Tema sugerido por: Fernando Bueno
Com André Kaminski, Davi Pascale, Mairon Machado e Ronaldo Rodrigues

Todos os discos abaixo mostram uma faceta diferente do metal nacional. Não sou daqueles que ficam defendendo o metal nacional apenas por ser feito aqui no nosso país. Eu defendo as boas bandas daqui. Se faz música boa, se eu gosto eu defendo do mesmo modo que faço com bandas de outros países. Acredito que o Brasil é um excelente celeiro de bandas de metal, falta um ambiente melhor (estúdios, produtores, agentes, empresários e principalmente profissionalismo). Tentei citar bandas que não necessariamente são as mais comentadas, mas também não tirei nenhum desses discos das catacumbas do underground nacional.


Armored Dawn – Viking Zombie [2019]

Fernando: O Armored Dawn nutre um certo tipo de implicância em parcela dos fãs brasileiros de metal. Acredito que a estratégia de marketing adotada pela banda, que os faz aparecer todo mês nas revistas e que acabou fazendo a banda ser quase onipresente fazendo shows de abertura de bandas estrangeiras em terra brasileiras, é responsável por isso. Eu gostei mais do disco anterior, Barbarians in Black, em que eles praticam um som mais na linha do épico, um pouco power metal, mais um pouco tradicional com algumas pitadas thrash. Porém escolhi esse disco, pois ao meu ver ele arriscaram um pouco mais. Nesse lançamento eles assimilaram alguns elementos de metal norte americano com algumas doses de Mastodon, Trivium e até mesmo o Avenged Sevenfold. Como essas bandas não são unanimidades aqui no Brasil fiquei curioso com a opinião dos amigos que participarão dessa sessão. Também fiquei pensando que talvez a intenção da banda seja tentar uma carreira lá no país do Trump.

André: Apesar de ser uma banda relativamente nova, a maior parte dos seus integrantes já estão há anos na música. Timo e Rafael estavam no Ravenland (e eu ouvi o único registro da banda). Também conheço o trabalho do Rodrigo no Korzus. Com um time desses, eu esperava uma pauleira daquelas unido a uma técnica acima da média por parte dos caras. Botei para ouvir e as três primeiras músicas parecem aquela coisa meio emotiva-metalcore demais para um disco que fala sobre vikings. Na quarta música as coisas melhoram e um heavy-power surge no instrumental, embora aqueles cacoetes metalcore sigam. Não abomino metalcore, mas esse estilo rítmico e vocal em grande parte do disco me incomodam um tanto. Não sei se era essa a intenção dos caras, mas esse lado “melodioso” sem ser do hard, do symphonic metal ou mesmo do pop, para citar alguns exemplos, não me agrada.

Davi: Esse eu já conhecia. Tenho o CD em casa. Demorei um pouco para ouvir o som dos caras, por causa da má impressão que tenho do Dr. Pheabes. Não gostei do show que assisti dos rapazes e, para piorar, a entrevista que li deles não ajudou a melhorar a imagem que tinha do grupo. De tanto que conhecidos meus comentaram sobre o grupo, resolvi dar uma chance e fui positivamente surpreendido. Não tenho ainda os dois primeiros álbuns, então não tenho como comparar a sonoridade entre eles. Aqui, eles apresentam um som pesado, melódico e bem resolvido. Algumas vocalizações soam um pouco radiofônicas (o que não considero ruim) e o álbum possui um pé na modernidade, perceptível tanto na mixagem quanto nos efeitos eletrônicos que costuram o álbum. Trabalho bem bacana. Vou correr atrás dos dois primeiros discos.

Mairon: Banda que me lembrou bastante o Avenged Sevenfold. Confesso que esperava outra coisa quando vi o nome da banda e o nome do disco, mas nunca esse metal moderninho e sem sal, e me admira ainda mais que o Fernando curta isso. Os tecladinhos são a pior parte, e se não fosse a guitarra, acho que tinha dormido. Mas confesso, jamais imaginaria que se trata de uma banda brasileira.

