 anos de carreira. O disco reúne 10 faixas que foram gravadas durante o show que o Marenna realizou ao lado de Geoff Tate, ex-Queensrÿche, no Tokio Marine Hall em São Paulo. Além das músicas ao vivo, duas inéditas completam o tracklist: “How Long” e “Runaround”, que já é uma das mais ouvidas do repertório da banda disponível no Spotify.

Capitaneada por Rod Marenna – cuja carreira como vocalista soma mais de 30 anos -, o Marenna também conta com Edu Lersch na guitarra, Bife no baixo, Arthur Schavinski na bateria e Luks Diesel nos teclados. E foi com essa formação que o quinteto gaúcho realizou neste mês de Novembro de 2025 dois shows de abertura da nova turnê nacional do “voice of rock”, Glenn Hughes, em Porto Alegre e Curitiba. Esses shows ao lado de Glenn Hughes entraram para alguns daqueles mais importantes da carreira do Marenna, tanto quanto o já citado com Geoff Tate, além, é claro, do fenomenal show de abertura para o Scorpions no estádio Gigantinho, na capital gaúcha, as apresentações ao lado de outros grandes nomes do rock mundial como Eric Martin, Crazy Lixx, Danny Vaughn, Fábio Lione, como banda de apoio de Marco Mendoza (Whitesnake/Journey), sem contar a turnê europeia que o grupo realizou em Novembro do ano passado e que contou com seis shows em seis países diferentes, inclusive em grandes capitais como Paris, Amsterdam e Londres, onde o grupo se apresentou no Cart and Horses, lendário pub na zona leste de Londres onde o Iron Maiden iniciou sua carreira.

Às vésperas de entrar em estúdio para dar início às gravações de seu próximo álbum, o Marenna recebeu duas notícias muito impactantes para sua carreira. A primeira foi a confirmação da banda como atração do Bangers Open Air em sua edição 2026. O grupo se apresenta no primeiro dia do festival, 25 de Abril, que tem o Twisted Sister como headliner.
“Essa é aquela hora que a fita volta lá para o início dos anos 90, sem recursos, sem conhecimento, apenas um violão velho, muita vontade e muitos sonhos. Nascer leva tempo e sonhos dão trabalho… E aqui estamos! Trinta e poucos anos depois e há cinco meses de distância do palco do maior festival de Heavy Metal da América Latina!
Obrigado Som Do Darma que foram incansáveis em acreditar no nosso trabalho, obrigado aos meus irmãos Edu, Luks, Bife e Arthur, familiares, amigos, parceiros e fãs. A jornada fica mais interessante a cada dia, e essa conquista eu dedico a todos vocês! Obrigado Bangers, a gente se vê!”, comentou Rod Marenna sobre a oportunidade de se apresentar no evento.

A segunda notícia e não menos importante, pelo contrário, foi o anuncio de que o Marenna é a nova banda apoiada pelo Wacken Foundation!
O Marenna agora associa-se a uma das marcas e ao festival mais relevante de metal de todos os tempos e foi contemplada com uma ajuda financeira muito relevante em Euros para a produção de seu novo disco de estúdio que já está sendo gravado e será lançado em 2026.

“O Marenna é a quarta banda brasileira a ser beneficiada pelo Wacken Foundation”, comenta Eliton Tomasi da Som do Darma, manager do Marenna. “Entre as outras três bandas beneficiadas, duas também conseguiram o prêmio através da Som do Darma. Esse tipo de conquista é o que mais justifica nosso trabalho nesses 30 anos de atuação profissional na cena. Historicamente, somos um país que muito mais importa do que exporta rock e heavy metal, e esse apoio ao Marenna de uma das principais marcas mundiais, significa não só uma ruptura desse modelo, mas uma certificação de que o Marenna é a nova exportação brasileira para a cena mundial de rock e metal.”

Rod Marenna também comentou sobre esse patrocínio histórico.
“Receber o apoio do Wacken Foundation vai muito além de um incentivo financeiro ou institucional — é um marco na nossa história. Desde o início, o Marenna sempre acreditou que a música pode romper fronteiras, conectar pessoas e levar a mensagem do rock brasileiro para o mundo. Ver nosso trabalho reconhecido por uma das maiores instituições do metal mundial nos confirma que estamos no caminho certo e vivendo o nosso melhor momento como grupo e como profissionais da música. Esse é um passo gigantesco para nós e, ao mesmo tempo, uma inspiração para seguir elevando o nível, representando o Brasil lá fora e contribuindo para que outras bandas nacionais também conquistem seu espaço no cenário internacional. Estamos orgulhosos, gratos e prontos para o próximo capítulo.”

