Ícone do doom, Pentagram traz turnê de 50 anos a São Paulo em setembro

A resposta norte-americana ao britânico Black Sabbath chama-se Pentagram, banda do norte da Virginia que, após 50 anos de histórias, reviravoltas, superações e perseverança, é igualmente um ícone e nome de respeito do heavy/doom metal mundial. A importante turnê que celebra meio século de serviço à música traz o Pentagram pela primeira vez à América do Sul, com show dia 11 de setembro em São Paulo, no Hangar 110. Os ingressos seguem a venda 0n-line. A banda de abertura é a paulistana de stoner/grunge Grindhouse Hotel, que em breve fará uma série de lançamentos pelo selo Abraxas Records.

O primeiro full length, homônimo (que virou Relentless, nas reedições), saiu apenas em 1985, após 14 anos de atividades e alguns singles e uma demo lançada. Estava sacramentada a sonoridade densa e não raramente sinistra do Pentagram, repleta de riffs metálicos impactantes de uma espécie de hard rock distorcido e psicodélico, alguns solos wah-wah e letras doentias confessionais do fundador da banda, o vocalista Bobby Liebling. Pioneiros do proto-doom, o Pentagram riscou de vez seu nome no hall das bandas lendárias com o álbum seguinte, Day of Reckoning (1987), com verdadeiros hinos heavy doom, amparados por timbres que remetem diretamente ao da guitarra soberana de Tony Iommi da época de ouro do Black Sabbath. A qualidade ainda superior ao do disco de estreia aponta este segundo lançamento como um dos melhores da extensa carreira do Pentagram.

Décadas depois, o culto ao Pentagram foi renovado e a sonoridade desafiadora e instigante da banda chegou a novas gerações, graças ao lançamento em 2011 do documentário Last Days Here. A produção rodou o mundo. Conta a luta de Bobby Liebling contra as drogas e depressão, além de mostrar o reencontro do vocalista com integrantes antigos para trazer de volta a aura dos ‘velhos tempos’. Reabilitado, Bobby foi reagrupado ao Pentagram em 2017 e, desde então, fazem esporádicas turnês pelos Estados Unidos, e agora é a vez da América do Sul. A banda promete shows só de clássicos da persistente carreira. O último disco lançado pelo Pentagram é Curious Volume, de 2015. O nono álbum de estúdio saiu viu Peaceville Recoords e contém tanto material escrito na década de 1970 como outras músicas feitas especialmente para este álbum.

O resultado é uma mistura única – e homogênea – de doom metal moderno com a típica sonoridade psicodélica de décadas passadas. O título é uma referência ao ‘poeta maldito’ Edgar Allan Poe: ‘Curious Volume’ aparece no primeiro parágrafo da emblemática obra literária ‘O Corvo’. A realização do show é da GIG Music e do Hangar 110.

Serviço
Pentagram pela 1ª vez no Brasil
Data: 11 de setembro de 2022
Horário: 18h (portas)
Local: Hangar 110 (Rua Rodolfo Miranda, 110, Bom Retiro, São Paulo, SP)
Classificação etária: 14 anos

Venda on-line

Ingressos:
1º lote – R$ 110,00 – ESGOTADO
1º lote – R$ 150,00 – ESGOTADO

2º lote – R$ 130,00 – pista – meia/promocional
2º lote – R$ 170,00 – mezanino – meia/promocional

*mediante à apresentação da carteira de estudante OU a doação de 1kg de alimento não perecível (menos sal e açúcar), a ser entregue no dia do show.


