Revolução lança novo CD e clipe com cenas de Manifestação em BH

Como prometido previamente chega a internet o quarto disco de estúdio da banda Revolução. Era Uma Vez no Brasil foi gravado totalmente em Belo Horizonte, no estúdio Casa Radar, região norte da cidade. Muitas músicas do disco tratam de temas políticos e problemas sociais brasileiros. Junto com o álbum a banda lança o videoclipe de uma das faixas, Donos da Lei. Veja.

“Existem muitas polêmicas no Brasil e na internet, mas indiscutivelmente a educação tem que ser prioridade de um país que quer se desenvolver”, conta Johnny Kiff, que é autor da letra e também dirigiu o vídeo gravado durante as manifestações do último dia 30 em Belo Horizonte. “Não é uma grande produção audiovisual, apenas quis dar voz a milhares de pessoas que tem muito o que dizer. Sei que para alguns soará como apenas uma crítica ao governo federal atual, mas para mim é bem mais do que isso, os problemas são maiores e a causa é maior”, completou o músico.

A banda Revolução começou seu trabalho há cerca de 5 anos e promete novos clipes em breve. Além disso, o show de lançamento do disco acontece no dia 8 de junho, junto com o projeto Noite de Cinema e o músico Brey, no Parque Serra Verde, também na capita mineira, às 18 horas do próximos sábado na Avenida Atlântida nº 708, com entrada livre. Ouça o álbum no spotify.


The Calling retorna a São Paulo para dois shows

O The Calling é do time de bandas cujas carreiras meteóricas eternizaram seu nome no universo do pop rock. Não importa o ano, será sempre lembrado, idolatrado e requisitado pela sólida base de fãs, onde quer que vá. Como em São Paulo, cidade que mais uma vez receberá o The Calling de Alex Band nos dias 31 de agosto e 1º de setembro deste ano, ambas as apresentações no Carioca Club. A nova vinda acontece um ano após shows lotados na capital paulista e um em Cuiabá. As produtoras Gig Music, Hangar 110 e Showtime assinam a realização.

Com hits de melodias cantaroláveis dos álbuns Camino Palmero e Two emplacados em paradas musicais das Américas, Europa, Oceania e Ásia, o The Calling já nos primeiros instantes da década de 2000 foi impulsionado ao estrelato também com importantes prêmios conquistados na indústria fonográfica, além de inúmeras aparições em programas televisivos ao redor do globo e música tema – ‘For You’ – no filme O Demolidor (2003), um sucesso de bilheterias com Ben Affick e Jennifer Garner.

Não se trata apenas de passado. O The Calling, hoje apenas com o vocalista Alex Band como integrante original, mantém a mesma pegada daqueles tempos com shows enérgicos, numa interação constante com o público. Vídeos e relatos de quem compareceu a alguma das apresentações do ano passado no Brasil comprovam que a música pulsante da banda ainda é relevante. O carisma de Alex, aliás, é um convite à parte para ver o The Calling ao vivo. Ele também toca guitarra e violão em determinados momentos, o que torna tudo mais dinâmico e mostra o tipo de show ele entrega. É aquele frontman que encara o seu público, no melhor sentido da palavra: estuda o espaço com a visão para, com a voz e movimentos do corpo, doar-se ao máximo para fazer jus à expressão “ingresso que vale o espetáculo”. Nestas duas novas datas em São Paulo, Alex Band volta para reafirmar porque algumas de suas músicas são atemporais e prazerosas de se ouvir uma e muitas vezes. O The Calling se mantém vivo no pop mundial!

SERVIÇO
The Calling em São Paulo
Evento
Datas: 31 de agosto e 1º de setembro de 2019
Horário: 17h (abertura dos portões); 19h (início do show)
Local: Carioca Club
Endereço: rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SP
Ingresso físico: Bilheteria do Carioca Club (sem taxa para pagamento em dinheiro)
Ingresso online
Pista : R$130,00 (meia promo) | R$260,00 (inteira)
Pista Vip : R$200,00 (meia promo) | R$400,00 (inteira)
Camarote : R$180,00 (meia promo) | R$360,00 (inteira)
Ingressos meia entrada válidos com apresentação de carteirinha de estudante. Ingressos promo válidos com doação de 1kg de alimento não perecível (entregar no dia do evento)
Censura: 16 anos


