Os Mutantes fazem show em Porto Alegre dia 22 de outubro

O mundo vive em eterna transição. Tudo muda, muta, se renova. A cultura, a política, a ciência e, inclusive, Os Mutantes. Não os humanos com alterações fisiológicas, mas a clássica banda que transformou os rumos da música jovem no Brasil. É esse grupo, repaginado, que desembarca em Porto Alegre para show em 22 de outubro, sábado, no Salão de Atos da PUC (Avenida Ipiranga, 6681), às 21h. Tendo à frente o guitarrista e vocalista Sérgio Dias, o conjunto baseia o repertório em temas do novo disco ZZYZX, além dos grandes sucessos, como ‘Balada do Louco’, ‘Bat Macumba’ e ‘Panis et Circensis’. Antecipados aqui.

::::: MUTANTES :::::

Local

Salão de Atos da PUC (Avenida Ipiranga, 6681)

Classificação etária

16 anos

Quando

Sábado, 22 de outubro 2022, às 21h

Horários

19h30min — abertura da casa

21h — OS MUTANTES

Ingressos

Plateia Baixa

1º lote (PROMOCIONAL)

Solidário — R$ 225,00

Meia — R$ 220,00

Inteira — R$ 440,00

2º lote

Solidário — R$ 245,00

Meia — R$ 240,00

Inteira — R$ 480,00

3º lote

Solidário — R$ 265,00

Meia — R$ 260,00

Inteira — R$ 520,00

Plateia Alta

1º lote (PROMOCIONAL)

Solidário — R$ 125,00

Meia — R$ 120,00

Inteira — R$ 240,00

2º lote

Solidário — R$ 145,00

Meia — R$ 140,00

Inteira — R$ 280,00

3º lote

Solidário — R$ 165,00

Meia — R$ 160,00

Inteira — R$ 320,00

Mezanino

1º lote (PROMOCIONAL)

Solidário — R$ 75,00

Meia — R$ 70,00

Inteira — R$ 140,00

2º lote

Solidário — R$ 85,00

Meia — R$ 80,00

Inteira — R$ 160,00

3º lote

Solidário — R$ 95,00

Meia — R$ 90,00

Inteira — R$ 180,00

* Solidário — limitados e válidos somente com a entrega de 1kg de alimento não perecível na entrada do show.

** Meia-entrada — para estudantes são válidas somente as seguintes carteiras de identificação estudantil: ANPG, UNE, UBE’s, DCE’s e demais especificadas na LEI FEDERAL Nº 12.933. Não será aceita NENHUMA outra forma de identificação que não as oficializadas na lei.

Pontos de venda

Bilheteria oficial (sem taxa de conveniência)

Loja A Place (Rua Voluntários da Pátria 294, loja 237 – Centro).

Horário funcionamento: de segunda-feira a sábado, das 10h às 18h45.

Online (com taxa de conveniência)

www.bilheto.com.br (em até 10x no cartão)

* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos anunciados

** Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.

MUTANTES:

Nome seminal para o rock brasileiro, Os Mutantes surgiram durante a efervescência da segunda metade dos anos 1960 — mais precisamente no emblemático 1968. Seu nascimento deu-se em meio à psicodelia, ao experimentalismo musical, às colagens de sons, às cores e às mudanças de costumes. Contraponto musical e visual à Jovem Guarda, os irmãos Sérgio Dias e Arnaldo Baptista, mais Rita Lee, encontraram Gil e Caetano. E, principalmente, o maestro Rogério Duprat. Os Mutantes foram um “desbunde sonoro e visual” levado às alturas pelos festivais, dando origem à Tropicália. Ao Tropicalismo — mastigando Beatles de Penny Lane e Joahn Seabstian Bach, unindo as batidas do violão swingado com a distorção da guitarra, vocais harmoniosos e afinados com arranjos inusitados.

Acabava a caretice. Todos foram convidados ao “País dos Baurets”! Logo a Europa conheceu a trupe, acrescida inicialmente pelo baterista Ronaldo “Dinho” Leme e depois pelo baixista Arnolpho “Liminha” Lima Filho, que liberou o espírito criativo de Arnaldo para os teclados. Eles eram a bossa nova, o samba, a Carmen Miranda que ninguém esperava. Sempre foram progressivos, lisérgicos, criativos e alegres. Eram, na verdade, brasileiros. Os Mutantes “viajam” literalmente em suas músicas. E com eles os jovens dos turbulentos anos 1970 até hoje — bem como as novas gerações dos futuros séculos. Todos são — somos — Mutantes. O importante é a liberdade que vem da música. Da música d’Os Mutantes.

A banda permaneceu na ativa entre 1966 e 1978, lançando (ou gravando) nove LPs. Passou por formações distintas e retornou às atividades em 2006, primeiramente para um show no centro de artes Barbican, em Londres. O sucesso foi tanto que a banda emendou uma série de espetáculos em cidades como Nova York, Los Angeles (com o Flaming Lips), San Francisco, Seattle, Denver, Chicago e Miami. Depois disso, não tinha mais como a viagem parar. Além de apresentações pelo Brasil em 2022, os Mutantes seguem para uma turnê nos Estados Unidos e Canadá, entre outubro e novembro, com 20 shows já confirmados.

