Enslaved lança versão ao vivo para o single ‘Homebound’

O último capítulo no 30º aniversário do Enslaved se encerra hoje. Hoje, a banda de avantgarde lançou a coletânea de álbuns ao vivo Cinematic Tour 2020 e para celebrar este momento histórico a banda também lança um clipe para versão ao vivo para ‘Homebound’, o último ato para esta tetralogia de performances audiovisuais muito elaboradas. ‘Homebound’ é um recorte de um show único, gravado no verão de 2020 em Sotra, Noruega, que compila cinco faixas retiradas do álbum Utgard, último álbum de estúdio do Enslaved. Utgard viu o Enslaved habitar espaço esotérico, encontrando-se abastecidos no ritmo de suas origens no black metal, enquanto continuam a evoluir melodicamente.

Iver Sandøy comentou: “Ah, o álbum ao vivo… Alguns de meus álbuns favoritos são aqueles gravados ao vivo. No top da lista está o Made In Japan do Deep Purple e o Live After Death do Iron Maiden. Quando jovem, eu ficava mais tempo ouvindo estas fitas no meu pequeno walkman do que qualquer outro. Ambas incríveis coleções de músicas que definiram a carreira para cada músico que estavam na banda, gravadas para a posteridade pelo brilhante Martin Birch. Ele infelizmente nos deixou em Agosto de 2020 bem no meio quando Enslaved trabalhava nestas performances ao vivo que agora finalmente estamos lançando em todos os formatos clássicos. Os álbuns clássicos dos anos 70 e 80 se estabeleceram como monumentos não só pelas incríveis performances dos artistas, mas também celebra am conexão que existia entre eles e seus fãs. O universo paralelo que foi 2020 forçou Enslaved a achar outras formas para honrar esta ligação. Não podíamos ouvir vocês gritar da sua sala de estar enquanto tocávamos, mas estas gravações são um verdadeiro atestado, que na verdade é um monumento, de eterna gratidão que nós sentimos por vocês, nossos fãs”.

Assista ao videoclipe para ‘Homebound’ (ao vivo). Enslaved também está orgulhoso em anunciar sua participação no festival Hellfest 2002 numa Sexta-Feira, 24 de Junho encabeçando o line-up do palco Temple Stage. Mais informações aqui.

Álbuns / DVDs ao vivo

O Enslaved lançou ainda quatro novos álbuns / DVDs com áudio e imagens retiradas de suas apresentações digitais feitas em 2020.
The Rise of Ymir (Verftet Online Festival 2020)
Chronicles of the Northbound (Cinematic Tour 2020)
Below the Lights (Tour Cinematográfico 2020)
Utgard – The Journey Within (Cinematic Tour 2020)

Os lançamentos estarão disponíveis nos seguintes formatos:
Splatter Vinyl (edição ltd. 300 cópias)
4 x caixas de CD / DVD (edição ltd. 1000 cópias)
4 x DVD (edição ltd. 1000 cópias)
Álbuns digitais
Para obter mais informações sobre formatos físicos, visite a loja By Norse Store

A pré-venda dos álbuns físicos estará disponível aqui 
Pré-venda dos álbuns em versão digital 

The Rise of Ymir narra o show digital de estreia do Enslaved, que aconteceu no dia 1º de abril de 2020 na USF, Bergen, como parte do Verftet Online Music Festival. Chronicles of the Northbound, Below The Lights e UtgardThe Journey Within detalham os shows feitos digitalmente na Cinematic Summer Tour, que aconteceram no verão europeu do ano passado. Os eventos foram colaborações com os conceituados festivais europeus Roadburn, Beyond The Gates e Summer Breeze.

Utgard – European Tour 2022
As datas da próxima turnê do Enslaved, definidas para celebrar seu aclamado novo álbum de estúdio Utgard, acontecerão agora em fevereiro e março de 2022. A apresentação ao vivo incluirá dezenove datas levando a banda por sete países. Os ingressos já estão à venda aqui. Os ingressos comprados anteriormente permanecem válidos. Qualquer dúvida favor entrar em contato com sua respectiva empresa de venda de ingressos se necessitarem mais informações.

