Por Mairon Machado

Entre os chamados Top 5 do rock progressivo britânico, King Crimson, Yes, Pink Floyd, Genesis e Emerson, Lake & Palmer, o grupo que menos chama a atenção para o bolha que vos escreve é o último. Reconheço todo o talento de Keith Emerson (teclados, sintetizadores), a capacidade vocal de Greg Lake (baixo, voz, guitarras) e claro, a competência e criatividade de um dos maiores bateristas da história, Carl Palmer, mas os discos do grupo não são os meus favoritos para ouvir diariamente.
Apesar de uma sequência sensacional que começou com Pictures at an Exhibition (1971) e terminou com Brain Salad Surgery (1973), sempre vejo o trio como uma mistura de egos muito maior que o Yes por exemplo, onde cada um dos membros tentava ser o maior entre o trio, com solos repletos de virtuosismo (ou melodia, como no caso de Lake) e diversos momentos de triunfo individual superando a qualidade do conjunto.
Mas não é um grupo para ser jogado fora, principalmente pela sequência de álbuns que citei acima. Depois de Brain Salad Surgery, o ELP fez uma longa turnê, que culminou com o excelente triplo ao vivo Welcome Back My Friends to the Show That Never Ends… Ladies and Gentlemen, Emerson, Lake & Palmer (1974), partindo para um longo período de férias.