Ronaldo: É um metal moderno, com presença maciça de teclados, afinações mais graves que o usual e refrões fortes. As linhas vocais parecem emprestadas de outras vertentes do rock e não soam bem aderidas com as bases distorcidas e a bateria pesada praticada no disco. O disco dá uma engatada da metade para o fim, é preciso reconhecer. Mas no fim das contas, dessa espécie de choque de tendências o som do grupo acaba ficando um pouco diluído e exposto a um dilema que me parece não agradar nem aos fãs do metal tradicional (a exceção de uma outra passagem do disco, como a introdução de “Fire and Flames”) nem aos adeptos do rock pós anos 2000.


Fanttasma – Another Sleepless Night [2013]

Fernando: Quando ouvi esse disco pela primeira vez eu não me conformei em saber que era seu único lançamento. Porém depois de um tempo fui descobrir que na verdade o disco foi gravado como resultado de um projeto de Rafael Lopes guitarrista que foi do Torture Squad. Ele compôs tudo e chamou o vocalista Thiago Andrade do Deadly Curse para gravar com ele, além de vários convidados como a Fernanda Lira do Nervosa. O estilo de composição me fez lembrar de cara o Paradise Lost ou o Amorphis em algumas passagens. Outras bandas que poderia citar são o Katatonia, Primordial, alguma coisa do Opeth e, notem, nenhuma outra banda nacional. O Brasil é tão forte no power metal e no metal tradicional, mas não tem muita tradição com o doom. Tudo foi feito com tanto cuidado que é uma pena que a banda não tenha tido continuidade. Pelo menos ficou esse registro aqui.

André: Fiquei positivamente bem impressionado com o trabalho desses caras. O único problema não com eles, mas comigo: não gosto muito quando eles aceleram as guitarras fazendo o tradicional “zumbido” black metal que tanto me incomoda. Mas quando estão apenas na parte doom, nossa, é excelente. Riffs graves e até mesmo “bonitos”, vocal gutural bem encaixado e ótima produção. O que daria uma diminuída na nota são as letras que não fogem muito da melancolia típica. Se o mesmo capricho que eles tiveram com o instrumental fosse também com as letras, seria nota 10. Mas ainda assim, um ótimo disco e uma boa surpresa de se ouvir agora no final de ano.

Davi: Trio idealizado pelo ex-guitarrista do Torture Squad, Rafael Augusto Lopes. O álbum é pesado, arrastado, melancólico e chato. O trabalho de guitarra do Rafael é muito bom. O baterista Rafael Calbes manda bem, embora não tenha curtido o som que tirou do instrumento aqui (som magro demais). Infelizmente, o cantor põe tudo a perder. Vocal gutural da pior espécie. O saxofone de Alexandre Herrera não acrescenta muita coisa em “The Night Fever”. O melhor momento é a participação especial de Fernanda Lira (Nervosa). O trabalho vocal que ela realizou em “Life Is War” salvou a faixa e esse acaba sendo o único momento digno de nota desse EP.

Mairon: Banda que exagera no gutural, com um instrumental relativamente interessante, e que tem como melhor atração o fato do álbum ter apenas 30 minutos, os quais foram bastante tortuosos de aguentar. Tirando a surpreendente introdução de “The Night Fever”, com direito até a um saxofone, o resto é quase que totalmente indeglutível. Os caras até criaram algo bem legal de se ouvir (de início) em “Life Is War”, mas quando entra o gutural, destrói de vez. Fica a ideia bem interessante de misturar o saxofone com metal pesado, bem interessante mesmo.

Ronaldo: É particularmente difícil resenhar um trabalho em que todas as músicas tem o mesma clima e querem retratar a mesmíssima coisa. Se isso não puder ser chamado de repetitivo em termos conceituais, nada mais o pode. E sim, qualquer leitor pode acusar minhas resenhas de metal extremo de serem iguais, pois os discos do estilo que resenhei são em muito assim. Coisa para aficcionados.