ENSLAVED – UTGARD EUROPEAN TOUR 2022
c/ Intronaut, Obsidian Kingdom, Crown
13/02 – DE Berlin, Hole44
14/02 – NL Utrecht, De Helling
16/02 – UK Birmingham, 02 Institute
17/02 – UK Glasgow, Classic Grand
18/02 – UK Leeds, Brudenell Social Club
19/02 – UK London, 229
21/02 – FR Paris, La Machine
22/02 – FR Toulouse, Le Metronum *new city
23/02 – ES Madrid, Caracol
24/02 – ES Barcelona, Boveda
25/02 – FR Lyon, CCO Villeurbanne
26/02 – CH, Aarau, KiFF
28/02 – DE Munich, Backstage Halle
01/03 – DE Stuttgart, Wizemann
02/03 – DE Cologne, Luxor
03/03 – DE Frankfurt, Das Bett
04/03 – DE Hamburg, Uebel & Gefährlich
05/03 – DE Leipzig, Hellraiser

Utgard foi lançado no Brasil pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records e pode ser adquirido aqui.

Assista aos mais recentes vídeos aqui:

Urjotun
Jettegryta
Homebound

E ainda assim todos nós vivemos para provar que esta está errada. A própria vida é uma contradição. Uma contradição? É uma jornada introvertida e através de Utgard é até assustadora, mostrando um Enslaved desmontado e muito bem pensado – uma combinação letal que revela um potencial que facilmente reacende o furor de seus primeiros trabalhos enquanto dançam graciosamente em suas melodias mais ambiciosas, mais obsessivas e musicais., apresentando algumas de suas canções mais curtas em anos e embalando-as com detalhes brilhantes. Mais uma vez demonstra que a banda está sempre trocando sua pele, em desenvolvimento É enraizado até os ossos. Hinos de black metal congelados que andam de mãos dadas com jóias do rock progressivo refinado mesclados á feitiçaria folk dark primordial. Enslaved no ano de 2021 é uma banda que possui formato estelar, carrega sua personalidade de Bergen e ostenta com orgulho sua extraodinária trajetória musical de sua terra natal. Seu último lançamento, o bem recebido Utgard, mostrou uma fase em que simplesmente tudo o que tocam vira ouro.

Formação: Ivar Bjørnson | guitarras; Grutle Kjellson | vocais; Arve ‘Ice Dale’ Isdal | guitarras; Håkon Vinje | teclados, vocais limpos; Iver Sandøy | bateria

Mais informações:
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Aline Happ regrava Wherever You Will Go

Muitas bandas ficam conhecidas por causa de apenas um hit, que marcaram uma época. Assim foi com Vanessa Carlton, 4 Non Blondes, entre outros. Com recém-completados 20 anos de lançamento, a canção “Wherever You Will Go”, do The Calling, ganha uma versão “Enya” por Aline Happ, cantora e produtora conhecida por seu trabalho a frente do Lyria. A versão está disponível no canal do YouTube da artista. “Esta é uma música bonita mas também triste. Eu descobri o The Calling quando era adolescente assistindo a videoclipes na MTV e adorava a voz do Alex Band. Espero que os fãs gostem desta versão Classical Crossover que une influências folk e new age”, conta Aline Happ.

Lançada em 2001, a canção “Wherever You Will Go”, do The Calling, faz parte do disco de estreia, Camino Palmero e chegou ao 5º lugar da Billboard, sendo a única da banda a alcançar este nível de sucesso. No Brasil, a música fez parte da trilha sonora de algumas novelas, tornando-se popular muito rapidamente e levando o grupo a apresentar-se em alguns programas da tv aberta. Conhecida mundialmente por seu trabalho como líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas do metal brasileiro. Em seu projeto solo, a artista promove releituras Gothic/Folk/Celtic de canções do rock e do metal mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. Graças ao apoio dos fãs, a cantora arrecadou mais de 200% da meta do financiamento coletivo para o seu disco solo de estreia, que será lançado ainda neste ano.

Os vídeos postados no canal de Aline Happ contam com o apoio de fãs no Patreon e no Padrim. Conhecidos mundialmente, o Lyria é uma banda carioca fundada em 2012 por Aline Happ. De lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, Catharsis (2014) e Immersion (2018) e tocou em diversas cidades brasileiras como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, entre outras, além de transmitir shows online com venda de ingressos para o mundo todo.