Tobias Sammet’s Avantasia anuncia novo single ‘Misplaced Among The Angels’

Tobias Sammet está de volta com o seu projeto AVANTASIA e anunciou o terceiro single ‘Misplaced Among The Angels’ que faz parte do antecipado novo álbum A Paranormal Evening with the Moonflower Society. Este é o 9º registro da banda e será lançado no dia 21 de Outubro pela Nuclear Blast. O álbum será lançado no Brasil e na América do sul pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Tobias Sammet comentou o novo single: “Ainda há algumas vozes especiais e artistas com quais eu queria trabalhar; uma delas era a vocalista do Nightwish, Floor Jansen. ‘Misplaced Among Angels’ já estava pronta quando eu a perguntei se ela gostaria de contribuir com a música. Floor disse que conseguia imaginar ela cantando na música, mas ainda não estava certa a princípio como as passagens mais graves combinariam com o estilo de alcance mais alto que ela normalmente utiliza. Mas ela fez uma tentativa e entregou algo maravilhoso. Eu pessoalmente acho que ‘Misplaced Among Angels’ se completa com a voz forte de Floor Jansen e é uma das melhores canções que já criei em toda minha carreira”.

A Paranormal Evening with the Moonflower Society apresenta onze músicas mágicas e ponderosas com inúmeros artistas convidados. Uma aventura que cativa a audiência com frescor, sofisticação e encanto. O álbum foi produzido por Tobias Sammet e o guitarrista do AVANTASIA, Sascha Paeth. A arte da capa ficou por conta do artista sueco Alexander Jansson. Assista o clipe aqui de “Misplaced Among Angels”.

A Paranormal Evening with the Moonflower Society
Tracklist:
1. Welcome to the Shadows
2. The Wicked Rule the Night
3. Kill the Pain Away
4. The Inmost Light
5. Misplaced Among the Angels
6. I Tame the Storm
7. Paper Plane
8. The Moonflower Society
9. Rhyme and Reason
10. Scars
11. Arabesque
Duração: 53:58min
AVANTASIA live:
19.08. CZ Moravsky Krumlov – Rock Castle
26.08. DE Coburg – Schlossplatz
03.09. DE Gelsenkirchen – Nine Lives Open Air Festival

SOBRE AVANTASIA:
AVANTASIA é uma banda formada apenas por astros do rock liderada pelo escritor, compositor e vocalista Tobias Sammet (EDGUY) que lançou seu oitavo álbum Moonglow pela Nuclear Blast Records no dia 1 de Fevereiro em 2019 e emplacou a primeira colocação de álbum mais vendido na Alemanha e alcançou posições significativas em outros 17 países da Europa além da Asia e nas Américas. Com todo este sucesso Mundial AVANTASIA embarcou numa turnê extensa de 10 meses pela Europa, Rússia, Ásia, Austrália, América do Sul e do Norte. Desde que a banda começou em 1999, o AVANTASIA teve em seus álbuns diversos músicos internacionais citando aqui alguns memoráveis como Alice Cooper, Klaus Meine e Rudolf Schenker (SCORPIONS), Sharon Den Adel (Within Temptation), Bruce Kulik e Eric Singer (KISS), Eric Martin (MR BIG), Biff Byford (SAXON), o ex-líder do TWISTED SISTER Dee Snider e muitos outros.

Mais informações:
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Soilwork lança novo álbum Övergivenheten

O SOILWORK está de volta com seu 12º álbum de estúdio, que representa o crescimento da banda e sua atual fase de vida, que é marcada por um período que provavelmente ninguém neste planeta esquecerá tão rápido. Diferente dos álbuns anteriores, o processo de criação do Övergivenheten foi bem demorado e é uma representação clara do estado emocional dos caras do SOILWORK. Gravado no Nordic Sound Lab em Skara, Suécia, novamente com o produtor Thomas “Plec” Johansson (que também produziu os dois últimos trabalhos da banda), Övergivenheten foi escrito e gravado em três sessões entre janeiro e dezembro de 2021. Não havia nenhuma pressa para terminar o álbum, o que significou por outro lado que a banda foi capaz de refletir sobre sua música e saborear o processo de criação do álbum.

Musicalmente, Övergivenheten continua com o legado do SOILWORK dos últimos anos. O objetivo foi fazer que o álbum soe o mais orgânico possível e por isso, entre outras coisas, foram incorporados às músicas elementos acústicos, o que ajudou a tornar a experiência sonora a mais íntima e genuína possível. O álbum pretende dar a sensação de estar no meio do processo de criação da energia e sentir a atmosfera. Para construir essa experiência e, sobretudo, dar ao ouvinte essa sensação de estar bem no centro do ambiente criativo da banda, era preciso alcançar um novo nível de equilíbrio, algo que as circunstâncias externas dificultavam, principalmente devido à situação global.

