Olhos Vermelhos, disco acústico de death metal do Psychotic Eyes, será lançado no aniversário de morte de Chuck Schuldiner

 

Violões e vocais guturais! Essa é a receita minimalista, porém ousada, de Olhos Vermelhos, o primeiro disco acústico de death metal da história que o Psychotic Eyes lança no próximo dia 13 de Dezembro, aniversário de 17 anos da morte de Chuck Schuldiner. Olhos Vermelhos foi gravado, mixado e masterizado no estúdio HBC Records em Guarulhos/SP por Humberto Belozupko. O trabalho reunirá a faixa inédita “Olhos Vermelhos” – baseado num poema de Luiz Carlos Barata Cichetto – e também farão parte do álbum, em novos arranjos, “The Hand of Fate” – música presente no álbum de estreia – além de “Life” e “Dying Grief”, ambas de I Only Smile Behind The Mask (2011). A capa de Olhos Vermelhos é assinada pela artista plástica gaúcha Nua Estrela.

“Finalmente Olhos Vermelhos ficou pronto! Foram anos de trabalho, desde a concepção da ideia de um disco de Death Metal acústico, passando pela composição, arranjos, gravação, mixagem e masterização. Nesse período, as vidas dos integrantes sofreram todas as reviravoltas possíveis, paternidade, mudanças de emprego e de endereço. Ao mesmo tempo, descobrimos que a tarefa de gravar death metal de maneira acústica é algo assustadoramente difícil. Mas conseguimos! A agressividade e a violência do estilo estão lá, mesmo que não haja guitarras distorcidas, baixo pulsante ou uma bateria tocada em alta velocidade. Os vocais guturais e as melodias macabras dão conta do recado e mostram a riqueza do estilo, mesmo que a sonoridade esteja mais suave pelo uso de violões. Creio que conseguimos produzir uma música inédita, ousada e original, sem precedentes no estilo. Exatamente como foi a obra de Chuck Schuldiner, que queremos homenagear lançando o disco na data de sua morte. Um dos dias mais tristes da minha vida, quando o mundo perdeu um dos artistas mais geniais de todos os tempos. Um cara cuja falta sinto até hoje. Tenho certeza que ele apreciaria nossa ousadia em dar uma roupagem acústica e mais delicada ao estilo musical que ele ajudou a criar, a moldar e a definir, sempre expandindo fronteiras, rompendo parâmetros e preconceitos, usando de elementos inusitados, inovadores e, porque não, filosóficos.”, declarou Dimitri Brandi, vocalista/guitarrista/violonista do Psychotic Eyes. Completa a atual formação da banda o baixista/violonista/vocalista Douglas Gatuso.

Olhos Vermelhos será lançado apenas no formato digital e estará disponível nas principais plataformas de música.
Um vídeo com trecho das gravações de Olhos Vermelhos foi divulgado pelo grupo.

Mais Informações:

www.psychoticeyes.com
www.twitter.com/psychoticeyes
www.facebook.com/psychoticeyes
www.youtube.com/psychoticeyesbrazil


Uma das maiores bandas do metal nacional, Lyria lança novo disco e clipe

Considerada uma das mais importantes bandas de metal do cenário independente nacional, o Lyria lançou recentemente o álbum Immersion, que marca uma nova fase em sua carreira. Segundo disco da carreira, ele traz 11 faixas sobre superação de obstáculos, abordando temas como autismo, ansiedade e depressão. O trabalho sucede o bem-sucedido Catharsis (2014), que levou a banda a conquistar fãs em diversas partes do mundo. Immersion já se encontra disponível nas principais plataformas de streaming.

“O álbum mantém a mesma temática do Catharsis, sendo uma espécie de continuação mais madura e mais densa do primeiro disco. As músicas deste trabalho contemplam diferentes influências, desde o folk, o metal tradicional e até o lírico”, analisa Aline Happ, vocalista do Lyria, sobre a concepção criativa.

