Podcast Grandes Nomes do Rock #21: Alice Cooper

30 de maio, 2011 | por Mairon
Diversos
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Por Mairon Machado

O Podcast Grandes Nomes do Rock dessa semana homenageia uma verdadeira lenda viva do rock’n’roll, Alice Cooper. Esse artista foi um dos primeiros a usar da teatralidade em seus shows para chamar a atenção dos fãs e também da imprensa, tendo no palco, bizarrices como guilhotinas, forcas, cadeira elétricas, bonecos, sangue e muitos outros apetrechos. Fazendo um hard rock de primeira categoria ao lado do grupo Alice Cooper, e depois em uma carreira solo com muitos altos e baixos, Alice Cooper permanece até os dias de hoje como um dos mais ousados artistas já surgidos na música americana, principalmente pela sua capacidade de criação musical e também conceitual, com personagens diversos sendo empregados para ilustrar as histórias de seus álbuns.
Em uma hora e meia de programa, passaremos por sua carreira que compreende quase cinco décadas de muito som, com canções ao lado da Alice Cooper Band, canções de sua fase solo, versões originais para canções que Alice gravou em sua carreira, covers de grandes nomes do rock para canções de Alice Cooper e participações do artista ao lado de outros grandes nomes do rock.

Vincent Damon Furnier nasceu em 04 de fevereiro de 1948 em Detroit, Michigan, Seu pai, Ether Monori Furnier era pastor da Igreja de Cristo, uma ramificação da Igreja dos Santos do Último Dia, onde o jovem Vincent cresceu ativamente aprendendo os ensinos religiosos até a idade de 12 anos, vivendo em diversas cidades durante a infância, mas estabelecendo-se principalmente a própria Detroit.

No feriado de 04 de julho de 1961, Vincent começou sentiu-se mal, sendo levado às pressas para o hospital onde foi constatada uma grave infecção. Vincent acabou sendo internado e ficando cada vez mais doente, perdendo muito peso, até que um belo dia, um milagre aconteceu, e depois de um ano, Vincent conseguiu se reabilitar. Esse período no hospital foi fundamental para a formação cultural de Vincent, já que nele ele viveu muitas das experiências que colocaria em suas canções.

Em 62, Vincent ingressou na Cortez High School, onde passou a trabalhar no jornal da escola e também a divulgar um show de talentos. Porém, o principal mérito do jovem Vincent era o atletismo, onde ele inclusive conseguiu bater o recorde da maratona de 26 milhas de Phoenix.

Uma das primeiras apresentações de Alice Cooper

Em 64, Vincent formou sua primeira banda, ao lado de colegas da escola que não sabiam tocar instrumentos. Os The Earwigs fizeram um grande sucesso em sua primeira apresentação, onde vestidos como Beatles, acabaram interpretando diversas canções dos Fab Four através de um sistema de dublagem que agradou ao pessoal que os assistiu os garotos durante o show de talentos, tanto que o grupo foi eleito os melhores. Este foi o primeiro passo para o futuro Alice se tornar um rei da música teatral.

Os Earwigs eram formados por Vincent (vocais, guitarras), Glen Buxton (guitarra), John Tatum (guitarra), Dennis Dunaway (baixo) e John Speer (bateria), e vendo que podiam alcançar sucesso com a música, decidem largar as dublagens e dedicar a aprender seus instrumentos, batizando agora o grupo de The Spiders, cuja inspiração maior se dava na Invasão Britânica de grupos como Yardbirds, Kinks, The Who, e claro, Beatles e Rolling Stones.

Apresentação dos Spiders (Vincent no vocal)

Os Spiders passaram a tocar frequentemente na região de Phoenix (cidade onde Vincent viveu sua adolescência), e em 65, registraram seu primeiro single, “Why Don’t You Love Me” / “Hitch Hike”, onde Vincent é o responsável por tocar harmônica. Já em 1966, Michael Bruce substituiu Tatum, e o grupo atingiu o primeiro lugar nas rádios de Phoenix com a canção “Don’t Blow Your Mind”, do segundo single do grupo, cujo lado B é a faixa “No Price Tag”.

The Nazz

O sucesso do novo single fez com que os Spiders conseguissem fazer shows em lugares longe de Phoenix, inclusive com uma pequena temporada em Los Angeles. Lá, rebatizaram-se como The Nazz, e lançaram mais um single, “Wonder Who’s Lovin’ Her Now” / “Lay Down and Die, Goodbye”. É nesta época que Speer acaba sendo substituído por Neal Smith, e no final do ano, o grupo muda-se de vez para Los Angeles.

