O homem moderno e suas contradições são o tema central de “Plastic Man”, música inédita do The Gard

Primeira canção gravada pela nova formação da banda, “Plastic Man” ganhará um videoclipe a ser lançado no dia 14 de Dezembro.  “A “Plastic Man” traz um retrato do homem contemporâneo. Sua frieza, anestesia e principalmente suas contradições. É como se estivéssemos nos transformando em seres apáticos e doentios, como se fôssemos de plástico. Sem sentimento. Sem vida.”. As palavras, urgentes, do vocalista Beck Norder, pintam o quadro perfeito do que representa, conceitualmente, “Plastic Man”, nova composição do grupo de rock neoclássico The Gard.

Composta por Norder em parceria com o guitarrista Allan Oliveira, “Plastic Man” é a primeira canção do The Gard a ser gravada pelos cinco músicos que integram a atual formação da banda: além de Norder e Oliveira, completam o line-up o baterista Lucas Mandelo, o guitarrista Gabriel Miranda e o baixista Enrico Ghirello. “Podem esperar uma música completamente diferente de tudo que já ouviram da The Gard. “Plastic Man” tem uma sonoridade moderna, se aproxima de bandas como QOTSA, Audioslave, Temple of the Dog e Soundgarden”, acrescentou o vocalista.

Gravada por André Diniz do Estúdio 260 de Indaiatuba/SP – que já havia trabalhado com o grupo no disco de estreia Madhouse -, “Plastic Man” será disponibilizada nas plataformas digitais a partir do dia 14 de Dezembro e também vai ganhar um videoclipe com direção de Adryano Fortien e Laura Tomé. Assista o teaser.

SOBRE O THE GARD

Formada em 2010, a The Gard desde o princípio teve como objetivo a música autoral, embora tenham ganhado bastante relevância na região metropolitana de Campinas, de onde é originária, com seu show “Tributo ao Led Zeppelin”. Em meio ao setlist das músicas do Led, a The Gard sempre apresentou suas composições próprias. Com o tempo o interesse do público pelas canções autorais foi crescendo e o espaço para elas, no setlist, aumentando.

Madhouse, disco de estreia da The Gard, foi então uma consequência natural. Em oito faixas, o grupo paulista transcende suas referências musicais ao oferecer ao público uma experiência musical onde o rock clássico e o contemporâneo convergem, como numa coalização sonora que disponibiliza-se para o futuro, para o desconhecido.

Produzido pelos próprios músicos em parceria com André Diniz do Estúdio 260 de Indaiatuba/SP, “Madhouse” reúne as faixas “Play Of Gods”, “Music Box”, “The Gard Song”, “Back To Rock”, “Kaiser Of The Sea”, “Madhouse” e “Panem at Circenses”. E como não poderia deixar de ser, além das sete composições autorais, “Madhouse” também traz um novo arranjo para “Immigrant Song” do Led Zeppelin, a banda que, para o The Gard, sempre representou a terra de neve e gelo de onde eles vêm com seu barco rumo às novas terras desconhecidas.

Mais Informações:
www.thegardband.com
www.facebook.com/thegardband
www.youtube.com/thegardband
www.soundcloud.com/thegardband
www.instagram.com/thegard_band


Sem sintetizadores, single da Suco de Lúcuma traz texturas psicodélicas

É difícil encontrar, mas existem aqueles solos de guitarra que nos fazem viajar. O single “Ausência”, da Suco de Lúcuma é um convite para uma jornada sem fim. Primeira amostra do disco de estreia, com previsão de lançamento para 2019, a música marca o começo de uma banda em busca de retornar às raízes, criando arte orgânica e verdadeira. O single foi gravado e mixado pela banda banda, com masterização de Andrés Mayo, argentino radicado nos EUA, ganhador de três Grammy Latino. A canção “Ausência” já se encontra nos streamings.

A Suco de Lúcuma é formada por Carlos Bechet (voz e guitarra), Thom Bonatto (voz e guitarra), Felipe Pizzutiello (baixo) e Vicente Pizzutiello (bateria). O nome peculiar vem da ligação de Bechet, peruano radicado em São Paulo, com a fruta agridoce de mesmo nome, conhecida como “ouro dos incas”. A banda surgiu do desconforto de Bechet, frente à elitização da música. Com uma forte vontade de voltar às raízes do que o motivou a criar música, a banda une elementos do rock psicodélico e progressivo das décadas de 60 e 70, com beats de neo soul, hip hop e groove, com forte influência do surrealismo sul americano (Luis Alberto Spinetta, Gustavo Ceratti e Júlio Cortazar). Entre as principais influências musicais estão Roy Ayers, Talking Head, Pink Floyd, Homeshake, Mac de Marco, Childish Gambino.