Assista “Wherever You Will Go

Adquira o álbum em pré-venda

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Confira novo single do projeto Martin Simson’s Destroyer Of Death, com presença de Jørn Lande e Anders Johansson

Após a excelente repercussão obtida com o single “Destroyer Of Death” , imprensa especializada e também fãs de Heavy Metal como um todo criaram altas expectativas sobre como seria o próximo lançamento do projeto Martin Simson’s Destroyer Of Death, se permaneceria no mesmo espectro sonoro e se teriam novas participações especiais. Bem, todas essas questões foram respondidas no dia 02 de julho com o lançamento do single “Master Of All”. Tendo a presença do líder, baixista e compositor Martin Simsom e o retorno de CJ Grimmark (Narnia, Rob Rock, Saviour Machine, Empire 21) na guitarra e produção, para o single “Master Of All” o Martin Simson’s Destroyer Of Death conta com a presença de 2 lendas do metal mundial, o vocalista norueguês Jørn Lande (Jorn, Allen – Lande, Avantasia, ex Masterplan, etc) e o baterista sueco Anders Johansson (Manowar, ex Hammerfall, ex Stratovarius, ex Yngwie Malmsteen, entre outros).

Sobre o novo single do Martin Simson’s Destroyer Of Death , Anders Johansson diz que “esta é uma grande canção com grandes músicos envolvidos”, já Martin diz que “estou muito feliz que esse dia tenha enfim chegado. Foi um grande prazer trabalhar com Jørn, Anders e novamente com CJ Grimmark”. “Master Of All” teve sua capa feita por Markus Sigfridsson e pode ser conferido nas principais plataformas digitais.

Martin Simson’s Destroyer Of Death é: Martin Simson – Baixo
Músicos convidados: Jørn Lande – Vocal principal; CJ Grimmark – Guitarra, teclados e baixo adicional; Anders Johansson – Bateria

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THE CROSS: confira teaser do videoclipe de “Flames of Deceit”

A THE CROSS divulgou o teaser do videoclipe da música “Flames of Deceit”, versão quarentine sessions, música originalmente composta pelo primeiro baixista da banda, Maurício Pondé. O trabalho audiovisual contou com a produção de áudio e vídeo de LFX Music Works e Paulo Monteiro, em parceria com Louis Den Studio e SD Studio, os quais respectivamente gravaram bateria e baixo. Na nova versão, o grupo apresentará um vídeo tocando a faixa na íntegra já com Leandro Kastiphas no comando dos baixos. A música será disponibilizada em julho nas plataformas digitais.

Em paralelo, o grupo confirmou a finalização das gravações de guitarras do seu vindouro álbum, Act II: Walls of the Forgotten, no estúdio Louis Den Studio. O full-length será lançado no segundo semestre do corrente ano pela Eternal Hatred Records e conterá 6 faixas com as participações internacionais de Albert Bell (Sacro Sanctus, Forsaken) Leo Stivala (Forsaken) e Achraf Loudiy (Aeternam).

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Do metal ao Lo-Fi rock: Tuuh disponibiliza show online

Com mais de 10 anos de carreira, o cantor e compositor Tuuh apresenta ao público o show de estreia do seu primeiro álbum solo, DOPPEL1. O multi-instrumentista de São Paulo une influências do metal e do Lo-Fi rock em uma apresentação de 25 minutos, que traz faixas como “Black Sky”, “Under the New Moon”, “Paralella”, entre outras. Figura conhecida no meio de música geek, o cantor une o j-rock com o metal melódico e já chegou a ser atração de abertura para o Sonata Arctica em São Paulo. O artista também já se apresentou em eventos de grande destaque no meio geek, como Anime Friends, Anime Dreams, Anime Family, chegando a realizar 100 shows por ano pelo Brasil inteiro. O nome artístico Tuuh existe desde 2009, quando fazer um som autoral era apenas um sonho, porém o projeto solo existe desde 2020. Com um álbum autoral lançado, o DOPPEL1, esta é uma persona voltada para o rock, indo do metal ao Lo-Fi rock, com a estética no palco inspirada no visual kei. Na apresentação ao vivo no Arcadia Studio, o músico é acompanhado por Lucas (guitarra), Vagner (baixo) e Bruxo (bateria).

