Por Davi Pascale

 

Nessa época do ano, publicamos nossa tradicional lista com os melhores álbuns do ano que passou. Claro, é impossível ouvir tudo o que foi lançado no último ano. Ainda mais se, assim como eu, você acompanha mais de um estilo de música. Contudo, achamos o formato divertido, o desafio bacana e por gostarmos dessa brincadeira, passamos o ano todo lendo, ouvindo e assistindo novidades do universo musical. Seja aquele artista consagrado, que seguimos admirando. Sejam os novos artistas que nos colocam um sorriso no rosto. Seja descobrindo artistas que embora cultuados, por algum motivo não havíamos dado a atenção necessária. E essa lista tem um pouco de tudo isso. Espero que você se divirta acompanhando as escolhas e que tenha um ótimo 2023. Boa leitura!!!

 

 

Skid Row – The Gang´s All Here

 

O Skid Row é uma banda que cresci ouvindo, acompanhei a explosão dos garotos lá no final dos anos 80, início dos anos 90. O segundo álbum, Slave To The Grind, rodou à exaustão em meu discman, mas desde que o carismático Sebastian Bach saiu do grupo, tudo meio que desmoronou. A banda continuou produzindo bons discos, trabalhou com bons cantores, mas o público parecia não estar disposto à aceitá-los. A entrada de Erik Grönwall parece dar uma mudada nisso, os músicos conseguiram reacender a chama e parte do público parece ter voltado. E, sim, o trabalho vocal dele é excelente em todo o álbum. Não sei ainda como é sua presença de palco, mas no gogó ele não deixa a desejar e várias linhas vocais remetem aos dias de Sebastian Bach. A produção certeira de Nick Raskulinecz (Foo Fighters, Alice In Chains) faz a diferença. Trouxe um toque de modernidade, sem descaracterizar o som do grupo. Muito legal ver os caras marchando de volta ao topo depois de tantos anos de luta. Faixas preferidas: “Hell Or High Water”, “Not Dead Yet” e “Tear It Down”.

 

Cat In Space – Kickstart The Sun

 

Além de acompanhar os novos trabalhos dos meus ídolos, de tempos em tempos, gosto de pegar álbuns de artistas que não fazem parte (ainda) de minha coleção e dar uma chance. E, muitas vezes, sou surpreendido com ótimos álbuns, como é o caso desse trabalho do Cat In Space. Essa é uma banda britânica, formada em 2015, pelo guitarrista Greg Hart e pelo baterista Steevi Bacon. Trata-se de um melodic rock de primeira grandeza com fortes influências de Queen (tanto no trabalho de guitarra, quanto nos backings pomposos), Sweet, ELO e Foreigner. Um dos grandes diferenciais do grupo é, certamente, o trabalho vocal de Damien Edwards. Na boa, o cara é um verdadeiro monstro. O disco é bom do início ao fim e nos faz perguntar porque esses caras não estão no primeiro escalão da cena atual. Ouça!

 

Dead Daisies – Radiance

 

O Dead Daisies, na verdade, não é uma banda. E, sim, um projeto. Na verdade, um projeto do guitarrista David Lowy, um empresário que decidiu que queria viver seu sonho de adolescente e começou a convidar seus ídolos para fazer parte da festa. A mudança de integrantes é constante. E, isso, é estratégico. Para esse trabalho, Lowy contou com o apoio do grande guitarrista Doug Aldrich, do excelente baterista Brian Tichy, além do lendário Glenn Hughes. A sonoridade apresentada aqui é um hard rock pesado, grooveado e com uma forte aura setentista. E, sim, the voice of rock continua cantando horrores (realmente, impressionante). “Face Your Fear”, “Born To Fly” e “Courage” se destacam.

 

Larkin Poe – Blood Harmony

 

Essa foi outra ótima surpresa que tive. Já tinha visto algumas fotos dessas meninas na internet, mas ainda não havia parado para ouvir. Larkin Poe é uma banda liderada pelas irmãs Rebecca Lovell e Megan Lovell, e elas fazem um som apostando em um blues rock moderno (a exemplo de “Bad Spell” e “Kick The Blues”), com pitadas de southern rock (como podemos reparar em faixas como “Georgia Off My Mind” e “Southern Comfort”). Temos guitarras com distorção, riffs inspirados, slide para todos os lados e trabalho vocal forte e consistente. A imprensa internacional costuma se dirigir à elas como as “The Little Sisters of Allman Brothers”. Exageros à parte, é inegável que o trabalho delas é bem interessante.

