Por Mairon Machado

Qual o primeiro disco de rock progressivo da história? Onde esse gênero tão instigante, adorado por muitos, odiado por outros tantos, teve sua pedra fundamental cravada nos registros fonográficos para permitir que surgissem as diversas bandas que estamos apresentando aqui? Seria o Yes com Yes Album? King Crimson com In the Court of Crimson King? Pink Floyd com The Piper at the Gates of Dawn?

Essa resposta não é tão simples. Definindo o progressivo não somente através da musicalidade, mas também dos conceitos líricos e harmônicos envolvidos por trás das canções prog, podemos então dar o título de primeiro álbum prog para o primeiro LP do Procol Harum, o próprio Procol Harum, que apresenta muitas maravilhas prog e que foi lançado dois meses antes de um dos melhores álbums da história, Days of Future Passed, do grupo The Moody Blues. 

Procol Harum chegou as lojas em setembro de 1967, e Days of Future Passed em novembro do mesmo ano. O que esses dois discos têm de especial? Bom, eles mesclavam ideias sobre um mesmo tema, concentrando-se em explorar sonoridades que unissem música clássica ao rock, adicionando efeitos eletrônicos (ao nível dos anos sessenta, isso precisa ser grafado) e trabalhando as harmonias vocais quase que ao extremo. A mistura dessa receita acabou soando diferente das experimentações lisérgicas de The Piper at the Gates of Dawn (fortemente influenciado pela onda californiana) ou ainda do som que o The Wilde Flowers fazia entre 64 e 67 (mais próximo ao free jazz do que do rock, de onde surgiria o Soft Machine e toda a cena de Canterbury), e também muito distante dos discos de estreia de bandas como The Doors, Velvet Underground, Jefferson Airplane e Grateful Dead, que apesar de serem “diferentes”, não podem ser encaixados na definição citada acima.

O por que do Procol Harum ter feito um álbum “progressivo” logo de estreia será tratado em uma outra sessão, já que a história do Procol Harum é um capítulo a parte no mundo progressivo, mas o fato de o Moody Blues ter feito um disco progressivo tem uma resposta bem mais simples e direta: a entrada de um gênio chamado Justin Hayward para as seis cordas do grupo.

Antes da entrada de Hayward, os Moody Blues já vinham fazendo história. O grupo foi formado em Birmingham (Inglaterra), no dia 04 de maio de 1964 pelos ex-El Riot & The Rebels Mike Pinder (piano, vocais) e Ray Thomas (flauta, harmônica, vocais). O El Riot & The Rebels deixou de existir quando  seu baixista, John Lodge, teve que terminar os estudos, enquanto Pinder teve que ingressar no exército inglês. Isso no final da década de 50, início dos 60. 

Primeira formação do Moody Blues: Clint Warwick, Graeme Edge, Denny Laine, Ray Thomas e Mike Pinder

Quando Pinder saiu do exército, formou o grupo Krew Cats, chamando novamente Thomas. A dupla então convidou para as guitarras o jovem Denny Laine, que estava fazendo um relativo sucesso ao lado dos The Diplomats. Junto de Laine, vieram o baterista Graeme Edge e o baixista Clint Warwick. Nascia a primeira formação do Moody Blues, que começou a se apresentar em Birmingham logo em seguida.

Compacto de “Go Now”

No final de 64, conseguem um contrato com a Decca Records, tendo a sua disposição um estúdio de gravação de uma subsidiária da Decca, pela qual lançam o single “Steal Your Heart Away”, um grande fracasso de vendas. Mesmo assim, a Decca acreditava no potencial do Moody Blues (até por que tinha o medo de perder novamente uma grande banda, como havia sido com os Beatles anos antes), e lançou-os no seriado “Ready Steady Go!”, onde interpretaram apenas uma canção, o lado B de “Steal Your Heart Away”,  “Lose Your Money (But Don’t Lose Your Mind)“.