Logo no início de 68, descobrem que outro grupo com o nome The Nazz já existia (esse, liderado por Todd Rundgren). Como acreditavam que o grupo precisava de algo que chamasse realmente a atenção para poder fazer sucesso, o nome adotado foi Alice Cooper, mesmo nome que Vincent passou a usar artisticamente, nascendo então uma das maiores lendas do rock mundial.

A primeira performance do Alice Cooper foi surpreendente, com todos vestidos de mulheres e com Vincent (ou melhor, Alice) fazendo o papel de uma assassina. Obviamente, a performance do grupo chamou a atenção de todo, e cada vez mais o quinteto começou a se especializar nas atrações de palco. Com exceção de Smith, que havia se formado na Camelback High School, todos os demais membros do grupo (apenas relembrando, Alice Cooper, Glen Buxton, Michael Bruce e Dennis Dunaway) eram formados na Cortez High School. Ainda, Cooper, Buxton e Dunaway havia estudado arte, onde desenvolveram gosto particular pelo trabalho surrealista de Salvador Dali, o que inspiraria posteriormente as performances de palco.
Depois de um show não bem sucedido no Cheetah Club em Venice, Califórnia, conseguem, através do empresário Shep Gordon, uma audição com Frank Zappa, que procurava músicos bizarros para assinar com o seu selo, o Straight Records. Esse é um fato curioso e engraçado na carreira de Alice Cooper. Zappa marcou o horário da apresentação das músicas para sete horas. O grupo entendeu como sendo realmente sete da manhã, e não sete da noite. Então, as sete horas da manhã, Zappa foi acordado por um rock psicodélico que acabou impressionando-o e muito, levando a Alice Cooper assinar com o Straight e se tornando a principal banda de divulgação ao lado das GTOs. 
No ano de 1969, era lançado o primeiro álbum de Alice Cooper, Pretties for You, produzido por Frank Zappa e que ficou famoso mais pelo visual do grupo do que pelas suas composições tipicamente psicodélicas. O grupo partiu para uma série de shows, sendo o do dia 13 de setembro de 1969, no Canada Varsity Stadium em Ontario, que ocorreu um dos mais famosos escândalos da carreira do grupo. Neste show, por acidente, Alice acabou matando uma galinha em pleno palco, e como o fato chamou a atenção da imprensa, o grupo decidiu investir nas bizarrices par provocar e chamar mais atenção, criando um novo subgênero no rock, o Shock Rock.
Esse famoso incidente com a galinha ocorreu no Toronto Rock and Roll Revival, em setembro de 1969. Uma galinha apareceu no palco do nada, durante a performance do grupo. Alice pensou que, por a galinha ter asas, ela poderia voar. Então, ele pegou a galinha e acabou jogando-a ao público, na expectativa de que a galinha voasse. Porém, a galinha acabou pousando exatamente na primeira fila, que acabaram fazendo pedaços da pobre ave.
Alice Cooper Group (1973)
Você pode conferir que Alice apenas joga a galinha viva e nada mais par ao público aos 11 minutos e 40 segundos dessa insana e esquizofrênica apresentação do grupo. No dia seguinte, o incidente era capa dos jornais com a manchete “Alice arranca a mordidas cabeça de galinha e bebe seu sangue no palco”. Prontamente, Zappa ligou para Alice perguntando se aquilo realmente tinha acontecido. Como Alice percebeu o sucesso que estava ocorrendo, ele não disse nem que sim e nem que não, dando origem a mais uma lenda em torno de seu nome.

No ano de 1970, chegou as lojas Easy Action, agora produzido por David Briggs, seguido de mais uma bem sucedida turnê. No início do ano seguinte, as coisas finalmente começam a acontecer para o Alice Cooper, já que conquistam seu primeiro hit com a faixa “I’m Eighteen”, que foi lançada no excelente Love it to Death, o qual marca o início dos trabalhos do grupo com o produtor Bob Ezrin. E na turnê de Love it to Death que fica marcado o aparecimento de muitos dos efeitos visuais apresentados a partir de então nos shows do grupo, como a cadeira elétrica (posteriormente substituída pela forca na turnê do álbum seguinte, e pela guilhotina anos depois), a cobra kachina, a enfermeira gostosona (interpretada pela irmã de Neal Smith, Cindy Smith) e a camisa de força.