Freesome lança como single versão de “Badlands”, do AC/DC

Originalmente formada em 2012 em Campinas/SP como Threesome, a agora chamada Freesome é um quarteto de música autoral formado por Juh Leidl (vocal), Fred Leidl (guitarra/vocal), Bob Rocha (baixo) e Henrique Matos (bateria). O álbum de estreia, intitulado Get Naked, foi lançado em 2014 e reuniu 11 faixas de uma sonoridade esteticamente influenciada pelo rock dos anos 60 e 70 e com referências de outros segmentos como o blues, jazz e o indie. Inerentemente maliciosas, as letras das músicas do Freesome discorrem geralmente sobre as relações humanas pela perspectiva de experiências sexuais, monogâmicas ou não.

Três anos após o lançamento do debute, o grupo decidiu colocar o álbum sob nova perspectiva. O resultado foi o EP Keep On Naked que traz regravações de duas músicas do disco de estreia, “Every Real Woman” – agora “ERW” – e “Why Are You So Angry?” – rebatizada como “Sweet Anger” -, além de uma faixa inédita chamada “My Eyes”. Keep On Naked foi produzido por ninguém menos que Maurício Cajueiro, renomado produtor brasileiro que já trabalhou com alguns dos nomes mais relevantes do mundo como Linkin Park, Steve Vai, Glenn Hughes, Gene Simmons, Stephen Stills, entre outros.

Aproveitando as sessões de gravação de Keep On Naked, o Freesome ainda registrou uma versão bem peculiar para “Badlands”, clássico do AC/DC de 1983, que fez parte do tracklist de For Those About To Brazil… The Brazilian Tribute To AC/DC lançado pela gravadora Secret Service da Inglaterra. Felizes com o resultado, a banda decidiu lançar a versão como single e disponibiliza-la em todas as plataformas digitais. Esse é o primeiro lançamento oficial do grupo sob o novo nome Freesome.

O próximo passo do Freesome será a gravação de um novo EP, cujo título e data de lançamento serão divulgados em breve. Para ouvir a versão de “Badlands” do Freesome, acesse:

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Por enquanto o Freesome convida todas e todos para também visitarem os novos endereços do grupo na internet:

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Spitting Fire, o stoner robusto do Cosmic Rover

Spitting Fire é o novo trabalho da banda paulistana de stoner rock Cosmic Rover e marca a estreia na Abraxas Records. As 10 músicas do play podem – e devem! – ser conferidas aqui. A sonoridade de Spitting Fire traz à tona referências do rock das décadas de 1970, 80 e 90, com uma roupagem única que vai do stoner, passando pelo metal e com os dois pés no rock n’ roll. O álbum foi produzido pelo conhecido produtor Henrique Baboom, que vem trabalhando há anos com bandas de renome do cenário da música pesada, além de ser baixista da banda do Supla.

Spitting Fire foi gravado usando o mesmo processo do EP homônimo que a banda lançou em 2018, ou seja, com a captação da gravação feita ao vivo, com todos tocando ao mesmo tempo, como ser fazia nos anos 70. Como ressalta a banda, esse processo foi escolhido pela banda, para ir na contramão das produções modernas, cheias de efeitos de estúdio e edições de protools. “Não queríamos um álbum frio e tecnicamente perfeito, queríamos um som verdadeiro, como a banda soa ao vivo”, contam.

COSMIC ROVER – A banda conta com o guitarrista Rick Rocha, o baixista Rodrigo Felix e o baterista Edson Graseffi, conhecido pelo trabalho no Panzer. Em 2018 o Cosmic Rover lançou o primeiro EP, disponível em todas as plataformas digitais, que traz quatro faixas do mais puro stoner rock com letras viajantes e espaciais, guitarras cheias de distorção e composições influenciadas por nomes como Corrosion of Conformity, Pentagram e rock da década de 70. O EP recebeu ótima resposta da mídia e público, tendo sido veiculado em programas de rádio do Mexico e Alemanha. No Brasil foi considerado por diversos veículos de mídia como melhor EP 2018 e banda revelação 2018.


