Por André Kaminski

Tema escolhido por André Kaminski

Com Daniel Benedetti, Davi Pascale, Fernando Bueno e Mairon Machado

Bem, chegou minha vez e quis escolher um tema mais simples abrangendo uma década em específico. Como gosto muito do estilo (que aliás, costuma ser bastante uma espécie de ame ou odeie entre o pessoal do rock), peguei cinco discos que gosto bastante de bandas distintas cujo som sempre me agradou pelo seu misto de técnica, quebras de ritmos e o peso do heavy metal. Vamos ver o que dizem os consultores!


Ayreon – Universal Migrator Part 2: Flight of the Migrator [2000]

André: Sempre fui fã dos inúmeros trabalhos e projetos do holandês Arjen Anthony Lucassen. Ele se diz um verdadeiro nerd do metal e simplesmente adora fantasia, cosmologia e ficção científica e sempre que possível trabalha estas temáticas em seus discos. Teclados, sintetizadores e pedais de efeitos diversos são uma paixão dele e suas músicas são recheadas de efeitos que dão uma atmosfera moderna e especial para mim. Apesar de eu também adorar um heavy metal mais cru e direto, eu tenho um fraco por sons cheios de efeitos. Neste disco ele coloca suas melhores ideias fazendo uma mistura de heavy metal com space rock e com uma lista de convidados especiais que emprestam suas vozes e instrumentos em várias canções contando a história de um viajante espacial pelo cosmos. Minha favorita é “Through the Wormhole” em que Fabio Lione arrebenta na interpretação da letra e cuja sonoridade realmente te fazem sentir dentro de uma nave espacial. Para os curiosos, também uma das raras vezes em que o sempre ocupadíssimo Bruce Dickinson cantou em uma faixa fora de sua banda principal, emprestando sua voz na também excelente “Into the Black Hole”.

Daniel: Eu havia ouvido este disco há muito tempo e me recordava bem pouco dele. Esta nova audição não representou uma grande revolução aos meus ouvidos: há muito Power Metal no trabalho, recheando os meandros entre partes mais intricadas, mas, para mim, a obra acabou soando um tanto quanto longa e cansativa. O seu ponto alto é alternância de vocalistas, com nomes de peso como Andi Deris, Bruce Dickinson e Fabio Lione, entre outros.

Davi: Esse é o meu preferido da lista. Comprei esse CD, na época, no escuro. O que me levou a comprar, na ocasião, foram 2 fatores: o auê que toda a imprensa especializada estava fazendo em cima do disco e o time de cantores convidados. Eu já era fã da maioria deles. Lembro que adorei o disco e fiquei interessado em saber um pouco mais da sua mente criativa, Arjen Lucassen. A qualidade do álbum era impecável. Seus discos sempre tinham uma história por trás, sempre trabalhou com grandes músicos e a qualidade de gravação era excelente. Costumávamos chamar esses discos de metal opera, por conta do formato (história e diferentes vocalistas, etc). Os arranjos sempre traziam uma grande influência de progressivo, sim, mas também sempre traziam altas doses de metal, principalmente o power metal, que estava em ascendência, na época. Nesse álbum, em especial, meus momentos favoritos ficam por conta “Dawn of Million Souls”, que trazia os vocais do talentosíssimo Russell Allen e “Into The Black Hole”, que trazia os vocais sempre poderosíssimos do lendário Bruce Dickinson. Fora eles; os outros nomes que eu também já era fã e me fizeram embarcar de olhos fechados foram Andi Deris, Ralf Scheepers, Timo Kotipelto e Fabio Lione. Por aí, você já sente o páreo.

Fernando: Está aí algo que eu realmente não me importo. Até tenho um dos discos do Ayreon, o Into the Electric Castle. Ouço eventualmente, mas a mania desses caras de fazerem discos longuíssimos, e essa é uma segunda parte, super pretensiosos faz a gente perder o interesse lá pela quarta ou quinta música. As participações me parecem mais uma tentativa de ser um novo Avantasia ou até mesmo chamar atenção para um material mais ou menos. O disco anterior, a primeira parte ainda tem algumas coisas de Pink Floyd que são interessantes. Gosto do Arjen Lucassen no Star One e no Vengeance. O Ayreon é muito para mim. 

