Otacílio Rock Festival anuncia Child O’ Flames no cast de 2022

A Child O’ Flames foi confirmada como uma das atrações do 15° Otacílio Rock Festival, um dos eventos mais tradicionais de metal do Brasil. A edição de 2022 acontece nos dias 05 e 06 de março no Parque De Exposição Cambara, em Otacílio Costa, Santa Catarina. A venda de ingressos começa nos próximos dias. Entre outros nomes confirmados, estão bandas como Icon Of Sin, Royal Rage e a lendária The Mist. A tradicional banda Child O’ Flames lançou recentemente o single “Raise the Flames”, composição inédita que marcou a estreia oficial da atual formação do grupo. A Child O’ Flames é formada atualmente por Thiago Acantara (vocal), Cesar Augusto e Luis Ferraz (guitarras), Felipe Borges (bateria) e Felipe Gusinski (baixo).

A faixa “Raise the Flames” foi gravada no MGC Estúdio, uma referência em produção musical comandada pelo experiente Marcelo Gelbcke, que produziu bandas como Landfall e Icon of Sin. A mixagem e masterização ficaram a cargo de Adair Daufembach, que trabalhou com nomes como Tony MacAlpine, Project 46 e no mais recente álbum solo de Kiko Loureiro (Megadeth). O produtor Adair Daufembach comenta o trabalho desenvolvido pelo grupo: “É um metal sueco/americano, que nem o Soilwork, que é uma banda sueca que agrada pra caramba o mercado americano. Acho impressionante esta influência, pois parece genuinamente uma banda de fora”, afirma. Além da música, disponível em todas as principais plataformas de streaming, a banda lançou um videoclipe para o single, que ultrapassou a marca de 13 mil visualizações no Youtube.

Durante sua jornada, a Child O’ Flames se apresentou nos grandes palcos do Brasil, tocando ao lado de monstros da música pesada mundial como Grave Digger, Exodus, Sepultura, Biohazard, Suicidal Tendencies, Tristania, Misfits, entre tantos outros.


Facção Caipira revisa 10 anos de história no EP com versões remix

Já foi dito por aí que o remix é uma forma diferente de contar a mesma história e isso é 100% certo. Poucos sabem, no entanto, que o ato de aumentar e modificar gravações já feitas surgiu por conta da necessidade de economizar e improvisar por parte de produtores que não tinham grana suficiente para pagar todos os músicos repetidas vezes no estúdio. Com o tempo, o que era gambiarra passou a ser ferramenta indispensável para mostrar que um artista tem capacidade de trafegar em vários campos, terrenos e estilos. Se nos anos 1980 e 1990 o remix era exclusivamente eletrônico e dançante, posteriormente ele se tornou mais experimental e diverso. Como tudo ficou mais fácil em termos de dominar a tecnologia, cada vez mais ficou necessário ter bom senso e bom gosto na hora de reprocessar a própria música ou a música alheia.

Agora é a Facção Caipira que está pronta para esta aventura. Com dois discos e um EP no currículo (Facção Caipira, 2012; Homem Bom, 2015 e Do Lugar Onde Estou Já Fui Embora, 2019), o grupo não teve pudores em abrir seu pequeno — mas consistente — baú de composições e arregaçar as mangas e solta, via Toca Discos, um registro só de remixes. Ouça aqui. Este EP é como uma revisão da gênese da banda. Se a discografia da banda é ainda pequena, é possível encontrar duas fases bem distintas nos quase dez anos de carreira da Facção.

A inicial, mais próxima de uma versão moderna e alternativa de blues e a atual, em que o grupo se entrega a fórmulas de rock indie com ótimas melodias e guitarras. Sendo assim, canções de ambas as fases estão presentes nesse feixe de remixes/releituras. Mas o grupo não se limitou a apenas remodelar as canções. Convidou vários colaboradores para participar deste reprocesso, conseguindo resultados que refletem muito mais a pluralidade de possibilidades. Estão presentes Juliana Linhares, Julico, Duda Brack. Nicole Cyrne, Iolly Amâncio, Kadu Parente, Vitor Milagres e Ludi Um, que se juntam a Jan Santoro (voz/resonator), Renan Carriço (bateria) e Câmara (baixo). A partir disso, eles transformam e abrem inúmeras possibilidades para um repertório composto por sete canções. Ao todo são sete remix, de todas as fases da banda, produzidos sempre pela Facção Caipira junto à crew Rev Beats.