Não ser capaz de fazer o que toda banda gosta de fazer, que é tocar ao vivo para seus fãs, e ficar preso em um círculo íntimo bem pequeno, acabou sendo bem mais difícil do que o esperado. A pandemia influenciou a banda em mais de uma maneira. No entanto, em relação ao álbum, também foi um tipo de inspiração. Cada membro da banda percebeu os últimos dois anos de forma diferente em termos de limites e desenvolvimento pessoal. Todo esse novo entorno influenciou na criação do álbum. A inspiração que cada membro da banda sentiu pode ser ouvida claramente nas novas músicas. O vocalista Björn “Speed” Strid se desenvolveu liricamente e não escreveu apenas sobre sua percepção pessoal e sobre a sua experiência, em Övergivenheten, ele fala muito mais do ambiente, refletindo sobre o exterior, incluindo as impressões externas.

Övergivenheten pode ser traduzido como O Abandono e descreve perfeitamente o tema geral do álbum: estar cercado pelo pensamento de ser abandonado ou mesmo de abandonar os outros. O álbum lida com esses pensamentos mais sombrios que moldaram a própria banda e afetaram o processo de desenvolvimento do álbum. As lutas pessoais se alinharam com as dificuldades sociais fora da banda.

Devido à pandemia, todos tiveram as “pernas cortadas fora”, ficando difícil bloquear a energia negativa do ambiente para criar novas músicas com um tom alegre. O processo de composição do guitarrista David Andersson foi amplamente influenciado por pensamentos sombrios usados ​​como uma fuga para lidar com as dificuldades diretamente relacionadas à ansiedade, e isso também ressoa nas letras que ele escreveu. Em termos de equilibrar a escuridão das letras de David, Björn aportou seu próprio ponto de vista. Como eles tem um relacionamento intenso que já dura vários anos, a música é a linguagem comum que os coloca no mesmo nível, apesar de estarem em diferentes fases da vida. E isso pode ser amplamente percebido em Övergivenheten.

Övergivenheten também marca a estreia em estúdio do novo baixista Rasmus Ehrnborn e seu sangue fresco adicionou uma nova dimensão à banda. O SOILWORK não vai vacilar e continuará a dar rédea solta à sua criatividade, por um lado, compartilhando e processando suas experiências pessoais e, por outro, dando a seus fãs o que eles querem: música honesta tentando criar um retrato real da vida! Um lançamento da parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records. Adquira sua cópia aqui.


Hollywood Undead lança seu oitavo álbum de estúdio, Hotel Kalifornia

A Hollywood Undead lança seu oitavo álbum de estúdio. Hotel Kalifornia é um pesado e reflexivo trabalho sobre as desigualdades sociais no estado natal da banda, a Califórnia. O trabalho chega junto de um lyric video para “Hour Glass”. Ouça Hotel KaliforniaAssista ao lyric video “Hour Glass”. “Estávamos em um mundo de merda”, reflete Johnny 3 Tears. “As oportunidades para o fracasso eram muito maiores que as de sucesso, com traficantes e gangues. Fizemos algo especial juntos por causa de todas as dores que vieram de todas as nossas experiências”. “‘Hotel Kalifornia’ me traz de volta a uma época em que tudo o que importava era a música”, completa J-Dog.

