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O ano de 2015 foi terrível em termos de perda para o rock, e há pouco, infelizmente mais um ídolo foi para o andar de cima, o eterno Lemmy Kilmister. Líder do Motörhead, um dos principais nomes do grupo Hawkwind, Lemmy vinha lutando contra diversas doenças há algum tempo, causadas principalmente por um câncer muito agressivo. Os shows no Brasil esse ano mostraram quão debilitado estava um dos símbolos do rock ‘n’ roll. Lembrando que nesse ano, em novembro, o batera do Motörhead, Phil Animal Taylor, também nos deixou. The Ace of Spades, que o paraíso da música o receba com todo seu carisma e simpatia, e que 2016 não seja tão cruel com os fãs como foi 2015.

6 comentários

  1. Caio

    Lamentável, mas a morte é a única certeza da vida, descanse em paz, cara mais superestimado do heavy metal!

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    • Marckus

      você pode não gostar, como também nunca fui um fã ardoroso do Motorhead, mas palavras como essas são tão imbecis como também inapropriadas.

      OBS:me refiro a ultima parte de seu comentário

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      • Anônimo de volta

        Eu entendo mas não concordo 100% com a opinião do Caio. O problema do Motorhead é que a imprensa sempre ignorou os outros integrantes da banda e sempre deu destaque quase que totalmente para o Lemmy como se a banda se resumisse à ele. Fora as puxações de saco idiotas de alguns pelo “estilo de vida rock’n’roll” dele, coisa mais retardada que existe. Nego perde muito mais tempo endeusando o Lemmy por ele ter bebido e vivido de forma intensa do que pela música do Motorhead. E com isso se esquecem de falar de músicos talentosos que passaram pela banda que não ganharam muito destaque. Por exemplo Larry Wallys que só gravou o primeiro disco de fato do Motorhead “On Parole”, ou então Brian Robertson do Thin Lizzy que gravou o injustiçado Another Perfect Day. E até Pete Gill, ex-baterista do Saxon que gravou o clássico Orgasmatron. Realmente, a imprensa quando fala de Motorhead é sempre exaltando o Lemmy e seus excessos, como se a música nem importasse.

    • Alisson Caetano

      Acho que o fato do cara ter influenciado bandas como Metallica, Megadeth, Venon e qualquer outra banda que se meteu a fazer um som mais rápido e sujo já corrobora contra sua tese de “cara mais superestimado do heavy metal”.

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    • Anônimo de volta

      Realmente, é o mais superestimado do metal. E era o queridinho de músicos insignificantes e medíocres como o Dave Grohl do descartável Foo Fighters. E assim como o Ramones, agora virou moda bandinha poser indie dizer que tem influência do Motorhead.

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