Rev Beats e passado revisado
O coletivo dos beats nasceu dentro do estúdio Toca do Bandido e é responsável pela incursão eletrônica em meio ao blues stoner brega folk rock ou qualquer outro rótulo que caiba na inventiva e ímpar sonoridade produzida pelo trio. Foi neste momento de pandemia que o trio enfim desacelerou — sem nunca parar — e olhou para o passado, no intuito de pensar o futuro. Neste processo, ainda nos primeiros meses de isolamento social, a Facção Caipira realizou sessions on-line, o germe deste projeto: revisitar os quase 10 anos de banda a partir de um toque moderno, que é o incremento de elementos eletrônicos em algumas músicas.

Ficha técnica do EP
Produção musical, Mixagem e Masterização por Rev Beats e Raphael Dieguez (@revbeatsoficial, @raphaeldieguez & @callidotmusic)

Engenharia de áudio: Estúdio Toca do Bandido (@estudiotocadobandido)

Distribuição digital: Altafonte Brasil

Produção Executiva: Ruan Forecchi (@graunaproducoes)

Selo: Toca Discos

Capa: Denis Mello

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RICKY DE CAMARGO: concluídas gravações do videoclipe de “Relentless”

O guitarrista, RICKY DE CAMARGO, finalizou as gravações do videoclipe de “Relentless“, no ultimo sábado em Sorocaba, no @guazzellihomestudio. A gravação contou com @AndreLuckner na bateria e direção de @guazzellirafael. Paralelamente, o músico confirmou que a mixagem e masterização do álbum foram concluídas no estúdio, Silent Valley (@silent_valley_studio), sob a produção de Thales Statkevicius (@thales_stat). O músico também divulgou um show agendado para dia este domingo, dia 23 de janeiro no @gazometrorockbar.

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Dupla irlandesa Movment lança novo álbum sombrio e atmosférico

A banda irlandesa de rock alternativo Movment acaba de lançar seu novo álbum Transformation. Embora as guitarras e o baixo estejam no centro de seu som, é difícil ignorar a eletrônica que se infiltrou no núcleo do Motion. Uma investigação sobre a viagem ao Grande Rio Negro que nos espera, para onde vai, ninguém sabe… Mais cedo ou mais tarde, todos nós temos que entrar. Estamos sempre em suas margens. É uma viagem inevitável. Todos nós temos que ir. Todas as 10 faixas foram gravadas no End of Light Studios, Mullingar, Irlanda e mixadas em Milocco, Londres. A faixa-título do álbum “WE ALL MUST GO”, também está disponível em um novo videoclipe.

Os movimentos são mais escuros que a luz, mais fortes que fracos, mais diretos. O movimento faz observações sobre a vida e o viver. Eles querem dizer o que dizem. Há uma divergência na sociedade. O novo álbum Transformation explora essa situação. Somos bombardeados com informações, opiniões, pontos de vista e palavras. Nós nos afogamos em ideias, soluções, propaganda. Deve haver uma TRANSFORMAÇÃO de onde estamos agora. Explorar quem somos. O movimento já passou por isso antes. Eles examinam como deveria ser. Sua hora é AGORA! Não há nada que não possamos fazer!

Transformation:
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SACRIFIX comemora fechamento de ciclo com novo vídeo!

Um dos grandes representantes do Old School Thrash Metal paulistano, SACRIFIX, comemora o fechamento do ciclo de divulgação de seu álbum de estreia World Decay 19, lançando o vídeo para sua faixa título. Gravado por Fábio Hoffman no Rocks Studio, em São Paulo, produzido e editado por Frank Gasparotto, foi concebido no primeiro ensaio presencial com a formação completa da banda contando com Frank (vocal/guitarra), Kexo (baixo) e Gustavo Piza (bateria) devido a todas as restrições pandêmicas dos meses anteriores que dificultaram um encontro prévio.