 

Megadeth – The Sick, The Dying… And The Dead

 

O Megadeth é uma das maiores (e melhores) bandas da cena de thrash metal. Um dos problemas que esses artistas longínquos têm é a maldita comparação com aquilo que foi produzido no passado. Há quem diga que nunca mais vão produzir um álbum à altura de Rust In Peace ou Peace Sells But Who´s Buying. Há quem diga que o tempo desses artistas já foi e questione a presença em listas como essa, mas um grande álbum é um grande álbum. E é exatamente isso que eles nos entregaram. Curioso ver que Kiko Loureiro conseguiu, de fato, conquistar Dave Mustaine. O guitarrista brasileiro divide o crédito em 8 das 12 composições desse trabalho. Claro que Dave Mustaine deve comandar tudo com punhos de ferro, mas acredito que isso seja  bem gratificante para o rapaz. Musicalmente, sem muitas novidades. Thrashão pesado, cadenciado, com ótimos solos. A sonoridade de algumas músicas me remeteu ao Megadeth no início da carreira (caso da paulada “We´ll Be Back”), em vários momentos me remeteu ao Megadeth dos anos 90 (fase Countdown to Extinction / Youthanasia). De diferente, somente a voz de Dave Mustaine que está mais grave (provavelmente por conta do câncer que enfrentou, recentemente). De todo modo, trata-se de um dos álbuns mais inspirados deles nos últimos 15 anos e merece estar aqui.

 

Out Of This World – Out Of This World

 

Out Of This World é mais um projeto capitaneado pelo selo italiano Frontiers. Dentro dessas criações há erros e acertos, na minha opinião. Esse Out of This World, eu gostei bastante. O disco tem uma pegada bem hard anos 80. Aquela pegada AOR cheia de teclados e refrãos  fáceis de memorizar. Na liderança, temos o (ótimo) vocalista Tommy Heart, vindo diretamente do Fair Warning, e o guitarrista Kee Marcello, muito conhecido por seu trabalho ao lado do Europe. O rapaz participou da banda no auge da popularidade. Ele assumiu o posto justamente no meio da turnê do álbum The Final Countdown. O primeiro trabalho de inéditas que realizou ao lado do grupo sueco levava o nome de Out Of This World e foi daí que saiu o nome do grupo. A sonoridade deles lembra muito o trabalho que realizou ao lado do próprio Europe, acrescido de um ‘q’ de Journey. A exceção fica por conta de “The Warrior” que soa como o Van Halen fase David Lee Roth. Seria uma homenagem ao saudoso Eddie Van Halen? É possível, já que ele foi inspiração direta para todos os guitarristas de hard rock da época.

 

Ellefson / Soto – Vacation In The Underworld

 

Outro projeto bem interessante é esse trabalho unindo os lendários Dave Ellefson (Megadeth) e Jeff Scott Soto (Yngwie J. Malmsteen, Talisman). O álbum aposta em uma perfeita mistura entre o hard rock e o heavy metal. Soto segue cantando com seu estilo tradicional. Ou seja, apresenta linhas vocais que são memoráveis e melódicas. Ellefson segue com seu baixo consistente e se destaca na introdução de “Rise to Win”, um dos grandes destaques do álbum. Também chamam a atenção canções como “Hercules” e “Vacation In The Underworld”, cuja guitarra shredder bebe na fonte do Malmsteen, mas as minhas preferidas ficam por conta de “The Reason”, “Lone Star” e “S.T.N.”, que devem levantar a galera na hora das apresentações. Trabalho pesado e extremamente consistente.

