Triumph em 1983: Gil Moore, Rik Emmet e Mike Levine
Por Mairon Machado
Um grupo canadense com um talentoso guitarrisa loiro, um baixista de cabelos longos, que também tocava teclado, um vocalista de voz aguda e inconfundível e um baterista que mais parecia uma lula, de tantas batidas e viradas impressionantes, com uma fase áurea no final dos anos setenta e início dos oitenta, misturando hard rock com progressivo, e que teve uma pequena decadência na metade dos 80, flertando com sintetizadores e um som mais pop. Não, não estou falando do Rush, mas sim do maior rival que o trio de Ontario teve: o Triumph.
O grupo formado no bairro de Mississauga, Ontario, no ano de 1975, tinha Rik Emmett (guitarra e vocais), Gil Moore (bateria e vocais) e Mike Levine (baixo), e foi um dos grandes nomes do rock canadense, apesar de sofrer com a (injusta) comparação com seu irmão mais velho, o já citado Rush. O Discografias Comentadas dessa semana irá contar um pouco a respeito dos dez discos de estúdio desse excelente power trio. Como as discografias variam de país para país, vamos seguir a ordem cronológica dos lançamentos canadenses, destacando as mudanças em relação à versão americana e/ou europeia quando as mesmas existirem. Então vamos aos triunfos do Triumph.

Triumph [1976]

Após uma apresentação no Gasworks em Toronto, no dia 9 de agosto de 1976, o Triumph assinou contrato com a gravadora Attic Records e lançou esse que é sem sombra de dúvida um dos melhores álbuns de estreia de todos os tempos, forte candidato a melhor do Triumph. Rik, Gil e Mike destroem, arregalando os olhos da mídia e do público canadense. São vários os destaques, a começar pela faixa de abertura, a fantástica “24 Hours a Day”, um rock safado à la Kiss, com introdução similar a canções de Caress of Steel (Rush, 1974), mas que depois vira um som do qual o Rush não teria condições de fazer justamente pela ausência de virtuosismo ou algo do estilo, mas que o Triumph fazia também com perfeição, como podemos comprovar em “Street Fighter” e “Street Fighter (Reprise)”, duas canções de mesmo nome mas bem diferentes entre si. A primeira é um pesado hard e a segunda é uma suave balada, com destaque para os teclados.  Outro hard pesadíssimo é “Easy Life”, com Rik utilizando-se do pedal de oitavas para fazer seu solo. Um ponto forte que pode ser comparado ao Rush é o uso da linha de melodias do Led Zeppelin (que o Rush empregou principalmente no seu álbum de estreia), as quais aparecem em “Don’t Take My Life” e “Let Me Get Next to You”. O funk de “What’s Another Day for Rock’n’Roll?” é mais uma prova de que o Triumph estava à frente do Rush em termos de composições, e “Be My Lover” mostra Rik usando um talk box, novidade para a época. Por fim, a épica e linda “Blinding Light Show/Moonchild” encerra o LP em uma das canções mais belas do rock canadense, onde os vocais tristes de Rik comandam uma canção arrastada, tendo um belo arranjo de teclados e de guitarra, cheia de efeitos, mostrando puro sofrimento e agonia, com destaque para o virtuosismo clássico de Rik no violão durante “Moonchild”, que se repetiria nos álbuns seguintes. O guitarrista é o centro das atenções, com um vocal perfeito e um dedilhado encantador, mas não podemos deixar de perceber a importância de Mike e Gil, com uma levada perfeita e com sessões sincronizadas que se encaixam perfeitamente com a canção, além da participação de Laurie Delgrande tocando sintetizadores. O que podemos perceber no geral é uma clara divisão de canções compostas por Rik e Gil, cada um cantando a sua, e que, assim como o Supertramp, funcionou muito bem durante alguns anos, mas rendeu problemas no futuro. Triumph foi lançado somente no Canadá. Posteriormente, um disco chamado In the Beginning… (1995) foi lançado contendo todo o álbum. 