“Eu e o Gustavo Piza (bateria) já tínhamos ensaiado uma vez juntos antes, de onde saiu nosso outro videoclipe para a faixa “Let Him Die”, com nosso baixista Kexo de forma remota por conta da pandemia. Mas agora, com toda a banda junta, foi um momento realmente especial para todos, pois nos divertimos muito e mal conseguíamos parar de tocar. O áudio é uma versão demo misturada com alguns trechos do ensaio”, comenta Frank Gasparotto. Assista “World Decay 19” aqui. “Lançar o vídeo para a faixa título do álbum é uma forma de fecharmos o ciclo de divulgação de uma forma cíclica.

A letra de “World Decay 19″ reflete a realidade atual do mundo, embora ela tenha sido escrita há mais de um ano pouca coisa mudou no cenário mundial. Não se trata exclusivamente da pandemia, mas sim de todos os conflitos armados, guerras civis, morte e destruição que acontece no mundo. Muitas crianças estão crescendo sem seus pais, muitos pais estão perdendo seus filhos em guerras estúpidas e os governantes mundiais cada vez mais ricos. Enquanto isso, pessoas perdem tempo defendendo esses políticos, sejam de direita ou esquerda! Sério, é muita coisa para nos revoltarmos!”, finaliza Frank. Com esse ciclo encerrado, a banda agora está em processo de composição, gravação e lançamento de um EP e na sequência um novo álbum, onde em breve mais Old School Fuckin’ Thrash Metal será despejado pelo mundo! Aguardem mais novidades para breve!

Mais informações:

O SACRIFIX não tem a intenção de ser apenas “mais uma” banda no meio de milhares de outras no segmento Thrash Metal em nosso país, mas sim mostrar como fazê-lo da forma mais intensa, vigorosa e violenta possível, respeitando os primórdios do estilo sem frescuras e/ou estrelismos. Sua sonoridade é baseada totalmente na crueza e rispidez do lado mais clássico do Thrash Metal, sem invencionismos e com letras inspiradas em guerras, ocultismo, críticas sociais, questões existenciais, religião e violência. Fortemente influenciado pelos primeiros trabalhos de bandas como Megadeth, Annihilator, Slayer, Sodom e Kreator, lançou em 2021, via parceria das gravadoras Thrash Or Die Records e Rapture Records, seu elogiadíssimo álbum de estreia World Decay 19.

Formação: Frank Gasparotto – Vocals/Guitars; Kexo – Bass; Gustavo Piza – Drums

Discografia:

“Sacrifix” (Single/2020)
“Escape” (Single/2021)
World Decay 19 (Album/2021)
“Living In Hell” (Single/2021)
“Let Him Die” (Single/2021)
“World Decay 19” (Single/2021)

Ouça SACRIFIX em:

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Bandcamp
Deezer
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Mídias Sociais:

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CARNIÇA: com novo baixista, banda gaúcha divulga nova música e detalhes de seu quinto disco

São mais de 30 anos de estrada, praticamente ininterruptos (a banda teve um hiato entre 2004 e 2008), sempre lançando material, inicialmente demos e um split. Já na segunda metade de sua existência, a banda Carniça, oriunda de Novo Hamburgo/RS, nunca produziu tanto. De 1999 pra cá, o quarteto gaúcho chega ao seu quinto disco de estúdio, que será lançado no final do primeiro semestre de 2022 e terá o título de A New Medium Ages. Essa produtividade, fez com que a Carniça se tornasse um dos principais expoentes do Metal extremo gaúcho atual, onde ela faz uma mescla tradicional entre o Death e o Thrash Metal. Entre as novidades, está a entrada do baixista Kaue Müller (Soul Torment, ex-Beermones, Imortal Perséfone, Férvoa, Névoa e Psycophobia), que entra para somar e já fez parte das gravações.