Depois da turnê, ainda em 71, lançam um dos melhores discos do hard setentista, Killer, marcando a estreia do grupo com a Warner Bros. e com destaque para as canções “Halo of Flies”, “Desperado” e “Under My Wheels”. Na turnê de Killer, o grupo abandona suas vestes femininas e passa a usar um visual mais mórbido e depressivo, o que tornava os shows cada vez mais horripilantes, e com o álbum, o Alice Cooper conquistou seu primeiro disco de ouro. 

A capa original de School’s Out, contando com a calcinha embrulhando o vinil

O sucesso de Killer não parou, e no ano seguinte, outro grande álbum foi lançado pelo grupo. School’s Out emplacou a faixa-título, que se tornou um hino para os adolescentes não somente pela sua poderosa qualidade sonora mas também pela sua temática contra as regras das escolas. A capa deste LP é uma das mais bem elaboradas (em sua versão original), sendo em formato de uma antiga carteira escolar que você abria e se deparava com uma foto com diversos aparatos guardados por um garoto em sua carteira. Além disso, o vinil vinha envolto a uma calcinha de papel, cobiçadíssima pelos colecionadores nos dias de hoje. 

A nota de um bilhão de dólares

O sucesso não parava, e depois de mais uma bem sucedida turnê, o grupo lançou Billion Dollar Babies em março de 1973, outro disco que pode ser rotulado como um dos melhores da carreira do grupo, destacando a faixa-título, a cover para “Hello Hooray”, “Elected” e a clássica “No More, Mr. Nice Guy”. No encarte, uma gigantesca nota de um bilhão de dólares era dada aos fãs. A turnê deste álbum, que pode ser conferida no DVD Good to See You Again, é considerada pelos historiadores de Alice como sendo a mais bem produzida de todas, e é nela que Alice usa pela primeira vez suas botas de Leopardo.

A capa original de Muscle of Love, em formato de caixa

O último álbum com o Alice Cooper foi Muscle of Love, lançado em novembro de 73 em mais uma embalagem produzida, em formato de caixote de cargas, e que foi o primeiro a não contar com a produção de Bob Ezrin. A turnê de Muscle of Love foi especial, principalmente pelos brasileiros, que puderam conferir a parafernália dos palcos do grupo com as apresentações no Pavilhão de Exposições do Anhembi (São Paulo) e também no Maracanãzinho (Rio de Janeiro). Estes foram os últimos shows como Alice Cooper Group, com Alice seguindo então carreira solo e Bruce, dunaway e Smith formando o Billion Dollar Babies, que lançou apenas um álbum, Battle Axe (1977). O Alice Cooper Group acabou em meio ao lançamento da coletânea Greatest Hits (1974).

A única formação do Alice Cooper: Glen Buxton, Vincent Furnier (Alice Cooper), Michael Bruce, Dennis Dunaway e Neal Smith

Em fevereiro de 1975, Alice lança seu primeiro álbum solo, Welcome to My Nightmare, destacando a canção “Only Women Bleed” e seguida de uma turnê nos mesmos moldes dos shows do Alice Cooper Group, porém com mais apetrechos, como esqueletos dançantes, aranhas e ciclopes gigantes, cemitérios e diversas narrações entre as canções, que podem ser conferidas no DVD Welcome to My Nightmare. Além disso, esse LP marca o retorno de Alice com Bob Ezrin.

Jornal brasileiro comentando sobre o show de Alice

Em julho de 76, e também com a produção de Bob Ezrin, Alice Cooper Goes to Hell mantém a sequência de bons álbuns. Lace and Whiskey (1977), foi lançado poucos meses antes de Alice internar-se para resolver seu vício com o alcoolismo. Enquanto estava na clínica, Alice participou do filme Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, ao lado de Bee Gees e Peter Frampton, interpretando o papel de Father Sun, e viu chegar as lojas seu primeiro álbum ao vivo, The Alice Cooper Show

Alice saiu do internato e seguiu a tour de Lace and Whiskey, participando do filme Sextette e fazendo uma clássica apresentação no programa The Muppet Show, interpretando “You And Me” ao lado de Miss Piggy e mas duas canções (“School’s Out” e “Welcome to My Nightmare“). Em dezembro de 78, From the Inside tornava-se o primeiro álbum de Alice sóbrio, narrando histórias de um hospício onde ocorre fatos vividos realmente por Alice e outros apenas imaginários.

Depois da turnê desse álbum, Flush the Fashion apresenta Alice aos anos 80, com o músico tendo um visual bem diferente. Special Forces (1981) segue o estilo de seu antecessor, e traz uma regravação para “Generation Landslide” (originalmente do álbum Billion Dolar Babies). Em 82, Zipper Catches Skin foi o primeiro álbum do músico a não contar com uma turnê de divulgação.