Hellish War divulga capa e tracklist de novo álbum, Wine Of Gods

Wine Of Gods, novo disco de estúdio do Hellish War já está pronto! O trabalho foi gravado no Omni Studio em Cosmópolis/SP e no Reverbera Studio em Santos/SP e mixado e masterizado no PiccoliStudio em Londres, Inglaterra, por Ricardo Piccoli, com quem a banda havia trabalhado em seu disco anterior, Keep It Hellish. Wine Of Gods vai incluir 10 faixas: “Wine Of Gods”, “Trial By Fire”, “Falcon”, “Dawn Of The Brave”, “Devin”, “House On The Hill”, “Burning Wings”, “Warbringer”, “Paradox Empire” e “The Wanderer”. Todas as músicas são inéditas e grande parte nasceu durante o processo de composição que o grupo realizou numa chácara na região de Campinas/SP, de onde a banda é originária.

Para o vocalista Bil Martins, Wine Of Gods tem um significado especial, já que é o primeiro álbum do Hellish War em que ele participou ativamente no processo criativo. “Após o lançamento do Keep it Hellish, um pensamento que sempre vinha à mente, era se conseguiríamos produzir um álbum a altura”, comenta o vocalista. “Eu particularmente acho que conseguimos manter o nível em “Wine of Gods”, com as melodias e agressividade que são características marcantes na banda, junto à parte lírica que teve uma atenção especial. Acho que a diferença que nossos ouvintes mais sentirão está justamente na parte vocal, onde eu pude me expressar muito mais e imprimir minha identidade, sem descaracterizar o que o Hellish War já vinha fazendo esses anos todos. Em resumo, acredito que é o trabalho mais maduro da banda e os fãs podem esperar pela pegada de sempre. Heavy Metal puro do início ao fim”.

Completam a formação do Hellish War em Wine Of Gods os guitarristas Vulcano e Daniel Job, o baixista JR e o baterista Daniel Person. Para a capa de Wine Of Gods o Hellish War mantém a tradição de continuar trabalhando com o artista Eduardo Burato, responsável por todas as capas dos discos de estúdio da banda, desde o debute “Defender Of Metal” de 2001. A artista-plástica Juh Leidl assina o layout do encarte. Wine Of Gods será lançado em Julho em data a ser divulgada. A distribuição nacional do disco será feita exclusivamente pela Anti Posers Records. Três shows de lançamento, em Campinas, Sorocaba e Santos, estão programados para acontecer em Agosto. Wine Of Gods foi integralmente financiado pelo Proac Editais, programa de investimento direto do Governo do Estado de São Paulo através da Secretaria da Cultura e Economia Criativa.

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Misturando indie e tango, Simön lança novo single

O indie e o drama do tango se encontram em “Canción Campera”, do Simön. Enquanto o violão fala grave, o agudo do bandonéon (uma espécie de sanfona) retruca com avidez. Também é assim o encontro das vozes de Simön com Lucia Leite, a soprano uruguaia que traz leveza à música. O single faz parte do disco de estreia, En Un Punto, lançado originalmente em 2015, no Uruguai, e que agora é relançado no Brasil, pelo selo paulista Alcalina Records.

“A música é um reflexo direto da mistura de culturas uruguaia e brasileira em mim. Este single nasce num momento de transformação de mim como artista. E é no fim do caminho que encontro um novo começo”, define Simön. Simön é um projeto que simboliza a vontade de sair pelo mundo. Em sua carreira como compositor, arranjador e músico, ele participa da banda Mushi Mushi Orquesta de Uruguai, onde lançou três discos e participou de turnês que passaram por Argentina e Brasil. No tempo que passou no Uruguai, o artista tocou com a Orquesta José Artigas, onde viajou para os Estados Unidos. Atualmente, o multi-instrumentista se dedica à novas composições, preparando-se para o lançamento do próximo álbum e uma turnê europeia.

“Simön surgiu num ponto em que precisava me explorar, descobrir-me como compositor e dono de uma voz própria. No começo dessa caminhada tenho aprendido a ser um só, a conectar com o meu Eu interior. A diminuir a distância entre inconsciente e consciência. O falado e o que se pensa”, analisa Simön. A ficha técnica de “Cancion Campera” conta com Diego “Simön” Herrera (voz e violão), e os músicos uruguaios Ramiro Hernandez (bandonéon) e Lucia Leite (voz soprano).

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L.o.T.u.S: banda de Metal de Guarulhos/SP fecha com “MK Assessoria”

Formada em Guarulhos/SP em Outubro de 2013, a L.o.T.u.S que carrega no significado do seu nome “Lados Ocultos Transformando o Último Sistema” foi formado inicialmente pelos músicos: Ricardo Oliveira, Rafael Moura, Natalie Kubrusly e Renan Souza. Com o tempo e focando em suas composições, a banda lançou seu primeiro EP dois anos posteriormente, em 2015 que levou o título do significado do nome da banda, Lados Ocultos Transformando o Último Sistema.