Mairon: Desconhecia a obra do Ayreon, então, para entender Universal Migrator, ouvi as duas partes. Como professor de Física, sou bastante cético com esses discos conceituais que tratam sobre viagens no tempo entre outros. Claro que as vezes dá certo (“Cygnus X-1, do Rush, é para mim o melhor exemplo), mas o som arrastado do Ayreon e a história em si não me pegaram. Há bons momentos, como a abertura em “Chaos”, o ritmo de “The New Migrator” e as orquestrações de “Into the Black Hole”, mas nem as participações de Bruce Dickinson e Andi Deris ao longo do álbum, que é bem melhor que o primeiro no âmbito geral, não foram suficientes para me fazer gostar do projeto.


Pain of Salvation – Remedy Lane [2002]

André: Eu tenho um caso de amor e ódio com o Pain of Salvation. Tem discos que eu acho excelentes (caso deste) e outros que são bem chatos (Be por exemplo). O vocalista e líder Daniel Gildenlöw possui uma legião enorme de pessoas que o endeusam quase como uma figura divina em relação aos seus discos. Já vi gente dizer que ele é simplesmente o sujeito mais inteligente da história do rock. Acho bem exagerada essa babação toda em cima do sueco, mas sim, ele soltou aí uns grandes discos com letras e sonoridades que pouco se ouvem por aí. Este álbum é o melhor dele pois aqui ele simplesmente abriu o seu coração para o mundo. Este álbum fala de todos os problemas emocionais que o personagem do disco (que segundo Daniel, foi inspirado nele mesmo) e sua esposa enfrentaram no verão (do hemisfério norte) de 2001 a procura de autoconhecimento. Junte a um instrumental atraente e temos um belíssimo trabalho do qual conheci não tem muito tempo.

Daniel: Uma banda formidável em um de seus pontos mais altos. Remedy Lane mostra o que o Pain of Salvation tem de melhor: saber exatamente quando mudar a dinâmica, o clima e o momento, ao mesmo tempo em que a execução precisa da banda para tais mudanças soa perfeita e inspirada. Faixas como “Ending Theme”, “This Heart of Mine (I Pledge)” e “Undertow”, por exemplo, possuem sensibilidades aguçadas e apontam influências de bandas como Genesis e Pink Floyd. Em suma: excelente indicação!

Davi: Esse é mais um daqueles casos onde eu já tinha ouvido falar muito do artista, mas ainda não tinha me dado ao trabalho de ouvir um álbum do início ao fim. Sendo assim, não tenho como comentar se concordo com a escolha do disco ou não. A banda, realmente foi muito falada, na ocasião. Ouvindo o disco, fica evidente a qualidade dos músicos. Em especial do vocalista, Daniel Gildenlöw, que é o cabeça do grupo, até onde eu sei. Mas, não me encantou. O trabalho é bem feito, os arranjos são bem variados, só que mais do que as composições, o que me chamou a atenção foram realmente as linhas vocais de Daniel. Especialmente, nas faixas “Ending Theme”, que me remeteu um pouco ao Queensrÿche e “Chain Sling”, onde seus cacoetes me remeteram ao saudoso André Matos. Foi bacana ouvir, mas não me tornei fã ainda. Vou procurar ouvir mais algum disco deles para ver se bate.

Fernando: Ponto alto da carreira de Daniel Gildenlöw e cia. Mesmo dando sequência à um grande disco, The Perfect Element I (2000), eles conseguiram superar o anterior. Toda a grandiosidade, emoção e um conceito cheio de significado, bem na linha do que as bandas de metal progressivo gostam de apresentar em seus discos estão aqui, mas com melodias que farão o ouvinte cantarolar por dias (ouça “Ending Time”). Coisa minha, mas acho que em Remedy Lane eles faziam juz ao rótulo metal progressivo, pois metal e progressivo se alternavam igualmente até esse disco. Hoje acho o Pain of Salvation muito mais prog do que metal e nesse último disco, Panther, eles foram além até.