Outra novidade ficou por conta da nova música que a banda disponibilizou como prévia. Trata-se de “País Sem Salvação”, primeiro lyric vídeo divulgado e segunda faixa disponibilizada de A New Medium Ages, já que a banda soltou em 2020 o single “Dogs Of War” no formato de ‘quarentine sessions’ (confira aqui). Ouça e veja o novo lyric vídeo de “País Sem Salvação” no link. A New Medium Ages foi gravado nos estúdios Chronos Sound, 2×2 Drumstudio e Sixtrings Homestudio entre abril de 2021 e janeiro de 2022, com produção da própria banda. O álbum foi mixado no From Hell Studio, por Henrique Fioravanti e a capa ficou por conta de Alcides Burn, da Burn Artworks, que já trabalhou com nomes como Slayer, Nervosa, Krisiun, Headhunter D.C., entre outros. Fúria e técnica são características fundamentais da Carniça, que, desde seu álbum anterior autointitulado traz algumas faixas cantadas em português. Outra rotina em trabalhos da banda é finalizar com um cover e desta vez, o Iron Maiden é o homenageado com uma versão matadora de “Powerslave”.

Tracklist:

Intro / Dogs of war

País sem salvação

Command

A new medium ages

You are dead

Sexual perverted

World demise

Powerslave (Iron Maiden cover)

A New Medium Ages será lançado em parceria com os selos Heavy Metal Rock, Extreme Sounds Records, Thrash or Death Records e Brutaller Records. A data de lançamento será divulgada em breve, fique de olho nas redes sociais da banda e mídias especializadas.

Carniça é: Mauriano Lustosa – vocal; Marlo Lustosa – bateria; Parahim Neto – guitarra; Kaue Müller – Bass

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O pop de Dua Lipa e o jazz de Ayleen se unem em novo clipe

As canções de Dua Lipa ganham um novo arranjo na versão de Ayleen, cantora de Florianópolis (SC). Acompanhadas por voz e piano, o medley traz as faixas “Levitating”, “Don’t Start Now” e “Pretty Please”, todas do álbum “Future Nostalgia” (2020), da cantora britânica. Esta é a segunda música de trabalho do projeto Pop’N’Jazz, em que Ayleen apresenta suas referências musicais, que transitam entre os gêneros Pop, MPB e Jazz, sempre exaltando e valorizando a presença feminina em suas interpretações. O medley já está disponível em todas as plataformas de streaming e no YouTube. Assista ao vídeo de Ayleen. Ouça o “Medley“. O projeto é composto por três singles com vídeos e traz um repertório com escolhas musicais nas vozes de cantoras e compositoras que marcaram a história da música. Nessa segunda faixa, Ayleen canta e é acompanhada por Alexandre Lunardelli no piano. O músico acompanha Ayleen desde o início do projeto e é responsável pelos arranjos, captação de áudio.

Conheça Ayleen

Ayleen, que começou a cantar com 11 anos de idade, bebe na fonte e se inspira em mulheres como Janis Joplin, Elis Regina, Cássia Eller e Norah Jones, e viu no projeto Pop ‘n’ Jazz uma forma de homenagear essas cantoras e compositoras que admira. Jornalista por formação, a artista já participou de corais, companhias de teatro musical, e foi vocalista do 4 Seasons Jazz Trio. Com o trio de jazz, começou a mapear suas referências musicais e consolidou um repertório majoritariamente feminino. Além de homenagear as cantoras e compositoras que admira, Ayleen também quer apresentar ao público um portfólio de seu trabalho enquanto cantora. “Quero ter um registro profissional e de alta qualidade que sirva de referência do que eu posso oferecer nos meus shows ao vivo”, acrescenta.

“Sempre que precisava montar um repertório para shows me encontrava num dilema, pois parecia que as músicas que eu gostava de cantar não “combinavam” umas com as outras. Até que um dia percebi que o que eu amava era, na verdade, a voz das cantoras, sempre mulheres: Janis Joplin, Joan Jett, Elis Regina, Cássia Eller, Ma Rainey, Norah Jones, entre outras. Percebi que, sim, eram estilos musicais diferentes, mas sempre eram as vozes dessas mulheres fantásticas que me tocavam o coração”, relembra Ayleen. Além de enaltecer o Jazz, o Pop e a MPB, referências para Ayleen, as cores e figurinos do projeto têm algum significado para a cantora. “Toda a estética dos vídeos foi pensada para trazer uma mistura entre o atual, pop, e o antigo, vintage. As cores rosa e roxo no cenário e a maquiagem trazem referências da moda atual. Mas os vestidos, o piano de cauda e o traje formal do pianista remetem aos clubes de jazz dos anos 1920. A sonoridade vocal e o acompanhamento no piano também brincam com essas duas estéticas, o antigo do jazz e blues e o atual do pop que toca nas rádios”, explica Ayleen.