Pouco depois de anunciado, o show de Los Angeles já estava com ingressos esgotados. Foi preciso adicionar outra data que, talvez, já esteja sold out de novo. “Eu não esperava tanta sede assim”, diz Sérgio Dias, que completa com seu desgosto pela pausa forçada em razão da pandemia: “Desde 2006, sempre tocamos para grandes plateias, com casa cheia e curtindo tanto que tínhamos de voltar ao palco duas ou três vezes! Pandemia sucks!” Como novidade, o time conta agora com o reforço do guitarrista Camilo Macedo, conhecido do público que assistiu aos shows de Sérgio Dias Live em Jazz Mania. Completam a banda, já juntos há 20 anos com Sérgio Dias, o baterista Claudio Tchernev, o baixista Vinícius Junqueira, o tecladista Henrique Peters e a cantora Esméria Bulgari.

Além das músicas do novíssimo disco ZZYZX, entram no repertório grandes sucessos como ‘Balada do Louco’, ‘Bat Macumba’, ‘Panis et Circensis’, ‘Tecnicolor’, ‘Cantor de Mambo’ e ‘Cidadão da Terra’.

A nova fase:

Desde o retorno, em 2006, Os Mutantes já gravaram três álbuns de inéditas. O mais recente é ZZYZX, que saiu do forno pouco antes da pandemia. O trabalho traz 11 faixas, sendo duas em português, propondo romper as barreiras da música feita na Terra. A saída é por ali mesmo, pela ZZYZX, até a Casa dos Deuses na famosa Área 51. As dicas estão na linda capa do disco, de autoria do ilustrador estadunidense Thomas Sciacca. Mais uma vez, Os Mutantes rompem as regras da música criando sempre o impensável. ZZYZX está repleto de histórias que ultrapassam a vida na Terra, com reflexões e narrativas sempre acompanhadas de ironia, senso de observação e inquietação, tudo de modo aprofundado e fundamentado.

As letras tratam de tempo e espaço, doçura, sexo interplanetário — hétero e homossexual ou até mesmo transcendental —, drogas em busca da comunhão, escrituras sagradas, rock’n’roll para vencer a mesmice, paz e amor, guerra e solidão, indignação pela falta de sentido na vida do povo brasileiro e até uma bomba atômica sobre Brasília.

Legado:

Os Mutantes sempre foram citados como grande influência por artistas importantes, como Kurt Cobain (Nirvana), Devendra Banhart e Sean Lennon (filho do beatle John). São reverenciados em todo o mundo por sua inventividade revolucionária. Recentemente, o guitarrista e compositor Jack White afirmou ser fã do grupo, declarando em português versos de ‘Ave Lúcifer’. Entre outros exemplos de artistas que admiram Os Mutantes está o cantor Beck, que gravou o single ‘Tropicália’, e a banda britânica The Bees, que fez uma versão de ‘A Minha Menina’. Flea, baixista do Red Hot Chili Peppers, se declarou fã da banda, assim como Kevin Barnes, do Of Montreal. O eterno líder dos Talking Heads, David Byrne, é outro admirador, tendo até trabalhado na promoção de músicas do grupo por meio de seu selo, Luaka Bop, pelo qual lançou a coletânea “Everything is Possible”, com a colaboração de Sérgio escolhendo as músicas.

Resumo

O que: Os Mutantes

Quando: Sábado, 22 de outubro, às 21h

Onde: Salão de Atos da PUC (Av. Ipiranga, 6681)

Quanto: de R$ 70 à R$ 520

Informações


Therion lança novo single ‘Pazuzu’

Com mais de 100 milhões de audições e um álbum de tremendo sucesso lançado apenas um ano atrás, os titãs do metal sinfônico THERION não se acomodaram e continuam a trilogia épica Leviathan com um novo single chamado ‘Pazuzu’.

Ouça ‘Pazuzu
Assista ao videoclipe ‘Pazuzu
Faça a pré-venda do álbum Leviathan II

Christofer comentou: “Pazuzu” é uma música originalmente escrita para outro artista, mas já que não houve nenhuma resposta positiva para aceitar a música, decidimos reescrever ela para o Therion. Então estilisticamente é quase uma música cover de outro artista – mas ainda escrita pelo Therion. “A música contém uma voz convidada potente da banda Eclipse, o vocalista Erik Mårtensson e na minha mente ele é o “Blackie Lawless do AOR” e definitivamente um de meus vocalistas favoritos da última década de bandas novas.”

Com uma determinação desafiadora raramente encontrada numa banda de metal, THERION sempre fez exclusivamente aquilo que acharam correto. Eles nunca se prenderam numa fórmula, nem lançaram um álbum igual, muito menos deram aos amigos uma esperança de que se aproximariam de aspectos comerciais ou tendências. O que faz tudo isto ainda mais surpreendente que agora 35 anos depois, eles acabam fazendo aquilo que qualquer fã achou que não iria acontecer de forma alguma.