Mairon: Disco clássico do Pain of Salvation, e o melhor dessa lista aqui, Remedy Lane me apresentou ao som modernoso dos suecos. A história quase auto-biográfica do guitarrista e vocalista Daniel Gildenlöw passa muito bem pelas caixas de som, com boas vocalizações e linhas instrumentais que me lembram bastante o saudoso Beardfish, também sueco. Essas lembranças de Beardfish também estão em “A Trace of Blood”, . As guitarras Hackettianas de Daniel são atração a parte, seja nos solos de “Ending Time”, “Rope Ends” e “Waking Every God”, no dedilhado de “This Heart of Mine (I Pledge)” ou na linda melodia de “Dryad of the Woods”, instrumental e mais bela canção do disco. Destaque também para a harmonia oriental da viajante “Chain Sling”, a quebra-cucas “Fandango”, as vocalizações de “Undertow”, os eletrônicos de “Remedy Lane”, que parecem saídos da trilha de Blade Runner, e a longa “Beyond the Pale”. Baita indicação André!


The Devin Townsend Band – Accelerated Evolution [2003]

André: É uma pena que este projeto morreu com apenas dois discos lançados. Devin Townsend tem uma porção de bandas e projetos em seu nome ou dos quais é líder e este daqui é o meu favorito dele. É um metal progressivo mais arrastado, pesado e atmosférico. Com uma afinação mais baixa seria praticamente um doom. A voz do vocalista e guitarrista serve para aplacar um pouco a ira de quem se incomoda com os agudos de James Labrie (embora tenham tons parecidos). Ele também possui maior variedade vocal quando as vezes solta uns rasgados. Acho Devin Townsend um tanto quanto desconhecido no Brasil e esta seção me dá a oportunidade para divulgar um pouco mais de sua excelente obra. “Suicide” é minha favorita aqui com peso, quebras rítmicas instigantes e uma interpretação visceral por parte de Devin.

Daniel: Este eu realmente não conhecia. Ouvi, mas não me marcou. Nem é o caso que eu o tenha achado ruim ou mal executado, não é isso, mas as composições não caíram no meu agrado. Achei tudo muito genérico, sem nenhuma música realmente marcante. Passo.

Davi: Confesso que não conhecia esse grupo, e gostei bastante. Não sei se, por aqui, eu os qualificaria como prog metal. Os arranjos são bem arrastados, os músicos usam uma afinação bem baixa, o que traz um peso absurdo ao disco, mas seus arranjos me soam mais um rock alternativo do que prog, embora o grupo realmente tenha influência de progressivo. O vocalista é muito bom, tem uma voz rasgadona, forte e soube explorar bem os recursos vocais. Ele explorou diferentes facetas nos arranjos, onde cantava de maneira absurdamente melódica, em algumas ocasiões, e de maneira gritada, esgoelada, em outras. O disco é muito bem tocado e as músicas são muito boas. Especialmente; “Depth Charge”, “Storm”, “Random Analysis” e “Sunday Afternoon”. Ótima recomendação. Esse eu vou comprar para a minha coleção.

Fernando: Lá nos idos dos anos 90 eu conheci o Strapping Young Lad por conta da participação no tributo ao Judas Priest com “Exciter” que achei muito legal. Fui atrás da banda, daquele jeito que a gente conseguia na época e encontrei uma banda puxada pelo industrial, que nunca me fez a cabeça. Porém cheguei a ouvir algumas coisas do Devin Townsend e sempre me pareceu muito bom, mas nunca tive um incentivo maior para ouvir. Agora tive e achei bastante interessante. Vou prestar atenção. 