Muito mais do que mera imersão na decisão de fazer música independente, o trabalho atual consolida o crescimento de um projeto que supera os 74 mil fãs no Facebook e ganhou vida graças à uma campanha de crowdfunding. Durante o financiamento coletivo, a banda superou os 11.500 dólares necessários para a produção do Immersion e do clipe “Hard to Believe” e arrecadaram 13 mil dólares (cerca de 48 mil reais).

Assista “Hard to Believe

O Lyria é a mistura da poderosa e afinada voz de Aline Happ, com o peso dos riffs da guitarra de Rod Wolf, e a enérgica cozinha formada por Thiago Zig (baixo) e Thiago Mateu (bateria). Atualmente, o grupo encontra-se em turnê nacional, tendo realizado shows com casa lotada no Rio e em São Paulo. O vídeo “Hard to Believe” já supera as 140 mil visualizações e contou com a direção e cinematografia de Vinicius Hozara, além da produção por CS Music Videos. O roteiro foi realizado pela própria banda.

O disco foi produzido, mixado e masterizado por Celo Oliveira, no Kolera Home Studio. Todas as faixas foram escritas por Aline Happ, Rod Wolf e Thiago Zig e todas as letras por Aline Happ e Patrick Happ, exceto “Let me be me”, apenas por Aline Happ. A arte de capa e o design do encarte são de Aline Happ. Fotos do encarte por Roberta Guido, exceto foto da capa por Patrick Happ e foto da contracapa por Aline Happ. É possível adquirir o merchandise oficial da banda na loja online especialmente para o Brasil.


Obscur. Records estreia no mercado com ao vivo do Frieza

A Obscur. anuncia a expansão de seus trabalhos no mercado musical. Além de produtora, responsável pela realização de shows de bandas nacionais e internacionais pelo Brasil, agora também responderá como Obscur. Records, selo que vai focar em lançamentos nos gêneros post metal, sludge e noise. A estreia é com o álbum ao vivo da banda goiana de post metal Frieza, já disponível nas principais plataformas de streaming.

Assim como a Electric Funeral Records, o selo da tradicional produtora carioca Collapse Agency, de Sylvia Sussekind, a Obscur é mais um braço da Abraxas. As gravadoras e produtoras unem forças para continuar o trabalho em turnês e lançamentos de nomes consagrados e revelações do rock independente brasileiro e do exterior.

Cassandra, Dolphins on Drugs, Ruínas de Sade, Timekiller (Vietnã) e Enterro são as outras bandas da Obscur. O caráter experimental e “torto” vão nortear os lançamentos da Obscur. Records, como comenta o proprietário Guilherme Guerra. “O objetivo é ter um som um pouco mais pesado que a Abraxas. Mais experimental e com influências do post metal, sludge e noise. A gente já vinha pensando em como abordar esse público de maneira integral e acho que esse novo selo é a concretização disso. Estamos de portas abertas para ajudar as bandas e o mercado voltado para essas características”.

Frieza – Três universos completamente discrepantes numa tentativa de abraçar o que fica entre o post metal, black metal e tudo que possa ser experimental. Esta é a gênese da Frieza, que lança pela Obscur. Records o Ao Vivo – CWB. São cinco músicas gravadas em uma apresentação ao vivo em Curitiba, no dia 14 de setembro. Criada em 2016 e com o disco de estreia lançado em março de 2017, a Frieza tem passagens por São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Brasília, participando de festivais como Bananada (Goiânia), Black Embers Fest (SP) e Headbangers Attack (DF). Para o trio, formado por Augusto ‘Chita’ (voz e guitarra), Júlio César Baron (bateria) e Marco ‘Necro’ Túlio (baixo), a Frieza existe para desencadear na interação público/banda percepções íntimas, tão amargas quanto desconhecidas.