Parcerias além da música

Vale ressaltar que a valorização de talentos femininos não se limita apenas às músicas. A cantora tem uma parceria especial com Ateliê Antonieta, uma marca de vestidos de festa de Florianópolis de duas irmãs empreendedoras. Uma é designer de moda e confecciona os vestidos do zero; a outra cuida da gestão e da Comunicação da marca. Elas prezam por oferecer diversidade de tamanhos, para corpos diferentes, e utilizam sempre mão de obra local. “Esse é um projeto pelo qual tenho bastante carinho e está de acordo com meus valores enquanto artista, que é empoderar e apoiar mulheres”. Conheça o Ateliê Antonieta. A ficha técnica do novo lançamento traz Ayleen (voz), Alexandre Lunardelli (piano, arranjos e captação de áudio), Rafael Prudêncio Moreira (gravação, edição e direção) e Amanda Bittencourt (direção de arte, cenário, styling e maquiagem). E ainda, Marcelle Fernandes (fotos), Fábio Sung (mixagem e masterização) e Gabriela Dequech Machado (produção).

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#MARTHESESSIONS e o novo som do Piauí

#MARTHESESSIONS é o evento online do Marthe Festival, fest que começou em 2017 e somou 3 edições físicas, com mais de 50 apresentações musicais espalhadas por mais de 10 espaços culturais da cidade de Teresina e ações como oficinas, palestras, mostras de cinema e de arte, em sua maioria com entrada gratuita para o público. O evento faz parte da Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN), sendo o único representante do Piauí. A ação virtual foi contemplada no edital da Aldir Blanc através da Fundação Monsenhor Chaves da prefeitura de Teresina, no final de 2020. A proposta consistia na seleção de 5 projetos musicais da capital do Piauí, que mostrassem a pluralidade sonora e cultural de nossa cidade e também a jovialidade da música piauiense. As 5 atrações apresentaram canções autorais e versões de artistas ou bandas piauienses que consideram importantes na sua formação. São eles:

Florais da Terra Quente é um projeto coletivo de trabalhos autorais entre amigos compositores, músicos e outros colaboradores, que busca unir diferentes vertentes musicais e artísticas, visando a diversidade em meio à terra quente da capital do Piauí. O grupo foi formado em Setembro de 2018 e vem ganhando espaço na música piauiense. Após alguns singles e clipes que chamaram a atenção online, o projeto lançou seu primeiro álbum homônimo em 2020, com 9 faixas. Para a nossa sessão, a banda apresentou 2 canções do álbum (“A Marte” e “O Que Sobrar”) e uma versão de uma canção “Correntes”, do cantautor teresinense Tio.

O projeto Monte Imerso surgiu a partir da troca de materiais e perspectivas sonoras, com a parceria dos compositores Davi Abel e Zacarias Seriano. Com a chegada de Rafael Marques e Jean Sousa e a união de experiências musicais, no começo de 2019 formou-se a banda Monte Imerso. O grupo fez uma série de apresentações na cidade de Teresina, com sua envolvente experimentação sonora. O grupo já lançou 2 EPs em 2020, Dança da Cidade Melancólica com 5 faixas e o EP com 2 remixes do mesmo trabalho, além da apresentação ao vivo no Marthe Festival de 2019. Para nosso projeto, apresentaram 2 canções inéditas (“Síndrome do Amanhecer” e “No Instante que Percebi”) e uma versão para “Um Tempo no Tempo”, do projeto Duben.

João é natural de Teresina, criado na zona sul da capital piauiense. Com o vulgo de Narcoliricista, lançou seu primeiro trabalho OMUP – Oscilações Mentais de Um Preto em 2019, se tornando um dos artistas de destaque da música piauiense. Sendo um artista cada vez mais versátil, passa pelo hip hop, rap, soul e R&B com grande desenvoltura. Com shows e ações realizadas por todas as zonas de Teresina, é um dos destaques da cena preta da cidade. Além do EP de 2019, lançou em 2020 a collab “Pra dar e Vender” e no final de 2021 o EP Gole de Vida, com 4 faixas de trap, feito em parceria com outros artistas piauienses, mostrando que é ainda mais versátil do que se apresentava. No Marthe Sessions ele apresenta 2 canções inéditas (“New Balance” e “Bem Pertin”) e uma versão da canção “Mãe Senhora”, da banda Tupimachine.