Entre no no Mundo do Leviathan, uma trilogia que foca em todas as marcas registradas e elementos pelos quais THERION é amado por muitos ao redor do Mundo. Após a primeira parte ter estreada em 2021, causando arrepios e lembranças dos remanescentes anos de glória dos anos 90, a banda de metal sinfônico continua a trilhar o caminho pedido por fãs em sua épica odisséia com Leviathan II. “Queríamos dar aos fãs o que eles pediram desta vez” comenta o professor de música Christofer Johnsson que agora vive em sua nova casa na cidade de Gozo, em Malta.

“Temos feito o que queríamos fazer por tanto tempo que apenas achamos justo em deixar os fãs capitanearem desta vez. Ao completar 50 anos você pode interpretar de foram errada um movimento deste achando que estamos ficando mais moles”. Você está bem equivocado. Johnsson ainda é sedento por música procurando por desafios como uma jornada do herói, virando cada pedra que encontra. Entretanto, depois de ter terminado o álbum triplo de sua rock ópera ‘Beloved Antichrist’, até Christofer achou que ele tinha atingido um limite ali. “Após ‘Beloved Antichrist’ eu achei que estava com falta de direção pois eu tinha feito exatamente tudo que eu queria fazer ou conquistar”. Ele se sentou com o vocalista Thomas Vikström para pensar sobre o próximo movimento e rapidamente eles chegaram na conclusão: “A única coisa que nunca fizemos foi dar aos fãs exatamente aquilo que eles queriam” explica o músico sorrindo.

Sobre THERION: Nos primórdios THERION foi originalmente formada como uma banda de death metal lá no final dos anos 80. Ao decorrer dos anos o músico Christofer Johnsson percorreu um caminho longo definindo e desenvolvendo uma combinação perfeita de metal orquestral, sinfônico e gótico com muita pegada que não pode ser comparada com nenhuma outra banda. O grupo iniciará uma turnê na Europa em Novembro e Dezembro de 2022 e Leviathan II será um novo capítulo nesta incrível nova jornada do THERION.

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Blind Guardian lança novo álbum The God Machine

BLIND GUARDIAN marca um momento histórico em sua carreira lançando o novo álbum The God Machine. No Brasil o álbum é lançado simultaneamente pela parceria Shinigami Records / Nuclear Blast Records. Para celebrar este grande marco, a banda também lança um novo videoclipe para ‘Architects Of Doom’.

Hansi Kürsch comentou: “Feliz dia de lançamento! Finalmente, finalmente o dia chegou. Boas coisas vêm para aqueles que esperam… Eu não consigo nem imaginar esperar intensamente por uma data de lançamento. Esperamos que você já esteja segurando esta grande obra de arte em suas mãos, se certificando que a gente não exagerou demais com toda esta positividade em relação a este álbum. Nele não há preenchimentos, mas apenas faixas matadoras! The God Machine é um álbum do BLIND GUARDIAN em sua pura forma que adocicará os meses que virão, até anos. Esta servido, bom apetite! “

The God Machine tem clássicos de speed metal, algumas faixas de peso épicas e ‘Architects Of Doom’! Esta música é uma bola de destruição em pura forma. Na minha opinião, é a melhor faixa e a que se destaca no álbum todo. Uma reinvenção ou um retorno ás virtudes antigas, esta é a questão”. The God Machine marca um novo recomeço para a impressionante discografia do BLIND GUARDIAN ao não tentar ainda estar nos anos 90. Ao invés disto, a banda se apoiou na memória muscular deste período. É um álbum cativante, viciante e brilhantemente arranjado nas tradições de álbuns que apenas BLIND GUARDIAN atingiu nos anos 90; mas, de forma alguma é um retrocesso. The God Machine representa o coração e alma atemporal do BLIND GUARDIAN de agora, unificando bardos do passado, presente e futuro em uma consistente e muito bem pensada obra de arte.

Lançamento da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records disponível em JEWELCASE (acrílico) – & DIGIPACK (cópias limitadas, inclui 3 faixas bônus exclusivas).

ARCHITECTS OF DOOM (OFFICIAL VIDEO)
BLIND GUARDIAN ao vivo:
02.09. DE Saarbrücken – Garage
03.09. DE Memmingen – Kaminwerk
04.09. CH Pratteln – Z7
05.09. DE Frankfurt am Main – Batschkapp
06.09. DE Stuttgart – KA
08.09. DE München – Backstage
09.09. DE Dresden – Alter Schlachthof
10.09. DE Neuruppin – Kulturhaus
11.09. DE Berlin – Huxleys Neue Welt
13.09. DE Oberhausen – Turbinenhalle
14.09. DE Köln – E-Werk
16.09. DE Osnabrück – Hyde Park
17.09. DE Osnabrück – Hyde Park
10.-17.10. ES Barca Trencada – Full Metal Holiday @ Iberostar Club Cala Barca
12.10. NL Sittard – Poppodium Volt
13.10. DE Hamburg – edel-optics.de-Arena