Malefactor – Sixth Legion [2017]

Fernando: Se o ouvinte pegar os primeiros discos do Malefactor e comparar com os últimos vai achar que são bandas distintas. Parece até o que aconteceu com bandas como o Therion, Behemoth ou Rotting Christ. A evolução e adição de novos elementos ao metal extremo foi enorme. Desde que conheci a banda esse disco foi o que mais me agradou e foi o que mais ouvi e esse foi o critério para a escolha de um álbum para os representar aqui. Eu demorei para ouvir a banda por puro preconceito em relação ao nome. Achava que se tratava de mais uma daquelas bandas “podreiras” de metal extremo que em geral não me agrada, mas depois de ler uma entrevista (uma das mais legais que já li) com Lord Vlad na Whiplash eu tive que ir atrás.

André: Não conheço tudo do Malefactor, mas o pouco que conheço a banda sempre me pareceu um tanto irregular dentro dos próprios discos. Há músicas com riffs e arranjos incríveis enquanto outras faixas soam bem mais genéricas. Com o maior reconhecimento e melhores produções, além do avanço da tecnologia, permitiu que a banda pudesse explorar mais elementos diferentes em seu heavy metal, caso desse disco. Gostei principalmente da sétima música “Down at the Valley of the Great Encounter” e de todo o seu recheio harmônico. Já “Cross and Fiction” cai naquela linha de faixa esquecível por faltar talvez um gancho de guitarra melhor. E é assim entre várias outras músicas (e mesmo discos) que eu ouvi da banda fazendo com que ela lance bons trabalhos, mas nada muito além disso. Torço para que subam mais o nível e sejam mais conhecidos.

Davi: Sexto álbum da cultuada banda baiana. Já tinha ouvido falar no nome deles, mas não sou um profundo conhecedor de sua obra, portanto, fui dar uma pesquisada para saber o que me aguardava e notei que eles definem o som como unholy metal. Já perdi as contas de quantos gêneros existem dentro do metal, de boa… Impressionante notar que a porradaria aqui foi criada por apenas três caras. Eles fazem um som agressivo, mas sem deixar a técnica de lado, misturando momentos velozes com outros mais cadenciados. O trabalho vocal é bacana. Em relação ao repertório, não curti muito a faixa de abertura, o resto do álbum desceu de boa. Banda bem competente.

Mairon: Banda de metal bem pesado, com pitadas de death metal, mas mesclando um pouco de thrash aqui e um melódico acolá. Outra que exagera nos guturais, que novamente não curti, por que ainda vem carregados de efeitos, mas apreciei bastante os solos de guitarra da maioria das faixas. Destaque para o trabalho de composição de “Down at the Valley of the Great Encounter”, a faixa que realmente mais gostei. O problema é que há algum tempo deixei de apreciar esse tipo de som, principalmente por conta dos vocais, e honestamente, Sixth Legion não me acrescentou muito em termos de gostar do Malefactor. Se ficasse só nos vocais naturais, a coisa seria diferente.

Ronaldo: Não tenho percepção musical suficiente para diferenciar os vocais guturais, as batidas frenéticas de bumbo duplo o baixo quase inaudível ou o timbre das guitarras deste disco de outros discos de metal extremo. Todas as músicas são extremamente pesadas, algumas envoltas em um clima mais épico e outras nem tanto, apostando mais na velocidade da execução. A se destacar apenas alguns solos de guitarra, com boas dobras harmônicas e muito bem construídos em termos de técnica.


Tamuya Thrash Tribe – The Last Guaranis [2016]

Fernando: Talvez o disco mais distinto dessa lista. Impossível também de não lembrar de Roots do Sepultura e Holy Land do Angra. O Tamuya Thrash Tribe certamente ouviu esses discos aí e expandiu as influências de música brasileira, cultura indígena e outras brasileiridades. O disco contém corais infantis de crianças guaranis, percussão de origem afro-brasileiras e até um cantor de samba fazendo participação, mas tudo dosado de forma muito bem pensada que não descaracteriza o thrash metal que é o elemento principal do todo. Tudo feito com muito esmero, inclusive o material físico de qualidade ímpar em relação aos materiais nacionais.