Tour Book da “Works Tour”
No retorno, em 1977, lançaram os álbuns Works I e Works II, voltando aos palcos, dessa vez em uma gigantesca e pomposa turnê ao lado de uma orquestra, que durou pouco tempo, já que os custos financeiros para manter os membros da orquestra, bem como a baixa venda de ingressos para os shows, que estavam em sua maioria programado para estádios de futebol, quase levaram o trio à falência. Além disso, o ELP era um dos principais grupos a serem taxados como “impróprios” pela efervescente cena punk que brotava dos muros ingleses e americanos.
Com a imagem desgastada, e esgotados também financeira e emocionalmente, Emerson, Lake e Palmer resolveram tirar férias no Caribe. Lá, chegaram a conclusão de que o trio não tinha mais por que existir. Mas exigências contratuais deixavam pendentes a gravação de mais um álbum de estúdio, bem como mais um disco ao vivo. 
In Concert foi lançado em 1979, trazendo a gravação do show no Olympic Stadium  de Montreal, em 26 de agosto de 1977, durante a “Works Tour”. Antes, porém, o trio fez seu álbum de despedida, em uma espécie de “olhe o que nós fizemos nas férias”, que não agradou aos novos fãs, aos velhos fãs e tampouco à gravadora e ao próprio trio.
Lançado em 18 de novembro de 1978, Love Beach é considerado por muitos a pior amostra da decadência do rock progressivo, sendo digno da medalha de lixo como o pior álbum da carreira do Emerson, Lake & Palmer e uma das maiores porcarias apresentadas ao público do rock em toda a história do gênero.
BALELA! BALELA PURA! Love Beach é um disco que mantém a mesma linha de composição de outros álbuns do grupo, como os próprios Works e também Tarkus (1972), porém privilegiando os momentos, digamos, “mais fracos” dos mesmos. Algumas diferenças são notáveis, como a maior inclusão da guitarra (principalmente no lado A) e a ausência de longos solos de teclados. Contudo, no geral, as composições soam como um álbum simples, sem esforços, mas que agrada em uma audição sem compromisso. Alguns malham o disco apenas olhando o nome das músicas, pois quatro das sete faixas parecem ser canções de amor, mas o LP está longe de possuir alguma balada melosa, no máximo uma ótima balada setentista, que é exatamente a melhor canção do LP.
Keith Emerson no estádio Olímpico de Montreal
Gravado nas Bahamas, o disco abre com “All I Want is You”, onde Lake apresenta a canção com a guitarra, cantando as frases do refrão e tendo Palmer e Emerson fazendo intervenções para cada frase cantada por Lake, chegando então ao riff central de guitarra e moog, onde o ritmo marcial de Palmer leva a canção. O refrão é repetido, entrando na boa sessão central, com Palmer fazendo seus rolos e com Lake cantando muito bem.
A faixa-título vem na sequência, com baixo, bateria e guitarra seguindo os vocais de Lake em um rock anos 70, onde Palmer novamente chama a atenção por sua técnica, e com Emerson fazendo diversas notas no moog, além da investida AOR durante a ponte para o refrão, principalmente nas vocalizações que entoam o nome da canção.
“Taste of My Love” possui sintetizadores e guitarra no tema inicial, e a entrada de Palmer apresenta o riff da guitarra, para Lake cantar outra boa canção AOR, onde o moog de Emerson e o andamento de Palmer criam estruturas sombrias para a tradicional melodia vocal de Lake.
O blues de “The Gambler” apresenta uma linha vocal à la Jerry Lee Lewis, com direito a gaita de boca fazendo intervenções, com um ritmo dançante de baixo, guitarra e bateria. O solo, feito pelo moog valvulado, e as vocalizações femininas, são os principais destaques.
Chegamos na balada citada, “For You”, com sintetizadores acompanhando o tema flamenco da guitarra, para que acordes de piano comandem o ritmo de Palmer. Lake sola na guitarra, soltando a voz, onde baixo e bateria parecem independentes da guitarra, que sola alucinada ao fundo. Grande trabalho instrumental/vocal para uma excelente faixa.
O lado A encerra com a recriação para a peça clássica “Canario (from Fantasia para un  Gentilhombre)” de Joaquin Rodrigo, onde o tema central da canção é repetido por diversos sintetizadores e teclados, além da guitarra, tendo sempre o andamento cavalgante e preciso de Lake e Palmer. Emerson dá show nos seus instrumentos. Essa pode ser considerada a canção mais fiel às composições do Emerson, Lake & Palmer do início de carreira, que abre espaço para a canção que está na outra face do vinil.
Love Beach autografado
A suíte “Memoirs of an Officer and a Gentleman” ocupa todo o lado B. Dividida em quatro partes, essa canção abre com “Prologue/The Education of a Gentleman”, onde lentos acordes do piano acompanham a doce voz de Lake, lembrando muito a clássica “The Endless Enigma” (do álbum Trilogy, 1972). Sinos tubulares dão o sinal para a entrada de órgão, baixo e bateria, com o andamento quebrado de Lake e Palmer acompanhando a letra e as viagens de Emerson nos teclados.
“Love at First Sight” vem na sequência, com o dedilhado clássico do piano, na linha dos famosos “Piano Concerto” de Emerson, e com Lake soltando mais uma vez sua belíssima voz. Esse é o momento mais bonito da suíte, com Emerson solando ao piano, sempre no estilo clássico. O violão surge fazendo a melodia vocal, passando a acompanhar os acordes do piano em um bonito dedilhado. A voz de Lake aparece novamente, acompanhada por baixo, bateria e piano, até Lake e Emerson voltarem ao início dessa segunda parte, ficando ambos sozinhos, e começando “Letters from the Front”.
Palmer faz o ritmo para Emerson soltar seus riffs no moog valvulado e no sintetizador. Posteriormente, chimbal e sintetizadores fazem a ponte para reproduzir o tema criado pelo moog valvulado. Lake segue a letra, com Palmer quebrando tudo ao fundo, entrando no tema central recheado de lisérgicos acordes de sintetizador. 
Por fim, “Honourable Company (A March)” encerra a suíte, com Emerson apresentando um tema marcial no sintetizador. Caixa e baixo fazem a marcha de guerra do nome da canção, enquanto o tema do sintetizador é repetido por diversos instrumentos, tendo também intervenções de sinos tubulares e de leves solos no baixo, deixando um gosto de quero mais para a suíte, que parece terminar do nada. 

Emerson, Lake e Palmer (1977)
Este foi o último álbum do ELP até Black Moon (1992), constituindo um fracasso de crítica e de vendas (em comparação a seus antecessores), chegando apenas na posição de número 55 da Billboard, o que mesmo assim lhe garantiu disco de ouro em 25 de janeiro de 79. Entre todas as críticas negativas, a que ficou mais célebre foi a do próprio Carl Palmer, que chamou o disco de “fiasco” e comparou a foto da capa com a fase disco dos Bee Gees.
No entanto, desde a primeira vez que ouvi o LP, gostei do que estava em seus sulcos. Não é um excelente disco, uma obra-prima essencial e nem de longe o melhor álbum do Emerson, Lake & Palmer, mas sim, um bom disco de rock, para ser ouvido sem preconceitos ou dedicada atenção, por exemplo, enquanto se escreve uma tese de doutorado (como foi meu caso em alguns dos longos dias dos últimos meses). Talvez, por isso mesmo, eu seja o único a gostar dele. Estou certo nisso?
Track list:
1. All I Want Is You
2. Love Beach
3. Taste of My Love
4. The Gambler
5. For You
6. Canario (From Fantasia para un Gentilhombre)
7. Memoirs of an Officer and a Gentleman

33 comentários

  1. fernandobueno

    Bem…
    Eu não curto muito o disco, porém ouvi poucas vezes (comparado com a quantidade que ouvi o Trilogy, por exemplo). É o único álbum que não tenho da banda se não contarmos o Emerson, Lake and Palmer. Vou ouvir novamente com carinho…

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  2. diogobizotto

    Bueno, você quer dizer "Emerson, Lake and Powell", não???