SOBRE BLIND GUARDIAN

Em 1992 o BLIND GUARDIAN lançou Somewhere Far Beyond, um grande clássico para o speed metal alemão. Três décadas depois, The God Machine traz uma demonstração de como acordar a fúria da juventude para uma nova fase da vida. BLIND GUARDIAN hoje parece mais próximo aos fantasmas de seu próprio passado do que nunca. “Nós pegamos muita coisa de nossa própria história e montamos uma nova Era em nossa própria fundação”, explica o vocalista Hansi Kürsch. Esta nova Era começa agora. Sete anos após Beyond The Red Mirror e quase três anos após as orquestrações de Blind Guardian Twilight Orchestra: Legacy of the Dark Lands, Hansi Kürsch (vocal), André Olbrich (guitarra, violão e guitarra rítmica), Marcus Siepen (guitarra rítmica e violão) e Frederik Ehmke (bateria) te convidam para esta grande colisão de seus Deuses. “Após Beyond The Red Mirror e Legacy Of The Darklands, sabíamos que não podíamos mais ficar estendendo este lado orquestral da banda ainda mais”, comenta Kürsch. A nova diretiva enquanto criávamos The God Machine era mais direta e muito bem vinda: “Menos orquestração e mais peso.” Em 2022 os arranjos detalhados e refrões poderosos ainda existem, mas agora eles se tornaram mais seletivos, com mais foco e ressonantes.

Esta conexão está presente na impressionante e apocalíptica arte feita pelo americano Peter Mohrbacher que brinca com histórias de fantasia e perspectivas sombrias. “Você tem que olhar com uma lupa para achar esperança no álbum. Mas ela existe.” Sorri o vocalista Hansi Kürsch. “Minhas letras tem muitos níveis. Algumas delas até eu tenho que explorar depois.” Talvez The God Machine seja o álbum mais pessoal da banda desde Somewhere Far Beyond.

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EPICA – JÁ DISPONÍVEL O BOX WE STILL TAKE YOU WITH US (THE EARLY YEARS)

O ano de 2022 marca o 20º aniversário dos titãs do Metal Sinfônico, o EPICA. Depois de quase 1 milhão de álbuns vendidos em todo o mundo e mais de 300 milhões de streams de todas as plataformas digitais, a banda holandesa vem mostrando sua incrível maestria em combinar Metal com vocais operísticos únicos, ganhando uma enorme base internacional de fãs no processo. Ao longo de sua carreira, o EPICA fez mais de 1.000 shows em mais de 60 países de todos os continentes.

Com a sua última produção musical, intitulada Omega, a banda alcançou o Top 5 nas paradas de vários países como Alemanha e Suíça, mas agora eles decidiram olhar um pouco para o passado e relançar seus três primeiros álbuns de estúdio The Phantom Agony, Consign To Oblivion e The Score (An Epic Journey), que se tornaram principais referências dentro do gênero e raridades dentro do mercado dos CDs físicos, e o seu primeiro álbum ao vivo We Will Take You With Us que foi gravado no programa ‘Twe Meter Sessies’ da TV pública holandesa e que foi a primeira grande apresentação da banda na televisão.

E como uma surpresa especial para seus fãs, a banda desenterrou algumas joias escondidas de seu início de carreira que estarão disponíveis como faixas bônus como, por exemplo, duas gravações demo raras do SAHARA DUST, banda que mais tarde se tornaria o EPICA, no relançamento de We Will Take You With Us. “Finalmente!!!”. Essa será a primeira palavra que os fãs do EPICA dirão/pensarão quando vejam nas prateleiras o tão aguardado Live At Paradiso. Originalmente gravado em 2006 na casa de shows Paradiso em Amsterdã, este trabalho apresenta a performance do EPICA que se tornou uma verdadeira lenda. Engavetado durante 16 anos e muitas vezes anunciado para ser lançado, finalmente este show viu a luz do dia… FINALMENTE!!!

Live At Paradiso traz um show pesado, agressivo e extremamente sinfônico e permite que os fãs revivam as memórias de uma jovem banda que tinha acabado de lançar seus dois primeiros álbuns e apresenta vários dos imortais sucessos do EPICA como ‘Cry For The Moon’ e ‘Solitary Ground’. Live At Paradiso está disponível em formato CD DUPLO + DVD DIGIPACK pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Lançamento da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records em um formato muito especial: BOX Digipack c/Slipcase contendo os 4 CDS sob o título We Still Take You With Us (The Early Years)!

CÓPIAS LIMITADAS. Adquira a sua no seguinte link.


