Podcast Grandes Nomes do Rock #20: Paul McCartney

23 de maio, 2011 | por Mairon
Diversos
6
Por Mairon Machado
O podcast Grandes Nomes do Rock dessa semana homenageia um dos maiores nomes da história, não só da música, mas também do Reino Unido e por que não, do mundo. Estamos falando de Paul McCartney. Nascido em 18 de junho de 1942, o músico britânico está de volta ao Brasil em menos de um ano, para duas concorridas apresentações nas datas de ontem e hoje no Estádio João Havelange, no Rio de Janeiro. Em uma hora e meia de programa, iremos passar pela sua carreira solo e também como membro nos grupos Beatles e Wings, além de bandas interpretando covers para canções de todas as fases da carreira de Paul.
James Paul McCartney é o compositor mais bem sucedido comercialmente na história da música. Eleito pela BBC como o maior compositor do milênio, Paul nasceu em Liverpool, filho de Mary McCartney e James McCartney. Com cinco anos, passou a frequentar a Stockton Wood Road Primary Scholl, e aos 11 anos, chegou na Liverpool Institute. Foi nessa instituição que ele conheceu George Harrison, um garoto que morava próximo ao local e que pegava ônibus junto de Paul para estudar.
A família McCartney mudou-se para a cidade de Allerton no ano de 1955, onde em 31 de outubro de 1956, Mary veio a falecer devido a um embolismo após uma operação de mastectomia para interromper um câncer de mama. Outro garoto, que conheceria Paul um ano depois, também havia passado pelo mesmo problema, já que John Lennon perdeu sua mãe aos 17 anos, quando a mesma foi atropelada por um carro.
O avô de Paul, Jim McCartney, era um perito na tuba, enquanto o pai,  James McCartney era um grande trompetista e pianista, sendo líder do grupo Jim Mac’s Jazz Band nos anos 20, e ele foi o principal professor de música do jovem Paul, ensinado-o a tocar instrumentos de sopro e violão. Obviamente, o primeiro instrumento de Paul foi um trompete, que logo foi substituído por um violão, no qual Paul compôs sua primeira canção, “I Lost My Little Girl”. Apesar das aulas do pai, Paul tinha um dom para “tirar” canções de ouvidos, e assim, teve despertado também o interesse pelo piano, que começou a praticar depois de ouvir aquele que é considerado pelo próprio como seu maior ídolo, Little Richard.
The Quarrymen: Paul McCartney, Collin Hanton, George Harrison e John Lennon
Em 06 de julho de 1957, Paul conheceu Lennon tocando na St. Peter’s Church Hall à frente do grupo The Quarrymen. A amizade entre os dois surgiu facilmente, e Paul passou a fazer parte dos Quarrymen como guitarrista e também compositor, ao lado de Lennon. Em 1958, Harrison entrava para os Quarrymen, e com a entrada do baixista Stuart Sutcliffe em agosto de 1960, os Quarrymen deixaram de existir, passando para Johnny and the Moondogs, The Silver Beetles e por fim, The Beatles, com a entrada do baterista Pete Best.
Os Beatles fizeram uma série de apresentações em Hamburgo, Alemanha, e também viraram atração principal no Cavern Club de Liverpool. Sutcliffe acabou deixando os Beatles para seguir carreira como pintor na Alemanha, ao lado da namorada Astrid Kirschner. Paul assumiu o baixo, e na Alemanha, o grupo gravou seu primeiro registro ao lado de Tony Sheridan, no cobiçado compacto “My Boonie”.
The Beatles: John Lennon, George Harrison, Paul McCartney e Ringo Starr
Através de “My Boonie”, os Beatles chamaram a atenção de Brian Epstein, que virou o empresário do grupo, sendo que uma das principais consequências da entrada de Epstein foi a substituição de Best por Ringo Starr, em 1962. Nascia assim a principal formação daquela que é considerada a maior banda de todos os tempos, com Paul McCartney (baixo, vocais, guitarras), John Lennon (guitarras, vocais), George Harrison (guitarras, vocais) e Ringo Starr (bateria, vocais), que teve como apelido o pomposo título de Fab Four (ou, os quatro fabulosos).