A Banda de Pífanos Caju Pinga Fogo surgiu em 2016 do encontro entre amigos que têm em comum o encantamento pela cultura nordestina. A banda tem como principal influência os grupos tradicionais de Pífano do Nordeste e lançou o primeiro disco, Rosa dos Ventos em 2019. Com 14 faixas, o trabalho é dedicado a sua madrinha, a Mestra Maria da Inglaterra. O grupo também já lançou alguns trabalhos audiovisuais como a websérie sobre o processo de produção do álbum e participou já se apresentou em vários espaços e eventos de Teresina e no nordeste. Para o nosso projeto, apresentaram 2 canções inéditas (“Fuxicando” e “Misterioso Macagurú”) e uma versão de “Calando Doido”, do músico Assis Bezerra.

A banda Bia e Os Becks surgiu em 2012, em Teresina, e desde então canta o amor e a liberdade com músicas marcantes e shows de tirar o fôlego por todo o Piauí. A discografia da banda conta com vários singles, os EPs Conto Amor (2013) e Todo Lascado (2016), os álbuns Margarethe (2018) e seu mais recente lançamento, o álbum Universo Quenga (2021), com oito músicas que aliam alto teor político e afetivo com ritmos contagiantes e que nos fazem querer colocar o bloco na rua. Para o nosso projeto, a banda apresentou 2 canções autorais do novo álbum (“Vai Cair” e “Panela de Pressão”) e uma versão da música “Quero dançar com você”, da banda ONUN.

As gravações do projeto MARTHE SESSIONS foi iniciada somente após o avanço da campanha vacinal em Teresina, sendo realizadas no mês de Outubro de 2021 no Parque da Cidade, cartão postal com muito verde, que fica na zona norte da capital piauiense. Agora é a hora e o momento do público poder conferir esse projeto na íntegra. O #MartheSession será lançado para todo o Brasil e para o mundo no sábado (29 de Janeiro), às 20h, no canal de youtube do Hominis Canidae, realizador do evento. Além dos vídeos, também, serão produzidos EPs com as músicas ao vivo dos artistas, que serão distribuídos em todos os serviços de streaming do mundo através do selo do Hominis Canidae, ampliando ainda mais o alcance e a divulgação da música e dos artistas do nosso Piauí.

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Marthe Sessions:

Atrações: Monte Imerso, Bia & os Becks, Banda de Pífanos Caju Pinga Fogo, Florais da Terra Quente e Narcoliricista.

Lançamento virtual: Sábado, 29 de Janeiro, às 20h no canal do Youtube do Hominis Canidae.

Ficha Técnica projeto Marthe Sessions:

Realização: Hominis Canidae

Atrações: Monte Imerso, Bia & os Becks, Banda de Pífanos Caju Pinga Fogo, Florais da Terra Quente e Narcoliricista.

Produção: Diego Pessoa

Direção de vídeo: Javé Montuchô

Edição e montagem: Cleiton Santos e Javé Montuchô.

Edição e captação de Áudio: Audmus.

Fotografia: Renata Fortes.

Captação de Imagens: Karyston Soares, Cleiton Santos e Javé Montuchô.

Designer: Joseane Albuquerque.

Marketing digital: R.A Marketing Digital.

O #MartheSession será lançado para todo o Brasil e para o mundo no sábado (29 de Janeiro), às 20h, no canal de youtube do Hominis Canidae, realizador do evento. Além dos vídeos, também, serão produzidos EPs com as músicas ao vivo dos artistas, que serão distribuídos em todos os serviços de streaming do mundo através do selo do Hominis Canidae, ampliando ainda mais o alcance e a divulgação da música e dos artistas do nosso Piauí.