Daniel Johns se reinventa em série documental e exposição

Icônico vocalista e líder do Silverchair e o artista australiano mais premiado de sua geração, Daniel Johns faz de sua arte uma busca por projetos cada vez mais mais ousados e pessoais: uma exposição interativa e uma série documental que é um mergulho no processo criativo e como as marcas do passado e os anseios do futuro podem marcar uma trajetória. Essa é uma das facetas mais presentes no mais recente álbum do artista, FutureNever, lançado via BMG. Assista ao primeiro episódio de Inside The Mind of Daniel Johns. Ouça FutureNever.

A mostra, intitulada Past, Present & FutureNever estreia em Melbourne, na Austrália, e vai muito além de uma exposição de objetos históricos da carreira, mas de uma visão experimental do que inspirou Daniel Johns. “Posso dizer sem exagero que Past, Present & FutureNeve’ é o projeto mais ambicioso do qual já fiz parte. Por 45 minutos, as pessoas podem viajar fisicamente no tempo de volta à minha infância e ao FutureNeve’ de uma forma que fornece uma visão maior do meu processo criativo e da minha vida pessoal do que qualquer show ao vivo poderia alcançar. É literalmente uma vida inteira de trabalho e estou mais orgulhoso disso do que qualquer coisa que já fiz”, conta Daniel Johns.

A exposição chega junto do primeiro episódio da websérie documental onde o artista dialoga abertamente sobre problemas como depressão, saúde mental, vícios e distúrbios alimentares de um modo ainda mais intenso e direto do que ele fez em toda sua carreira. Seu último álbum, lançado com o artista internado em uma clínica de reabilitação e indisponível para promovê-lo, provou que a busca por verdade como forma de conexão de Johns com o público surte efeito ao ter liderado as paradas australianas. “Eu não estive lá para promover FutureNever, então para se tornar o sucesso que teve nas paradas é uma prova das pessoas que me apoiaram e sou eternamente grato pelo amor. Provavelmente pela primeira vez na minha vida, sacrifiquei a arte pela minha saúde física e mental. Eu tive um colapso nervoso, eu realmente fiz merda – eu tenho processado a dor e a culpa. Essa série é feita para falar sobre a escuridão, mas também sobre a luz. Esta é uma jornada de cura, mas também preciso falar sobre a música, porque é a única coisa que me ajudou”, diz ele.

Recentemente, Johns anunciou What If The Future Never Happened?, um curta metragem de 30 minutos que mistura ficção científica e fantasia com a própria história do artista, em uma viagem ao começo dos anos 90 e o início da sua carreira. A data de lançamento ainda não foi revelada, mas um trailer já está disponível em seu canal do YouTube. Assista ao trailer What If The Future Never Happened?. Um dos focos do filme são os primeiros anos de Silverchair, que está inativo há alguns anos e quase teve uma pequena reunião para o novo álbum de Johns, mas Ben Gillies e Chris Joannou recusaram o convite. “Eu os chamei não necessariamente por necessidade, mas porque queria deixar claro que não tenho problema algum com eles como pessoas – eu simplesmente não queria mais me apresentar sob o nome de Silverchair, uma vez eu me estabeleci como artista solo. Eu pedi para eles virem de novo e quando eles não quiseram, ficou tudo tranquilo”, revela Johns.

Como líder do Silverchair, Daniel Johns lidera a lista de vencedores do Australian ARIA Awards. A banda lançou cinco álbuns de estúdio entre os anos de 1995 e 2007, todos os quais estiveram em primeiro lugar no ARIA Albums Chart e alcançaram mais de 10 milhões de vendas em todo o mundo. Daniel Johns foi o primeiro compositor da história a ganhar o prestigioso prêmio APRA Songwriter of the Year em três ocasiões distintas, e em 2016 também ganhou um Grammy por co-escrever “Say It”, de Flume com Tove Lo. Sua versatilidade criativa o levou a ser diretor musical da série “Beat Bugs” (Netflix), vencedora do Emmy em 2017.

Em 2003, Johns juntou-se ao produtor australiano Paul Mac para formar o The Dissociatives. Seu projeto colaborativo com Luke Steele (Empire of the Sun), DREAMS, foi lançado em 2018 e apresentado no Coachella e Vivid Sydney. Após estrear solo com Talk em 2015 e se destacar com seu podcast original do Spotify “Who Is Daniel Johns?”, ele adicionou uma nova página na sua trajetória com FutureNever. O novo álbum está disponível em todas as plataformas de música. “Como artista fico entediado muito rápido, então eu quis fazer desse álbum uma aventura para o ouvinte. Eu parei de correr do passado e estou aqui, abraçando ele”, contou ele no lançamento do disco. E isso se mostra com força neste novo projeto audiovisual.


Carioca ProgFestival: 5ª edição, em dois dias, traz bandas em alta na música progressiva

Consolidado como referência nacional na música progressiva, o CaRIOca ProgFestival chega à quinta edição em 2022 e anuncia quatro bandas para duas noites – 30 de setembro e 1º de outubro – no palco do Theatro Municipal João Caetano, em Niterói (Rio de Janeiro). As atrações deste ano são: Jubal Troupe, Anxtron, Ronaldo Rodrigues e Organic Reaction. O CaRIOca ProgFestival 2022, que além de presencial também terá transmissão ao vivo pelo canal BeProg (https://beprog.tv), é uma produção e realização da BeProg (Brasil) junto à LibertArte (Portugal). Em ambas as noites, a casa abre às 19h. O primeiro dia da nova edição (30/9) terá shows da Jubal Troupe e, em seguida, a Anxtron. No dia seguinte, sábado (1/10), o festival apresenta Ronaldo Rodrigues e o Organic Reaction.