McCartney, empunhando seu baixo Hofner
Os próximos oito anos da carreira dos Beatles seriam de muito sucesso e conquistas, através de 13 álbuns renomados, com destaque para For Sale (1964), Revolver (1966), Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967), The Beatles (1968) e Abbey road (1969). É nos Beatles que Paul eterniza sua imagem empunhando o baixo Hofner, em formato de violino. O último LP do grupo foi Let it Be, lançado entre muitas brigas internas no dia 08 de maio de 1970, três semanas após Paul lançar seu primeiro álbum solo, McCartney, onde ele é responsável por tocar todos os instrumentos e fazer todos os vocais (com pequenas participações de sua esposa, Linda McCartney, em algumas canções).
Wings: Jimmy McCulloch, Paul McCartney, Linda McCartney, Denny Laine e Gerry Conway
Depois de McCartney, em 1971, Paul lançou seu segundo álbum solo, Ram, agora tendo o nome de Linda creditado como também autora do mesmo. Ainda em 71, Linda e Paul fundam o grupo Wings, tendo nas guitarras Denny Laine (ex-Moody Blues e Ginger Baker’s Airforce) e o baterista Denny Seiwell. Com o Wings, Paul lançou sete álbuns de estúdio e um ao vivo, destacando os ótimos Band on the Run (1973), Venus and Mars (1975) e Back to the Egg (1979), além do sucesso com “Live and Let Die”, canção trilha do filme homônimo de James Bond, lançado em 1973.
O Wings acabou em 1981, meses depois de um dos maiores constrangimentos da carreira do músico. No dia 16 de janeiro de 1980, o grupo iria excursionar fazendo 11 shows pelo Japão. Na chegada ao país, os oficiais locais encontraram aproximadamente 220 gramas de maconha na bagagem de McCartney. Ele permaneceu preso em Tóquio com o governo japonês sem saber o que fazer. A turnê japonesa do Wings foi cancelada e Paul acabou sendo deportado.
Com o término do Wings, Paul passou a dedicar-se a sua carreira solo. O segundo disco de sua carreira foi lançado ainda em 1980. McCartney II apresenta como destaques “Coming Up”, “Waterfalls” e “Temporary Secretary”, com McCartney II sendo primeiro lugar no Reino Unido, terceiro nos Estados Unidos, quarto na Áustria, quinto na Noruega e Suécia e oitavo no Japão. Em 81, o LP Concerts for the People of Kampuchea chegava as lojas, trazendo uma das últimas apresentações do Wings, nesse concerto feito para ajudar as vítimas da guerra em Camboja, ao lado de The Clash, Elvis Costello, The Who, Queen, Pretenders, entre outros.
Paul McCartney e Michael Jackson
Em 1982, lançou dois compactos contendo parcerias. O primeiro deles foi com Stevie Wonder, em “Ebony and Ivory”, e o segundo com Michael Jackson e “The Girls is Mine”. Nesse mesmo ano, lançou Tug of War, trazendo a participação de um super time entre os convidados, com destaque para Denny Laine Eric Stewart (10 cc) nas guitarras, Steve Gadd na bateria, Stanley Clarke no baixo e Stevie Wonder nos sintetizadores e piano. Apresentando canções do porte de “Here Today”, “Tug of War” e a clássica “Ebony and Ivory”, Tug of War foi um dos discos mais vendidos daquele ano, sendo primeiro lugar nos Estados Unidos (29 semanas), Reino Unido (27 semanas), Noruega (25 semanas) e Japão (18 semanas), além de segundo na Austrália e Áustria e quarto na Nova Zelândia.
Contendo uma formação similar a Tug of War, e ainda com a participação de Ringo Starr na bateria, Pipes of Peace (1983) manteve o sucesso de seu antecessor, onde o destaque foi para as gravações com Michael Jackson, “Say Say Say” e “The Girl is Mine”, além da faixa-título. Porém, curiosamente ele só foi primeiro lugar em vendas na Noruega, sendo quarto no Reino Unido e Suécia, quinto no Japão, nono na Austrália e apenas décimo quinto nos Estados Unidos.