Rock & Roll Machine [1977]

O Triumph quase não fez shows após o lançamento do primeiro disco, trabalhando e muito no segundo álbum, que, assim como a estreia, surpreendeu positivamente, com ainda mais peso e pitadas homeopáticas de progressivo, fazendo as comparações com o Rush crescerem ainda mais. Apenas duas podem serem comparadas ao co-irmão: “Bringing It on Home” e “Little Texas Shaker”, ambas por causa da linhagem zeppeliana da guitarra. No mais, o Triumph definia seu estilo nas clássicas “Takes Time”, que seria posteriormente a forte referência para as canções cantadas por Gil, e o cover para “Rocky Mountain Way”, composta pelo grupo Barnstorm (por onde o guitarrista Joe Walsh passou) com Rik abusando da slide guitar,  além da excepcional faixa-título, uma épica canção cantada por Gil e com Rik mostrando ao mundo que compará-lo a Alex Lifeson era como comparar Barcelona e Real Madrid: dois grandes músicos, mas com qualidades totalmente diferentes entre si. A dupla “New York City Streets, Pt. 1” e “New York City Streets, Pt. 2” (assim como “Street Fighter” do primeiro álbum), é composta de duas canções distintas, com a primeira sendo uma bela balada cantada por Gil, onde  Rik mostra mais um novo dom, o emprego de escalas e notas jazzísticas à la Wes Montgomery, enquanto a segunda é um hard agressivo cantado por Rik, onde o uso do wah-wah se sobressai. O maior destaque do LP vai para mais um épico, a progressiva “City”. Dividida em três partes, essa é a melhor canção do Triumph na minha opinião. O começo com “War March”, inspirado no “Bolero” de Ravel, é um sombrio e apetitoso crescendo de acordes e viradas de Gil, chegando ao solo de violão clássico para “El Duende Aconizante”, com Rik relembrando “Asturias”, do compositor espanhol Isaac Albeniz. A técnica de Rik é absurda, alternando dedilhados lentos com rápidos acordes flamencos. Fantástico! Por fim, o dedilhado do violão leva para a parte central, “Minstrel’s Lament”, onde o flerte com o progressivo é feito através do uso de mellotron e de uma cadência suavemente viajante, com destaque para o belo solo de guitarra feito por Rik, inspirando C.C. DeVille, Richie Sambora e toda a geração de guitarristas do hard surgidos nos anos 80. Nos Estados Unidos, o álbum saiu com o título de Rock ‘n’ Roll Machine, com outra capa e outro track list, o qual apresentava uma mescla dos dois primeiros álbuns lançados no Canadá (sem “City” por exemplo, que foi substituída por “The Blinding Light Show”), com o mesmo acontecendo na versão europeia.

 

Just a Game [1979]

Esse foi o último álbum onde algum resquício de comparação com o Rush existiu. O Triumph enveredava pela linha hard oitentista com força, e passava a registrar clássicos hinos de arena, que levaram o nome do grupo às primeiras posições das paradas. O melhor LP da carreira da banda, que tem de tudo: AOR (“Movin’ On” e “Hold On”), blues (“Young Enough to Cry”), jazz (“Suitcase Blues”) e o forte apelo ao mercado americano, com os hards de “American Girls”, “Just a Game” e “Lay It on the Line”. Dessas três últimas, “Just a Game” e “Lay It on the Line” são as que possuem os melhores e mais marcantes refrões do grupo, preparados quase que nota por nota para arrancar a voz dos fãs nos lugares por onde a banda tocava. A minha dúvida até hoje é qual das duas é a melhor, assim como se a melhor do álbum é “Young Enough to Cry”, um blues veloz e sensacional cantado por Gil, contendo um belíssimo arranjo vocal, ou a maravilhosa e suave “Suitcase Blues”, com um show à parte de Rik tanto nos vocais quanto nas escalas jazzísticas. Obviamente, a junção das duas com uma garrafa de uísque é um convite para uma profunda noite de embriaguez. Rik também dá show em “Fantasy Serenade”, um complicado tema no violão clássico que só enaltece ainda mais as qualidades desse grande músico. A capa original gatefold de Just a Game formava um tabuleiro que servia para jogar xadrez ou damas, e uma tiragem limitada de peças de xadrez apresentando imagens relacionadas à cada faixa do álbum, sendo hoje uma relíquia. O álbum foi o primeiro disco de ouro da carreira do Triumph.