Fazendo uma mescla de rap, hard rock e alternativo, a banda é formada também pelos MCs Charlie Scene, Funny Man e Danny. Iniciada em 2005, a Hollywood Undead já é um dos nomes mais consolidados de sua cena. Seu álbum de estreia, Swan Songs (2008), chegou ao disco de platina. Em 2011 conquistaram o 4º lugar no Top 200 da Billboard com American Tragedy. Dois anos depois, com Notes from the Underground continuaram a escalada de sucesso chegando ao 2º lugar. Day of the Dead (2015) e Five (2017) trouxeram o total de streams do grupo para mais de 1 bilhão e New Empire Vol 1 e New Empire Vol 2, ambos de 2020, viram esse número dobrar. Pegando a estrada para uma longa turnê, a Hollywood Undead se prepara para criar mais um capítulo nessa história com um álbum novo. Com produção de WZRD BLD, Erik Ron e No Love For The Middle Child, Hotel Kalifornia está disponível em todas as plataformas de streaming de música via BMG.

Assista ao clipe de “Chaos

Assista ao lyric video “Wild In These Streets

Confira o visualizer “City of the Dead

Assista ao visualizer de “Trap God


Social Breakdown lança videoclipe de “Karma”, faixa faz parte do novo EP da banda

A Banda Social Breakdown lança o novo EP Karma, 5º registro de estúdio da banda e o primeiro em parceria com o selo Rio do Meio Records. O EP Karma é composto de duas faixas em inglês e outras duas em português, mostrando esse novo momento da banda com uma linha musical mais puxada para o Hardcore Californiano anos 90 início dos anos 00. As gravações aconteceram no estúdio The Box no Guarujá, gravado e mixado por Patrick L. A. Silva, em Fevereiro de 2022. “Karma” é a primeira música de trabalho e vem acompanhada de videoclipe. A Direção fica por conta do Rodiney Assunção e do assistente Felipe Duarte. Assista.

Na faixa de abertura “Nevermind”, a porrada já come solta, riffs marcantes, refrão contagiante e com uma letra que questiona sobre quais assuntos são realmente relevantes para se levar em conta e se estressar. A segunda faixa é a que leva o nome do EP. “Karma” não fica atrás e mostra que beberam da fonte o Hardcore melódico com muito peso e melodia na mesma música. A faixa ainda conta com a participação nos vocais de Juliano Amaral das bandas Old Rust/Blackjaw.

A terceira faixa se chama Me Vs Me, faixa em inglês com uma linha skate punk misturando agressividade e melodia tanto nos vocais quanto no instrumental. No EP ainda temos o Bônus Track: “Não Sou obrigado”, faixa que conta com a participação da vocalista Let Beck da banda Kebrada HC, faixa essa que saiu na coletânea “Delírio Comunista. Escute Karma.


Frank Almendra (Avalon), lança debut autointitulado de seu projeto, CRIMSON FOXES

Depois do lançamento de três singles como prévia (ouça-os aqui), todos bem recebidos pela mídia e público, o Crimson Foxes, projeto do brasileiro radicado nos Estados Unidos, Frank Almendra (Avalon), chega ao seu primeiro álbum completo. O trabalho autointitulado marca o retorno público e definitivo de Frank à música, trazendo como mote o Classic e o Hard Rock. “Esse álbum para mim é uma volta as origens. Eu cresci ouvindo as bandas de Rock dos anos 70: Zeppelin, Deep Purple, Sabbath, Aerosmith, Kiss, UFO e muitas outras. O Crimson Foxes é um projeto que remete a essas influências com uma pegada um pouco mais moderna, afinal estamos em 2022”, diz o músico, cantor e compositor, que hoje reside em Austin, no Texas.

Crimson Foxes tem sido moldado nos últimos anos, e além de tocar e cantar, Frank convidou diversos outros vocalistas para participar do disco. Pietro Gubernari (Hard Eight), Tomi Temp (Mon Roe), Marcel Ribas e Anton Parr (Buffalo Theory MTL, ex-Avalon) gravaram suas vozes para o trabalho. Anton curiosamente substituiu Frank quando ele saiu da clássica banda brasileira de Heavy / Thrash Metal, Avalon. O disco também traz o guitarrista Andre Bastos (Twilight Aura, ex-Angra) na faixa “Walking Back Home”.