Hmmm, os anos 80 foram difíceis …
Em 84, Paul foi o responsável pela trilha do filme Give My Regards to Broad Street, também primeiro lugar em vendas no Reino Unido, e no ano seguinte, foi atração do Live Aid de Londres, interpretando “Let it Be”. Já em 86, Press to Play tornou-se o primeiro álbum de Paul a não chegar entre os mais vendidos, atingindo como posição maior a oitava no Reino Unido e Noruega. Este álbum te ma participação do guitarrista Carlos Alomar (David Bowie), e também Pete Townshend (The Who) e Phil Collins (tocando bateria) na canção “Angry”. 
Cнова в СССР ou Back in the USSR foi lançado em 1988 originalmente apenas na União Soviética, apresentado Paul McCartney interpretando somente covers para diversos sucessos dos anos 50 e 60, e Paul voltava ao topo das paradas em 1989, com lançamento de Flowers in the Dirt, destacando “My Brave Face”, “Put in There”, “This One” e “Figure of Eight”. Flowers in the Dirt foi primeiro lugar na Noruega e no Reino Unido, sendo segundo na Suécia e nono no Japão. Dentre os principais convidados neste álbum estão: David Gilmour (guitarra), Elvis Costello (teclados, voz) e Nicky Hopkins (piano).
McCartney fez uma série de shows entre 90 e 91, tendo inclusive alguns com participações de uma orquestra. O maior destaque foi em abril daquele ano, quando tocou pela primeira vez no Brasil, levando 184 mil pessoas ao estádio do Maracanã e batendo o recorde de público para a apresentação de um artista solo.  
Essa série de shows foi registrada no LP triplo ao vivo Tripping the Live Fantastic, lançado em outubro de 1990. Em maio de 91, saíram os álbuns Unplugged e Liverpool Oratorio, esse último uma colaboração de Paul com Carl Davis para comemorar o 150 aniversário da The Royal Liverpool Philharmonic Orchestra.
Já em 93, Paul estourava no planeta através do sucesso de “Hope of Deliverance”, um dos maiores hits de sua carreira, pertencente ao LP Off the Ground. Mesmo com todo o sucesso de “Hope of Deliverance”, Off the Ground foi o segundo álbum de Paul a não alcançar a primeira posição em vendas, sendo segundo na Alemanha e Noruega, quarto na Áustria e Nova Zelândia, quinto na Suíça, Alemanha, Inglaterra e Japão e apenas décimo sétimo nos Estados Unidos.
A elucidativa capa de Paul is Live
Ainda em 93, mais um ao vivo chegava as lojas. Paul is Live apresenta canções registradas durante a turnê de Off the Ground, e tem na capa seu maior destaque: uma sátira aos supostos boatos de que Paul havia falecido em um acidente de carro que ocorreu em 1966, onde pistas teriam sido disponibilizadas pelos Beatles através das capas dos discos e músicas lançadas posteriormente. A capa do LP Abbey Road é uma das que contém mais informações, ao lado da capa de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band. Em Paul is Live, McCartney atravessa a mesma rua da capa de Abbey Road (a Abbey Road St.) está pisando de sapatos com seu pé-esquerdo na faixa de segurança e também segurando a coleira de um cachorro com a mão esquerda (em Abbey Road ele porta um cigarro com a mão direita e também está caminhando descalço e descompassado em relação aos demais Beatles, sendo a forma descalça uma maneira de se enterrarem os mortos em algumas culturas orientais). Além disso, o fusca do lado esquerdo está com a placa 50IS, referente aos cinquenta anos de Paul  naquele ano (em Abbey Road, a placa do mesmo fusca é 28IF, referente aos 28 anos que Paul teria no ano de lançamento daquele LP), e finalmente, o carro funerário da capa de Abbey Road não existe mais em Paul is Live.