“O conceito principal do DOPPEL1 é trazer a experiência de um ISEKAI (mundo alternativo, comum em animes e mangás), por meio da música e do RPG. DOPPEL1 significa a contemplação de um conceito gigantesco, que só poderia ser realizado através da jornada temporal. É a realização de um sonho de moleque, de lançar um álbum autoral e solo para o mundo inteiro ouvir, junto com o que mais gosto: games!”, anima-se Tuuh. Junto do disco, Tuuh lançou também o jogo de RPG de mesmo nome. O game conta a história de Tutz, um viajante do tempo que acabou dentro de um universo digital. O contraponto entre Tutz e Tuuh é que são a mesma pessoa, mas que fazem sons completamente diferentes um do outro, criando assim um antagonismo na narrativa do universo em DOPPEL1.

Atualmente, o músico se divide entre os projetos Nordex, Tuuh e Tutz, cada um com uma sonoridade. Nordex é um duo com Thales, que canta músicas de animes, e conta com 600 mil ouvintes mensais no Spotify. Neste projeto, que une japonês, português e inglês, os músicos se dividem nos vocais e nos instrumentos em mais de 160 singles de covers gravados, três canções autorais e reconhecimento internacional, chegando a conceder entrevista para o canal NHK (o maior do Japão).

Conhecido entre os fãs de cultura geek no Brasil (e no Japão!), Tuuh anuncia nova fase na carreira com o single, “8 Horas”, que traz forte influência do Lo-Fi Rock. A canção segue a forte presença das guitarras encontradas no disco de estreia, DOPPEL1, e conta com letra em português, com orientação para o pop rock e o emo. A faixa é a estreia da parceria entre o cantor e a Resso/TikTok no Brasil. “O single é um grito para todos que sentem o silêncio cortante da existência. Fechar os olhos pra queimar em algum sonho e voltar para realidade. Eu estava ouvindo bastante Dream Theater quando produzi esse som, e foi desafiador trazer o equilíbrio de riffs violentos com uma melodia pop.”, relembra Tuuh, vocalista e compositor da faixa. A música faz parte de uma fase teatral que o artista se encontra, expandindo o universo criado no álbum DOPPEL1, que é a experiência de um ISEKAI (mundo alternativo, comum em animes e mangás). Por meio da música e do jogo em RPG, Tuuh conta histórias por meio de singles e lançamentos entre as personas Tuuh e Tutz, interligados desde 2018.

Assista o show de lançamento

Ouça DOPPEL1 nos streamings

Baixe o jogo DOPPEL1

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Quarteto cearense Mad Monkees lança o single “Sem Reação”

A banda Mad Monkees lança via Abraxas Records nas plataformas digitais, a música “Sem Reação”. A letra da música composta pelo Mad Monkees em parceria com a cantora e compositora Maria Sabina, retrata os desastres ambientais ocorridos especialmente em Minas Gerais, como o rompimento das barragens em Brumadinho e Mariana. Ouça aqui. “A nossa inspiração vem da defesa da causa ambiental, negligenciada pelo governo federal há anos e agora mais ainda com as queimadas no Pantanal e na Amazônia, além da exploração ilegal de madeira, invasão a terras indígenas pelos grileiros e garimpeiros, causando morte e destruição da floresta, dos animais e dos povos indígenas”, afirma o cantor e guitarrista, Felipe Cazaux.

“Queremos chamar a atenção do nosso povo brasileiro para que a luta para manter nossa fauna e flora seja ininterrupta e feroz, pois eles são agressivos e cegos pela ganância. Para passar esta mensagem claramente, escolhemos cantar em português”, continua. O single foi gravado em Fortaleza, no Magnólia, pelo Lucas Guterres e em São Paulo pelo baixista e produtor musical do Mad Monkees, Klaus Sena, no seu estúdio Índigo Azul. A banda prepara um novo álbum com dez músicas. Destas, quatro já estão prontas. A previsão de lançamento será na metade de 2022. Além das músicas novas, o quarteto cearense participará de duas coletâneas tocando covers de clássicos do Rock. Lyric vídeo

Nova formação

O Mad Monkees está com nova formação: Felipe Cazaux (guitarra e voz), Klaus Senna (baixo), Netto de Sousa (bateria) e Capoo Polacco (guitarra). O baixista Klaus Sena produziu dois Eps (o autointitulado Mad Monkees, de 2015, e o Guerra, de 2019), já participou e produziu muitos artistas em seu estúdio, acompanhou vários deles no palco e toca com Felipe Cazaux desde os 16 anos, em vários projetos. Também foi responsável por apresentar o produtor Carlos Eduardo Miranda (morto em 22 de março de 2018) para a banda e criar a conexão para produzir o primeiro álbum, em que gravou uma participação especial na música “Try Harder”. O baterista Netto de Sousa acompanhou Felipe e Klaus entre 2005 e 2009, retornando a tocar com Felipe recentemente em seus shows. Netto tem experiência na frente e por trás dos palcos e é músico profissional há mais de 20 anos.