“As músicas também foram criadas com técnicas surrealistas, especialmente o ‘Automatismo’: utilizando o gravador do celular, num estado de muito sono, começamos a falar as primeiras coisas que apareciam em nossa mente, mesmo assuntos pessoais e desconhecidos para nós. Depois de algumas sessões disso, ouvíamos de volta e tentávamos dar sentidos às coisas que ouvíamos, criando assim as letras do disco”, explica Bechet.

Produzido, gravado e mixado pela própria banda, o processo durou 12 meses, resultado em 14 faixas que serão lançadas no próximo ano. Sem sintetizadores, o disco é o resultado da busca pelo som real e introspectivo. A ficha técnica inclui Carlos Bechet (produção, engenharia de áudio e mixagem), Felipe Pizzutiello e Vicente Pizzutiello (arranjos) e Thom Bonatto (produção e engenharia de áudio).


Bisho Extreme Produções: produtora catarinense abre inscrições para bandas de todo o país

Um dos mais promissores festivais recém criados no estado catarinense, o Bisho Extreme Fest, passou a organizar diversos eventos em seu estado e agora abre inscrições para bandas de todo o eixo nacional para que enviem materiais para participarem de seus eventos. Os requisitos para participar são simples e objetivos, bandas autorais e de Metal Extremo. Tendo “todos” esses requisitos completos, as bandas podem enviar o material composto de release, fotos, vídeos e links externos (spotify, youtube, facebook e etc) para bishometalfest@gmail.com.

Sobre os eventos do Bisho Extreme Produções, podem ser conferidos algumas resenhas abaixo do principal evento produzido pela produtora, pelas mídias O SubSolo e Underground Extremo, confira:

1º Bisho Metal Fest (2017)
http://www.osubsolo.com/2017/11/cobertura-bisho-metal-fest-tubaraosc.html

2º Bisho Extreme Fest (2018)
http://www.osubsolo.com/2018/06/cobertura-2-bisho-extreme-fest-tubaraosc.html

http://www.undergroundextremo.com/2018/06/bisho-extreme-festival-cruz-so-ilumina.html

 


Melyra convida para uma fuga da realidade em disco de estreia

Maturidade e peso se refletem nas 10 faixas de Saving You From Reality, o disco de estreia da Melyra. O álbum conceitual traz como temática central a fuga da realidade como forma de escapar dos problemas, ou mesmo de não enlouquecer. Atual e pulsante, o disco mostra que o metal nacional continua firme, forte e necessário. “É um grande passo e uma grande conquista. Estamos felizes por conseguirmos expressar esses sentimentos em música! Esse álbum contém muitas das nossas questões e muitas das nossas respostas, que andam lado a lado. Sentimos que com ele estamos prontas para alçar voos mais longos e crescer como banda”, explica Fe Schenker, guitarrista e backing vocal.

Além de Fe, a Melyra é formada por Nena Accioly (baixo e guturais), Roberta Tesch (guitarra e backing vocal), Verônica Vox (voz) e Drika Martins (bateria). O grupo carioca ficou conhecido no cenário do metal nacional após abrir o show do Arch Enemy, no Circo Voador (RJ) e participar do disco em tributo aos 25 anos de carreira de Edu Falaschi, ex-vocalista do Angra. No currículo elas também trazem o EP Catch Me If You Can (2014) e os singles “Run and Burn” e “Dead Light”.

A fuga da realidade abordada no disco não foi premeditada. Após o processo de composição, durante a fase de seleção das músicas é que a temática surgiu. “Em estúdio, nós costumamos sentar juntas pra ‘montar’ a música como achamos que ela deve soar, sempre com a colaboração de todas. Depois partimos pros arranjos com todos os instrumentos e linha vocal. Normalmente começamos pelos riffs de guitarra, mas não é uma regra. A ‘Poison of Myself’ começou da letra”, exemplifica Fe.