Em 2017, a banda sentindo a necessidade de mais encorpamento da sua sonoridade, teve a entrada do guitarrista Renato Kubrusly, mas tempos depois com a saída do guitarrista Rafael Moura (hoje no Lemuriah), a banda decidiu retornar as origens e seguir com o time formado apenas por um guitarrista, mesmo tentando a inserção de outro guitarrista com uma breve passagem pela banda, foi definido que a formação com um guitarrista facilitaria a logística da banda.

Ainda em 2017, mais exatamente em Novembro, a L.o.T.u.S entrou em estúdio e gravou o single “Vale das Ilusões” que foi lançada em Abril de 2018, marcando também o primeiro videoclipe oficial da banda, alguns meses após o lançamento. Com planejamentos futuros, após a ótima repercussão de “Vale das Ilusões”, ainda em 2019 será a vez de “Resiliência” ser gravado e lançado em forma audiovisual, que será um complemento do primeiro videoclipe, apresentando o desfecho da história apresentado em “Vale das Ilusões”.

Atualmente a L.o.T.u.S trabalha para apresentar novos materiais ao público ainda em 2019, visando sempre através de suas músicas expressarem seus ideias de luta interior, sempre em busca da evolução pessoal, da revolução e a justiça social. A formação atual da L.o.T.u.S conta com: Ricardo Oliveira (vocais), Renato Kubrusly (guitarras), Natalie Kubrusly (baixo) e Renan Souza (bateria).

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Mystifier dá início a tour pelo estado de São Paulo

O lendário Mystifier dá continuidade a turnê de divulgação do novo disco Protogoni Mavri Magiki Dynasteia, que vem recebendo ótimas críticas da mídia especializadas e do público ao redor de todo o mundo. Após fazer o show de lançamento do play no Brasil, dia 6 de abril, em Recife, anunciam uma turnê pelo estado de São Paulo. No dia 7 de junho a turnê tem início na cidade Bauru, juntamente com as bandas Coporate Death e Lord Satanaquia, no Jack Music Pub. Para este show o Mystifier disponibilizou um combo no valor de R$50,00, que dá direito ao ingresso e o novo disco do grupo Protogoni Mavri Magiki Dynasteia, que deve ser comprado antecipadamente através do site.

Serviço

Dia: 07/06/2019

Horário: 20h

Local: Jack Music Pub

Endereço: Av. Duque de Caxias, 8-56, Bauru-SP

Ingressos: R$2o antecipados, R$30 na hora

Página do evento

Link para compra de ingressos antecipados

Escute aqui a faixa “The Six Towers of Belial’s Path” , presente no novo disco.

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Mythic stoner rock trio NEBULA premiere new studio album Holy Shit in full via Kerrang

Twenty-two years after their first release and ten years after their last studio album, Nebula are back. And you’re thinking “Holy shit!” right now, you pretty much nailed it. Holy Shit is NEBULA’s first LP since 2009’s Heavy Psych, and it quickly puts to rest the question that’s loomed since guitarist and vocalist Eddie Glass, bassist Tom Davies and drummer Michael Amster announced the band’s reformation in 2017. Nebula are still Nebula. Kerrang about the new album: “It’s the perfect sonic depiction of drugs, heat, and satanic daydreams, not to mention it pairs nicely with a joint and a couple of cheap tallboys — everything a good desert rock album should be.” Get all amped up, stream Nebula’s new album via Kerrang!

Holy Shit was recorded by Matt Lynch at All Welcome Records in Los Angeles. Additional recording were made by Tom Davies at Heaven’s Gate, Los Angeles. It was produced by Nebula & Matt Lynch. Artwork was designed by Robin Gnista. Since the days of 1998’s Let it Burn EP and the now-classic To the Center debut album, NEBULA have always been just a little more dangerous. Just a little more unhinged. ‘Holy Shit’ shows this front-to-back for the essential part of their character it is, and yet it’s not trying to be anything they’ve done before, whether it’s those early outings or Heavy Psych or Charged (2001), Apollo (2003) or Atomic Ritual (2005). It’s a sixth Nebula album — something for which even the most ardent of fans could hardly have hoped.