Clássico dos anos 80 ganha versão estilo “Celtic Woman” por Aline Happ

Considerada uma das baladas mais importantes de todos os tempos, a música “(Everything I Do) I Do It for You”, do Bryan Adams, ganha uma versão delicada e emocionante na voz da cantora Aline Happ. Esta é mais uma das canções presentes na série de vídeos do canal da artista, que já fez versões para musicais e também canções de Heavy metal. Algumas das canções também estão presentes nos streamings como a versão épica para a canção-tema da série O Mandaloriano (The Mandalorian), do Disney+. “Essa música tem o poder de emocionar diferentes gerações. A letra traz a ideia de um amor sincero e mostra o quão longe alguém pode ir pelo outro. Pensei em trazer algo diferente da original, então fiz uma versão quase A Capella, com um acompanhamento minimalista, com a ideia de que a letra poderia tocar ainda mais os corações.”, explica Aline Happ.

Para aqueles que adoram uma canção etérea, que te leve para longe, esta versão é imperdível. Em mais uma versão Classical Crossover, Aline Happ mistura elementos musicais das canções celtas, da música New Age e do Rock. Além de cantar, a artista também produz as músicas, grava e edita os vídeos. Os conteúdos publicados no canal de Aline Happ contam com o apoio de fãs no Patreon e no Padrim. Líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas do Metal brasileiro. Em seu projeto solo, a artista promove releituras Gothic/Folk/Celtic de canções do Rock e do Metal mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. Graças ao apoio dos fãs, a cantora arrecadou mais de 200% da meta do financiamento coletivo para o seu disco solo de estreia, que será lançado neste ano.

Além do trabalho solo, Aline é fundadora, vocalista e uma das principais compositoras do Lyria. Conhecidos mundialmente, a banda de Metal Alternativo Sinfônico foi fundada em 2012. De lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, Catharsis (2014) e Immersion (2018) e tocou em diversas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, entre outras, além de transmitir shows online com venda de ingressos para o mundo todo. Assista “(Everything I Do) I do it for you”. Adquira o álbum em pré-venda.

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Arhat New single “Symbols”

Arhat presents a new single, named “Symbols” which will be included in the second conceptual album of the band. The new album will be about initiation in the High Lore and mysteries in the Ancient Egypt. Or more precisely, a path one had to endure to become initiated in this Lore. Those who wanted to become initiated had to fulfil numerous tasks and overcome a lot of challenges. Each challenge was a marker of intellectual level and psychological stamina of a candidate. Those who failed the challenge with symbols were denied in passage to higher levels of the Lore. Every candidate had only one try. In our album, which will be released soon, we will follow the candidate along the whole path of his initiation and try to learn the lessons which this path can open to us.

Link to single.

Arhat staff: Voice – Oleksiy Sitkoff; Guitar – Anton Skrebov; Guitar – Pavlo Chepelev; Bass – Anton Inov; Drums – Ivan Semenchuk.

Percussion recording – Ivan Semenchuk.
Music – Anton Skrebov.
Arranging – Arhat.
Lyrics – Oleksandr Kharechko.

Mixing and Mastering – Dmytro Kim.
Reamping: Morton Studio.

Drum Recording: Bright Sound Studio.
Cover: Viktor Gudkov

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Bandzone
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Arhat is a groove metal project from Kyiv. The band was formed in 2017 and consists of experienced musicians. In a short time, the band wrote and rehearsed initial material. These songs made up the concert program. The themes of the songs balance between the harsh reality of society and oriental mythology. The compositions of the group are characterized by melody and quality. In January 2018, Arhat released the demo, titled "Mantra". To support the debut release, the band held several concerts in different Ukrainian cities.

On June 17, 2018, the single “Stately ruins” was presented. The track has a characteristic aggressive sound with the addition of oriental melodies, especially noticeable in solo guitar parts. In the summer of 2018, the band took part in the anniversary Black Sea metal festival. In autumn 2018, Arhat played in such Ukrainian cities as Ternopil, Kremenchug, Vinnytsia, Zhovti Vody and Kherson. In summer 2019, the band participates in the United Metal Festival (Belarus, Rechitsa). On December 23, 2020, the band released their debut full-length album Dead life. On May 5, 2021, Arhat released a music video for the song “Freedom” from their debut album. On June 4, 2022, Arhat will perform at the festival Rockstadt Extreme Metal Festival 2022 in Romania where it will share the stage with such bands as Lamb of god, Carcass, Cradle of Filth, Behemoth and others.

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