Depois de quase 20 anos, Nossa Banda Podia Ser Sua Vida chega ao Brasil

“No dia 24 de setembro de 1991, um álbum chamado Nevermind, de uma banda chamada Nirvana, foi lançado. Em questão de semanas, virou disco de ouro; pouco depois, derrubou Michael Jackson do primeiro lugar da parada de álbuns da Billboard, e levou a jornalista musical Gina Arnold a proclamar: ‘Nós vencemos.’ Mas quem era esse ‘nós’ de quem ela estava falando? E por que eram tão diferentes ‘deles’?”

Assim começa o livro Nossa Banda Podia Ser Sua Vida, de Michael Azerrad, lançado nos EUA em 2001 para contar, de forma minuciosa e despojada como 13 bandas independentes prepararam o terreno fértil no qual mais tarde floresceria a cena alternativa comercial. E enfim é lançado no Brasil, pela Powerline Music & Books. O lançamento oficial é sexta-feira, 7 de dezembro, dentro da SIM São Paulo (www.simsaopaulo.com.br) com uma sessão de autógrafos com o autor e um painel no Centro Cultural São Paulo.

Graças a eles não só o Nirvana se tornou um dos maiores sucessos de todos os tempos, mas o indie foi alçado a estilo de vida juvenil, impulsionando o surgimento de centenas de novas bandas (Coldplay e adjacências inclusos), criando moda, possibilitando a existência de mega-festivais roqueiros como o Lolapalloza e sendo usado, hoje, até como trilha sonora de comerciais de carros e bancos, algo bem distante de sua essência original.

As bandas escolhidas por Azerrad para representarem as tais “cenas do indie underground americano” são seminais não necessariamente pelo número de álbuns vendidos, mas por seu poder de influência, criação de algo novo, revelia ao status quo e, muitas vezes, pela completa falta de interesse em fazer sucesso. Cada capítulo conta a história de uma delas: Mission Of Burma, The Minutemen, Black Flag, Husker Du, Minor Threat, The Replacements, Butthole Surfers, Sonic Youth, Big Black, Fugazi, Mudhoney, Beat Happening e Dinosaur Jr, cada uma com seu estilo, uma diferente da outra, cada uma importante à sua maneira.

Michael Azerrad vive em Nova Iorque e é um dos maiores críticos musicais dos EUA. Seus textos aparecem em publicações como Spin, Rolling Stone e The New York Times. É autor também, dentre outros, do bestseller Come As You Are: A História do Nirvana.


Chaos Synopsis libera versão para o clássico “Highway To Hell do AC/DC”

A banda Chaos Synopsis, liberou sua versão para o clássico “Highway To Hell”, presente no Tributo ao AC/DC recentemente lançado pela gravadora inglesa Secret Service Records. For Those About To Brazil é o terceiro tributo lançado pela gravadora inglesa, que como sempre é composto por 30 bandas brasileiras prestando homenagem a grandes nomes do Rock/Metal mundial.

A banda conseguiu fazer uma releitura veloz e furiosa, transportando esse clássico do rock para uma cortante versão Thrash/Death Metal, fazendo algo corajoso e diferenciado. Veja a versão do clássico “Highway To Hell” feito pelo Chaos Synopsis.

Links relacionados:
http://chaossynopsis.com/site/
http://www.facebook.com/chaossynopsisbr



Gabriel Vendramini lança segundo disco, com cantora Marisa Brito e três participações internacionais

Ao longe consegue-se avistar uma luz, é o farol que sinaliza aos navegantes que ali é um porto seguro. O segundo disco de Gabriel Vendramini, Lighthouse, marca o retorno do músico aos palcos de música autoral, após um hiato de mais de 10 anos. Mais intenso que o trabalho anterior, o álbum conta com 13 faixas produzidas, gravadas e mixadas pelo artista, no espírito do “faça você mesmo”.

“Tanto em motivação, quanto em inspiração e na parte das influências eu cito o Do It Yourself (DIY). É simples, não há desculpa quando você se propõe em sujar as mãos. Em questão de sonoridade, o disco está mais denso do que o primeiro. O Brick By Brick é um disco mais voltado a solos de guitarra. No Lighthouse a minha vontade é de fomentar um diálogo com quem for buscar as letras enquanto ouve”, explica Gabriel.