Bio (escrita por Clemente Nascimento / Inocentes e Plebe Rude)

Quatro macacos malucos, alucinados, vagando pelo espaço a bordo de sua nave espacial, observam a Terra à procura de um lugar onde exista sanidade para poder pousar. A busca sem fim termina em 2015, em Fortaleza (CE), onde eles aterrissam e montam a banda Mad Monkees. Eles usam o rock pesado e direto para falar de suas incertezas e certezas nesta floresta digital. Hoje eles são Felipe Cazaux (guitarra e voz), Klaus Senna (baixo), Netto de Sousa (bateria) e Capoo Polacco (guitarra). Por onde passam, esses macacos angariam seguidores – gente que não acredita mais na raça humana e bota fé na civilidade dos símios. Seu primeiro EP, de 2015, produzido por Klaus Senna e com PH Barcellos na bateria e Hamilton de Castro no baixo, foi muito bem recebido pela imprensa local, nacional e, também, pela internacional.

O que impressionou foi que, além de um som elaborado, instigante e pesado, a arte gráfica e estética saltava aos olhos, complementando a sonoridade da banda com um conceito artístico marcante. Esse EP os levou para palcos importantes de três estados diferentes. Participaram dos Festivais Do Sol e Suado (RN), Dragão do Metal, Feira da Música e Rock-Cordel (CE), e fizeram o show de lançamento do EP no Sesc Belenzinho, em São Paulo, onde ganharam experiência e bagagem. Em 2017, lançaram seu primeiro álbum, produzido por ninguém menos que o renomado produtor Carlos Eduardo Miranda (morto em 22 de março de 2018) e o ganhador do Grammy latino de 2017, Rodrigo Sanches, duas presenças importantes.

Além disso, masterizaram o disco no Sterling Sound (NY). O resultado é um verdadeiro petardo, com letras afiadas em um inglês impecável, guitarras gritantes envolvendo canções vibrantes e melodias assoviáveis. Destaque para “Monkee Business”, que virou single e ganhou um belíssimo lyric video de animação, produzido e dirigido por Gabriel Pessoa, e para a pesada, porém introspectiva, “I Cannot Feel”, que tem a participação de Emily Barreto, do Far From Alaska. Esta última certamente frequentaria as rádios rock do país se ainda houvesse a cultura de se divulgar o rock independente. O álbum rendeu participações em festivais pelo Brasil, como o Bananada (GO) e o Maloca Dragão (CE), e shows de lançamento em várias capitais como Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, além de shows no interior do Ceará e Rio Grande do Norte.

Em 2018, já com Renan Maia no baixo, lançaram o ótimo single “Are You Going Mad”. Em 2019, uma passagem por São Paulo rendeu um álbum ao vivo, gravado no Estúdio Showlivre com sensação de missão cumprida. No mesmo ano, lançaram um novo trabalho, também produzido por Klaus Senna, o EP Guerra, em que os macacos se mostram impactados pelos horrores da guerra e experimentam sua primeira música em português. O resultado surpreende e inspira a banda, Klaus assume definitivamente o baixo e a produção musical e Netto assume a bateria.

Já em 2021, em plena pandemia, caos político e social, a macacada se prepara para uma nova viagem. Os motores de seu foguete estão ligados e prontos para partir. Várias canções em português surgiram e devem ser lançadas no decorrer no ano. Essa nova viagem está sendo produzida por Klaus em seu estúdio em SP, Felipe, Netto e Polacco estão mais afiados do que nunca. Podem se preparar para o que vem pela frente, pois esses macacos são loucos, completamente alucinados, mas de bobos eles não têm nada.