Progressions of Power [1980]
Depois do estrondoso sucesso de Just a Game, o Triumph foi eleito o melhor grupo de 1979, exorcizando de vez as comparações bestas com o Rush. A primeira grande sequência de shows pelos Estados Unidos  fez com que o grupo tivesse apenas dois meses para gravar o álbum seguinte. Isso acabou refletindo no resultado final, já que Progressions of Power apresenta canções sem tanta inspiração e diversidade como seu antecessor. Mesmo assim, encontramos bons momentos, como “I Live for the Weekend”, tendo Rik fazendo escalas de blues em outro grande solo, o hardão setentista de “Nature’s Child” e a típica canção Triumph de “Tear the Roof Off”. O grupo flerta mais com o AOR, nas baladas “Woman in Love”, “I Can Survive”, que foi o grande hit do álbum, e “In the Night”. Os grandes momentos ficam para o solo de violão clássico em “Finger Talking”, com um show de virtuosismo feito por Rik, e “Hard Road”, um hardão puxado onde o primeiro solo de teclados da carreira do grupo aparece, sendo o mesmo feito por Levine.  Assim como Just a Game e os LPs subsequentes, nada de diferença entre a versões canadense e as lançadas no resto do mundo.

Allied Forces [1981]

Depois de um momento de pouca inspiração, o trio canadense uniu forças para mais um grande álbum, na mesma linha de Just a Game. Depois de uma  turnê pela Europa, o grupo apresentou o bem diversificado Allied Forces, que foi o LP que mais trouxe hinos para o grupo. Nele, encontramos clássicos do porte de “Fool for Your Love”, “Magic Power”, “Allied Forces”, “Fight the Good Fight” e “Ordinary Man”, cada uma com sua dose triumphiana. “Fool for Your Love” se tornou um grande clássico, com um grudento refrão que fica na cabeça por dias, o mesmo acontecendo com a faixa-título, um bom hard adaptado para os anos 80, sendo antecedida pela vinheta “Air Raid”, que é uma sequência psicodélica de passos apressados, explosões e sirenes. A leve introdução de “Magic Power” dá origem a uma das mais bonitas canções do grupo, em um rock animado com letra otimista que levantaria plateias nas turnês posteriores. Os rocks de “Hot Time (In This City Tonight)” e “Say Goodbye” são bons aperitivos do LP, além da peça clássica para “Petite Etude”, deixando as pérolas para “Fight the Good Fight”, uma bela canção repleta de momentos diferentes, carregados de teclados, e a épica “Ordinary Man”, onde a presença de um coral introduz uma sensacional canção, que começa como uma balada, ganhando velocidade e tornando-se um fantástico e pesado hard, com destaque para os velozes riffs de Rik, além de um solo arrepiante. Allied Forces virou o LP mais cultuado pelos fãs devido ao grande número de sucessos, e claro, a uma sonoridade perfeita, que não bate Just a Game e os dois primeiros apenas por detalhes de gosto pessoal mesmo.

Never Surrender [1983]

A série de grandes lançamentos do Triumph continuou com outro grande álbum. Depois de uma longa turnê por Europa e América do Norte, o grupo voltou aos estúdios e saiu de lá com mais clássicos. “A World of Fantasy”, “Never Surrender” e “When the Lights Goes Down” entraram direto entre as preferidas dos fãs. Mas o LP não vive apenas delas. O grande hard setentista de “Too Much Thinking” apresenta um dos melhores trabalhos de wah-wah feito por Rik, assim como “All the Way”, outro grande hard Triumphiano. “Battle Cry” mostra como Rik sabia usar alavanca como poucos, em outro grande momento instrumental. “When the Lights Goes Down” começa como um excelente blues, no violão, com Rik detonando no slide e no wah-wah, e com Gil se destacando nos vocais. “Writing on the Wall” é a mais fraca, uma canção bem na linha anos oitenta. Os pontos altos são sem dúvida “A World of Fantasy”, onde o violão dedilhado e a cama de teclados apresentam um dos mais conhecidos riffs da carreira do trio, tendo ainda a participação do hammond durante o refrão; e “Never Surrender”, trabalhada ao extremo em seus quase sete minutos de belas harmonias vocais, excelente arranjo feito por Levine e Gil,  e claro, o excepcional solo de Rik. Três curtas canções ainda complementam o LP: “Overture (Procession)”, que é uma mescla de sons de plateia, sintetizadores e guitarras, “Epilogue (Resolution)”, onde acordes de violão acompanham um belo solo de guitarra, e a peça clássica “A Minor Prelude”, um lindo dedilhado construído na escala de Lá Menor, nos mesmos moldes do violonista Fernando Sor. “All the Way” e “A World of Fantasy” foram segundo e terceiro lugar respectivamente, e o Triumph conquistou seu segundo disco de ouro com Never Surrender, vendendo mais de meio milhão de cópias apenas nos Estados Unidos.