André: Quando se tem o começo do play, é impossível não lembrar da influência do Roots [1996] nesse tipo de sonoridade com faixas que misturam o folk nativo indígena nosso com o metal. Embora em boa parte das canções o instrumental também se demonstra “puro thrash” com vocais ao estilo death, o foco das letras e alguns elementos indígenas  e/ou regionais aparecem o que dá um sabor diferente ao disco. Dentre os cinco, é o melhor.

Davi: Aí está um disco que nunca tinha ouvido falar. Sendo o Tamuya uma banda de thrash que mescla o som deles com influencia indígena, é quase impossível não nos recordarmos de Roots. O bacana, contudo, é que nem de longe, eles são uma cópia do Sepultura. Pelo contrário, a banda possui uma identidade forte. Os arranjos são pesados e diversificados. O trabalho é muito bem gravado, os riffs são impactantes. O vocal canta a maior parte do tempo com gutural, mas é bem feito. As partes com vocal limpo casaram com o som da banda e ajuda a tornar o som deles mais criativo. Em “Senzala/Favela”, minha favorita, os caras enfiaram o Marcelo D2 fazendo um rap no meio da porradaria e ficou genial. Bom disco!

Mairon: Fernando se puxou aqui. Mais uma banda que nunca ouvi falar, agora com um disco conceitual voltado para a tribo indígena dos guaranis. O som dos caras é muito bem tocado, com ótimas passagens de guitarra, seja no trecho central de “The Voice of Nhanderu”, em passagens de “A Call from Xapuri”, no belo solo de”Tamuya” ou no riffzão de “Violence And Blood”. E vejam só, “Vinte e Cinco” até parece uma obra de Xangai em um disco de Metal. Que coisa, não? As versões acústicas de “Immortal King” e “Tamuya” soam melhores que as originais. Acho que os vocais guturais soam um pouco quanto exagerados. As alternâncias nas línguas (ora em inglês, ora português, ora até em guarani), também não me foram de bom agrado, apesar dos trechos não guturais serem bem melhores do que os guturais. E o disco, duplo, é longo demais. Mas foi uma curiosa oportunidade de conhecer algo diferente.

Ronaldo: A coisa até inicia de forma bem empolgante, mas aí o vocalista decide fingir que canta e a coisa desanda, usando os efeitos guturais para simplesmente se esquivar de emitir qualquer nota musical com seu instrumento. Há boas batidas (algumas captando motivos brasileiros), bons riffs e bons solos ao longo do disco; nada que mudaria o curso da história mas que poderia tornar o trabalho realmente apreciável.


Yuri Fulone – Fernão Dias Paes [2019]

Fernando: É o disco conheci há menos tempo dessa lista. Não tem dois meses que comecei a ouvir isso aqui. Fiz um texto sobre o último disco do Moonspell e falei sobre a história dessa época em que se passa o tema tanto de 1755, o disco da banda portuguesa, quanto esse trabalho de Yuri Fulone, e o tema me interessou pelo mesmo motivo. Fulone é conhecido pelos seus álbuns cheio de músicas épicas e calcado em uma das principais especialidades nacional, o power metal. Logo no início uma voz que vai fazer todo mundo recordar a infância, afinal a voz do dublador de Wolverine e Esqueleto acompanhou a infância de muitos que estão na faixa dos 35-40 anos. Vale a pena acompanhar o álbum prestando atenção às letras das músicas que contam a história de um dos mais conhecidos bandeirantes. A história dessas pessoas é bastante controversa pois são tratados como vilões pela escravização de índios, mas também como heróis por serem responsáveis por expandir o território brasileiro, mostrando que a divergência de opiniões não é um assunto recente aqui no Brasil.