    Ainda conheço pouco do ELP, dessa maneira, "Love Beach" ainda não passou pelos meus ouvidos, mas tenho que admitir que essa capa é de assustar, hein! Mas por um lado, é boa para quebrar estereótipos, heheheh…

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  3. Groucho KCarão

    Com uma capa dessas, eu não ouvi e não gostei! Hehehe
    Falando sério, acho que nem ouvi esse disco, então não posso opinar sobre seu conteúdo.
    O que eu achei TENSO no post foram algumas das primeiras linhas…
    …uma sequência sensacional que começou com Pictures at an Exhibition (1971) e terminou com Brain Salad Surgery (1973)…
    Quê?! Me perdoa, Mairon, mas o disco auto-intitulado de 1970 dxa qualquer um desses no chinelo! O único que se aproxima é o Trilogy.
    …onde cada um dos membros tentava ser o maior entre o trio, com solos repletos de virtuosismo (ou melodia, como no caso de Lake) e diversos momentos de triunfo individual superando a qualidade do conjunto.
    Nesse ponto, eu quis chamar pra brigar! Keith Emerson é um dos tecladistas mais melódicos que conheço, bem melhor que um Wakeman, por exemplo! É como um Andrew Latimer dos teclados, virtuose e melódico. E tudo soa perfeito nos melhores momentos do ELP – que não são poucos nem de longe -, todos jogam pro time, mas brilhando todo mundo!
    Pronto, desabafei! xD
    E vou ouvir esse disco logo logo pra conferir!

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  4. Mairon Machado

    Grande Groucho, então vamos pra peleia. Emerson era/é um virtuose. Ele podia ter muita melodia, mas honestamente, aparecia mais pelas estripulias de esfaquear o órgão, montar em cima dele e o piano giratório do que tocando de verdade. Obvio, toca pacas, mas por favor, compara-lo com o Wakeman é ofensivo de mais. O Palmer é o melhor dos três, sem duvidas, e seja franco, vai dizer q não rolava ego no trio, ainda mais naquele escandaloso tapete de milhoes de dolares q o lake exigia para a turnê do works. E não tem nada no camel q se compare ao q o Emerson fez, é muito melhor …

    Enfim, soltei meus peões, hehehem, to esperando a tua rainha …

    Abraços

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  5. Groucho KCarão

    Muita gente só queria saber do Hendrix pq ele transava, estuprava, estrangulava, ateava fogo e enterrava viva a sua guitarra, mas isso não retira a genialidade da obra do cara. A história do rock se confunde com a história do ego inflado, mas há casos – e acredito que muitos deles! – em que a musicalidade não perde nada com isso! No caso do ELP, a musicalidade só foi favorecida, pois temos um time de craques! Comparar com Wakeman é ofensivo? Sou fã de Yes, minha banda favorita EVER, mas o Wakeman não é meu tecladista favorito e nem poderia ser.. Enquanto o Emerson tinha uma capacidade bem maior de criar melodias e de explorar combinações de timbres e, além disso, mexia com influências diversas, do dixieland ao blues, o Wakeman geralmente resumia sua tarefa a ressuscitar Johann Sebastian Bach..
    Legal vc ter levado meu comentário na esportiva, Mairon. Saiba, porém, que, se voltar a mexer com Keith Emerson, EU não levo na esportiva! HAUHAAUHA Brincadeira..