Thunder Seven [1984]

Esse é o álbum mais polêmico do grupo e um dos meus favoritos, lado a lado com Just a Game. O Triumph abdicou do sucesso dos álbuns anteriores, trocou de gravadora e, em uma viagem de Rik Emmett, construiu um álbum conceitual que mostrava o futuro da humanidade, narrando fatos sobre como os homens lutavam para conseguir sobreviver em um mundo cheio de novidades, como computadores, aparelhos celulares e naves espaciais. Um excelente trabalho, que demorou para ser absorvido pela crítica e pelos fãs, acostumados com as letras e temas adolescentes dos álbuns anteriores. A sonoridade, repleta de sintetizadores e eletrônicos, agradou à turma jovem americana, mas afastou os fãs antigos. Enfim, pelo menos mais dois clássicos: “Spellbound”, faixa que abre o LP com Gil cantando sua melhor composição desde “Rock and Roll Machine”; e “Follow Your Heart”, outra grande canção na linha AOR e também com Gil nos vocais. Das canções de Rik, a que mais se destacou foi justamente a peça clássica “Midsummer’s Daydream”, copiada e estudada por muitos garotos que estão aprendendo a tocar violão, e que antecede a bela vinheta “Time Canon”, onde barulhos diversos abrem espaço para minha canção favorita no LP, “Killing Time”, uma linda balada com vocais divididos entre Rik e Gil. O hard de “Cool Down”, com a introdução ao violão folk, e os teclados de “Rock Out, Roll On”, trazem novamente as variações de gêneros dentro de um mesmo álbum do grupo, assim como o blues oitentista de “Stranger in a Strange Land”, com muitas alavancas e bends, presentes também na ótima “Time Goes By”. O LP encerra-se com a linda instrumental “Little Boy Blues”, com Rik despejando sentimentos em sustains e bends sensacionais. Esse foi um dos primeiros álbuns da história a ser lançado em uma grande tiragem em CD. A capa apresentava o tema central do LP, com uma versão computadorizada do “Homem Vitruviano” de Leonardo da Vinci. A turnê de Thunder Seven foi recheada de efeitos computadorizados, lasers e um show de luz e fumaça. Gil, por exemplo, utilizou-se de baquetas iluminadas para executar seu solo. A gigantesca turnê culminou no álbum Stages, lançado em 1985. Os problemas internos começaram a aparecer nessa época, principalmente entre Rik e Gil. Esse foi o último grande álbum do Triumph, também o mais experimental da carreira do trio. 

The Sport of Kings [1986]

Depois de uma separação de quase um ano, Rik e Gil aceitaram conversar novamente, e o Triumph voltou para os estúdios de forma não muito amigável, o que refletiu direto nesse LP. Álbum mais fraco do Triumph com Rik, The Sport of Kings tentou reviver Never Surrender em uma época onde o pop já havia tomado conta das rádios e o AOR não estava mais na moda. Grandes destaques não existem, mas temos bons momentos AOR como “Tears in the Rain”, “What Rules My Heart”, a melhor do álbum, e “Take a Stand”. Momentos hard estão presentes em “Hooked on You”, na qual os vocais são divididos entre Gil e Rik, e “Somebody’s Out There”, além da pesada e bem interessante “Play With the Fire”. O Triumph exagera nas baladas, com “Just One Night” (cover do vocalista Eric Martin), “Don’t Love Anybody Else But Me” (mais um cover) e “In the Middle of the Night”, com muitos teclados e eletrônicos. A peça clássica “Embrujo” talvez seja a canção que lembre melhor os bons momentos antes das brigas começarem. Fuja de “If Only”! The Sport of Kings até que vendeu bem nos Estados Unidos e na Inglaterra, mas não faz jus ao que o Triumph havia elaborado até então. As brigas continuaram, mesmo com uma bem sucedida turnê, onde apenas um problema ocorreu, com Rik ficando muito doente e tendo que ser substitiuído por Rick Santers, que já havia sido integrado ao grupo como quarto membro.