Gestado durante dois anos, o álbum de estreia reflete as emoções e pensamentos das integrantes da banda. “Assim como todo mundo, travamos nossas lutas diárias em busca da melhor resposta que poderíamos dar para nós mesmas e para o mundo. Porém, alguns dias precisamos fugir da realidade. São uns dias que a gente precisa se desligar de tudo pra poder sobreviver até a noite seguinte”, define Fe. O álbum Saving You From Reality foi produzido, gravado, mixado e masterizado por Celo Oliveira, do estúdio Kolera. As composições para bateria são de Ana de Ferreira. A capa foi criada por Carlos Fides (Evergrey, Noturnal, Almah, Edu Falaschi), enquanto o encarte é de Daniel Accioly e as fotos de Gabriel Peres.



Mocho Diablo promove audição do novo álbum, Sungazer

Sungazer, o terceiro álbum da banda paulistana Mocho Diablo, é um registro plural. Extrapola o stoner do lançamento anterior, Monochrome (2015), e transborda num rock visceral repleto de fuzz, experimentos com theremin e efeitos lo-fi. Nesta sexta-feira, 30 de novembro, os integrantes do Mocho Diablo estarão no Molotov Bar, em São Paulo, para fazer a audição oficial do disco junto à imprensa e convidados. O evento é aberto ao público e começa às 19 horas.

Dia 30 de novembro é também a data em que Sungazer será lançado, de forma independente, em todas as plataformas de streaming. Para 2019, a banda ainda planeja editar o álbum em vinil, mas, por enquanto, a distribuição das sete faixas será exclusivamente digital e gratuita, assim como os lançamentos anteriores da banda. Sungazer é a materialização de um longo processo de composição e gravação de Guilherme Klaussner (vocal/theremin), Maurício Peruche (guitarra), Murilo Silva (baixo) e Thiago Pinho (bateria) junto ao produtor Billy Comodoro. As composições do novo lançamento foram originadas, elaboradas e terminadas em ritmo de ensaio, com todos, ao mesmo tempo, arrancando a complexidade da virtuose e da doutrina musical e agregando boa dose do que é sentido no momento. Joga-se a ênfase nos riffs, altos e pesados, não importando se conduzidos pela guitarra ou pelo baixo. Tudo bem amarrado por uma linha melódica encharcada da crueza punk.

E nestas sete faixas o que paira no ar, ou melhor, a aura do disco, é a vibe do rock garagem, uma dinâmica que torna a audição orgânica, inclusive com o suporte de velhos amplificadores valvulados, que enfatiza o fuzz timbrado do baixo e guitarras. Essencial também ao resultado final é a percussão gravada por Lienio Medeiros, o novo baterista, que entrou para a Mocho Diablo no lugar de Pinho ao longo do processo. O primeiro single “A.L.M.A.” teve inspiração nas paisagens desérticas da costa pacífica sulamericana. Uma geografia que transmite calma e ao mesmo tempo desespero, elementos que estão estampados em cada acorde e estrofe da faixa.

Audição oficial do disco Sungazer
Evento: https://www.facebook.com/events/1153859031437843/
Data: 30 de novembro de 2018
Horário: 19 horas
Local: Molotov Bar
Endereço: Rua Joaquim Antunes, 1092, Pinheiros, São Paulo, SP


April 21st: Banda se apresenta pela primeira vez em Jandira/SP dia 01 de dezembro

Pela primeira vez na cidade de Jandira/SP, o April 21st, aporta no “Caveira Velha Rock Bar” com sua “Remains Tour 2018” e toda fúria de seu Metalcore pesado e agressivo. O evento será realizado no próximo dia 01, e como banda parceira no rolê, o April 21st, irá se apresentar com o Hellarise para os fãs de muita música de qualidade.

O “Caveira Velha Rock Bar” estará aberto a partir das 17h00 e os ingressos serão vendidos na portaria pelo valor de R$10,00. Maiores informações abaixo;

Evento: April 21st em Jandira

Atrações: April 21st – Hellarise

Local: Caveira Velha Rock Bar

Endereço: R: Dona Elvira Simone Donega , 39, Jandira/SP

Ingresso: R$10,00

Data: 01 de dezembro de 2018

Horário: 17h00


“Venha ver a banda!”, canta The Zasters em novo single

“Que banda é aquela? Quem vai tocar depois?”. O single “Come See The Band”, da The Zasters fala sobre a invisibilidade de quem está em cima do palco, a boemia das turnês e tudo o mais que rege a vida das bandas independentes. Lançada junto com o clipe, a novidade antecipa o clima do próximo disco e marca a nova formação do agora quarteto. Muito mais rock and roll do que no trabalho anterior, o grupo passa agora a explorar novas sonoridades mas sem perder a atitude. A música se encontra disponível nas principais plataformas de streaming e o clipe no canal oficial da The Zasters.