De novo essa história que eu sou Billy Shears …
Para completar o ano de 93, Paul lançou o primeiro álbum do projeto The Fireman, um grupo de experimentações eletrônicas consistindo apenas de Paul e do produtor e baixista Youth (ex-Killing Joke). O nome desse álbum é Strawberries Oceans Ships Forest.
Depois de quatro anos longe dos estúdios, volta com a trilha de Standing Alone e também com Flaming Pie, ambos lançados em 1997, onde os destaques maiores para Flaming Pie ficaram por conta de “Young Boy”, “Beautiful Night” e “The World Tonight”, e com o álbum tendo também a participação de Ringo Starr e George Martin. Flaming Pie alcançou a primeira posição na Grécia, sendo segundo no Reino Unido e Estados Unidos, terceiro na Noruega, sexto na Áustria, nono na Alemanha, Austrália e Espanha e décimo na Suíça. Ainda nesse ano, foi condecorado como Cavalheiro Britânico por seus serviços prestados à música do Reino Unido.
Paul e Linda McCartney (1970)
No ano de 1998, Paul passou por  mais um triste problema pessoal ligado ao câncer de mama, quando sua esposa Linda veio a falecer da doença no dia 17 de abril. Linda foi a principal influência da vida de Paul pós-Beatles, sendo inclusive ela quem o levou a adotar o vegetarianismo como estilo de vida, no ano de 1975. A morte de Linda abalou profundamente McCartney, que acabou passando todo o ano sem fazer gravações, tendo como único registro o segundo álbum do The Fireman, Rushes.
Em 99, lançou o disco de covers Run Devil Run, bem como a trilha Working Classical, ambos de péssimo desempenho comercial. Nesse mesmo ano, seu nome foi indicado para a Calçada da Fama do Rock, o que acabou sendo confirmado em maio do ano 2000, quando recebeu o prêmio pela Academia Britânica de Compositores e Escritores. Ainda em 2000, lança o disco experimental Liverpool Sound Collage, flertando com música ambiente e eletrônicos.
Já em 2001, saiu a coletânea Wingspan: Hits and History, trazedo canções do ex-Beatle entre 1970 e 1984, seguido de Driving Rain, o primeiro álbum de inéditas desde Flaming Pie, contando agora com uma banda de apoio formada por Rusty Anderson (guitarras), Gabe Dixon (teclados), David Kahne (teclados, guitarras), Abe Laboriel Jr. (bateria, voz) e seu filho, James McCartney (guitarras), além de ter sido um dos protagonistas do The Concert for New York City, realizado no dia 20 de outubro daquele ano em homenagem as vítimas dos atentados de 11 de setembro.
Em 2002, Paul lançou mais um álbum ao vivo, Back in the U. S., apresentando os grandes momentos da turnê de Driving Rain pelos Estados Unidos, seguido de Back in the World (2003), o qual contém apresentações da mesma turnê, porém ao redor do mundo. 
Paul e Linda McCartney, enfatizando a importância do vegetarianismo para Lisa Simpson
Somente em 2005, após apresentar-se no dia 06 de fevereiro como a principal atração do show do intervalo da trigésima nona edição do Super Bowl american,  Paul voltou com um novo álbum de estúdio, Chaos and Creation in the Backyard, terceiro colocado em vendas na França, Suíça e Itália, quinto na Dinamarca, sexto nos Estados Unidos e Canadá e oitavo na Alemanha e Noruega, alcançando a décima posição no Reino Unido. Nesse álbum, destacam-se “This Never Happened Before”, “Fine Line” e “Too Much Rain”, e a formação que acompanhou Paul nesse disco é Rusty Anderson, Jason Falkner (guitarra), James Gadson (bateria), Nigel Godrich (programações), Brian Ray (guitarra) e Abe Laboriel Jr. (percussão).