The basic tracks were done in two days, recorded at Mysterious Mammal Studios in L.A. with Matt Lynch (also of Snail) at the helm. Leads and loops and feedback effects were done live by Glass and Davies as they recorded the basic tracks, just the way they’d do it on stage, and overdubs followed after as needed. A glut of material was produced and whittled down to the core of what you hear here. A sixth NEBULA album. And when you hear it, you’ll find yourself saying that title all over again

It’s there in the inimitable space-grunge of It’s all Over,” or the take-a-drag-and-be-gone “Let’s Get Lost,” or the way “Tomorrow Never Comes” manages to be so, so heavy and laid back at the same time. It’s in the paradise-psych of “Gates of Eden” and even the snoring you hear before the devilish “Man’s Best Friend” kicks in to open the album (the studio couch became a crash spot).

New album Holy Shit will be available as:
– 50 Test Tress vinyl
– 250 Ultra LTD Pink Fluo vinyl
– 250 Ultra LTD White Marbled/Pink Fluo vinyl
– 650 Transparent Splatter Black and Pink Fluo vinyl
– Black vinyl
– Digipak and digital

TRACK LISTING:
1. Man’s Best Friend
2. Messiah
3. It’s All Over
4. Witching Hour
5. Fistful of Pills
6. Tomorrow Never Comes
7. Gates of Eden
8. Let’s Get Lost
9. The Cry of A Tortured World

NEBULA IS Eddie Glass – Guitar & Vocals; Tom Davies – Bass; Mike Amster – Drums


Swedish bewitching heavy rock unit BESVÄRJELSEN to issue “Frost” EP on August 9th via Blues Funeral Recordings

BESVÄRJELSEN – Swedish for “conjuring” – are not your everyday stoner band. The Swedish quintet conveys a unique sense of mystique and harrowing beauty through their crushing and alluring brand of rock, carried by Lea Amling Alazam’s spellbinding vocals. On Frost — the followup to their 2018 debut Vallmo — the feel of being isolated in a cold wilderness in the grip of higher forces is palpable all throughout the five tracks, with outstanding songwriting from guitarist/vocalists Andreas Baier and Staffan Stensland Vinrot and the forceful rhythm section of Johan Rockner and Erik Bäckwall (both formerly of Dozer). Frost was recorded in the dead of winter, in a cabin in the woods of Dalarna county in Sweden. It was mastered my Karl Daniel Lidén. It will be available on August 9th through Blues Funeral Recordings.

BESVÄRJELSEN was formed in 2014. Though clearly rooted in the realms of doom, within their engulfing sound lies traces of progressive metal, punk, folk, and classic rock all carefully weaved together resulting in a sound that is at once crushingly heavy and alluringly sophisticated. They released their debut EP Villfarelser in 2015, quickly followed by the Exil EP (2016) which also celebrates the addition of drummer Erik Bäckwall (former Dozer, Greenleaf) to the lineup. In 2018, the quintet release their first full-length Vallmo (Swedish for “poppy”), offering seamlessly wandering from crushing doom riffs to catchy vocals and melodies, deep lyrical content and storming drum work, all topped by stunning guitar solos and, for the first time since the band’s formation, songs in English as well as their native Swedish. A couple of months before the release, the band welcomed bass player Johan Rockner (former Dozer, Greenleaf) to the fold.

BESVÄRJELSEN return in 2019 with their new Frost EP, an almost full length format that raises the band’s standards even higher. It will be available on August 9th worldwide through Blues Funeral Recordings after being first included as part of the exclusive PostWax series. PostWax is a groundbreaking subscription-style series of exclusive records for diehard fans of stoner, doom, heavy, psych rock, launched by Blues Funeral Recordings. The “Year One” series will also feature releases from Elder, Lowrider, Domkraft, Big Scenic Nowhere on limited edition vinyl with jaw-dropping artwork and next-level design. More info here. BESVÄRJELSEN Frost EP Out August 9th on Blues Funeral Recordings and as part of Postwax subscription series

TRACK LISTING:
1. When We Fall
2. All Things Break
3. In The Dark
4. Human Habits
5. Past In Haze
Artwork: Max Schoeffler

BESVÄRJELSEN is Andreas Baier – Guitar, vocals; Staffan Stensland Vinrot – Guitar, vocals; Johan Rockner – Bass, vocals; Lea Amling Alazam – Vocals; Erik Bäckwall – Drums

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