Ouça o single no seu streaming favorito:
O single “Come See The Band” fala sobre a situação que bandas independentes passam pela noite, chegando a ser frustrante em alguns momentos. Neste aspecto, a banda se inspirou no primeiro disco do Arctic Monkeys, “Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not” (2006), em que as letras se baseiam nas experiências noturnas de Alex Turner, vocalista e compositor das letras. “Queríamos testar sonoridades diferentes nas guitarras e optamos pela sonoridade ‘alienígena’ desde o primeiro som que é ouvido, passando pelo solo e terminando a música. Usamos a temática alien para de alguma forma negar a realidade caótica e triste que vivemos e ir para outra na qual as pessoas curtam ouvir um bom som e se divertir. Hoje em dia, esta questão de insatisfação ultrapassa o âmbito musical e chega na política para a maioria das pessoas, né?”, desabafa Juliana Altoé, vocalista e guitarrista da The Zasters.

Não à toa a banda definiu o lançamento do single no dia 05 de novembro, em referência à célebre frase “remember, remember, the fifth of november”, imortalizada na graphic novel “V de Vingança”, de Alan Moore, que mais tarde se tornou filme. Enquanto o EP This is a Disaster (2017), foi lançado com o intuito de divulgar o som produzido pela The Zasters, o novo single representa o amadurecimento da banda ao longo de diversos shows realizados nesse período. É com “Come See The Band” que o projeto é pensado com o conceito único para identidade visual, sonoridade e temática, que serão explorados no próximo álbum.

A The Zasters é formada por Barbara Chela (baixo e voz), Nabila Sukrieh‎ (bateria e voz) e Rafael Luna (guitarra e voz), além de Juliana Altoé. A canção foi composta pela The Zasters e contou com produção, gravação, mixagem e masterização de Thommy Tannus (Estúdio Tannus). Já o vídeo foi gravado pela Strike Band Filmes, com edição
de Ronaldo Costa.


“CREEPY ECHO” É O NOVO VIDEOCLIPE DO AUTORAMAS

“A música fala sobre sexo. É uma letra muito sedutora”, brinca o vocalista e guitarrista Gabriel Thomaz ao falar sobre a música do novo videoclipe do Autoramas, “Creepy Echo”, divulgado nesta quarta-feira (28). A faixa faz parte do oitavo álbum da banda, Libido, lançado em julho deste ano em CD, LP e K7 pela Hearts Bleed Blue (HBB) em parceria com a gravadora alemã Soundflat Records. O disco saiu ainda no Japão pela Majestic Sound Records e por esse motivo o videoclipe de “Creepy Echo” ganhou legendas em japonês. Quem assina a animação é o manauara Manaus Macaco. “Ele é mestre nas animações e tem um jeito próprio de fazer vídeos musicais. Conversei com ele sobre a música, a letra e referências estéticas do Autoramas e ele chegou a esse resultado sensacional”, conta Gabriel.

A banda, que completou 20 anos de estrada, tem feito shows por todo o Brasil para divulgar o álbum “Libido” e será uma das atrações do festival Lollapalooza em 2019. “Está uma loucura, não estamos parando, a vida tá uma correria. Estamos muito felizes. Em breve anunciaremos as datas da nova turnê na Europa”, revela o vocalista.

Assista Creepy Echo:


NEBULA debut track from upcoming “Demos & Outtakes 98-02” on Heavy Psych Sounds; preorder + “Charged” reissue available now!

Heavy Psych Sounds Records have recently announced the release of a ‘Demos & Outtakes 98-02’ album by stoner rock pioneers NEBULA, as well as the re-mastered version of the band’s 2001’s album Charged. Pre-orders for both records are available today, and you can listen to new song ‘Whalefinger’ below!