A intenção de conversar com quem ouve se mostra latente nas diversas participações do disco. O Lighthouse contou com participações como Kevin Lynch e Mark Vecchiarelli, da banda estadunidense Shades Apart; da youtuber italiana Hilary Floyd; de Mark Thomas Klupfel, do grupo estadunidense Action Action; e da cantora brasileira Marisa Brito.

Cantora e compositora de Belém (PA), Marisa Brito dividiu o palco com Gabriel Vendramini em 2018, e dali surgiu uma grande sintonia. Do encontro surgiu a parceria para a faixa “Choir of Love”. “Gostei muito do trabalho dela e, enquanto trabalhava no repertório do disco, senti a falta de vocais femininos para essa faixa. Ela aceitou sem hesitar, matou tudo em menos de meia hora, tudo no primeiro take. E ainda criou uma harmonia de voz para a seção do solo de guitarra”, elogia Gabriel.

Durante a gravação, o músico procurava uma voz que encaixasse com a dele e novamente surgiu a necessidade de uma voz feminina. Foi em uma tarde despreocupada que ele encontrou o vídeo da youtuber italiana Hilary Floyd, cantando um cover de “Norwegian Wood”, dos Beatles. A cantora aceitou prontamente o convite de Gabriel, e as gravações foram feitas na casa de Hilary e encaixadas em seguida na faixa “Safe”.

A Shades Apart é uma das bandas marcantes na adolescência de Gabriel Vendramini, porém ela encontra-se inativa. E isso não impediu que os integrantes Mark Vecchiarelli e Kevin Lynch se reuniram mais uma vez para a canção “King of Stone”. O contato aconteceu por Facebook e prontamente os músicos aceitaram gravar o vocal. Quem também participa do disco é o vocalista e compositor Mark Thomas Kluepfel, da banda indie Action Action. Uma das maiores influências musicais de Gabriel Vendramini, a participação dele surge na faixa “Thomas Crapper”, que ganhou lyric video.

“Falar sobre a participação do Mark Thomas Kluepfel é sempre muito emocionante pra mim. Quando recebi a resposta de que ele participaria da “Thomas Crapper” eu tremia dos pés à cabeça. O convite era somente (porque eu não queria incomodar) para ele cantar o refrão comigo, mas, quando ele me entregou a parte dele para a música eu recebi 10 trilhas de voz. Ele fez TUDO que eu sempre amei no trabalho dele na minha (nossa) música. Enfim, pegue seu melhor fone de ouvido e sinta o que eu estou dizendo”, emociona-se Gabriel. O disco Lighthouse contou com produção, gravação e mixagem de Gabriel Vendramini. O artista também ficou responsável pelas guitarras, baixos, voz, programações de bateria e teclados.

“Vivemos num país de terceiro mundo onde expressar-se artisticamente é uma forma de resistência. Quem faz música autoral no Brasil não só tem muita coragem como também tem muito amor pelo que faz. Somos os navegantes em busca de um farol remando sob uma tormenta”, finaliza Gabriel.


Amilcar Christófaro do Torture Squad com Andreas Kisser, Edu Ardanuy e Felipe Andreoli, no evento Brasil Guitarras em São Paulo

Sábado (08/12) em São Paulo, os maiores guitarristas do país estarão se apresentando em um espetáculo único e diversificado, o evento Brasil Guitarras. Nomes como Andreas Kisser, Armandinho Macedo, Edu Ardanuy, Edgar Scandurra, Frank Solari, Faiska, Marcelo Barbosa, Nuno Mindelis e Robertinho de Recife, se apresentam em shows e jam’s espontâneas feitas por verdadeiros mestres das seis e sete cordas.