As bandas da 5ª edição
Formada em 2003 na cidade de Niterói, Anxtron é rock progressivo instrumental com músicas repletas de solos e improvisos, influenciada pelo pop ao heavy metal, proporcionando distintas atmosferas ao longo das apresentações. A discografia é composta pelo debut Brainstorm e o segundo disco, Jellyfish, além do ao vivo gravado na edição de 2020 do CaRIOca ProgFestival. A Jubal Troupe, formada por cinco músicos, tem a diversidade em seu DNA, desde a pluralidade dos integrantes até o estilo eclético instrumental com base no rock progressivo. O EP de estreia chama Negative Revealed.

A quinta edição do festival traz ao palco o polivalente Ronaldo Rodrigues. O tecladista e compositor carioca que já contabiliza mais de uma dezena de álbuns oficiais lançados, entre trabalhos próprios e participações. Também é crítico musical e escreve periodicamente para os sites Consultoria do Rock e BeProg. Suas bandas, Caravela Escarlate e Arcpelago, figuram entre os principais expoentes da nova geração do rock progressivo brasileiro; integra também o projeto musical multinacional Blue Rumble, contando com músicos da Suíça, Luxemburgo e EUA. Ronaldo também toca teclado para a banda de stoner blues Blind Horse e fez parte da última formação da lendária Módulo 1000.

E, por fim, o 5º CaRIOca ProgFestival traz a Organic Reaction, também do Rio de Janeiro, que foge de rótulos e apresenta trabalho autoral repleto de influências notáveis, que vão do rock progressivo dos anos 70 até o moderno heavy metal. O primeiro álbum Mysteries of the Lost World foi lançado no início de 2021 em todas as plataformas digitais e em CD.

Serviço:
5º CaRIOca ProgFestival
Dias 30 de setembro (sexta-feira) e 1º de outubro (sábado)
Local: Theatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua XV de Novembro, 35 – Centro – Niterói/RJ
Horário: 19h (abertura da casa)
Ingresso: a partir de R$ 45,00
Informações: (21) 3628-6908
Venda on-line


Maieuttica: transitando entre passado e futuro em nova versão de ‘Transição’

Transição sempre foi uma constante na história da banda Maieuttica. Tendo iniciado a sua trajetória no ano de 2011, a banda carioca já transitou entre estilos musicais diferentes, formações, da mídia física para a onipresença do streaming, identidade visual e agora, celebrando os 10 anos de lançamento de Conheça a Ti mesmo, seu primeiro EP, o grupo transita entre passado e presente ao retrabalhar as músicas do referido trabalho, chegando agora ao segundo single dessa nova/velha empreita, dessa vez com a faixa ‘Transição’.

Um dos grandes sucessos do repertório da Maieuttica, ‘Transição’ correu o risco de não estar presente em Conheça a Ti mesmo (2012). Segundo o vocalista Frank ‘Lee’, ‘a música acabou ficando “muito melódica” e, talvez, pudesse destoar demais da proposta bem mais pesada que estávamos entregando inicialmente com o EP. Mal sabíamos que ela, mesmo 10 anos depois, seria ainda nossa faixa mais tocada em qualquer das plataformas digitais, além de ser o refrão cantado mais alto em uníssono pela galera durante nossos shows até hoje. Jamais pensamos naquela época que um dia faríamos uma releitura a deixando ainda mais melódica, com orquestrações, piano, e totalmente sem guturais. Como já bem dizia o Badauí do CPM 22: “O mundo da voltas!” (risos)’.

O EP (Re)conheça a Ti mesmo não é apenas um relançamento, uma regravação do EP original de 2012, mas um reviver, um reestruturar daquela fase tão icônica na carreira da Maieuttica. Para Lucas Lopez, guitarrista, ‘para essa versão atual das músicas, partimos da seguinte premissa: “Se fôssemos nós (da formação atual) que compuséssemos essas músicas nos dias de hoje, como soariam?”… E como somos todos bastante diferentes dentro das nossas influências, com algumas exceções em comum, é certo que o resultado foi bastante satisfatório e original’. A nova versão de ‘Transição’ foi gravada em 2021 com produção de Chris Wiesen, Felipe Stress e Diego Pirozzi, (esse último) um dos produtores da versão original da música registrada em 2012.

‘Transição’ ganhou um videoclipe, que pode ser conferido no link.