O Wacken Foundation é uma organização alemã sem fins lucrativos criada para apoiar projetos de hard rock e heavy metal de todas as partes do mundo. A organização foi idealizada em 2008 pelos produtores do Wacken Open Air (W:O:A), o maior festival de hard rock e heavy metal do planeta, e tem a missão de manter ativa a produção criativa nesse segmento e estimular novas bandas e projetos. Desde 2010 o Wacken Foundation passou a fazer contribuições em Euros para projetos de gravações de discos, turnês e até mesmo festivais. Os projetos podem ser enviados durante todo o ano e uma comissão de curadores avaliam os mais relevantes que virão a receber o apoio. A vocalista alemã Doro Pesch figura entre a equipe de curadores, assim como Alice Cooper está entre os doadores.

Ouça o mais recente álbum do Marenna, “Ten Years After”, nas plataformas digitais:
Spotify: https://bit.ly/4eGwppi
Deezer: https://bit.ly/3TTV81l
Apple Music: https://bit.ly/3zK0SUm
Youtube: https://bit.ly/48izqdH

“Ten Years After ” foi lançado em CD pela Classic Metal e ocupou a segunda posição entre os mais vendidos da Die Hard na Galeria do Rock.
O CD pode ser adquirido neste link

Assista também o vídeo de “Runaround” no Youtube e se inscreva no canal da banda

Mais Informações:
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As Lendas Despertam: Shock Hazard Revela “LEGENDS” como Título do Novo Álbum e Abre Novos Canais de Comunicação com os Fãs

A espera terminou e o mistério começou a se dissipar. Na última sexta-feira, 21 de novembro de 2025, a banda paraense Shock Hazard cumpriu o prometido e revelou oficialmente o título de seu aguardado segundo álbum: “LEGENDS”. O anúncio marca o início de um novo e sombrio capítulo para o grupo, que promete um lançamento ainda mais pesado e conceitual para o segundo semestre de 2026.

Após o sucesso estrondoso de “Hellfire” (2024), que colocou a banda no mapa do metal nacional e internacional com aclamação da crítica e indicações a prêmios, a expectativa para o novo trabalho é imensa. “LEGENDS” surge como um título poderoso e evocativo, sugerindo que a banda mergulhará ainda mais fundo nas narrativas que se tornaram sua marca registrada, possivelmente explorando mitos, contos de terror e as próprias lendas do Heavy Metal sob sua ótica visceral.

A banda, que está em estúdio desde maio de 2025, já adiantou que o processo de composição deste novo álbum tem sido mais colaborativo, resultando em um som mais denso e sombrio, uma evolução natural da sonoridade que conquistou os fãs.

Uma Nova Era de Interação: Canais Exclusivos para os Fãs

Junto com a revelação do título “LEGENDS”, a Shock Hazard anunciou duas novas e poderosas ferramentas para se conectar com sua crescente base de fãs. A banda, reconhecendo a importância de sua comunidade, está convidando os headbangers a fazerem parte de seu círculo mais próximo.

1. Área de Membros no Site Oficial:
A banda lançou uma área de membros exclusiva e gratuita em seu site oficial. Ao se cadastrar, os fãs terão acesso antecipado e exclusivo a conteúdos como lives, vídeos de bastidores, fotos, demos de músicas novas e outros materiais que não serão disponibilizados em nenhum outro lugar. Para se tornar membro, basta acessar o link: https://shockhazardofficial.rf.gd/members-area.html.

2. Canal Oficial no WhatsApp:
Para quem busca notícias em tempo real, a Shock Hazard também criou um canal oficial no WhatsApp. Neste canal, os seguidores receberão em primeira mão todas as novidades sobre o álbum “LEGENDS”, trechos de músicas em desenvolvimento, vídeos dos integrantes, datas de shows e muito mais, diretamente no celular. Para entrar no canal, o link é: https://whatsapp.com/channel/0029VaCFWkCDjiOXdABXuv10.

Com o nome “LEGENDS” agora revelado e novos canais abertos para os fãs acompanharem cada passo da jornada, a Shock Hazard se prepara para um 2026 que promete ser monumental. A banda convida todos a visitarem seu site oficial, https://shockhazardofficial.rf.gd, para explorarem todo o seu universo.

As lendas estão sendo forjadas, e agora os fãs têm um lugar na primeira fila para testemunhar tudo.