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  6. Mairon Machado

    Groucho, depois da nossa disputa pelos óculos do Howe, pelo menos agora sei que vou poder ficar com os cabelos do Wako, hehhee

    O Wakeman era genial, e resumir suas peças clássicas a apenas ressucitar Bach é tão ofensivo quanto compara-lo ao Emerson, basta ouvir o álbum Lisztomania e veras qe Liszt foi outro grande nome da musica a ser muito bem interpretado pelos dedos magicos de Wako, e tantas outras obras perdidas. Até Gershwin Wako regravou. Emerson dificilmente tocaria algo do Gershwin. Que Emerson era fenomenal nos teclados, tocava muito, isso é uma obviedade. A mao esquerda dele fazia miserias, mas ele se exibia mito mais do que tocava, assim como deus negro da guitarra bem citado por ti

    Concordamos assim, tu ficas com o Emerson, eu com o Wako e passamos a discutir Palmer e Bruford. Essa é das pesadas. E não sei quem é melhor. As vezes o Palmer, as vezes o Bruford, …

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  7. Groucho KCarão

    Eu não resumi as peças clássicas do Wakeman à ressureição de Bach, resumi os solos dele. Claro que não são todos, mas a maior parte dos solos são aquela coisa barroca que parece que tá só cumprindo tabela com as escalas.. Não me entenda errado, tb gosto MUITO do Wakeman como tecladista e como compositor, mas o Emerson ganha fácil.. Se o Emerson era exibido, então era como um jogador de basquete dos EUA, era um exibicionismo realmente genial! (Não sei é se a comparação foi boa, pq esporte não é minha área..) A mão esquerda do Emerson, JESUS! (Sabia que eu ainda ia conseguir falar algo bem duplo sentido e gay por aqui! xD) Agora o Mairon me deu um xeque, pq eu nunca ouvi o Lisztomania! HAUHAUAUAH E eu ADORO Liszt! (O pouco que conheço…)
    Palmer é melhor que Bruford. Em termos de estilo e riqueza de elementos o Bruford ganha, é um explorador do seu instrumento. Mas o Palmer era um verdadeiro "compositor de bateria", ele criava melodias ali! E era tudo perfeito.

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  8. Groucho KCarão

    Quer saber, Mairon, se quer continuar ouvindo essas suas utopias barrocas, volta pra sua caverna lisztomaníaca cheia de dinossauros usando capa. HUAHAUAUHUAUHAUAHUAHUHA

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  9. Mairon Machado

    o Diogo destruiu com a brincadeira, ahoeoihaiheihaoehahoea

    Groucho, ouça Lisztomania e depare-se com uma das melhores gravações do Wako!!

    VINCE CLARKE RULES!!!!

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  10. diogobizotto

    Pronto, o Mairon agora atingiu a insanidade. Todo mundo sabe que MARTIN GORE é muito mais compositor, músico e qualquer outra coisa que Vince Clarke.

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  11. Stepping Stone

    Mairon, Mairon…tu gosta de uma polêmica que eu sei! hahuahuahuahua
    Falar bem do Hot Space e depois do Love Beach, falar que o Emerson era só exibicionista assim como o Hendrix…caraca, não sei por qual assertiva te esgano primeiro!!! kkkkkkk
    Brincadeirinha…opinião é opinião.
    Vamos aos fatos…pense que enquanto o Emerson já arrebentava no Nice (estamos em 67, ok?), recriando "Rondo" do Dave Brubeck e praticamente inventando da cabeça o rock progressivo (anos luz mais desbaratinado, ousado, eclético e virtuoso do que Procol Harum, Moody Blues, Beatles, etc, etc, etc…), o Wakeman onde estava? estudando ainda…em 71, com uma meia dúzia de discos (incluindo os genialíssimos e progressivíssimos ELP e Tarkus), explorando o som de dezenas de instrumentos, que já o colocava no Olimpo dos tecladistas, o Wakeman tocava um discreto teclado no Strawbs e em gravações do David Bowie. Depois entrou pro Yes…onde que ele se destaca assim absurdamente no Fragile? Faz bons arranjos, alguns solos bonitos e tal. Cara, pensando como músico, não dá pra comparar a riqueza harmônica, rítmica, melódica e de técnica que tem nos dois primeiros discos do ELP com os primeiros trabalhos do Wakeman, incluindo o Fragile e o Close to the Edge. O Emerson tem um fator "jazz" que nem de longe o Wakeman tem. Depois até tudo bem, o Wakeman surgiu com seus trabalhos solos, aquela técnica exuberante e exata, mas o Emerson tá a jardas de vantagem pq foi escola pra todo mundo, incluindo o próprio Wakeman. Ousou e abriu caminho pra todos os demais. Então não dá pra comparar o mestre com os pupilos. É fácil se destacar depois que alguém abriu o caminho. Hendrix idem. Tem zilhões de guitarristas melhores que ele em termos de técnica, mas parir toda uma técnica assim da cabeça, praticamente reinventar o instrumento, é pra isso que vai todo o meu mérito. Vc pode até não gostar, mas não reconhecer e aceitar isso, é se fechar para a verdade absoluta!! kkkk
    Abraço!!