 

Dorothy – Gifts From The Holy Ghost

 

A primeira vez que ouvi falar o nome desse grupo foi em 2016, quando estavam lançando o trabalho Rockisdead, que apareceu em diversas listas de melhores do ano nas publicações internacionais. Lembro que parei para ouvir, achei interessante, mas não fez meus olhos brilharem, sentia que faltava algo ali, estavam no caminho. Os anos passaram, o grupo chegou ao seu terceiro disco e acertaram em cheio, dessa vez. As composições amadureceram bastante e foi por essa razão que decidi inclui-los na lista. A banda aposta em um hard rock moderno com riffs certeiros, além dos vocais poderosos de Dorothy Martin. As letras – inspiradas na luta da cantora contra o álcool e a quase morte de um membro da equipe por conta de uma overdose – são focadas em cura e espiritualidade. Os grandes destaques ficam por conta de “Top Of The World”, “Gifts From The Holy Ghost” e “Touched By Fire”.

 

Miranda Lambert – Palomino

 

Esse álbum foge um pouco o foco da minha lista. Até aqui, venho focando em artistas de hard rock e heavy metal. Miranda Lambert participa de um universo totalmente diferente. Ela á uma das maiores estrelas da country music atual. E, sim, esse é um disco de country. Há alguns artistas que fazem uma interessante mescla entre os 2 universos, como ocorre com estrelas como Garth Brooks e Gretchen Wilson, e há a influencia (sutil) de rock em algumas canções como ‘Geraldine”, “I´ll Be Loving You” e “Music City Queen”, onde ocorre um inusitado dueto com o divertido The B-52´s. Outra associação seria a versão que criou para “The Wandering Spirit”, canção vinda da carreira solo de Mick Jagger. No entanto, o disco na maior parte do tempo, tem uma pegada mais lenta, com bastante violão e um acento pop por alguns momentos. Dentre essas, gosto bastante de “Tourist” e “Pursuit of Happiness”. Se você não escuta apenas rock, vale dar uma chance à esse álbum.

 

Klassik ´78 – Phantoms

 

De tempos em tempos, surgem bandas que decidem seguir à risca o som de seus ídolos. A ideia não é trazer renovação, mas sim dar continuidade ao que seus mentores fizeram e agradar parte de seus aliados. Esse é a ideia de Klassik ´78. A jogada dos caras é recriar o som que o Kiss fazia na década de 70. Há muita influencia de álbuns como Rock n Roll Over e Love Gun. Na verdade, a jogada dos caras é imaginar como seria o álbum que o quarteto mascarado teria criado se não tivessem feito aquela pausa para os álbuns solos de 1978. O grupo replica não apenas a sonoridade instrumental, como os maneirismos vocais. Trabalho muito legal e divertido para quem é fã da banda mais quente do mundo. Faixas de destaque: “Fever Dream” e “Queen Of Hearts”.

 

Confira também…

 

Violeta de Outono – Do Outro Lado

 

Violeta de Outono foi uma banda que me marcou legal. Eles foram um dos primeiros shows que assisti de rock brasileiro. Isso, há muitos anos, é lógico. Esse Do Outro Lado é muito bacana porque temos aqui, os músicos da formação original regravando várias canções como elas foram originalmente concebidas. Para quem é fã do grupo, o repertório não tem novidades. A maioria dessas faixas vem de Mulher na Montanha e Ilhas. De todo modo, a ideia do projeto é genial. A diferença diria que está na duração das músicas. As faixas estão mais curtas do que de costume, embora mantenham a aura meia Syd Barrett, meia Lennon / McCartney que estamos habituados. Álbum lindíssimo que só não entrou na lista principal porque as regras não permitem álbum de regravações.

 

 

RF Force – RF Force

 

Dentre as novidades, a que mais me chamou a atenção na cena nacional foi a estreia do RF Force, banda liderada pelo guitarrista Rodrigo Flausino. A banda aposta em um heavy metal tradicional, com uma sonoridade bem oitentista, e deve agradar aos headbangers de plantão. Os músicos são bons, o cantor é excelente e as faixas são muito bem construídas. Como destaque, colocaria a porrada “Creeps Of The World”, o single “Fallen Angel” e a arrastadona “Beyond Life And Death”, que carrega a influencia sempre muito bem-vinda de Ronnie James Dio.