“Me fez um bem enorme voltar a compor e escrever essas músicas, tanto que elas vieram tudo de uma vez só e em grande velocidade. Em menos de 2 meses eu fui perceber que tinha material para quase dois álbuns”, complementa o músico, que integrou o Avalon nos anos 80 / 90 e gravou os icônicos “Stop The Fire”, split álbum ao lado da banda Megahertz, lançado pela Cogumelo Records, “Old Psychotic Eyes” (1992) e “Incognito” (1994), ambos lançados pelo selo Encore Records. Na banda, Frank atendia por Ico Almendra.

Crimson Foxes foi feito na melhor forma DIY (do it your self, o famoso ‘faça você mesmo), tendo toda gravação, mixagem, masterização e produção do próprio Frank Almendra. A exceção ficou por conta da belíssima capa, que ficou a cargo do renomado Alcides Burn, da Burn Artworks, que trabalhou com nomes como Toxik, Krisiun, Nervosa, entre outros. Ouça o single.

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Aventhur: banda inicia gravações do seu primeiro álbum

A AVENTHUR iniciou no dia 27 de junho as gravações do seu primeiro álbum de trabalho, Fractured Memories, diretamente do estúdio Fusão, em São Paulo, sob os cuidados do produtor, Thiago Bianchi. O vindouro trabalho conterá 10 faixas com fortes influências de Angra, Symphony X e Dream Theater (em especial o terceiro disco, “Awake“). Para mais informações sobre as atividades da banda AVENTHUR e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail.

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Ouça “The Twin Of Icon”, uma releitura, pela perspectiva do Warshipper, da música do Bywar

Prestes a completar 12 anos de carreira, o Warshipper vive seu melhor momento. Lançado em Agosto de 2020, Barren…, terceiro e mais recente álbum do Warshipper, é uma obra da arte grotesca com traços de genialidade. São aqueles raros momentos onde um artista parece planar sob um tempo futuro, dando início a novas vanguardas. Tal definição é sustentada pela excelente repercussão que o disco obteve na imprensa especializada. Na votação segundo os redatores da Roadie Crew, Barren… foi citado entre os “Melhores de 2020” por cinco diferentes colaboradores. Já na votação segundo os leitores da revista, o Warshipper apareceu em três categorias: “Melhor Vocalista Nacional”, “Melhor Baterista Nacional” e “Melhor Baixista Nacional”. Barren… também apareceu em outras listas de “Melhores do Ano” como no blog Combate Rock do UOL, Metal Mind Reflections, Rock Master, Rock Breja, Resenhando, Goblin TV, Mundo Metal, etc.

Recentemente os fãs do Warshipper também puderam revisitar o passado da banda, mais especificamente os dois primeiros álbuns, Worshipper of Doom de 2015 e Black Sun de 2018, que foram reunidos em um luxuoso CD duplo digipack lançado pela icônica gravadora Heavy Metal Rock com o título Past Essentials. E ainda falando sobre passado, o novo single do Warshipper chama-se “The Twin Of Icon” e trata-se, na verdade, de uma regravação da música do Bywar, a antiga banda do vocalista/guitarrista Renan Roveran. A versão foi gravada no estúdio Casanegra em São Paulo com produção de Rafael Augusto Lopes e a capa é assinada pelo designer Manoel Hellsen.

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Entre outras novidades, o Warshipper tem mantido uma agenda de shows bastante movimentada. Os próximos compromissos da banda nos palcos são: dia 18/09 na Av. Paulista em São Paulo/SP e dia 08/10 no Esgoto Bar em Piracicaba/SP ao lado do Hammathaz e Funeral Sex. O Warshipper é formado por Renan Roveran (vocal/guitarra), Rodolfo Nekathor (baixo), Rafael Oliveira (guitarra), Theo Queiroz (guitarra/bateria) e Roger Costa (bateria).