DaDa, lançado em 1983, mostrava a dificuldade de Alice voltar a emplacar sucessos, sendo um fracasso comercial. Então, o cantor decide se afastar da música por algum tempo, voltando-se mais para sua carreira cinematográfica. Três anos depois, lançou Constrictor, que traz composições mais parecidas com o auge dos anos 70. 

A re-descoberta de boas composições por Alice é ampliada em Raise Your Fist and Yell, lançado em 1987, onde “Prince of Darkness” é o maior destaque. Alice voltou aos palcos e seu nome novamente aparecia na mídia. Depois de mais de um ano fazendo shows, em 89 lança Trash, álbum que contém seu maior hit, a canção “Poison”, além das coletâneas Prince of Darkness e The Beast of Alice Cooper.

Alice no cinema, intepretando o pai de Freddie Krueger

Hey Stoopid é lançado em julho de 91, mesmo ano que Alice participa do filme Freddy’s Dead: The Final Nightmare, interpretando o pai do famoso personagem Freddy Krueger. Depois de mais um hiato de três anos, The Last Temptation é lançado em 1994, com Alice bastante influenciado pela sonoridade grunge. A versão original deste álbum contém um gibi, que hoje é muito cobiçado pelos colecionadores.

Em 95, Alice volta ao Brasil durante a turnê de The Last Temptation, a qual foi registrada no ao vivo A Fistful of Alice, lançado em 1997, ano que marcou a trágica morte do guitarrista Glen Buxton. No enterro de Buxton, o Alice Cooper Group voltou a reunir, fazendo uma pequena apresentação em homenagem ao seu antigo colega de seis cordas.

Alice Cooper, lenda viva do rock

A caixa The Life and Crimes of Alice Cooper, repleta de raridades é lançada em 1999, e depois de quase seis anos, Alice lançou Brutal Planet (2000), um álbum pesadíssimo, que fez Alice voltar ao bom número de vendas. Da turnê desse álbum, foi registrado o DVD Brutally Live, e ainda em 2000, Alice participa do projeto British Rock Symphony, interpretando as canções “Star Me Up” e “5:15”. A turnê desse projeto trouxe Alice novamente ao Brasil, para apresentações em São Palo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Em 2001 lançou a sequência de Brutal Planet, intitulada Dragontown, e em 2003, o aclamado The Eyes of Alice Cooper, destacando a canção “I’m So Angry”. Dois anos se passaram e Dirty Diamonds chegou as lojas em 2005, seguido dos ao vivo Live at Cabo Wabo ’96 e Live at Montreux 2005, esse último lançado em 2006. Outro hiato e em 2008, Alice lançou seu último álbum de estúdio até o momento, Along Came A Spider

A deliciosa caixa Old School

Depois de mais um ao vivo, Theatre of Death: Live at Hammersmith 2009 (2010), e do lindo caixa Old School, trazendo raridades entre 1964 e 1974 em uma caixa repleta de mimos para os fãs,com 4 CDs, um DVD, um LP com uma rara apresentação da turnê de Killer, um compacto-réplica do único single do The Nazz, um livro-calendário e ainda diversos outros apetrechos, Alice colocou novamente sua parafernália na estrada, e atualmente, está de passagem mais uma vez pelo Brasil, apresentando-se em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo com a turnê No More Mr. Nice Guy, somente com clássicos de sua carreira.