Surveillance [1987]

Rik deu a cartada final: ou gravavam o que ele queria ou ele saía da banda. Este álbum apresenta o trio com um visual bem farofa, com cabelos esvoaçantes e tudo mais, e conta com a presença de Steve Morse em duas canções: “Headed for Nowhere”, onde o duelo com Rik é sensacional, deixando bem claros os diferentes estilos de ambos, e a balada “All the King’s Horses”. O AOR aparece em “Let the Light (Shine on Me)” e “Long Time Gone”, o grande hit do disco. Duas vinhetas surgem através de “Prologue: Into the Forever”, com um mágico solo de guitarra acompanhado por sintetizadores, e “Prelude: The Waking Dream”, uma mistura de sinos, chuva e outro belo solo de  guitarra. “Never Say Never” é um pesado hard Triumphiano, bem como as boas “Rock You Down” e “On and On”. A melhor canção do LP fica por conta da tentativa de rock progressivo com “Carry on the Flame”, que, cantada por Gil e Rik, traz em seu refrão a alma do Triumph, com intervenções de sintetizador e viradas de bateria que agradam aos fãs antigos. Mas, a pouca inspiração floresce nas canções que encerram o LP: “All Over Again” e “Running in the Night”, regadas de sintetizadores e eletrônicos. No geral, é um bom álbum, mas nada mais que isso. 

Edge of Excess [1993]

Depois de cinco anos afastados, Gil e Levine reformulam o Triumph, já que Rik saiu logo após o lançamento de Surveillance. Tendo Phil X nas guitarras e a participação de Rick Santers, o Triumph sofreu para lançar um álbum no meio da onda grunge. Mas o resultado não é dos piores, e Edge of Excess pode ser considerado o melhor álbum do Triumph desde Thunder Seven. A guitarra de X deu uma cara mais moderna para a banda, como podemos verificar nos hards de “Child of the City”, “Edge of Excess”, “Turn My Back on Love” e “Love in a Minute”. A bela “Somewhere Tonight” é um dos momentos mais bonitos do álbum. Porém, os grandes destaques vão para a homenagem ao grupo canadense Moxy, com “Ridin’ High Again”, um hard muito semelhante ao que este grupo fez na década de 70; os southern rocks de “Boy’s Night Out” e “Black Sheep”; a pesada e excelente “Troublemaker” e a sensacional balada “It’s All Over”, saída de alguma propaganda de cigarros ainda desconhecida. Um grande álbum, sem muita discrepância de sonoridade, soando linear e redondo para os novos e velhos fãs do grupo, e que encerrou a carreira do Triumph em termos de lançamentos de estúdio. O trio original voltou a se reunir em 2007 e em 2008, mas não por muito tempo, já que a guerra de egos entre Rik e Gil é muito maior do que o Canadá!

7 comentários

  1. diogobizotto

    Não conhecer o Triumph direito é das minhas maiores vergonhas musicais. Estou começando a procurar alguns vídeos do grupo e conferindo suas performances. Muito melhor que a encomenda!!!

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  2. fernandobueno

    Achei que o Mairon faria um comentário maior de "Somebody Out There" do album The Sports of Kings. Essa é uma das músicas que mais gosto da banda e é forte candidata à ser comentada pelo Diogo na coluna de AOR…

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  3. Mairon Machado

    Pois é Fernando, mas é que eu tenho certas dificuldades com o Sport of Kings. Muito AOR pro meu gosto .. Valeu o comentário Ronaldo!

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  4. diogobizotto

    Triumph e Magnum são duas bandas que preciso urgentemente conhecer com mais propriedade, pois tenho certeza que ainda fornecerão material para a coluna "I Wanna Go Back", sem dúvida!

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