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  12. Mairon Machado

    Groucho, te dei xeque mas tomei um mate mais uns três tapas na orelhra do Ronaldo. Falou e disse, não tenho o que comentar. Realmente, o trabalho do The Nice é sublime. O fato de comparação com o Moody Blues poderia gerar alguma discussão maior, mas como a pancada foi tão grande, estou na lona e o juiz conta os 10 segundos derradeiros.

    Valeu Ronaldo, comentário excelente!

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  13. Mister

    Meu tecladista de cabeceira chama-se Marián Varga. Um cara influenciado por Haydn, Bartók e Stravinsky. Mas que, com certeza, viu a luz quando descobriu Keith Emerson. Então sou mais um a abraçar os argumentos do nosso querido Ronaldo. E quanto ao Love Beach, alguém tinha que gostar.

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  14. micaelmachado

    Eu resumi numa entrevista "para outro blog aí" o meu pensamento sobre Emerson X Wako: Wakeman é muito mais músico, tecnicamente falando, mas eu prefiro ouvir o Emerson…

    E o Love Beach é um fiasco enorme… aliás, a última coisa decente que o ELP gravou foi o Works I, seja com o baterista que for…

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  15. Stepping Stone

    kkkkkkkkk vcs me fazem rir, galera!!
    Mas foi bom saber a quantas anda o meu poder de persuasão! hahuahuahuahua
    Então, mas retomando, uma vez eu coloquei minha opinião sobre esse embate Wakeman x Emerson da seguinte forma:
    Wakeman = excepcional músico
    Emerson = excepcional músico + performático + ousado + inovador + eclético
    Abraço a todos!

    Responder
  16. Mister

    Não sei desta história direito, mas me parece que o Hendrix queria tocar com o Emerson. Iam ganhar todos os "Se vira nos 30" do programa do Faustão.
    E esse papo de mão esquerda fantástica tá me cheirando a onanismo puro.

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  17. Groucho KCarão

    Exibicionismo não dxa de ser uma forma de onanismo. Mas o onanismo do Keith Emerson me causa êxtase! Ele atinge meu ponto G! HUAHUAHHAUHAUAHUHAUAHUAHUAH
    Lá vamos nós de novo… xD

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  18. Renfosi

    Meu amigo, você não é o único que gosta de Love Beach. Eu gosto muito deste álbum, pois não o ouço com os ouvidos de um fã incondicional do rock progressivo, que sou, mas com a sensibilidade de quem reconhece boas canções e bons arranjos quando os ouve. Digo mais: caso não fosse o ELP que tivesse gravado este álbum, haja vista toda a expectativa que qualquer gravação deste trio trás, este álbum teria sido muito bem recebido pela crítica, pois, de fato, não é ruim. A única coisa horrorosa deste trabalho é, sem dúvida, a capa. Porém, nunca tirei da cabeça que eles quiseram, na verdade, dar uma sacaneada na gravadora, por obrigá-los a gravar mais um álbum de estúdio…

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  19. fernandobueno

    Gostaria de saber o que vcs acham do Black Moon e do In the Hot Seat. O primeiro eu tenho e gosto de algumas músicas, mas o segundo eu nunca ouvi e o achei num site com preço bom.

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  20. Mairon Machado

    Fernando, eu não gosto do Black Moon (poucas coisas aproveitaveis ali, como a instrumental que nao lembro o nome), e o In The Hot Seat é A BOMBA

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  21. joseleonardo

    Eu curto Love Beach! Me lembro da jornalista Ana Maria Bahiana, na finada revista Somtrês, dizendo que o letrista Pete Sinfiels só sabia rimar "love" com "stars above" e que falta de inspiração tinha de sobra nesse disco.

    Mas como o Mairon disse acima, In The Hot Seat é a BOMBA! Concordo em gênero, número e grau! Love Beach é obra-prima comparado a este!!!

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  22. caio

    Nossa depois de Works não gosto de nada que esse trio fez na vida… =(

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  23. Eudes Baima

    …Ou para os surdos.Mas, quando vejo a capa, acho que é também para os cegos.

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  24. Eudes Baima

    Em tempo, gosto muito do ELP,mas, na boa, não está no meu top 5 de prog rock.

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