Escute ‘Transição’ na plataforma de streaming de sua preferência

Maieuttica é: Allan Sampaio – vocal; Frank ‘Lee’ Lima – vocal; Lucas Lopez – guitarra; Bruno ‘Matilas’ – baixo; Arthur Souza – bateria


Conheça o duo La Palma e ouça a inusitada versão do projeto para “Sangue Latino”, clássico dos Secos e Molhados.

La Palma é um duo musical feito à distância, criado em 2019, por dois velhos conhecidos da cena de DC. O projeto é formado pelos músicos Chris Walker (Que Vive em São Francisco) e Tim Gibbon (Que continua em Washington DC). Trabalhando entre duas cidades, a música de La Palma é criada toda virtualmente, passando gravações para frente e para trás para construir composições texturizadas que extraem do cotidiano sons e experiências. O duo tem 2 álbuns lançados em vinil, La Palma (2019) e Moonflower (2021) e alguns singles lançados no meio do caminho.

Agora, o projeto apresenta uma inusitada versão de “Sangue Latino”, canção brasileira lançada em 1973 pela banda folk experimental Secos e Molhados, um dos grupos mais importantes da música brasileira, que lançou Ney Matogrosso para o público. A canção é muito especial para o Chris, filho de mãe brasileira, que cresceu ouvindo e cantando a música junto com sua mãe. “Sangue Latino é uma música tão especial e complexa. É política e desafiadora, mas vem vestida de renda e seda colorida. Minha mãe tocava para mim quando eu era criança, mas nunca conversamos sobre os artistas ou o significado das músicas, era para ser apreciado puramente por seus sons doces e os sentimentos que a música nos causavam”, comenta Chris. “Gosto muito de música brasileira, adoro o Jorge Ben, principalmente a forma como ele canta, a sua voz e o jeito que ele consegue mudá-la de acordo com o ritmo. A Menina Mulher da Pele Preta é uma das minhas favoritas dele, adoraria passear por dentro dela e tentar remodelá-la para torná-la nossa. Eu sei que seríamos melhores músicos por isso”, complementa o artista.

Sobre o processo da feitura da versão, Tim explica: “O processo criativo foi muito semelhante à nossa abordagem usual. Orgânico é provavelmente a melhor maneira de descrevê-lo. Tive a ideia de gravarmos um cover e quando Chris sugeriu Sangue Latino, acho que nós dois sabíamos que era o único e especial”, comenta. “Depois disso, tornou-se um processo de tentar entender a composição da música e o que a tornava tão emocionante e especial.O Chris passou algum tempo trabalhando na pronúncia das letras, eu passei algum tempo tentando recriar aquele riff de baixo icônico que impulsiona a música. Foram meses de processo pra gente chegar no resultado que achamos ideal.. É como decorar um bolo, como você gira e adiciona camadas de glacê e as suaviza e gira um pouco mais e adiciona mais um pouco até que fique delicioso e lindo”, complementa.

O resultado desta homenagem é uma junção de identidade e memória que se misturam através do tempo. Com sonoridades de folk, psicodelia, tropicália e dub, com uma abordagem quase caleidoscópica da música. Sobrepondo texturas de guitarras elétrica e acústica, um teclado swingado e um vocal aveludado. Uma homenagem a uma banda que extrapolou o imaginário da música popular brasileira e segue relevante no mundo até hoje em dia. Junto com o single, que chega hoje em todos os streamings (ouça aqui), a banda liberou um clipe com clima de verão retro, feito com câmera VHS, confira:

VEJA O CLIPE AQUI

Ouça no seu streaming preferido 

Ficha Técnica:

Realizado, arranjado, produzido, gravado, mixado e masterizado por: La Palma (Chris Walker e Tim Gibbon), em seus home studios, 2022.

Vocais, violão, percussão: Chris Walker

Guitarra, baixo, teclados e Percussão: Tim Gibbon


The Giant Void comemora sucesso de álbum de estreia com show no Sesc Sorocaba

O The Giant Void foi idealizado em Sorocaba/SP em 2021 pelo guitarrista e produtor musical Felipe Colenci e conta com o vocalista Hugo Rafael que é conhecido por ser, desde 2015, o vocalista do Sambô, grupo famoso por misturar elementos do rock e samba. Hugo também participou e venceu o concurso “Jovens Talentos” do Programa Raul Gil do SBT – o que lhe rendeu a gravação de um álbum solo pela Sony Music – e foi um dos finalistas da temporada 2021 do The Voice Brasil. Na bateria do The Giant Void, outro músico conhecido do público, o alemão Michael Ehré, baterista do Gamma Ray e Primal Fear.

Produzido, mixado e masterizado por Felipe Colenci, Thought Insertion, o disco de estreia, foi lançado no ano passado e já agradou logo de cara os principais críticos de rock do país: “Um dos melhores lançamentos do Brasil em 2021” (Alessandro Bonassoli – Roadie Crew); “Thought Insertion é uma obra fenomenal” (Clóvis Roman – Acesso Music); “(…) mais uma incrível banda no cenário metálico… revelação de 2021″ (Alex Silva – Rock Breja); “Uma bela surpresa e mais uma ótima banda brasileira” (Ricardo Seelig – Collectors Room); “Excelente álbum” (Fabian Chacur – Mondo Pop); “(…) metal MUITO interessante… um álbum surpreendente.” (Regis Tadeu). Thought Insertion ainda foi indicado para o Prêmio Dynamite 2022 na categoria “Melhor Álbum de Heavy Metal”.