A apresentação no programa, seguido do single de “Go Now“, lançado ainda em 64, fez com o grupo estourasse nos charts britânicos, chegando rapidamente na primeira posição e tornando-se a primeira banda da história a ter um filme promocional totalmente produzido para a TV, além de ter o privilégio de ser lançado um compacto em vinil colorido com as quatro canções gravadas pelo grupo até aquele momento (objeto tão raro quanto uma pessoa que nunca viu um desenho do seriado Pica-Pau).

A estreia do Moody Blues

Então, em 1965, The Magnificent Moodies chegava as lojas, apresentando muitas covers e um grupo focado no rhythm ‘n’ blues americano, bem como o primeiro sucesso composto pelo grupo, “Stop” (“Go Now” foi escrita por Larry Banks e Milton Bennett). Depois de mais alguns lançamentos de singles, no início de 1966, Laine decide sair do grupo, após gravar o último single, “Life’s Not Life” / “He Ca Win”, lançado em cópias promocionais somente em janeiro de 1967.  Laine foi parar posteriormente no Ginger Baker’s Airforce, fazendo sucesso ao lado de Paul McCartney no Wings.

Em junho de 66, Warwick era o próximo a abandonar o barco. A justificativa da saída de ambos os músicos estava no fato de que um ano após o lançamento de The Magnificent Moodies, o grupo havia lançado apenas singles, e não via a possibilidade de lançar um LP completo, ou seja, não viam futuro com a banda.

Warwick foi substituído por Rod Clark, que durou até outubro de 1966. O Moody Blues afastou-se durante um mês, e então, em novembro, retornam com os três remanescentes (Thomas, Edge e Pinder) mais o ex-colega de El Riot, John Lodge. Para completar a formação, um jovem de apenas 20 anos, chamado Justin Hayward, surgia para ampliar o horizonte musical do grupo.

Justin havia tocado primeiramente no grupo The Wilde Three, e foi recomendado ao grupo por um grande amigo de Pinder, o vocalista Eric Burdon (líder dos The Animals), que ficou impressionado com a performance do garoto no single “London is Behind Me”. A entrada de Hayward culminou com a não-mais caracterização do blues americano nas canções do Moody Blues, já que o “guri” estava pensando além. Ele enxergava suas músicas como se fossem canções narrativas de histórias não somente de amor, mas histórias pessoais, histórias do dia-a-dia, e que expressassem uma vida também de ausências, falhas, e outros ônus que uma pessoa sofre durante seus anos.

O compacto de estreia de Justin Hayward e John Lodge

Como Hayward estava bastante envolvido compondo letras e canções, o Moody Blues decidiu investir no projeto de composições próprias, abandonando as covers e começando a montar o segundo álbum. Primeiramente, vieram as canções “Fly Me High” e “(Really Haven’t) Got the Time“, lançadas  no mesmo single em maio de 1967, e que mostravam a clara mudança que iria ocorrer na sonoridade do Moody Blues, já que a primeira, composta por Hayward, é uma linda peça musical repleta de melodia e arranjos trabalhados no violão e no órgão, enquanto a segunda, composta por Pinder, segue a linha do álbum de estreia do grupo.

O single fez um relativo sucesso, e em setembro, o Moody Blues novamente faz história com o single “Love and Beauty” / “Leave This Man Alone”, onde a canção do Lado A apresenta uma novidade no mundo da música, um instrumento chamado mellotron, comandado com excelência por Pinder, e que apesar de não ser um sucesso, estabeleceu a nova sonoridade do Moody Blues, ao mesmo tempo que o Procol Harum lançava seu primeiro LP, destacando o órgão de Matthew Fisher, que já estava sendo empregado nas bandas americanas, com uma sonoridade mais “progressiva” por Mark Stein, do excelente Vanilla Fudge.