Set for a release on January 25th 2019, the Demos & Outtakes 98-02 will include 5 previously unreleased track, as well as rare demos and cover songs like this special live rendition of Black Flag’s ‘Nervous Breakdown’! The tracks on this album are different from what NEBULA released on records such as the groundbreaking Charged or To The Center. Some tracks were written and recorded during these sessions, some never made it onto the albums or were used for B-sides and singles. And then there are songs such as ‘Whalefinger’ — the first song Eddie Glass ever wrote and which originally made it on a 7” B-side by Olivelawn.

Demos & Outtakes 98-02 — a must-have in every NEBULA and genre-collection — will be available as:
– 25 Test Press
– 250 Ltd Transparent Red Vinyl
– 500 Grey Splatter (Red/Black/Blue) Vinyl
– Black Vinyl
– CD and digital

NEBULA Demos & Outtakes 98-02
Out January 25th on Heavy Psych Sounds
Preorder available at this location

TRACK LISTING :
1. Stagnant Pool (’00/01 demo, Leaf Hound cover )
2. Whalefinger (’02 demo )
3. Humbucker (’99 demo )
4. Smokin’ Woman (’98 demo )
5. Sun Creature (’98 demo )
6. You Got It (’02 demo )
7. To The Center (’99 demo )
8. Synthetic Dream (’99 demo )
9. How Does It Feel To Feel? (’99 demo, The Creation cover )
10. Nervous Breakdown (Live ’02, Black Flag cover )

Furthermore, Heavy Psych Sounds also announced to reissue NEBULA’s legendary ‘Charged’ album, originally released in 2001 on Sub Pop Records. This new version has been re-mastered by Snail’s bassist and NEBULA’s longtime sound engineer Matt Lynch. ‘Charged’ is the second full-length album by the stoner rock legends, as well as the last album featuring former Fu Manchu bandmate Mark Abshire on bass, before the original band lineup re-united in 2018. Third track ‘Giant’ was featured in “Tony Hawk’s Pro Skater 4” and will be also found as a demo bonus on the re-mastered CD album version. ‘Charged’ is still considered as one of NEBULA’s most important and distinctive records to date. A heavy fuzz rock trip into the desert, a wheel of hot lava, and the sheer power of almighty riffs only an act like NEBULA could have ever created!

Charged will be available in the following formats:
– 25 Test Press
– 250 LTD Solid Blue Vinyl
– 500 LTD White Splatter Blue/Clear Blue/Black/Green Vinyl
– Black Vinyl
– Digipak
– Digital Download

NEBULA “Charged” (remastered)
Out February 8th on Heavy Psych Sounds
Preorder available at this location

TRACK LISTING:
1. Do It Now
2. Beyond
3. Giant
4. Travelin’ Man’s Blues
5. Instant Gravitation
6. This One
7. Ignition
8. Shaker
9. Goodbye Yesterday
10. All The Way
11. Giant (Demo Bonus Track available on CD version only)
12. Cosmic Egg (Bonus Track available on CD version only

Guitarist Eddie Glass and drummer Ruben Romano formed Nebula in 1997 after breaking away from desert rock pioneers Fu Manchu, eventually recruiting bassist Mark Abshire. The power trio specializes in feedback-drenched heavy rock, incorporating liberal doses of Black Sabbath riffery, psychedelia, and space rock. The band released a number of EPs before moving onto full-length albums like 1999’s ‘To the Center’ and 2001’s ‘Charged’. They’ve mainly distinguished themselves as a very hard-working live unit.

Nebula creates pure guitar-driven, conscious expanding rock for the 21st century. They are a culmination of their rock forbearers such as Jimi Hendrix, MC5, The Stooges and Mudhoney turned up a notch, taken to the next level and blasting through space. Nebula spread their gospel through their music and what they are preaching will leave the congregation on the floor.

In 2017 the band decided to reissue three of their crucial early works via Heavy Psych Sounds Records: 1998’s Let it Burn, 1999’s To the Center and 2002’s Dos EPs, which include the material originally released on 1999’s ‘Sun Creature’ and the Nebula/Lowrider split. The reissues, which came out in early 2018, have been done to celebrate their 20th anniversary and re-union of the original band lineup. The reissue of ‘Charged’ as well as never published ‘Demos & Outtakes ’98 – 02’ will perfectly round up the record collection by one of the most distinctive heavy psych rock bands of all time.