Idealizado em parceria pelo Ministério da Cultura, Secretária da Cultura da cidade de São Paulo, juntamente com o patrocínio da cerveja Skol, o evento “Brasil Guitarras” é gratuito ao público mediante doação de 1kg de alimento não perecível. Para esse encontro, vários músicos serão convidados para dar suporte na bateria, baixo e voz, entre eles, o baterista Amilcar Christófaro do Torture Squad, estará com Andreas Kisser (Sepultura), Edu Ardanuy (ex- DR Sin) e Felipe Andreoli (Angra), em um dos shows que prometem ser inesquecível para quem estiver presente.

O Evento será realizado no “Parque da Juventude” em São Paulo, a partir das 16h00. Abaixo os guitarristas confirmados e detalhes sobre o evento. No line up: Andreas Kisser, Armandinho Macedo, Edgard Scandurra, Edu Ardanuy, Frank Solari, Faiska, Luiz Carlini, Marcelo Barbosa, Nuno Mindelis e Robertinho de Recife

Data: 08/12

Horário: 16h00 às 21h00

Local: Parque da Juventude

Entrada Gratuita mediante doação de 1kg de alimento não perecível (exceto sal)

Mais informações



CERIMÔNIA DO PRÊMIO GABRIEL THOMAZ DE MÚSICA BRASILEIRA ACONTECE NESTA SEXTA-FEIRA

Há seis anos o vocalista e guitarrista da banda Autoramas, Gabriel Thomaz, criou um prêmio com o seu nome para listar as melhores músicas do ano. O que a princípio era uma brincadeira na internet, desde 2016 conta com cerimônia de premiação, apresentações ao vivo, troféus e até patrocinador. “Estamos chiques pra caramba”, diz Gabriel.

Neste ano o evento, que faz parte da programação da Semana Internacional de Música de São Paulo, acontece na Associação Cultural Cecília (Rua Vitorino Carmilo, 449, Barra Funda), na próxima sexta-feira, 7 de dezembro, a partir das 20h com shows das bandas Molho Negro (PA), Joe Silhueta (DF) e Der Baum (SP). Uma “comissão secreta” é responsável por escolher os vencedores das cinco categorias do prêmio mais divertido da música independente – “Álbum Mais Conceitual”, “Capa Mais Bonita”, “Empreendimento Mais Lucrativo”, “Sou Suspeito” e “Hit do Ano”. “Já pensei em revelar os nomes das pessoas [que fazem parte da comissão], mas preferi deixar a comissão secreta para que esses profissionais não recebam nenhum tipo de assédio”, afirma o idealizador do prêmio.

Gabriel Thomaz ressalta que a premiação existe para mostrar que a produção musical brasileira está muito viva, em quantidade e qualidade. “É o inverso do que muita gente desinformada insiste em repetir por aí”, diz. “Fazemos tudo com muito bom humor, leveza e – porque não? – ironia ou sátira. Quem já foi a uma cerimônia do Prêmio sabe o quanto ela é divertida, uma ótima oportunidade pra dar boas risadas, ver ótimos shows e se informar sobre a música brasileira que sempre se renova”, completa.

Conheça os indicados:

“Álbum Mais Conceitual”
Asteróides Trio – “Geração Drosophila Melanogaster”
Edu Viola – “Psilocibina”
Getúlio Côrtes – “As Histórias de Getúlio Côrtes”
Mercenárias – “Baú 83-89”
O Inimigo – “Inner Ear Session” hbbrecords.com/inner-ear-session

“Capa Mais Bonita”
G-Lerm – Mongo, “I Die At Midnight”
Julian Weber – Autoramas, ‘Libido” hbbrecords.com/libido
Leandro Dexter – Sangue de Androide
Ricardo Escudero e Bob Hitchcock – Hitchcocks, “It’s Alive”

“Empreendimento Mais Lucrativo”
Balaclava
Baratos Afins
Discobertas
Hearts Bleed Blue www.hbbrecords.com
Läjä Records
Monstro Discos
Nada Nada Discos
Psico BR