Entusiasmados com o momento positivo, o The Giant Void já prepara seu segundo álbum. Antes, porém, lançou recentemente dois singles, “Dark Purple Skies” e “Billie Jean”, essa última uma versão pesada para o clássico de Michael Jackson. Para coroar o sucesso de Thought Insertion e a excelente recepção que a banda vem recebendo, o The Giant Void se apresentou no Sesc Sorocaba na última quinta-feira, 08 de Setembro. Desde que foi formada, essa foi a segunda apresentação da banda em sua cidade natal, a primeira aconteceu em Dezembro de 2021 com a estreia o The Giant Void nos palcos quando fizeram um inesquecível show no Teatro Municipal Teotônio Vilella.

Dessa vez, o grupo subiu ao palco do teatro do Sesc Sorocaba para um show totalmente novo, com músicas de Thought Insertion, os novos singles e composições inéditas, que serão apresentadas em primeira mão ao público de Sorocaba. Além de Felipe Colenci e Hugo Rafael, nessa apresentação no Sesc Sorocaba o The Giant Void esteve acompanhado do tecladista Francisco Rangel, o baixista Bil Martins (também vocalista do Hellish War e ex-baixista do Steve Grimmett’s Grim Reaper) e o baterista Marcus Castellani (ex-Manowar). Para ouvir o álbum Thought Insertion nas plataformas digitais, acesse:
Spotify

Deezer

Apple Music

Amazon

Youtube

Assista também os vídeos de “Bite The Bullet”, “Dead End Job”, “Beltalowda” e do novo single “Dark Purple Skies“. Ouça também a versão do The Giant Void para “Billie Jean” do Michael Jackson. A edição física em CD digipack de Thought Insertion está à venda nas principais lojas especializadas do país como Die Hard, Aqualung e So What na Galeria do Rock em São Paulo, além da Woodstock Discos (São Paulo/SP), Heavy Metal Rock (Americana/SP), Underground Cds (Itu/SP), Loja Zeppelin (Porto Alegre/RS), Brutal Store (Fortaleza/CE), Rising Records (Mossoró/RN), entre outras. Para votar em Thought Insertion do The Giant Void para o Prêmio Dynamite 2022 na categoria “Melhor Álbum de Heavy Metal”, acesse.

Mais Informações:
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Grinding Reaction: lançado o vídeo oficial de “Falemos o que não quer ser ouvido”

Uma das bandas mais importantes da cena Crossover/Hardcore Nacional, a Grinding Reaction deu o pontapé inicial em sua nova fase, lançando seu primeiro single com a formação como um trio. Se trata da ótima “Falemos o que não quer ser ouvido”, disponibilizada nas principais plataformas de streaming no último dia 21 de agosto. Mas as novidades não ficaram por aí e, no dia 26 de agosto, foi a vez do lançamento do vídeo oficial da nova música da banda. Lançado em parceria com os canais “Toca Underground”, Metal Mania Beer and Friends” e “CAV – Centro de Audiovisual de São Bernardo do Campo”, o vídeo de “Falemos o que não quer ser ouvido” foi disponibilizado tanto na página da banda no YouTube, como nos canais citados acima, podendo ser assistido aqui através do link.

“Falemos o que não quer ser ouvido” se encontra disponível nas plataformas de streaming, podendo ser ouvido no Spotify a partir do link. Mais pesada, com um maior foco nos riffs, entregando agressividade na medida, uma parte rítmica precisa e concisa, além de uma letra fortemente crítica que coloca o dedo na ferida. Confira abaixo a forte letra de “Falemos o que não quer ser ouvido”:

Falemos O Que Não Quer Ser Ouvido

Povo pobre passa fome

Trabalho pouco resolve

No hospital o doente morre

Na rua o sangue escorre

Políticos roubam contentes

Com um comércio indecente

A quem a Lei atende?

Poder! Pra pouca gente

Silêncio covarde será combatido

Verdade jogada na cara do inimigo

Refrão

Falemos o que não quer ser ouvido!

Revolta oprimidos!

Racismo no Brasil existe

Mulher consciente resiste

A arte nunca vai corromper

Gênero não define carácter

Na Igreja, Cristo, virou um demente

Assassino, cruel e intransigente

Perdoando, quem não se arrepende

O pastor lucra e mente

Silêncio covarde será combatido

Verdade jogada na cara do inimigo

Refrão

Falemos o que não quer ser ouvido!

Revolta oprimidos!

Para saber das novidades da Grinding Reaction, acompanhe a banda em suas redes sociais.

Grinding Reaction: Ricardo: vocal e guitarra; Renato: baixo; Weslley: bateria

Mais informações:

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YouTube

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