NEBULA IS  Eddie Glass – Guitar & Vocals, Tom Davies – Bass, Mike Amster – Drums


Drone doom pioneers OM confirmed as first headliner + 15 more acts added to the DESERTFEST LONDON 2019 lineup!

After warming you up with our first announcement in September, it’s time to break out the big guns. Today we’re adding 16 killer bands to DESERTFEST LONDON, including the lineup for 2019’s Old Empire stage, which, after years of bringing some of the heaviest sounds all weekend, will this year takeover as our Friday main stage. We couldn’t be happier with their first pick, Desertfest 2019’s opening headliners: the incomparable, spiritual force of stoner drone that is Om.

Formed in 2003 as one great band drifted off for a decade, Om – then consisting of the two-part assault of Sleep’s Al Cisneros and Chris Hakius – brought with them an extension of the hypnotic heavy first hinted at on Sleep’s Jerusalem/Dopesmoker. Achieving more with just vocals, bass and drums than most can dream of with a packed out stage, the opening one-two punch of Variations on a Theme and Conference of the Birds serves as a revelation to many. Through God is Good and their latest LP, Advaitic Songs – their first as a trio and surely one of the finest put to record this decade – Om continued down a path of hazed out perfection. It’s a testament to the importance of the band that, even as Sleep woke up, Om persist, ready to send you into a trance at the pluck of a bass.

Joining them on the Old Empire stage are Wovenhand. Labelled many things over near two decades, from alternative country, to neo-folk, to Southern-gothic, Wovenhand are simply low and slow, oozing with an atmosphere of gloom. Music torn from the heart and soul of David Eugene Edwards (ex-16 Horsepower), Wovenhand are a deeply personal experience that you won’t want to miss. But that’s not all for the Old Empire stage, who offer up three more treats for Desertfest 2019! Firstly, a slice of black metal in the shape of Wiegedood. Featuring members of post-black metal heroes Oathbreaker, as well as being part of the illustrious Church of Ra collective – a handful of acts tethered by a DIY ethic – Wiegedood will bring heaviness as we traditionally know it to the stage.

The jazz-inspired, ominous soundscapes of HHY & the Macumbas bring an exploration of the apocalypse to proceedings. Showcasing why they’re one of the most inimitable acts in the Portuguese, or perhaps even European underground scene, HHY are ordered chaos, wielding a twin attack of percussion and horns, tied together with a thin spine of drone. Rounding off this year’s Old Empire stage come the desolate, minimalist sonic mantras of Louisville’s Jaye Jayle. Revelling in the simplicity of a “Less is more” philosophy, Jaye Jayle build tension with their barely crawling musical progressions and stitch it all together with the gruff, semi-spoken vocals of Evan Patterson.

Elsewhere over the weekend, we’re excited to be welcoming Ukraine’s Stoned Jesus to Desertfest London. Offering up one of the scene’s most beloved albums in 2012’s Seven Thunders Roar, the stoner blues trio remains a treat to catch live; as do punk infused stoner rockers Mondo Generator. Headed up by legend of the underground, Nick Oliveri, Mondo Generator are, like any of Oliveri’s myriad projects, an undeniably raucous experience live. Next up, a double bill of some of Europe’s finest heavy psych; Part of the modern Greek wave of stoner and psych, without ever disappearing into the crowd, Naxatras are unashamed worshippers of the 70s riff. Whilst Oslo’s The Devil and the Almighty Blues live up to their name, bringing a devilishly groovy stomp and infusing it with their almost nonchalant, relaxed tones, fast becoming one of the most exciting bands in all of heavy psych.

There’s doom aplenty as ever at Desertfest, with all angles covered: the occult is worshipped with Sabbath Assembly and Messa’s take on the science of slow, whilst Elephant Tree will continue to show why they’re one of the UK’s finest acts with their uncompromising push outwards to the outer limits of doom. A double dose of 70’s worship comes in the form of the strutting duo of Great Electric Quest and Salem’s Bend, with today’s announcement rounded off by two chances to get high; High Fighter are set to surround us with a densely packed smog of doom and High Reeper filtering the riffs of classic heavy metal through the So-Cal skater scene.

With dozens more bands still to be announced, including our Saturday and Sunday headliners, Desertfest London 2019 is shaping up to be another hit of the best stoner, doom, sludge and psych on the planet.

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