“Sou Suspeito”
Anna Lú & Ballet Underground – “Satisfaction”
Autoramas – “Homem-Clichê” hbbrecords.com/libido
Autoramas – “No Futuro” hbbrecords.com/libido
Autoramas – “Para o Alto e Avante” hbbrecords.com/libido
Autoramas – “Sofas, Armchairs and Chairs” hbbrecords.com/libido
Banda Merdada – “Menino”
Gabriel Vendramini – “Catchy Chorus”
Marimbondo – “A Noite” Plebe Rude + Autoramas – “Dança do Semáforo”

“Hit do Ano”
Antiga Roll – “Inferno Úmido”
Astronauta Elvis – “Rock’n’Roll Elegante”
Baleia Mutante – “Mi Niña”
Chokky Starlust – “Feliz Aniversário, Meu Bem”
Dani Vellocet – “A Rainha e o Leão”
Der Baum – “Videocassete”
Diggers – “Waste of Time”
Eletrola – “Tentei Acreditar”
Fábio Cardelli – “A Carne da Flor”
Fistt – “Segunda-Feira”
Frank Jorge – “Comunicação”
Frank Jorge – “Wanderléa”
Garrafa Vazia – “Vovódka”’
George Belasco & Cão Andaluz – “Aqui Ronca Um Motor”
Gran Tormenta – “N Bome”
Hitchcocks – “O Escorpião Escarlate”
Imperial Pilots – “Not Alone”
Joe Silhueta – “Ícaro”
King In The Belly – “Intimate Stranger”
Lambada Hit Combo – “Felicidraft”
Los Canos – “Mimimi”
Meia-Noite Em Marte – “Saionara Sam”
Melvin & Os Inoxidáveis – “Mil Vezes Mais”
Molho Negro – “O Jeito de Errar”
Mongo – “Altered State of Mind”
Moons – “Moons”
Moreia The Surf Monsters – “Boldró”
Os Cleggs – “Noutro Estranho Lugar”
Os Sucuris – “Not Making The Most Of It”
Paulo Rocker & Os Rockaways – “É Por Isso”
Pedrinho Grana – “Hit Me”
Pulltones – “Run Emanuelle Run”
Punching Namard – “Relatos de Um Ex-Careta”
Quarteta – “Negroni”
Riffcoven – “Xutal”
Riviera Gaz – “If I Had One” hbbrecords.com/connection
S.E.T.I. – “Fúteis Imorais”
Sandoval Shakerman – “O Indomável”
Sangue de Andróide – “Bigode de Torresmo”
Surr – “O Grito”
Taunting Glaciers – “Hyper” hbbrecords.com/bloom
Ted Boys Marinos – “Drukula”
The Outs – “Tempos Loucos”
Tutti-Trutti – “Oba, lá Vem Ele”
Two Step Flow – “Under Pressure”
Ultramen – “Felicidade Espacial” hbbrecords.com/tente-enxergar
Ultramen – “Pineal” hbbrecords.com/tente-enxergar
Velodkos – “Loko É Poko”
Voodoo Brothers – “Voodoo Night”
Zeca Viana – “Jardim das Delícias”


Attomica: Confirmados como headliners no “Iceberg Rock Festival Open Air V” em janeiro de 2019

Em 2018 um dos melhores álbuns de Thrash Metal lançados no país é o disco The Trick da veterana banda Attomica. O registro aclamado por público em mídia especializada, vem proporcionando ao grupo inúmeras apresentações em diversos estados e festivais diferentes. Com uma agenda sempre lotada e apresentações marcantes, o Attomica, acaba de anunciar mais uma importante apresentação para o início de 2019. Dessa vez o trio peso pesado brasileiro estará se apresentando no “Iceberg Rock Festival Open Air V” que será realizado entre os dias 18, 19 e 20 de janeiro na cidade de Lontras/SP que contará com 16 atrações de diferentes estilos se apresentando.

O “Iceberg Rock Festival Open Air V” vem se consolidando como um dos principais eventos de Metal do país, com uma estrutura digna de grandes festivais europeus, os organizadores visam atrair o público, oferecendo grandes bandas como atrações e diversas formas diferentes de entretenimento. Salve essa data e compareça em um dos melhores e maiores eventos de 2019.