Crucifixion BR: Banda abre oficialmente sua agenda de shows para 2022 e 2023

Apesar da pandemia, o ano de 2020 e 2021 foi de produtividade para os paulistanos da banda Crucifixion BR, que tiveram seu segundo álbum de estúdio lançado em 2021 via Shinigami Records, seguido de dois videoclipes e um lyric vídeo para promoção e divulgação do álbum, pois ficaram impedidos de sair em turnês para divulgar o mesmo. Após o lançamento e ótima recepção do álbum Human Decay, a banda de Blackened death metal está pronta para colocar sua brutalidade nos palcos depois do período impedida pela pandemia, visando ampliar a divulgação dos seus atuais e vindouros materiais, bem como organizar uma turnê pelo país e retorna à Europa em 2023.

Datas:

06/08 – Casa Rock – Campinas/AP

27/08 – Tribo’s Bar – Maringa/PR

17/12 – Esgoto Bar – Piracicaba/SP

A baterista Juliana Novo comentou: ” …Chegou o momento de podermos divulgar o nosso álbum ao lado do público presencialmente, e estamos cada vez mais ansiosos para que isso aconteça. Foi gratificante todo apoio durante a fase mais crítica da pandemia onde os festivais virtuais nos presenteavam com o gostinho de estar próximos dos amigos, fãs e bandas dos quatro cantos do mundo dividindo aquele momento incrível. Logo logo estaremos com todos vocês…”

Pioneiros do blackened death metal, o Crucifixion BR está completando 26 anos de carreira em 2021! Originalmente formada em 1996 na cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, o Crucifixion BR transferiu-se para a capital Porto Alegre até se radicar em São Paulo a partir de 2016. Transições localizacionais para a manutenção de um objetivo único: fazer sua música chegar a cada vez mais headbangers! Assista “My Savior“. Assista “A Few Lies of Your Whole Light“.

Sucessor do aplaudido Destroying The Fucking Disciples Of Christ (2014), Human Decay é o segundo álbum do Crucifixion BR e assim como o disco foi gravado no Estúdio Hurricane em Porto Alegre com produção do vocalista/guitarrista Maxx Guterres e do uruguaio Sebastian Carsin. O álbum conta com duas participações super especiais, André Rod do Attomica na faixa título Human Decay e da lenda Dave Ingram (Benediction, ex-Bolt Thrower) em “Bloody Fire Victory”. A arte de capa de Human Decay é assinada por Romulo Dias (Shaman, Edu Falaschi, Alírio Netto). Além da versão em CD, Human Decay também se encontra disponível para apreciação em todas as principais plataformas digitais.

Tracklist:
01 – Open The Gates, Blasphemy Returns
02 – Human Decay
03 – Confirmed Execution 666
04 – Annihilation And Victory
05 – Chaos Of Morality
06 – A Few Lies Of Your Whole Light
07 – Into The Abyss
08 – My Savior
09 – Bloody Fire Victory
10 – Passage
11 – Insanidade Bestial
12 – The Final Chapter

Acompanhe todas as novidades do CRUCIFIXION BR:

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Rubah abre caminhos para disco autoral com o single/clipe “Dinossauro”

Faixa do músico mineiro chegou às plataformas digitais em 29/7, preparando o terreno para o disco Origem, que será lançado no ano que vem; trabalho traz mistura entre rock n’ roll e referências do jazz e da música africana. “O disco respira o alívio da superação e a possibilidade de retorno da vida, quase como um grito, um gozo”. É assim que o músico mineiro Edgard Leite, mais conhecido como Rubah, avalia o primeiro álbum autoral da carreira, “Origem”, concebido após a pior fase da pandemia que assola o mundo inteiro há mais de dois anos. Antes do disco, ele lança o single/clipe “Dinossauro”. Conhecido por um trabalho calcado no rock do interior, fora do eixo Rio-São Paulo, o bluesman Rubah agora alarga horizontes, dialogando com o jazz, a música brasileira e a música africana: tudo muito bem inervado pelas guitarras graves e altas. Assista ao clipe de “Dinossauro“.