O primeiro álbum progressivo do Moody Blues

Então, em novembro de 67, o Moddy Blues lançou Days of Future Passed. Contando com a participação da London Festival Orchestra, esse LP foi um marco na carreira do grupo graças ao sucesso da sua canção de encerramento, “Nights in White Satin”. Traçando os acontecimentos de um homem comum desde o momento em que ele acorda até a hora de dormir, Days of Future Passed é um dos primeiros álbuns conceituais da história do rock, com longas canções (as três canções do Lado B, por exemplo, superam os seis minutos) e que além de “Nights in White Satin“, possui diversas outras grandes canções como “Tuesday Afternoon“, “Another Morning” e a deliciosamente viajante “Evening: The Sunset / Twilight Time“, mesclando divinamente as passagens e prelúdios orquestrais com um rock ora pesado, ora lindamente trabalhado, destacando a linda voz de Hayward, as maravilhosas sessões de Pinder, as fantásticas linhas de baixo de Lodge, além de diversos interlúdios entre as canções, com participações de Edge e Thomas, que servem como narrativa para a evolução do dia do cidadão.

Sucesso em vendas, chegando ao terceiro lugar no Reino Unido, o Moody Blues sentiu que havia encontrado a fórmula para o sucesso, que trouxe como consequência, o primeiro contato dos membros do grupo com as drogas.  À base de muito LSD, Lodge, Thomas, Edge e Pinder começaram a viajar com as temáticas musicas de Hayward, com Pinder sendo o que mais “pirava” durante o processo de composição de suas partes nos teclados e no mellotron.

O ego dos membros também inflou, e se os quatro estavam curtindo LSD, Hayward viajava em drogas mais leves, mas que influenciaram sua visão para o próximo álbum da banda. O primeiro passo foi seguir as linhas orquestrais de Days of Future Passed, mas agora, investindo no mellotron. Depois, adicionar instrumentos orientais, inspirados pelos Rolling Stones, Yardbirds e principalmente por George Harrison (Beatles). Os cinco passaram três meses apenas re-aprendendo a tocar, e ainda, conhecendo instrumentos como cítara, tabla, violoncelo, tímpano, harpsichord e harpa.

Formação clássica: Mike Pinder, Justin Hayward, Ray Thomas, Graham Edge, John Lodge

Assim, para o próximo álbum, a formação do Moody Blues contou com: Justin Hayward (guitarra, piano, cítara, tabla, mellotron, baixo, harpsichord, percussão, voz); Mike Pinder (mellotron, piano, harpsichord, violoncelo, violão, baixo, harpa); John Lodge (baixo, violoncelo, tamborim, violão, voz); Ray Thomas (flauta, saxofone, voz) e Graeme Edge (bateria, tímpano, tamborim, tabla, piano).

Com 21 anos então, Hayward passava a compor sua obra-prima. Influenciado pela religião hindu, Hayward começou a meditar, e em um transe, visualizou toda a concepção do novo LP. Junto aos demais Moody Blues, cria um dos melhores discos do rock progressivo, e para mim, o melhor álbum do grupo de longe. Novamente sendo um álbum conceitual, In Search of the Lost Chord é lançado em 26 de julho de 1968, tendo como temática a busca do cidadão de Days of Future Passed (apesar de não estar explícito no álbum que o cidadão é o mesmo, mas podemos perceber pela sequência das letras) em conseguir preencher sua vida espiritual, sendo registrado em belíssimas canções, que se não são tão longas quanto do seu álbum antecessor, ainda são longas canções para o padrão single que o Moody Blues estava acostumado no início de carreira, superando fácil os cinco minutos.

Um gênio de 21 anos, Justin Hayward

O preenchimento se dá (no álbum) através da busca pelo acorde perdido. Esse acorde é conhecido como Om. Para entender a filosofia do álbum,  partimos do princípio que qualquer pessoa que pratique meditação ou yoga tem a palavra MANTRA sendo muito familiar  durante o processo de meditação, sendo isto uma palavra, sílaba, som ou  grupo de palavras capazes de criar uma modificação, ou mais precisamente, de ser uma transformação espiritual. Para os autores das escrituras hindus, a sílaba OM  (pronuncia-se AUM) é o principal MANTRA, cujo significado seria algo como DEUS, TUDO, SENDO, ou RESPOSTA.