Confira a grade completo do “Iceberg Rock Festival Open Air V”:

Valor de ingresso:

Antecipado R$ 70,00 (R$ 4,35 por apresentação)

No Festival R$ 90,00 (R$ 5,62 por apresentação)

Palco Floresta:

Sexta feira 18 de Janeiro

21:00 (50min) Venus vs. Marte (2016) Rio do Sul SC – Indie Folk pop / Cover + Autoral

22:05 (50min) REI de COPAS (2015) Rio do Sul SC –  Rock Nacional Autoral

23:10 (01hr) Rhasalon (2000) Rio do Sul SC – Heavy Metal Autoral

00:25 (02hr) Código de Bar (2013) Schroeder SC – Rock’n Roll Clássicos Cover

Sábado 19 de Janeiro

Palco Acústico no bar sábado a tarde:

13:00 (01hr30m) Flavio Pacheco Lontras SC – Alternativo/Intimista Cover + Autoral

14:30 (01h30m) Jahvahduoacustico Blumenau SC – Rock / Blues Cover

Palco Floresta:

16:00 (50min) Mandíbula Reggae (2014) Otacílio Costa SC – Reggae Autoral

17:05 (50min) Tosse Harmônica (2015) Rio do Sul SC – Punk Rock Autoral

18:10 (50m) Paper Queen Curitibanos SC – Rock’n Roll Cover + Autoral

19:15 (50min) Tanger Tap Aurora SC – Rock’n Roll Clássicos Cover + Autoral

20:20 (1h30m) Marenna Official (2014) Caxias do Sul RS – Melodic Rock AOR Hard Rock Autoral

22:05 (01hr) Banda Balboa’s Punch (2010) Rio do Sul SC – Thrash Metal Autoral

23:20 (01hr30m) ATTOMICA (1985) São José dos Campos SP – Thrash Metal Autoral

01:05 (01hr30m) Jhonny Bus (2016) Lages SC – Hard Rock Heavy Metal Cover + Autoral

A partir do final dos shows no palco, teremos uma apresentação surpresa com fogueira.

Palco acústico no bar Domingo de manhã

09:00 Groove Brothers (2013) Rio do Sul SC

Com uma história sólida e renomada, o Attomica, um dos maiores nomes do Thrash Metal brasileiro, continua sua saga diária de manter os fãs sempre informados com novidades sobre eventos, lançamentos, vídeos, shows, entrevistas e várias outras maneiras de entreter aqueles que sempre buscam saber sobre as atualidades do grupo. Com isso, o Attomica apresenta aos seus fãs e seguidores, uma importante notícia relacionada a sua vasta discografia. Agora sob os cuidados da assessoria e selo digital da Roadie Metal, a banda começa a disponibilizar toda sua discografia digitalmente em mais de 40 plataformas espalhadas pelo mundo.

O primeiro registro oficialmente lançado através dessa parceria, é o disco que marca a estreia da banda. Attomica, lançado em 1987, apresentava um grupo jovem, porém destruidor e conhecedor do que fazia. Aclamado em vários países do mundo, o álbum é uma raridade entre colecionadores e mencionado por vários especialistas como uma das obras mais icônicas da história do Metal Nacional. Pesado, cru e intenso, são algumas das características desse grande registro.

Através do Selo Digital da Roadie Metal, agora é possível escutar o registro em sua totalidade através do Spotify, ITunes, Deezer, Google Play, Napster, Tidal, Amazon e várias outras plataformas, abaixo alguns links para que você possa escolher a melhor maneira de conferir.

Spotify 

ITunes 

Deezer 

Music.Amazon 

Amazon 

Tracklist:

01 – Dying Smashed

02 – Marching Over Blood

03 – Lost Time

04 – No Life ‘Til Madness

05 – Children Assassins

06 – Flash Maniac

07 – Samurai

O segundo álbum da carreira do Attomica, Limits of Insanity, é também o primeiro que conta com os vocais de André Rod. Reconhecido como um clássico da banda, o registro lançado oficialmente em 1989 possui alguns dos maiores clássicos da banda. Faixas como “Limits of Insanity”, “Atomic Death” e “Evil Scars” são músicas atemporais e até os dias de hoje, inclusas como obrigatórias nas apresentações da banda.