Em 2006, Ecce Cor Meum chega às lojas apresentando mais uma peça clássica, agora um oratório dividido em quatro movimentos. Memory Almost Full (2007) manteve a boa fase de vendas de Paul, com destaque para as clássicas “Dance Tonight” e “Only Mama Knows”. Paul toca todos os instrumentos na maioria das canções, com exceção de “Only Mama Knows”, “You Tell Me”, “Vintage Clothes”, “That Was Me”, “Feet In The Clouds”, and “House of Wax”, as quais possuem a participação de Paul ‘Wix’ Wickens (teclados), Rusty Anderson (guitarra) e Abe Laboriel Jr. (bateria). Memory Almost Full ficou em segundo lugar na Dinamarca, terceiro nos Estados Unidos e Suécia, quarto na Noruega e quinto no Reino Unido.
Esse foi o último álbum solo de Paul, que ainda lançou Electric Arguments (2008) pelo The Fireman. Depois, vieram os ao vivos Good Evening New York City (2009) e Live in Los Angeles (2010), os quais registram a extensa turnê Up and Coming Tour, que passou ano passado pelo Brasil em novembro com um show espetacular em Porto Alegre, bem no dia do meu aniversário e onde eu particularmente me emocionei muito, e também duas apresentações em São Paulo.
Paul recebendo o Gershwin Prize (2010)
Ainda em 2010, no dia 2 de junho, McCartney foi agraciado pelo presidente norte-americando Barack Obama com o Prêmio Gershwin, por suas contribuições à música popular, fazendo uma pequena apresentação na Casa Branca, e atualmente, Paul está no Brasil para novamente, encantar aos que estiverem presentes no estádio Engenhão nos dias 22 e 23 de maio com clássicos de sua carreira solo, nos Beatles e nos Wings, sendo esse podcast apenas uma palhinha de uma carreira vitoriosa e repleta de sucessos.
Discografia solo de Paul McCartney
Track listing Podcast # 19: Singing the Black
Bloco 01
Abertura: “Róisín Dubh (Black Rose): A Rock Legend” [do álbum Black Rose: A Rock Legend – 1979 (Thin Lizzy)]
“Black Licorice” [do álbum We’re an American Band – 1973 (Grand Funk Railroad)]
“Black Country Rock” [do álbum The Man Who Sold the World – 1971 (David Bowie)]
“Black Serenade [do álbum Christ Illusion (versão japonesa) – 2006 (Slayer)]
“Black Leather Fantasy” [do single Black Leather Fantasy – 1977 (Urchin)]
“Black Sabbath” [do bootleg Ozzy Meets The Priest – 1992 (Black Sabbath)]
Bloco 02
Abertura: “Fade to Black” [do álbum Doomsday for the Deceiver – 1986 (Flotsam & Jetsam(]
“Black Pearl” [ do álbum Sonic Brew – 1999 (Black Label Society)]
“Black Funeral” [do álbum Mad Grandiose Bloodfiends – 1997 (Ancient)]
“Black Metal” [do álbum Black Metal – 1982 (Venom)]
“Black Breath” [do álbum Sons of Satan Praise The Lord – 2002 (Entombed)]
“Black Betty [do álbum Sucking the 70’s – 2000 (Throttlerod)]
Bloco 03
Abertura: The March of the Black Queen [do álbum Queen II – 1974 (Queen)]
“Black Night” [do bootleg June 18, 2009 Galaxy Theater, Santa Ana, California –  2009 (Uli Jon Roth)]
“Black Country Woman” [do bootleg Sun Dazed L. A. Day 5 – 1977 (Led Zeppelin)]
“Black Magic Woman / Gypsy Queen” [do bootleg São Paulo 1973-10-19 – 1973 (Santana)]
“Black Diamond Bay” [do álbum Desire – 1976 (Bob Dylan)]
“Black Diamond” [do bootleg East Lansing, MI Oct, 21/1974 – 1974 (Kiss)]
Bloco 04
Abertura: “Paint it Black” [do bootleg Monterey Pop Festival – 1967 (The Animals)]
“Black no 1” [do bootleg Even Snow Dies – 1994 (Type O Negative)]
“Black Coffee” [do álbum Eat It – 1973 (Humble Pie)]
“Black Horse” [do álbum Dedicated to You, But You Werent Listening – 1971 (Keith Tippet Group)]
“Black Hearted Woman” [do álbum The Allman Brothers Band – 1969 (The Allman Brothers Band)]
Bloco 05
“White Man, Black Man” [do álbum Live – 1973 (James Gang)]
“Black Flame” [do álbum Turn of the Cards – 1975 (Renaissance)]
“Black Cloud” [do álbum Way Back to the Bone – 1998 (Trapeze)]
“Blackbird” [do bootleg Up and Coming Brazil Tour – 2010 (Paul McCartney)]
Encerramento: “Back in Black” [do bootleg Live Phoenix, Arizona 2000 – 2000 (AC/DC)]