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Já disponível novo vídeo de “Reality Overdose” do Dream Wild

O Dream Wild é, definitivamente, uma banda cult. Formada em 1995 na cidade de Votorantim, região metropolitana de Sorocaba, o grupo sempre foi muito querido pelos headbangers, tanto da velha como da nova escola. Os shows da banda sempre foram caracterizados pela quantidade e diversidade do público. Fãs de todos os estilos do metal sempre se uniam em frente ao palco para levantar seus punhos cerrados e curtir o heavy metal tradicional do Dream Wild. E foram tantos shows nesses 25 anos! Savatage, Angra, Salário Mínimo, Dark Avenger, Wizards, Circa (com membros do Yes), André Matos, Torture Squad, Hellish War, Portrait, foram algumas entre tantas outras bandas que o Dream Wild já dividiu o palco.

E por sempre priorizar os palcos, o Dream Wild frequentou pouco os estúdios, embora sem prejuízo ao processo criativo, que sempre se manteve ativo. Os setlists dos shows do Dream Wild raramente incluíam covers e a banda até coleciona músicas que são consideradas clássicas: “Metal Warriors”, “Breaking Heads”, “Time Of Confusion”, são algumas delas. Então eis que, depois de 25 anos e do lançamentos de algumas demos, EPs e singles, o Dream Wild anuncia aquele que será considerado seu primeiro álbum, Omen To Battle.

Omen To Battle está sendo gravado no Estúdio 8 em Tatuí/SP com o produtor Iago Pedroso e vai reunir nove faixas: “Omen To Battle”, “Battlefield”, “Pass Over On Opressor”, “Revelations”, “Headbangers”, “Reality Overdose”, “Heroes Of Life”, “Walls Of Eternity” e “Receptors”. “Reality Overdose” foi escolhida pelo grupo para apresentar o álbum de estreia. A banda filmou um videoclipe para a música produzido pelo Mannada Áudio Visual que estreou na 15ª edição do “Roadie Crew – Online Festival” e agora está disponível no canal oficial da banda no Youtube. Além do vídeo de “Reality Overdose”, também está disponível no Youtube uma performance que a banda filmou no estúdio Matagal em Votorantim/SP. Com aproximadamente 30 minutos, a apresentação conta com quatro músicas e, assim como o vídeo de “Reality Overdose”, foi financiado com recursos do edital da Lei Aldir Blanc da cidade de Votorantim/SP. Para assistir, acesse aqui.

O Dream Wild é formado pelos membros originais da banda, os guitarrista Ilde Carvalho e Marcos Santos, e também o vocalista Marcio Rodrigues, o baterista Daniel Mestre e o novo integrante, o baixista Rafael “Thunder”.

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Chico Algo lança o EP cheio de Sdd da Vida

Sdd da Vida é o primeiro EP de uma série instrumental do produtor Chico Algo, em uma parceria dos selos Tal & Tal e Honey Bomb Records. Integrante da Catavento e responsável pela produção, mix e masterização de todos os trabalhos do grupo, Chico é um destaque na produção musical do sul do Brasil profundo. Nesse EP, Chico passeia por timbres inspiradores carregados de saudades variadas: a tensão dos flertes, a brisa da praia, a camada fina da esperança, e o ritmo urbano da noite. Inspirado por diversos estilos, o músico mistura ritmos brasileiros, batidas eletrônicas, samples, grooves belíssimos, timbres quentes e um swing único, traduzindo em músicas as experiências vividas na carne de suas sensação sonora. Trabalhou com bandas como CuscoBayo e Descartes, além de produzir a Coletânea Sons que Vem da Serra. A obra da capa é da artista Paulinha Grassi.

OUÇA AQUI 


Caradura faz rock com tons retrôs e pop no single de estreia “Fogo”

Banda formada por Rogê Cabret e Sérgio Mastrantonio, Caradura faz canções que trazem um rock com clima pop e acessível para falar das alegrias e tristezas do amor. O que poderia ser um tema comum – afinal é uma das bases de quase todos os clássicos da música – ganha um olhar irônico e bem humorado pelos artistas no single e clipe de estreia “Fogo”. Assista ao clipe “Fogo”. Ouça “Fogo”. A faixa, disponível em todas as plataformas de música digital, faz um contraponto entre as dificuldades do dia-a-dia com as de manter uma paixão viva. “A banda Caradura é um trabalho que vem sendo gestado há algum tempo. Nossa ideia, desde o princípio, foi criar uma banda que fizesse canções com sonoridade do rock, mas acessível a qualquer ouvido e que falasse exclusivamente sobre o amor, seus sabores e seus dissabores, e sempre que possível, de forma leve e irreverente”, conta Rogê.