Acompanhe todas as novidades da Shock Hazard em seus canais oficiais:

E para ouvir o álbum Hellfire:

https://onerpm.link/795091450926

Ficha Técnica: Beto Conde: Guitarra; Dipaula Machado: Vocal; Arthur Nunes: Guitarra; Marcelo Santos: Bateria; Charllison Kildere: Baixo

Discografia:

Hellfire (Álbum, 2024): 31 de maio de 2024

The Triad Prelude (Single): 30 de junho de 2023

Shock Hazard (Single): 28 de julho de 2023

Angel of Death (Single): 11 de agosto de 2023

Pacto (Single): 8 de setembro de 2023

Para mais informações, acesse:

Link do álbum Hellfire para você ouvir

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Inspirado na Jovem Guarda, Pablo Vermell lança versão estendida e videoclipe de “Na Espera”

O cantor e compositor santista Pablo Vermell apresenta a versão estendida e o videoclipe de Na Espera, faixa que abre seu álbum de estreia, Futuro Presente. A novidade também antecipa a versão deluxe do disco, prevista para 2026, que contará com participações especiais da banda Supervão, do tecladista Lauiz (Pelados) e da cantora argentina Livia Bonelli, ampliando a dimensão colaborativa do projeto.

Assista o videoclipe de Na Espera no Youtube

Inspirada pela Jovem Guarda e pelo soft rock dos anos 60 e 70, a faixa reflete a passagem do tempo e as pequenas pausas da vida adulta. O videoclipe, dirigido pela cantora e cineasta Sofi Frozza, transforma parques e ruas de São Paulo em um cenário de contemplação. A versão estendida acrescenta camadas etéreas à introdução, construídas com o produtor musical Daniel Cataldi, enriquecendo a sonoridade e conectando som e imagem.

Nesta versão, a música ganhou o subtítulo “De Um Cometa Ou De Um Raio”, que reforça o caráter poético e introspectivo da composição. Para Vermell, isso sintetiza a ideia de esperar algo incerto e a sensação que essas pausas provocam:

“O videoclipe e a música falam sobre essa sensação de esperar algo que pode chegar de repente, ou talvez nunca, e como esses momentos moldam a nossa percepção do tempo.”

Arte da capa produzida com fotografia de Sofi Frozza

Desde sua estreia em 2020, Pablo Vermell tem construído uma trajetória marcada por colaborações relevantes no Brasil e no exterior, incluindo Tiê, Clube Dezenove, YMA, Adriano Cintra (ex-CSS), MOGUE (Argentina), Adrie (Espanha), Valiant Blues (EUA), entre outros. Hoje, atento ao mundo e às sutilezas da vida cotidiana, dedica-se à finalização da versão deluxe de Futuro Presente e à criação de novas músicas, transformando experiências pessoais e coletivas em composições que dialogam com o presente e atravessam fronteiras.


Serena lança o clipe de “Perto do Fim”, uma sátira ácida ao universo corporativo

A banda Serena acaba de lançar o videoclipe oficial de “Perto do Fim”, uma das faixas de destaque do álbum “Parque das Ilusões”. Com estética irônica e narrativa afiada, o clipe transforma o cotidiano corporativo em uma caricatura explosiva literalmente.

No vídeo, os integrantes da banda interpretam funcionários de uma empresa fictícia, a Sufoco LTDA, que recebem a missão de gravar um vídeo institucional. A tarefa, porém, vira uma oportunidade para zombar das expectativas, métricas, jargões e absurdos do mundo empresarial. A história chega ao ápice quando o ambiente de trabalho, e tudo o que ele simboliza, é destruído, como metáfora do desgaste emocional e da pressão constante.

Dirigido por Gabriel Sampaio, com roteiro de Felipe Rost, o clipe conta com produção do Pai Muller Studio, direção de fotografia de Ed Massuco e direção de arte de Chiemi Nakahara. O resultado é um audiovisual que equilibra humor ácido, crítica social e uma performance enérgica da banda.

A faixa “Perto do Fim” integra o álbum “Parque das Ilusões”, um trabalho com treze faixas originais compostas, gravadas, mixadas e masterizadas por Yuri Muller, criador do projeto Serena. O álbum reflete um processo artístico cuidadoso, construído com dedicação intensa e sensibilidade.

A sonoridade percorre diferentes paisagens musicais, passando pelo pop punk, por riffs que remetem ao nu metal, por momentos introspectivos e por influências da música pop. O resultado é um disco versátil que mistura peso, emoção e crítica, reforçando a identidade da banda e ampliando seu universo sonoro.

“Perto do Fim”: https://www.youtube.com/watch?v=e_MkvDcPH6A
“Parque das Ilusões”: https://open.spotify.com/intl-pt/album/66Vtal5Je82rx2o0lcmGXX

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