André: Não consegui ouvir o disco, exceto pelo teaser postado no youtube. Todavia, estou até prevendo a chatice que será os comentários politiqueiros dessa matéria por parte de certos indivíduos, pelo fato de termos aqui um disco conceitual da causa indígena e outro completamente oposto abordando um bandeirante famoso. Não vou ficar gastando as minhas deliciosas férias moderando essa merda, vocês que provocaram que se virem aí.

Davi: O músico Yuri Fulone começou a se destacar em uma banda cover do Rhapsody chamada Warpride. A influência do grupo italiano em seu trabalho salta aos olhos. Seja nos seus arranjos de teclados, seja nas linhas vocais com o cantor atacando a voz quase todo o tempo para cima, seja nas construções épicas, quase medievais. O garoto se juntou ao (ótimo) grupo Liar Symphony e trouxe ainda a (boa) cantora Nayara Camarozano e o famoso dublador Isaac Bardavid (a famosa voz do Esqueleto no Brasil). A ideia, como o próprio nome do álbum sugere, é contar a história do famoso bandeirante Fernão Dias Paes. No papel, tudo funciona incrivelmente bem. O resultado final, contudo, é mediano apenas, uma vez que as letras poderiam ter sido melhor elaboradas. De qualquer jeito, valeu a intenção.

Mairon: Outro disco conceitual que conta a história da bandeira liderada por Fernão Dias Paes, em 1674, rumo ao norte do país, em busca da lendária lagoa das esmeraldas, e que tem todo um climão épico típico de grandes produções metálicas. A história é cantada em português, o que ajuda a entendê-la tranquilamente, e o instrumental é bastante interessante, ainda mais para um lançamento bem recente. Interessante que no meio de tanto riff pesado, o que mais me chamou a atenção foi “Quando Voltarás”, com um belo dedilhado de violão, e linda vocalização feminina. Outra boa faixa é “Esmeralda”, com um climão prog que me fez até voltar o Spotify para ouví-la de novo. Fácil melhor música do disco. Passou rapidinho nas minhas caixas de som, e no geral, foi uma audição satisfatória.

Ronaldo: Interessante o caráter histórico dado por este trabalho, a escolha pelo português para as letras, bem como as passagens neo-sinfônicas que permeiam o disco e são um acréscimo muito positivo para o conjunto da obra. Como não sou grande conhecedor de metal sinfônico, não sei se a adoção da língua nativa é algo plenamente original
para retratar temas históricos. Os vocais são de alto nível, há farta instrumentação e riqueza de climas – partes tranquilas, trechos realmente densos e pesados e aquele clima pomposo que se espera de um trabalho com este tipo de temática.

4 comentários

  1. Denis

    É inacreditável a má vontade que o pessoal tem com metal extremo por aqui. Ainda mais quando um dos ditos cujos gosta de duas bandas (?) de death metal, Deicide e Possessed.

    Quanto aos outros dois consultores assim, bem, fica a prova incontestável de que formação em música sozinha não basta…

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    • Mairon

      Como eu disse: ” O problema é que há algum tempo deixei de apreciar esse tipo de som, principalmente por conta dos vocais”. Adoro Possessed e Deicide muito mais pela nostalgia do que pela paixão mesmo (foram as primeiras bandas do estilo que curti), mas não sou audiófilo diário das mesmas. E convenhamos, tentar comparar esses gigantes com as bandas aqui apresentadas hoje, é covardia … Assim como a sua de não citar meu nome …

      Responder
    • Ronaldo

      Má vontade seria não ter ouvido. Mas eu (infelizmente) ouvi. Respeito quem ouve, mas metal extremo não é pra mim e creio ter boas razões pra isso.

      Responder
      • Silvio

        Tipo a resenha no texto do André, “não ouvi esse álbum, masss bla blá blá”…. Pow cara fazer resenha sem ouvir e ainda criticar é baixo nível demais….

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