Mairon: Essa eu já conhecia. Curto o som de Devin Townsend por trazer peso na dose certa para esse progressivo modernoso que o André está nos apresentando. A abertura com “Depth Change” é ótima para começar bem os trabalhos, agressiva e muito agitada. O peso segue por “Random Analysis”, outra boa faixa. A coisa da uma acalmada em “Away”, que delícia de viagem, “Deadhead”, “Storm”, mas ainda com muito, mas muito peso, soando quase como uma banda de Stoner. O disco se perde no final apenas, com “Slow Me Down” e “Sunday Afternoon”, assim como “Traveller”, muito moderninhas para meu gosto. A sensacional introdução de “Suicide” é o meu ponto preferido de Accelerated Evolution. Baita som! É um bom disco, que foge dos guturais que marcam um pouco algumas bandas similares, e dos aqui nos apresentado, é o segundo melhor.


Dream Theater – Systematic Chaos [2007]

André: Ah, o Dream Theater. Banda que divide tantas opiniões. Sendo um pouco mais direto e menos prog, este é o meu favorito deles. Mais pesado, mais interessante e com as melhores passagens instrumentais em minha opinião, é o disco que mais ouvi do Dream Theater. Eu confesso que não entendo porque os fãs malham tanto este álbum. Talvez porque a maioria gosta de um Theater “mais levinho” da época do Images and Words e do Metropolis. Sei lá. Eu fico com esse.

Daniel: Na minha cabeça, Dream Theater e metal progressivo são praticamente sinônimos, pois a banda é o maior expoente do gênero. No entanto, eu considero Systematic Chaos um de seus trabalhos menos inspirados, seja pela impressão que tenho de uma banda no automático (os caminhos em que as canções se desenvolvem são os mesmos que a banda apresenta em discos anteriores – e de forma muito precária aqui) além de apresentar a horripilante “Repentance”, a pior canção do grupo. Claro, os músicos do conjunto são ótimos, mas as faixas deste disco me soam como as de um grupo cansado.

Davi: O grupo vinha fazendo trabalhos que dividiam opiniões. Train of Thought foi um álbum absurdamente pesado, mas que traziam arranjos mais diretos, o que irritou os fãs que os acusaram de estarem preguiçosos. Depois, lançaram Octavarium, trazendo arranjos mais complexos, porém com um som mais limpo. Mais uma vez, sofreram duas críticas. Muitos disseram que haviam se tornado uma banda pop, por conta de “I Walk Beside You”, mesmo que a faixa-título tivesse 24 minutos de duração e fosse extremamente elaborada. Os músicos tentaram fazer um meio termo em Systematic Chaos. Ou seja, pegaram a complexidade do Octavarium e uniram ao peso de Train of Thoughts. Na minha opinião, não funcionou. Sim, a qualidade de gravação é impecável. Sim, os caras tocam muito e dão uma aula de execução, mas acho o repertório irregular. Algumas músicas me deixam com a sensação de algo faltando. Para não dizer que nada se salva, gosto de “Constant Motion”, “Forsaken” e “Prophets of War”, mas mesmo essas estão longe de serem músicas que considero indispensáveis em seu repertório. Prefiro o Octavarium.

Fernando: O Systematic Chaos é o disco que marcou o final dos grandes discos do Dream Theater e marcou o começo daqueles que possuem uma ou outra música boa, mas apresenta um excesso de auto indulgência que chega a enjoar. A banda, desde o início, criou aquela aura de excelência musical, porém a técnica sempre, até então, elevou a música mas agora começou a existir música para apresentar técnica e isso desagradou a mim e à muitos fãs.