 

 

 

Beth Hart – Tribute to Led Zeppelin

 

Algo que sempre gostei de ouvir são álbuns tributos. Sejam esses que reúnem diversos artistas, como era febre na década de 90, seja onde o artista resolve homenagear seu ídolo, que é o caso aqui. Led Zeppelin é uma banda extremamente difícil de interpretar. As comparações são inevitáveis e o nível de todos os músicos eram altíssimos. Beth Hart é uma (excelente) cantora. Por isso, a cobrança maior acaba ficando no vocal e ela se saiu muito bem, obrigado. Os arranjos não possuem muitas novidades. A maior diferença acaba sendo a presença de uma orquestra em todos os arranjos. Outra sacada (genial, diga-se de passagem) foi criar um medley unindo “Dancin´ Days” e “When The Leevee Breaks”. Discaço!

 

 

Black Crowes – 1972

 

Outro trabalho de covers muito bacana foi o EP do Black Crowes. Aqui, eles não focaram um artista e, sim uma época. Eles selecionaram 6 músicas que estavam completando 50 anos. Os arranjos sofreram poucas mudanças. Por exemplo, retiraram os metais de “Rocks Off” (The Rolling Stones), substituíram violino por órgão em “Your Wear It Well” (Rod Stewart) e coisas do tipo. Em termos de estrutura, a única que foi mais modificada foi “Papa Was a Rolling Stone”, dos Temptations, que se transformou em um rock n rollzão. Divertido…

 

 

 

Mas, o que é isso? Esse menino pirou?

 

Avril Lavigne – Love Sux

 

A cantora canadense Avril Lavigne despontou na mídia, há exatos 20 anos, com seu álbum de estreia Let Go. A garota apostava em um pop/rock que apesar das letras bem teen (não vamos nos esquecer que ela tinha 17 anos, na época), era musicalmente muito bem resolvido. Depois de alguns deslizes, a garota (já adulta) volta a acertar a mão. Aqui ela aposta em um pop punk, o que pode trazer alguns de seus velhos fãs de volta. Pop punk, para quem não sabe do que se trata, é como a mídia trata aquelas bandas que faziam canções curtas, com guitarras distorcidas, refrão comercial e letras bem humoradas. Grupos como Blink 182 e Good Charlotte são alguns dos representantes. E essa é a jogada dela aqui, que inclusive conta com o apoio de Travis Baker (baterista do Blink 182), que produz, toca e lança o trabalho por seu selo. “Break of a Heartache” poderia ter sido gravada pela banda do rapaz. Aliás, o cantor do Blink aparece em “All I Wanted”, outra faixa que é bem a cara deles. “Bite Me” e “F.U.” devem botar um sorriso nos velhos fãs da cantora. Agora… Não entendi porque as faixas “Love Sux” e “Kiss Me Like The World Is Ending” não foram lançadas como single. Ambas são mais fortes, comercialmente falando, do que “Love Me When You Hate Me”. Sim, ela continua com forte acento comercial (e jovial), mas o trabalho está bem resolvido. Se você foi fã dela no passado ou curtia essa cena pop punk, vale uma checada.

 

Shows

 

 

Desde que a pandemia teve início, saí pouquíssimas vezes na noite e, logicamente, assisti pouquíssimos shows. Tenho evitado aglomerações por conta da minha condição (tenho apenas 1 rim funcionando e essa doença é conhecida por atacar rins e pulmões, principalmente). Sendo assim, escolhi apenas 1 show internacional e 1 nacional para ilustrar essa parte. Como sempre acrescentei shows em minhas listas, não quis deixar de fora dessa vez. Então, vamos lá…

 

Kiss – Allianz Parque (30/04/22):  Esse foi o único show de estádio que fui desde o início da pandemia. Para quem me conhece, sabe que não poderia ser diferente. Sou fã do Kiss desde os 3 anos de idade (estou prestes a fazer 41), os caras são minha banda preferida e a razão de eu gostar tanto de música. Sendo assim, não tinha como perder a oportunidade de ver o que está sendo anunciado como a última turnê da banda. Em um show sold-out, os músicos vieram com a parafernália completa e desfilaram seus clássicos em 2 horas de show com um vigor acima do esperado, para a idade deles. Sim, Paul Stanley está usando backing track, mas isso os fãs mais fieis já sabiam. E, não, não tira a magia do espetáculo. A banda estava visivelmente feliz, o público estava feliz. O set trouxe algumas curiosidades como a inclusão de “Say Yeah” (Sonic Boom) e “Tears Are Falling” (Asylum). Teve ainda o piano de Eric Singer em “Beth” e a participação especial do grilo hehehehe. Para quem gosta de hard rock e é fã dos caras, foi uma noite memorável.