Álbuns com Alice Cooper Group
Álbuns da carreira solo

Track list Podcast # 20 : Paul McCartney
Bloco 01
Abertura: “Kreen-akrone” [do álbum McCartney – 1970]
“Honey Don’t” [do álbum For Sale – 1964 (The Beatles)]
“She’s Leaving Home” [do álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – 1967 (The Beatles)]
“Revolution # 9” [do álbum The Beatles – 1968 (The Beatles)]
“Something” [do álbum Abbey Road – 1969 (The Beatles)]
Bloco 02
Abertura: “Secret Friend” [do álbum McCartney II – 1980]
“The Back Seat of My Car” [do álbum Ram – 1971]
“The Girl is Mine” [do álbum Thriller – 1983 (com Michael Jackson)]
“Ebony and Ivory” [do álbum Tug of War – 1982 (com Stevie Wonder)]
“Twenty-Five Fingers” [do bootleg The Studio Collaboration – 1992 (com Elvis Costello)]
“Why So Blue” [do álbum Memory Almost Full – 2006]
Bloco 03
Abertura: “Somebody Who Cares” [do álbum Tug of War – 1982]
“Band on the Run” [do álbum Band on the Run – 1973 (Wings)]
“Medicine Jar” [do álbum Venus and Mars – 1975 (Wings)]
“Nineteen Hundred and Eighty Five [do bootleg Fall ’74 EMI, Abbey Road Studio – 1974 (Wings)]
“Rockestra Theme” [do bootleg Last Flight – 1979 (Wings)]
Bloco 04
Abertura: “Talk Now Talk”
“Exposition / We Can Work it Out” [do álbum The Book of Taliesyn – 1968 (Deep Purple)]
“Eleanor Rigby” [do álbum Last Tango – 1975 (Esperanto)]
“Yesterday” [da apresentação no programa Fantástico – 1972 (Elis Regina)]
“Maybe I’m Amazed” [do álbum Long Player – 1971 (Faces)]
“My Love” [do álbum The Way of Love: The Cher Collection – 2000
            (Cher)]
Encerramento: “Hope of Deliverance” [do álbum Off the Ground – 1993]



10 Comentarios

  1. diogobizotto disse:

    Ronnie James Dio cantando "Welcome to My Nightmare" é um espetáculo. Fiel, mas ao mesmo tempo deixando sua marca indelével. Nunca havia escutado o Def Leppard tocando "Elected". Curti também, tem tudo a ver!

  2. Keka Luppe disse:

    Já disse praticamente tudo no primeiro parágrafo.. Alice Cooper é uma lenda viva e inspirou muito do que é visto hoje em outras bandas.. Adorei! m/

  3. Valeu Keka, e espero q tenhas curtido os sons

  4. micaelmachado disse:

    Curti bastante o Dickinson, o Dio e o Entombed. Mas acho que a Tarja Turunen com Poison também merecia ter aparecido por aqui…

    E como que não tem "I'm Eighteen"? Essa é obrigatória, por mais conhecida que seja…

    E duas dos Beatles em sequência é sacanagem comigo… eu não merecia isso… hehehe…

    Agora é curtir o show! Valeu!

  5. Um feliz aniversário para ti mIcael. Muito discos, CDs, DVDs, espaço em HD para os downloads e sabedoria para perceber que a versão de because com o alice cooper é melhor que a versão dos beatles (hahaha, to brincando)

  6. micaelmachado disse:

    Valeu, Mairon!

    Dificilmente alguma música dos Beatles gravada por outro artista não fica melhor do que a original! Ô banda superestimada!

  7. juanmarkus777 disse:

    Alice Cooper, a "Banda",terminou infelizmente com um dos melhores discos da mesma: "Muscle of Love".
    A grande classe, o grande som, as grandes performances do Alice nunca mais foram superadas depois que ele resolveu dissolver a banda original e partir para a carreira solo.
    "Welcome do My Nightmare" o transformou numa figura risível, patética,decadente,com um som jamais comparável ao talento dos seus músicos anteriores.
    O Alice com o Michael Bruce criaram os maiores sucessos do grupo.Neal Smith, o grande baterista dava um show. Glen Buxton, um ícone, e Dennis Dunaway, um grande baixista.
    Há quem goste do Alice de hoje, esse não sou eu, que comprei todos os seus primeiros cds e joguei fora o "Welcome to My Nightmare".
    Hehe…Damn, a lot of crap!!!

  8. Adilson Bian disse:

    EXISTE UMA FITA GRAVADA EM VÍDEO, COM CERCA DE 11 MINUTOS DA ABERTURA DO SHOW DE 1974 NO ANHEMBI. VOCÊ TEM ALGUMA INFORMAÇÃO SOBRE ISSO ???

    PARTICULARMENTE EU TENHO MUITO MATERIAL DA ÉPOCA ( 74 ) REVISTAS RECORTES SOUVENIRS ETC

    QUALQUER NOTÍCIA SOBRE O FILME ME AVISE OK ???

    GRATO

    • maironmachado disse:

      Infelizmente desconheço Adilson. Acompanhe-nos agora no site, consultoriadorock.com, e acesse nossa página no facebook. Talvez o pessoal possa lhe ajudar

      Abraço

  9. Anônimo de volta disse:

    A melhor fase da “Tia Alice” é a fase dos gloriosos anos 80, principalmente do excelente álbum Raise Your Fist And Yell contando na guitarra com o ótimo Kane Roberts na guitarra. Um álbum praticamente de heavy metal e sombrio. Meu favorito.

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