É na homenagem do Moody Blues a esse MANTRA que está a nossa Maravilha Prog dessa semana. “Om” é a canção que encerra In Search of the Lost Chord. Como já disse anteriormente, o melhor álbum do Moody Blues, onde os cinco membros estão em suas melhores performances, tanto instrumental como nas incomparáveis melodias vocais, começando com a psicodelia de “Departure” e seguida pela simplicidade rocker de “Ride My See-Saw” e “Dr. Livingstone”. 

Então, os delírios progressivos começam a aparecer em “House of 4 Doors (part 1)“, com sua arrepiante introdução no mellotron, sendo uma complexa e fantástica canção, repleta de variações e lindos temas da flauta e violão, e especial para aqueles que acham que o King Crimson é o responsável por colocar o mellotron no rock. A participação de Pinder nessa canção é algo acima do excepcional, e na canção seguinte, “Legend of a Mind“, temos uma aula de como construir uma canção épica sem soar maçante. As lindas harmonias de baixo e violão, repletas de variações e com Ray Thomas em ótima performance na flauta, além de Pinder estraçalhando no mellotron, fazem dessa um dos clássicos do grupo, deixando para “House of 4 Doors (parte 2)” a tarefa de encerrar o lado A.

O lado B abre com a beleza de “Voices in the Sky” e “The Action”, destacando o mellotron e a flauta, seguida pelas viagens instrumentais de “The Best Way to Travel”, e a profundidade sonora das vozes, flauta, cítara, tabla e violão em “Visions of Paradise”, até chegarmos ao ponto “The Word”, onde apenas Hayward cita as frases que irão abrir nossa Maravilha do mundo Prog, exaltando as palavras:
Between the eyes and ears there lie
The sounds of colour and the light of a sigh
And to hear the sun, what a thing to believe
But it’s all around if we could but perceive

To know ultraviolet, infrared and X-rays
Beauty to find in so many ways
Two notes of the chord, that’s our full scope
Bt to reach the chord is our life’s hope
And to name the chord is important to some
So they give it a word, and the word is …
E assim, o Moody Blues surge entoando o nome da nossa Maravilha com um doce “Aum”. Reparem que o Moody Blues está falando de luz ultravioleta, infravermelha e raios-X. Quem ousaria falar de tal assunto em 1968?
A sílaba que da nome a nossa Maravilha

Bom, voltando para “Om”, após a apresentação vocal, violão e percussão fazem uma lenta base para a flauta doce entoar um simples tema, com intervenções da cítara. Hayward começa a cantar que “a chuva está no telhado, rápida e alta como uma borboleta, como as nuvens que passam por minha cabeça, e eu sei por que o céu está chorando“, seguido da estrofe onde temos “Om, Om, Heaven, Om” cantado por todos. A primeira estrofe é cantada apenas com o leve andamento percussivo e do violão, tendo a cítara bem ao fundo fazendo um solo individualizado do contexto geral da canção.

Estamos no meio de um documentário sobre monges tibetanos na estrofe onde o nome da canção é entoado, e então, a flauta doce repete seu tema.  O clima de relaxamento e sossego é chocante, ainda mais para um grupo como o Moody Blues, e Hayward segue a letra, agora falando que “A Terra gira lentamente ao seu redor, ao longe, um som distante está conosco todos os dias, você pode ouvir, o que dizer?
Claramente, Hayward está citando a origem do universo, e o som seria os remorsos da grande explosão que, segundo os cientistas, gerou tudo o que existe na natureza universal nos dias de hoje. Mais uma vez, o Moody Blues está falando de ciência, e não é qualquer ciência, é uma ciência avançada, em uma época onde os conceitos de evolução do universo ainda estavam sofrendo sérias discussões, e os tópicos científicos sobre como o universo foi criado tinham teorias diversas que faziam do hoje quase aprovado Big-Bang uma mera agulha no palheiro.
Chegamos novamente a estrofe onde o nome da canção é entoado, e assim, Edge passa a dar ritmo na percussão, com Hayward solando na cítara enquanto Thomas delira na flauta. A canção atinge o auge com leves gritos dos músicos, em uma alucinante sessão instrumental, e assim, a voz de Hayward surge lentamente, repetindo a primeira estrofe, mas agora com cada frase sendo entoada em canais diferentes do aparelho de som. 
A estrofe com “Om” é repetida, levando para mais um solo de cítara, e finalmente, às lindas vocalizações finais sobre os solos mesclados de cítara e flauta, que encerram a canção e o LP sozinhas, viajando pela mais longíqua explosão estelar do universo.