 

Golpe de Estado e Velhas Virgens – Santo Rock Bar (18/06/22):  Não é sempre que temos a oportunidade de assistirmos 2 grandes bandas do rock nacional, na mesma noite. Sendo assim, corri até o Santo Rock Bar, em Santo Andre, para uma divertida noite de rock n roll. O Golpe de Estado está sempre por aqui, no ABC, e já assisti diversos shows dos rapazes. Inclusive, já tinha assistido com a formação atual, mas essa é aquela banda que nunca é demais. Eles foram os primeiro a subirem no palco. Fizeram um show afiadíssimo, focando nos clássicos. E essa á minha única “reclamação”. Afinal, o proposito do show era divulgar o álbum Caosmópolis. No set, rolaram apenas 1 ou 2 sons do disco. Poderiam ter explorado mais. Logo em seguida, foi a vez do Velhas Virgens. Banda que sempre curti e não consegui ir à tantas apresentações quanto gostaria. Showzaço!!! Fizeram um set longo, mais de 2h30, a banda está redondíssima. Paulão continua som suas tiradas geniais. E a linda Ju Kosso ganhou um forte destaque no grupo. Enquanto as outras garotas (Claudia Lino, Roberta e Lili) entravam no palco para poucas músicas, Juliana fica o show inteiro e ajuda o Paulão dobrando os vocais. Outra mudança que reparei foi que eles deram uma diminuída nas musicas de putaria e estão focando mais nas músicas sobre bebedeira e vida ne estrada. No entanto, clássicos como “Só pra Te Comer” e “Abre Essas Pernas” continuam firmes e fortes. 2 excelentes shows que comprovam que o rock brasileiro não deve nada à ninguém.

 

Bom, é isso. Espero que vocês tenham curtido. Que o novo ano seja repleto de alegria, saúde e muito rock n roll para todos vocês. Forte abraço.

12 comentários

  1. Mairon

    Gostei da lista do Davi, e fiquei curioso para ouvir esse Klassic ’78.

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  2. Thiago Reis

    The Dead Daisies fixou excelente mesmo , fiquei curioso com o projeto da Frontiers. O Ellefson/Soto ainda não dei a devida atenção. Excelente lista, Davi.

    Responder
    • Davi Pascale

      Valeu, Thiago. Você também mandou bem na sua lista. Lembro que você citou o Jeff Scott Soto nas menções honrosas. Se você gosta dele, tem de tudo para curtir esse trabalho dele junto com o Dave Ellefson.

      Responder
  3. Marcello

    O disco do Dead Daisies é bem legal mesmo! Boa lembrança! Já tinha ouvido falar bem de Larkin Poe, preciso conferir. Estou apostando no Megadeth para melhor do ano quando as listas acabarem…

    Responder
    • Davi Pascale

      Sim, Marcello. Dead Daisies está demais e parece que o pessoal realmente curtiu o novo trabalho do Megadeth. Quanto ao Larkin Poe, o disco é excelente, mas tem bastante influência de blues. Se você curtir esse tipo de som, é uma ótimo pedida. Como sou fã de blues, gostei muito do álbum.

      Responder
      • Marcello

        De fato, o disco da Larkin Poe é muito bom! Gostei de cara e ouvi de novo para ter certeza – e se eu tivesse feito uma lista de melhores do ano, estaria agora pensando se tiraria algum dos discos para incluir “Blood Harmony” nela… Valeu pela dica!!

      • Davi Pascale

        Valeu, Marcello! Fico feliz que você tenha gostado. Realmente, é um discaço!!!

  4. Anderson Godinho

    Larkin Poe realmente é muito bom. As gurias são fortes! Massa a lista, vou dar uma ouvida em algumas coisas dela!!

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    • Davi Pascale

      Valeu, Anderson. Também gostei muito das meninas do Larkin Poe. Já estou correndo atras dos discos…

      Responder
    • Fernando Bueno

      Foi o que mais me interessou depois da leitura. Aproveitar o domingão e ouvir isso aí.

      Responder
      • Davi Pascale

        Ouça e depois assista os clipes do álbum. 🙂 Porque além de fazerem um som bacana, as meninas ainda são bonitinhas…

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