Com longa estrada pelo rock nacional, tendo dezenas de trabalhos com outras bandas, “Origem”, o primeiro disco solo de Rubah, chegará ao público após o músico mineiro lançar dois EP’s durante a pandemia. Encruzilhada (2020) e Libertad (2021) expõem parte das angústias humanas relacionadas às privações de liberdade e ao medo — fruto da maior crise sanitária deste século. O single “Quarantine” (veja o clipe), embalado por riffs pesados do bom e velho rock n’ roll, resume bem esse cenário, ao abordar uma realidade onde está “tudo fechado / todo mundo cansado”, em alusão às restrições pandêmicas. “A nossa preocupação, assim como de toda humanidade, se voltou para os cuidados com a saúde, a vida, os amigos, familiares, pessoas mais próximas. A música estava presente, mas não sentíamos o clima favorável ao disco. Agora é o momento”, sintetiza Rubah.

O primeiro álbum encorpado de Rubah teve tratamento de primeira linha, gravado no estúdio Full Time, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, onde nomes como Milton Nascimento e Djavan também registraram suas vozes. A pré-masterização foi realizada em Barcelona, na Espanha, por Fernando Delgado, que assina produções de Djonga, Baianasystem, Francisco, el Hombre e Zeca Baleiro. E a masterização aconteceu em Los Angeles, nos Estados Unidos, sob a batuta de Bill Stevenson. A produção é toda de Rubah, com arranjos, principalmente as criações de cordas, sob condução de Rone DMZ. “A experiência de gravação no estúdio Full time me permitiu conhecer o Fabiano, um cara super jovem, e um profissional muito antenado. Convidei ele para mixar junto comigo, somando com minhas ideias, deixando eu interferir. Através do Fabiano, conheci o Fernando Delgado, que me impressionou pela linguagem da produção musical, muito pouco de rock, mas muito de música brasileira”, destrincha Rubah.

As nove músicas do disco, incluindo o single “Dinossauro”, que será lançado no próximo dia 29, irradiam o rock com pegada punk de Rubah, mas se abrem ao jazz, à música africana e à MPB, ampliando a riqueza harmônica do disco. “Tive a oportunidade e a liberdade de experimentar mais, de trazer o jazz, a música africana, e de pesar bastante nas guitarras e timbres. Nosso primeiro single, ‘Dinossauro’, talvez seja a música mais pesada que lancei, fala dos dramas da humanidade e de superar a mentalidade retrógrada e conservadora do passado. Ao mesmo tempo, fiz uma música para minha filha, tem uma música de amor, ‘Amour’, com uma parte em crioulo, num francês bem haitiano, um blues bem amargo, jazz, enfim, transitamos por onde nossos sentimentos se expressam”, avalia Rubah. O lançamento do single “Dinossauro”, será acompanhado de videoclipe, assim como as músicas “Ana Laura”, com lançamento marcado para 4 de novembro, e “Jazz”, todas com produções visuais trabalhadas e dirigidas por Emanuel Kaauara. O álbum completo estará disponível em formato de CD e vinil, em maio do ano que vem, e também nas principais plataformas digitais de streaming.

Sobre Rubah

Edgar Leite de Oliveira, o Rubah, vem se consolidando na cena do rock nacional, tendo passagens por diferentes projetos e bandas. Foi vocalista e fundador da banda MISERICORE (1999), com a qual gravou os discos Cidadão Perfeito (2001) e Misericore (2004); vocalista e fundador da banda Meka (2007); e baixista da banda Dops (2012). Com identidade musical que resgata a tradição dos bluesman e uma sonoridade única de rock do interior, longe dos vícios das capitais, Rubah vem conquistando cada dia mais público.

Em carreira solo, lançou o EP Encruzilhada (2020), gravado no Estúdio Delírio Graba, em Buenos Aires, assinado pelo renomado produtor argentino Ivan Caplan. O segundo EP, Libertad (2021), foi lançado simultaneamente no Brasil, Cuba, Argentina, México e Itália, sob a produção de Jorge Guerrero (Elza Soares, Sepultura, Pitty, Cachorro Grande, Matanza, Dead Fish). Os 11 clipes lançados atraíram público de mais de 500 mil pessoas: confira o canal de Rubah no YouTube neste link.

Ruban lança o single/clipe “Dinossauro”
Veja o clipe aqui
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