Mairon: Álbum que começa muito bem, com Jordan Ruddess e John Petrucci mandando ver na fantástica “Prelude” de “In the Presence of Enemies Pt. 1”, e até que o LaBrie não estraga a sequência com “Ressurection”. A parte dois também tem bons momentos instrumentais. O problema é que no decorrer do álbum, nos damos conta que é Dream Theater o que sai das caixas de som, daí é aquela interminável encheção de linguiça que se torna tediosa depois de quinze minutos. Suportar os vocais do LaBrie e o jeito “moderno” de Portnoy tocar é uma tortura para quem curte progressivo britânico das antigas, ou mesmo um progressivo qualquer dos anos 70. Mas tem coisas interessantes, como a semelhança com Metallica em “Constant Motion”, a bonita introdução de violão de “The Ministry of the Lost Souls” , que me remeteu algo de Octavarium, e o trecho dos solos de “The Dark Eternal Light”, que é uma canção até bem surpreendente. No geral, o disco é muito mediano, perto de Octavarium ou até Falling Into Infinity, bem mais abaixo. Dream Theater sendo Dream Theater.


Cynic – Traced in Air [2008]

André: Quem prefere uma sonoridade mais “limpa” deve passar longe do Cynic. O som dos caras é cheio de camadas diferentes de teclados e sintetizadores, muitos efeitos de guitarras sintetizadas e muitos instrumentos tocando juntos ao mesmo tempo. Sem contar que há vocais limpos, sintetizados e guturais. Enfim, é muita informação, aumento e redução de velocidade, ritmos quebram-se repentinamente, solos que surgem do nada e tudo isso colado de uma maneira que me soa muito interessante. Definitivamente não é para todo mundo.

Daniel: Este álbum é bem mais curto que os demais e sua audição exige bem menos do ouvinte, muito embora também aqui se encontra passagens instrumentais intricadas e bem trabalhadas. Há alguns toques de um Metal mais agressivo, especialmente na bateria frenética e nos vocais guturais, como em “Integral Birth” ou “King of Those Who Know”, por exemplo. Bom disco.

Davi: Já ouvi muita gente elogiando esse álbum. Ouvi e achei tão ruim que achei que não havia compreendido e decidi ouvir por uma segunda vez, mas realmente não desceu. Os músicos não são ruins, mas as faixas são mais fracas do que roteiro de novela mexicana. O diferencial deles é ter um vocal gutural dentro do prog metal. É um diferencial, sem dúvidas, só que não sentiria falta se isso não existisse. Pelo contrário, preferia que isso não existisse. Eles soam um pouco mais suportáveis quando esse elemento não aparece. Outro grande defeito, para mim, é que tudo soa embolado. Não se trata daquele som pesado e bonito. É o contrário. Soa pobre, demodê. Enfim, não curti.

Fernando: A melhor parte do Cynic é não querer fazer discos com 60-70 minutos. Eles concentram a chatice em 30 e poucos minutos e só. Toda vez que eu vejo os gêneros death e thrash metal combinados com os seguintes substantivos technical ou math é sinal de que não vou gostar. Para ficar na primeira música em que eles enfileiram alguns bons riffs para simplesmente parar a música do nada e acharem que são o Pain of Salvation, mostra que a intenção é simplesmente parecer visionários. 

Mairon: Não conhecia o som do Cynic até esse Ouve Isso Aqui, e achei bem curioso o som dos caras. É uma espécie de Dream Theater, porém fazendo canções curtas, todas meio parecidas entre si, e até com uns guturais aqui e acolá, assim como uns eletrônicos e umas vozes tribais. Não consegui destacar nenhuma música em especial, e não me agradou muito a obra, mas como passou rapidinho, não foi de todo ruim conhecer o trabalho dos caras.

5 comentários

  1. Fernando Bueno

    o Devin Townsend está escalado par ao próximo Wacken. Esse vou ouvir com mais atenção para vê-lo ao vivo….se o Corona deixar!!!

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    • André Kaminski

      Aliás, nem vi a escalação do Wacken. Agradeço a lembrança.

      Responder
  2. André Kaminski

    Pelo que andei lendo, o pessoal também tem elogiado os discos mais novos do Pain of Salvation. Pelo jeito vou ter que ir atrás deles também.

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  3. André Kaminski

    Sabem o que é triste e eu fui saber só hoje? É que o baixista Sean Malone do Cynic morreu ontem e o baterista Sean Reinert morreu no início desse ano de problemas cardíacos.

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