Esse disco que atualmente é item raro, e jamais esteve disponível para audição em nenhuma plataforma de Streaming, acaba de ser disponibilizada oficialmente em vários meios de consumo de música pelo mundo. Após fechamento da parceria com a assessoria e selo Roadie Metal, o álbum Limits of Insanity já está disponível para audição completa no Spotify, Deezer, ITunes e outras plataformas de streaming.

Confira abaixo e com exclusividade, o álbum Limits of Insanity lançado em 1989 pelo Attomica.

Spotify 

ITunes 

Deezer

Music.Amazon

Google Play

Tidal 

Amazon

CD Baby

Tracklist:

01 – Atomic Death

02 – Short Dreams

03 – Evil Scars

04 – Rabies

05 – Limits of Insanity

06 – Knight Riders

07 – Highway 401

08 – W.D

Bonus Track:

09 – Forbidden Hate

10 – Under Control

11 – Bloodbath

12 – Marching Over Blood

13 – Violence and Terror

Attomica é formado por: André Rod – Vocal/Baixo; Marcelo Souza – Guitarra; Argos Danckas – Bateria

Mais informações:

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Roadie Metal Press


France’s breakthrough doom metal trio ENDLESS FLOODS return on February 15th, 2019 with their third album “Circle The Gold” on Fvtvrecordings and Bigout Records.

A realm of darkness awaits. France’s cathartic doom specialists ENDLESS FLOOD formed in 2015 in Bordeaux around Stephane Miollan (Monarch, Bombardement), Benjamin Sablon (Bombardement, Shock) and Simon Bédy. With “no boundaries in heaviness” as a motto, they raise a prodigiously thick wall of sound by blending doom and sludge aesthetics with mind-expanding ambient metal structures. A sorrowful procession arising from the limbo…

The trio released their self-titled debut in 2015, then quickly returned with their sophomore full-length “II” in January 2017 (Dry Cough Records/Fvtvrecordings/Breathe Plastic). This minimalist, drone-sounding assault saw the band digging deeper within the realm of bleakness they created on “Endless Floods”, immersing the listener in a hulking, feedback-laden sonic experience while contemplating 20+ minute-long monoliths “Impasse” and “Procession”. “II” was praised by numerous international outlets, and described as “a vast, never-ending room of heavy” (Cvlt Nation), “a juggernaut of sonic grandeur” (Metal Nexus) as well as simply “sublime” by Pure Grain Audio.

New album Circle The Gold results from a year-long reassessment among the trio and symbolises a fresh start in their creative process. Over the span of 40 minutes and two songs, it sees the band evolve towards a more melodic aspect of their sound. Like the first ray of light shining through the gloom after a violent storm, both songs slowly move from impressively majestic chaos driven by cathartic screams and unfettered echoing solos, to almost-meditative and unadulterated moments of peace.

ENDLESS FLOODS states: “Circle The Gold was written, recorded, then deleted, re-written, recorded again and finalised over the course of two years. We started working on it right after the “II” recordings in the spring of 2016. In March 2017, we went to Amanita studio to record three songs. But afterwards, we broke off all creative process, rehearsals, and nearly put the band on hiatus.  A few months later, we relaunched the band and decided to start all over again, and rethink the album to achieve what we had in mind in the first place. We wanted to free ourselves from any songwriting stereotype and follow our own path. Start again to do better, turn a page and move on. The two songs on « Circle The Gold » deal with this tough period around the album making, relationship within a band, friendship and personal experiences.”

Circle The Gold was recorded and mixed at Amanita studio in Anglet (France) by Stephan Krieger, and mastered by Brad Boatright at Audiosiege (USA).

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