O projeto inaugura também novos alter egos para dois nomes de destaque da cena do Sul do país, buscando um recomeço sem amarras. Eles se conheceram de um modo curioso: em um aeroporto brasileiro, anos atrás. Sergio estava de mudança para a Europa e Rogê, no meio de uma viagem entre São Paulo e Buenos Aires. Em comum, seus vôos atrasados. Eles começaram a conversar para passar o tempo e surgiu uma amizade que ultrapassou as distâncias. No início do ano passado, ambos se reencontraram para começar o trabalho que há tanto tempo construíam à distância. Com produção de Protásio Júnior (Humberto Gessinger, Duca Leindecker, Pouca Vogal), os singles, clipes e o álbum da Caradura foram executados através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas realizado com recursos da Lei Aldir Blanc nº 14.017/20.

Crédito: Thiago Garcia

Ficha Técnica:

Direção/Produção: Caradura

Câmera: Tiago Garcia

Montagem e Finalização: Felipe Yurgel

Assistência: Ingrid Oliveira

Videografismo: Cassiano Miranda

Design: Valder Valeirão [nativu design]

Produção: Caradura

Música: Caradura

Músico convidado: Eric Peixoto (guitarras)

Produção musical: Protásio Jr. [Estúdio Canhoto]

Masterização: Michael Fossenkemper [Turtletone Studio NY/USA]

Caradura é: Rogê Cabret: Vocais / Guitarras / Violões / Baixos / Piano /; Sérgio Mastrantonio: Sintetizadores / Bateria / Programações / Órgãos/ Piano / Vozes

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Ouça o sensível e solitário álbum duplo pandêmico do Caneco Quente

Pedro Hamdan, baterista e artista visual mineiro, não cantava nada desde o hit “Não Fique Triste Menininha”, lançado no final dos anos 90 e perdido em alguma fita Basf por aí. Atravessou a primeira década dos anos dois mil a bordo do calado trio instrumental mordeorabo e continuou, sem dar um pio, sua jornada junto a bandas como Transmissor, Congo Congo e Moons. Caneco Quente, seu projeto solo, surgiu no longínquo ano de 2007 e é o registro das ideias de um baterista que decidiu cantar, que batuca nas teclas brancas de um teclado MIDI e que desembola cismadas semicolcheias em cantaroláveis trilhas musicais. Em seu primeiro álbum homônimo, lançado em setembro de 2019, contou com as guitarras preciosas de Gustavo Cunha (Iconili) e com a co-produção de Bruno Corrêa (que assina a mixagem e a masterização) e Leonardo Marques (responsável também pela captação de grande parte dos instrumentos em seu estúdio Ilha do Corvo).

Agora, retorna com “Falta Flauta/Flauta Falta“, um disco duplo concebido, produzido e gravado por ele próprio entre os solitários meses de maio de 2020 e maio de 2021, resultado de um ano de cabeçadas no Abalo Císmico (quarto transfigurado em estúdio/ refúgio criativo). Composto por 21 canções sem refrão, arranjos em MIDI e pratos/caixa/surdo cumprindo o papel de bateria de apartamento, “Falta Flauta/Flauta Falta” fala (com ou sem letras) sobre memórias de tempos pré-pandêmicos, entregadores e suas motocas, tédio e, sobretudo, os mistérios insondáveis que engendram a vida e a morte de uma cachorrinha muito amada.

Um exemplo é a canção “O seu nome é Pedro ou papai?” (“Se um dia eu me perder na rua / é tão bonita a lua / eu posso me perder / qual é a nossa rua? / se eu latir pra lua / o seu nome é Pedro ou papai?”), onde ele imagina como seria se sua companheira canina Lina, que morreu na última semana de gravações do disco, se perdesse pelo bairro.
Ao longo de quase uma hora, Pedro Hamdan entrega canções que passeiam pela música eletrônica Lo-Fi, com pitadas de indie e pop. É um convite para que, em meio ao absurdo dos dias em que vivemos, o ouvinte atento se perca na poesia, na graça e na melancolia das situações cotidianas.

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