Contra-capa de In Search of the Lost Chord

In Search of the Lost Chord alcançou a quinta posição em vendas. Depois desse álbum, o Moody Blues ainda lançaria outros dois excelentes álbuns conceituais: On the Threshold of a Dream (1969), com destaque para clássicos como “Are You Sitting Comfortably?” e “Lovely to See You”; e To Our Children’s, Children’s, Children (1969), destacando “Candle of Life” e “Beyond”. A Question of Balance (1970) levou o Moody Blues a ser uma das principais atrações do Festival da Ilha de Wight em 1970, graças a canções como “Question“, “Minstrel’s Song” e “The Balance”, e os dois últimos álbuns do grupo, Every Good Boy Deserves Favor (1971) e Seventh Sojourn (1972), apesar de serem excelentes, já não mostram o lado progressivo com tanto vigor, sendo também álbuns não conceituais e bem mais roqueiros.

O grupo se separou entre 74 e 76, voltando em 1977 tendo Patrick Moraz substituindo Pinder nos teclados, além dos demais quatro membros que participaram dos álbuns depois de Days of Future Passed, e nunca mais se reencontrou com o progressivo, lançando canções que falavam mais sobre amor e relacionamentos maduros do que com as viagens científicas e filosóficas do passado. Mas essa parte da história não importa, já que durante o período de 67 a 70, sem qualquer possibilidade de constentação, eles foram a melhor banda de rock progressivo, abrindo espaço para que Yes, Genesis, King Crimson, Pink Floyd, Gentle Giant, Van der Graaf Generator e tantos outros grupos britânicos fizessem do progressivo o estilo mais amado/odiado entre todos os estilos do rock.

6 comentários

  1. fernandobueno

    Também tenho esse álbum como o melhor do Moody Blues apesar de não ter ele em CD. Deles só tenho o Threshold… que é ótimo também. Gosto das vocalizações feitas nesse álbum. As harmonias são lindas…

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  2. diogobizotto

    Esse Mairon é a fanfarronice personificada. Com tantas maravilhas feitas pelo Moody Blues, justamente "Om" foi a escolhida? Tsc tsc tsc…

    Bom, é claro que eu estou brincando, mas o que quero risar é que, no período de 1967 a 1972, a quantidade de músicas dignas de figurar por aqui é enorme. Mesmo dentro de "In Search of the Lost Chord" ainda temos "Legend of a Mind", "Voices in the Sky", "House of Four Doors"… é palhaçada.

    Escolher o melhor disco do Moody Blues é algo que prefiro deixar para outra hora, pois é uma tarefa hercúlea. Ah, gostei da comparação com os desenhos do Pica-Pau, heheheheh…

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  3. Mairon Machado

    Com certeza Diogo, a quantidade é enorme, mas "Om" é para mim a mais bela das composições. O conujnto flauta/cítara/tabla é muito belo. Enfim, entre 67 e 70, the Moodies Rules!

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  4. Groucho KCarão

    Faz teeeeeeempo que não ouço esse disco. A impressão que tive dele não foi nada boa, um bocado inferior ao primeiro e a otros que ouvi. PRECISO RETORNAR AO MOODY BLUES! Anotado.

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  5. Mairon Machado

    Depois eu q sou fanfarrão.
    O primeiro Moody Blues é interessante, mas nem perto de Days of Future Passed ou In search of the Lost Chord

    Volte urgente Groucho, não sabes o q tas perdendo

    Abraço

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  6. Groucho KCarão

    Eu só não volto AGORA pq sou todo cheio de burocracia pra ouvir discos no PC! xD
    Mas, OW, correção!!! O "primeiro" de que eu tô falando é o DAYS OF FUTURE PASSED!!! Nunca nem ouvi o primeiro DE FATO.

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