6 Comentarios

  1. Anônimo disse:

    O Run Devil Run,é o melhor álbum da carreira do grande Paul!!!É um disco de covers magnífico.Soma-se ao fato,dos músicos,que tocam,com Paul nesse disco,Dvid Gilmour(Pink Floyd);Mick Green(Johny Kid and the Pirates,a primeira banda de rock,da Inglaterra,antes dos Beatles),Ian Paice(Deep Purple),Pete wengfield,no piano.As covers que Paul escolheu,são fantásticas,pois escolheu clássicos do Rock'N'Roll,que não são óbvios.Podemos destacar,She said yeah!,de Larry Willians,que os Stones,gravaram,no Out of our heads;Party,de Elvis;Honey Hush,de Big Joe Turner,fora a faixa título,composta,por Paul,um rockão,no melhor estilo Chuck Berry,só que com mais peso,lembrando,vagamente,"Going To Brasil",do Motörhead.Esse disco,de Paul,mostra seu outro lado.Paul,é conhecido,somente,por suas belíssimas baladas,mas nesse disco,Paul,mostra seu lado rocker,mais agressivo!!A produção,do disoc,ficou a cargo,de um velho conhecido,Chris Thomas,sim,o próprio,que produziu,obras primas do rock,como "Dark Side of the moon,do Pink Floyd,e Nevermind the Bollocks,dos Sex Pistols.Nesse disco,tem uma cover,de Chuck Berry,"Brown Handsome Man".Nessa música,é usado um acordeão,que ficou bacana.Buddy Holly,gravou essa música,de Chuck Berry,e a versão de Paul,tem mais a ver com a de Buddy Holly,como esta escrito,no encarte.

  2. Anônimo disse:

    Eu fui o único,que comentou,aqui….

  3. Anônimo disse:

    É engraçado,ver o velho Macca,aqui na Consultoria do Rock,afinaal,o Mairon,e o Maicon,pelo que pude perceber,não gostam tanto assim,dos Fab Four…

  4. Anônimo disse:

    O Run Devil Run,põe muitoss discos,dos Stones no bolso.Vou causar uma polêmica aqui!!!Os Rolling Stones,nunca foram,tudo isso,que as pessoas falam!!Muitos tem o costume,de esculhambar,os Beatles,dizendo,que os Stones,eram mals,e os Beatles bonzinhos.Os Yardbirds,eram uma banda infinitamente superior,aos Stones.Eles estavam,anos luz,a frente deles.Se fossem comparar,os Stones,com os Yardbirds,Mick Jagger,e cia.,perderiam feio.Voltando ao Paul,esse disco,dele que eu citei,é um dos melhores exemplos,de rock'n'roll puro.

  5. Anônimo, não é que eu não goste de Beatles, só que acho q tem bandas muito melhores na mesma época, e o melhor exemplo é o Yardbirds. Qual outra banda revelou três guitarristas do porte de Eric Clapton, Jeff Beck e Jimmy Page???????

    Desconheço

  6. Anônimo disse:

    O Jimmy Page, é o melhor. Ele simplesmente, criou, um som invador, e único, para a época. Tony Iommi, deve ter gastado, os dicos, do Zeppelin, no toca discos. Nunca ninguém comentou isso,mas Mr. Page, foi influência, decisiva, para o grande Tony Iommi.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *